Hoje é o Dia do Repórter, parabéns aos colegas!


Hoje (16), é o Dia do Repórter, o profissional que apura (ouve os dois lados) e noticia o fato ou ação, em diversos tipos de meios de comunicação, como TV, Rádio, Impresso ou Internet.

Essa coleta de dados nem sempre é fácil, na verdade, dependendo do assunto, é bastante trabalhosa. Mais que uma profissão, é uma missão!

Não atuo como profissional da imprensa aberta e sim como assessor de comunicação.  Dentro dessa nobre atividade, respeito quem faz assessoria sem bajulação e tento apurar os fatos da melhor forma, o que também me faz um repórter. 


Aliás, este blog atende a necessidade que sinto de não escrever somente textos institucionais, mas também escritos que fogem a qualquer regra, com todos os neologismos e achismos que der na telha.


Já tive boas experiências com webjornalismo e impresso, mas acredito que TV e Rádio são trampos para os Jedis, por conta da correria (que é foda, mas vicia). Pois, além de talento, é preciso muito improviso. Admiro quem é repórter televisivo e radiofônico, mesmo!

Admiro os colegas (muitos deles amigos) que viram bicho atrás de matérias diferentes, complexas ou polêmicas. A todos os repórteres SÉRIOS e RESPONSÁVEIS, sejam esportivos, investigativos, políticos ou tudo junto, meus parabéns! 

Elton Tavares

Aniversário de Bob Marley: o bom e velho rei do reggae faria 68 anos hoje


Apesar de não ser fã de reggae, gosto dos clássicos. E nada é mais clássico em reggae do que as canções de Bob Marley. Nascido Robert Nesta Marley, em Saint Ann, no interior da Jamaica. Ele era filho de Norval Sinclair Marley, um militar branco, capitão do exército inglês Britânico descendente de judeus sírios que migrou do Oriente Médio para a Inglaterra e depois para Jamaica. E de Cedella Booker, uma adolescente negra vinda do norte do país. 

A música do cantor e compositor Bob Marley, que se vivo faria 68 anos, foi influenciada pelas questões sociais de sua terra natal. Ele deu visibilidade política e cultural a Jamaica, muitas vezes cantando seus problemas, angústias ou em protesto. 

Parafraseando um conhecido meu: “com toda a certeza, Marley foi um dos caras mais fodas  da história, não somente na música, mas também como figura política. Bob nasceu num país pobre e cresceu em meio à miséria. Ganhou o mundo cantando a paz, o amor e divulgando os ideais do rastafári. A sua imagem e a sua música com letras contra a opressão e a injustiça são influencia direta no comportamento das pessoas de bem ao redor do planeta”. Cirúrgico. Tenho saudade dos bons papos com o dono da citação, mas essa é outra história. 

Marley foi uma das figuras mais importantes da música mundial, considerado internacionalmente um dos melhores compositores do século XX, comparado a nomes como Bob Dylan, e Lennon/McCartney. Ele morreu no dia 11 de maio de 1981, vitima de câncer, aos 36 anos de idade. Ele deixou um legado musical fantástico e uma mensagem de amor eterna. 

Emancipem-se da escravidão mental. Ninguém além de nós mesmos pode libertar nossa mente” – Bob Marley, na canção Redemption Song.

Há 44 anos, os Beatles se apresentaram pela última vez, em um terraço de um prédio em Londres


No dia 30 de janeiro de 1969, uma tarde fria em Londres, no alto do edifício sede da Apple Records, os Beatles realizaram sua última apresentação para o “público”. Na realidade eles vinham de um trágico período de gravações e ensaios num estúdio londrino, onde gravavam o filme Let It Be. As sessões foram terríveis, pois além da figura de Yoko Ono (grudada em John Lennon 24 horas), a banda estava brigando muito entre si. Desde o Álbum Branco, os quatro já não se entendiam muito no estúdio. 

Quando decidiram que Let it Be deveria ser gravado no novo, porém precário Apple Studios, os Beatles também pensaram que poderiam agir normalmente. As sessões no prédio da Apple ocorreram com mais calma, tanto que a ideia de tocar no telhado do prédio veio do próprio Lennon. Antes, Paul McCartney tinha planejado realizar um concerto no final das gravações. Locais no mundo inteiro foram vistos para o show, porém a maioria deles não havia como, ou estavam com agendas apertadas. Então amargamente, os Beatles decidiram tocar no telhado do prédio. Até Harrison, avesso a shows, gostou da ideia. 

Naquela tarde fria, os primeiros acordes de Get Back foram fundamentais para que os moradores dos prédios vizinhos viessem até a sacada para dar uma olhada naqueles cabeludos tocando rock. 

Os Beatles tocaram durante 40 minutos, até a Polícia bater na porta da Apple e um nervoso Mal Evans tentando explicar que “Os Beatles” estavam tocando no telhado da Apple. Segundo o livro “The Beatles – Biografia” de Bob Spitz, a polícia nem sequer pediu para acabar com o show, apenas solicitaram que os Beatles abaixassem o volume dos instrumentos, eu disse abaixassem, porém, como eles eram, não houve acordo e o show teve que acabar antes que eles pudessem terminar o set previsto. 

O show foi adicionado ao filme Let it Be e na realidade é o que vale a pena naquele filme. As sessões de Get Back (Let it Be) foram finalizadas, porém os Beatles não deram importância para as fitas, entregando nas mãos de Glyn Jones e depois nas mãos de Phil Spector, que destruiu tudo que eles fizeram, enfiando orquestrações e um solo de guitarra metálico para Let it Be, na qual George odiou.

Meu comentário: Não lembro onde achei o texto acima. Apesar de amar Led Zeppelin e Pink Floyd, para mim, os Beatles foram e sempre serão os maiores. O último show, no terraço, foi reconstituído no filme “Across The Universe”, onde a banda que interpretou os caras de Livepool executou a canção “All You Need Is Love”. Após 44 anos, todos nós ainda curtimos o som dos besouros e continuamos precisando de amor. 

Elton Tavares

Há 18 anos, o ultimo Show da Legião Urbana em Santos (SP)


Quem lê este blog sabe, sou apaixonado por Legião Urbana. Há exatos 18 anos, no dia 14 de janeiro de 1995, a casa Reggae Night, em Santos (SP), recebeu o último show da carreira do grupo. 

Eu não estava lá, mas só Deus sabe como queria ter assistido pelo menos um show da Legião. Neste último, segundo o que li, arremessaram uma lata de cerveja que acertou o líder e vocalista da banda.  Essa história me lembrou do episódio ocorrido em Belém (PA), quando jogaram uma sandália em Renato Russo, durante a apresentação dos legionários na capital paraense. 

Não sei o que leva um cidadão a fazer isso, é um grau de imbecilidade nível ninja, mas já desisti, há tempos, de entender a natureza humana. 

O show fazia parte da turnê de divulgação do álbum O Descobrimento do Brasil, lançado em 1993. Na época, o Brasil vivia a expectativa de receber a primeira turnê do Rolling Stones, que iniciou duas semanas depois em São Paulo. Após a apresentação, a banda anunciou o cancelamento da turnê.

A Legião Urbana acabou e Renato morreu um ano depois.  Mas o som da banda faz parte da trilha sonora da minha juventude e ainda embala algumas noites nostálgicas. URBANA LEGIO OMNIA VINCIT” (Legião Urbana vence todas as coisas).

Elton Tavares


Em homenagem ao Dia do Palhaço, hoje rola a III Palhaceata em Macapá

Hoje (10), é o Dia do Palhaço. A data começou a ser celebrada em 1984, pela Abracadabra Eventos, em São Paulo (SP). Com o passar dos anos, a comemoração invadiu outras capitais brasileiras.

Profissional que atua em circos, espetáculos abertos, teatros, programas de televisão, entre ouros espaços, sempre vestido de forma engraçada, com trajes desproporcionados, multicoloridos, com maquiagens especiais e acessórios característicos. 

Não conheço muitos palhaços, mas homenageio a classe em nome do meu amigo Alenk Nobre, parabéns pela data!

Aproveitando o ensejo, dezenas de palhaços invadirão o centro de Macapá hoje, na III Palhaceata. A manifestação promete ser um show de cores, alegria, música, fantasia e muitas risadas. Prestigie! 

Fonte: Wikipédia. 

10 anos do Bope no Amapá


Na década de 90, o Estado do Amapá sofreu ações violentas de quadrilhas especializadas, oriundas de outros estados, e tinha como tropa de enfrentamento imediato a Companhia Independente de Rádio Patrulha – CIRP, que à época era comandada pelo então Capitão Marcos Vasconcelos da Crus, o Cap Vasconcelos. Esta unidade contava com policiais dedicados e dispostos, porém necessitava de especializações profissionais, o que motivou um grupo de oficiais, sob a supervisão do então Tenente Coronel Vasconcelos, a um planejamento de criação de uma unidade operações especial.  

Priorizando a fundamentação das pretensões dessa força, os oficiais do grupo de estudo foram enviados à corporações de outros estados brasileiros, de norte a sul do país, com o objetivo de coletar subsídios detalhados sobre suas unidades especializadas. Considerando a particularidade dos estados visitados, as informações colhidas subsidiaram o projeto de criação do 5º Batalhão da Polícia Militar do Amapá, o Batalhão de Operações Especiais – BOPE. A criação deste novo batalhão estava organizada de acordo com as peculiaridades do Estado do Amapá, como característica geográfica, populacional, econômica e carcerária, além da realidade institucional da corporação.

Em dezembro de 2002, foi concluído e apresentado, pelo oficial superior Tenente Coronel Marcos Vasconcelos da Crus, o projeto científico de implantação de um batalhão especializado no Estado do Amapá, sendo que, no ano de 2003, o BOPE era de fato implantado.

Marcos Vasconcelos da Cruz recebeu a missão de inicializar e comandar os primeiros policiais que iriam compor a Tropa de Elite do Estado do Amapá. Determinado a apresentar à sociedade amapaense uma tropa especializada em ocorrências que exigissem respostas imediatas e resultados aceitáveis, o oficial à frente da organização e efetivação, o Tenente Coronel Vasconcelos, buscou especializações em forças federais como Exército Brasileiro, Marinha do Brasil e Polícia Federal, além das co-irmãs Polícias Militares dos Estados da federação. À estas instituições foram enviados oficiais e praças (praças em maior quantidade, fato inédito na PMAP), a fim de se especializarem no que era necessário para capacitá-los a prestarem um serviço de qualidade à sociedade e a altura de uma unidade de operações policiais especiais.

Muitos dos policiais enviados para outros estados brasileiros eram oriundos da CIRP, e bem representaram o Amapá nas especializações Brasil a fora, como em São Paulo, Goiás, Ceará, Alagoas e Bahia. Trouxeram conhecimentos e técnicas modernas, dentro de áreas policiais específicas, como: desarmamento de explosivos, gerenciamento de crises, seqüestros e roubos com reféns, patrulhamento diário especializado em guerrilha urbana, emprego de armamentos não-letais, munições químicas e de impacto controlado para Controle de Distúrbios Civis.

Todas essas especialidades, as vistas de muitos não pareciam necessárias, pelo menos não naquele momento. Porém, a observância futurística dos atores iniciais desse trabalho não se deixou esmorecer, provando que o enfoque diferenciado estava além de meros “achismos”. Dessa forma, oficiais e praças da Polícia Militar do Amapá, deixaram o Estado e seus familiares por longos meses em detrimento da especialização, e ao retornarem, os “cursados” (como são chamados os policiais com especialização), de imediato, multiplicaram seus conhecimentos para todo o restante do batalhão com cursos do mesmo nível em que foram formados. 

(…) uma unidade de operações especiais na PM com três companhias, ROTAM, COE e Choque, tínhamos agora que conquistar o público interno e externo. Para o público interno nos transformamos uma referencia em técnicas policiais, e para o público externo viramos sinônimo de eficiência e confiabilidade”. (Coronel Marcos Vasconcelos da Cruz, 2012) 

Neste ano de 2012, o BOPE – AP, agora referência nacional em especializações policiais, completa 10 anos de existência e atuação no Estado do Amapá. Lealdade, honra, força, disciplina e compromisso com a missão, são alguns dos lemas seguidos à risca pelos integrantes desse valoroso Batalhão que serve a sociedade amapaense.
Por Ewerton Dias Ferreira – Sub Ten PM – Divisão de comunicação do BOPE.
Celular: 09691272498
Telefone Fixo: 09632121510

BOPE, proteger e servir!

Hoje é o Dia do Aviador


Hoje (23), é o Dia do Aviador. A origem da data é por conta de  Santos Dumont, inventor do avião e primeiro piloto a decolar a bordo de um avião impulsionado por um motor a gasolina, em 23 de outubro de 1906. Ele voou cerca de 60 metros a uma altura de dois a três metros com o ‘Oiseau de Proie’ (francês para “ave de rapina”), no Campo de Bagatelle, em Paris (FRA).

Neste dia, parabenizo os amigos Jorge Mareco (com quem estudei no Bartolomea e Tiradentes), que é piloto da Tam e Alexandre Nunes, o “Sapo”, que pitota para uma empresa de Taxi Aéreo. Os dois são velhos amigos meus. 

Saudações, brothers. Essa parada aí é pra quem gosta, eu sou muito medroso, até gosto de viagens e voos comerciais, mas só entro em aviões pequenos por conta do trabalho, isso quando não tem jeito.  

Enfim, em nome dos dois aviadores citados, homenageio todos estes profissionais que encurtam distâncias, nos levam seguros a nossos destinos e aventuras. 

Elton Tavares

Ontem foi o Dia do Poeta

Passei o sábado todo sem entrar na internet, mas preciso registrar minha admiração e respeito pelos poetas. Ontem (20), foi o Dia do Poeta, figuras abençoadas que escrevem textos do gênero que compõe uma das sete artes tradicionais, a Poesia. A inspiração deste tipo de artista retrata qualquer situação e a interpretação depende da imaginação dele próprio, assim como do leitor.

A poesia não se amarra aos aspectos literais, é livre. O poeta expressa seus sentimentos, emoções e tudo o mais que lhe inspirar a psicografar (sim, certos poemas são tão belos que parecem coisas paranormais) escritos poéticos.

Admiro os poetas, sejam cultos, que usam refinados recursos de linguagem ou ignorantes, que versam sem precisar de muita escolaridade. Eles movimentam o pensamento e tocam corações. Não é a toa que as pessoas têm sido tocadas pela poesia há séculos. E nem interessa se o escrito fala de sensatez ou loucura. Tanto faz. O que importa é a criatividade, a arte de imprimir emoções em textos ou declamações.

Não tenho o nobre dom, sou plateia. Mas apesar de não existir poesia em mim, uso a tal “licença poética”, para discorrer sobre meus devaneios e pontos de vista. 
                          
Portanto, minhas homenagens aos poetas, artistas inventivos que fascinam o público que aprecia a nobre arte. 

Elton Tavares

O Dia do Repórter Fotográfico


Hoje, 02 de setembro, é o Dia do Repórter Fotográfico, o profissional registra imagens de fatos e acontecimentos, no momento em que os mesmos acontecem.A história da fotografia surgiu através do físico francês Joseph Nicéphore Niépce, em 1816, por meio da “transformação de compostos químicos sob a ação da luz”. É fundamental para o jornalismo, pois serve para complementar a ideia do texto, bem como comprovar a veracidade dos fatos.

Ao longo dos anos, a fotojornalismo tornou-se um estilo de trabalho que se baseia no uso das imagens fotográficas para se veicular às notícias. O surgimento dessa área se deu através do britânico Roger Fenton, que fotografou a Guerra de Crimeia, no período de 1853 a 1856.Mas a primeira publicação de uma imagem em um veículo de comunicação aconteceu em 1880, através do jornal Daily Herald, de Nova Iorque, com a finalidade de inovar seu estilo de publicação, buscando chamar mais a atenção dos leitores.

Porém, a genialidade da ideia somente se tornou popular com a chegada do século XX, sendo possível devido à invenção da primeira máquina fotográfica portátil, a Kodak, que podia ser facilmente carregada por todos os lados.As primeiras máquinas fotografavam em preto e branco. Mais adiante, o homem inventou o filme, que possibilitava a revelação em cores, chegando aos modelos da atualidade, os digitais, que capturam as imagens através da memorização das mesmas.

Um estilo jornalístico que tem chamado grande atenção do público nos últimos anos são os paparazzi (no singular, paparazzo).Os mesmos fotografam celebridades do cinema e da televisão, expondo suas imagens em momentos mais descontraídos ou comprometedores. Essas matérias são alvo das revistas de fofoca, pois atingem grande sucesso nas vendas das mesmas.A ideia desse trabalho fotográfico foi proposto no filme de Frederico Fellini, La Dolce Vita (1960), que teve o nome do fotógrafo Signore Paparazzo baseado no nome de um mosquito siciliano “paparaceo”. A atuação do fotógrafo era de Walter Santesso, que trabalhava com Marcello Mastroiani, interpretando o jornalista Marcello Rubini.

Mas independente da forma de atuação do repórter fotográfico, seu trabalho é muito importante para a população, pois registra os fatos como eles realmente acontecem, trazendo-nos a possibilidade de tomar conhecimento dos mesmos.

Meu comentário: É por meio das lentes desse profissional que conseguimos ver o que acontece em nossa cidade, país e mundo. Eu particularmente, me encanto com uma bela foto, seja artística ou jornalística. Já trabalhei com muitos fotógrafos, a maioria deles muito bons e uma minoria nem tanto. Admiro muitos pelo talento, outros pelo profissionalismo e, sobretudo, os que possuem as duas virtudes. Portanto, meus parabéns a estes profissionais, que são fundamentais para o jornalismo. 

Esta postagem é dedicada aos amigos: Sal Lima, Jorge Junior, Aog Rocha, Antônio Sena, Maksuel Martins, Camila Karina, Alexandre Brito, Daniel Nec e Ewerton França. E ao fotógrafo amador e grande colaborador deste blog, Max Renê.

A fotografia, cujos progressos são imensos e que está, a nosso ver, muito bem classificada entre os materiais das artes liberais, fala aos olhos e detém cativa os curiosos fatigados” –  Eça de Queirós.

Texto: Jussara de Barros, graduada em Pedagogia e integra a equipe Brasil Escola. 

Hoje é o Dia do Soldado


Hoje (25), é o Dia do Soldado. A data é em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva, patrono do Exército brasileiro, nascido em 25 de agosto de 1803, que se tornou conhecido como “o pacificador”, após sufocar muitas rebeliões contra o então Império.

No Amapá, os militares brasileiros vigiam a fronteira do Amapá, cerca de 700 km, com os países vizinhos da Guiana Francesa e do Suriname, cumprindo sua missão constitucional de defender a Pátria, garantir os poderes constitucionais e garantir a Lei e a ordem. Além disso, os soldados cumprem missões subsidiárias como as de apoiar a defesa civil e atuar contra crimes e ilícitos transfronteiriços. 

Confesso que não sou muito chegado a milicos, mas reconheço a importância deles para o Amapá e Brasil como um todo. Minha resistência se dá por conta da rigidez em que eles enxergam o mundo em que vivem. Parece que militar nunca relaxa. 

Mesmo assim, tenho muitos amigos soldados na Polícia Militar (PM/AP) e Corpo de Bombeiros (CBM/AP) do Amapá, entre eles, o tenente do Exército Thiago Gama, figura gente boa que conheço há pouco mais de um ano. 

Aê Thiaguinho (Exército), Vinícius Alfaia (PM), Walbene Gomes (CBM), Ewerton Dias (Bope), Renato Penha (CBM) e tantos outros brothers que escolheram a carreira militar, meus parabéns! 

Elton Tavares

23 anos sem Raul Seixas


Raul Seixas foi encontrado morto em seu apartamento no dia 21 de agosto de 1989, há 23 anos. O músico baiano teve diversas fases ao longo de sua carreira. Em Salvador, ainda jovem, foi defensor do rock’n’roll – que naquela época pregava uma mudança radical nos costumes. Com versões de Dick Glasser e dos Beatles, lançou com a banda Os Panteras o LP Raulzito e Os Panteras, em 1968.

O disco obteve pouca repercussão, assim como Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10, lançado em 1972 com Sérgio Sampaio, Míriam Batucada e Edy Star. Só em 1973, com o primeiro LP solo, Krig-ha, Bandolo!, é que Raul começou a fazer sucesso, já com músicas escritas em parceria com o escritor Paulo Coelho.

Longe de ser só musical, a dupla com Paulo Coelho fez com que Raul aprofundasse o seu interesse por questões místicas. Em 1974, criaram a Sociedade Alternativa, baseada nas ideias do bruxo inglês Aleister Crowley. Os principais preceitos da crença foram divulgados na música Sociedade Alternativa, lançada no LP Gita, de 1974.

Raul ainda lançou 2 discos em que a parceria com o “mago” produziu canções famosas: Novo Aeon e Há 10 Mil Anos Atrás.

A partir de 1977, os discos do músico baiano ganharam menos atenção da crítica e em 1978 o cantor passou por complicações decorrentes do consumo excessivo de álcool que lhe acompanhariam pelo resto da vida.

Música

Raul criou uma mistura entre blues, folk e música brasileira que o distinguiu de outros artistas que faziam rock na época, como a Jovem Guarda. Já em seu primeiro disco solo, o cantor misturava baião, country rock e música gospel em canções como Ouro de Tolo e Metamorfose Ambulante.

Passou pelo brega, pelo rockabilly, pelo blues, pela MPB e diversos outros estilos que ampliaram o conceito de ‘roqueiro’, como Raulzito era visto na adolescência. Longe de ser só um representante da Sociedade Alternativa, ele se questionava, fazia crônicas, dialogava com canções da MPB e tinha consciência de que precisava se dividir entre a verdade do universo e a prestação a pagar, como canta em Eu Também Vou Reclamar.
Fonte: Estadão