Festival de Cinema Pan-Amazônico abre inscrições para mostra competitiva

Estão abertas até o dia 10 de setembro as inscrições de filmes de ficção e documentários para a mostra competitiva da 10ª edição do AMAZÔNIA (FI)DOC – Festival Pan-Amazônico de Cinema. O edital de convocatória e a ficha de inscrição podem ser encontrados no site do festival (amazoniadoc.com.br) e na plataforma Filmfreeway. O festival será realizado em Belém (PA) de 18 a 27 de novembro.

A chamada para as inscrições de filmes e documentários foi anunciada no dia 23 de maio de 2024, em Belém, em evento no Cine Líbero Luxardo, do Centur. Além da curadoria seletiva, o 10º AMAZÔNIA FI(DOC), o Festival Pan-Amazonico de Cinema agrega outros dois festivais: o Festival “As Amazonas do Cinema ” e o Festival Curta Escolas que incentiva e premia com troféus os jovens cineastas de escolas públicas e comunidades periféricas. Este ano, pela segunda vez, o Curta Escolas será realizado em agosto numa Itinerância por três municípios do Marajó.

A diretora do Festival, Zienhe Castro

A diretora do Festival, Zienhe Castro, afirma que os quatro meses de convocatória para inscrições permitem a ampliação do alcance do festival nos países pan-amazônicos. “Queremos expandir nossa rede, nosso intercâmbio com as cinematografias das diversas Amazônias”, afirmou “Este é o edital de convocatória internacional, para as inscrições de filmes de ficção e documentários nos formatos de curtas, médias e longas-metragens, produzidos nos oito países pan-amazônicos (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela) e na Guiana Francesa, a partir de 1º de janeiro de 2022”, informou a cineasta.

O lançamento do 10º AMAZÔNIA FI(DOC) teve a exibição do filme “A invenção do outro”, longa documentário do cineasta pernambucano Bruno Jorge. O filme narra a última expedição do indigenista Bruno Pereira na Amazônia, em 2019. Em 2022, Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Philips foram assassinados durante viagem pelo Vale do Javari, no extremo oeste do Amazonas. O cineasta Bruno Jorge participou de um bate-papo com o público sobre a produção e a viagem.

Segundo Zienhe Castro, o festival nasceu em 2009 para debater as diversas Amazônias por meio da cinematografia produzida nesse imenso território. “Naquele ano, já tínhamos urgências, muito a fazer, muito para debater, muito pra trocar. Essas urgências permanecem. E precisamos avançar em muitas outras questões”, afirmou.

Para Zienhe, o festival é um marco simbólico que revela toda a potência da cinematografia amazônida. O projeto é financiado pela Lei Paulo Gustavo (mostras e festivais) e tem o patrocínio oficial do Instituto Cultural Vale por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Felipe Pamplona, diretor artístico e coordenador de programação, destaca duas iniciativas inéditas do AMAZÔNIA (FI)DOC: a homenagem à cultura e à filmografia de um país da região pan-amazônica, a Colômbia, e um laboratório de aperfeiçoamento de projetos de longa-metragem e série. “O formato de Lab consiste em um acompanhamento profissional aos realizadores para que o projeto ganhe consistência técnica e poética”, destacou.

Nessa décima edição, o festival vai oferecer premiação em dinheiro aos vencedores. Além disso, há o troféu principal do festival que foi criado em 2009 e é assinado pelo artista visual/ceramista Ronaldo Guedes. Neste ano, a artista visual Lise Lobato assinará o design do Troféu da segunda edição do festival ” As Amazonas do Cinema” que premia e incentiva a filmes dirigidos e roteirizados por mulheres da Pan-amazônia.

Serviço:

AMAZÔNIA (FI)DOC – Festival Pan-Amazônico de Cinema.
Inscrições nos sites amazoniadoc.com.br e filmfreeway.com
Período: 24 de maio a 10 de setembro.

Fotos: Jader Paes
Assessoria de imprensa:
Rita Soares (91) 992129882 – Belém/PA
Mary Paes (96)991794950 – Macapá/AP

Hoje é o Dia Mundial de Star Wars – Que a Força esteja conosco! #MayThe4thBeWithYou

Hoje, 4 de maio, é o Dia mundial de Star Wars! A data foi escolhida devido a um trocadilho com a célebre expressão “May the Force be with you”. May (maio) the Fourth (dia 4) be with you.

A primeira alusão ao termo “May the 4th” aconteceu em maio de 1979 quando o partido conservador parabenizou a eleição de Margaret Thatcher como a primeira mulher ministra da Inglaterra, com um anúncio no jornal The London Evening News que dizia: “May the Fourth Be with You, Maggie. Congratulations.”

Durante uma entrevista em 2005, para o canal N24 de notícias da TV alemã, pediram ao criador de Star Wars, George Lucas, que ele falasse a famosa frase “Que a Força esteja com você.”

O intérprete simultaneamente interpretou a frase em alemão como Am 4. Mai sind wir bei Ihnen (“We shall be with you on May 4”, em português, “Vamos estar com você em 4 de maio”). Isso foi captado pela TV Total e foi ao ar em 18 de maio de 2005. [Wikipédia]

Em 2011, a primeira celebração organizada do Dia de Star Wars aconteceu em Toronto, Ontário, Canadá no Cinema Subterrâneo de Toronto.

As festividades incluíram um Game Show de Trivia sobre a Trilogia Original; um concurso de fantasias com os júri composto por celebridades; e a exibição em tela grande dos melhores filmes, mash-ups, paródias, e remixes da web. A segunda edição anual aconteceu na sexta-feira, 4 maio de 2012.

De fato, é uma data em que a Força está presente nos fãs de Star Wars. Neste dia costuma-se rever os filmes, falar as frases mais famosas dos personagens, ou cantarolar Imperial March.

Coisas simples, mas que fazem o 4 de maio uma data memorável para todos os fãs, pois são mais de 40 anos de fascínio pela série de filmes fantásticos. Eu sempre fui fascinado pelo fictício universo dessa saga. E que a Força esteja conosco!

Elton Tavares

The Blacklist – N⁰ 171 – O Cronista – Por Aloísio Menescal

Elton Tavares, Raymond ‘Red’ Reddington e Dembe Zuma – Foto montagem fictícia de Bruna Cereja

Por Aloísio Menescal 

Ah, Dembe, Dembe… Você é um bom e confiável amigo, que planeja e se previne. Não um hedonista como eu ou outro notável indivíduo sobre quem vou lhe contar agora.

Há alguns anos, estava eu saindo de um inesperadamente bem sucedido jogo de bacarat no cassino El Tito, em Maracaibo, quando embarquei em um dos mais exóticos e tradicionais cabarés flutuantes da Amazônia, chamado Brega da Gonçala. Era uma embarcação brasileira e ribeirinha, mas navegava em águas internacionais ilegalmente apenas para satisfazer uma aposta perdida pelo capitão. Lá dentro, no bar, vendo as mais belas dançarinas exóticas que só o caldeirão genético sulamericano é capaz de produzir, conheci nosso personagem.

Com óculos escuros demais para aquele horário, assim como eu mesmo, ele com uma armação no estilo do Elvis em seus últimos anos, e dedos adornados com anéis de crânios, sempre prontos para marcar o rosto de algum desafeto de última hora. Ele se dizia jornalista, mas na verdade era a memória viva de sua cidade natal, registrada e relembrada nos bares em crônicas regadas ao melhor e ao pior álcool disponíveis, pois ele não julgava a companhia, o local e nem a bebida, apenas testemunhava a vida da forma que ela se apresentava.

Naquela noite ele bebia uma dose de absinto em seu mais tradicional ritual, flambando um cubo de açúcar. Elogiou, mas disse que um toque de gin de jambu aprimoraria a experiência. Seu nome era Elton, mas não o John. Seu homônimo britânico – apesar da fama, talento e fortuna – mal sustenta uma conversa semiestimulante (falo isso com propriedade, pois atualmente até evito suas ligações).

Ele me contou sobre sua cidade e sobre o Bar Caboclo, sobre seus conflitos com a lei e com os homens, mas principalmente me falou da arte, do ritmo marabaixo que ainda não pude escutar ao vivo e da música de bandas de rock imortais que permeiam nossos repertórios em comum. Elton vive e celebra apenas o que foi e o que é, Dembe. Ele sorve a vida gota a gota, em seus mais variados sabores e sons. Ele faz isso hoje, pois não há amanhã…

*Esse texto foi uma brincadeira do amigo jornalista Aloísio Menescal (com quem converso, além de trabalho, sobre música, filmes, séries e etecetera) , que tirou com um sarro comigo e contextualizou minha boemia incorrigível com o jeito de narrar as coisas do personagem principal da série de TV Lista Negra, Raymond ‘Red’ Reddington (James Spader) em um suposto diálogo (ficção da ficção) com seu amigo Dembe Zuma (Hisham Tawfiq).

**Em The Blacklist, Raymond Reddington (James Spader) é um dos criminosos mais procurados pelo FBI. Até que um dia ele decide se entregar misteriosamente à agência, oferecendo com ele uma lista de importantes nomes da comunidade do crime: vários terroristas e líderes de organizações criminosas entre os mais procurados pela polícia. Ele deseja participar ativamente da captura de tais criminosos e faz duas exigências: receber completa imunidade pelos crimes que cometeu nos últimos vinte anos e falar diretamente apenas com agente novata Elizabeth Keen (Megan Boone). À princípio, Keen e seu supervisor Harold Cooper (Harrry Lennix) suspeitam das motivações de Reddington e seu estranho interesse em Keen. Mas depois que uma de suas dicas ajuda o FBI a capturar um perigoso terrorista e desfazer seus planos de ataque, eles percebem que pode ser importante continuar recebendo sua ajuda. Mas ao longo da trama, a curiosidade de Reddington por Keen tem suas motivações reveladas, mostrando um conexão entre o passado dos dois.

 

33 anos sem Gonzaguinha

Gonzaguinha – Foto encontrada no site Cultura Brasileira

Hoje (29) é aniversário da morte (estranho estes termos juntos) do cantor e compositor Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o “Gonzaguinha”, que morreu em um acidente automobilístico em 29 de abril de 1991, aos 45 anos, em Renascença (PR). Eu tinha 15 anos e lembro bem da notícia de sua morte.

São 33 anos sem o artista carioca, filho do lendário cantor e compositor Luiz Gonzaga (não biológico, mas registrado), o “Rei do Baião”, e Odaléia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil. É como dizia o próprio Gonzaguinha: “Venho de Odaléia uma profissional daquelas que furam cartão e de vez em quando sobem no palco; ela cruzou com meu pai e de repente eu vim”.

A mãe morreu de tuberculose aos 22 anos de idade, quando Gonzaguinha tinha somente dois anos, e o pai, por conta dos shows Brasil afora, o deixou com o padrinho Henrique Xavier – o baiano do violão das calçadas de Copacabana, do pires na zona do mangue no morro de São Carlos – e sua esposa, a madrinha Dina. “Foram eles que me criaram e por isso eu toco violão”. (Gonzaguinha)

Do pai, recebia o nome de certidão, dinheiro para pagar os estudos e algumas visitas esporádicas. Imerso no dia-a-dia atribulado da população, Gonzaguinha ia aprendendo a dureza de uma vida marginal, a injustiça diária vivida por uma parcela da sociedade que não tinha acesso a nada.

Gonzaguinha foi um dos melhores compositores de sua geração. Ele iniciou a carreira na década de 1960, no Rio, convivendo com artistas como Ivan Lins e Aldir Blanc. Com ambos fundou o Movimento Artístico Universitário (MAU). Em 1970, começou a participar de festivais.

O seu primeiro LP foi lançado em 1973. No mesmo ano, Gonzaguinha participou do programa Flávio Cavalcanti apresentando a música Comportamento Geral num dos concursos promovidos pelo programa. Na canção, ele alfinetava a atitude complacente e medrosa daqueles que abaixam a cabeça para tudo e para todos: “Você deve lutar pela xepa da feira / e dizer que está recompensado”. O júri do programa destruiu sua música e cobriu Luiz Gonzaga Jr. de ameaças. Um dos jurados o chamou de terrorista; outro sugeriu sua deportação.

Apesar de toda a perseguição, Gonzaguinha nunca deixou de divulgar seu trabalho: quer seja em discos, onde driblava os censores com canções alegóricas, quer seja em shows onde, além de cantar as músicas que não podiam ser tocadas nas rádios, Gonzaguinha não se continha e exprimia suas opiniões e sua preocupação com os rumos que a nação tomava.

Visceral e talentosíssimo, compôs músicas lindas e doídas, de tão fieis aos amores, dissabores e dores que sentiu. Seus maiores sucessos foram: “Grito de Alerta”, “Explode Coração ou Espere por mim, morena”, “Comportamento Geral (censurada)”, ‘Começaria Tudo Outra Vez”, “Lindo Lago do Amor”, “Redescobrir” (na voz de Elis Regina), “É” e “O Que É, O Que É”, “Recado”, “Eterno Aprendiz”, entre outras.

Em 2017 Gonzaguinha foi tema do carnaval da Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, com o enredo “É! O Moleque desceu o São Carlos, pegou um sonho e partiu com a Estácio!”.

Gonzaguinha casou três vezes e teve quatro filhos. Ele gravou 19 discos e vendeu milhões de cópias. Foi um gênio da MPB e símbolo da indignação com o sistema. Parte de sua história foi retratada no filme “Gonzaga – de pai para filho”.

O cara foi um símbolo de rebeldia e talento. Este post é uma pequena homenagem ao gênio da poesia. Valeu, Gonzaguinha!

Gonzaguinha e Gonzagão 1979 – Foto: Amicucci Gallo

Elton Tavares, com informações dos sites Memória da Ditadura, Musicaria Brasil e Mais Cultura Brasileira!

Johnny e eu – Crônica de Lulih Rojanski

 

Crônica de Lulih Rojanski

Cansei da vida ao lado de Johnny Depp. Estou decidida a abandoná-lo. Sentirei falta de passar seus ternos risca de giz, de escovar seus chapéus, de lhe dar banho quando acorda triste porque Tim Burton não telefona há dias. Terei saudade de quando me arrebata em pleno canteiro de samambaias, implorando que o chame de Don Juan de Marco. Mas não posso mais suportar suas crises de identidade, as ocasiões em que exige carnes sangrentas à mesa do almoço, rum na hora do chá, em que sai à rua com os cabelos desgrenhados e uns terríveis olhos contornados de preto, dizendo: agora tragam-me o horizonte! Nestes dias, se não o chamo de Jack Sparrow, ele não atende. É um excêntrico galante, dizem, com simpatia, os bajuladores. É um exibicionista ordinário, penso, convicta. Mas lhe sou grata por nunca ter acordado com crise de mãos de tesoura.

Não fiz segredo de que como Chapeleiro Maluco ele está a cara do Elijah Wood, e desde este episódio, resolveu me dar o troco, como se eu fosse a culpada. Comprou um Corcel 74, azul piscina, equipado com potente equipamento de som, que anda exibindo de porta-malas aberto na frente dos bares onde estão meus amigos. Compreendo sua estratégia, mas respeito mais a minha. Digo-lhe: Você só me faz vergonha, Johnny Depp… e ele esquece a raiva, vai dormir vingado, brando como um menino.

Hoje atravessou o dia desejando matar o gato de Cheschire, de quem morre de inveja. Diz que não pode mais tolerar o sorriso do felino, e mal percebe que não posso mais tolerar seus desmandos. Jamais lhe darei a chance de me dizer primeiro: Nós dois nunca teríamos dado certo, mas receio que o abandono atrapalhe a 50ª contemplação de sua própria figura em Alice no País das Maravilhas. Antes isso, porém, do que amanhecer qualquer dia como uma noiva cadáver.

*Crônica do livro Pérolas ao Sol

Acesso à cultura, aprendizagem e desenvolvimento educativo: TJAP promove mais uma edição do “Projeto Cine Jus”, em Santana

Com o objetivo de acesso à cultura, estímulo ao desenvolvimento social e emocional, à criatividade e ao pensamento crítico, o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) realizou, na sexta-feira (19), no Fórum da Comarca de Santana, mais uma edição do “Projeto Cine Jus”. Na oportunidade, a sala de cinema da unidade judiciária recebeu estudantes da Escola Estadual Joanira Del Castillo, que foram recepcionados pela titular da Vara da Infância e Juventude de Santana, juíza Larissa Antunes e assistiram ao filme Moana.

A ação consiste em um dia por mês, atender crianças de 8 a 12 anos de idade em situação de vulnerabilidade econômica, com novas perspectivas e oportunidades inclusivas por meio de sessões de Cinema. Essa foi a segunda edição do Projeto em 2024.

A professora da Escola Joanira Del Castillo, Emília Lobato, elogiou a iniciativa do Poder Judiciário. “Esse momento é maravilhoso. Pois educar de forma lúdica é essencial. Parabéns à Justiça do Amapá por proporcionar isso aos nossos. Os estudantes e nós, educadores, estamos encantados com essa iniciativa”, comentou.

A juíza Larissa Antunes ressaltou que o projeto proporcionará às crianças uma experiência transformadora, com impactos significativos em seu desenvolvimento social, emocional e educacional.

“É uma satisfação receber crianças no Fórum de Santana, pois além de promover o acesso à cultura por meio do cinema, alegra nosso ambiente de trabalho. Desta forma, auxiliamos na construção do conhecimento e ajudamos no ensinamento de noções de cidadania“, destacou a magistrada.

Mais sobre o Projeto Cine Jus

Lançado em 2023, o Projeto Cine Jus é desenvolvido pelas equipes da Diretoria do Fórum e do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), em parceria com o Centro de Justiça Restaurativa (Cejure) e varas da Infância e Juventude e Criminais de Santana, além da Prefeitura Municipal e órgãos que possuem projetos sociais na cidade.

A iniciativa que também visa a promoção do bem-estar e valorização pessoal, bem como reforço na aprendizagem e desenvolvimento educativo, é voltada para crianças do município. O Projeto possui um espaço especializado no Fórum de Santana, onde é ofertado, além de apresentação de filmes educativos, lanches para as crianças atendidas.

– Macapá, 19 de abril de 2024 –

Secretaria de Comunicação do TJAP
Texto: Elton Tavares
Fotos: Serginho Silva
Central de Atendimento ao Público do TJAP: (96) 3312.3800

Videoclipes e filme produzido por cineasta serão exibidos na Bibliogarden

Para encerrar as programações em homenagem ao mês da mulher, o Coletivo Juremas, o grupo Abeporá das Palavras e a Arte da Pleta promoverão nesta terça-feira, 26, a partir das 19h, a exibição gratuita de filmes e clipes musicais protagonizados por mulheres do segmento cultural.

O Cine Juremas “Mulheres na Tela” apresentará os filmes “Essa Terra é meu Quilombo” e “Águias e Serpentes, e os videoclipes “Oferenda”, “Faces da Madrugada” e “Apimentada”.

“Essa Terra é meu Quilombo”, é um filme de Rayane Penha que conta a história de mulheres negras moradoras de quilombos urbanos no Amapá. A obra trata da vivência e relações de sabedoria ancestral das quilombolas com suas terras, a colheita com a agricultura, a cura que vem das plantas, e a preservação de suas culturas.

“Águias e Serpentes”, baseado no livro de mesmo nome, trata do universo poético da escritora Carla Nobre.

“Oferenda” é um clipe da música autoral de Sabrina Zahara, que compõe o primeiro álbum solo da artista, “Faces da Madrugada”, videoclipe da rapper Yanna Mc, aborda diversidades em várias áreas: cultural, religiosa, racial e social. A letra da música fala de preconceito e discriminação. “Apimentada” apresenta uma composição musical interpretada por Deize Pinheiro.

De acordo com Andreia Lopes, coordenadora do evento, o objetivo além de homenagear as mulheres é divulgar o que vem sendo realizado. “É uma oportunidade da sociedade conhecer um pouco sobre o trabalho que tem sido realizado por protagonistas femininas”.

Serviço:

Cine Juremas “Mulheres na Tela”
Entrada gratuita
Local: Bibliogarden – Garden Shopping – Rodovia Josmar Chaves Pinto
Hora: 19h

Assessoria de imprensa: Ana Anspach
(96) 99112-5488

Cine Juremas “Mulheres na Tela” homenageia figuras de destaque no cenário cultural

O Coletivo Juremas, o grupo Abeporá das Palavras e a Arte da Pleta realizarão na próxima terça-feira, 26, a partir das 19h, na Bibliogarden, uma homenagem alusiva ao Dia Internacional das Mulheres, ocorrido no dia 8. A ação é um reconhecimento a mulheres que se destacam no setor cultural.

Serão exibidos os filmes: “Essa Terra é meu Quilombo”, produzido pela cineasta Rayane Penha, “Águias e Serpentes”, baseado no livro da poeta Carla Nobre e os clipes das cantoras Sabrina Zahara, Deize Pinheiro e Yanna MC.

Após a sessão será realizada uma mesa redonda com o tema “Mulheres na Tela e na Vida”.

O evento é gratuito e aberto a comunidade. Segundo Andréia Lopes, organizadora da programação serão apresentados vídeos curtos dando destaque a protagonistas femininas.”O Cine Juremas tem o intuito de homenagear mulheres que se destacam nas telas”, disse.

Serviço:

Cine Juremas “Mulheres na Tela”
Local: Bibliogarden – Garden Shopping – Rodovia Josmar Chaves Pinto.
Hora: 19h

Assessoria de imprensa: Ana Anspach

Na Unifap: programação da 13ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos segue até esta quinta-feira (21)

A Universidade Federal do Amapá (Unifap) recebe a 13ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos, que ocorre no campus Marco Zero do Equador, em Macapá (AP). O evento iniciou no dia 18 e segue até esta quinta-feira, 21. A programação traz oficinas e filmes que abordam temáticas na área de direitos humanos, como racismo, direito das pessoas com deficiência, povos indígenas e LGBTQIA+.

A mostra é realizada pelo Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) em parceria com o Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Confira a programação:

20/03/2024

15h Programa 4 – Frutos 2 (90 min)
Tesouro Quilombola (Brasil, 2021, 23 min, livre)
Mutirão, O Filme (Brasil, 2022, 10 min, livre)
Cósmica (Brasil, 2022, 7 min, livre)
O Pato (Brasil, 2022, 11 min, 14 anos)
Debate
18h30 Programa 1 – Raízes (150 min)
Travessia (Brasil, 2017, 5 min, livre)
Filha Natural (Brasil, 2018-19, 16 min, livre)
Nossa mãe era atriz (Brasil, 2022, 26 min, 12 anos)
Mãri Hi – A Árvore do Sonho (Brasil, 2023, 18 min, livre)
O que pode um corpo? (Brasil, 2020, 14 min, livre)
A poeira dos pequenos segredos (Brasil, 2012, 20 min, 14 anos)
Debate

21/03/2024

18h30 Sessão Homenagem (102 min)
A Bolsa ou a Vida (Brasil, 2021, 102 min,10 anos)

Serviço: 

13ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos
De 18 a 21 de março de 2024.
Local: Auditório do Departamento de Letras e Artes, campus Marco Zero do Equador (Rodovia Josmar Chaves Pinto, KM 02, bairro Universidade, Macapá-AP).
Entrada franca.

Ascom Unifap
*Com informações do G1 AP

Macapá vai receber mostra nacional sobre direitos humanos com exibição gratuita de 18 filmes

Por Rafael Aleixo

Entre os dias 18 e 21 de março a Universidade Federal do Amapá (Unifap) recebe a 13ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos. A programação conta com 18 filmes que serão exibidos gratuitamente e que abordam temas como racismo, direito das mulheres, de pessoas com deficiência, povos indígenas e comunidade LGBTQIA+ (Veja a programação completa no fim desta matéria).

Inscreva-se na mostra

A abertura ocorrerá às 18h30 do dia 18 no auditório do Departamento de Letras, Artes e Comunicação (Depla). O tema desta edição é “Vencer o ódio, semear horizontes”.

Além das exibições serão realizadas oficinas com o objetivo de formar multiplicadores para apoio do ensino através da arte e dos direitos humanos. A oficina “Cinema, Educação e Direitos Humanos” é voltada para professores da educação básica das redes públicas, arte-educadores e educadores.

Inscreva-se na oficina

A mostra é realizada pelo Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) em parceria com o Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Veja a programação:

Dia 18 (segunda):

18h30 Cerimônia e sessão de abertura
Nas Asas da Pan Am (Brasil, 2020, 115 min, livre)
Dia 19 (terça):

15h Programa 3 – Frutos (95 min)
Um Filme de Verão (Brasil, 2019, 95 min, 14 anos)
18h30 Programa 2 – Sementes (118 min)
Ribeirinhos do Asfalto (Brasil, 2011, 26 min, livre)
Adão, Eva e o Fruto Proibido (Brasil, 2021, 20 min, 14 anos)
Nossos espíritos seguem chegando (Brasil, 2021, 15 min, livre)
Me farei ouvir (Brasil, 2022, 30 min, 10 anos)
Escrevivência e Resistência: Maria Firmina dos Reis e Conceição Evaristo (Brasil, 2021, 26 min, livre)

Dia 20 (quarta):

15h Programa 4 – Frutos 2 (90 min)
Tesouro Quilombola (Brasil, 2021, 23 min, livre)
Mutirão, O Filme (Brasil, 2022, 10 min, livre)
Cósmica (Brasil, 2022, 7 min, livre)
O Pato (Brasil, 2022, 11 min, 14 anos)
Debate
18h30 Programa 1 – Raízes (150 min)
Travessia (Brasil, 2017, 5 min, livre)
Filha Natural (Brasil, 2018-19, 16 min, livre)
Nossa mãe era atriz (Brasil, 2022, 26 min, 12 anos)
Mãri Hi – A Árvore do Sonho (Brasil, 2023, 18 min, livre)
O que pode um corpo? (Brasil, 2020, 14 min, livre)
A poeira dos pequenos segredos (Brasil, 2012, 20 min, 14 anos)
Debate

Dia 21 (quinta):

18h30 Sessão Homenagem (102 min)
A Bolsa ou a Vida (Brasil, 2021, 102 min,10 anos)

Serviço:

13ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos
Local: Auditório do Departamento de Letras e Artes (Depla) da Unifap, na Rodovia Josmar Chaves Pinto, Universidade, Macapá.
Período: 18 a 21 de março

Fonte: G1 Amapá.

The Doors: O filme – Resenha (hoje completam 33 anos do longa)

Há 33 anos, era lançado o filme “The Doors”, dirigido por Oliver Stone. A cinebiografia foca no vocalista Jim Morrison, interpretado por Val Kilmer. Dividiu opiniões em relação aos acontecimentos reais envolvendo o grupo. Leia a resenha abaixo, escrita há mais de 10 anos: 

Gostamos de cinema e rock, quando essas duas coisas estão juntas então, nem se fala. Hoje falaremos um pouco do filme “The Doors”, que contou a história da banda, homônima ao longa-metragem. Tudo bem que a película exalta muito mais a figura doideira do Jim Morrison (Val Kilmer) que dos outros componentes do grupo, ou a intelectualidade do vocalista (que lançou alguns livros nos EUA).

O filme é de 1991. Foi dirigido pelo renomado diretor Oliver Stone, que ganhou o MTV Movie Awards 1992 (EUA). Stone arrebentou, escolheu o ator Val Kilmer para o papel do lendário Jim Morrison, retratou os shows com ótimos efeitos e adicionou cenas reais ao filme.

O ator mais cotado para o papel era John Travolta, mas Kilmer enviou a Oliver um vídeo onde canta músicas da banda. Isso e o fato de ser muito parecido com o “Rei Lagarto” (como Morrison era conhecido) fez com que ele ganhasse o papel. E ele foi foda naquele filme, para mim, sua melhor atuação.

Para aqueles que não sabem (que devem ter vindo de Marte), o The Doors foi, na segunda metade dos anos 60 e início de 70, uma banda de rock norte-americana. O grupo era composto por Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclados), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria). A banda tinha influências de Blues, Jazz, Flamenco e Bossa Nova. Foi uma das maiores da história do rock mundial.

O filme conta a vida anárquica de Jim, todo tipo de loucura, paixão e sexo. Algumas amigas minhas detestaram a postura de Morrison, que faz muitas cagadas com sua namorada Pamela Courson (Meg Ryan), mas isso não é nenhuma peculiaridade dos rockstars (risos). O que queremos dizer aqui é: poucas películas fazem jus ao jargão “sexo, drogas e rock and roll” como esta obra de Stone.

Ouvimos dizer que Val Kilmer teve problemas para sair do personagem, andou meio doido, por ter vivido Jim. A atuação dele foi extraordinária, até Ray Manzarek e John Densmore elogiaram publicamente o desempenho de Kilmer.

O filme tem cada “liga torta” (mas muito bacana), como a influência xamânica de Morrison (que ele absorveu depois de presenciar um acidente de carro na estrada, onde um índio teria morrido e espírito do figura virou um “encosto” no rockstar (risos). O filme retrata até o envolvimento amoroso de Jim e a jornalista Patricia Kennealy.

Jim Morrison morreu em 1971, foi cedo demais, assim como muitos, antes e depois dele. Jim influenciou, definitivamente, uma geração que, posteriormente, influenciou outras. Por exemplo, Iggy Pop que decidiu fundar sua banda (Stooges) depois de ver Jim Morrison. Apesar de não gostar do som e da poesia dos Doors, Iggy admirava a postura sensual e misteriosa de Morrison.

Assim, juntando a vontade de criar uma nova sonoridade para o rock, a preocupação com o visual da banda nas apresentações ao vivo, os Stooges marcaram o início de um movimento que culminaria com o punk rock. Mas essa é outra história.

Voltando ao filme, Ray Manzarek (tecladista do Doors) lançou, anos depois, um livro falando de algumas “potocas” de Oliver Stone no filme e que a película conta “de forma horrível” a história da banda. Mas o diretor fez vários pedidos para que Manzarek trabalhasse como consultor no filme. Entretanto, Robbie Krieger (guitarrista dos Doors) foi o consultor, então tá valendo.

Enfim, este site aconselha a todos que não assistiram a fazê-lo. Os que já assistiram e gostam muito de rock e cinema, o assistem de vez em quando. Abraços na geral!

Ficha técnica:

Gênero: Biografia, Drama.
Direção: Oliver Stone.
Elenco: Billy Idol; Val Kilmer; Meg Ryan; Kyle MacLachlan, Frank Whaley, Kevin Dillon e Kathleen Quinlan.
Duração: 140 minutos.
Ano de produção: 1991.
Classificação indicativa: 18 anos.

Assista ao trailer do filme:


Elton Tavares e André Mont’Alverne
*Republicado.

Unifap realiza exibições gratuitas e debates sobre cinema em escolas públicas do Amapá

Por Rafael Aleixo

O projeto Cinema na Escola realizou a primeira sessão piloto nesta quinta-feira (4) na Escola Estadual Professor José Ribamar Pestana, no município de Santana. A iniciativa busca democratizar o acesso ao cinema através de exibições e debates com estudantes do ensino médio.

Segundo Rafael Costa, que é coordenador do projeto e professor do curso de jornalismo da Universidade Federal do Amapá (Unifap), os encontros contam ainda com curiosidades sobre a história do cinema e debates sobre os filmes exibidos.

“O objetivo é proporcionar aos alunos do ensino médio o acesso ao cinema. Nós vamos discutir os aspectos narrativos, a linguagem cinematográfica, a história do cinema, o modo de fazer a confecção desses filmes”, descreveu o coordenador.

O primeiro filme exibido foi o ‘Cinema Paradiso’, dirigido pelo cineasta italiano Giuseppe Tornatore e que ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro em 1990.

O projeto disponibiliza pipoca e refrigerante para os alunos, além de preparar o ambiente escolar para receber dezenas de espectadores.

Para o estudante Hebert Gabriel Rocha, que está no segundo ano do ensino médio, a aproximação da universidade com a escola torna o ambiente mais interessante.

“Tá sendo uma experiência bem interessante conhecer a história do cinema, como ele foi criado e como ele era antigamente, antes de toda essa tecnologia. Às vezes não temos tempo pra estudar sobre isso e a Unifap trazendo isso, abre mais uma oportunidade de conhecimento”, destacou o aluno.

A meta do projeto é realizar os encontros em escolas de Macapá e Santana ao longo do ano. Cinema na Escola faz parte do Programa de Formação, Capacitação, Aperfeiçoamento, Qualificação Profissional e Idiomas (Profid) da Unifap.

Fonte: G1 Amapá

Filme amapaense retrata a realidade da violência contra a mulher

‘Marcas da vida’, é um filme genuinamente amapaense, que trabalha com a perspectiva e o tema de combate a violência contra a mulher. A película é feita de forma independente por artistas locais e nacionais e também utiliza atores não profissionais nas filmagens.

O filme é todo rodado na cidade de Laranjal do Jari, no sul do estado e conta entre muitas histórias um caso de violência contra a mulher.

O diretor do filme, Dios Furtado, falou sobre o tema principal e como partiu a ideia de fazer um filme no Amapá, e como sua gravação durou mais de cinco anos e todas as dificuldades já vivenciadas.

“Estamos na batalha desde 2018 com a proposta de gravar um filme que viesse com as temáticas de combate a violências. Até então, tínhamos o tema violência doméstica. Em 2018, depois que conseguimos juntar a turma toda, Wanderson Viana, Kássia Modesto, que abraçaram a causa conosco. Na época, Marcelo Luz também estava junto conosco. Partimos para Laranjal do Jari para fazer um projeto totalmente independente, sem recursos, sem parceiros, com o mínimo da maquinaria cinematográfica. Conseguimos realizar, eu digo, mas um projeto piloto, como o Wanderson falou, conseguimos juntar muito material. Ficou meio como um projeto de laboratório. E devido à escassez, na época para nós, dessa maquinaria básica do cinema, nós resolvemos não lançar o filme, E já agora, em 2023, iniciamos uma retomada com marcas da vida, veio a proposta com todo um roteiro, onde eu me descabelei junto com o Wanderson, para que a gente, então, conseguisse, em tempo, terminar o roteiro. Que foi muita correria desde abril que eu estou assim focado”, contou.

A atriz amapaense Kássia Modesto, que dá vida a uma das principais personagens da trama, contou como foi dar vida a uma mulher vítima de violência e como a vida de seu personagem pode ser um alerta para muitos casos.

“Então a Patrícia, ela me traz muitas memórias afetivas. Eu vou dizer, assim, não posso dar muitos spoilers, mas eu vou dizer que tinham cenas muito fortes, aonde eu terminava e não era um contato direto que eu tinha. O feminicídio, a violência doméstica nunca esteve presente na minha vida, na minha rotina, mas era incrível quando terminavam as cenas mais fortes, eu precisava de um tempo pra eu me desvencilhar daquele sentimento, daquela emoção. Porque o personagem, ele trazia, eu tentava brincar um pouquinho com memórias, tentava trazer coisas, eu não digo memórias afetivas, mas memórias que, de fato, me levassem pra um lugar que fosse brindar, digamos assim, coroar as cenas da Patrícia, né? Então, trazer um pouco de memórias. Memórias que não fossem minhas, reais, porque eu não gosto de trabalhar muito dessa forma, mas trazer situações que me remetessem a esse momento mais delicado, mais tenso e tal. Mas ainda que não fossem memórias minhas, a coisa demorava muito pra desprender, porque era uma coisa que tava na carne, na pele, sabe? Essa coisa de você saber que você tá interpretando uma coisa que pra ti é falso, pra ti não faz parte da tua história, mas pra milhares de mulheres é a vida, é a rotina delas, assim, então pra sair daquilo depois era um pouquinho mais difícil, sabe? Vinha de fato, quando eu falo da pele, é porque eu sentia na pele, a pele arrepiava, a pele doía de fazer essas cenas mais intensas da Patrícia” , contou.

Equipe envolvida no filme – Foto: Divulgação

O filme contou com a participação do ator da Rede Globo Waldo Piano, que deu vida ao personagem Joel da novela VAI NA FÉ, e do ator da Rede Record Mario Cardona Jr, que atualmente da vida ao personagem Rei Umma, na SERIE REIS, mas também contou em sua maioria com atores não profissionais, o filme atualmente está em fase de pós-produção, o projeto foi beneficiado pela lei Paulo Gustavo de incentivo à cultura, foi todo rodado em Laranjal do Jari, sul do estado do Amapá.

Marcelo Guido Jornalista.

VI Mostra Sesc de Cinema exibe 10 filmes nesta quarta-feira (22), em frente à Casa do Artesão

Em todo o país, a VI Mostra Sesc de Cinema exibirá, nesta quarta-feira (22), em frente à Casa do Artesão, 10 filmes que estão em circulação pelo Brasil. A entrada será gratuita. O Sesc Amapá, através do programa de cultura desenvolve um conjunto de atividades voltadas para a transformação social por meio do desenvolvimento e difusão das artes, do conhecimento e da formação dos agentes culturais, respeitando a dinâmica dos processos simbólicos e fomentando a tradição, preservação, inovação e criação.

Baseado nessa premissa, nesta quarta-feira, 22/11/2023, será realizado a VI Mostra Sesc de Cinema, que representa uma das principais iniciativas de incentivo ao cinema independente no Brasil. Na edição 2023 foram selecionados, através de uma curadoria nacional, 34 produções, sendo (10 longas-metragens, um média e 23 curtas) que estarão sendo exibidos pelo país a partir das 19 horas, na frente da Casa do Artesão, centro de Macapá. Nessa edição, foram registradas 1.575 inscrições de filmes de todos os estados, e selecionados 343 filmes nas etapas estaduais, regional e nacional.

Importante ressaltar a participação crescente das cineastas brasileiras. Foram premiados 206 cineastas homens e 137 cineastas mulheres. O trabalho do Sesc na área de cultura, especificamente no audiovisual, tem entre seus objetivos incentivar a produção artística brasileira e a revelação de novos talentos.

O volume de obras inscritas na Mostra Sesc de Cinema comprova o quanto nosso audiovisual é rico. Tornar democrático o acesso à cultura é papel fundamental do Sesc. Queremos também valorizar os profissionais deste importante setor da economia criativa, frisou Genário Dunas, educador do Sesc Amapá.

Dentre os filmes que compõem a Mostra Nacional está o curta-metragem “Do alto rio” da cineasta amapaense Nani Freire, que abrirá a programação do recorte curtas-metragens da Mostra de Sesc de Cinema, as 19h dessa quarta-feira, na Casa do Artesão, gratuito para toda população amapaense.

A Mostra Sesc de Cinema é uma das principais iniciativas de incentivo ao cinema independente no país. As produções inscritas foram avaliadas por comissões estaduais, formadas por profissionais do Sesc e especialistas convidados.

Você é nosso convidado para conhecer o cinema brasileiro independente. Celebre o cinema e mergulhe na cultura!

Confira a programação completa:

Assessoria de comunicação