Cinema em Movimento – Circuito Universitário é realizado em Macapá nos dias 12, 13 e 14 de novembro

Justiça e oportunidades iguais para homens e mulheres são questões atuais que podem ser resumidas no termo Equidade de Gênero. Esse é o tema presente nos três filmes do projeto O Cinema em Movimento – Circuito Universitário traz como tema a Equidade de Gênero, e será realizado em Macapá nesta semana.

Os filmes serão exibidos nos dias 12, 13 e 14 de novembro na Universidade Federal do Amapá (Unifap), Universidade Estadual do Amapá (Ueap) e Escola Estadual Professor Gabriel de Almeida Café. As sessões serão gratuitas e abertas ao público.

“Repense o Elogio”, de Estela Renner, será um dos filmes exibidos no projeto em Macapá — Foto: Avon/Divulgação

Os responsáveis pela produção do Circuito em todas as capitais do Brasil e no Distrito Federal são 27 universitários selecionados e capacitados pela produtora carioca MPC Filmes.

No estado do Amapá o projeto conta com o apoio de universitários de várias áreas do conhecimento, sendo coordenado pelo Agente Mobilizador Felipe Paixão, acadêmico de enfermagem da UNIFAP.

Entre os três filmes selecionados para o Cinema em Movimento – Circuito Universitário estão: Lute como uma menina, de Beatriz Alonso e Flávio Colombini, Repense o Elogio, de Estela Renner, e O Silêncio dos Homens, de Ian Leite e Luiza de Castro. Os filmes escolhidos fortalecem as discussões sobre o homem na sociedade, o feminismo na atualidade, o modelo educacional do nosso país e o poder popular. A curadoria ficou por conta de uma comissão formada por profissionais da MPC Filmes.

Circuito do Cinema em Movimento no Amapá — Foto: Cinema em Movimento/Divulgação

“Discutir equidade de gênero é fundamental na construção de um mundo menos violento. Escolhemos o tema e selecionamos os filmes buscando discutir, além da questão feminina também a masculinidade. Acredito que o filme O Silêncio dos Homens será uma ferramenta incrível para isso”, diz a diretora geral do circuito, Luciana Boal Marinho.

Criado em 2000 pela MPC Filmes, o Cinema em Movimento – Circuito Universitário, tem como objetivo principal fomentar, no ambiente acadêmico, o diálogo e a reflexão sobre questões de interesse nacional e histórico abordadas nas obras a serem exibidas. Mais do que uma simples exibição de filmes, a Mostra é um espaço de ampla comunicabilidade, constituindo-se um eficaz instrumento de divulgação e multiplicação de mensagens.

Sobre a MPC Filmes

A MPC é uma produtora carioca com mais de 30 anos de experiência no mercado brasileiro e internacional. Fundada em 1982 pelo produtor e diretor Alberto Graça e tendo como sócia a produtora Luciana Boal Marinho, a MPC atua nas áreas de produção e difusão de conteúdo audiovisual.

O Cinema em Movimento – Circuito Universitário conta com o apoio financeiro do Instituto Caixa Seguradora.

Serviço:

Cinema em Movimento

Trailer do filme “Lute como uma menina”: 

Data: 12 de novembro (terça-feira)
Local: Unifap
14h – Documentário: “Lute como uma menina”
18h – Documentário: “O Silêncio dos homens”

Trailer do filme “O Silêncio dos homens”:

Data: 13 de novembro (quarta-feira)
Local: Ueap
9h – Documentário: “O Silêncio dos homens”
14h – Documentário: “Lute como uma menina”
18h – Documentário: “Repense o Elogio”

Trailer do filme “Repense o Elogio”: 

Data: 14 de novembro (quinta-feira)
Local: Escola Estadual Professor Gabriel de Almeida Café
11h – Documentário: “Lute como uma menina”
17h40 – Documentário: “Repense o Elogio”
20h – Documentário: “O Silêncio dos homens”

Fonte: Cinema em movimento

Sesc Amapá realiza oficina de diagramação de projetos para audiovisual

O Sesc Amapá em parceria com o Núcleo de Produção Digital Equinócio (NPD) realizará no período de 11 a 13 de novembro a oficina “DIAGRAMAÇÃO DE PROJETOS PARA AUDIOVISUAL”, ministrada por Francisco Ribeiro Filho. As vagas serão limitadas, sendo a oficina realizada com apenas uma turma no horário de 18h as 20h na sala de Audiovisual do Sesc Araxá. As inscrições estão sendo realizadas na sala da Coordenadoria de Cultura, no Sesc Araxá. O participante deverá levar 1 kg de alimento não perecível no ato da inscrição.

Na oficina serão abordados temas relacionados à editoração, grid, tipografias, uso de fotos, valorização do espaço em branco, fechamento do projeto para apresentação final.

Sobre o oficineiro

FRANCISCO RIBEIRO FILHO é diretor de artes gráficas, trabalhou na agência de propaganda e núcleos criativos com experiência em campanhas publicitárias, políticas e criações de projetos em âmbito nacional como destaque. Já participou da criação da campanha para McDonald’s e Coca cola. Trabalhou em outras agências como: Imagine Comunicação/MA, Verve Comunicação/CE, Terraço Comunicação e Publicidade/CE, Scala Propaganda/CE, A3 Publicidade/AP, Ômega Francisco Ribeiro Filho Publicidade/AP e M2 Comunicação/AP. Atualmente vem desenvolvendo formação em arte de diagramação para projetos de audiovisual.

Assessoria de comunicação do Sesc

As inscrições para o 16º Festival Imagem-Movimento encerram hoje (31)

Seres audiovisuais de todo o planeta, as inscrições para o 16º Festival Imagem-Movimento (FIM) estão abertas. Para participar da seleção de filmes de 2019, você deve inscrever sua produção até o dia 31 de outubro.

Regulamento e inscrições no blog do FIM: http://festivalfim.blogspot.com/p/inscreva-se.html

ATENÇÃO! INSCRIÇÕES PERMANENTES – O FIM aceita inscrições infinitamente, mas, para participar da seleção da edição deste ano é preciso efetuar obrigatoriamente sua inscrição no formulário online até 31 de OUTUBRO de 2019.

Regulamento:

Envio de filmes via Internet
Entrega em mãos
ATENÇÃO: Sua inscrição será válida após o preenchimento do formulário online e confirmação do pagamento gerado no PagSeguro.

Sobre o FIM

Há muito o que se compartilhar nos confins além dos espaços oficiais do cinema no Brasil. O FIM se propõe a mostrar o universo de realidades escondidas nesse “muito”. Somos o festival de cinema em atividade mais antigo da região norte. Desde 2004 misturamos astúcia e resistência e usamos da potência nortista/amazônida/brasileira para dar lugar às margens e ao que não ocupa as grandes salas de cinema do país.

São tempos difíceis e sabemos que para transformar qualquer coisa de futuro, é preciso antes compreender a grandiosidade do presente. Queremos estimular mergulhos cada vez mais fundos através do audiovisual e pra isso contamos com vocês realizadores!

Fique à vontade que a casa é nossa! Aqui, começamos pelo FIM e não sabemos como isso acabará.

Fonte: FIM

Secult e parceiros realizam projeto “Cine Quilombo” em comunidade quilombola

A Secretaria de Estado da Cultura (Secult), por meio de seu Núcleo de Produção Digital Equinócio (NPD), iniciou, nesta terça-feira (29), o projeto “Cine Quilombo”. A ação, realizada em parceria com a Secretaria Extraordinária de Políticas Públicas para Afrodescendentes (Seafro), Prefeitura de Santana e Centro Técnico Audiovisual (CTAv), consiste em oficinas de audiovisual em comunidades quilombolas ribeirinhos.

O projeto visa a democratização do audiovisual, fortalecimento da cultura afro no Amapá, estimular o senso crítico e a participação das populações em ações culturais locais. A primeira localidade a receber o Cine Quilombo foi a de Igarapé do Lago, Distrito do município de Santana. Durante uma semana, será promovida a capacitação e produção nesta comunidade.

Os participantes das oficinas receberão orientações técnicas para elaboração de roteiro, de operação de câmera de vídeo e montagem e edição. Como resultado final do aprendizado, os quilombolas produzirão documentários abordando um tema escolhido pelo grupo.

Os curtas-metragens serão exibidos posteriormente nas próprias localidades, no Encontro dos Tambores (previsto para a segunda quinzena de novembro de 2019) e nas redes socais do Governo do Amapá, Secult, Seafro e CTAV.

Com essa capacitação, valorizamos os elementos da cultura, dando voz aos quilombolas. A ideia é planejar, de acordo com nossa capacidade orçamentária, e levar o projeto às comunidades do Mel, Maruanum e Curiaú. Além de possibilitar a inclusão e visibilidade destes cidadãos”, comentou o titular da Secult. Evandro Milhomen.

DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO 2019

O Dia Internacional da Animação (DIA) é uma Mostra de curtas-metragens de desenhos animados nacionais e internacionais. As exibições acontecem em cidades de todo o Brasil, simultaneamente, no dia 28 de Outubro, com entrada franca.

O evento é realizado nacionalmente pela ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação desde 2004. Em 2019, chegamos a 16ª edição contando com a parceria de realizadores locais, em mais de 150 cidades de todas as regiões do país.

A data foi escolhida porque no dia 28 de outubro de 1892, Charles-Émile Reynaud realizou a primeira projeção pública de imagens animadas do mundo, exibindo o filme Pauvre Pierrot, no Museu Grévin, em Paris-França. Inspirada nesse fato, em 2002 a ASIFA (Associação Internacional do Filme de Animação) lançou a comemoração do Dia Internacional da Animação, contando com diferentes grupos internacionais filiados em mais de 30 países. Países como EUA, França, Portugal, Coreia do Sul, Egito, Austrália, Japão, entre outros, também celebram a data.

No Brasil, o evento gera a integração cultural em todas as regiões do país, mobilizando diversas comunidades e facilitando a inclusão e o acesso da população à cultura. Uma das grandes características do Dia Internacional da Animação é a exibição dos filmes em locais com realidades diversas. Os mesmos curtas são exibidos em grandes centros, e também em muitas cidades do interior onde não há salas de cinema.

Em Macapá, o evento é realizado pelo Festival Imagem-Movimento (FIM) desde 2007, que também já levou a programação para outros municípios do Estado ao longo desses 13 anos. Em 2019, a sessão do Dia da Animação na capital acontece dia 28 de outubro, a partir das 19h, na Praça Floriano Peixoto. Serão exibidas três mostras: – Mostra Infantil: composta por 13 animações.

– Mostra Nacional: composta por 8 animações – Mostra Internacional: composta por 5 animações.

Nesses 16 anos o DIA já teve a honra de exibir curtas de realizadores independentes, estudantes e obras premiadas no Brasil e no exterior, como Guida (Rosana Urbes), Viagem na chuva (Wesley Rodrigues), Dossiê RêBordosa (Cesar Cabral), O projeto do meu pai (Rosaria), Torre (Nádia Mangolini), entre outros.

Ampliar o acesso e fomentar o conhecimento do público em relação ao universo do cinema de animação produzida no Brasil é a missão do DIA. Enfim, mudar a ideia de que animação é algo restrito às crianças. Entretanto, vale reforçar que sempre haverá programação infantil que é também uma maneira de formar público adulto no futuro.

Classificação Indicativa:

Mostra Infantil: Livre.

Mostra Nacional e Mostra Internacional: Não recomendado para menores de 14 anos.

Sobre a ABCA: Percebendo que o cinema de animação brasileiro mergulhava num fértil período de desenvolvimento – graças a um número crescente de profissionais, técnicas, estilos e temas, gerando um volume cada vez maior de filmes de qualidade internacional, e, sentindo a falta de organismos que entendessem e representassem esse universo – um grupo de 29 profissionais, reunindo cinco estados brasileiros (RJ, SP, PB, RS, PR), decidiram fundar, em 22 março de 2003, a ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação.

Confira as cidades participantes e horários em: www.diadanimacao.com.br

Mais Informações:
Site: www.diadanimacao.com.br
E-mail: [email protected]

Redes sociais DIA:
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#cine7arte – Sobre o clássico Querelle – Por Patrick Alves

Por Patrick Alves

O filme traz o personagem Querelle, que chega no porto de Brest, local onde a história se desenrola com muito erotismo e assassinato.

Após sua chegada no porto de Brest, ele logo se depara com um bar conhecido pelo nome “Feria”, regido por Nono e sua esposa. Nono propõe a Querelle seu famoso jogo de dados, cujo prêmio para o vencedor é sua esposa, mas o perdedor transa com ele.

No papel de Querelle temos Brand Davis, que encarna esse marinheiro ocultando sua sexualidade e capaz de assassinar qualquer um que descubra seus segredos.

No filme fica subentendido seu envolvimento com tráfico.

Outro personagem interessante é o tenente Semblo (Franco Nero), do navio Vengeur, que registra em um gravador todo o seu desejo por Querelle, obsessão que não o deixa enxergar o caráter duvidoso do mesmo. Ele narra o dia-a-dia de Querelle, seu objeto de desejo e fantasias.

Confira nosso vídeo logo abaixo com mais detalhes sobre esse clássico maravilhoso:

* Patrick Alves é ator amapaense que trabalha na França, cinéfilo e colaborador do site De Rocha.

Moedas e Curiosidades: “Valar Morghulis” – Por @SMITHJUDOTEAM

Por José Ricardo Smith

Em 2016 tive contato com uma série de televisão chamada “Game of Thrones”, o resultado foi imediato: me apaixonei e virei fã, e quando vi a moeda dos “Homens sem Rostos” fiquei empolgado em adquirir um exemplar, a minha busca finalmente se concretizou e agora tenho duas réplicas (infelizmente não achei um original) na coleção.

Game of Thrones é uma série de televisão norte-americana, criada por David Benioff e D. B. Weiss, e baseada na série de livros “A Song of the Ice and Fire”, de George R. R. Martin. Game of Thrones foi filmada em nove países: Canadá, Croácia, Islândia, Malta, Marrocos, Espanha, Irlanda do Norte, Escócia e Estados Unidos.

A primeira temporada da série estreou em 17 de abril de 2011, na HBO, nos Estados Unidos, e a oitava e última estreou em 14 de abril de 2019, e terminou em 19 de maio de 2019.

A história se passa nos continentes fictícios de Westeros e Essos, a série centra-se no Trono de Ferro dos Sete reinos e segue um enredo de alianças e conflitos entre as famílias nobres dinásticas, seja competindo para reivindicar o trono ou lutando por sua independência.

Em 18 de setembro de 2016, na 68ª edição do Emmy, o principal prêmio da televisão americana, a série foi recordista de indicações, com 23. Game of Thrones ganhou 16 Emmys naquela noite, tornando-se a série mais vencedora da história desta premiação (com 38 estatuetas acumuladas).

A moeda especial que o assassino Jaqen H’ghar, um dos Homens sem Rosto de Braavos, deu a Arya Stark não é explicitamente uma moeda normal. É redonda e não se assemelha a uma moeda quadrada normal Braavosi utilizada pela população. Em vez de “moeda”, é um símbolo especial que os Homens sem Rosto dão aos seus aliados, ou aqueles que se sentem em dívida. Jaqen instruiu Arya a apresentá-la a qualquer homem de Braavos se ela precisasse de ajuda, e eles saberiam que isso significava que ela era uma amiga dos Homens sem Rosto. Eis algumas curiosidades da série:

•4 idiomas foram criados – O que mais se destaca é o Dothraki, falada pelo povo homônimo e apresentada pelo personagem Khal Drogo. Alto Valiriano, que Daenerys usa com seus dragões. Baixo Valiriano, usado pelos Imaculados. Mag Nuk, a língua falada pelos gigantes. Todos os idiomas foram criados pelo lingüista David J. Peterson.
•Dragões inspirados em patos, gansos, gatos e morcegos – O supervisor de efeitos especiais Sven Martin se inspirou nesses animais para criar os movimentos dos dragões de Daenerys
•Coração de Cavalo – A cena clássica em que Daenerys come um coração intrigou muito os fãs de Game of Thrones. Na verdade, ela comeu um coração de gelatina durante a cena. E falando em Khaleesi, mais de 150 bebês foram batizados com esse nome no mundo desde o inicio da série.

* José Ricardo Smith é professor e numismático.

#Cine7arte: a nova coluna cinematográfica do site De Rocha, assinada pelo ator Patrick Alves

Patrick Alves

O ator amapaense Patrick Alves é o novo colaborador do site De Rocha. Ele, que tem 13 anos dedicados à carreira no Teatro e faz sucesso em Cayenne, na Guiana Francesa (FRA), assina a coluna #Cine7arte, que estreia hoje nesta página eletrônica. Na nova sessão, Patrick abordará sobre Cinema com vídeos produzidos e editados por ele mesmo.

“Pra gente que é ator e importante compartilhar e e debater sobre filmes clássicos. E é essencial abrir este leque de opções ao para o público que não conhece essas obras. Portanto, decidi criar este projeto pra falar sobre cinema com roteiro e edição de minha autoria”, explicou o nosso novo colaborador.

Sobre o filme de hoje: Salò: 120 dias de Sodoma

O filme foi inspirado no livro Os 120 Dias de Sodoma do Marquês de Sade, e conta a história de um grupo de jovens que, na região da Itália, então dirigida por Mussolini, durante o outono europeu de 1944, são selecionados por quatro dirigentes fascistas (um presidente de um banco, que representa o poder econômico, um bispo, representando a igreja, um duque, que representa a nobreza e um juiz, que representa o poder judicial) para serem os autores de uma série de torturas e experimentos sádicos, ao longo de 120 dias.

A obra, tida por muitos como uma das mais perturbadoras da história do cinema, é dividida em três fases, chamadas de ‘círculos’, que são: o Círculo das Manias, onde os fascistas satisfazem seus desejos sexuais; o Círculo das Fezes, repleto de escatologia, onde os jovens são obrigados a ingerir fezes; e o Círculo de Sangue, onde os prisioneiros desobedientes são punidos através de mutilações, torturas físicas e assassinato.

Assistam o vídeo (muito legal) produzido e roteirizado por Patrick:


Gostei bastante e espero que vocês curtam.

Grafite Comunicação lança o trailer do filme AÇAÍ

A Grafite Comunicação lançou, na última sexta-feira (13), o trailer do filme AÇAÍ. A produção contemplada no 1º Edital de Audiovisual do Amapá 2017, com financiamento do Governo do Estado do Amapá.

O filme narra a saga de Dionlenon em busca da refeição indispensável na mesa de um bom amapaense. Enfrentando aquela “lua” pelas ruas movimentadas do bairro Novo Horizonte, em Macapá-AP, o rapaz não mede esforços para conseguir concluir sua missão.

 Se preparem que o filme estreia daqui a um mês, trazendo um elenco cheio de moral: Joca Monteiro, Deize Pinheiro, Pauto Bastos, Rute Xavier, Naldo Martins, Veeney Nunes e Lu de Oliveira e mais uma penca de gente boa.

A equipe técnica também não fica atrás, com roteiro de Sandro Romero e direção de André Cantuária. Na trilha sonora o mestre Manoel Cordeiro e a banda O Sósia.

Então confere aí o nosso trailer : 

Daniel Alves
Assessor de Comunicação
(96) 98131-8844
Foto: Jonathas Sansi

Folclore amapaense é retratado com drama e comédia em curta-metragem independente

Filme de curta-metragem é independente e trabalha com cerca de 11 atores voluntários amapaenses — Foto: Divulgação/Amovis

Por Caio Coutinho

Um grupo de artistas voluntários do município de Santana, a 17 quilômetros de Macapá, está trazendo uma proposta diferente ao contar as lendas do Boto e da Cobra Sofia. O curta-metragem “Maizúúcaramba”, gravado no Museu Sacaca, quer mostrar como seria conviver com esses personagens nos dias atuais.

Com uma produção de 30 minutos, as cenas de drama e humor, mostram o dia a dia de ribeirinhos que moram em Oiapoque com os dois personagens do folclore amapaense. Cerca de 11 atores participam das filmagens, que duraram um só dia.

O diretor e roteirista do curta, Bruce Arraes, que atua há mais de 17 anos no audiovisual, explica que tudo foi produzido com o apoio dos próprios artistas e do Museu Sacaca, que cedeu o espaço para as locações.

“O roteiro surgiu a partir de uma ideia de um amigo chamado Silvio Castelo, de Santana, que pensou em uma produção de comédia regionalizada e construiu a dramatização em parceria comigo”, detalha Arraes.

Integrantes da Associação Movimento Audiovisual de Santana (Amovis) — Foto: Divulgação/Amovis

A ideia é disponibilizar o curta-metragem na internet, depois apresentar em escolas públicas e transformar outras histórias em pelo menos 15 episódios.

O curta conta a história de “Caramba” (interpretado por Nedy Mendes), um típico caboclo amapaense que mora as margens do rio Cupixi. Um belo dia, Jandira (Josy Mendes), sua prometida, encontrou o boto (Zaak Mendes), que a seduziu. Passado alguns dias, ele descobre a gravidez dela e decide assumir a criança. Mas, Jandira adoece misteriosamente.

A história se passa na busca de “Caramba” por um pajé (Antenor Meireles), da aldeia da tribo Galibi Karipuna, que deve curar sua amada. Para isso, ele conta com a ajuda do amigo Peteleco (Sílvio Castelo). No caminho a dupla encontra a Icorã (Regina Vitória) e outros mistérios da floresta como a Mãe Natureza (Valda Mendes) e o corajoso Ubiraci (Fábio Nescal) e Índia Potira (Anita Nascimento).

A gravação do filme utilizou uma técnica chamada “Começo, Meio e Fim” (CMF), onde o ator desenvolve o texto no improviso em cima de uma ideia dada pelo diretor. A iniciativa é da Associação Movimento Audiovisual de Santana (Amovis), que já produziu 388 curtas de forma independente.

Fonte: G1 Amapá

Capacitação Audiovisual Fotografia para Cinema, com Nildo Costa

O Sistema Fecomércio, através do Sesc Amapá, promoverá, no período de 23 a 27 de setembro, na unidade Sesc Araxá, a capacitação audiovisual “Fotografia para Cinema”. Entre as técnicas que serão ministradas estão: “Teoria e Prática”, “Noções de Direção de Fotografia” e “Introdução a linguagem filmica”. A qualificação será proferida por Francinildo Costa de Souza. Serão abertas (duas turmas), um turma das 8 às 12h e outra turma das 14h às 12h.  As inscrições, com vagas limitadas, estão abertas no setor de Cultura do Sesc. O investimento é 1kg de alimento não perecível.

A direção de fotografia é de suma importância no processo de construção de um filme, ele deve pensar quais momentos registrar a fim de alcançar o telespectador, mesmo de maneira inconscientemente, despertar o seu lado criativo e imaginário.

A oficina se propõe a discutir sobre todos os aspectos da fotografia de um filme como a iluminação, a escolha de lentes, câmera específicas, posicionamento de atores, movimentos de câmara, objetos em cena, ângulos e enquadramentos.

Francinildo Costa de Souza

Começou sua carreira na cidade de Macapá (AP) no ano de 2002 na empresa ALTV, onde trabalhou como cinegrafista e executou dois documentários: Junior Achiviement (SEBRAE) em Macapá (AP) e “CADAM CELULOSE” em Monte Dourado – PA. Tem vasta experiência em direção de fotografia. Através da empresa “Five Produções”. Foi diretor de fotografia dos documentários: “Prático do Amapá”, “Aquarela de Ensino á Distância” e documentário que representou o Amapá, no Congresso de Educação da UNESCO, recentemente em 2017. Participou como Diretor de Fotografia na série “Mad Scientist” do diretor Célio Cavalcante.

Com informações da Assessoria de comunicação do Sesc-AP.

Informações: 96-3241-4440

“Don’t You Forget About Me” (“Não se Esqueça de Mim”) – A Geração John Hughes (Por @RicardoMacapa)

Salve, pessoal !! Estou por aqui para compartilhar umas experiências que tive um tempo atrás com relação à música e cinema…

Às vezes o saudosismo me bate forte… E no final de 2014 fui surpreendido por um documentário que estava passando na HBO, “Don’t You Forget About Me” é o título desse documentário… Que retrata a vida e obra de John Huges, o qual não conhecia até ver aquele bendito documentário (vergonha…rsrs!).

Sinto-me envergonhado, pois não sabia que se tratava de uma pessoa que foi muito importante na minha adolescência… John Hughes foi criador, diretor, produtor e roteirista de inúmeros filmes que marcaram aquela fase de minha vida (e de muitos que vivenciaram os anos 80)… Filmes como “Gatinhas e Gatões”, “Mulher Nota Mil”, “A Garota de Rosa Shocking”, “Clube dos Cinco” (“The Breakfast Club”) e “Curtindo A Vida Adoidado” (“Ferris Bueller’s Day Off”), este último, meu preferido… Hughes se tornou referência do gênero teen movies dos anos 80.

A internet é algo incrível… Tantas coisas que vi, escutei e vivenciei antes dela, e só agora é que estou descobrindo do quê e de quem se tratava… Esse é o caso de John Hughes… Não sou cinéfilo, mas gosto demais de assistir filmes, e conheço alguns caras do cinema, os mais famosos pelo menos… George Lucas, Spielberg, Tarantino (porém, quem não os conhece, né??? rsrs !!!)… Mas John Hughes não… eu deveria tê-lo conhecido antes de sua morte em 2009… É algo que vou demorar pra me perdoar…

O referido documentário foi lançado no mesmo ano da morte de Hughes, e foi idealizado por um grupo de fãs desse gênio, que conhecia como poucos a alma e os corações dos adolescentes da década de 1980…

Em 2010, um filme fez grandes referências a Hughes: “A Mentira” (“Easy A”), protagonizado por Emma Stone (ruivinha muito linda)… Muito bom esse filme, recomendo! Ele não passou nos cinemas tupiniquins, e foi direto pras locadoras aqui no Brasil em 2012 ou 2013, não lembro bem…. Mas recomendo os dois, tanto o filme quanto o documentário…

A Mentira (“Easy A”):

Don’t You Forget About Me (Documentário):

O Documentário explica muita coisa que aconteceu na vida de Hughes… Uma delas foi o sumiço repentino dele de Hollywood, ficando recluso em sua cidade natal até sua morte… Muitos dizem que foi devido a muitas crítica negativas sobre os filmes dele feitas por alguns ‘críticos’ de cinema norte-americanos (uns babacas)… Algumas pessoas tem dificuldades de lidar com isso… Principalmente pessoas mais sensíveis…

Outra curiosidade que vi também no documentário: Hughes escolhia pessoalmente as músicas para compor a trilha sonora de seus filmes… Assim ele escolheu “Don’t You Forget About Me” do Simple Minds para fazer parte da trilha de “Clube dos Cinco” (“The Breakfast Club”), e que acabou virando o título do documentário em sua homenagem… E convenhamos, o cara tinha um bom gosto musical…

Simple Minds – Don’t You (Forget About Me):

 

Mas continuando meu praguejamento: como posso não ter conhecido o criador, produtor e roteirista de “Curtindo A Vida Adoidado” ??!!!… Parafraseando Mestre Yoda: falha minha imperdoável essa é… Como já disse, esse é meu filme preferido do universo Hughes, e acredito que seja o favorito de muitos também… Quem não viu alguma vez esse filme na Sessão da Tarde? A Globo cansou de passar, acho que só não passou mais do que “A Lagoa Azul”… rsrs :p !!!

“Curtindo A Vida Adoidado”, pra mim, foi um marco no estilo de fazer esse tipo filme… Quando Ferris Bueller (Matthew Broderick) vira pra câmera e começa a falar com você, é de espantar!!! rsrs! E fora a trilha sonora que é maravilhosa (escolha de Hughes, é claro)… Duas cenas são marcantes neste filme, com relação a trilha sonora. Para maioria a número 1: Na Parada da cidade – com “Twist And Shout” (Beatles); e para mim a número 2: Cena do Museu – com “Please, Please, Please (Let Me Get What I Want)” (The Smiths), mas com performance de The Dream Academy… Num instrumental que é de arrepiar!! Essa cena do museu marcante pra mim…

“Twist And Shout”:

“Please, Please, Please (Let Me Get What I Want)”:

Bom, é isso galera… Quem sabe começo a me perdoar, pois agora já sei quem foi John Hughes, e o quanto ele foi importante em minha vida, e na vida de muitos, acredito eu… Um abraço e Valew!!

* Ricardo Ribeiro, amigo apaixonado por Cinema e Rock’n’roll.

SESC Amapá realiza “Fórum de Cinema” com a presença de diretores renomados

Em continuidade ao Projeto Amazônia das Artes, o SESC Amapá realiza entre os dias 27 e 29 de agosto às 19h no Sesc Centro, o “Fórum de Cinema” com a presença dos diretores: Rose Panet (Filme Manuel Bernardino: O Lenin da Matta- MA); Sergio de Carvalho (Filme Sabá – AC); André dos Santos (Filme: Limiar – PA); Fernanda Martins – (Filme: Marajó das Letras – Os Abridores de Letras da Amazônia Marajoara PA); Severino Neto (Filme: Juba – MT).

O Fórum de Audiovisual tem como objetivo possibilitar reflexões acerca do cinema, suas dificuldades, particularidades e seus avanços. Além disso, busca debater as políticas públicas voltadas para o cinema, sua amplitude no cenário atual, bem como as iniciativas independentes, tanto no que se refere ao conteúdo quanto à exibição, à distribuição e à publicidade.

A mostra de cinema, com este evento, almeja aproximar os profissionais do audiovisual com o público, seja este estudioso, seja espectador. O evento contará com mesa redonda, compostas por profissionais do audiovisual: diretores, produtores, roteiristas, exibidores, estudiosos e gestores de instituições engajadas no incremento da cinematografia.

Programação de hoje:

29/08- DEBATE SOBRE CONCEITOS EXPOSTOS.

FICÇÃO: Juba; Diretor Severino Neto; Duração: 19min.

SINOPSE:

Juba é uma jovem que ganha dinheiro fazendo malabares nas ruas de Cuiabá. Em uma dessas raras oportunidades que a vida oferece, Juba e seus companheiros recebem uma proposta irrecusável. Porém, mesmo com tudo combinado, alguns detalhes do seu complexo cotidiano tornam a decisão mais difícil do que parece. Um dilema de como os sonhos e a própria vida se misturam e se é possível que a arte sobreviva à realidade.

FICÇÃO: LIMIAR; Diretor: André dos Santos; Duração: 26minutos; Ano de Produção: 2017; Classificação: Livre.

SINOPSE: João (Benjamin Fortunato), um garoto de apenas sete anos, fica preso curiosamente dentro de um casarão, numa noite sombria. A partir de então ele se depara com acontecimentos inesperados com fortes ligações com seu passado e futuro.

Meia-Noite em Paris – (Midnight in Paris)

Hoje assisti novamente o filme “Meia-Noite em Paris”, que foi reprisado pela Rede Globo nesta madrugada. A primeira vez que vi essa obra prima do cinema foi em 2012. Entre todas as coisas muito legais do longa, contextualizei o saudosismo e a insatisfação que Gil Pander (Owen Wilson), o protagonista roteirista conceituado em Hollywood, que almeja se tornar um grande escritor, sente. Além de ser uma viagem literária, as imposições da família da sua noiva, Inez (Rachel McAdams) e a vontade do cara de ser feliz do jeito que ele são coisas muito familiares.

Que o Woody Allen é gênio, todos sabemos. Mas o neste filme, que é uma declaração de amor à Cidade Luz, como é conhecida a capital francesa, ele arrebentou. Apesar de inteligente, o longa não enche o saco com intelectualismo chato. Aliás, possui diálogos simples para uma obra que possui muita cultura em suas conversações.

Como todo ser inquieto que precisa escrever, Gil é da madrugada. Após boas doses de vinho, Ele viaja pelo tempo através de um carro antigo sempre em um ponto de Paris todas as noites. Lá encontra seus ídolos da Literatura e personagens marcantes da Cultura mundial, como Salvador Dali, Pablo Picasso, Cole Porter, F. Scott Fiztgerald e Ernest Hemingway. No filme, Gil anda pelas velhas ruas de Paris, seus locais badalados e frequentados pelas ilustres personalidades dos anos 20.

O escritor encontrar-se com seus ídolos literários e artísticos que já estão mortos, com que debater literatura e arte, além de ter seu livro lido e criticado por Gertrude Stein (Kathy Bates).

Entre os papos legais que rolam no filme, Ernest Hemingway diz a Gil Pander: “Não gosto de textos ruins e quando leio escritos melhores que os meus, sinto inveja e não gosto também”. Paid’égua!

Meia-Noite em Paris nem de longe lembra um enlatado hollywoodiano, nem um romance água com açúcar. Acho que quem gosta de filmes europeus e não assistiu ao longa metragem, vai curtir o filme.

O mais legal na história é que Pander enche o saco de Inez (cheia de vontades e chatices) e de seus pais, John (Kurt Fuller) e Helen (Mimi Kennedy), que não escondem a antipatia pelo cara. Ele resolve pagar o preço, arrisca e no final dá tudo certo. Tudo por uma vida menos ordinária.

Pander se aventura em uma autorreflexão e consegue resolver suas crises existenciais, além de descolar um novo amor, (afinal, “fazer por merecer” é mais que um ditado, é uma lei da vida). Tudo isso com uma trilha sonora espetacular.Um filme agradável, que faz você pensar que é sempre certo fazer o que lhe aprazia. Não sei qual seria a minha viagem no tempo, mas certamente eu saberia aproveitá-la, afinal, ser escritor é um daqueles sonhos que não envelhecem. Para quem não assistiu, recomendo!

Elton Tavares

Trailer do filme: