Moedas e Curiosidades: “Bond, James Bond”– Por @SMITHJUDOTEAM

Por José Ricardo Smith

Agora sim adquiri um item muito desejável na minha coleção, uma moeda inglesa não circulável e feita de cuproníquel, que homenageia o maior agente secreto do mundo, James Bond – 007.

James Bond, também conhecido pelo código 007, é um agente fictício do serviço de espionagem britânico MI-6, CRIADO PELO ESCRITOR Ian Fleming em 1953.

Ian Fleming tirou o nome “James Bond” do autor de um livro predileto de sua esposa sobre ornitologia, “Birds of the West Indies”, e escreveu doze livros e dois contos sobre ele, antes de morrer, em 1964.

O personagem foi apresentado ao público em livros de bolso na década de 1950, com o romance “Cassino Royale”, tornando-se um sucesso de venda e popularidade entre os britânicos e, logo depois os países de língua inglesa.

Abaixo temos algumas das curiosidades da saga desse charmoso e bravo agente:

•Champanhe – mesmo tendo ficado conhecido como um bebedor de Vodka Martini, o agente 007 parece preferir um espumante, bebida que aparece em 21 de seus 24 filmes. E ele não bebe pouco, Bond consome um drink a cada 10 minutos e 53 segundos.
•Licença para matar – ao longo dos 130 minutos de “007 contra GoldenEye”, o sangue jorra solto na tela. O saldo final é de 47 mortos, fazendo desse filme o mais mortal da franquia.
•As seis caras de 007 – ao todo, seis atores interpretaram o agente. Roger Moore é quem passou mais tempo no papel, com 4.348 dias de atuação, totalizando 7 filmes. Entretanto, a próxima película do espião, levará Daniel Craig a ultrapassar Roger Moore, totalizando 4.729 dias na pele de James Bond.
•Dinheiro no bolso – o filme “Operação Skyfall” é o grande sucesso da franquia em ermos financeiros. Ele não só teve a maior bilheteria entre todos os filmes, com mais de US$ 1 bilhão, como também foi o mais rentável. Os lucros da produção chegaram a US$ 910 milhões.
•O espião que amava – o agente 007 já se envolveu em 58 relacionamentos. Se ele tem sorte no amor, as mulheres que são atraídas por ele nem tanto, 16 delas morreram nos filmes após se envolverem com ele.
•Pistola dourada – James Bond usou um total de 72 armas ao longo de todos os filmes. A mais popular é a Walter PPK (agente inglês com arma alemã?!), que aparece em 22 produções.
•Tecnologia – o espião mais conhecido do mundo é também um fanático por tecnologia. Ele usou 156 aparelhos eletrônicos ao longo da carreira. O relógio de pulso modificado é sem dúvida o preferido dele, aparecendo em vários momentos durante a série.

* José Ricardo Smith é professor e numismático.

Vida longa ao cinema amapaense – Por Manoel do Vale

Por Manoel do Vale

Essa frase encerra o texto de apresentação do catálogo dos filmes produzidos e finalizados com os recursos do primeiro edital do audiovisual do Amapá/FSA, lançado em 2018.

Uma peça gráfica (feita nos estúdios do NAP/Secom) de fino trato, que eterniza a qualidade criativa dos cartazes e das nove obras ali representadas. Coisa fina. Coisa de cinema.

Peça que no futuro será relíquia. Símbolo do encerramento de um ciclo – o da batalha diária por quase duas décadas para conseguir um edital público de prospecção e incentivo à cadeia do audiovisual, indústria que no Amapá emprega e/ou gera renda a uma penca de gente. Coisa de alguns milhares de bocas que ganham seu pão (ou açaí) com ofício de fazer filmes.

Começamos agora novo ciclo para manter essa conquista e expandi-la ainda mais, transformando-a em política pública, compromisso e desafio assumido pelo governador do Amapá, no lançamento oficial/protocolar do edital, que já se animou a meter pilha nos outros governadores da Amazônia para uma ação conjunta de fortalecimento da indústria do cinema na nossa região, um ativo cada vez mais valorizado no mercado mundial, e que no Brasil já injeta mais de 20 bilhões por ano na economia. *

Seis de fevereiro de 2020. Chego ao teatro para a sessão de exibição pública de nove dos 12 filmes selecionados no edital, parceria do Governo do Amapá com a Ancine que ofertou três milhões de reais para a realização dessas obras. Um longa-metragem, duas séries longa-metragem de cinco episódios, 2 telefilmes (um doc e um ficção) e mais quatro curtas (dois documentários e dois de ficção). O longa e as duas séries ainda estão em fase de produção. É trampo.

O Bacabeiras estava que nem cacho do porrudo, teitei de gente e de uma energia espetacular que envolvia orgulho e sensação de dever cumprido e uma resposta a quem diz que cultura não enche barriga.

A boca cheia de sorrisos dos realizadores e seus amigos, os amigos dos amigos, a família, todo mundo que estava lá confirmava que cultura, cinema mais especificamente, enche mais do que a barriga, mas as nossas almas e a percepção da realidade em seus múltiplos aspectos, desde o corriqueiro ir e vir de todos os dias, dos quais são tiradas personagens e histórias curiosas ou mesmo fantásticas que permeiam a vida das pessoas. Ou as criações de cunho mais onírico, onde as experimentações semióticas brincam de pira, e a realidade é lavada e areada na criatividade e talento realizativo.

Foto: Márcio Pinheiro/Ascom GEA

Passo os olhos pelo catálogo. Lá estão expostos os resultados de meses de trabalho, com sinopse e ficha técnica, mais os empregos gerados direta e indiretamente. Tudo pelo certo, como diz o povo das quebradas. Conheço praticamente todo mundo.

Pela minha cabeça passa o pensamento “se no FIM deste ano a galera – sem grana na maioria – fez misura com filmes criativos e de fotografias e acabamento técnico belíssimos (resultado do Festival Curta o Curta, coletivo indígena de produção audiovisual, e da galera do Hip Hop), imagina com financiamento e licenciamento de exibição em TV pública já assinado”.

Não deu outra. Sucesso de público total. Nove obras feitas no capricho e com toda a delicadeza e apuro técnico que o povo do audiovisual veio acumulando nas dezenas de cursos trazidos para o Amapá pelo FIM e a seção amapaense da Associação Brasileira de Documentaristas com apoio do Sesc/AP na maioria das vezes, se não em todas.

Foto: Facebook da Secult/AP

Arte para encher os olhos

Chorei de rir com Açaí, filme do André Cantuária estrelado pelo Joca Monteiro e também com a narrativa do Seu Chico, quilombola do Curiaú contando suas histórias de encantamentos e almas metidas a valentes. Delícia foi ver o Super Panc Me, roteiro bem construído, argumento massa e direção competente. Inquietante o Para Sempre, de Dominique Allan. O resto é poesia, sonora em Passar uma Chuva; visual em Utopia e a Montanha Dourada – estas na categoria poesia cortante, pois ao mesmo tempo que deleita, desperta para a realidade de uma montanha ferida.

Mas o que me encheu os olhos foi a animação Solitude, poesia no volume máximo, delicada, bem-feita. Um brinde à sensibilidade humana, o amor e a nossa capacidade de dar asas aos nossos sentimentos.

Foi uma noite de congraçamento, um verdadeiro bem-vindo Ano Novo aos profissionais do audiovisual. Um momento para ficar na história, como todos os outros no museu vivo do cinema amapaense, que já sabe andar e falar com segurança e fluidez.

Vida longa ao audiovisual amapaense!

*Manoel do Vale é Sou jornalista, poeta, fotógrafo, redator publicitário.
**(dados: O Globo)

Em comemoração ao aniversário de Macapá, GEA lança filmes produzidos no Amapá

Lugares e personalidades amapaenses como o Curiaú e o mestre Sacaca são inspiração para filmes produzidos no Amapá. O lançamento acontece nesta quarta-feira, 05, a partir das 18h, na sala Cine João XXIII, do Cine Imperator, em comemoração ao aniversário de Macapá. Ao todo são nove produções locais selecionadas pelo 1º edital de Produção Audiovisual do Amapá.

Para a produção dos curtas-metragens, filmes de curta duração, o Governo do Estado do Amapá, em parceria com a Ancine, por meio do Fundo Setorial Audiovisual, investiu R$ 3 milhões. Em um ano e meio de trabalho no segmento audiovisual, mais de 750 empregos, entre diretos e indiretos, foram gerados no Amapá.

Para o lançamento foram convidados autoridades e apoiadores do segmento.

“É um momento histórico para o segmento do audiovisual, um edital sonhado há mais de uma década e hoje é realidade”, afirmou a gerente do Núcleo de Produção Digital do Amapá, Ana Vidigal.

Na quinta-feira, 06, a exibição dos curtas ocorrerá no Teatro das Bacabeiras aberto ao público com entrada gratuita.

Ana Vidigal, gerente do Núcleo de Produção Digital (NPD) – Foto: Revista Digital Tajá

CONFIRA A SINOPSE DOS CURTAS:

1 – Para Sempre – Curta Metragem Ficção – Amora Filmes

Sinopse

Num lugar ermo e belo, Roberto começa a reformar um velho casebre onde ele pretende morar com Amanda, amor de sua vida. Os dois se conheceram quando o rapaz trabalhou como ajudante de pedreiro na casa dela. Por ela ser uma garota de família rica, Roberto entendeu que única forma de ficarem juntos era fugindo. O esforço da reforma, no entanto, é árduo, e as dificuldades o fazem se perguntar se todo aquele sonho não passa de uma grande loucura.

2 – Açaí – Curta Metragem – Grafitte Comunicação

Sinopse

Dionlenon, está acostumado com a vida que leva ao lado da mãe, com quem mora numa periferia de Macapá. Ele sai em busca de dois litros de açaí para almoçar, mas não conta com uma viagem tão distante assim do seu porto-seguro que é o seu mundo. Uma jornada de herói como todas as outras já contadas, mas a partir da realidade de uma periferia da região norte do Brasil. A predileção pelo açaí, mundialmente conhecido e o prato principal da mesa do amapaense, retratada de maneira cômica aqui nesta obra, é o grande motivador para tudo o que se segue na trama, destacando a enorme importância que o produto tem dentro da cultura local.

3- Utopia – Curta Metragem – produtora Rayanne de Almeida Penha

Sinopse

Utopia, o sonho de viver o eldorado e o sonho de viver o cinema. Registro documental da busca de uma filha por histórias vividas pelo pai garimpeiro já falecido. Histórias vividas em garimpos pelos interiores do Estado do Amapá e relatadas através de companheiros do oficio. Um documentário que soma o registro dessa procura, com arquivos sobre esse pai, fotos, vídeos e cartas que ele escrevia para família relatando a vivência e as dificuldades do garimpo. Em paralelo a busca o documentário procura humanizar esses homens que dedicam suas vidas a terra, mais do que um registro o filme vem mostrar um relato íntimo e poético sobre a vida desses garimpeiros.

4 – Passar uma chuva – Curta Metragem – Martins & Miranda Produtora

Sinopse

O documentário Passar uma Chuva é uma busca pela figura do violonista Raimundo Nonato Barros Leal, sua história e seu violão. Um filme que busca, um contato mais íntimo com o homem que inspirou gerações de violonistas amapaenses, falando sobre sua música, sua chegada ao Amapá dos anos 50 e sua trajetória ao longo de quase 60 anos no estado.

5 – Encantados do Cri-ú – Curta Metragem Documentário – JF PRODUÇÕES

Sinopse

O curta-metragem Encantados do Cri-ú traz narrativas da comunidade quilombola do Curiaú, comunidade localizada a 5 quilômetros do centro de Macapá. Narrativas de fenômenos sobrenaturais que estão na memória dos moradores da região.

6 – Sacaca – A Lenda – Curta Metragem Documentário – Kelly Pereira Santana

Sinopse

O File sacaca – A Lenda é baseado em fatos reais, Raimundo dos Santos Souza (Sacaca), homem que se tornou respeitado, através do domínio e manipulação de plantas e ervas da Amazônia. Neto de escravos, estudou até o terceiro ano primário, e dedicou sua vida a curar os males físicos e psicológicos dos habitantes da cidade de Macapá. Seus conhecimentos o fizeram ser reconhecido e virar uma referência para pesquisadores de todo o mundo. Acusado injustamente por tráfico de drogas, o homem é preso e provoca indignação da população.

7 – Solitude – Curta Metragem Animação – Castanha Filmes e Inventários Culturais

Sinopse

Na Amazônia, Sol, de 25 anos, se recupera do término de mais um relacionamento abusivo, enquanto sua Sombra foge para o deserto do Atacama por não aguentar ver seu sofrimento. Quando Sol, enfim, começa a retomar seus espaços e sonhos próprios, sua Sombra busca independência. Ambas travam jornadas em busca de amor próprio e autoconfiança para redescobrir em solitude o caminho de volta uma para a outra.

8 – A Montanha Dourada – Telefilme Documentário – Castanha Filmes e Inventários Culturais

Sinopse

O garimpo do Lourenço, no norte do Amapá, segue atraindo pessoas movidas pelo sonho do ouro, apesar do extremo desgaste de corpos e de almas que a atividade proporciona. Entramos neste mundo pelo relato coral de jovens e antigos garimpeiros, que compartilham a ideia de que “o ouro nunca acaba”, e dão suas vidas em busca dele, cavando, jatando e moendo as pedras da montanha que guarda uma das maiores jazidas de ouro da região. A montanha está cada vez mais ferida, mas segue brilhando, ajudando a reproduzir uma história que já é contada há mais de um século e que continua sendo vivida.

9 – Super Panc Me – Telefilme – Produzido pela Castanha Filmes e Inventários Culturais

Sinopse

Uma jovem vlogueira entregadora de açaí­ e apaixonada por carne aceita realizar um documentário de guerrilha no qual precisa passar 21 dias se alimentando apenas de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC). Ela enfrenta os desafios da mudança brusca de hábito alimentar e da realização audiovisual, enquanto persegue um excêntrico e fugidio especialista na área, enfrenta os resultados de atitudes inconsequentes e descobre os fascínios do reino vegetal.

Serviço:

Data: 05/02/2020

Horário: 18h

Local: Cine Imperator do Vila Nova, na Av. Pres. Vargas, Centro.

Assessoria de comunicação do Governo do Amapá

Programação 16ºFIM: 01/02 – SÁBADO

Local: Sede da Sintracom
Sindicato Dos Trabalhadores No Comércio
Endereço: Av. Iracema Carvão Nunes, 644, próximo a praça da Bandeira

19h:
GAMBIARRA: A FESTA DO FIM
+DIVULGAÇÃO DA PRODUÇÃO VENCEDORA DO 5º PRÊMIO GENGIBIRRA
Proibida entrada de menores de 18 anos

Entrada: R$10

Mostra Fôlego! reúne mais de 10 produções amapaenses na 16ª edição do FIM

Acontece nesta sexta-feira (31), a Mostra Fôlego! do Festival Imagem-Movimento (FIM), que em sua 16ª edição reúne mais de 10 produções, entre curtas e clipes realizados no Amapá.

Entre as produções que concorrem ao Prêmio Gengibirra nesta edição, temos o clipe “Flow Marabaixo”, do rapper amapaense Pretogonista, dirigido por Carlos Alberto. O clipe conta com a participação do músico Paulinho Bastos. A música mescla o rap e o batuque das caixas de Marabaixo e o clipe traz trechos dos shows de Pretogonista com cenas do cotidiano na cidade de Macapá e rodas de batuque. Concorrem também produções como “Game Over”, de Beatriz Galdino e “Meu diário” de Paulo Andrey.

Mostra Fôlego!

Mostra que carrega o apelo de uma das mais fortes expressões amapaenses. A expressão “Fôlego!” é usada para denotar espanto, surpresa, admiração. Surgiu após os realizadores do FIM identificarem o baixo número de inscrições genuinamente amapaenses, o que gerou a necessidade de criar uma mostra exclusiva, como forma de incentivo à cena local, bem como oportunizar ao público em geral o acesso às produções que refletem nossa identidade sociocultural.

Prêmio Gengibirra de Audiovisual

Para incrementar este incentivo, foi criado também o Prêmio Gengibirra de Audiovisual, que premia a melhor produção do ano, eleita através do voto popular. Após a Mostra Fôlego!, o público espectador das produções exibidas, participa da votação. O voto do público é somado aos votos do Júri técnico formado por cineastas convidados, os quais não fazem parte da equipe do festival.

O nome do filme premiado é divulgado na Festa Gambiarra, que encerra o festival, no sábado, 1º de fevereiro.

A Mostra Fôlego será realizada no Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço, às 18h30, com entrada franca. Classificação indicativa acima de 14 anos de idade.

As informações completas estão no blog do festival http://festivalfim.blogspot.com/, no instagram @festivalfim e no facebook @festivalfim.

PROGRAMAÇÃO MOSTRA FÔLEGO!

Classificação indicativa: +14

Casa de axé, tempo da memória e o Sacerdote Salvino de Jesus

Silvia Marques e Maria Cordeiro

2019

23:58

Macapá/Amapá/Brasil

Livre

As reflexões dispostas no documentário colocam em perspectiva as particularidades do culto afro-religioso e suas formas diversas de expressão em diálogo com as transformações sociais que a urbanização na Amazônia vem impondo ao habitante da cidade, considerando que o espaço urbano é um local de convívio, que permite relações sociais entre duas vidas tipicamente contrastantes. Cria-se aqui um importante diálogo estabelecido entre o terreiro de candomblé e a cidade. Esse fio de reflexão foi o que nos motivou para pensarmos a dinâmica histórica, imaginativa e comunicacional da cidade com o terreiro do Unzó Lunda Nkissimbi Junsara.

Flow Marabaixo

Carlos Alberto

2019

3min 59seg

Macapá-Amapá-Brasil

Livre

Videoclipe da música Flow Marabaixo do rapper amapaense Pretogonista com participação do músico Paulinho Bastos.

Game Over

Beatriz Galdino

2018

9:25

Macapá – Amapá – Brasil

12 anos

Jubyscleisson, junto com seus amigos, parte em uma aventura num mundo completamente diferente. Será que eles se tornarão Mestres desse mundo ou será Game Over?

Madalena

Fabio Ramos

2018

3:17

Macapá-Amapá-Brasil

Livre

O clipe “Madalena” produzido e dirigido pela Caribé Filmes, foi resultado da troca entre os trabalhos das MCs Deeh (AP) e Anna Suav (PA). O trabalho fala sobre o empoderamento de mulheres, fazendo alusão ao julgamento histórico vivido por elas, citando a representação bíblica de Madalena. O som instiga a reflexão sobre as cobranças de moralidade feitas exclusivamente às meninas e mulheres, sexualização dos corpos femininos iniciada na infância, emancipação financeira como alicerce do processo de empoderamento das mulheres negras.

Meu diário

Paulo Andrey

2018

20:12

Macapá – Amapá – Brasil

12 anos

Um diário … um segredo … uma dor! O que será que Elisabeth esconde em seu coração?

Oi, Colorida

Rodrigo Aquiles Santos

2018

2min 15seg

Macapá-Amapá-Brasil

Livre

Vídeo-promo do brechó Oi, Colorida. Final de 2018. Espaço. Luz policromática é vista por satélite. Energia intensa detectada e impossível de ser controlada por tecnologia avançada. Rebeldes! Pequenos pontos de luz movimentando-se como uma dança. Parecem humanos. Parecem artistas. Parecem meteoros. Parecem festa. Parecem querer dizer algo. E estão se comunicando com muito glamour. Reinventando regras, ressignificando conceitos. Concentrados e seguros na força da intuição. Alimentando-se de inspirações, inquietos por experiências. Motivados no SIMPLES fato de existir. Afinal de contas, seriam loucos? Por que vestem o que querem? se expressam como querem? Insistem e resistem? Por que tão LIVRES? E por que NÃO? Um grito ecoa no universo: ACREDITAR! Invasão iniciadíssima…

Os Galibi – Marworno

Dir.: Coletivo Galibi-Marworno de Audiovisual

2019

20 minutos

Oiapoque – Amapá

Livre

Sinopse: Os Galibi-Marworno é um povo que vive nas Terras Indígenas Uaçá, Juminã e Galibi, no extremo norte do Brasil, estado do Amapá. O documentário é narrado pelos próprios indígenas em língua Kheuól, legendado em português, apresentando onde vivem e como vivem. A narrativa dos participantes gira em torno da preocupação das mudanças rápidas que estão ocorrendo com a cultura e a língua, atingindo principalmente os jovens. O documentário é o resultado do trabalho desenvolvido durante as oficinas de ‘Filmagem e Edição’ realizadas em setembro de 2017 e abril de 2018, no âmbito do projeto “Valorização das Línguas Crioulas do Norte do Amapá”, na aldeia Kumarumã pertencente ao povo Galibi-Marworno.

Os Karipuna de Uaçá

Dir.: Coletivo Karipuna de Audiovisual

2019

20 minutos

Origem do filme: Oiapoque – Amapá

Livre

Sinopse: Os Karipuna é um povo que vive nas Terras Indígenas Uaçá, Juminã e Galibi, no extremo norte do Brasil, estado do Amapá. O documentário é narrado pelos próprios indígenas em língua Kheuól, legendado em português, apresentando onde vivem e como vivem. A narrativa dos participantes gira em torno da preocupação das mudanças rápidas que estão ocorrendo com a cultura e a língua, atingindo principalmente os jovens. O documentário é o resultado do trabalho desenvolvido durante as oficinas de ‘Filmagem e Edição’ realizadas em setembro de 2017 e abril de 2018, no âmbito do projeto “Valorização das Línguas Crioulas do Norte do Amapá”, na aldeia Santa Isabel pertencente ao povo Karipuna.

Quando o Coração Parte Mais Alto

Dir.: Ocorre

2019

4 minutos

Macapá – Amapá – Brasil

Livre

A fotografia em estilo vintage apresenta os personagens compartilhando afetos pelas ruas da cidade valorizando o amor afrocentrado, laços afetivos mostrando diversas formas de amar valorizando a sensibilidade de pessoas negras em seus relacionamentos. Casais se perdem em tecnologias e redes sociais enquanto outros aproveitam os momentos na vida real.

Savanas do Amapá

Angélica Martínez

2019

16 minutos

Amapá-Brasil

Livre

O interesse pela conservação de uma espécie de primata em perigo de extinção levou a uma equipe de jovens até as savanas do Amapá. Ao escutar as histórias dos moradores locais sobre o passado e o presente, surgiram dúvidas sobre como será o futuro.

Seu Joaquim

Raycilana Guedes

2018

15:50

Macapá – Amapá – Brasil

10 anos

Seu Joaquim, um aposentado viuvo que adora curti um baile da saudade com os amigos, nos mostra uma face da terceira idade que muitos fingem não enxergar.

Xandoca

Dir.: Davi Marworno e Takumã Kuikuro

2019

20 minutos

Oiapoque – Amapá

Livre

Sinopse: Dona Alexandrina, também conhecida por Xandoca, é uma anciã indígena do povo KARIPUNA. Ela conta um pouco da sua história e da aldeia Santa Isabel, terra indígena UAÇÁ, no município de Oiapoque, no Amapá

SERVIÇO

MOSTRA FÔLEGO!+Votação Prêmio Gengibirra de Audiovisual

DATA: 31/01/2020
HORA: 18h30
LOCAL: Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço – Av. Fab, 86
Entrada Franca
Classificação indicativa: +14
(96)98138-5712 Mary Paes
(96)99168-2464 Lívia Almeida
(96)98118-3510 Alexandre Brito

Programação 16º FIM: 30/01 – QUINTA-FEIRA

Local: Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço
Endereço: Av. Fab, 86
Entrada Franca

18h30:
MOSTRA SAMAÚMA
Filme:

NEWLIFE S.A.
Dir.: André Carvalheira, 2018
Classificação indicativa: +14
Augusto é um jovem arquiteto bem-sucedido que planejou um grande condomínio em
Brasília onde seus habitantes viveriam uma nova vida. Um condomínio com as virtudes de
um homem novo, uma sociedade nova, o New Life. No entanto, a utopia de Augusto
se choca com a realidade ao seu redor.

19h50:
MOSTRA SAMAÚMA

Filme convidado:
BREVE MIRAGEM DE SOL
Dir.: Ericky Rocha, 2019

Classificação indicativa: +14

Fonte: Blog do FIM.

Programação 16º FIM: 29/01 – QUARTA-FEIRA

Local: Centro de Difusão Cultural João Batista de Azevedo Picanço
Endereço: Av. Fab, 86
Entrada Franca

18h30: ESPECIAL GORE DE JOEL CAETANO
Classificação indicativa: +14
Filmes:
Casulos, 2019

19h:Cova Humana, 2019
PAINEL: O LONGO PROCESSO DE FAZER UM LONGA
Convidados:
Célio Filho – cineasta, diretor do longa Amanda
Rosana Oda – Produtora do longa Amanda
Classificação indicativa: Livre

20h – SESSÃO SAMAÚMA 


Filme: SARRAFO: UM ENSAIO SOBRE A VIDA
Dir.: Gabriel Lima, 2019
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca

O saxofonista centenário Amintas José da Costa, mas conhecido como Sarrafo, foi testemunha ocular da história do Brasil no séc. XX. Aos 100 anos de idade, o compositor e instrumentista tem muita história para contar sobre como sobreviveu a segunda guerra mundial e sobre sua experiência com a censura durante o regime militar de 64. O filme é uma produção independente da Grande Rio em que o diretor Gabriel Lima narra a vida do personagem através dos acontecimentos históricos pelos quais passou e faz uma reflexão a respeito do próprio fazer cinematográfico, como em um fio de contas, entrelaça os fatos históricos com os fatos da vida do personagem e com as questões do próprio processo de produção, gerando um filme de documentário biográfico, mas que levanta questões sobre a memória e o esquecimento, a vida e a morte, a luta e a resistência, a censura e a liberdade.

Fonte: FIM

Mais de 50 filmes serão exibidos na 16ª edição do Festival Imagem-Movimento

Teve início nesta segunda-feira (27), as Mostras cinematográficas do Festival Imagem-Movimento (FIM), em exibição durante toda a semana, a partir das 18h30, no Centro de Convenções Culturais Azevedo Picanço – AV. Fab, 86. As mostras organizam curtas e longa metragens que serão exibidos ao longo do festival.

Ao todo, são cinco mostras: Mostra Muralha (que ocorreu no domingo, 26), Mostra Memorabilia, Mostra Miscelânea, Mostra Quintessência, Mostra Samaúma (que exibe só longas metragens) e a Mostra Fôlego (mostra competitiva). Cada uma delas contendo um conceito especifico que pretende abarcar as mais diversas produções audiovisuais. Além das mostras, também haverá painéis de debates com realizadores audiovisuais amapaenses e de outros lugares do Brasil, que pretendem discutir um pouco sobre o fazer audiovisual, explanando suas vivências nessa área das artes visuais e matando a curiosidade do público amapaense que curte um bom cinema!

Hoje (27), a programação começa com a mostra Memorabilia, que apresenta filmes exclusivamente nacionais, alguns curtas retratam personagens brasileiros, outros são documentários e, ainda, há filmes que abarcam a temática LGBTQI+, enfim, os diversos setores de nossa sociedade nacional vislumbrados pelos olhos do cinema.

O festival encerra-se no sábado (1º), com a festa do Prêmio Gengibirra de Audiovisual, que acorrerá no espaço SITRACOM (Sindicato dos Trabalhadores do Comércio de Macapá), na Av. Iracema Carvão Nunes, 644, próximo a praça da bandeira. Estão todas e todos convidados pra festa do audiovisual amapaense!

As informações completas estão no blog do FIM: http://festivalfim.blogspot.com/ , no instagram @festivalfim

Contatos:

Mary Paes – (96)98138-5712
Lívia Almeida – (96)99168-2464
Alexandre Brito – (96) 98118-3510

Assessoria de comunicação do FIM

Mostra da Muralha abre programação de festival de cinema amapaense

A mostra abre o 16º Festival Imagem-Movimento no dia 26 de janeiro (domingo), a partir das 19h, na Fortaleza de São José de Macapá. A série de animação Icamiabas será uma das atrações da noite. A produção retrata os conflitos vividos pelas guerreiras indígenas na Cidade Amazônia.

A Mostra na Muralha, que passou a abrir o Festival Imagem-Movimento (FIM) desde 2017, é considerada uma das mostras mais bonitas do Brasil, tendo como tela a muralha de um dos pontos turísticos mais importantes do estado do Amapá.

A exibição é aberta ao público, ocasião ideal para reunir a família, os amigos para prestigiar o audiovisual brasileiro.

As Icamiabas

O destaque do primeiro dia de exibição do festival é uma animação cujo enredo acontece na Cidade Amazônia e tem a roteiro inspirado nas lendárias Icamiabas, indígenas de uma tribo composta somente por mulheres guerreiras que habitavam a floresta amazônica. As Icamiabas eram responsáveis por proteger a tribo de invasores.

Tendo a lenda como mote, a série homônima mostra conflitos enfrentados pelas Icamiabas para proteger a cidade em que vivem que foi inspirada em Belém do Pará. Com um mix de regionalismo e cultura pop, a série de animação consegue envolver o espectador do começo ao fim.

A série foi produzida pelo Iluminuras Estúdio e dirigida pelo amapaense Otoniel Oliveira.

Roda de Conversa

Após a exibição da série, o diretor vai participar da roda de conversa com o público. Momento para tirar dúvidas a respeito da produção, trocar experiências e conhecer melhor os caminhos da produção de animação na Amazônia.

A Mostra na Muralha tem classificação indicativa livre e acontece no dia 26 de janeiro (domingo), a partir das 18h30, no acesso principal da Fortaleza de São José de Macapá.

SERVIÇO:

MOSTRA NA MURALHA
DATA: 26/01/2020
HORA: 18h30
LOCAL: Acesso principal da Fortaleza de São José de Macapá
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre

Contatos:

Alexandre Brito: 98118-3510
Mary Paes: 98138-5712
Lívia Almeida: 99168-2464

Festival Imagem-Movimento
http://festivalfim.blogspot.com.br/
https://www.facebook.com/festivalfim

Festival Imagem-Movimento apresenta o longa “Bacurau” na Mostra Esquenta

Após a sessão, o público participará mostra de uma roda de conversa com o antropólogo Luciano Magnus e de um pocket show de Dayana Taisa. A exibição acontece na Biblioteca Pública Elcy Lacerda, no dia 17 de janeiro, às 19h, com entrada franca.

Chegamos a 16ª edição do Festival Imagem-Movimento (FIM) sob o mote “Descolonize o olhar”. O FIM deste ano já começou diferente pois, pela primeira vez em sua história, o evento será realizado no mês de janeiro e não em dezembro, como de costume. Ao chegar à sua 16ª edição, o evento mantém o posto de festival de audiovisual mais antigo da região norte do país.

A “Mostra Esquenta” já é uma tradição do festival e prepara, como o próprio nome sugere, o público para a uma semana inteira de exibições. A obra selecionada este ano para exibição foi o premiado longa “Bacurau”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles.

Após a exibição, o público terá a oportunidade de debater o filme e o delicado cenário pelo qual o cinema brasileiro passa em uma roda de conversa com o antropólogo e professor da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Luciano Magnus. A Mostra tem início às 19h, na Biblioteca Pública Elcy Lacerda com entrada franca.

Encerrando a programação, a vocalista da banda Luxuosos Corações, Dayana Taisa, conduzirá um pocket show de violão e voz.

Luciano Magnus de Araújo

Antropólogo, professor do colegiado de Ciências Sociais e Sociologia da Unifap, coordenador do Núcleo de Antropologia Visual, Imagem, Som, Memória e Identidades (Naimi).

Sobre o mote

Quantas camadas existem sobre nós que dificultam que a gente possa se enxergar e se reconhecer melhor? Algumas a gente mesmo colocou, outras ganhamos de presente ao encarar isso que se chama de vida. De algumas a gente têm ciência e até curte, de outras a gente não faz a mínima ideia, elas podem ser transparentes e mesmo assim nos impedir de ver.

Então aqui está o imperativo da 16ª edição do Festival Imagem-Movimento: descolonize o olhar e entenda melhor a si e ao chão em que pisa.

Não é uma busca pelo “puro” ou “verdadeiro”. É um retirar o excesso mesmo daquilo que gostamos e, por átimo, olhar o mundo e a nós mesmos em um parar/movimentar, parar/movimentar. Em um pêndulo que nos permita estar aqui e estar lá e, desse jeito, observar a nós mesmos e ao mundo pontos de vistas diferentes, assim, desse jeito, como a fotografia de um filme que “olha” para uma mesma cena de vários ângulos. É urgente descolonizar as retinas.

SERVIÇO:

Festival imagem-Movimento
Mostra Esquenta
Quando? 17 de janeiro (sexta-feira)
Que horas? 19h
Onde? Biblioteca Pública Elcy Lacerda
ENTRADA FRANCA

Contatos:

Alexandre Brito: 98118-3510
Mary Paes: 98138-5712
Lívia Almeida: 99168-2464

Esse ano de 2019 merece um FIM como resposta: lista de filmes selecionados da 16ª edição do Festival Imagem-Movimento

Esse ano foi pauleira, né? Pra gente que atua com arte, cultura e cinema foi angustiante. Vimos, a um palmo de nosso nariz, uma estrutura de estímulo a formação, produção e distribuição de nossos conteúdos ser duramente atacada e desmontada em vários aspectos. No caso do cinema nacional, que vinha há alguns anos vivendo um interessante ciclo de fortalecimento de sua cadeia produtiva, retrocedemos, no que diz respeito às políticas públicas, a um momento semelhante a 1990, quando foi extinta a Empresa Brasileira de Filmes S.A (Embrafilmes) que desempenhava o papel que hoje a Agência Nacional de Cinema (Ancine) tem para o segmento.

Desde que iniciou sua história, no já não tão perto ano de 2004, o Festival Imagem-Movimento (FIM) sempre marcou posição no campo da cultura independente, ainda que seja difícil explicar exatamente o que isso significa, o fato é que nossa prática é realizar o evento da forma que for possível, não deixando que o acesso ou não a recursos públicos da cultura seja determinante para a realização do festival.

Nesses seus 16 anos de existência, o FIM sempre realizou seu evento principal no mês de dezembro, foi assim até a sua 15º edição. Esse ano de 2019, decidimos adiar a nossa 16ª edição para que pudéssemos nos reorganizar internamente e conseguir realizar um evento como sempre fizemos: oferecendo nosso melhor aos realizadores, ao público e às obras audiovisuais.

Pelo cenário político cultural que se desenhou, pelos mais de 50 filmes inscritos para nossa 16ª edição e por sermos o festival de audiovisual mais antigo da Região Norte do país, resolvemos resetar nossas mentes e realizar sim nossa 16ª edição, que acontecerá de 26 de janeiro a 01 de fevereiro de 2020.

Essa nota é o ponto de partida para esse novo ciclo do FIM. A gente queria muito ter dado essa notícia antes para o público que perguntou bastante sobre a 16ª edição em nossas redes sociais e para os realizadores. Mas só agora tivemos as condições concretas para dizer que a festa do audiovisual no Amapá já tem data marcada para acontecer. “Descolonizando o olhar” será o mote que orientará nossas ações nesta edição. Em breve, divulgaremos a lista de filmes selecionados por nossa curadoria e as coordenadas do nosso primeiro encontro: a Mostra Esquenta. O FIM é inevitável. Podem espalhar a boa nova.

É com muito amor que temos a honra de anunciar que saiu a lista de selecionados da 16ª edição do Festival Imagem-Movimento! Confira:

Acabaram-se os otários – Mostra Memorabilia
Rafael de Luna e Reinaldo Cardenuto/2019
19 minutos
Niterói-RJ-Brasil

A menina banda – Mostra Miscelânea
Breno César/2018
21 minutos
Amaraji – Pernambuco – Brasil
Livre
A menina banda” é um curta metragem de ficção, influenciado pela literatura de realidade fantástica. Num vilarejo silencioso, uma menina tem a capacidade de produzir sons musicais a partir de seu próprio corpo. Num mergulho através dos eventos fantasiosos da infância, o filme traz a metáfora da travessia do amadurecimento pessoal, e tenta mostrar de maneira poética e sensível a construção da música interior de cada um.

Barbas de Molho – Mostra Muralha
Eduardo Padrão e Leanndro Amorim /2019
11 minutos
Recife – Pernambuco – Brasil
12 anos
Numa colina, isolado, vivendo distante dos costumes da cidade, o BARBA criou sua própria definição de vida: ler, escutar música, cultivar sua comida e uma enorme barba. Diante de um problema, ele se vê obrigado a tomar uma atitude que contraria todos os seus princípios, levando-o a repensar seus valores.

Casa de axé, tempo da memória e o Sacerdote Salvino de Jesus- Mostra Fôlego
Silvia Marques e Maria Cordeiro/2019
24 minutos
Macapá/Amapá/Brasil
Livre
As reflexões dispostas no documentário colocam em perspectiva as particularidades do culto afro-religioso e suas formas diversas de expressão em diálogo com as transformações sociais que a urbanização na Amazônia vem impondo ao habitante da cidade, considerando que o espaço urbano é um local de convívio, que permite relações sociais entre duas vidas tipicamente contrastantes. Cria-se aqui um importante diálogo estabelecido entre o terreiro de candomblé e a cidade. Esse fio de reflexão foi o que nos motivou para pensarmos a dinâmica histórica, imaginativa e comunicacional da cidade com o terreiro do Unzó Lunda Nkissimbi Junsara.

Concreto Cinza Abstrato – Mostra Quintesssência
Henrique Grise/2018
11 minutos
São Paulo-SP-Brasil
Livre
Um homem e uma mulher se encontram numa passarela da cidade.

Deus te dê boa sorte – Mostra Memorabilia
Jacqueline Farias/2019
23 minutos
Petrolândia, Tacaratu, Jatobá – Pernambuco – Brasil
Livre
Deus te dê boa sorte é um curta-metragem documental que revela a voz ancestral das mulheres parteiras indígenas Pankararu. Habitantes das margens do Rio São Francisco, na fronteira dos municípios de Tacaratu, Jatobá e Petrolândia, essas mulheres de espiritualidade antiga, carregam a experiência de receber no mundo os pequenos índios e índias e de garantir que sangue, placenta e cordão umbilical retornem para a terra, guardando o direito de que habitem o chão onde nasceram. Mãe Dora, tia Ana, Luciene e Juliana são guias nesta viagem que descortina entre maracás e toantes uma herança silenciosa onde cada mulher é a guardiã de um grande mistério.

DragNostra – Mostra Miscelânea
PV Vidotti/2019
13 minutos
Cuiabá, DF, Brasil
16 anos
Um roubo de banco feito por uma família de DragQueens mafiosa.

Estranho Animal – Mostra Quintessência
Arthur B. Senra/2019
05 minutos
Brasília/DF-Belo Horizonte/MG-Brasil
14 anos
Estranho animal a ditadura: homens sem asas, pássaros sem pés

Em Cima do Muro – Mostra Quintessência
Hilda Lopes Pontes/2019
15 minutos
Salvador, Bahia, Brasil
10 anos
Mergulhada numa depressão profunda, Amélia tenta encontrar nas redes sociais uma aprovação dos seus seguidores, mas, sua falta de bom senso quebrará toda suas expectativas de se tornar uma digital influencer.

Espelhos- Mostra Quintessência
Carol Lima/2019
08 minutos
Recife, PE
12 anos
Um autorretrato em movimento. Uma viagem de autodescoberta. “Espelhos” é um curta-documentário em primeira pessoa que traz um mergulho imagético em processos pessoais marcados por autorretratos que foram produzidos em pontos de virada na minha vida, caminhando do dia em que me perdi até o dia em que me reencontrei no mesmo portal: o espelho.

Flow Marabaixo – Mostra Fôlego
Carlos Alberto 2019
4 minutos
Macapá-Amapá-Brasil
Livre
Videoclipe da música Flow Marabaixo do rapper amapaense Pretogonista com participação do músico Paulinho Bastos.

Game Over – Mostra fôlego
Beatriz Galdino/2018
9 minutos
Macapá – Amapá – Brasil
12 anos
Jubyscleisson, junto com seus amigos, parte em uma aventura num mundo completamente diferente. Será que eles se tornarão Mestres desse mundo ou será Game Over?

Hornzz – Mostra da Muralha
Lena Franzz/2019
5 min
Rio de janeiro/RJ-brasil
Livre
Como cada escolha reflete em nossas vidas? Através da narrativa surrealista de Hornzz, acompanhamos as escolhas e desafios da menina Lu, viajando por experiências únicas em cenários lúdicos.

Imagens de Um Sonho – Mostra Memorabilia
Leandro Olimpio/2019
20 minutos
Santos SP – Brasil
Livre
Composto de vídeos publicados no Youtube por terceirizados da Petrobras, o filme explora um capítulo importante do paísatravés de fragmentos da vida operária dentro e fora da fábrica. Com suaspróprias mãos, a classe trabalhadora registra – ao longo de uma década(2008-2018) – as alegrias e dissabores de sua jornada.

Impulso – Mostra Miscelânea
Heifara Nascimento e Morzara Magalhães /2019
20min
Itajaí – Santa Catarina – Brasil
16 anos
Antonella, uma Dj livre e intensa, imersa em suas complexidades, se vê refém da ansiedade em um ápice caótico de sua vida. Em busca do autoconhecimento ela encontra uma terapia alternativa, onde compreenderá seus medos e traumas.

Kopacabana – Mostra Quintessência
Marcos Bonisson & Khalil Charif/ 2019
14 minutos
Rio de Janeiro – RJ – Brasil
10 anos
Filme ambientado no bairro de Copacabana, elaborado através de uma colagem de imagens atuais e de arquivo (Super 8 e digital). Um trabalho experimental narrado pela fala significante do poeta Fausto Fawcett, e sonorizado pelo músico Arnaldo Brandão.

Licença poética – Mostra Memorabilia
Ilaine Melo/2019
13 minutos
Joinville/Santa Catarina
14 anos
O Documentário ocorre dentro da Penitenciária de Joinville. Quando um leitor, Felipe, penado recebe a visita do escritor Marçal Aquino. O encontro se dá para uma discussão literária sobre um dos livros do Marçal. A cela representa o ponto máximo de exclusão social, a marca indelével de segregação legal do indivÍduo ao longo de sua história. No entanto, como tipo de contrapeso, a literatura não exclui nenhum indivíduo, promovendo sua incursão no mundo literário a partir de qualquer espaço. São estes espaços preenchidos pela literatura que trata o “Licença Poética”.

Lyz Parayzo: Artista do Fim do Mundo – Mostra Quintessência
Fernando SanTana/2019
15 minutos
Rio de Janeiro RJ
14 anos
Gravada no Rio de Janeiro, a obra independente acompanha o inicio da trajetória artística de Lyz Parayzo, artista visual que através de suas obras e performances, coloca em discussão qual o espaço da arte em um corpo não binário provindo da periferia. Lyz, tem o corpo como principal suporte de trabalho e sua performatividade diária como plataforma de pesquisa revelando o descompasso entre o que se diz, o que se faz, o discurso e a prática. Pela falta de autorização, pela intromissão, pela inclusão não desejada, questionando a escola livre que não permite se libertar, a galeria de arte que não inclui o não vendável, o espaço institucional que assimila a transgressão desde que já incorporada pelo sistema.

Malandro de Ouro – Mostra Miscelânea
Flávio C. von Sperling/2019
30 minutos
Belo Horizonte – MG
14 anos
“Na esperança do mais alto pedestal
O teu castelo ruiu
Numa poeira infernal”

Vinde como estais – Mostra Memorabilia
Rafael Ribeiro e Galba Gogóia/2019
15 minutos
RJ
Livre
2018. Em um clima pós-eleições, Kit Redstone desembarca na devastada Cidade Olímpica, Rio de Janeiro. Escritor, diretor e performer teatral radicado em Londres, Kit é um homem transgênero e vem ao Brasil com o objetivo de produzir uma peça teatral com atores transexuais no país que mais mata travestis do mundo. Durante o processo, conhecemos esses artistas e suas perspectivas sobre como é ser LGBTQI+ e artista em um cenário apocalíptico para as minorias sociais e produtores de cultura no país.

Nadir – Mostra Memorabilia
Fábio Rogério/2019
15 minutos
Aracaju / Sergipe / Brasil
10 anos

NewLife S.A. – Mostra Samaúma
André Carvalheira/2018
1hora e 19 minutos
Brasília – DF – Brasil
14 anos
Augusto é um jovem arquiteto bem-sucedido que planejou um grande condomínio em Brasília onde seus habitantes viveriam uma nova vida. Um condomínio com as virtudes de um homem novo, uma sociedade nova, o New Life. No entanto, a utopia de Augusto se choca com a realidade ao seu redor.

Metroréquiem – Mostra Memorabilia
Adalberto Oliveira/2019
13 minutos
Recife, PE – Brasil
14 anos
O cotidiano no metrô do Recife transcende os dias, mas nunca o corpo marginal.

Martelo, bigorna e estribo – Mostra Miscelânea
J.P. Moraes/2019
19 minutos
Rio de Janeiro-RJ-Brasil
14 anos
Luísa é uma técnica de som. Marina é uma atriz. As duas são vizinhas, separadas por uma parede que vai ficando cada dia mais fina.

Madalena – Mostra Fôlego
Fabio Ramos/2018
3 minutos
Macapá-Amapá-Brasil
Livre
O clipe “Madalena” produzido e dirigido pela Caribé Filmes, foi resultado da troca entre os trabalhos das MCs Deeh (AP) e Anna Suav (PA). O trabalho fala sobre o empoderamento de mulheres, fazendo alusão ao julgamento histórico vivido por elas, citando a representação bíblica de Madalena. O som instiga a reflexão sobre as cobranças de moralidade feitas exclusivamente à meninas e mulheres, sexualização dos corpos femininos iniciada na infância, emancipação financeira como alicerce do processo de empoderamento das mulheres negras.

Meu diário – Mostra Fôlego
Paulo Andrey/2018
20 minutos
Macapá – Amapá – Brasil
12 anos
Um diário … um segredo … uma dor! O que será que Elisabeth esconde em seu coração?

Oi, Colorida – Mostra Fôlego
Rodrigo Aquiles Santos/2018
2 minutos
Macapá-Amapá-Brasil
Livre
Video-promo do brechó Oi, Colorida. Final de 2018. Espaço. Luz policromática é vista por satélite. Energia intensa detectada e impossível de ser controlada por tecnologia avançada. Rebeldes! Pequenos pontos de luz movimentando-se como uma dança. Parecem humanos. Parecem artistas. Parecem meteoros. Parecem festa. Parecem querer dizer algo. E estão se comunicando com muito glamour. Reinventando regras, ressignificando conceitos. Concentrados e seguros na força da intuição. Alimentando-se de inspirações, inquietos por experiências. Motivados no SIMPLES fato de existir. Afinal de contas, seriam loucos? Por que vestem o que querem? se expressam como querem? Insistem e resistem? Por que tão LIVRES? E por que NÃO? Um grito ecoa no universo: ACREDITAR! Invasão iniciadíssima…

O Sorriso de Felícia – Mostra Quintessência
Klaus Hastenreiter/2018
17 minutos
Salvador/BA/Brasil
10 anos
Felícia está numa festa onde ser diferente trará punições inesperadas. Para fugir de sua situação, ela tem como arma a resistência.

Os que esperam – Mostra Memorabilia
PH Martins/2019
19 minutos
Vitória/ES/Brasil
Livre
Cidadãos do interior precisam passar por uma longa viagem num transporte público para receber tratamento médico na capital de seu estado.

Os Galibi-Marworno – Mostra Fôlego
Coletivo Galibi-Marworno de Audiovisual / 2019
20 minutos
Oiapoque – Amapá
Livre
Os Galibi-Marworno é um povo que vive nas Terras Indígenas Uaçá, Juminã e Galibi, no extremo norte do Brasil, estado do Amapá. O documentário é narrado pelos próprios indígenas em língua Kheuól, legendado em português, apresentando onde vivem e como vivem. A narrativa dos participantes gira em torno da preocupação das mudanças rápidas que estão ocorrendo com a cultura e a língua, atingindo principalmente os jovens. O documentário é o resultado do trabalho desenvolvido durante as oficinas de ‘Filmagem e Edição’ realizadas em setembro de 2017 e abril de 2018, no âmbito do projeto “Valorização das Línguas Crioulas do Norte do Amapá”, na aldeia Kumarumã pertencente ao povo Galibi-Marworno.

Os Karipuna do Uaçá – Mostra Fôlego
Coletivo Karipuna de Audiovisual/ 2019
20 minutos
Oiapoque – Amapá
Livre
Os Karipuna é um povo que vive nas Terras Indígenas Uaçá, Juminã e Galibi, no extremo norte do Brasil, estado do Amapá. O documentário é narrado pelos próprios indígenas em língua Kheuól, legendado em português, apresentando onde vivem e como vivem. A narrativa dos participantes gira em torno da preocupação das mudanças rápidas que estão ocorrendo com a cultura e a língua, atingindo principalmente os jovens. O documentário é o resultado do trabalho desenvolvido durante as oficinas de ‘Filmagem e Edição’ realizadas em setembro de 2017 e abril de 2018, no âmbito do projeto “Valorização das Línguas Crioulas do Norte do Amapá”, na aldeia Santa Isabel pertencente ao povo Karipuna.

Quando o Coração Parte Mais Alto – Mostra Fôlego
Ocorre/2019
3 minutos
Macapá /AP/ Brasil
Livre
A fotografia em estilo vintage apresenta os personagens compartilhando afetos pelas ruas da cidade valorizando o amor afrocentrado, laços afetivos mostrando diversas formas de amar valorizando a sensibilidade de pessoas negras em seus relacionamentos. Casais se perdem em tecnologias e redes sociais enquanto outros aproveitam os momentos na vida real.

Riscados Pela Memória – Mostra Muralha
Alex Vidigal/2018
20 minutos
Brasília – DF/ Brasil
12 anos
O dono de um sebo de discos, em meio a uma compra de LPs de segunda mão, se depara com algo que vai muito além de uma aquisição trivial.

Savanas do Amapá – Mostra Fôlego
Angélica Martínez/ 2019
16 minutos
Amapá/Brasil
Livre
O interesse pela conservação de uma espécie de primata em perigo de extinção levou a uma equipe de jovens até as savanas do Amapá. Ao escutar as histórias dos moradores locais sobre o passado e o presente, surgiram dúvidas sobre como será o futuro.

Sarrafo: Um ensaio sobre a vida – Mostra Samaúma
Gabriel Lima /2019
63 minutos
Campo Grande/MS – Brasil
Livre
O Saxofonista centenário Amintas José da Costa, mais conhecido como Sarrafo, foi testemunha ocular da história do Brasil no SÉC XX. Aos 100 anos de idade, o compositor e instrumentista tem muita história para contar sobre como sobreviveu a segunda guerra mundial e sobre a sua experiência com a censura durante o regime militar de 64. O filme
é uma produção independente da Grande Rio em que o diretor Gabriel Lima narra a vida do personagem através dos acontecimentos históricos pelos quais passou e faz uma reflexão a respeito do próprio fazer cinematográfico, como em um fio de contas, entrelaça os fatos históricos, com os fatos da vida do personagem e com as questões do próprio processo de produção, gerando um filme de documentário biográfico, mas que levanta questões sobre a memória e o esquecimento, a vida e a morte, a luta e a resistência, e censura e a liberdade.

Seu Joaquim – Mostra Fôlego
Raycilana Guedes/2018
16 minutos
Macapá – Amapá – Brasil
10 anos
Seu Joaquim, um aposentado viuvo que adora curti um baile da saudade com os amigos, nos mostra uma face da terceira idade que muitos fingem não enxergar.

Supremacia da Fumaça – Mostra da Muralha
Marcelo Mendes Gomes /2019
15 minutos
Vila Velha – ES – Brasil
10 anos
No ano de 2027 com a Grande Indústria no poder, as medições dos índices de poluentes tóxicos descartados no ar não acontecem mais. A próxima geração viverá um filme de terror.

Tupinambás – Vozes da Caminhada – Mostra Memorabilia
Rodrigo Brucoli/2019
15 minutos
Olivença – Ilhéus/BA – Brasil
Livre
Há 18 anos, todas as aldeias da terra indígena de Olivença, na Bahia, se reúnem na Caminhada Tupinambá. Suas vozes expõem a força dos mártires do passado e as principais lutas que os povos indígenas enfrentam hoje para poder exercer a sua identidade.

Uma parte de mim vive no útero (a outra fugiu de casa) – Mostra Quintessência
Leonard Collette e Mariana Silveira /2019
03 minutos
Covilhã – Castelo Branco – Portugal
10 anos
Um eu lírico busca pela soma de todas as suas partes fazer-se inteira. No entanto, o todo é maior do que a soma de todas as partes.

Volta Seca – Mostra Miscelânea
Roberto Veiga/2019
21 minutos
Petrolina, São Paulo – Pernambuco São Paulo – Brasil
Livre
Após 30 anos de sua partida, Marieta decide retornar à Volta Seca, povoado onde nasceu. Percorrendo paisagens familiares, ela mergulhará num resgate de memórias em busca do verdadeiro sentimento desta jornada.

Xandoca – Mostra Fôlego
Davi Marworno e Takumã Kuikuro/ 2019
20 minutos
Oiapoque /Amapá
Livre
Dona Alexandrina, também conhecida por Xandoca, é uma anciã indígena do povo KARIPUNA. Ela conta um pouco da sua história e da aldeia Santa Isabel, terra indígena UAÇÁ, no município de Oiapoque, no Amapá

Muito Obrigada à todos que se inscreveram no Festival! Somos o que somos porque vocês nos acompanham e confiam em nosso trabalho. O festival acontecerá de 26/01 a 01/02/2010.

O FIM é inevitável!

Fonte: FIM.

Audiovisual e criação digital: como a criatividade da OCA tem inovado as produções de vídeo em Macapá

Por Anita Flexa

Muito mais do que parceria nos negócios, é a amizade que une essa galera que está revolucionando o sistema de audiovisual e marketing digital de Macapá. Conversamos com os dirigentes da OCA – CRIAÇÃO E DIGITAL que, assim como a própria descrição diz “é uma agência com soluções criativas para o seu negócio”.

Com apenas um ano e quatro meses de atividade, os dirigentes, Lucas Penafort, publicitário e CEO, e Tiago Albuquerque co-diretor e editor de arte da OCA em entrevista ao portal Café com Notícia, falaram sobre a trajetória da empresa, desde quando se conheceram até as produções interestaduais que estão produzindo, além disso, deram detalhes sobre o videoclipe mais comentado dos últimos tempos: Julgamento, interpretado pela Mc Deeh em parceria com o rapper Pretogonista que foi gravado no residencial Macapaba.

Onde tudo começou?

Lucas: Bem, a OCA tem uns cinco anos da parte jurídica desde o início ela só tinha umas siglas para questão de CNPJ, mas tem um pouco mais de um ano que batizamos realmente a empresa de OCA. Queríamos um nome regional e fácil de falar. Surgiu a partir de um brainstorm (chuva de ideias). Inicialmente a nossa empresa trabalhava apenas com marketing digital, mas após cobranças de amigo de uma produção caseira de um vídeo, comecei a pensar em tornar a empresa uma produtora de audiovisual. E logo pensei, quando chegar esse boom de vídeos em Macapá, vamos sair na frente. E junto com o Tiago, fizemos o primeiro vídeo para uma amiga, e decidimos formar uma equipe voltada para a produção de vídeos. E assim, nós paramos com o trabalho de marketing digital e estamos seguindo produzindo vídeos para a internet.

Tiago: Depois que nos juntamos, começamos a produzir mais vídeos, tanto para televisão quanto para empresas privadas, inclusive fizemos um trabalho muito legal na produção do I Amapá Hackfest que foi um evento pelo Ministério Público do Amapá em 2018. Desde aí, não paramos mais e cada trabalho é bem vindo.

Como vocês se conheceram?

Tiago: Antes disso tudo, eu ganhava a vida como intérprete simultâneo e como professor de inglês, vivia viajando, passei cinco anos nessa profissão. Foi quando parei mais na cidade, comecei a focar no que eu sempre gostei de fazer, que são os vídeos, mexer com as câmeras, e depois de produzir alguns vídeos solo, eu fui chamado para produzir um clipe de uma amiga minha e do Lucas em comum, que na época não era a minha amiga, e foi assim que eu conheci o Lucas.

Lucas: A Jessy, (Jessy Abreu), era uma artista que estava começando na época e eu estava produzindo um vídeo para ela, estávamos filmando com celular e fazendo toda a produção com o material que tínhamos na época. E apareceu o Tiago, já havia visto uns vídeos dele, mas não o conhecia pessoalmente. E foi assim que chegamos até ele.

Tiago: Ah! É verdade, nem me lembrava. E aí me chamaram para produzir o vídeo, mas eu nunca havia trabalhado de fato com videoclipe, seria o primeiro que estava fazendo. Aí eu fui lá, dei meu catão, e depois eles editaram e eu fiz o material. Depois a Jessy chegou comigo e disse “Poxa Tiago, seria muito legal essa ideia você e o Lucas amadurecerem essa parceiria”. Mas eu tinha uma visão de filmaker, e qualquer pessoa que começa a gravar, editar e entregar o produto pronto é um filmaker, ele é um coringa que resolve o pipoco da situação. E então eu e o Lucas resolvemos “juntar as panelas”, as demandas começaram a surgir, mas, no entanto nós não estávamos organizados. E o Lucas, sem perceber, ele começou a me influenciar para ampliar os horizontes, organizar um prédio, equipamento. Começar do zero, e foi uma missão. O audiovisual é uma paixão nossa, e é algo que consome no mínimo cinco horas do meu dia.

E isso foi há quanto tempo?

Tiago: A OCA tem um ano e quatro meses. E as pessoas gostam do trabalho que a gente vem fazendo, depois do videocliope da Jessy, fomos trabalhar com o Hackfest, e nosso trabalho só vem crescendo.

E qual é o diferencial da OCA? Qual o motivo de ela estar fazendo tanto sucesso?

Lucas: Hoje as pessoas estão em busca de um conteúdo de qualidade que realmente converse e interaja com o público, vídeos que sejam inteligentes, e todos procuram uns vídeos que tenha a seguinte fala “Nossa, parece que essa produção nem é daqui”. E essa busca do material, do nosso estilo de produção, foi o que fez com o que fizéssemos um trabalho inédito e que chamasse atenção, até mesmo com os nossos cursos, que vamos falar daqui a pouco. As pessoas buscam conteúdo de qualidade em forma de vídeo.

Tiago: É uma relação, como a gente diz, de ‘tirar água de pedra’. A web permite um engajamento muito bem trabalhado para a sociedade, com a perspectiva que não seja ordinária, diferentemente de uma produção para a televisão. Um exemplo muito claro, a campanha que nós fizemos do setembro amarelo. Esses vídeos que produzimos foi um marco, queríamos fazer algum diferente e após um braisntorm chegamos à conclusão do ao invés de fazerem as pessoas pedirem ajuda se estiverem passando por problemas difíceis, porque não oferecer a ajuda? Ser a ajuda mesmo sem pedir. Então produzimos um vídeo de um minutinho e fomos direto ao ponto. É um dos meus vídeos preferidos, fomos pela cidade; dentro do ônibus, em outra cena temos um jantar e uma pessoa bem aérea no mundo ao seu redor e era a protagonista, e na hora que aparece a mensagem e ela está escrevendo a carta, eu entro em cena e digo “Corta!”, e entra a frase para explicar que na vida real não temos essa opção. Então são vídeos como esse que estamos produzindo.

Lucas: Hoje, esse vídeo é utilizado para palestras, em escolas e em diversos lugares para fomentar a causa do setembro amarelo.

Como é o sistema colaborativo da OCA?

Tiago: a equipe da OCA é dividida em cinco pessoas, temos a jornalista Vanessa Albino, o designer Caio Mendonça, o fotógrafo e produtor audiovisual Junior Maia, eu e o Lucas.

Como surgiu a ideia para o videoclipe Julgamento e como convencer os moradores do residencial Macapaba a participarem?

Lucas: Nós recebemos a visita, aqui nos estúdios da OCA, dos artistas Pretogonista e MC Deeh, e eles queriam que nós fizéssemos apenas imagens aéreas do Conjunto Habitacional Macapaba e nós topamos na hora para o clipe deles. E um imprevisto na gravação geral do clipe deles aconteceu, nós não sabemos exatamente o que foi, e nós acabamos responsáveis por fazer o trabalho para eles, e foi sensacional.

Tiago: Já estava tudo muito organizado e só faltava gravar. Eu nunca tinha gravado um clipe de Rap, e logo após fecharmos acordo comecei a estuda e pesquisar vários clipes internacionais e nacionais, uma das inspirações foram os clipes do Marcelo D2 e trazer esse conteúdo para a realidade que nós tínhamos lá no Macapaba. Depois de algumas conversas, pois eles deixaram bem à vontade para gente fazer o clipe, eu fui montando o roteiro e fomos para o Macapaba antes da gravação oficial. Fui fazer minha pesquisa de campo sozinho, fotografei cada canto e voltei com várias ideias e mandei um áudio para os clientes explicando como seria.

Lucas: No dia oficial da gravação do vídeo, pedimos autorização das pessoas que moravam lá para gravarmos, e filmamos algumas crianças e as casas. Ficamos dez horas seguidas coletando material e foi uma experiência sensacional, e o clipe teve um ótimo resultado tanto de finalização quanto do feedback de todos os expectadores.

Sobre os cursos

Tiago: A OCA tem uma visão clara, queremos abrir a mente das pessoas para saber o que elas estão consumindo, averiguar se realmente é um bom conteúdo ou se precisa de mais algum enredo ou técnica para aquele material ficar de boa qualidade. Então a ideia de fomentar o mercado é muito importante, capacitar as pessoas para entender um pouco desse marketing visual foi e é uma peça chave para a nossa equipe, e queremos que todas as pessoas tenham acesso à esse conhecimento. Por isso chegamos à conclusão de fazer um curso com duração de três dias de um curso básico em um valor mais acessível possível (R$ 200). Inicialmente iríamos fazer apenas uma turma, mas fez tanto sucesso, e as pessoas ficaram tão interessadas que tivemos que abrir quatro turmas. E em janeiro de 2020 vamos abrir um curso específico de Motion Designer, que consiste na animação de personagens para vídeos, as vagas serão limitadas a seis pessoas. A ideia de estar a tão pouco tempo no mercado e inovar com propagandas inteligentes, que tenham conteúdo e inovação para o audiovisual amapaense é a nossa principal missão.

Para conhecer alguns vídeos da OCA – CRIAÇÃO E DIGITAL: https://www.youtube.com/results?search_query=OCA+%E2%80%93+CRIA%C3%87%C3%83O+E+DIGITAL

Fonte: Café com Notícias

Alunos concluem 1º curta-metragem do curso de Teatro ofertado pelo Programa de Gratuidade do Sesc AP

As produções serão apresentadas no dia 12 de dezembro no Sesc Araxá.

O Sesc Amapá apresenta a exibição do 1º curta-metragem produzido e gravado pelos alunos do curso de Teatro ofertado pelo Programa de Comprometimento e Gratuidade (PCG) do Sesc Amapá. Desenvolvendo temáticas relacionadas à Música, Suspense e Dramas da vida, os alunos apresentaram suas produções no dia 12 de dezembro, às 19h, no Salão de Eventos do Sesc Araxá.

A produção cinematográfica representa o estudo inicial piloto, representando o conhecimento adquirido durante o curso de Teatro oferecido pelo Sesc Amapá. No curso, foram abordados: o estudo e compreensão de textos; autores teatrais; construção e caracterização de personagens; estudos de estruturação coreográfica; dramaturgia do
movimento; diálogos com a musicalidade; relação com o espaço cenográfico e interpretação para teatro e cinema e a compreensão do trabalho colaborativo e de cooperação em equipe.

Serviço:

Marcel Ferreira
Contato: (96) 98407-9956
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III Edição da Mostra Sesc de Cinema segue hoje, no Céu das Artes

Iniciada no último domingo (24), a III Edição da Mostra Sesc de Cinema segue nesta sexta-feira (29), a partir das 19h, no Céu das Artes . O evento tem como objetivo promover a difusão do circuito cinematográfico brasileiro, sendo uma iniciativa de valorização da produção audiovisual no país. Lançada em 2017, conta com representantes de todas as regiões, procurando ampliar o acesso da população a uma filmografia que expresse a diversidade da produção contemporânea. A entrada é gratuita.

Em sua terceira edição, a Mostra SESC de Cinema já se consolidada como um importante evento sobre a sétima de arte, principalmente pela seleção de curtas-metragens divididos por regiões do Brasil. De Norte a Sul, há narrativas e estilos para todos os gostos e estilos. E pelo que podemos observar, o foco do ano é sua diversidade identitária de possibilitar infinitamente a escolha-estágio do ser.

Programação:

Mostra Infantojuvenil
Dia: 29/11/2019
Hora: 19h
Local: Céu das Artes – Infraero II
Classificação: Livre

Mostra Região sudeste
Dia 27/11/2019
Hora: 19h
Local: Auditório da biblioteca Elci Lacerda
Classificação: 16 anos.

Mostra Região Sul
Dia 28/11/2019
Hora: 19h
Local: Auditório Da Biblioteca Elci Lacerda
Classificação: 16 anos

Especificações de cada filme separado por suas respectivas regiões:

Infantojuvenil

O MALABARISTA – GOIÂNIA (GO), 2018.
Direção: Iuri Moreno
Duração: 0:10:55
Classificação: Livre
Sinopse: Documentário em animação sobre o cotidiano dos malabaristas de rua, que colorem a rotina monótona das grandes cidades.

LILY’S HAIR – GOIÂNIA (GO), 2019.
Direção: Raphael Gustavo da Silva
Duração: 0:14:44
Classificação: Livre
Sinopse: Lily é uma garota negra que não gosta de seus cabelos. Com a ajuda de Caio, seu amigo cadeirante, tenta ter os cabelos do jeito que sempre sonhou.

A CÂMERA DE JOÃO – GOIÂNIA (GO), 2017.
Direção: Tothi Cardoso
Duração: 0:21:51
Classificação: Livre
Sinopse: Uma faixa de luz passa por uma pequena perfuração, e se faz imagem. João descobriu que fotografias são heranças.

POÉTICA DE BARRO – BELO HORIZONTE (MG), 2019.
Direção: Giuliana Danza
Duração: 0:06:12
Faixa etária: Livre
Sinopse: Bucólico, delicado e sensível, o curta-metragem Poética de Barro, animado em stop motion com argilas do Vale das Viúvas de Maridos Vivos e baseado nos trabalhos das ceramistas mineiras, retrata a saga de uma pequena criatura, que precisa sobreviver às vicissitudes da vida. Se todas as barreiras serão transpostas, apenas assistindo para descobrir.

CRAVO, LÍRIO E ROSA – RIO DE JANEIRO (RJ), 2018.
Direção: Maju de Paiva
Duração: 0:20:00
Faixa etária: Não recomendado para menores de catorze anos.
Sinopse: Cê, uma menina de oito anos, tropeça no cadáver de uma adolescente. A aparição do corpo muda drasticamente a vida de Cê e de sua irmã mais velha, Sara.

HORNZZ – RIO DE JANEIRO (RJ), 2019.
Direção: Lena Franzz
Duração: 0:05:00
Faixa etária: Livre
Sinopse: Como cada escolha reflete em nossas vidas? Através da narrativa surrealista de Hornzz, acompanhamos as escolhas e desafios da menina Lu, viajando por experiências únicas em cenários lúdicos.

REGIÃO NORTE

FRANCISCO – RIO BRANCO (AC), 2018.
Direção: Francisco Teddy Falcão
Duração: 0:19:57
Faixa etária: livre
Sinopse: FRANCISCO tenta viver a sua vida longe de tudo o que lhe faz lembrar um episódio específico na sua infância: a morte de seu pai, que fora vítima de um crime de ódio difícil de superar. Mas ao encontrar seus documentos antigos em arquivos velhos em casa, passa a entender o seu papel como homem negro e a importância da luta contra o racismo no Brasil.

O CÉU DOS ÍNDIOS DESÂNA E TUIUCA – MANAUS (AM), 2017.
Direção: Flávia Abtibol e Chicco Moreira
Duração: 0:26:03
Faixa etária: Livre
Sinopse: O documentário O Céu dos Índios Dessâna e Tuiuca tenta desvendar a astronomia indígena produzida por estas etnias amazônicas que acreditam no conhecimento do céu como saber complementar às suas vidas na terra. Com foco no diálogo entre gerações e a reinserção na tribo, jovens da Aldeia Cipiá, no Amazonas, voltaram a olhar para o céu – para as Constelações do Homem Velho, da Ema, da Surucucu… – com o projeto do pesquisador indígena Jaime Diákara, índio dessana, mestre em antropologia cultural. Com relatos de velhos sábios e recursos tecnológicos dos planetários móveis, os jovens pesquisadores indígenas vão redesenhar o céu visto por seus antepassados, numa fluida expedição pelo céu da Amazônia. Ciência e Poesia. Ciência e tradição. Os índios acreditam que somos uma cópia imperfeita dos nossos eus que moram no céu.

NO RIO DAS BORBOLETAS – MANAUS (AM), 2017.
Direção: Zeudi Souza
Duração: 0:21:00
Faixa etária: Não recomendado para menores de catorze anos
Sinopse: Quatro mulheres, um rio, uma jornada em busca de ajuda no grande rio amazonas.

A BESTA POP – BELÉM (PA), 2018.
Direção: Artur Tadaiesky, Fillipe Rodrigues e Rafael B Silva
Duração: 1:21:00
Faixa etária: Não recomendado para menores de dezesseis anos.
Sinopse: Em um futuro distópico durante o último dia que antecede o apocalipse, em meio a implementação de um governo totalitarista, fanatismo religioso e a alienação da sociedade, um grupo de jovens decide burlar o toque de recolher como forma de escapismo do tédio de suas vidas. Eles têm seus caminhos entrelaçados no melhor lugar para estar no fim do mundo, na festa A Besta Pop.

CHAMANDO OS VENTOS: POR UMA CARTOGRAFIA DOS ASSOBIOS – BELÉM (PA), 2018.
Direção: Marcelo Rodrigues
Duração: 0:13:49
Faixa etária: Livre
Sinopse: “Chamando os Ventos: por uma cartografia dos assobios”, é um documentário sobre a ação imaginante de chamar os ventos por meio de assobios. Dinâmica esta que envolve entretenimento, ancestralidade, afetividade, memória, imaginação. Nos relatos, os assobios alimentam o imaginário em sua comunicação com a energia fundamental que emana da natureza.

REGIÃO NORDESTE
MATEUS – RECIFE (PE), 2017.
Direção: Dea Ferraz
Duração: 1:19:20
Faixa etária: Livre
Sinopse: Dois palhaços, Jurema e Mosquita, num fusca 78, seguem para a Zona da Mata Norte de Pernambuco em busca dos palhaços da cultura popular: os Mateus, dos grupos de cavalo-marinho. Um documentário de busca, que faz do encontro a possibilidade de um cinema que entende o acaso como força criativa.

ILHA – MURITIBA (BH), 2018.
Diretor: Ary Rosa e Glenda Nicácio
Duração: 1:32:15
Faixa etária: Não recomendado para menores de dezesseis anos.
Sinopse: Emerson, um jovem da periferia, quer fazer um filme sobre a sua história na Ilha, lugar onde quem nasce nunca consegue sair. Pra isso, ele sequestra Henrique, um premiado cineasta. Juntos, eles reencenam a própria vida, com algumas licenças poéticas. O plano começa e a partir de então não há mais limites, afinal, cinema também é jogo.

AURORA – ARACAJU (SE), 2017.
Direção: Everlane Moraes
Duração: 0:15:00
Faixa etária: Livre
Sinopse: Um ensaio cinematográfico sobre as angustias que sofre uma mulher em três diferentes fases de sua vida. Uma peça teatral em que três mulheres reinterpretam seus conflitos em um palco abandonado, que simboliza o próprio sentido da vida.

AQUELES DOIS – CEARÁ, 2018.
Direção: Émerson Maranhão
Duração: 0:15:00
Faixa etária: Não recomendado para menores de doze anos.
Sinopse: Caio José tem 25 anos e é enfermeiro, Kaio Lemos tem 38 e é pesquisador acadêmico. Eles têm boa formação intelectual, amigos, família e em nada se diferenciariam dos tantos rapazes que vivem realidades similares não fosse pelo fato de serem homens transgêneros.

TIPOIA – MACEIÓ (AL), 2018.
Direção: Paulo Silver
Duração: 0:16:34
Faixa etária: Livre
Sinopse: Obra inacabada. Antes que seja tarde.

ESTRANGEIRO – JOÃO PESSOA (PB), 2018.
Diretor: EDSON LEMOS AKATOY
Duração: 1:55:00
Faixa etária: Não recomendado para menores de catorze anos
Sinopse: Elisabete (Cecilia Retamoza) viveu sua infância com seus pais na paradisíaca praia de Tabatinga, no nordeste do Brasil. Distante do contato com outras crianças, tinha em Daniela (Bruna Belmont) sua única amiga. Devido a um misterioso trauma, Elisabete abandona o seu lar e nunca mais permanece em um só lugar. Aos trinta anos, Elisabete anseia por uma identidade. Ela não se sente confortável em sua própria pele, uma estrangeira em seu mundo.

RASGA MORTALHA – SÃO DOMINGOS DO CARIRI (PB), 2018.
Diretor: Pattrícia de Aquino
Duração: 0:15:00
Faixa etária: Livre
Sinopse: Baseado na lenda da “Rasga Mortalha” , o filme conta a história de Seu Arlindo , um senhor que vive no interior da Paraíba e que passa a ouvir os rumores da vizinhança e os barulhos da coruja agourenta. Preocupado com a situação, Seu Arlindo passa a acreditar que a coruja está matando as pessoas do município, sendo assim, ele planeja a captura da ave, a fim de acabar de uma vez por todas com a tristeza da população local.

CENTRO-OESTE
ENTRE PARENTES – BRASÍLIA (DF), 2018.
Direção: Tiago de Aragão
Duração: 0:27:49
Faixa etária: Livre
Sinopse: Um ano após impeachment presidencial, Brasília recebe a maior mobilização indígena durante a 14ª edição do Acampamento Terra Livre, no final de abril. Enquanto isso, na mesma Esplanada dos Ministérios que abriga barracas de povos indígenas de todo o Brasil, parlamentares articulam uma agenda de retrocessos à causa indígena. Os parentes não deixarão de lutar.

A PRAGA DO CINEMA BRASILEIRO – BRASÍLIA (DF), 2018.
Direção: William Alves e Zefel Coff
Duração: 0:27:23
Faixa etária: Não recomendado para menores de dezoito anos.
Sinopse: Com a pedra da 3ª força, ZÉ DO CAIXÃO, retorna ao passado, na virada do milênio, no dia 2/2/2000 com a função de evitar o TERROR POLÍTICO do Brasil instituído pelo CAPETAL e seus canalhas CAPETALISTAS, infiltrados nos setores estratégicos e que arrastou o país para o 5º dos infernos com as bençãos dos boizebus, das diabas e dos satanazes dos 3 poderes. ZÉ DO CAIXÃO, abre um portal para os infernos do passado onde liberta antigos filmes sequestrados pelo Capetal, pois estes trazem a luz, as palavras dos profetas que tudo viram e que tudo sabiam.

PARQUE OESTE – GOIÂNIA (GO), 2018.
Direção: Fabiana Assis
Duração: 1:10:00
Faixa etária: Não recomendado para menores de dez anos.
Sinopse: Depois de ser vítima de violência do Estado, em Goiânia, Brasil, uma mulher reconstrói sua vida, transformando seu luto em luta para que todas as mulheres e homens possam viver em um mundo mais justo, em que os direitos humanos básicos, como o acesso à moradia, possam ser assegurados.

GUARÁ – GOIÂNIA (GO), 2019.
Direção: Fabrício Cordeiro e Luciano Evangelista
Duração: 0:20:34
Faixa etária: Não recomendado para menores de doze anos.
Sinopse: No cerrado habitam lobos-guarás e bandeirantes.

MAJUR – RONDONÓPOLIS (MT), 2019.
Direção: Rafael Irineu
Duração: 0:20:00
Faixa etária: Livre
Sinopse: Conheça Majur. LGBTQ+, indígena e chefe de comunicação em uma aldeia no interior de Mato Grosso.

QUILOMBO MATA CAVALO– NOSSA SENHORA DO LIVRAMENTO (MT), 2018.
Direção: Jurandir Amaral
Duração: 0:15:00
Faixa etária: Livre
Sinopse: No Quilombo Mata Cavalo, quilombolas distribuídos em seis comunidades resistem para preservar seus traços culturais, manter a integração comunitária e conquistar a regularização das terras herdadas de seus ancestrais.

REGIÃO SUDESTE
DA CURVA PRA CÁ – VITÓRIA (ES).
Direção: João Oliveira
Duração: 0:19:00
Faixa etária: Não recomendado para menores de dez anos
Sinopse: Dizem que, quando você está sonhando, a única forma de descobrir se é um sonho é acender a luz.

JÉSSIKA- RIO DE JANEIRO (RJ), 2018.
Direção: Galba Gogóia
Duração: 0:18:34
Faixa etária: Livre
Sinopse: Jéssika é uma travesti. Anos depois de deixar o interior do Nordeste, retorna para sua cidade natal. Nessa viagem, reencontra sua história e a si mesma.​

PLANO CONTROLE – BELO HORIZONTE (MG), 2018.
Direção: Juliana Antunes
Duração: 0:16:00
Faixa etária: Livre
Sinopse: O ano é 2016. Um golpe da direita derruba a primeira mulher eleita presidenta no Brasil. Nesse contexto político distópico, Marcela usa o serviço de teletransporte de seu celular para deixar o país, mas seu plano é controle.

REGIÃO SUL

ALMOFADA DE PENAS – FLORIANÓPOLES (SC), 2018.
Direção: Joseph Specker Nys
Duração: 0:12:17
Faixa etária: Não recomendado para menores de doze anos.
Sinopse: Logo após sua lua de mel, Alicia contrai uma doença inexplicável, enquanto seu marido Jordão presencia tudo de modo indiferente. Algo oculto a está enlouquecendo. A doença faz a jovem mulher mesclar a realidade com alucinações monstruosas.

EULLER MILLER ENTRE DOIS MUNDOS – CURITIBA (PR), 2018.
Direção: Fernando Severo
Duração: 1:16:04
Faixa etária: Livre
Sinopse: Euller Miller é um jovem indígena brasileiro da etnia kaiwá que sai de sua pequena aldeia nos arredores de Dourados (MS) para cursar odontologia em uma universidade pública na populosa capital do estado do Paraná. O filme acompanha sua complexa transição entre dois mundos contrastantes e a busca de novos horizontes que não impliquem na perda de suas raízes indígenas.

CATADORA DE GENTE – PORTO ALEGRE (RS), 2018.

Direção: Mirela Kruel
Duração: 0:18:18
Faixa etária: Livre
Sinopse: Catadora de Gente é Maria Tugira Cardoso. Há 30 anos a personagem do filme dedica sua vida a catação de lixo. O filme, através de um tocante depoimento, expõe as ideias a respeito da vida, dos preconceitos e da dura trajetória desta mulher, como tantas outras mulheres catadoras no Brasil. Com sua fala lúcida a respeito da vida e de suas complexidades, Tugira narra sua história e propõe ao espectador uma reflexão profunda sobre as desigualdades sociais do Brasil.

ISSO ME FAZ PENSAR – PORTO ALEGRE (RS), 2018.
Direção: Hopi Chapman
Duração: 0:24:53
Faixa etária: Livre
Sinopse: A rapper Negra Jaque, o slammer Pablo, o dançarino Julinho e o rapper Rael Real enfrentam desafios para sobreviver trabalhando com a cultura hip hop na periferia de Porto Alegre. Este documentário mostra o processo criatívo, as superaçoes e sonhos desta gurizada.

INFORMAÇÕES E AGENDAMENTOS: 3241-4440, RAMAL 239
SALA DA COORDENADORIA DE CULTURA NO SESC ARAXÁ