Parceria entre PMM e Cinépolis proporcionará sessão de cinema a alunos

Foto: G1 Amapá

A Secretaria Municipal de Educação (Semed) proporcionará nesta sexta-feira, 26, sessão de cinema aos alunos da Escola Eficaz. A atividade é proveniente de uma parceria entre Prefeitura de Macapá e Cinépolis. Estão sendo ofertados para este ano 7.500 ingressos para as crianças da rede municipal de ensino. A atividade tem como finalidade proporcionar a interação dos estudantes com o cinema, fundamental no processo de ensino-aprendizagem.

Serviço:

Data: 26/04 (sexta-feira)
Hora: 9h
Local: Cinépolis
Endereço: Rodovia Juscelino Kubitschek, nº 2141, Universidade

Karla Marques
Assessora de comunicação/Semed
Contato: 91192467

Sobre o filme Gremlins – Nostalgia cinematográfica

Gizmo

Os Mogwais são simpáticos bichinhos peludos que têm a aparência semelhante a uma mistura de morcego e coruja. Gizmo é o mais legal deles. Estas criaturas acompanham 3 regras que nunca podem ser esquecidas:

Ele não pode entrar em contato com a água; Mantenha-o longe da luz forte e Não importa o quanto ele chore, o quanto ele suplique, nunca, nunca o alimente após a meia-noite.

“Stripe”, líder dos Gremlins

Assim que tinha que ser, senão eles viravam os Gremlins. O “Stripe”, líder dos Gremlins, era o mais marginal deles. Ele tinha um cabelo moicano branco. Nos anos 80, comandou o caos no filme . As criaturas bebiam cerveja, jogavam pôquer, fumavam, dançavam break e detonavam com tudo. Muito firme!

Trailer do filme Gremlins, de 1984:

André Cantuária: meu candidato para conselheiro de Cultura, no segmento Audiovisual.

André Cantuária

André Cantuária é pré-candidato a conselheiro de Cultura, no segmento Audiovisual. Leiam a apresentação dele por ele mesmo:

Meu nome é André Cantuária, tenho 28 anos, sou filho do Seu João e da Janise, pai de três filhos, casado e produtor audiovisual.

Iniciei na área há quase 10 anos, trabalhando como assistente de edição de vídeo, era o responsável pela conversão de arquivos analógicos. Até esse momento, a música, minha primeira paixão, ainda estava no centro da minha vida, mas o trabalho, somado com a experiência do curso de jornalismo da Unifap, mudou meus planos.

Apresentei como conclusão de curso uma pesquisa acadêmica aprofundada sobre a produção audiovisual independente no Amapá, uma experiência que me permitiu conhecer realizadores, entraves e perspectivas.

Já fui assistente, editor, técnico de som direto, cinegrafista e diretor, conheço também as demandas técnicas e profissionais do setor audiovisual no nosso estado.

Hoje estou colocando meu nome como pré-candidato ao Conselho Estadual de Cultura pela cadeira do audiovisual. Conheço os nossos avanços do setor nos últimos anos, assim como sei que precisamos continuar caminhando, que não podemos retroceder.

Espero que este momento seja mais um de debates e construção no nosso segmento, por um audiovisual amapaense mais forte e de todos”.

André Cantuária

Meu comentário: acompanho o trabalho de André Cantuária há tempos. Ele é um cara talentoso, empenhado e comprometido. Já assisti algumas de suas produções e são porretas demais. Além disso, o cara possui o respeito até de quem está há anos na área, como o cineasta Thomé Azevedo. O trampo que André fez no DOC da Clicia Di Micelli foi impressionante. Enfim, estou na torcida pelo brother. Boa sorte, Cantuária!

Município levará 130 crianças autistas ao circo nesta quarta, 17

Foto encontrada no site Bem Tucuju

Nesta quarta-feira, 17, será dia de visita ao circo para cerca do 3 mil crianças de 11 escolas da rede municipal de Macapá, que, em parceira com a Associação de Pais, Amigos dos Autistas do Amapá, levará também para assistir ao espetáculo 130 crianças autistas. A atividade é para levar alegria e diversão à garotada.

A iniciativa é uma parceria da Prefeitura de Macapá e o proprietários do Ramito Circo, que nos meses de março e abril preparou uma programação especial para receber as crianças, com quatro apresentações especiais, disponibilizando 9.600 ingressos para o Município. Esta será a última apresentação dessa parceria e será dividida em dois turnos, manhã e tarde. Ao todo, cerca de 6.300 crianças já participaram da atividade.

Serviço

Data: 17/04 (quarta-feira)
Hora: 9h30 e 14h
Local: Ramito Circo

Karla Marques
Assessora de comunicação/Semed

Um dia de cão – Crônica experimental de Ronaldo Rodrigues

Crônica experimental de Ronaldo Rodrigues

Toda vez que leio Woody Allen fico tentado a me arriscar naquele estilo de texto: surreal, nonsense, insólito, sei lá, algo assim. Só sei que o carinha mexe com a minha vontade de escrever. Em todo caso, lá vai mais um texto, mesmo que seja somente exercício, inspirado nesse pirado. Leia. Ou não.

Quando o assaltante apontou seu revólver em minha direção, mudei de calçada. Como ele atravessou a calçada e insistiu em me assaltar, mudei de assunto:
– Sou capricorniano!

O assaltante não aceitou aquele argumento, ao que, imediatamente, parti para outro:
– Sabe o que é? Eu não gosto muito dos filmes do Tarantino! Paciência…

Novamente, o assaltante fez sinal de pouco caso. Aí, arrisquei minha última tentativa:
– Eu sou pré-diabético!

O assaltante descartou todos aqueles argumentos, o que, convenhamos, não eram muito fortes mesmo, e a este último ele respondeu rispidamente:
– O que eu tenho a ver com isso? Eu não sou médico!

Ele tinha razão nesse ponto, ainda que eu ache os preços praticados pelos médicos, muitas vezes, verdadeiros assaltos.

A cena continuou, sem que o policial que passava pelo local, levando seu poodle a passeio, tenha esboçado qualquer tentativa de resolver aquele impasse:
– É que estou de folga hoje. É aniversário do meu cachorrinho e prometi a ele que não seria violento hoje. Somente hoje.

Vi logo que teria que sair daquela situação por meus próprios meios, se possível sem uma fratura exposta ou algo tão excitante quanto. Tentei fazer aquilo que sempre vejo nos filmes da TV: pedir socorro até que apareça um super-herói vindo do planeta Krypton, que ache válido livrar a cara de um um sujeito tão desprezível quanto eu.

O assaltante poupou meu trabalho desferindo uma coronhada na minha cara de panaca, o que fez molhar de sangue a sarjeta e me enquadrar nas infrações que um cidadão não deve cometer, como sujar de sangue uma sarjeta recém-reinaugurada com fins eleitoreiros.

Ainda tentei me levantar e sair andando usando minhas próprias pernas, mas o poodle do policial, nervoso com aquela cena, enfiou os dentes no que restou da minha cara. O policial não gostou de ver seu pet se servindo de carne de terceira e descarregou toda a munição de seu revólver em minha carcaça.

Antes de meu suspiro final, agradeci o fato de o policial, naquele dia, não estar tão violento.

THE END

Crianças do Residencial Mestre Oscar participam de projeto Cinema de Rua

Cerca de 100 crianças do Residencial Mestre Oscar Santos participaram no fim da tarde de terça-feira, 9, do projeto Cinema de Rua, coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e do Trabalho (Semast). O filme exibido foi Detona Ralph 2, que conta a história do mais famoso vilão dos videogames, e Vanellope, sua companheira atrapalhada, ambos iniciam mais uma arriscada aventura. Dessa vez, a missão é achar uma peça reserva para salvar o videogame Corrida Doce, de Vanellope.

Com olhinhos vidrados, Jorge Cristiano Rodrigues, 12 anos, não tirava um só minuto os “olhos da tela”. “Muito legal poder assistir a esse filme. Estou acompanhado dos meus amigos da rua de casa, já quero que chegue o próximo mês para vermos outro filme”, comemorou.

O projeto tem o intuito de proporcionar momentos de lazer, cultura e entretenimento junto à comunidade que reside no local. “É importante que as crianças também tenham acesso a esses projetos. Muitos não têm a oportunidade de ir ao cinema. Então, trouxemos o cinema até eles, mesmo não sendo a mesma telona. Fazemos com que se sintam bem. O Cinema de Rua acontece todo mês e já foi levado aos residenciais São José e Jardim Açucena, e pretendemos levar ao Mucajá”, explicou a coordenadora do Plano de Desenvolvimento Sócio Territorial, Karen Priscila da Silva.

Além de curtir o filme, a criançada se deliciou com pipoca e refrigerante, lanche servido a todos que estavam presentes. A finalidade do PDST é integrar as famílias em um ambiente harmônico, onde possam se respeitar e viver em comunidade. O plano está baseado na promoção da participação social, na melhoria das condições de vida e efetivação dos direitos sociais dos moradores.

Assessoria de Comunicação/Semur
Contato: 99903-5888
Fotos: Max Renê

Como Mestre Yoda falar devemos, mas falar assim fácil não será!

Yoda, o grande mestre Jedi, é uma das figuras mais marcantes da cultura pop. Mestre Yoda foi um guerreiro extraordinário da Ordem Jedi mas, acima de tudo, um professor que marcou gerações de fãs da saga. Seus pensamentos filosóficos foram ensinamentos emblemáticos do cinema, e ensinaram muito a Luke e ao público sobre disciplina, dedicação máxima e a Força.

Yoda falava uma versão incomum do Básico. Ele usualmente colocava os verbos (principalmente verbos auxiliares) após o objeto e do sujeito (um formato objeto-sujeito-verbo).

Cheguei à conclusão que seria muito mais prático se falássemos todos como o Yoda, colocando a ideia central – o que interessa – no início da frase, e o sujeito no final. Muito mais simples seria, se todos os Humanos assim falassem. Prática esta ideia irão achar. Resistentes a esta sugestão não devem ser, uma maior compreensão dos assuntos as pessoas iriam atingir.

Exemplos de fala de Yoda:

“Quando 900 anos você tem, ter aparência boa difícil é”.

“Aliada minha é a Força. E poderosa aliada ela é.”

“Por 800 anos treinei eu jedi. A mim decidir cabe quem treinado deve ser. Um Jedi precisa um profundo compromisso ter. A mente mais séria.”

“Iniciada, a Guerra dos Clones está.”

“A tempestade está piorando, temo eu.”

“Em um estado sombrio nós nos encontramos… um pouco mais de conhecimento iluminar nosso caminho pode.”

“O medo é o caminho para o Lado Escuro. O medo leva à raiva, raiva leva ao ódio; ódio leva ao sofrimento. Eu sinto muito medo em você.”

“Gelada, esta cerveja está!”

“Comigo cabreiros eles ficaram.”

Se expressar assim legal é e como Mestre Yoda falar devemos, mas fácil não será!

Estranheza, sentem vocês? Fácil é a adaptação, achar isto vocês irão em breve. Mais divertidas as conversas se tornariam, mais cedo o assunto perceberíamos e reduzida a especulação seria, muitas discussões desnecessárias evitar-se-iam assim. Pensar nisto devem vocês, mais prático, direto e interessante seria, não concordam vocês comigo?

Que a Força esteja conosco!

“Don’t You Forget About Me” (“Não se Esqueça de Mim”) – A Geração John Hughes (Por @RicardoMacapa)

Salve, pessoal !! Estou por aqui para compartilhar umas experiências que tive um tempo atrás com relação à música e cinema…

Às vezes o saudosismo me bate forte… E no final de 2014 fui surpreendido por um documentário que estava passando na HBO, “Don’t You Forget About Me” é o título desse documentário… Que retrata a vida e obra de John Huges, o qual não conhecia até ver aquele bendito documentário (vergonha…rsrs!).

Sinto-me envergonhado, pois não sabia que se tratava de uma pessoa que foi muito importante na minha adolescência… John Hughes foi criador, diretor, produtor e roteirista de inúmeros filmes que marcaram aquela fase de minha vida (e de muitos que vivenciaram os anos 80)… Filmes como “Gatinhas e Gatões”, “Mulher Nota Mil”, “A Garota de Rosa Shocking”, “Clube dos Cinco” (“The Breakfast Club”) e “Curtindo A Vida Adoidado” (“Ferris Bueller’s Day Off”), este último, meu preferido… Hughes se tornou referência do gênero teen movies dos anos 80.

A internet é algo incrível… Tantas coisas que vi, escutei e vivenciei antes dela, e só agora é que estou descobrindo do quê e de quem se tratava… Esse é o caso de John Hughes… Não sou cinéfilo, mas gosto demais de assistir filmes, e conheço alguns caras do cinema, os mais famosos pelo menos… George Lucas, Spielberg, Tarantino (porém, quem não os conhece, né??? rsrs !!!)… Mas John Hughes não… eu deveria tê-lo conhecido antes de sua morte em 2009… É algo que vou demorar pra me perdoar…

O referido documentário foi lançado no mesmo ano da morte de Hughes, e foi idealizado por um grupo de fãs desse gênio, que conhecia como poucos a alma e os corações dos adolescentes da década de 1980…

Em 2010, um filme fez grandes referências a Hughes: “A Mentira” (“Easy A”), protagonizado por Emma Stone (ruivinha muito linda)… Muito bom esse filme, recomendo! Ele não passou nos cinemas tupiniquins, e foi direto pras locadoras aqui no Brasil em 2012 ou 2013, não lembro bem…. Mas recomendo os dois, tanto o filme quanto o documentário…

A Mentira (“Easy A”):

Don’t You Forget About Me (Documentário):

O Documentário explica muita coisa que aconteceu na vida de Hughes… Uma delas foi o sumiço repentino dele de Hollywood, ficando recluso em sua cidade natal até sua morte… Muitos dizem que foi devido a muitas crítica negativas sobre os filmes dele feitas por alguns ‘críticos’ de cinema norte-americanos (uns babacas)… Algumas pessoas tem dificuldades de lidar com isso… Principalmente pessoas mais sensíveis…

Outra curiosidade que vi também no documentário: Hughes escolhia pessoalmente as músicas para compor a trilha sonora de seus filmes… Assim ele escolheu “Don’t You Forget About Me” do Simple Minds para fazer parte da trilha de “Clube dos Cinco” (“The Breakfast Club”), e que acabou virando o título do documentário em sua homenagem… E convenhamos, o cara tinha um bom gosto musical…

Simple Minds – Don’t You (Forget About Me):

 

Mas continuando meu praguejamento: como posso não ter conhecido o criador, produtor e roteirista de “Curtindo A Vida Adoidado” ??!!!… Parafraseando Mestre Yoda: falha minha imperdoável essa é… Como já disse, esse é meu filme preferido do universo Hughes, e acredito que seja o favorito de muitos também… Quem não viu alguma vez esse filme na Sessão da Tarde? A Globo cansou de passar, acho que só não passou mais do que “A Lagoa Azul”… rsrs :p !!!

“Curtindo A Vida Adoidado”, pra mim, foi um marco no estilo de fazer esse tipo filme… Quando Ferris Bueller (Matthew Broderick) vira pra câmera e começa a falar com você, é de espantar!!! rsrs! E fora a trilha sonora que é maravilhosa (escolha de Hughes, é claro)… Duas cenas são marcantes neste filme, com relação a trilha sonora. Para maioria a número 1: Na Parada da cidade – com “Twist And Shout” (Beatles); e para mim a número 2: Cena do Museu – com “Please, Please, Please (Let Me Get What I Want)” (The Smiths), mas com performance de The Dream Academy… Num instrumental que é de arrepiar!! Essa cena do museu marcante pra mim…

“Twist And Shout”:

“Please, Please, Please (Let Me Get What I Want)”:

Bom, é isso galera… Quem sabe começo a me perdoar, pois agora já sei quem foi John Hughes, e o quanto ele foi importante em minha vida, e na vida de muitos, acredito eu… Um abraço e Valew!!

* Ricardo Ribeiro, amigo apaixonado por Cinema e Rock’n’roll.

Moedas e Curiosidades – “Do Inferno” – Por @SMITHJUDOTEAM

Por José Ricardo Smith

Tenho em minha coleção quatro moedas inglesas, três de prata 925 e uma de bronze, de uma época bastante conturbada em Londres com a presença do famoso serial killer Jack, o Estripador, e recentemente adquiri uma “Graphic Novel”, que traduzindo para o português significa “Romance Gráfico”, ou seja, é uma história produzida em quadrinhos. “Do Inferno” é uma série de histórias em quadrinhos escrita por Alan Moore e ilustrada por Eddie Campbell, publicada originalmente de forma seriada entre 1989 e 1996, e lançado em formato único em 1999.

Em 2001 foi lançado o filme “Do Inferno”, que utilizou a publicação de Alan Moore & Eddie Campbell como inspiração, que se passa em 1888 e a cidade de Londres vive um horror sem precedentes, principalmente aqueles que vivem em Whitechapel. Lá mora Mary Kelly (Heather Graham) e seu grupo de amigas, que vivem sendo hostilizadas pelas gangues locais e são obrigadas a se prostituir para sobreviver. Até que uma das companheiras de Mary, Annie (Katrin Cartlidge), é repentinamente seqüestrada, com este acontecimento logo seguido pelo brutal assassinato de Polly (Annabelle Apsion). Desconfiando que tais acontecimentos sejam na verdade uma “caçada” às garotas de Whitechapel, o caso chama a atenção de Frederick Abberline (Johnny Depp), um brilhante e perturbado inspetor de polícia.

Centenas de “Pub’s” – os típicos bares londrinos – se estendiam pela região de East End, a prostituição era a ocupação mais comum. Grande parte da população feminina era obrigada a se prostituir para sobreviver em meio à miséria. O sexo era praticado em pé no meio da rua, em quintais ou becos pouco iluminados, pois dessa forma as mulheres ganhavam mais tempo para novos clientes e não precisavam gastar com aluguel de quartos. O aluguel de um quarto por uma única noite custava 5 pennies, cada prostituta costumava cobrar 3 pennies (o preço de um pão) por um programa, que em geral não durava mais que alguns minutos. Boa parte das mulheres recorria ao álcool como meio de fuga da realidade deplorável. O gim era consumido com generosidade pelas prostitutas e também por seus clientes, que na maioria dos casos estavam tão bêbados que não conseguiam consumar o “ato”.

Jack, o Estripador tinha um ritual básico para matar. Ele estrangulava as vítimas, e também usava uma faca para cortar a artéria carótida (o que provocava a morte instantânea) e depois realizava diversos cortes nas regiões do abdômen, dos genitais e da face. Nenhuma das mulheres tinha sinais de estupro.

Uma carta, cujo título é “From Hell” (Do Inferno), é considerada uma das mais prováveis a ter sido enviada pelo próprio criminoso. Isso porque ela estava dentro de uma caixa que continha um rim.

Em Londres, ainda hoje é possível fazer um “Tour” pelos locais relacionados aos assassinatos de Jack, o Estripador.

Assista ao trailer do filme: 

* José Ricardo Smith é professor e numismático.

Inter Amazônias: uma Fronteira Musical: Clicia Di Micelli agora é Mestra e quem ganha com isso é a Cultura do Amapá

Foto: Márcia do Carmo

Durante dois anos, a professora, servidora pública e produtora cultural, Clicia Vieira Di Miceli, esteve mergulhada em pesquisas, estudos e viagens. O empenho e dedicação dela, que é apaixonada pela música e cultura do Amapá, resultou na aprovação de sua dissertação para mestrado, anteontem (16), na Universidade Federal do Amapá (Unifap), por meio do Mestrado Profissional em Estudos de Fronteira.

A Banca avaliadora, hiper-qualificada, foi formada pelo professores Jodival Maurício (orientador), da Unifap; Lucas Panitz, da Universidade do Rio Grande do Sul; Marie-Françoise Pindard, da Universidade da Guiana Francesa e Joseph Handerson, da Universidade Federal do Amapá.

Foto: Márcia do Carmo

Sim, a querida amiga agora é Mestra e seu trabalho resultou num belíssimo resultado da pesquisa, e um documentário sobre a relação musical entre Amapá e Platô das Guianas.

Denominado “Inter Amazônias: uma Fronteira Musical”, o doc discorre sobre a música tradicional e contemporânea do Amapá e Guianas. Entre os pontos do documentário, que focou na geografia musical da Amazônia (um elo perdido com o Brasil do outro lado do rio Amazonas), estão as origens da musicalidade, vasto acervo de canções e artistas, produção de instrumentos e indumentárias dos povos da floresta não só cantam, mas que dançam e completam esse arcabouço cultural.

Foto: Márcia do Carmo

Os aspectos da riqueza musical, que Clicia pontou, explicam o quanto a Amazônia amapaense tem parte de sua base sonora nas Guianas. As semelhanças dos ritmos musicais do Amapá e do Platô das Guianas é incrível.

Tudo no documentário é lindo. Desde sua abordagem, trilha sonora, riqueza de conteúdo e edição (palmas para o amigo André Cantuária).

Foto: Márcia do Carmo

Outra coisa muito legal foi ver todos os entrevistados lá na plateia, torcendo pela defesa. Um grupo de pessoas formado pelos maiores nomes da música do Amapá. Coisa linda mesmo.

Nossa (e deles) fantástica sonoridade ritualística aliada a imagens sensacionais fazem de “Inter Amazônias: uma Fronteira Musical”, um documentário essencial, não somente para a comunidade acadêmica, mas para nossa sociedade.

Foto: Márcia do Carmo

Como em tudo que se propõe a produzir (seu amor pela música e arte em geral a fez ativista da causa), a pesquisa de Clícia resultou em um material audiovisual e textual que consegue elucidar o quanto diferentes culturas e de matrizes religiosas variadas se entrelaçam musicalmente. Pois sua diversidade e clareza sobre o intercâmbio entre povos é de grande valia para a memória do nosso patrimônio imaterial. Um trabalho que se tornou um filme cheio de tradição, folclore e amor. A nós só resta aplaudir de pé.

Foto: Márcia do Carmo

“Os fatos folclóricos só são autênticos quando feitos pelo povo” – Hélio Pennafort.

Claro que depois a gente festejou a vitória de Clicia!

Elton Tavares – Jornalista que conheceu Clicia em 1989, quando ambos estudaram juntos e está orgulhoso da amiga.

Pelo quarto ano, festival no AP vai premiar o melhor espetáculo curto de teatro com R$ 3 mil

Experimento cênico ‘Nós entre Nós’ foi o vencedor do 3º Festival Curta Teatro — Foto: Captta/Divulgação

Por Carlos Alberto Jr

Já é tradição. Pelo quarto ano consecutivo vai acontecer no Amapá o Festival Curta Teatro, uma mostra competitiva que premia, com R$ 3 mil, o melhor espetáculo curto inédito de teatro, além de outras categorias que têm produções do estado. As inscrições, ao preço de R$ 50 por produção, estão abertas e seguem até 31 de março, na sede do Conselho Estadual de Cultura ou pelo e-mail [email protected]

As produções de companhias, coletivos, produtores e artistas independentes serão apresentadas no palco no Teatro das Bacabeiras, em Macapá, entre os dias 23 e 27 de abril. Mesmo com a proposta de ser uma programação para estimular o teatro local, artistas de todo o país também podem se inscrever na competição.

Em 2018, a “Cia de Artes Tucuju” venceu o concurso, com a peça “Nós Entre Nós”. Organizado pela Cia. Ói Nóiz Akí. O festival em 2019 também terá a apresentação de espetáculos convidados, de debates, seminários, mesas redondas e oficinas livres.

Curta teatral “Entre Seres”, da Cia. Trecos InMundos concorre no Festival Curta Teatro, no Amapá — Foto: Festival Curta Teatro/Divulgação

Podem participar da mostra competitiva produções autorais inéditas de curta duração, entre 10 e 15 minutos, de qualquer linguagem cênica.

O 4º Festival Curta Teatro também vai premiar os melhores em processo cênico, direção, concepção sonora, caracterização, dramaturgia, ator, atriz, ator coadjuvante e atriz coadjuvante. Os vencedores levam o Troféu Creuza Bordalo, mais certificado.

Outras informações sobre a mostra competitiva e a ficha de inscrição podem ser encontradas no regulamento do 4º Festival Curta Teatro.

Serviço:

4º Festival Curta Teatro
Dias: de 23 a 27 de abril
Inscrições: até 31 de março
Local de inscrições: Conselho Estadual de Cultura do Amapá (Avenida Cora de Carvalho, nº 1842, bairro Santa Rita), em horário comercial.

Fonte: G1 Amapá

Moedas e Curiosidades – “O Rei Gago” – Por @SMITHJUDOTEAM

Por José Ricardo Smith

Em minha coleção tenho cinco moedas: duas de prata 500, duas de níquel-latão e uma de cupro-níquel, que homenageiam um interessante rei inglês.

Albert Frederick Arthur George nasceu em 14 de dezembro de 1895, era o segundo filho do Rei George V, foi uma criança com vários problemas de saúde: era descrito como “facilmente assustável e propenso às lágrimas”, além de ter gagueira e problemas estomacais crônicos. Extremamente tímido e constrangido por sua gagueira, Albert – como ainda era conhecido – sempre esteve à sombra do irmão Edward.

O Rei George VI foi um dos monarcas mais queridos e adorados do Reino Unido. A verdade é que o Rei George VI nem deveria ter sido monarca. Quando seu pai, George V, faleceu em 1936, a coroa foi destinada ao seu irmão mais velho, Edward. Este, porém, abdicou do trono por conta de um romance com uma americana já divorciada, Wallis Simpson – um verdadeiro escândalo na Família Real.

Coube a George VI, então um desafio duplo: restaurar a fé do povo na monarquia e guiar o país durante a Segunda Guerra Mundial. O rei teve que driblar uma gagueira e sua inabilidade social para liderar a Inglaterra em um dos seus momentos mais difíceis.

Em 2010 foi lançado o filme: “O Discurso do Rei” (ganhador de 4 Oscars), que retrata as dificuldades do rei com sua gagueira. Em uma das ótimas passagens do filme o monarca está na sala de projeções do Palácio de Buckingham com sua esposa, a rainha Elizabeth (que mais tarde ficaria conhecida como a rainha mãe), e as filhas Elizabeth (hoje a rainha Elizabeth II) e Margaret. Ao aparecer na tela a imagem do ditador alemão Adolf Hitler numa fala inflamada ao povo germânico, uma das meninas perguntou ao pai: “o que ele está dizendo? ” George VI respondeu: “não sei, mas é algo muito bem dito”. A ironia, tipicamente britânica, esconde um duplo sentido. O primeiro diz respeito à postura da Inglaterra em relação ao avanço nazista, ao se mostrar indecisa até a invasão da Polônia. O outro sentido que traduz o lado humano dos poderosos, George VI era um rei gago e, por isso, demonstrava a sua admiração pela desenvoltura com que Hitler pronunciava os “erres” que marcam o seu idioma. Não que o rei se atrapalhasse com esses fonemas, pois sua maior dificuldade se dava com as palavras iniciadas pela letra “k”, e a mais famosa delas justamente “King” (rei).

É interessante destacar que, durante toda a guerra, o Rei George VI e sua esposa permaneceram em Londres, no Palácio de Buckingham, apesar dos bombardeios que a cidade sofria. No decorrer da guerra, o casal real viajou por toda a Grã-Bretanha, visitando os locais destruídos pelas bombas.

Na manhã do dia 6 de fevereiro de 1952, o Rei George VI foi encontrado morto em sua cama. Ele faleceu precocemente, aos 56 anos de idade, vítima de uma trombose coronária durante o sono.

Assista o trailer do filme “O Discurso do Rei”:

* José Ricardo Smith é professor e numismático.

Maratona de Game of Thrones na Biblioteca Pública

A Associação Pop-Cultural do Amapá (Ápice) fará uma Maratona de Game of Thrones na Biblioteca Pública antes da estréia da última temporada.

Serão sete domingos, um para cada temporada:

24/02
03/03
10/03
17/03
31/03
07/04
14/04

Será de 14h até 20h, com entrada franca.
Em alguns domingos, também teremos a participação do grupo “Jogos Off Macapá” com o jogo de tabuleiro de Game of Thrones para quem quiser jogar enquanto rola a maratona.
É só aparecer.

Fonte: Blog do Ivan Carlo

Oportunidade para atrizes e atores amapaenses: produtora seleciona elenco para 1º telefilme de ficção produzido no Amapá

A produtora independente Castanha Filmes selecionará atrizes e atores para compor o elenco de “Super Panc Me”, que será o primeiro telefilme de ficção produzido no Amapá. Os interessados deverão se inscrever no link: https://goo.gl/forms/FZmVK8a0BGE4PIuP2

As vagas são para mulheres nas idades de 20 a 30 anos; 40 a 50 anos e de 60 a 80 anos. Homens na faixa dos 20 a 30 anos e 40 a 50 anos. A data limite para inscrições é esta terça-feira (12).

O filme foi selecionado no I edital de Audiovisual do Governo do Estado do Amapá. A iniciativa fruto de uma parceria entre governo estadual e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) cujo objetivo é impulsionar a produção audiovisual amapaense.

Mais informações sobre pelo e-mail: [email protected] e na fanpage da Castanha Filmes: https://www.facebook.com/castanhafilmes/