Feliz aniversário, Rita Torinha! – @RitaTorrinha

Com a Rita, em 2013 e 2015.

Hoje aniversaria a jornalista, editora do portal de notícias G1 Amapá, excelente revisora, especialista em assessoria de comunicação institucional e cultural, esposa do Preto Velho da Amazônia (jornalista e também amigo Rodnei Silva), mãe dedicada da Bebelle, pior cantora de redação da galáxia (por conta do repertório, que fique registrado), além de querida amiga deste editor, Rita Torrinha.

Em 27 de abril de 2010, comecei a trabalhar na Comunicação do Governo do Amapá. Rita também entrou no mesmo dia. Aquela foi uma das melhores equipes que integrei e dividi uma redação. Eu e Torrinha tivemos alguns problemas de relacionamento e depois nos tornamos amigos, de fato. Sim, nós já nos detestamos, mas já tempo que ela é broda. É como diz o adágio popular: a gente troca juventude por sabedoria.

Com a Rita, em fevereiro de 2017.

Voltamos a trabalhar juntos em 2013, na assessoria de comunicação da Prefeitura de Macapá e a coisa fluiu bem. Nossos caminhos se cruzaram várias vezes e quase sempre com muita parceria e brodagem. Além da maravilhosa mãe e jornalista caralhenta que é, Torrinha também foi por muito tempo uma das revisoras do meu site.

Eu e Rita não vivemos juntos e nem somos confidentes, mas sim, somos amigos. E ela é do meu coração, pois tenho certeza que se rolar um perrengue com um de nós e o outro puder ajudar, assim será. Tenho gratidão, respeito, admiração e amizade por ela.

Eu e Rita em 2018. Amizade!

Por tudo dito/escrito acima e mais uma porrada de batalhas vencidas junto com ela, desejo tudo de melhor nessa vida para a Rita Torrinha. Mana velha, que sigas com saúde, pois tu te garantes no trabalho e o sucesso é consequência. Que tenhas sempre alegrias junto da tua família lindona.

Mais uma vez, obrigado pela força na jornada. Que Deus te ilumine sempre. E que essa data se repita por muitos julhos festivos. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Como escrever um texto polêmico (vai na fé)

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Faz tempo que aprendi como escrever um texto polêmico e “cool”. Você contextualiza e detona o objeto que já está na pauta do momento. Sim, pega carona com a merda que já está na palheta (implantação da pena de morte no país, diminuição da maioridade penal, legalização do aborto e maconha, enfim, atualidade, política, religião, pessoas, música, etc…). Sim, textos de revolta, sangue nos olhos e tals. Ou crônicas dúbias, mas inteligentes (o problema é que nem todo mundo entende a segunda opção).

Desenvolvimento: durante o artigo ou crônica, esmiúça um “porém” e descreve alguma hipocrisia de ordem genérica, absolvendo o objeto. Com falsidade, claro. Ah, use frases de impacto. Tipo => como disse Bill Gates : “O sucesso é um professor perverso. Ele seduz as pessoas inteligentes e as faz pensar que jamais vão cair” ou Oscar Wilde, quando disse que ”o descontentamento é o primeiro passo na evolução de um homem ou uma nação”. Isso sempre funciona.escrevendo

Ah, faça perguntas? O sistema é falho, portanto deixa brechas para críticas no bandão. Aliás, falar mal é sucesso garantido!

Já na conclusão, você moraliza no formato bunda-mole tipo: “um tapa na cara da sociedade”. Todo mundo, aliás, é bunda-mole, em algum aspecto, claro. Só não aqueles que concordarem com este texto (Rá!).

Por fim, você pega o embasamento de alguma pessoa consideradona no meio de comunicação para o epílogo e afirma que aquele é o melhor texto produzido sobre o tema.homer de rocha

Claro que, brincadeiras à parte, devemos criticar, discernir e entender as coisas como elas são, de fato. Ver o mundo de outra ótica, a dos que não querem que a verdade venha à tona. Então, textos polêmicos são mais que necessários. O importante é seguir questionando os fatos e acontecimentos ao nosso redor. Seguimos discordando, sempre. E fim de papo!

A desobediência é uma virtude necessária à criatividade” – Raul Seixas

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Revisor (agradeço aos amigos que melhoram o meu texto)

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Hoje é o Dia do Revisor e Dia do Diagramador. Pesquisei bastante, mas não encontrei o motivo da data ser comemorada em 28 de março no Brasil. Porém, gostei de saber que existe um dia dedicado a esse fundamental profissional que lê textos à procura de possíveis deslizes do autor, atuando como fiscal da língua. É ele que atenta à ortografia, à sintaxe, à pontuação e à coerência, apontando o que deve ser ajustado aos padrões gramaticais. Um dos pioneiros na profissão de revisor foi o escritor brasileiro Machado de Assis.

dia do revisorSegundo o Decreto-Lei nº 972, de 17 de outubro de 1969, que regulamenta a profissão de jornalista, uma das funções que pode desempenhar é a de revisor. Ele é um profissional paciente, atento e que domina o português (ou seja lá a língua/idioma escrito ao qual corrige falhas textuais de outras pessoas). Sem curso superior específico, a função de revisor é normalmente desempenhada por quem é formado em Comunicação Social ou Letras, podendo trabalhar em uma redação de jornal ou revista, editoras de livros e em empresas de tradução.

“Define-se a revisão de texto como as interferências no texto visando à sua melhoria. Essas mudanças podem atingir palavras, frases ou parágrafos e ocorrem por cortes, inclusões, inversões ou deslocamentos. A pessoa encarregada dessa tarefa é chamada de revisor de textos, cujo papel é verificar, com o editor da matéria, orientador ou coautores, se há erros de ortografia, se a matéria está corretamente direcionada aos fatos citados, entre outros. Tratando-se de um processo de autorrevisão, as mudanças são feitas pelo próprio autor sem a ajuda de colega ou do revisor” – Wikipédia.

revisorApesar dos corretores ortográficos instalados em computadores, o revisor é essencial para qualquer redação jornalística. É ele que lê e relê os textos à procura de palavras e frases escritas de maneira inadequada.

Tenho muitos amigos que são excelentes revisores. Eles são a rede de proteção dos equilibristas redatores.

Mas hoje agradeço de todo o coração os meus revisores favoritos, que me ajudam na correção de textos do trabalho e para este site. São eles: Jaci RochaMarcelle Nunes (Celle), Gilvana SantosMariléia Maciel. Também sou grato às amigas Rita Torrinha e Denise Muniz, que já deram essa força, além do saudoso Tãgaha Luz (in memorian), o meu principal revisor, mestre e amigo vários anos.

Obrigado a todos vocês por melhorarem o meu texto, muitas vezes cheio de erros de digitação, concordância ou simplesmente deixá-lo mais “suave”. Grato mesmo. Valeu, queridos!

Elton Tavares

* Fontes: Calendar Brasil, Wikipédia e O Dia da História.

Feira Cultural no Colégio Amapaense é neste sábado (19) – (resgate da memória e os 70 anos do C.A)

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Colégio Amapaense – Foto: Elton Tavares

Acredito que nove entre dez pessoas que estudaram no Colégio Amapaense é apaixonado pela escola. É o meu caso. O velho “C.A.” completará 70 anos no dia 25 de janeiro de 2017. Para celebrar a data e resgatar a memória da tradicional instituição de ensino, um grupo de professores que trabalha lá organiza uma ação para a comemoração destas sete décadas grandiosas.

O evento do “Jubileu de Vinho” do C.A. contará com uma Feira Cultural e Científica que inicia neste sábado (19), a partir das 8h e encerra a noite do mesmo dia com uma programação com o cantor Zé Miguel.

“Estamos buscando toda a história do Colégio Amapaense, queremos resgatar a memória da instituição que faz parte da história do estado”, ressaltou o professor Marcos A. Távora de Mendonça”.

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Meu querido “CA” – Foto: Elton Tavares

Vocês ainda podem ajudar. Para depoimentos, falar com a professora Rivianne (991490665), que está coordenando o jornal dos alunos. Para doações em dinheiro, uniformes, etc, falar com os professores Marcos (981243517) e Socorro (99066004).

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Colégio Amapaense, ainda sem a outra metade, nos anos 50. Foto cedida pelo jornalista Edgar Rodrigues.

A iniciativa visa arrecadar fotos, depoimentos de ex-alunos e ex-professores, dinheiro (doações de qualquer quantia) para benfeitorias no C.A., e o que mais seja relevante para este resgate histórico da escola que já foi modelo no Amapá. A comissão organizadora está recebendo as doações no próprio Colégio, onde o doador assina seu nome e a quantia doada (eu já fiz a minha) para a programação de 70 anos da escola, uniformes antigos e tudo o mais que possa fazer o resgate. O mutirão prevê melhorias no velho e bom C.A.

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Projeto do expositor para os troféus das conquistas do CA nestes 70 anos

O idealizador do projeto, professor Marcos, disse que os troféus conquistados pelo C.A ao longo dessas sete décadas de existência estão se perdendo. Que muitas dessas peças foram localizadas em diferentes ambientes do Colégio, mas que precisam de um lugar próprio dentro da instituição. A iniciativa prevê a construção de um expositor em madeira e vidro para tal.

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Eu e o professor Marcos, idealizador do projeto – 07-11-2016

Sinto saudade da velha turma, daqueles dias incríveis vividos nos anos 90 e da contribuição do Colégio Amapaense para a minha formação educacional, formação do caráter e amizades inesquecíveis. Aprendi muitos valores morais naquela época. A escola precisa ser homenageada, toda essa bagagem histórica precisa virar documentário e o resgate é fundamental para a memória do C.A. e do Amapá. Portanto, vamos ajudar.

Elton Tavares – Jornalista e aluno da turma de 1990 a 1996

Programa radiofônico transmitido há mais de 40 anos deve ser declarado patrimônio cultural imaterial do Amapá

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Para marcar o Dia Nacional da Imprensa, celebrado nesta quarta, 1 de junho, o deputado estadual Pedro DaLua protocolou o projeto de lei 155/2016 que declara o programa de rádio “Sua Excelência o Domingo” como patrimônio cultural imaterial do Amapá. O programa é apresentado por Jota Ney há mais de quatro décadas.

Jota tem mais de 50 anos de profissão como radialista e o carro-chefe de sua história no rádio, Sua Excelência “O Domingo”, que foi ao ar pela primeira vez na extinta Rádio Educadora São José de Macapá no início da década de setenta, conta hoje com mais de 40 anos. A Rádio Educadora, aliás, foi fundada em 15 de agosto de 1968.

João Silva, irmão do radialista, e que também já participou da bancada do programa, relata como tudo começou:

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O padrinho forte que sobrou a brasa da ideia até virar uma grande língua de fogo foi José Moacir Banhos de Araújo (“A Discoteca da Saudade”), vendo que a cidade estava triste, sem um programa de rádio que levasse entretenimento às famílias de Macapá. O Moacir queria um programa alegre, que desse uma cara alegre para nossa cidade, ou seja, que incentivasse os bailes sociais, os concursos de beleza, os clubes, o futebol, o carnaval, o marabaixo, o batuque, as tradições do povo amapaense. A tudo isso o J.Ney acrescentou o seu conhecimento sobre a história da cidade, suas figuras populares e mais: música no capricho, samba, muita informação colhida nas ruas, nas praças, no contato direto com o ouvinte, na hora em que o fato estava acontecendo. O ‘arrastão’ do rádio deu certo, como se vê. O programa está no ar quase 50 anos. Depois da R.E passou pela Rádio Cidade, pela RDM, pela Rádio Antena-1 e agora é transmitido dos estúdios da Rádio Diário-FM, sem perder a alegria, a popularidade, a diversidade de informação, o olhar atencioso sobre a nossa cidade, sem deixar de exigir o que ela merece, o que merecem os seus habitantes”.

Assessoria de Comunicação Social do Deputado Pedro DaLua

Twitter: Dez anos no ar!

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Hoje, dia 21 de março, é aniversário do Twitter. O microblog apaga dez velinhas e tomou conta de todo o mundo com aquela pergunta tola: O que você está fazendo? Eu duvide-o-dó que os inventores do ‘passarinho’ – os americanos Biz Stone, Evan Williams e Jack Dorsey – achavam que a ideia ia dar tão certo.

O certo mesmo é que muita gente não vive sem Twitter, e eu sou uma delas. A formidável troca de informação, aliada ao resumo do resumo de uma notícia, me levou a apostar na rede social.how-to-email-tweets-directly-from-twitter-s-website-692a5ff817

O dicionário mostra duas definições para Twitter: “uma pequena explosão de informações sem importância” e “pios de pássaros”. Segundo os fundadores, ambas as definições eram perfeitas.

Ao contrário do que alguém escreveu aqui sobre o Twitter, ele é sim uma ótima ferramenta de trabalho. Como rede social também. Conheci muita gente boa e hoje me relaciono com elas no mundo real.

twitter22É claro que há informações inúteis, mas é fácil você solucionar essa: pare de seguir o idiota! Se ele/a continuar a insistir, bloqueie, ora! Fico louca quando alguém me diz que não gosta porque há muita “leseira” – idiotice, em amazonês. Leso é quem insiste em ler bobagens tendo a opção de não o fazer!

Pra finalizar, é bom que se diga que até o The Boss deste site aderiu Twitter. Deve ser porque é um ótimo difusor de informações, ou ele viu que há coisas irreversíveis.

De qualquer maneira, segue eu! Twitter.com/JucaraMenezesAM. Até mais!

Juçara Menezes, jornalista manauara, ex colaboradora deste site e amiga querida deste blogueiro.

Meu comentário: Mesmo o principal assunto dos tuiteiros brasileiros ser a programação da TV, a rapidez da informação e o alcance é fenomenal. Confesso que a ideia de escrever em somente 140 caracteres não me agradava nem um pouco, mas há tempos reconheço a importância do microblog para a comunicação.twitter.jpg2

Pena que no Amapá, ele é muitas vezes palco de guerra política. Até eu mesmo participo dos embates, afinal, faz parte da coisa. Ah, não me importo de perder seguidores, o famigerado “unfollow” ou ser bloqueado. Para mim, o importante é dizer o que é preciso, sempre. Acho que essa fórmula deu certo, pois possuo mais de dois seguidores. Tomara que a ferramenta continue nos enriquecendo e divertindo.

Elton Tavares (@eltonvtavares)

Porreta: canal de humor ‘Fora de Rota’ aposta na regionalidade no Macapá

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Grupo volta com novos vídeos em 2015. Foto: Reprodução/Facebook

Por Diego Oliveira

Você já ouviu a frase: “Uma câmera na mão, uma ideia na cabeça”? Bem, os jovens macapaenses Paulo Rafael e Hélder Ramon investiram no audiovisual para criar o canal Fora de Rota. Atualmente, o grupo cresceu e o Portal Amazônia entrevistou a equipe para saber como é fazer humor na região Norte.

Em 2011, Paulo e Hélder assistiam aos youtubers PC Siqueira e Felipe Neto, então surgiu neles a vontade de desenvolver um projeto voltado para o humor. “Compramos uma câmera e começamos a gravar, as ideias vinham sempre e os elogios também, mas a dificuldade de fazer vídeos e principalmente postar eram nossos maiores obstáculos, mas não desistimos, ficamos um ano e meio parados e agora voltamos com tudo”, contou Paulo.

No início, as produções davam trabalho. A câmera não era profissional e o computador lento. A solução para driblar os problemas era o bom humor, principalmente no momento da edição, um dos mais terríveis. Porém, a qualidade dos vídeos subiu, depois de a equipe investir em equipamentos melhores. Em 2015, o Fora de Rota chegará reformulado para os internautas amazônidas.

Atualmente, o canal tem a participação de Benny Lobato, responsável por assuntos voltados para o mundo gamer e Mateus Lima abordando questões profissionais e aconselhando os internautas. O público feminino será representado Gabi Boomer, que fala de séries e cosplayers. Além de vlogs, o grupo também participará de eventos na capital do Amapá e continuará a produzir esquetes de humor.

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Foto: Reprodução/Facebook

Assuntos da terra

O tema preferido deles? A regionalidade. Paulo e Hélder já abordaram o assunto, como por exemplo, nos vídeos ‘Macapá, Políticos e Égua!’, ‘Brega, Melody e Calypso’ e ‘O que aconteceu com o Fora de Rota’, mas o destaque ficou para a produção ‘Não sou das tuas índias’ que alcançou a marca de cem mil acessos e dois mil compartilhamentos no Facebook.

Por causa da fama, os integrantes do Fora de Rota passaram por situações no mínimo inusitadas. ‘Já aconteceu de um mototaxista ser fã do canal e me levou para a faculdade de graça. No caminho, conversamos sobre os vídeos e ele sabia todos os nosso bordões (risos). Outra vez, desci do ônibus e uma garota ficou todo da nervosa, depois vi uma marcação dela no twitter falando que havia me encontrado”, lembrou Paulo.

O retorno

De acordo com Hélder, o Fora de Rota é uma mistura de formatos. Os internautas poderão acompanhar o amadurecimento do canal que conta com mais entrevistas, sátiras sociais, novos personagens, sempre mostrando o regional e global. E, o público terá um papel fundamental na nova temporada. “A interação é a palavra de ordem, voltamos até com desafios que o público mandará para nós. Teremos também sorteios, leitura de horóscopo e bastante humor”, disse.

Fonte: Portal Amazônia

 

Crível Comunicação e Cultura


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