Após sucesso do videoclipe da música “Passa, Tchonga”, cantor João Amorim faz show para a gravação ao vivo de seu DVD

Após o estrondoso sucesso do videoclipe da música “Passa, Tchonga”, o cantor amapaense João Amorim fará um show, marcado para às 20h do dia 8 de dezembro, no Teatro das Bacabeiras, quando será gravado ao vivo seu DVD, que contará com a referida música e outras canções do artista.

Os ingressos para o show custam R$ 20,00 (primeiro lote) e estão a venda pelo aplicativo WhatsApp nos contatos: 98139-4322 e 981267631. Ou pelo Direct da rede social Instagram (@joao_amorim) e Inbox no www.facebook.com/joaoamorimoficial .

“Passa, Tchonga”

“Passa, Tchonga” foi lançado no dia 1º de novembro e muito bem recebido pelo público amapaense, brasileiro e gringo.

Com locação na noite de Macapá, na orla e periferia da capital amapaense, com características da população local, o videoclipe da canção (composição de João Amorim e Paulo Bastos) fo assinado pelo diretor Henrique Santos, com roteiro de João Amorim e Mariana Andrade, além da produção de Thomé Azevedo, Richard Monteiro e Marcos Martins.

João Amorim

João Amorim é considerado a nova cara da música popular da Amazônia para o Mundo. A poesia musicada do artista aproveita os mais variados ritmos brasil-amazônicos, como o marabaixo, baião, batuque, salsa, funk soul, rumba e baladas eruditas. Entre os prêmios já conquistados, o Festival de Música da AABB, Sescanta Amapá 2010, 2012, 2016 e 2017 além da segunda colocação no Festival Lourenciano de Interpretação da Canção (FLIC) em 2017.

O cantor de renome compõe desde os 17 anos e apresenta mais de 40 composições no decorrer de sua trajetória artística, João Amorim marca as noites com seu encanto e simpatia ao cantar, contagia e interage com o público, fazendo o papel de um artista completo ao passar emoção com sua belíssima voz, entonando todos ao redor.

João Amorim é PHODA. Quem conhece o seu trabalho sabe que, além de talentoso músico, cantor e compositor, é uma das pessoas que fazem a cultura acontecer, pois é também organizador da Roda de Bandaia (que dissemina Marabaixo e Batuque) e incentivador de todas as expressões artísticas amapaenses. Sucesso ao artista!

Serviço:

Show de lançamento do DVD “Passa, Tchonga”, de João Amorim
Local: Teatro das Bacabeiras, no centro de Macapá.
Data: 08/12/2018
Hora: a partir das 20h.
Ingressos: R$ 20,00 (primeiro lote) e estão a venda pelo aplicativo WhatsApp nos contatos: 98139-4322 e 981267631. Ou pelo Direct da rede social Instagram (@joao_amorim) e Inbox (bate papo ) no Facebook, na página oficial do músico: www.facebook.com/joaoamorimoficial

Elton Tavares

Semana da Consciência Negra terá shows, celebrações, caminhada e oficinas no AP

Por John Pacheco

A memória e cultura dos povos afros serão celebradas em Macapá com uma grande programação que inicia nesta terça-feira (20) e segue até o sábado (25), com diversas ações entre shows, oficinas de marabaixo, apresentações culturais, culminando com a celebração da tradicional Missa dos Quilombos, que acontece na sede da União dos Negros do Amapá (UNA), no bairro Laguinho, berço da ocupação negra na capital.

Além da programação na UNA, acontece nesta terça-feira, a partir de 16h, a caminhada Zumbi dos Palmares, promovida pelo governo estadual. O percurso inicia na Praça Barão do Rio Branco e segue pelas ruas do Centro. O tema deste ano é “Resistir é a arte mais profunda do meu povo!”.

Dentro da programação oficial, elaborada pela Comissão dos Representantes das Comunidades Tradicionais, estão incluídas, além do Encontro dos Tambores, atividades externas em escolas e órgãos públicos, o concurso do mais belo negro e mais bela negra do Amapá, além de movimentos culturais de reggae e capoeira.

Programação completa

Foto: Márcia do Carmo

Dia 20 (terça-feira)

Local: União dos Negros do Amapá (UNA)
19h às 20h30 – Celebração da Missa dos Quilombos com o Padre Aldenor Benjamim
Atrações: Grupo de Dança Afro Zimba, Grupo de Dança Afro Baraká, Banda Afro Base
21h – Batuque: Filhos do Curiaú e Associação Folclórica e Quilombo São Pedro dos Bois
21h30 – Marabaixo: Raízes do Marabaixo Infantil e Grupo Raízes do Marabaixo
22h – Marabaixo: Associação Cultural São Sebastião e Grupo Folcórico do Ajudante
22h30 – Marabaixo: Grupo de Foliões de São Benedito e Grupo de Marabaixo São Sebastião do Igarapé do Lago
23h – Marabaixo: Grupo de Marabaixo São João do Matapi e Grupo de Marabaixo São José do Matapi
23h30 – Marabaixo: Grupo Afro Cultural Marabatuque e Grupo da Gungá
0h às 0h30 – Tambou Kréyol (Caiena)

Foto: Márcia do Carmo

Dia 21 (quarta-feira)

19h às 21h – Movimento capoeira
21h – Concurso “A Mais Bela Negra e o Mais Belo Negro”

Dia 22 (quinta-feira)

19h – Religiosidade Matriz Africana

Foto: Márcia do Carmo

Dia 23 (sexta-feira)
20h – Marabaixo: Dica Lemos (Comunidade Areia do Matapi) e Grupo de Jovens do Marabaixo Renascer
20h30 – Marabaixo: Grupo Folclórico Herdeiros dos Marabaixo da Campina Grande e Grupo de Marabaixo Manoel Felipe
21h – Marabaixo: Grupo da Comunidade Quilombola do Ambé e Grupo Folcórico São José do Mata Fome
21h30 – Marabaixo: Grupo de Dança Cultural Berço do Marabaixo e Azebic
22h – Marabaixo do Pavão e Marabaixo São José
22h30 – Grupo Folclórico Tia Joaquina e Grupo Irmandade São Benedito do Mazagão Novo
23h às 0h – Movimento Reggae

Missa dos Quilombos é um dos pontos altos da programação — Foto: Gabriel Penha/Divulgação

Dia 24 (sexta-feira)

20h – Marabaixo: Grupo Folião da Nossa Senhora da Piedade do Carvão e Associação Cultural São Tomé
20h30 – Marabaixo: Associação Cultural Raízes da Favela – Dica Congó e União do Devotos de Nossa Senhora da Conceição
21h – Marabaixo: União Folclórica São Sebastião da Ilha Redonda e União Folclórica de Campina Grande
21h30 – Marabaixo: Grupo Folclórico de Marabaixo Tia Sinhá e Associação Cultural Torrão do Matapi
22h – Marabaixo: Dança do Amapá – Grupo Ancestrais e Movimento de Jovens Afrodescendentes do Amapá
22h30 – Batuque: Associação Folclórica Santo Antônio e São Benedito e Batuque Malocão do Pedrão
23h – Marabaixo: Marabaixo do Maruanum e Grupo Tradicional São João do Maruanum 2
23h30 às 0h – Banda Negro de Nós

Fonte: G1 Amapá

Macapá: a terra do batuque e do marabaixo (Fique por dentro de dois projetos culturais da Universidade Federal do Amapá)

Ilustração do artista plástico amapaense Dekko. Sob o título “Macapá no Forte”

Por Luana Silveira

Macapá é a capital do Estado do Amapá, repleta de belezas naturais, de comidas típicas com gostos marcantes, povo hospitaleiro e de uma cultura muito forte. Solo tucuju povoado pela miscigenação de índios, negros e por pessoas de alma artística. Não é preciso conhecer muito a região para saber que a arte faz parte da construção da história dessa cidade. As rádios locais emanam as vozes dos cantores mais antigos aos mais atuais, de Osmar Júnior à João Amorim, de Patrícia Bastos à Deyse Pinheiro.

O professor do curso de pedagogia da Universidade Federal do Amapá, João Nascimento Borges Filho possui dois projetos de extensão dentro da UNIFAP e ambos com o mesmo propósito, de enaltecer e divulgar a produção musical amapaense. O primeiro deles é o programa radiofônico, transmitido em tempo real, intitulado “Especial MPA”, o qual convida aos estúdios da rádio universitária, músicos, cantores e compositores regionais visando à propagação de sua arte. E aproveitam o espaço para descrever suas experiências a partir do início de suas carreiras, até as histórias mais recentes vividas por eles.

Arte e comunidade acadêmica

Existe ainda o projeto confeccionado pelos acadêmicos do curso de Pedagogia em união com o professor João Borges, que acontece a cada dois meses no espaço cultural “Professor Nonato Leal”, nome designado em homenagem ao aclamado violonista amazônida. O objetivo principal da iniciativa é envolver a comunidade acadêmica com os mais variados segmentos artísticos, tendo em vista que muitas vezes os acadêmicos não detêm alto poder aquisitivo para frequentar eventos que possuem um custo um pouco mais alto. Sendo assim, a facilidade em encontrar um acontecimento cultural, que mescla ritmos amazônicos com a literatura, as artes plásticas e o teatro totalmente gratuito dentro da própria universidade, torna ainda mais acessível a cultura local.

A arte está atrelada às mais diversas manifestações exercidas pelo homem e pode variar de acordo com a sociedade, o idealizador do projeto afirma:

O pedagogo esclarece a importância da fomentação artística por parte do poder público, visando a realidade desfavorável dos artistas regionais, que utilizam do seu próprio dinheiro para custear a realização de solenidades festivas. “Ainda é muito incipiente essa contribuição, em função do legado e da importância que a arte tem para a formação cultural de um povo.”, esclarece o professor. Essa foi a nossa dica de hoje! Conheça mais e explore a cultura do nosso estado, tão rico e tão diverso! Aproveite!

Fonte: Blog Fica a Dica

https://ficadicaap.wixsite.com/ficaadicaamapa?fbclid=IwAR20BLtKuwGwLymrIDskLGMyR0T8PfLu2xOd38IgYq9SY3AcVdRWPLu3w7E

* Luana Silveira é acadêmica de jornalismo da Universidade Federal do Amapá – UNIFAP é uma das sete editoras do Fica a Dica (Aliás, recomendamos este blog).

Roda Gaia, Danças Circulares dos Povos, no Museu Sacaca

Neste domingo (25), de 10h às 12h, na Praça de Etnias do Museu Sacaca, vai rolar Roda Gaia, com o grupo de Danças Circulares dos Povos. O encontro contará com os focalizadores (coreógrafos) de Danças Circulares Lena Mouzinho e Mauro Oliveira, de Belém Do Pará (PA). A entrada será franca.

Sobre o Roda Gaia e o grupo de Danças Circulares dos Povos

A Roda Gaia, grupo de Danças Circulares dos Povos, surgiu com a proposta de três amigos de difundir essa forma de contato cooperativista tão rica e graciosa que é dar as mãos e dançar. Esses gestos levam a um processo de troca de boas energias, relaxamento, reflexão, gratidão e alegria do individuo com ele mesmo e com o outro. Além do fato de também nos proporcionar conhecer uma extensa diversidade cultural das danças populares e regionais dos povos do mundo.

A missão é criar vastas relações de amizades com pessoas de qualquer raça, sexo, cor, idade, religião e/ou orientação sexual, elas são o grande diferencial que torna tudo possível, cultivando-as e proporcionando sempre nossos olhares um ao outro incentivando cada pessoa a buscar seus gestos e suas formas de se movimentar e a partir disso reinventando nossa relação com a natureza e o mundo.

Assista ao vídeo da canção Retina (Consuelo de Paula e Rubens Nogueira). CD Dança das Rosas de Consuelo de Paula. Coreografia de Lena Mouzinho:

Serviço:

Roda Gaia e o grupo de Danças Circulares dos Povos
Data: 25 de novembro de 2018 (domingo).
Local: Museu Sacaca
Hora: das 10h às 12h.
Entrada: franca

Elton Tavares

Loja Maçônica Duque de Caxias terá programação especial no Dia Nacional do Samba

O Dia Nacional do Samba é celebrado em 2 de dezembro. Para comemorar a data e confraternizar com seus membros, a Loja Maçônica Duque de Caxias preparou uma programação especial, que será realizada de 10h às 18h, em sua sede campestre.

De acordo com o Venerável Mestre da Duque de Caxias, Pedro Aurélio Penha Tavares, a programação, contará com apresentações musicais do Grupo Pilão e Chiquinho Santarém, com muito Samba, claro.

Além disso, vai rolar um Bingo (com cartelas à venda por somente R$ 10,00) com diversos prêmios. Também serão comercializados feijoada, churrasco, refrigerante, cerveja e água.

A área de lazer da sede campestre estará disponível para práticas esportivas e acesso à piscina.

Origem do Dia Nacional do Samba

O Dia do Samba foi criado em homenagem ao sambista Ary Barroso, compositor da música “Na Baixa do Sapateiro”, uma ode à Salvador, capital da Bahia.

O vereador baiano Luís Monteiro da Costa foi quem instituiu a data, marcando o dia em que Ary Barroso visitou a Bahia pela primeira vez, em 1940.

O Samba se transformou em símbolo de identidade nacional. E essa programação aí está excelente. Recomendo!

Serviço:

Evento: Comemoração do Dia Nacional do Samba
Local: Sede campestre da Loja Maçônica Duque de Caxias, no Complexo do Araxá.
Data: 02 de dezembro de 2018.
Hora: de 10h às 18h.
Cartela do Bingo: R$ 10,00.
Mais informações pelo telefone: 96-9972-0312 (Pedro Aurélio).

Elton Tavares

Cervejas especiais: Banca Rios Beer com estoque renovado

A Banca Rio’s Beer, loja de cervejas especiais, está com seus estoque renovado. Os amantes da bebida mais popular do mundo sabem o que é o prazer de saborear uma boa cerveja. As melhores São Weiss’s, IPA’s, Pilsen’s, Stout’s, Porter’s, witbier’s, entre tantos outros tipos na carta diversificada da casa.

Sobre a Banca Rios Beer

A Banca Rios Beer é sucesso de público e crítica. Aberto em 2016, o estabelecimento é especializado em cervas especiais. A loja possui uma grande clientela de cervejeiros que apreciam seus produtos e atendimento de alto nível. Com ambiente agradável, o espaço é ideal para um happy hour com amigos.

Os proprietários Leandro Chiesa e Lilian Ferreira, assim como o colaborador da casa, Kleuson Costa, fazem do atendimento da Banca Rio’s Beer uma gentileza, parece que estamos na casa de amigos. Aliás, meu caso é assim mesmo (risos).

A loja possui uma diversidade de cervejas especiais nunca vista antes deste lado do Amazonas, com rótulos nacionais e importados. No local você encontra marcas premiadas em diversos festivais especializados, do tipo artesanais e importadas, com sabores exóticos que agradam a todos.

Você já conhece a Banca Rios Beer? Se não conhece e gosta de cerveja, vale a pena uma visita. Se sim, já sabe a qualidade das cervejas e da loja. Bora lá!

Serviço:

Banca Rios Beer (com estoque renovado)
Horário de funcionamento: de 18h às 0h.
Endereço: na Avenida Henrique Galúcio, n. 1644.

Informações:

Lilian Ferreira: 96 98128-8081
Leandro Chiesa: 96 99147-6773
Kleuson Costa (Fritz): 96 98110-0784
Instagram: @bancariosbeer
Facebook: https://www.facebook.com/bancariosbeer/?fref=ts

Elton Tavares

Exposição literária de Millôr Fernandes e Paulo Leminski segue até o dia 30 de novembro, no Sesc Amapá

O Sesc Amapá abriu, no último dia 29 de outubro, na unidade Sesc Centro, a exposição literária dos poetas Millôr Fernandes e Paulo Leminski. A mostra segue aberta para visitação até o dia 30 de novembro.

A exposição é gratuita e conta com um vasto acervo repleto de poesia. A partir desta iniciativa, o público tem a oportunidade de conhecer mais sobre a vida e as obras dos escritores e poetas.

Na exposição, os poemas de Leminski são retratados pelo ilustrador, artista plástico e músico Fábio Dudas. Seu trabalho em pintura baseia-se na figuração da realidade e da ficção, nas memórias de infância, na interpretação do cotidiano e na imaginação. Já a obra de Millôr é apresentada com seus hai-kais e desenhos

Sobre os artistas

Millôr Fernandes foi jornalista, escritor, poeta, desenhista, dramaturgo, frasista, tradutor e um dos mais relevantes intelectuais brasileiros. Ele produziu uma obra vasta, conhecida pela grande lucidez critica e tinha o humor com um recurso quase sempre utilizado em seus trabalhos. Escreveu nas revistas “O Pasquim” e “O Cruzeiro”.

Paulo Leminski foi escritor, critico literário, tradutor, professor brasileiro e um dos mais importantes poetas de sua geração. Seu trabalho, apesar de profunda e complexa e considerada popular, suas obras alia recursos visuais de publicidades, provérbios, trocadilhos da cultura popular e da forma.

Serviço:

Visitação gratuita de segunda a sexta-feira de 8h às 18h – Classificação Livre
Sesc Centro
Rua Tiradentes, 998 – Centro – Macapá/AP
Coordenadoria de Cultura
Fone: (96) 3241-2220 (Ramal – 239)

Dry Hopping, o novo espaço de cervejas artesanais em Macapá

As cervejas artesanais vêm conquistando cada vez mais o mercado, forçando bares populares a reservarem espaços específicos para este tipo de cerveja. No Amapá, cresce o número de apreciadores de novos e exclusivos sabores da bebida.

Pensando nesse público amante desse novo conceito de qualidade, a jornalista Denise Muniz chega com seu espaço cuidadosamente trabalhado para agradar a bons paladares. Ainda sem data definida para inaugurar, a Dry Hopping – Cervejas Especiais vai oferecer o melhor em cervejas artesanais com acompanhamentos de linguiças igualmente artesanais, que harmonizam entre si, oferecendo sensações marcantes.

Com previsão de abertura para ainda este mês, a Dry Hopping nasceu de um sonho trabalhado ao longo de quase um ano, desde que a jornalista resolveu largar o emprego de editora de webjornal, para seguir novos rumos.

“Jornalismo é minha paixão maior, mas, depois de tanto tempo atuando na área, senti que precisava também caminhar por novas descobertas. Mudanças provocam boas sensações, adrenalina, isso funciona como um estalo que tira você do comum”, disse Denise.

Quer descobrir e apreciar os diferentes tipos de cervejas embutidos em termos como Lager, Ale, Lambic, etc.? Conheça, em breve, a Dry Hopping – Cervejas Especiais, o novo espaço para apreciadores de qualidade e bons sabores. A loja vai funcionar na Rua Hamilton Silva, 1398, Centro (ao lado do Uirapuru Autopeças).

Moedas e Curiosidades III parte – “A Muralha de Adriano” – – Por @SMITHJUDOTEAM

Por José Ricardo Smith

Outra linda e interessante moeda da minha coleção, um “Dupôndio” de bronze do Império Romano em homenagem ao imperador Adriano, e ela me deu a oportunidade de conhecer um pouco mais da história deste grande imperador romano.

Publius Aelius Hadrianus (76 a 138 d.C.) nasceu na Itálica (atual Espanha), era sobrinho do imperador Trajano, seu tutor, e a quem sucedeu e governou o império de 117 a 138. Pertence à dinastia dos “Antoninos”, sendo considerado um dos “cinco bons imperadores”.

Hábil administrador, durante seu reinado, foi um viajante incansável. Percorreu todo o império para examinar de perto as províncias e as reformas que necessitavam.

Inspirado na cultura grega, embelezou Roma e o império com monumentos, mandou construir a “Vila de Adriano”, a ponte e o castelo de “Sant’Ângelo, que se tornou o seu mausoléu.

Manteve um intenso relacionamento com o efebo grego Antínoo, que conheceu em 123, quando o imperador já contava com 47 anos, período em que decidiu introduzir a moda da barba (tô na moda, hehehe!) e romper com a tradição estética estabelecida por Júlio César.

Seu casamento com Vibia Sabina, sobrinha-neta de Trajano, foi infeliz e não produziu filhos. Em 138 adotou Antonino Pio e o nomeou sucessor.

Uma de suas grandiosas obras foi a Muralha de Adriano (em latim Vallum Aelium), é a primeira de duas fortificações construídas na Grã-Bretanha, a segunda foi a Muralha de Antonino, sendo menos conhecida porque seus vestígios são menos evidentes hoje em dia. A Muralha de Adriano é uma fortificação construída em pedra e madeira, no norte da Inglaterra. Iniciada em 122 e concluída em 126, com 120 km de extensão constitui-se na mais extensa estrutura deste tipo construída na história do império romano.

A construção da muralha foi para proteger o império das ameaças na fronteira da Bretanha, e fazer a separação simbolicamente do mundo civilizado (romano) do mundo “bárbaro” (termo usado para quem não fizesse parte do império), demonstrando assim a soberania e o poder romano.

Cabe salientar que a construção da muralha foi feita pelos soldados romanos, que além de combater, tinham que construir, estabelecendo assim uma jornada dupla de trabalho, fato interessante para a época.

* José Ricardo Smith é professor e numismático.

Grupo amapaense Âmago se apresenta no Miss Kourou, na Guiana Francesa

A convite da Prefeitura de Kourou, o grupo amapaense Âmago realizará uma apresentação na abertura do Miss Kourou, que vai escolher uma candidata ao Miss Guiana e posteriormente, pode levá-la ao Miss Universo. A equipe ficará na Guiana de 18 a 24 de novembro.

O Âmago é um grupo de dança contemporânea e fará em Kourou uma apresentação de trinta minutos. Os bailarinos são Pablo Sena, Vitória Almeida, Gabriella Furtado e Letícia Paixão.

“Estamos todos muito felizes e gratos pela oportunidade de sermos um dos poucos grupos de dança contemporânea amapaense a representar a diversidade de nossa terra em outro país”, falou Pablo Sena.

SERVIÇO:

Evento: Miss Kourou
Apresentação: Grupo Âmago
Contato: (96) 99115-4098

Exposição de carros antigos acontece neste domingo

A paixão por automóveis é natural do brasileiro, as vezes, passada de geração em geração. Colecionadores de verdadeiras raridades, de tão apaixonados e superciumentos com os carros, que acabam botando-os acima da família, em termos de tratamento para manter a beleza e originalidade dos veículos.

Neste domingo, 18, às 17h, colecionadores e amantes se reunirão para mostrar suas relíquias ao público não menos apaixonado pelo por carros antigos. A exposição acontecerá no estacionamento de um shopping na zona sul de Macapá, organizado pelo Clube do Carro Antigo do Amapá. A mostra é gratuita.

No Amapá existem muitas pessoas compartilham do mesmo sentimento de amor por veículos clássicos, a exemplo do Leandro Bezerra. Ele diz ser um amante de carros antigos há tempos. “Gosto de carros antigos, desde o Ensino Médio. Na época, meu pai me levava para o colégio em um Opala 71 amarelo ovo”.

A paixão de Leandro ultrapassou o tempo e até hoje continua a usar os clássicos para se locomover. “Hoje eu tenho um fusca e ainda planejo comprar mais um carro antigo”, diz. A exposição acontecerá somente neste domingo e é livre para todos os públicos.

Texto: Luan Coutinho
D1 COMUNICAÇÃO – conectando possibilidades
Assessoria de Imprensa | Amapá Garden Shopping
Contatos: Júnior Nery (96) 98127-1559 | Luan Coutinho (96)99157-6611

Júnior Nery
Jornalista (DRT 343-AP)

Os Mocambos, pioneiros modernos do marabaixo

Por Fernando Rosa

O disco “Os Mocambos apresentam: Marabaixo – O folclore amapaense” é um dos registros mais raros da música do Norte do Brasil. O disco foi gravado em 1973, em Macapá, capital do Amapá, e lançado pelo lendário selo Rozemblit, de Recife, no mesmo ano. A história do disco é uma peça de resistência cultural, contada por Hernani Vitor Guedes, violonista e criador do grupo.

Em 2006, Hernani Victor Guedes publicou artigo no livro Rumos Brasil da Música, lançado pelo instituto Itaú Cultural. No artigo, “O Primeiro LP Independente do Amapá”, ele conta que o disco foi gravado em uma noite, no mês de maio de 1973. Em um estúdio improvisado na sala de uma casa, em Macapá, o grupo gravou as 12 músicas em apenas quatro horas.

Depois de oito meses da gravação, a fita chegou à gravadora Rozemblit, que lançou o disco no mesmo ano. O disco trazia o lado “A” com temas populares do marabaixo e, no outro lado, composições do grupo, com acento da MPB da época. Nesse meio tempo, a fita master foi roubada em Recife, depois localizada por um detetive contratado para tal. Um dos temas do disco – Aonde tu vaiz rapaz – foi regravado por Luiz Gonzaga, em 1975.

Natural de Cametá, no Pará, terra de Mestre Cupijó, Hernani havia feito contato com o marabaixo em viagens que fizera ao Amapá, nos anos 40. “Em Macapá quem dançava marabaixo ou batuque não era convidado para os bailes sociais”, lembrou ele em seu artigo sobre o disco. Já vivendo em Macapá, ele fez sucesso com Os Mocambos nos anos sessenta, tocando em bailes.

Segundo o Wikipedia, o marabaixo é uma manifestação folclórica amazônica, que inclui ritmo musical (ladrão) e também uma dança de roda de origem africana. O nome também se aplica ao tambor utilizado nesse estilo musical, chamado de “caixa de marabaixo” Atualmente, é a maior tradição cultural da região, realizada durante os festejos em louvor aos santos padroeiros das comunidades afro-descendentes do Amapá, sendo um dos símbolos da cultura amapaense.

De acordo como Danniela Ramos, do Grupo Marabaixo do Laguinho, “o termo ‘ladrão’ é utilizado para as músicas (cantigas) de marabaixo pelo fato dos seus compositores, antigamente a maioria analfabetos, mas que tinham o raciocínio incrível, e tudo o que eles visualizavam virava música”. “Todo o cotidiano da comunidade em que viviam virava música, daí o termo ladrão de marabaixo”.

Segundo o jornal, O Diário do Amapá, o marabaixo está presente principalmente nos bairros do Laguinho e Santa Rita, na zona urbana de Macapá; mas também em outras comunidades negras do Amapá, como Mazagão Velho, Campina Grande, Lagoa dos Índios, Coração, Curiaú, Maruanum, entre outras. O Marabaixo é a maior e mais autêntica expressão cultural do povo amapaense.

O Marabaixo é originário do Marrocos, onde o mar era o lugar mais próximo das terras natais dos africanos escravizados. Assim, como forma de expressar seus lamentos diário criaram o “mar-a-baixo”. O gênero chegou ao Brasil no século XVIII, na transferência da colônia portuguesa de Mazagan (atual El Jadida), no Marrocos, para a fundação da comunidade Nova Mazagão, no Amapá

*Fernando Rosa é jornalista, produtor cultural, editor do portal Senhor F e colaborador do site Rádio Peão Brasil.

Fonte: Rádio Peão Brasil

Hoje é o Dia da Criatividade – Meus parabéns aos criativos!

Hoje é o Dia da Criatividade. Pesquisei por horas, mas não encontrei o porque da data no dia 17 de novembro. Será que o motivo é porque todo dia é dia da criatividade? Não sei, pode ser. O conceito diz: “A criatividade é a faculdade/habilidade de criar ou o potencial criativo. Consiste em encontrar métodos ou objetos para executar tarefas de uma maneira nova ou diferente do habitual, com a intenção de satisfazer um propósito”. A criatividade permite cumprir os desejos de forma mais rápida, fácil, eficiente ou econômica.

A criatividade é responsável, entre outras coisas, pelas invenções. Uma pessoa nasce criativa ou trabalha e desenvolve sua criatividade ao longo do tempo? Para mim, as duas coisas são possíveis. Os inventores praticam, aperfeiçoam e criam. No meu caso, já inventei histórias (contos) e termos (neologismo). É o meu jeito de tentar ser criativo.

Admiro pessoas criativas. Elas possuem auto-confiança; alta capacidade de associação; percepção; capacidade intuitiva; muita imaginação; capacidade crítica; curiosidade; foco; entusiasmo; e tenacidade.

A história está repleta de mentes fecundas que mudaram nossas vidas, sejam com teorias, ideias, músicas, pinturas, arquitetura, design, invenção de novos produtos, na literatura, fotografia, artes plásticas e tecnologia. Gente paid’égua!

Aqui no Amapá, alguns grupos merecem reconhecimento e aplausos. Gente que movimenta Macapá e outras cidades do nosso Estado. Parabenizo os meus amigos criativos que fazem as coisas acontecerem neste estado distante de tudo. Às vezes, somente com muita criatividade mesmo!

Enfim, congratulações a todos que produzem arte, cultura, pesquisa, desenvolvimento e humor com muita criatividade.

Elton Tavares

TÍTULO PÓSTUMO E HONORÍFICO: mestre Sacaca é condecorado pela instituição francesa “DIVINE ACADEMIE”

Na foto estão Augusto Leite, Antônio (filho de Sacaca), Professor Doutor Aben Shaarbane e Diva Pavesi. O registro foi feito durante uma visita ao Museu Sacaca, em agosto de 2018.

Acontecerá neste sábado, 17 de novembro, no Rio de Janeiro, no hotel Copacabana Palace, às 20h, a Cerimônia Solene da “Divine Academie Française des Arts Lettres et Culture” que irá condecorar a TÍTULO PÓSTUMO E HONORÍFICO com as mais altas insígnias pelos relevantes serviços prestados à Sociedade e à Humanidade, o Sr. Raimundo dos Santos Souza, o “Mestre Sacaca”.

A família de Sacaca recebeu o convite da Divine Académie para participar da cerimônia no Rio de Janeiro. A condecoração será no Grau Honorífico e Distintivo de Vice-presidente de honra com a Medalha de Ouro da República Francesa e as altas insígnias da Divine Académie.

Este anúncio foi dado no Memorial Sacaca, em 16 de agosto de 2018, quando na ocasião a Presidente da Divina Académie, Diva Pavesi e o Professor Doutor Aben Shaarbane, vice-presidente da entidade em Marrocos, estiveram em visita ao Museu Sacaca, em Macapá e conheceram a história de vida do saudoso “Mestre Sacaca”.

Sacaca será a quinta personalidade no mundo a receber esta homenagem. Antes dele apenas José Saramago, nobel de literatura em 1998, o Doutor brasileiro Ivo Pitangy, a escritora Camille Claudeu e o pintor brasileiro Cícero Dias foram condecorados pela honraria.

Além da família do Mestre Sacaca, compõe a delegação que irá ao Rio de Janeiro, o Padre Paulo Roberto Matias que no evento, será condecorado Vice-Presidente da Divine Académie, pelos relevantes serviços prestados à comunidade através do IJOMA. A delegação será chefiada pelo médico psiquiatra e artista plástico Augusto Leite que recentemente foi engrandecido como Embaixador da Divine Académie para o Estado do Amapá.

A Divine Academie.

A “Divine Academie Française des Arts Lettres et Culture” é uma instituição acadêmica laica sem fins lucrativos, regida pela lei francesa de 1901. Essa Academia ocupa um lugar privilegiado dentro da defesa, encorajamento e promoção da Cultura Brasileira na França e da Cultura francesa no Brasil e no mundo, através das Artes, Letras, Ciências e Cultura.

Um dos objetivos é enfatizar, promover e premiar o trabalho dos acadêmicos, cientistas, escritores, artistas, criadores, promotores, produtores e de talentos eméritos nos campos sociais, artísticos, literários, empresariais, sociais e culturais.

Cláudio Rogério
Jornalista