Oficina: “Corpo Livre: A Ancestralidade do Ator”

O Sistema Fecomércio AP, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc), em continuidade das ações formativas do Projeto Sesc em Cena, será realizada a oficina: “Corpo Livre: A Ancestralidade do Ator”, ministrada pelo artista Tom Rodrigues(RJ). A oficina ocorrerá nos dias 25 a 29 de março, no Salão de Eventos do Sesc Araxá, das 18h as 22h. As inscrições serão presenciais, sendo necessário cada inscrito levar 1 kg de alimento não perecível. A classificação será de 16 anos, e as vagas serão limitadas, com carga horária de 20 horas/aula, com emissão de certificado de participação.

A oficina tem por objetivo fazer com que o ator descubra sua alma polivalente, um ser adormecido dentro dele. Será também apresentado aos participantes elementos para trabalhar sua interpretação, despertar seu canto e desinibir seu corpo. Misturando ritmos populares como o Jongo, Coco, Ciranda e Carimbó com a forma de meditação Giro Sufi.

Público alvo: Atores, bailarinos, cantores, músicos e artistas circenses, estudantes de produção cênica e das áreas artístico-cênicas em geral.

O Artista Tom Rodrigues

Macapaense, Técnico em Artes Dramáticas pela Escola de Teatro Martins Pena com a montagem Viúva Porém honesta de Nelson Rodrigues em 2008- RJ. Dentro seus espetáculos, sua última montagem foi o espetáculo teatral ‘Cabras Cabras’, com direção de Fernando Philbet em 2017. Atualmente Tom Rodrigues participa do Grupo Tribos do Norte na cidade do Rio de janeiro.

Serviço:

Sesc Amapá
Larissa Lobato – Coordenadora de Comunicação e Marketing
Marcel Ferreira – Assessoria de Comunicação e Marketing
Anézia Lima – Estagiária de Jornalismo
Email: [email protected]
Fone: (96)3241-4440 (ramal 235)

CIDADE DAS ÁGUAS. De Voice of Spring ao Profeta do Ver-O Peso – Por Fernando Canto

Foto encontrada no blog “O Canto da Amazônia”

Por Fernando Canto

Tenho o hábito de reler livros que apreciei um dia, mas que à época não sorvi direito a totalidade de seus escritos. Hoje, ao imergir nas profundezas de um livro publicado pelas editoras Paka-Tatu e RGB, em 2004, o “Cidade das Águas”, louvo os textos dos autores Ronaldo Franco e Alfredo Garcia, ambos paraenses.

Numa soberba homenagem à Belém e sua chuva, os poetas realizam uma espécie de libação memorial à Cidade das Mangueiras, despindo-a de máscaras e conduzindo a observação imprescindível nos detalhes, a matéria-prima que os poetas transformam em literatura. Em “Cantos sobre a Cidade das Águas” há a estrofe: “Não é o som do rio que ouço/ mas o caminhar do vento/ Pelas sombras/ Mapeando as entranhas/ Do verso/ Indo ao mais longe/ Da memória”. São poemas sobre poemas como o 15º, onde se evocam fantasmas num tempo suspenso no arranha-céu da lembrança, pois: “Os sopros da memória/ Rascunham versos/ Nos caminhos do vento/ E este abre a janela/ Dos casarões/ Onde ainda valsam/ Pelos corredores/ senhores de pincenê/ Senhoras farfalhando/ Alegres/ e se pode ouvir/ Risos às escâncaras/ E volteios delicados/ Ao som/ De Voice of Spring.” Ronaldo Franco ainda nos brinda com poemas como “Esse Ruy é minha rua” e com a crônica “Procura-se”, quando vivifica e tange o desejo [do] brasileiro em tradução livre do poeta: “Nádegas brasileiras. A nossa pátria abunda. Nádegas japonesas, nunca! Nádegas comunistas convocam posseiros. Viva as nádegas de Raimundas!”

Depois vem Alfredo Garcia, poeta respeitável e prosador aguçado com seu “Barca Barroca: Contos do Ver-O-Peso”, onde “O Profeta em Delírio no Ver-O-Peso” explicou: “Porque será só como uma só noite infinda. Assim será, oh sim, quando vier o que está escrito. Porque não haverá este rio, esta calmaria de cidade dormitando pelas ruas da tarde, assim como ora veem. Muitos e muitos rios, um grande desassossego brotará de todos os lados.”

“Cidade das Águas” antes de ser apenas um livro plural, é uma reunião de textos de qualidade. Cada verso, cada frase aborda o habitat desses poetas que absorvem, espremem e põem ao coarador literário um pano memorial eivado de crítica e de ternura pela cidade de Belém.

II Semana Amapaense de Teatro – II Campanha de popularização da Arte Teatral!

O Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos de Teatro do Amapá – CAPTTA, realiza a II Semana Amapaense de Teatro que tem como foco a campanha de Popularização da Arte Teatral no Estado.

Em comemoração ao Dia do Teatro, dia 27/03, o CAPTTA irá realizar a segunda edição da Semana Amapaense de Teatro que trás como tema principal a II Campanha de Valorização do Teatro no Amapá.

Em uma cidade ainda carente de um calendário cultural consistente, nada melhor do que termos uma semana inteira voltada para ações artísticas e culturais. E o melhor, com entrada a preços super acessíveis, o público amapaense poderá assistir a uma apresentação teatral pagando apenas R$2,00.

Fotos: Glauber Khan, Paulo Rocha e Nascimento Amapá Fotos

“O valor é simbólico e não é a questão principal desta iniciativa, o que queremos de fato é a presença das pessoas. O que almejamos é realizar uma aproximação entre o público amapaense e os grupos e trabalhos artísticos. Temos uma cadeia expressiva de produtores da arte teatral e nos últimos anos progredimos bastante no que diz respeito à formação desses trabalhadores, porém, como em todo o território nacional, vivemos um momento de declínio em relação a eventos e ações de incentivo às artes e principalmente, um distanciamento das pessoas para com essas atividades”, afirma o Ator e Produtor Cultural da Companhia de Artes Tucuju, Jhou Santos, um dos coordenadores do evento.

A Semana Amapaense de Teatro acontecerá no período de 25 a 29 de março atingindo espaços das zonas norte, central e sul da capital do Estado e contará com apresentações teatrais bem como atividades formativas como palestras e oficinas.

O evento é realizado pelo Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos do Teatro Amapaense (CAPTTA) em parceria com grupos de teatro e com o Colegiado do Curso de Teatro da UNIFAP.

PROGRAMAÇÃO:

– PALESTRAS/OFICINAS


Assessoria de comunicação do CAPTTA
Mais informações: Jhou Santos – Coordenador – (96) 99100-6230
Fanpage do CAPTTA: https://www.facebook.com/Capttaap/

CEU das Artes oferecerá 40 vagas para projeto Despertando Atletas

CEU das Artes realiza oficinas de políticas e mapeamento culturais em Macapá — Foto: Abinoan Santiago/Arquivo G1

O CEU das Artes abrirá inscrições para o projeto Despertando Atletas. Serão 40 vagas, divididas entre as modalidades de futsal e voleibol. O programa é voltado para crianças e adolescentes, com idades entre 10 e 17 anos.

As inscrições acontecerão no período de 25 a 30 de março. Elas devem ser feitas no CEU das Artes, no bairro Infraero, das 8h30 às 12h e das 14h30 às 20h. Na categoria futsal, poderão se inscrever crianças e adolescentes na faixa etária de 10 a 14 anos. No voleibol, adolescentes de 14 a 17 anos. O início das aulas está programado para 1º de abril.

O futsal será dividido em duas turmas, no turno da tarde. A primeira das 15h às 16h30; e a segunda das 16h30 às 18h. As aulas acorrerão em dois dias da semana, segundas e quartas-feiras. As turmas de voleibol serão as terças e quintas-feiras, uma das 15h às 16h30, seguida da turma das 16h30 às 18h.

Sávio Almeida
Assessor de comunicação/PMM

OFICINA “O CORPO ESTRANGEIRO E SUA DANÇA PESSOAL”

O Frêmito Teatro, companhia de teatro amapaense promove na cidade de Macapá a oficina “O corpo estrangeiro e sua dança pessoal” do ator, diretor e preparador corporal Tomaz de Aquino, de Fortaleza (CE).

A oficina é voltada para atores/atrizes, bailarinos/bailarinas e demais profissionais interessados em pesquisas voltadas para o estudo do corpo e sua expressividade. Tomaz de Aquino, atualmente é professor do Instituto Federal do Ceará, integrante do grupo MiMo Teatro e possui uma vasta experiência em pesquisas e direção de espetáculos que exploram o corpo como centro da potência criativa e expressiva do ator.

Em paralelo ao seu trabalho no teatro, Tomaz já foi produtor de casting do longa metragem “Tatuagem” e preparador de elenco do média “Sonhos de Papel”, foi ator nos filmes “As mães de Chico Xavier”, “Cine Holliúdy 1” e atualmente está atuando também no “Cine Holliúdy 2” que teve sua estreia nacional neste mês de março.

Na oficina “O corpo estrangeiro e sua dança pessoal”, ele propõe um diálogo com o Butoh (dança teatro japonesa surgida após a Segunda Guerra Mundial), o treinamento expressivo-poético e a meditação para inserir o participante dentro do universo de um corpo desconhecido, tendo o seu corpo como matéria-prima de construção de qualidades de energias e emoções e não como um instrumento que porta e coleciona técnicas.

As experiências práticas da oficina, segundo Tomaz “são uma viagem ao vazio criativo por meio de um espaço laboratorial onde o participante é o centro da cena, cartografa o seu corpo, conhece-o intimamente, sabe as possibilidades do seu organismo e tem fôlego para ir além nesse trabalho sobre si, debruçando-se, em seus encontros e descobertas, sobre sua parte mais íntima para ser capaz de extrair a menor partícula de vida e verdade, enfatizando, assim, a sua potência criadora. O participante perceberá ao longo desta investigação sensível que é do seu corpo que partem as questões e a pulsão criativa para uma possível dramaturgia corporal no espaço”.

A oficina ocorrerá no período de 01 a 05 de abril de 2019, de 18h30 às 21h30, no Espaço Garden in Cena, situado no primeiro piso do Amapá Garden Shopping. O investimento é de R$ 50,00 por participante com emissão de certificado ao final da oficina. As inscrições podem ser feitas pelo fone/whatsapp (96) 98107-1972 ou pelo e-mail [email protected]

Assessoria de comunicação da Frêmito Teatro

UMA VIAGEM ÀS ORIGENS – Por Fernando Canto

Por Fernando Canto

Canhão da Fortaleza Gurjão (Serra da Escama) – Óbidos-PA

Minha proveitosa viagem a Óbidos/PA, em julho de 2009, serviu para despertar mais um pouco em mim o sentimento grande de pertencer à natureza amazônica. O lugar, belíssimo, caracterizado por uma arquitetura colonial ainda conservada, cheio de ladeiras e ruas calçadas com paralelepípedos, lembra as cidades setecentistas das Minas Gerais.

Mas isso não é tudo. A cidade fica à margem da parte mais estreita do maior rio do mundo, que faz com que seu leito estreito se aprofunde e a água corra com uma velocidade incrível. Ela tem uma topografia ondulada, cheia de colinas e serras. E nesta época do ano o povo ribeirinho local sofre com a enchente. No entanto, esse fenômeno da natureza se transforma em condição cultural perfeitamente contornável, já que é esperado. Às vezes ela chega grande, como uma colcha de água a cobrir lentamente a cama. Causa problemas no desembarque dos navios e lanchas, visto que o trapiche praticamente fica submerso e os passageiros são obrigados a descer em balsas de ferro, atravessar o centro do comércio e finalmente subir as ruas enladeiradas. Mas o comércio não pára e, mesmo com a cheia, a população fica abastecida de peixes.

Aspecto da cidade de Óbidos-PA

Do alto de uma roda gigante pude observar a exuberância de uma cidade que cresce obrigatoriamente para o norte, em terras que um dia abrigarão novos aparatos urbanos e certamente pode vir a conurbar com o igarapé Curuçambá, se não houver Lei municipal que preserve sua vocação turística e ambiental.

Sua primeira vocação, aliás, como a das demais cidades coloniais da Amazônia portuguesa, era a de salvaguardar as terras do Reino e de evitar invasões estrangeiras. Tanto que ali há vários prédios militares que marcaram a história da cidade para sempre, como o Forte Pauxis, a Fortaleza Gurjão e o belo trabalho de arquitetura, o Quartel neocolonial, restaurado, que salvo engano completou 100 anos de fundação em 2009. O Forte Pauxis data do século XXVIII e fica em um ponto privilegiado e alto da cidade, parecendo um mirante. Sabe-se lá quantos não tombaram em sua construção e quantos soldados não estenderam seus olhos perscrutadores na vigília constante em busca do inimigo. O mesmo acontece com a Fortaleza Gurjão, um pouco mais nova, localizada no alto da Serra da Escama, aonde três enormes e pesados canhões de fabricação alemã, capazes de girar 180º, ali se encontram, silenciosos e semidestruídos. Quem quiser vê-los terá que atravessar o lago que circunda a montanha e subir por uma trilha estreita e difícil até chegar às casamatas, que também um dia abrigaram os soldados vigilantes, estes que talvez num esforço sobre-humano, aliados a uma tecnologia militar incipiente, plantaram as armas de guerra no local. O Quartel, no centro da cidade é um alívio para os olhos. Possui uma arquitetura que lembra os castelos mouriscos, com suas torres, portais e janelões. Nele está atualmente instalada a Secretaria Municipal de Cultura e a Biblioteca Pública. Além disso, podemos observar as construções religiosas como a Prelazia e a igreja de Santana, a padroeira do lugar.

Canhão da Fortaleza Gurjão (Serra da Escama) – Óbidos-PA

Em julho chegam os estudantes e os exilados involuntários nascidos na cidade. Vêm devolver seus olhos à paisagem por gratidão, rever amigos e familiares e se envolver na festa da padroeira, em devoção constante. Somam-se a isso as manifestações culturais do período.

Apesar de haver completado nove anos de recusa voluntária a comer carne de caça, quelônios e afins, não resisti ao convite de provar, meio desconfiado, uma “mixira”, em plena Barraca da Santa. É uma espécie de conserva feita antigamente de carne de peixe-boi, com o próprio azeite do animal, mas hoje adaptada à carne de boi. Depois acabei comendo um “paxicá”, picadinho feito do fígado e carnes gordurosas do peito da tartaruga, preparados no casco do quelônio. Todos eles fazem parte da culinária milenar do indígena amazônico. Confesso que achei uma delícia.

Fernando Canto em frente ao Quartel Militar, onde hoje funciona a Secretaria Municipal de Cultura de Óbidos/PA.

Como visitante me senti feliz de poder ter observado as práticas culturais dessa gente tão hospitaleira e a beleza arquitetônica da cidade. Como obidense, que deixou sua terra natal aos sete anos de idade, me senti orgulhoso de poder compartilhar com meus parentes e novos amigos, toda a estrutura e a cultura do lugar. Despertei ainda mais para o compromisso e a responsabilidade de fazer parte deste mundo tão bonito, mas ainda cheio de coisas por fazer. Talvez por isso tenha experimentado uma mistura de sentimentos que me tornou mais humano e grato a todos que me permitiram essa aventura antropológica de volta às minhas origens.

*Publicado no jornal “A Gazeta” de domingo, 18/07/10.
**Fotos de Alacid Canto

SHOW DE MARABAIXO REÚNE GERAÇÕES NA GRAVAÇÃO DE UM DVD

A Academia Amapaense de Batuque e Marabaixo – AABM, estará realizando no dia 06 de abril, no Restaurante Norte das Águas, a partir das 21h com direito a gravação de um DVD, o evento “Marabaixo, Patrimônio do Brasil – O Show!”

O espetáculo irá celebrar dois momentos marcantes para o segmento do marabaixo. Um ano de fundação da academia que foi instalada oficialmente em 22 de março de 2018; e a comemoração de reconhecimento do Marabaixo como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Título dado por unanimidade no dia 08 de novembro de 2018, em Belém do Pará, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.

A produção do show juntamente com a Academia selecionou mais de 22 artistas de várias gerações e de diversas comunidades que cantam, tocam e dançam o marabaixo. Entre essas gerações é possível encontrar seu João da Cruz de 90 anos da comunidade do Cria-ú e Ícaro Tomas Ramos de 13 anos de idade, tataraneto do Mestre Julião Ramos. Todos estarão no palco cantando nossa cultura.

“Além de reunir essas diversas gerações, estaremos deixando um marco na história do Amapá com a gravação de um DVD com grandes personalidades do marabaixo. Será de fato um grande encontro do Rio Amazonas com o Marabaixo”, disse Carlos Piru, coordenador do evento.

Padre Paulo Roberto, presidente da AABM disse que; “o evento será de uma magnitude social e cultural que exige a participação de todos os atores sociais, cultural e de todos os segmentos. Eu penso que o marabaixo e batuque deveria nos unir, unir todos os segmentos cultural eu diria até todas as religiões”.

A AABM tem como finalidade incentivar o interesse pela cultura do batuque e marabaixo. Valorizar a nossa ancestralidade e os pioneiros, bem como os seus descendentes que lutaram para resgatar, perpetuar e valorizar a essência da nossa história espiritual, ritualística, memória e resistência. Ela se propõe realizar e incentivar pesquisas e estudos que visem difundir a história dos afrodescendentes no Amapá, incluindo também a dimensão social, antropológica, religiosa e cultural.

Serviço:

Evento: Marabaixo, Patrimônio do Brasil, o Show
Gravação de DVD
Dia 06 de abril de 2019 – Sábado
Hora: 21h
Local: Restaurante Norte das Águas – Araxá – Complexo Marlindo Serrano.
Mesa: R$ 100,00
Reservas de mesa: 96 99175-9142

Pelo quarto ano, festival no AP vai premiar o melhor espetáculo curto de teatro com R$ 3 mil

Experimento cênico ‘Nós entre Nós’ foi o vencedor do 3º Festival Curta Teatro — Foto: Captta/Divulgação

Por Carlos Alberto Jr

Já é tradição. Pelo quarto ano consecutivo vai acontecer no Amapá o Festival Curta Teatro, uma mostra competitiva que premia, com R$ 3 mil, o melhor espetáculo curto inédito de teatro, além de outras categorias que têm produções do estado. As inscrições, ao preço de R$ 50 por produção, estão abertas e seguem até 31 de março, na sede do Conselho Estadual de Cultura ou pelo e-mail [email protected].

As produções de companhias, coletivos, produtores e artistas independentes serão apresentadas no palco no Teatro das Bacabeiras, em Macapá, entre os dias 23 e 27 de abril. Mesmo com a proposta de ser uma programação para estimular o teatro local, artistas de todo o país também podem se inscrever na competição.

Em 2018, a “Cia de Artes Tucuju” venceu o concurso, com a peça “Nós Entre Nós”. Organizado pela Cia. Ói Nóiz Akí. O festival em 2019 também terá a apresentação de espetáculos convidados, de debates, seminários, mesas redondas e oficinas livres.

Curta teatral “Entre Seres”, da Cia. Trecos InMundos concorre no Festival Curta Teatro, no Amapá — Foto: Festival Curta Teatro/Divulgação

Podem participar da mostra competitiva produções autorais inéditas de curta duração, entre 10 e 15 minutos, de qualquer linguagem cênica.

O 4º Festival Curta Teatro também vai premiar os melhores em processo cênico, direção, concepção sonora, caracterização, dramaturgia, ator, atriz, ator coadjuvante e atriz coadjuvante. Os vencedores levam o Troféu Creuza Bordalo, mais certificado.

Outras informações sobre a mostra competitiva e a ficha de inscrição podem ser encontradas no regulamento do 4º Festival Curta Teatro.

Serviço:

4º Festival Curta Teatro
Dias: de 23 a 27 de abril
Inscrições: até 31 de março
Local de inscrições: Conselho Estadual de Cultura do Amapá (Avenida Cora de Carvalho, nº 1842, bairro Santa Rita), em horário comercial.

Fonte: G1 Amapá

1984 – O ódio como forma de controle social – Via @giandanton

 


Assim como Farenheith 451, de Ray Bradbury, e Admirável Mundo Novo, de Adous Huxley, 1984 é leitura obrigatória para nossos tempos. Se Robison Crusoe e Gulliver são livros fundamentais para entender o humano, esses três livros são essenciais para entender regimes que tiram dos indivíduos sua humanidade e individualidade.

Não é por acaso que os três foram escritos no século XX, período em que surgiram regimes autoritários de esquerda e de direita.

Embora erre ao imaginar que esses regimes seriam impostos às pessoas (é cada vez mais óbvio que são as próprias pessoas que optam por esses regimes pois eles são mais confortáveis, algo muito bem explorado no livro de Bradbury), Orwell acerta em muitas características desses regimes. Algumas delas:

– A crença em um salvador da pátria, em que alguém que irá salvar a todos, levando-os ao paraíso na terra.
– O grupo se sobrepondo ao indivíduo.
– E o principal deles: o ódio. Não é por acaso que um dos momentos mais importantes do livro são os cinco minutos de ódio. Regimes autoritários são construídos a partir do ódio. O ódio a quem é diferente, o ódio a quem pensa diferente. Um medo que se transforma em ódio, pois as pessoas são convencidas de que há um eterno perigo e a única salvação é o ódio, é a eliminação de quem pensa diferente do líder.

Fonte: Ideias Jeca Tatu

Anuncie no site Blog De Rocha

Há quase uma década, me tornei “blogueiro”. Escrevia no antigo blog De Rocha, que se tornou este site em 2014, com o mesmo nome. O site é um espaço onde informo o que é relevante, tem um relacionamento firme com a cultura e criatividade, muita informação, mas também música e poesia.

Também coloco nesta página eletrônica textos meus e de queridos colaboradores (geniais poetas, cronistas, contistas e jornalistas). Vez ou outra umas homenagens aos amigos, crônicas e doidices legais, além de pitadas de atrevimento, pois criticar é fundamental para o jornalismo.

E é como jornalista e cidadão que prezo a ética, e antes de qualquer impulso, leio, estudo, e apuro o fato com discernimento, sobre temas diversos. Ou seja, tentamos não publicar o que não vale à pena.

Nesta página você pode ter um panorama sobre um pouco do que penso. Tudo papo “de rocha”, como falamos aqui no Amapá (e Pará), quando queremos passar credibilidade sobre algum assunto. Além de informação e sentimentos, o site tem espaços publicitários para os anunciantes que acreditam nesta página, para que ela possa ser mantida. Estes espaços podem ser visualizados no topo e lateral do site nos computadores; e topo e área inferior nos celulares.

Portanto, se você possui um negócio e quer que ele seja visto/lido por milhares de pessoas diariamente, em um site que é atualizado diariamente, independente do dia da semana, pode anunciar aqui. É “De Rocha”. Pode botar fé!

Enfim, aos interessados, deixo os meus contatos:

E-mail: [email protected]
Telefone (WhatsApp): (96) 99147-4038

Bom, é isso. Bom resto de quinta-feira para todos nós!

Elton Tavares

Educação e cultura: MP-AP inicia tratativas com Conselho Regional de Biblioteconomia da 2ª Região para cooperação técnica

A procuradora-geral de justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Ivana Lúcia Franco Cei, reuniu-se, na sexta-feira (22), com a presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 2ª Região (CRB2), Izabel Mendes. Durante a reunião, foi debatida a possibilidade da celebração de um Termo de Cooperação Técnica entre a entidade e o MP-AP. O objetivo da parceria é realizar ações integradas e de fiscalização sobre a regularidade do funcionamento das bibliotecas escolares públicas nos municípios do Estado.

Durante o encontro, que contou com a presença do titular da Promotoria de Justiça de Defesa da Educação, promotor de justiça Roberto Alvares, e da bibliotecária do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional/Biblioteca do MP-AP(CEAF/Biblioteca), Leididaina Silva, a presidente do CRB2 explicou que a cooperação seria nos mesmos moldes da parceria firmada entre o Ministério Público do Piauí e o Conselho Regional de Biblioteconomia da 3ª Região (CRB-3).

O Conselho Regional de Biblioteconomia da 2a Região abrange os Estados do Pará, Amapá e Tocantins. Além de ser bibliotecária do MP-AP, Leididaina Silva é delegada do CRB2 no Amapá. O interesse da entidade em trabalhar junto ao órgão ministerial amapaense de deu por conta do projeto estratégico desenvolvido pelo CEAF/MP-AP sobre bibliotecas públicas no estado do Amapá.

Na ocasião, a PGJ afirmou o interesse na parceria entre as Instituições e que pretende celebrar o Termo de Cooperação Técnica também por meio do CEAF/MP-AP e da Promotoria de Justiça de Defesa da Educação. Essa ação futura ocorrerá, ainda sem data específica, embasada na Lei. 12.244/2010, que dispõe sobre a universalização de bibliotecas nas instituições públicas de ensino.

“Melhorar a Educação no Amapá é um do objetivos de nossa gestão e o bom funcionamento das bibliotecas na capital e interior é fundamental para este propósito. Essa parceria com o Conselho de Biblioteconomia será fundamental para o avanço educacional e cultural no Estado”, pontuou Ivana Cei.

SERVIÇO:

Elton Tavares
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

Hoje rola “VII Aniversarau do Pena & Pergaminho”

 

Evento ocorrerá no próximo sábado, 23 de março às 19h no Sesc Centro.

O Sistema Fecomércio AP, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc), inicia as comemorações de sete anos da Associação Cultural Pena & Pergaminho. Em comemoração à data, será realizada mais uma edição comemorativa de aniversário, chamada “Aniversarau”, que acontecerá no dia 23 de março, no Sesc Centro, a partir das 19h e a entrada será gratuita.

Na ocasião será lançada a “Antologia Pena e Pergaminho” que é resultado do trabalho feito durante esses sete anos, valorizando o trabalho de jovens poetas e que, atualmente, conta com a participação de 40 escritores. Além disso, neste dia, terá também declamações poéticas, apresentação musical e intervenções literárias.

Movimento Literário

Com o objetivo de democratização da literatura, o projeto “Movimento Literário” é uma associação cultural sem fins lucrativos, aberta a toda a comunidade, para artistas de diferentes vertentes e para o público apreciador e multiplicador da arte, em suas mais variadas formas e estilos. A associação realiza ações literárias, para apreciadores da arte cultural literária, abarcando todas as faixas etárias, o que engloba um público maior, por não ter censura de idade.

Serviço – Sesc Amapá

Larissa Lobato – Coordenadora de Comunicação & Marketing
Marcel Ferreira – Assessoria de Comunicação e Marketing
Anézia Lima – Estagiária de Jornalismo
Email: [email protected]
Fone: (96)3241-4440 (ramal 235)

Dança Circular vai unir público na Praça da Samaúma

Por Andreza Gil

Neste sábado (23), às 17h, a Praça da Samaúma será cenário para mais uma experiência coletiva com Dança Circular. A prática, que é realizada em grupo, favorece o desenvolvimento da consciência corporal, coordenação motora e sensibilização musical. Com o objetivo de celebrar a vida e incentivar os encontros em lugares públicos da cidade, a atividade será gratuita e sem restrição de idade. A focalizadora Aretha Araújo conduzirá a roda.

A Dança Circular, que também é conhecida como Dança Circular Sagrada ou ainda Dança dos Povos, é uma modalidade de dança em grupo que permite trabalhar a expressão corporal, transmitindo um estado de alegria, amor fraterno e conexão com o ser interior de cada um. A atividade é praticada com os participantes formando uma roda de mãos dadas, onde todos seguem os passos com naturalidade, mantendo atenção plena sobre si mesmo.

As danças circulares têm se espalhado por parques, praças, escolas e centros culturais por iniciativa de grupos independentes, sempre com o objetivo de promover a integração de pessoas para vivenciar coletivamente experiências que semeiam a cultura da paz através da multiplicidade de músicas e danças de diversas partes do mundo.

Sobre a Dança Circular

O movimento das Danças Circulares Sagradas, hoje difundido por vários países, foi criado em 1976 pelo bailarino profissional, coreógrafo, professor de dança e artista plástico alemão/polonês Bernhard Wosien. Em uma comunidade em Findhorn, na Escócia, Bernhard ensinou uma coletânea de números folclóricos de diferentes povos. No Brasil, a modalidade chegou na década de 80, com Carlos Solano, que após um período em Findhorn, tornou-se instrutor certificado.

Serviço

Dança Circular
Data: 23 de março (sábado)
Horário: 17 horas
Local: Praça da Samaúma, na frente do prédio do MP Araxá
Entrada: Gratuita

Promoção Semana do Consumidor no Instituto Brasileiro de Línguas

 


Dia 15 de março foi o “Dia do Consumidor”, e o Instituto Brasileiro de Línguas estendeu a data durante 7 dias, com a promoção “Semana do consumidor”!

A oportunidade perfeita pra você cursar um dos 06 idiomas oferecidos pelo Instituto com até 50% de desconto!

Isso mesmo, 06 (seis) idiomas:

🇺🇸 Inglês 🇪🇸 Espanhol
🇫🇷 Francês 🇮🇹 Italiano
🇩🇪 Alemão 🇯🇵 Japonês

Corre para aproveitar essa chance e #VivaOmundoSemLegenda fazendo sua matrícula até o dia 23 de março❗

📍Rua Leopoldo Machado, 527 – Jesus de Nazaré
📞 (96) 99907-1496