Jornalista Ana Girlene gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida amiga! (@anagirlene)

Sempre digo que gosto de parabenizar, neste site, as pessoas por quem nutro amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Neste terceiro dia de dezembro, Ana Girlene gira a roda da vida e lhe parabenizo, pois se trata de uma querida amiga e mulher demais paid’égua.

Ana chega aos 45 anos com corpo e rosto de 30 anos (a mulher é jovem mesmo), no auge da carreira de comunicadora e com a moral de ser uma jornalista reconhecida e respeitada por todos no Amapá. É uma honra ser seu amigo e por isso este registro aqui, afinal, manifestações públicas de amor, respeito e admiração são importantes para mim e a Girlene é um dos afetos que essa profissão me trouxe.

Amanda, Girlene, eu e Bruna.

Ana é inteligentíssima jornalista e competente radialista (acho que também arrebentaria na TV), ex colega de trabalho na comunicação do Ministério Público Estadual (MP-AP), admirável profissional (vocação que ela exerce de maneira primorosa), apaixonada Pirata (e pirada) da Batucada, mãe e avó de lindos cachorrinhos brancos, sofrida botafoguense ex apresentadora do programa de rádio Café com Notícias. Ela também é a esposa apaixonada da arquiteta Amanda Amanajás.

Sempre digo que ela é PHO – DA, assim mesmo, com PH, silabicamente e em caixa alta. Antenada, perspicaz e sabidona, manja demais de política, cultura e demais assuntos do cotidiano. Ela também arrebenta ao escrever e apagar incêndios midiáticos ou construir estratégias. Já vi Girlene em ação e sou fã dela.

Não sei há quanto tempo conheço a Ana, mas lembro bem dela da nossa época de colegial, Girlene no CCA (hoje escola Gabriel de Almeida Café e eu no Colégio Amapaense). Lembro mais ainda que ela me deu muito apoio na época em que assessorei, por quatro anos, a Justiça Eleitoral no Amapá.

Por mais de cinco anos, fomos da mesma equipe e dividimos pautas, muitas alegrias e poucas tristezas/raivas. Às vezes a gente até fica muito puto um com o outro, mas passa logo. Tudo com muito respeito e parceria. Tenho gratidão a ela por diversas paideguices para comigo, favores e das vezes que ela me socorreu em muitos momentos. Valeu mermo, Girlene.

A Ana é cheia de gírias e gesticulações porretas, caras, bocas e bom humor, além da uma voz inconfundível, que é a sua marca. Aliás, a voz mais bonita do rádio.

Girlene também possui um humor refinado, sarcástico sem ser soberbo, além de sua cirúrgica e sábia malandragem. Sou muito fã desta mulher, que é consideradona pela imprensa e público em geral. Num mercado tão concorrido e cheio de trairagens, Ana se destaca, pisa na beira e marca território. A moça é realmente uma profissional fantástica.

Girlene é diretora-presidente da Rádio Difusora de Macapá. Arrisco a dizer que ela, em um ano à frente do mais antigo e tradicional veículo de comunicação do Amapá, tem surfado na gestão da emissora. A querida amiga botou pra quebrar e a RDM passa por um processo ímpar de revitalização e melhoria. Parabéns também por isso.

Em resumo, Ana é uma das pessoas do meu coração e boto muita fé que esse “consideramento” é recíproco. Enfim, Girlene é do caralho (como dizia Millor: “Qual expressão traduz melhor a ideia de intensidade do que “do caralho”?).

Sinto saudades diárias de conviver com a Girlene. Ela sempre faz falta. Seja na labuta do cotidiano ou para alegrar o dia com suas sacadas hilárias e sagazes.

Querida amiga, que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua, feliz, produtivo e iluminado. Que sigas pisando forte em busca dos teus objetivos com essa garra, sabedoria, coragem e talento que lhe é peculiar. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Tu te garantes e eu dou valor em ser teu amigo. Que a Força esteja contigo. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Dezembro e a saudade – Crônica de Elton Tavares – Do do livro “Crônicas De Rocha – Sobre Bênçãos e Canalhices Diárias”

 


Dezembro é sempre bacana. Lembro dos anos 90, eu e meus velhos amigos de recuperação ou já reprovados, tomando as saideiras do ano no velho Bar Xodó . Quem estudou no saudoso Colégio Amapaense quando o boteco existia lá no canto sabe do que falo.

Diziam que, da velha turma, ninguém “prestaria” para nada. Afinal, como aquele bando de jovens biriteiros teria futuro? Sim, nós nos divertimos muito, mesmo com todos os sonhos e incertezas daquele momento. Quando não tinha grana para cerva, era rum, vodka ou cachaça. Nós éramos metidos a rebeldes (rebeldia muitas vezes sem sentido, natural de adolescentes).

Tempos de festas de garagem, estilo de vida meio Bukowski e com trilha sonora rock’n’roll, claro! Internet, Rede Social e toda essa modernidade era coisa de cinema. Eu tinha feito curso de datilografia (com o Werlen), estava aprendendo a mexer no MSDOS (programa de computador com tela preta e letras verdes) e tempos de disquete. Quem tinha celular era rico e tocava sempre Legião Urbana.

Bom, apesar de termos tomado cervas pra esta vida e para a próxima nos tempos do Xodó (ainda bebemos bem, mas não como naquela época), cada um seguiu seu caminho da melhor forma.

Só que eu, meu irmão Emerson (era o mais moleque entre nós) e nossos amigos nos demos bem, sim! A maioria daquela galera formou e “vingou”. Quem não possui curso superior se garante na profissão que escolheu seguir. Claro que existem alguns que realmente não quiseram porra nenhuma com a vida mesmo. Mas isso é problema deles.

Sinto saudade da velha turma, daqueles dias incríveis da nossa feliz juventude irresponsável. Mas tudo virou lembrança boa e experiência de vida, pois graças a todas as coisas bacanas e difíceis que passei naquela época, não me tornei um babaca que se norteia somente por teorias da vida. Aprendi muitos valores morais naqueles tempos.

O Elton daqueles anos

Sim, dezembro chegou e com ele todo esse sentimento legal de fim de ano, de renovação, de esperança. E com este mês vem sempre a saudade dos que já partiram, dos amigos, dos tempos do bom e velho Colégio Amapaense e Xodó. Eu sempre escrevo sobre minhas memórias afetivas e essas estão no fundo do coração.

Certa vez, li a frase: “Saudade: sentimento do que valeu a pena”. E tomar todas aquelas cervas no bar do Albino com os velhos amigos do C.A. Valeu. E como. É isso!

Elton Tavares

*Do do livro “Crônicas De Rocha – Sobre Bênçãos e Canalhices Diárias”. 

Na segunda-feira (4), no Sesc Centro, escritor Paulo Tarso Barros lança 2ª Edição do livro “O Benzedor de Espingarda”

O professor, escritor, contista e poeta, Paulo Tarso Barros, lançará, no dia 4 de dezembro de 2023 (segunda-feira), às 18h30, no Sesc Centro, em Macapá, a 2ª Edição do livro “O Benzedor de Espingarda”.

Sobre o livro

“O livro O Benzedor de Espingarda foi publicado originalmente em 1998 e se constitui em uma coletânea de contos onde predominam o humor, as crendices populares e o imaginário de personagens que vivem no interior do Brasil, despertando em todos que o leram grande interesse e abrindo caminhos literários para o seu autor.

Alguns dos seus contos foram escolhidos como leituras em vários vestibulares da UNIFAP e de outras universidades, além de receberem adaptações para peças teatrais, a maioria produzidas por alunos de escolas. O livro também chamou a atenção de estudantes de letras que produziram artigos sobre o conteúdo dos temas e o estilo literário usado pelo autor, que nessa obra usa de uma linguagem pitoresca e muito peculiar, bem elaborada para relatar suas histórias com leveza e despertando o riso diante das situações vivenciadas pelas personagens.

Nesta nova edição, revista e ampliada, e bem diagramada, foi inserido um prefácio e dezenas de ilustrações e fotos, o que torna a leitura mais agradável” – Paulo Tarso Barros.

Escritor Paulo Tarso Barros – Foto: Site Seles Nafes

Mais sobre o escritor

Membro da União Brasileira de Escritores (UBE), da Associação Amapaense de Escritores, da Academia Arariense-Vitoriense de Letras e imortal da Academia Amapaense de Letras (AAL), Paulo Tarso Barros tem 62 anos e nasceu em Vitória do Mearim (MA). O poeta chegou ao Amapá com 18 anos. Ele é casado, pai de duas filhas. Escritor premiado, é autor de várias obras, centenas de crônicas e artigos publicados na imprensa do Amapá, Pará, Maranhão, São Paulo, Pará e Rio de Janeiro.

Paulo é um cara que começou a escrever com 13 anos. Publicou poemas em jornais, criou grupo de teatro, escreveu e dirigiu peças, produziu literatura de cordel e panfletos. Além disso, é um incentivador da Literatura e de novos escritores. Além disso, apresenta um programa de rádio voltado para as artes.

Escritores Paulo Tarso Barros, Elton Tavares e Lulih Rojanski

Obras de Paulo Tarso Barros publicadas:

• No dentro de Mim (Poemas, 1985)
• Poemas de Aço (Poemas, 1985)
• Existencial do Pássaro Migratório (Poemas, 1997)
• O Devaneio é o Cetro do Poeta (Poemas, 1997)
• Inventário das Buscas (Poemas, 1997)
• Canção numa Hora de Encontros e Desencontros (Poemas, 1997)
• O Benzedor de Espingarda (Contos, 1998)
– Os Silêncios da Eternidade (Poemas, 2013)
– História de um Sino (Contos, 2013)
• As Peripécias do Moleque Borgue (Cordel, 1998)
• Apontamentos de Literatura Amapaense (Internet)
• Datas Históricas e Comemorativas do Brasil e do Mundo (Internet)
• Sogra na Vida da Gente (Cordel, 2004)

Serviço:

Lançamento da 2ª Edição do livro O Benzedor de Espingarda, do escritor Paulo Tarso Barros
Data: 4 de dezembro (terça-feira)
Hora: 18h30
Local: Sesc Centro – R. Tiradentes, 920-1004 – Central, Macapá
Entrada Livre

Elton Tavares, com informações de Paulo Tarso Barros

Tradição e Cultura: Coral do Tribunal de Justiça do Amapá está pronto para promover sua 23ª Cantata Natalina

Movido pelo Espírito de Natal, o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) segue sua tradição e promoverá sua 23ª Cantata Natalina. O evento será realizado no dia 16 de dezembro de 2023, às 19h, em palco a ser instalado na esquina da Avenida Fab com a Rua General Rondon, em frente à sede da instituição, em Macapá. O tradicional evento que será apresentado pelo Coral do TJAP, faz parte do calendário cultural do Amapá e é aguardado por milhares de pessoas.

De acordo com o presidente do TJAP, desembargador Adão Carvalho, todos os preparativos para a 23ª Cantata Natalina foram feitos minuciosamente.

“Atendemos todas as demandas do Coral e demais unidades do TJAP envolvidas na organização da nossa 23ª Cantata Natalina. Esse suporte é essencial para repetirmos o sucesso dos anos anteriores e proporcionarmos um belo espetáculo às famílias amapaenses que aguardam ansiosas por este momento para celebrar a história de Jesus, a festa do Natal e os valores que permeiam o Espírito Natalino”, comentou o presidente do TJAP, desembargador Adão Carvalho.

Por sua vez, o presidente do Coral do TJAP, servidor Paulo Tarso, explicou que os ensaios foram iniciados ainda em agosto de 2023. Além disso, foram feitas reuniões de alinhamento entre os setores do Tribunal envolvidos na organização do evento, que conta com o apoio da Presidência do Tribunal e da Secretária-Geral da instituição.

Paulo Tarso elucidou que, desde o repertório das músicas natalinas, que serão interpretadas por 50 coralistas, entre crianças e adultos, até a contratação de um maestro regente e músicos que acompanharão o Coral, tudo foi feito para que o momento seja especial, como nos anos anteriores.

“Organizamos uma agenda de ensaios para aprimorar as habilidades musicais de ouvir, sentir, cantar, interpretar e partilhar as dinâmicas do canto em equipe. Os preparativos envolveram vestuário, logística, contratação de músicos profissionais e reuniões de alinhamento. Agradecemos o total apoio do presidente do TJAP e do secretário-geral do Tribunal, Veridiano Colares, que não mediram esforços para que a Cantata seja um espetáculo para a sociedade amapaense”, detalhou o presidente do Coral.

O presidente do Coral do TJAP ressaltou que a cada edição, a Cantata mantém sua forma de apresentação tradicional, mas sempre com inovações de músicas interpretadas pelas vozes bem ensaiadas.

“Para cada cantata nós modificamos o repertório um pouco mais, sempre com inovações e improvisos, tudo ensaiado exaustivamente para darmos o melhor ao público. Ou seja, o evento passa por pequenas mudanças e fica diversificado musicalmente”, garantiu Paulo Tarso.

Histórico

Realizada desde 1999, a Cantata Natalina denominada “O Acender das Luzes” já se tornou tradição e em geral reúne um público de aproximadamente três mil pessoas. Na 22ª Edição, em 2022, o evento retornou após suspensão da programação, em 2020 e 2021, devido à pandemia de Covid-19. Ano passado, mais 3.500 pessoas assistiram atentamente, e em família, a apresentação.

– Macapá, 28 de novembro de 2023 –
Secretaria de Comunicação do TJAP
Texto: Elton Tavares
Arte: Amanda Diniz
Central de Atendimento ao Público do TJAP: (96) 3312.3800

Festas, confraternizações e a hipocrisia de fim de ano – Crônica de Elton Tavares (Do livro “Papos de Rocha e outras crônicas no meio do mundo”)

Ilustração de Ronaldo Rony

Há 23 dias do natal e menos de um mês para o final de 2023, aquela atmosfera começa a tomar conta de tudo. Todos começam a exercitar o melhor que existe dentro de si (pelo menos é o que tentam demonstrar a todo custo), além da nostalgia latente e exagerada. Até aí tudo bem, mas é como se bastasse ser legal somente no final do ano. Não, não deveria ser assim. Pura hipocrisia.

Principalmente entre colegas de trabalho que se odeiam e familiares que não se suportam. Forçam a barra com “confraternizações”, só para dizer que os ventos natalinos causam amnésia de atos cometidos ao longo do ano.

Em todos os campos, seja no pessoal ou profissional, cruzamos com fofoqueiros, invejosos e canalhas de todo tipo. O pior para mim é quando essa gente me vem “desejar” feliz Natal ou próspero ano novo. Dá vontade de dizer: “pé-de-pato-urubu-três-vezes” ou “vá-te-retro-satanás”. Cruzes!

Bom, temos ideias novas todos os dias. Já está na hora de dizermos: “seguinte, a afinidade fala mais alto, vamos confraternizar com quem realmente importa”. Desejo um feliz 2024 para minha família e meus amigos. Mas não para todo mundo, como a maioria dos “bons samaritanos fabricados” nestes dias de dezembro.

É fundamental que a frase “Bendita seja a data que une a todo mundo numa conspiração de amor”, de Hamilton Wright Mabi, seja exercida. Mas de fato, sem falsa fraternidade ou confraternização de ocasião. É isso. No mais, boas festas aos bons!

Elton Tavares

*Do livro “Papos de Rocha e outras crônicas no meio do mundo”, de minha autoria, lançado em novembro de 2021.

Volta aos palcos: cantora e compositora amapaense, Maria Eli, apresenta show “Sina de Cigarra”, no Chica Café & Bistrô

A cantora e compositora amapaense, Maria Eli, apresentará, no dia 7 de dezembro de 2023, a partir das 21h30, no Chica Café & Bistrô, em Macapá, o show “Sina de Cigarra”. A artista, que possui 34 anos de carreira, com a trajetória marcada em shows com bandas ou no formato voz e violão, em bares e casas noturnas da capital amapaense, interpretará grandes nomes da música popular brasileira, como: Jackson do Pandeiro, Aldir Blanc, João Donato, Adoniran Barbosa, Caetano Veloso, entre outros.

Mais sobre Maria Eli

Maria Eli é, além de cantora e compositora, publicitária e graduada em Direito, atuante na área de comunicação na elaboração de jingles e campanhas publicitárias. A artista participou de diversos festivais como intérprete de canções de compositores locais.

Inclusive foi premiada em 1º lugar no III Sescanta Amapá, em 2020 e 2º lugar no mesmo evento, na edição de 2009; # como melhor intérprete em dois festivais, o III Festival Amapaense da Canção (FEMAC) e II Festival de Música do Servidor Público (FESTSERV). Também cantou na II Mostra de Música Sescanta Amapá e o Festival de Artes da Escola Meta (FAM).

Ela também soltou a voz em outros grandes eventos musicais fora do Amapá, como: XXXI Mostra de Música Cidade Canção (FEMUCIC/Maringá-PR), I Bienal Internacional de Música de Belém do Pará, XXV Festival da Canção de Itacoatiara (FECANI/Itacoatiara-AM),

Maria Eli – Foto: divulgação

Discografia

Além disso, participa dos CDs “Canto de Casa II” produzido pela Associação de Músicos e Compositores do Amapá/AMCAP, “Parceria”, dos compositores André Luiz Barreto e Cássio Pontes, “Cantando com as Estrelas, do compositor Osmar Júnior, “Coletânea em Homenagem aos 20 anos do SUS”, produzido pela Secretaria de Estado da Saúde do Amapá-SESA, “CD Amapá”, do escritor compositor Mauro Guilherme, entre outros.

No CD “Pra Festejar”, seu primeiro trabalho autoral, Maria Eli traz canções de grandes nomes da cena musical nortista, evidenciando seu Estado e a região Amazônica. Em um dos seus mais recentes trabalhos, intitulado “Festejando Beth Carvalho”, homenageou a tão importante e inesquecível cantora e compositora.

O evento marcará a volta da musicista aos palcos da cidade e em grande estilo, após residir em Goiás (GO). Com o repertório escolhido a dedo, bagagem musical e talento comprovado, Maria Eli promete entregar um belo espetáculo no “Sina de Cigarra”. E ela costuma cumprir a promessa.

Serviço:

“Sina de Cigarra”, com a cantora Maria Eli.
Local: Chica Café & Bistrô, na Rua Tiradentes, Nº 304, centro de Macapá.
Hora: a partir de 21h30.
Data: 7 de dezembro de 2023 (quinta-feira)
Mais informações sobre reserva de mesas pelo telefone: 96 99174-4010

Assessoria de comunicação

Associação Gira Mundo realiza mais uma edição do TECNO BARCA RESIDÊNCIA ARTÍSTICA E FESTIVAL

A Associação Gira Mundo realiza de 1 a 15 de dezembro mais uma edição da Tecno Barca no arquipélago do bailique, nas comunidades de Limão do Curuá e tendo suas ações estendidas para as ilhas de Igarapé Grande do Curuá e Ponta do Curuá.

O projeto é uma ação realizada por artistas e produtores culturais amapaenses em parceria com as comunidades ribeirinhas do Bailique. Nela, são desenvolvidos processos criativos, oficinas e intercâmbios com moradores do Arquipélago situado no litoral do Amapá.

O público alvo das oficinas do projeto são crianças, adolescentes, adultos e idosos e terão como áreas de interesse artes visuais, audiovisual, escrita criativa, arte terapia, artes cênicas e planejamento comunitário.

A programação conta com a parceria com o cine clube cine catraia que levará para as escolas públicas do Bailique exibição de filmes amapaenses e de outros Estados da Amazônia para debater temas regionais, meio ambiente, sustentabilidade e visibilidade para a produção audiovisual amazônica.

 O arquipélago é um grupo de 8 ilhas, com 55 comunidades ribeirinhas e média de 15.000 habitantes, localizado entre o rio Amazonas e o Oceano Atlântico, a 12 horas de barco de Macapá (AP).

O projeto é realizado desde 2012 pela Associação Gira Mundo (AP) com idealização e coordenação geral de Wellington Dias. Neste ano possui o apoio do Instituto Unibanco para fortalecimento institucional das ações na área da Educação e parceria com as escolas públicas do Bailique.

A equipe é coordenada por artistas e produtores culturais do Amapá em parceria com arte educadores e pesquisadores dos Estados do Pará, Ceará, Bahia, Maranhão, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Brasília.

Como encerramento da ação na região será realizado o Festival Tecno Barca, com 3 dias de programação nas comunidades de Limão do Curuá, Igarapé Grande do Curuá e Ponta do Curuá, contendo apresentações artísticas, rodas de conversas temáticas e vídeo mapping em espaços públicos da região.

Todas as atividades do projeto são oferecidas gratuitamente para os moradores da região do Bailique e fazem parte do programa anual de arte, educação, comunicação e meio ambiente que a Associação Gira Mundo possui no Bailique há mais de 10 anos.

Adryany Magalhães
Assessoria de Comunicação
Fotos: Dayane Oliveira e Guto Costa

Governador Clécio Luís anuncia 60 atrações para o Réveillon 2024 no Amapá

O governador do Amapá, Clécio Luís, anunciou na sexta-feira, 1º, as 10 atrações nacionais que irão compor a programação de três dias do Réveillon da Beira Rio 2024, que retorna para às margens do Rio Amazonas e também com a novidade de shows em Fazendinha e na Zona Norte de Macapá. A programação cultural e festiva, que contará com mais 50 artistas locais, além de fomentos para todos os municípios, será de 30 de dezembro a 1º de janeiro.

“Serão três dias de comemoração na virada do ano, um momento que além da celebração festiva, é de geração de emprego e renda, com shows totalmente gratuitos e com toda segurança, assim como foi na Expofeira. Queremos que seja um réveillon inesquecível para população”, enfatizou o governador.

Em todo o evento o Governo do Estado estará responsável pela estrutura de palcos, som e iluminação. Os demais investimentos foram garantidos junto ao Ministério do Turismo e ao setor privado, articulados pelo senador Davi Alcolumbre.

O retorno do Réveillon da Beira Rio é o estabelecimento de uma nova marca para o Amapá que se projeta no roteiro de grandes eventos nacionais do fim de ano, movimentando a economia, o turismo, a cultura e as produções locais. Segundo a secretária de Estado do Turismo (Setur), Anne Monte, a expectativa é que, a cada R$ 1 investido, retorne de R$ 5 a R$ 7 para o estado.

“É importante reforçar a soma de esforços do Governo do Estado, senador Davi Alcolumbre nessa articulação junto ao Governo Federal e a iniciativa privada, porque mostra o compromisso de promover o turismo da região e colocar o Amapá em diálogo com os grandes eventos do país, assim temos possibilidade de fomentar o comércio local, gerar renda, emprego, firmando o compromisso do governador Clécio, com o desenvolvimento do nosso estado”, destaca a secretária do Turismo, Anne Monte.

No dia 30 de dezembro, apresentações simultâneas de Carabao, na Zona Norte de Macapá, e Zeca Baleiro, na Fazendinha, iniciam a programação acompanhados de atrações locais. Na virada de ano, do dia 31 para 1º de janeiro, a noite terá Chico César e Geraldo Azevedo, Ana Castela, Leonardo, Zé Vaqueiro e escolas de samba do Amapá. No primeiro dia de 2024, a programação continua para recepcionar o novo ano com energias positivas, ao som de Tiee, Mari Fernandez e Felipe Amorim.

Réveillon nos municípios

Além da programação na capital, o governador reforçou o compromisso com os municípios do Estado, que também terão programações próprias para o período da virada de 2023 para 2024.

“Essa é uma atividade que acontece em Macapá durante três dias, mas também, segue para os municípios com apoio do Governo do Estado, então teremos celebrações em todo o Amapá”, destacou o governador Clécio Luís.

Atrações locais

A programação contará com participação de 50 atrações locais para compor os três dias de evento. A Secretaria de Estado da Cultura (Secult), irá compor as atividades de produção e apoio.

“Os artistas amapaenses estão envolvidos nessa programação; convidamos todas as escolas de samba do estado para participar no dia 31 de dezembro e em todos os três dias de atividade cultural, em todos os palcos, teremos nossos artistas integrando esse grande retorno do Réveillon da Beira Rio”, reforçou a secretária de Cultura, Clícia Vieira Di Miceli.

Queima de fogos

Além da programação artística cultural, o Governo do Estado traz para o Réveillon da Beira Rio 2024, 10 minutos de show pirotécnico no Rio Amazonas, atendendo as normas vigentes da capital, que proíbem a queima de fogos de artifício com barulho, para preservar pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e animais que sofrem com os ruídos.

Confira a programação:

– Sábado, 30 de dezembro

Carabao
Artistas locais
Local: Zona Norte de Macapá
Zeca Baleiro
Artistas locais
Local: Fazendinha
– Domingo, 31 de dezembro

Chico César & Geraldo Azevedo
Ana Castela
Leonardo
Zé Vaqueiro
Escolas de samba do Amapá
Artistas locais
Local: Anfiteatro da Fortaleza de São José de Macapá
– Segunda-feira, 1º de janeiro

Tiee
Mari Fernandez
Felipe Amorim
Artistas locais
Local: Anfiteatro da Fortaleza de São José de Macapá

Texto: Rafaela Bittencourt
Fotos: Vinicius Rodrigues/Agência e Netto Lacerda/GEA
Secretaria de Estado da Comunicação

Hoje é o Dia Nacional do Samba

Hoje é o Dia Nacional do Samba, o gênero musical mais brasileiro de todos e amado pelos boêmios do nosso país. Apesar de fã de Rock, também aprecio um bom sambão. Desde que não seja pagode meloso (aquele estilo de música que possui as vogais como base), tocado na maioria dos locais.

De acordo com o conceito: o Samba é um gênero musical, derivado de raízes africanas surgido no Brasil e tido como o ritmo nacional por excelência. É uma das principais manifestações culturais populares brasileiras.

O Samba se transformou em símbolo de identidade nacional. Dentre suas características originais, está uma forma onde a dança é acompanhada por pequenas frases melódicas e refrãos de criação anônima.

O gênero nasceu no Recôncavo Baiano e foi levado, na segunda metade do século XIX, para a cidade do Rio de Janeiro pelos negros que migraram da Bahia e se instalaram na então capital do Império. O samba se tornou, em 2005, um Patrimônio da Humanidade, de acordo com a United Nation Educational, Scientific and Cultural Organization (Unesco).

Amo o Samba, o gênero é brilhante. Cresci ao som deste estilo, com o velho Chico Buarque, Vinícius de Moraes, Paulinho da Viola, entre outros monstros sagrados da nossa música.

Durante o Carnaval, o samba corre nas veias dos foliões, ritmo oficial da festa da carne. Amo essa época e só pra lembrar: sou Piratão!

Origem do Dia do Samba

De acordo com a lenda popular, o Dia do Samba foi criado em homenagem ao sambista Ary Barroso, compositor da música “Na Baixa do Sapateiro”, uma ode à Salvador, capital da Bahia.

O vereador baiano Luís Monteiro da Costa foi quem instituiu a data, marcando o dia em que Ary Barroso visitou a Bahia pela primeira vez. em 1940.

Desde então, o Dia do Samba é comemorado principalmente em Salvador e no Rio de Janeiro, onde organizam-se festas e shows em homenagem ao ritmo.

A canção diz ainda que “quem não gosta de samba, bom sujeito não é”. Às vezes, sou ruim da cabeça e doente do pé ( quando alguma unha encrava), mas gosto do bom e velho Samba.

Viva o Samba e os sambistas!

Elton Tavares

Fonte: Calendar

“Show O Canto de Rio”, no Farofa Tropical

O Projeto O Canto de Rio propõe valorizar a cultura e a arte, via apresentação Musical, pela difusão de técnicas rítmicas, danças, utilizando as canções, que evocam o cotidiano das populações ribeirinhas e suas relações com os recursos naturais.

O Autor do Projeto, Eduardo Du Norte é cantor, compositor e instrumentista com foco na música amazônica. Iniciou a Carreira em 2008 e com 15 anos de estrada faz parte de diversos grupos musicais. Atualmente, além da carreira solo, desenvolve um trabalho com o grupo tambores encantados.

Trabalhos: 3 álbuns lançados, Vida de Artista (2011), Algo Mais(2016), Negro Sol e Vai Sabiá (2022).

Defendendo a canção Leilão de Abril, participou do Festival de jazz de Rio das Ostras- RJ em 2015.

Idealizador do Baile dos Botos no Rio de Janeiro, onde ocorreram 5 edições.

Recentemente fez turnê no Sul e Sudeste com o Show o Canto do Rio.

Em Macapá, o Movimento Cultural Arte da Pleta Faz a produção desse encontro de Rios, com o amazonense Eduardo du Norte e grandes artistas Amapaenses, em Parceria com o Bar mais cultural do Cidade, Farofa Tropical ????.

Serviços:

Artistas:

Eduardo Du Norte ( Manaus).
Zé Miguel
Sabrina Zahara
Suane Brazão
Mestre Ivamar.
E o poeta Augusto Oliveira com seu livro “Poemetos”
Informações e reservas 981373130.

Show O Canto de Rio
Local : Farofa Tropical.
Endereço: Rua São José, 1024, Laguinho.
Hora: 20 horas
Data: sábado, 2 de dezembro de 2023

Realização: Quarta da Pleta e Farofa Tropical.
Apoio cultural: Naldo Tattoo.

Carnaval 2024: Liesap promove Festival de Samba de Enredo e Bateria neste sábado

A Liga Independente das Escolas de Samba do Amapá (Liesap) realizará neste sábado, 2, o Festival de Samba de Enredo e Bateria. O evento irá acontecer no Sambódromo, a partir das 16h.

Cada agremiação terá quatro passadas para apresentar seu samba de enredo no palco. Serão avaliados pelos julgadores os quesitos letra, melodia e arranjo. Também será avaliado o desempenho de cada bateria, que terá o tempo de 3 minutos para fazer sua performance, onde serão avaliados os quesitos: arranjo e criatividade.

A inovação deste ano, foi separar os dois festivais, onde nove jurados irão avaliar o samba de enredo e seis irão analisar as baterias das 10 agremiações carnavalescas.

O presidente da Liesap, Jocildo Lemos, afirmou que esse já será o aquecimento para o que vai acontecer nos desfiles. “Nós esperamos que todas as torcidas se façam presentes com a camisa das suas escolas e cantem numa só voz o samba enredo da agremiação do coração“, disse.

Os troféus, assim como no ano passado, irão homenagear duas personalidades do Carnaval Amapaense: Quem ganhar o Festival de Samba de Enredo irá levar pra casa o Troféu Ivo Cannuty e a bateria vencedora irá levar o estandarte mestre Monteiro.

As escolas de samba vencedoras receberão respectivamente: R$6.000,00 (primeiro lugar) e Troféu; R$4.000,00 (segundo lugar); R$2.000,00 (terceiro lugar). A bateria campeã será premiada com estandarte e R$2.000,00.

Ingressos:

Os ingressos podem ser comprados antecipadamente nos postos de venda: Donelle ( Macapá Shopping) e nas lojas Visual Fhasion (Padre Júlio e Santana) ao valor de R$ 20,00 individual e R$ 700,00 camarote (10 pessoas).

Confira a ordem de apresentação:

1. Associação Cultural Embaixada de Samba Cidade de Macapá – 18:00
2. Grêmio Recreativo Escola de Samba Emissários da Cegonha – 18:40
3. Escola de Samba Mocidade Independente Império da Zona Norte – 19:20
4. Associação Recreativa Império de Samba Solidariedade – 20:00
5. Associação Recreativa Escola de Samba Império do Povo – 20:40.
6. Grêmio Recreativo Escola de Samba Maracatu da Favela – 21:20
7. Grêmio Recreativo Escola de Samba Piratas Estilizados – 22:00
8. Grêmio Recreativo Cultural Academia de Samba Unidos do Buritizal – 22:40
9. Associação Universidade de Samba Boêmios do Laguinho – 23:20
10. Associação Recreativa e Cultural Piratas da Batucada – 00:00

Diretoria de Comunicação/ Liesap
Adryany Magalhães / Contato: (96) 991445442

Espetáculo realizado pelo SESI Amapá vai retratar os quatro elementos da natureza por meio da dança

Com a proposta de retratar a essência da vida por meio dos quatro elementos da natureza, o SESI Amapá vai realizar a 31ª Mostra de Dança. O tema deste ano, Elementar, vai mostrar que a vida habita no equilíbrio entre os extremos do fogo e água, terra e ar, e que o ser humano torna-se elemento resultante dessas energias.

O tradicional espetáculo vai acontecer na sexta-feira, 1 de dezembro, a partir das 18h30, na quadra da Escola Santina Rioli, no Trem. Ao longo do evento, os bailarinos vão apresentar ao público, coreografias de ballet nos estilos clássico e contemporâneo, além de jazz contemporâneo.

A Mostra tem o objetivo de estimular a prática da dança como expressão artística, contribuindo para o crescimento cultural do estado, além de melhorar a qualidade de vida por meio da adoção de um estilo saudável.

Para a professora de balé, Paula Lopes, a Mostra de Dança é um momento de proporcionar reflexão e, ainda, celebrar o desempenho dos alunos que praticam a atividade no SESI. “A proposta é expressar o simbolismo e harmonia dos quatro elementos da natureza, correlacionando-os ao que temos dentro de cada ser humano. E, claro, mostrarmos o quanto que os alunos evoluíram ao longo do ano”, completou a professora.

Ingresso

A venda de ingressos, no valor de R$ 15 (meia-entrada) está sendo realizada no setor de Atendimento do SESI, localizado na Av. Cônego Domingo Maltês, s/n – Trem. Mais informações: (96) 98414-5300.

Serviço

Data: 1 de dezembro de 2023
Hora: a partir das 18h30
LOCAL: Quadra da Escola Santina Rioli (Rua Jovino Dinoá, 2732 – Trem).

Assessoria de comunicação do SESI Amapá

Sonora Brasil: Sesc Amapá realiza programação com ritmos de raízes africanas

Durante este fim de semana o Sesc Amapá promove em Macapá e no Mazagão o Sonora Brasil, abordando a ancestralidade africana por meio da música. A temática deste ano é “Culturas Bantu: afro-sonoridades tradicionais e contemporâneas, trazendo os artistas acreanos Kelen Mendes, Deivid de Menezes e o grupo amapaense Berço do Marabaixo. Na sexta-feira (1º), o evento acontece no Sesc Araxá, e no sábado, no Sesc Ler Mazagão.

O bantu é o nome dado ao grupo etnolinguístico advindo de regiões do continente africano que hoje correspondem a Angola, Zaire e Moçambique, com destino às regiões do Maranhão, Pará, Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro e São Paulo. A contribuição linguística dos bantus é o traço mais expressivo da presença destes povos no Brasil.

Resgatando essas raízes, o primeiro dia de Sonora Brasil vai ter um intercâmbio com os shows “Ancestralidade Afro-Latina – sonoros saberes”, “Bantu: afro-sonoridades tradicionais e contemporâneas” e “Marabaixo: tradição, fé e resistência”. Além dos shows, terá apresentação de grupo de capoeira, venda de biojoias, exposição de artes visuais e a presença de trancistas. O intercâmbio acontece no salão de eventos do Sesc Araxá a partir das 19h.

O segundo dia traz a oficina “Ancestralidade Afro-Latina: Influências Bantu no Brasil”, falando dos instrumentos de percussão. A programação será no Sesc Ler Mazagão, a partir das 8h30.

Kelen Mendes tem a força das amazônidas no seu canto. O seu trabalho envolve observações sobre a cultura da região, cercada de sons, tradições, seres imaginários e a mistura da formação do povo brasileiro. É o caso da música afro-indígena, por assim dizer, mescla da cultura negra, vinda especialmente do Pará e Maranhão, com as culturas dos povos originários, e dos povos andinos. Ritmos como samba, reggae, baião, funk, estão presentes em todos os seus trabalhos, do EP Inundação (2008) aos CD’s Rio Acre (2018) e Ancestralidade (2020-2022), e dialogam com temas universais como a questão da sororidade, feminismo, política, e a consciência ambiental.

Deivid Menezes, ou Telúrico, seu nome artístico, é um dos artistas mais conhecidos da cena cultural acreana. Ele é compositor, arranjador, multi-instrumentista, professor, e pesquisador de musicalidades do Acre. Já lançou quatro álbuns, Poemas Di’minuto (2018), Arte Musiva (2020), Da mata ao som (2020), Tambores da terra (2021), e prepara um quinto trabalho, “Acre latino-americano”, onde interpreta canções da Bolívia, Colômbia, Peru, Argentina, além de músicas acreanas e composições autorais.

Sonora Brasil – promovido pelo Sesc desde 1998, o projeto apresenta programações musicais e faz parte da proposta de desenvolvimento das artes, com enfoque na valorização, na preservação e na difusão do patrimônio cultural brasileiro.

SERVIÇO:

Sonora Brasil
LOCAL: Sesc Araxá
DATA: 1 de dezembro HORA: 19h
LOCAL: Sesc Ler Mazagão
DATA: 2 de dezembro HORA: 8h30

Jamily Canuto – assessora de imprensa
Telefone: 3241-4440, ramal 235
WhatsApp: (96) 99131-6750
E-mail: [email protected]

Luau na Samaúma vai reunir cultura e história para celebrar 80 anos da tradicional árvore, em Macapá

O Governo do Estado é parceiro na realização do Luau da Samaúma desta sexta-feira, 1º. O evento, que também conta com apoio do Sebrae, traz ao público apresentações culturais, empreendedorismo e gastronomia em homenagem aos 80 anos da samaúma localizada em frente ao Ministério Público do Amapá (MP-AP), na Zona Sul da capital.

Ao longo de sua existência, a árvore tornou-se objeto de estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e de alunos de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Essas pesquisas ajudaram a definir a idade da árvore, que, por sua beleza e imponência, já se tornou um cartão postal do bairro Araxá.

O Luau da Samaúma é realizado pelo MP-AP. O Governo do Estado garante atrações e estrutura para a programação cultural, que traz cortejo artístico, música instrumental e nomes como Zé Miguel e Mauro Cotta, além de um bom samba para ninguém ficar parado, com o Grupo Entre Amigos.

O evento é aberto ao público e promove a ‘Oficina Mini Chefe’, voltada às crianças de 3 a 12 anos. Haverá, ainda, exposição de artes e a ‘Tenda Literária’ para divulgação de obras e contação de histórias para os pequenos.

Economia criativa

Para promover o empreendedorismo, o Luau da Samaúma terá Praça de Alimentação, com uma variedade de itens à venda, como hambúrgueres, doces, comidas típicas e bebidas. O público também poderá apreciar e adquirir peças de artesanato fabricadas por artistas amapaenses.

Nesta edição, a exposição de economia criativa e a praça de alimentação serão ampliadas, com mais oportunidades para o empreendedor: serão 19 estandes de alimentação e 20 para economia criativa. A samaúma terá uma iluminação especial, para a celebração de suas oito décadas de história.

Em 2023, o Luau voltou a acontecer, no mês de outubro, em celebração aos 80 anos de criação do ex-território do Amapá.

Luau na Samaúma

Com atividades realizadas pelo MP-AP, o evento conta com diversas parcerias e, 2023, o Governo do Amapá integra o time, firmando a cooperação entre as entidades para a realização de uma programação artística, cultural e diversa totalmente gratuita para a população.

Tradicionalmente, o Luau na Samaúma ocorre na Praça da Samaúma, no Complexo do Araxá. A programação inicia a partir das 17h.

Confira a programação cultural:

Sexta-feira, 1º

18h – Contação de histórias com Angelita

19h – Cortejo Artístico

19h30 – Apresentação de música instrumental

20h – Zé Miguel

21h – Grupo Entre Amigos

22h – Mauro Cotta

Texto: Rafaela Bittencourt
Foto: Max Renê/GEA
Secretaria de Estado da Comunicação