Grandes sucessos do brega dão o tom da próxima edição do Luau na Samaúma, realizada pelo MP-AP e PMM

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), em parceria com a Prefeitura Municipal de Macapá (PMM), promove mais um Luau na Samaúma, dessa vez com o tema “Brega Retrô”. O evento, marcado para o próximo dia 28 de setembro, vai ao encontro dos saudosistas desse ritmo musical e quer aproximar a população do órgão ministerial, além de favorecer a ocupação do espaço público com lazer, cultura e segurança.

As apresentações musicais do Luau na Samaúma Retrô Brega tocarão e cantarão bregas antigos. O público poderá usar o estacionamento da sede campestre da Maçonaria, em frente à Praça Samaúma, além do entorno do local para estacionar seus automóveis.

Confira a programação que iniciará às 17h:

Contação de histórias com Angêla de Carvalho e contadores do Programa de Leitura (Proler)
Apresentação da banda da Guarda Municipal
Discotecagem com Selecta Branks
Apresentação musical de Mauro Guilherme
Apresentação da banda O Sósia
Apresentação da cantora Márcia Fonseca
Exposição de grafitagem ao vivo.
Show do cantor Mauro Cotta.

Haverá também comercialização de artesanato com a “Feira Preta”, do Instituto de Igualdade Racial (IMPROIR) e do projeto “Mulheres que Fazem”, da Coordenadoria de Mulheres, além de comercialização de livros, discos de vinil, comidas típicas e de food trucks; exposições de quadros, fotografias, objetos e carros antigos; Bike Retrô; mostra de arte da galeria ArteAmazon e exposição de grafitagem ao vivo. A Geladeiroteca também estará presente!

Participe e traga a sua família!

SERVIÇO:

Luau na Samaúma, com o tema Brega Retrô
Data: 28 de setembro de 2018.
Hora: a partir das 17h
Local: Praça da Samaúma, em frente a Procuradoria-Geral de Justiça – Promotor Haroldo Franco, na Rua do Araxá.

Elton Tavares
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

O Escafandro e a Borboleta (resenha bacana do Lúcio sobre um filmaço)

 

Por Lúcio Costa Leite

Alguns filmes são experiências tão pessoais quanto desconcertantes, são diálogos e cenas que parecem, diametralmente, feitos e escritos como se propositalmente quisessem nos atingir. Esse é o caso do filme “O Escafandro e a Borboleta”, produção francesa dirigida por Julian Schnabel, que na época de seu lançamento, recebeu várias premiações.

O filme narra a história real de um editor da revista Elle, Jean-Dominique Bauby, após um derrame cerebral cuja conseqüência principal foi a perda de todos os movimentos do corpo, exceto o do olho esquerdo. O excepcional é que mesmo dentro das limitações físicas imprimidas pelo incidente, o protagonista da história conseguiu ditar um livro usando apenas o movimento do olho.

O filme tinha tudo para ser um drama-doença sobre alguém acometido por um AVC (Acidente Vascular Cerebral), mas a centra-se nas dificuldades de comunicação do protagonista, fazendo do filme um legítimo ensaio sobre a linguagem, o expressar-se.

O drama é angustiante, mas assinala um aprendizado para a reflexão das paralisias que nos assombram mediante as dificuldades O trecho abaixo é a transcrição de um dos monólogos do filme:

Hoje, sinto que minha vida é uma série de frustrações. Mulheres que não fui capaz de amar. Oportunidades que não soube avaliar. Momentos de felicidade que deixei escapar. Uma corrida cujo resultado eu conhecia de antemão, mas falhei em escolher o vencedor.Tenho sido cego e surdo ou os duros golpes me fizeram descobrir minha verdadeira natureza”.

Meu comentário: Este filme, muito bem descrito pelo meu amigo Lúcio, é uma lição de vida. Com um roteiro firme e sacadas incríveis do protagonista. O longa me fez pensar em quem nos ama de verdade, pois quando Jean-Dominique Bauby estava enfermo, quem se importou com ele foi sua ex esposa e não sua namorada (pivô de sua separação). O filme é lindo, eu recomendo.

Elton Tavares

Assista ao trailer do filme: 

Poeta Marven Junius Franklin lança seu livro “Rio Oiapoque [in Blues]” no Sesc Boulevard, em Belém (PA)

O escritor e poeta paraense, radicado no Amapá, Marven Junius Franklin , lancará nesta sexta-feira (29), às 17h, no Sesc Boulevard, em Belém (PA), o livro “Rio Oiapoque [in Blues]”. A obra foi lançada em Macapá no dia 31 de agosto de 2018 e contou com a presença maciça da classe artística e literária do Amapá.

A obra “Rio Oiapoque [in Blues]” traz a materialização de uma fronteira imaginária, que se concretiza aos olhos do leitor graças à poética ficcional do autor. Como o próprio nome do livro já sugere, a obra mostra a experiência de vida à realidade tucuju o que resulta em linguagem poética em constante transmutação.

Conhecemos a cidade mesmo sem nunca termos posto os pés naquele chão do extremo Norte do Brasil. Um chão repleto de girassóis petrificados e bélicos, antemanhãs no cais, fins de tarde verborrágicos e abstrações alaranjadas” – Lara Utzig, poeta, escritora e professora de língua inglesa do IFAP e revisora do livro Rio Oiapoque [in Blues]”.

Oiapoque se torna a Veneza amazônica dos amores que velejam de Saint George até a Marripá Tour. Tudo isso, enfim, recebe a incomparável beleza nas palavras do poeta mais setentrional do Estado do Amapá.

Marven Junius Franklin

Descendente de confederados norte-americanos que aportaram e apostaram no Brasil, professor de educação física, poeta ativista, com várias publicações e premiações literárias em seu currículo. Encantou-se com rios, floresta, aborígines, amores, cultura e o sentimento de grandiosidade que emana ininterruptamente destas plagas magnificas. E isso é ótimo para as letras poéticas que precisam dessas aparições para que se mantenha o encanto e a beleza da poesia. Certamente Marven vai despertar nos leitores aquele estado singular de fruição da beleza dos seus versos bem construídos.

Apesar de claramente inspirado por escritores da geração beat como Jack Kerouac, a obra subjuga divisões pré-definidas sobre formalismos presentes nos estudos literários. Aliás, desconstrução é palavra sempre latente na leitura de Rio Oiapoque [in Blues]: as generalizações e preconceitos a respeito do lugar desmoronam da primeira à última página. As poesias do livro falam do rio Oiapoque, Iaras, pores do sol e acima de tudo, girassóis”, comentou o poeta e autor da obra.

Serviço:

Lançamento do linvro “Rio Oiapoque [in Blues], do poeta Marven Junius Franklin, em Belém (PA.
Local: Sesc Boulevard.
Endereço: Boulevard Castilho França, 522/523 – Campina – Belém (PA).
Data: 29/09/2018
Hora: a partir das 17h

Elton Tavares, com informações de Marven Junius Franklin.

Longa-metragem com Fernanda Vasconcelos e Zezé Motta será gravado no Amapá

Belezas turísticas no Amapá serão exploradas no filme ‘Amanda’ — Foto: Divulgação

Por Jorge Abreu

A partir de 2019, o longa-metragem “Amanda” será gravado no Amapá e vai explorar as belezas turísticas e áreas preservadas, por questões indígenas ou quilombolas. O enredo conta a trajetória de uma paulista envolvida em lutas sociais e o forte engajamento político.

“Amanda” tem a direção do amapaense Célio Cavalcante Filho, com roteiro original escrito por Diogo Mattos e Rodolfo Valente, que também atual nos papéis de Miguel e Eduardo, respectivamente.

A protagonista será a atriz Fernanda Vasconcelos, que já protagonizou as novelas Paginas da Vida, Malhação e Sangue Bom, na TV Globo. Também compõem o elenco Zezé Motta e Fábio Lago.

Segundo o diretor, a proposta é contrastar a realidade dos municípios amapaenses com uma grande metrópole, questionando o que é ser de fato evoluído e o real progresso, trazendo de volta alguns valores que se perderam na época onde se tem tão pouco tempo.

“O filme será rodado na cidade de São Paulo e em, pelo menos, seis municípios do Amapá, sendo 90% do filme se passa no estado. É a oportunidade de mostrar para o mundo um pouco da nossa gente e dos nossos valores, principalmente por estarmos no meio da Floresta Amazônica”, prevê.

Fernanda Vasconcelos, Rodolfo Valente, Fábio Lago e Zezé Motta — Foto: Divulgação

Sinopse

Em meio à crise política, a história quer mostrar um lado dos brasileiros no qual usam como armas as redes sociais e saem para as ruas em protestos na defesa de opiniões e lados, sem ouvir o outro, mas focados em pessoas preocupadas com o bem comum e que respeitam as diferenças.

Com anos de vivência na capital amapaense, Amanda retorna a São Paulo, cidade de origem, para fazer doutorado. Ao reencontrar velhos amigos, ela decide dar uma nova chance ao antigo namorado, Miguel. Ela retoma as lutas sociais e ao forte engajamento político.

Após um trágico acidente, Miguel e Eduardo, irmão da Amanda, partem para o norte do Brasil em busca de saber sobre as experiências da protagonista. No entanto, a viagem se torna o encontro com eles mesmos e antigos ideais, além do contato com o universo desconhecido da Floresta Amazônica, resgatando valores perdidos de um país que ainda pode dar certo.

Produção do filme na Fortaleza de São José, um dos cenários do filme — Foto: Divulgação

Produção

Um pré-levantamento da região para as gravações já chegou a ser feito, mas a pesquisa oficial só inicia a partir de janeiro de 2019. O processo será acompanhado por Célio Cavalcante Filho e o preparador de elenco Christian Duurvoort, responsável pelos filmes “Cidade de Deus”, “Trash” e “Ensaio sobre a cegueira”, com auxílio do produtor Thomé Azevedo.

Mais de 20 atores locais para papéis de linha de frente na história e cerca de 200 figurantes devem participar da obra. A escolha do elenco será através de chamadas públicas de testes. As filmagens estão previstas para acontecer entre junho e agosto do ano que vem. O orçamento do longa é no valor de R$ 4,3 milhões.

O lançamento ainda não tem data oficial definida. Segundo Cavalcante Filho, de imediato no filme e partir para todas as etapas de pós-produção aproveitando a janela dos festivais internacionais que iniciam as inscrições entre outubro do ano que vem e março de 2020. A primeira janela é composta de festivais internacionais, depois os festivais nacionais, e, então, o circuito comercial de cinema.

Fonte: G1 Amapá

Mulheres contra Bolsonaro ocorre no dia 29 de setembro, em Macapá (manifestação também será realizada em vários países na mesma data e no dia 30)

Mulheres de todo Brasil se uniram para fazer um ato de protesto, político e cultural intitulado: “Mulheres contra Bolsonaro”. O evento acontecerá na Praça Floriano Peixoto, no dia 29 de setembro de 2018, a partir das 16h30. A manifestação contará com apresentações musicais, performances artísticas, entre outras formas de intervenção Cultural.

Evento criado com o intuito de dizer NÃO a intolerância, a violência e ao facismo. Mulheres e queridos, chegou a hora de unirmos em uma só causa, gritar e fazer valer #ELENÃO !

Além de poder dizer NÃO ao coiso, você ainda pode prestigiar um lindo evento com os nossos artistas locais!

Serviço:

Mulheres contra Bolsonaro
Data: 29/09/2018
Hora: A partir das 16:30
Local: Praça Floriano Peixoto (Av. Antônio Coelho, Centro).

Fonte: Repiquete no Meio do Mundo.

Manifestação também ocorre pelo mundo

As manifestações de mulheres contra Bolsonaro já começam a se espalhar pelo mundo. O #EleNão ganha novos contornos. Nos dias 29 e 30 de setembro várias localidades apresentam suas razões para que não se vote no candidato. Mulheres brasileiras na Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Espanha, França, Holanda, Inglaterra, Portugal e Estados Unidos já marcaram hora e local para o protesto. Veja abaixo.

Mulheres Unidas contra Bolsonaro

ALEMANHA

Berlim
Local: May-Ayim-Ufer
Data e hora: 29 de Setembro – 3pm

ARGENTINA

Buenos Aires
Local: Obelisco de Buenos Aires
Data e hora: 29 de Setembro – 11am

AUSTRÁLIA

Sydney
Local: Sydney Opera House
Data e hora: 30 de Setembro – 11am

Gold Coast
Data e hora: 30 de Setembro – 11 am

CANADÁ

Montreal
Local: Place des Arts
Data e hora: 29 de Setembro – 5pm

ESPANHA

Barcelona
Local: Placa Sant Jaume
Data e hora: 29 de Setembro – 5pm

FRANÇA

Lyon
Local: Place Bellecour
Data e hora: 29 de Setembro – 2pm

HOLANDA

Local: Peace Palace
Data e hora: 29 de Setembro – 3pm

INGLATERRA

London
Local: Emmeline Pankhurst Statue
Data e hora: 29 de Setembro – 3pm

PORTUGAL

Porto
Local: Praca dos Leoes
Data e hora: 29 de Setembro – 3pm

Lisboa
Local: Praca Luis de Camoes
Data e hora: 29 de Setembro – 4pm

Coimbra
Local: Praça 8 de Maio
Data e hora: 29 de Setembro – 4pm

USA

New York
Local: Union Square Station
Data e hora: 29 de Setembro – 3pm

Boston
Local: Harvard Square
Data e hora: 29 de Setembro – 5pm

Atlanta
Local: Center for Civil and Human Rights
Data e hora: 29 de Setembro – 3pm

Fonte: Jornal de Todos os Brasis

Amapaense e amazonense apresentam o show “Cozinhando Canções” no Norte das Águas

No último sábado do mês de setembro, 29, os artistas Ton Rodrigues e Eduardo Branco realizam o show “Cozinhando Canções, para o nosso deleite”, no Restaurante Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá. Com vertentes musicais distintas, os dois divulgam a cultura nortista para o resto do Brasil, de forma rica e peculiar, reunindo elementos da cultura regional com o pop.

Os músicos Peterson Assis e Paulo Bastos participam do show que também contará com as participações especiais de Zé Miguel, Os Pinducos, Deize Pinheiro, Val Milhomem, Ariel Moura, Barca do Yraguari e Hayan Chandra.

Dentro do show, Ton Rodrigues fará o lançamento do vídeo clipe da música “Fronteira de Guerra”, de Chico Alves e Pedro Messina, produzido pela produtora amapaense Grafite Comunicação, e que estará no seu primeiro álbum intitulado “Sua Bênça – O ponto ancestral”, com lançamento previsto para o mês de novembro. Em seu repertório, estão os ritmos brasileiros em uma versão contemporânea, partindo da raiz popular do Marabaixo, Carimbó, Samba, Batuques de Terreiros, Maracatu e da Ciranda.

Sobre os músicos

Eduardo Branco é músico, cantor e compositor, nascido em Manaus (AM), de onde partem as suas primeiras influências musicais. Ex-vocalista da banda Triplugados, segue em carreira solo, em busca de uma nova sonoridade e novas parcerias. São as influências musicais de Djavan, Pedro Mariano, Lenine, Nilson Chaves, Jamiroquai, Paulinho Moska, Toni Garrido, que desenham sua estética sonora.

Eduardo Branco lançou seu primeiro trabalho autoral o EP – “Vida de Artista”, em Maio de 2012, contendo cinco faixas. Em fevereiro de 2016 foi lançado o Cd Algo Mais, que deu nome à turnê que percorreu os Estados do Amazonas, Pará, Acre, Rio de Janeiro e São Paulo, apresentando uma proposta diferenciada, onde além da música popular, inseriu elementos amazônicos em composições feitas em parcerias com artistas locais.

Ton Rodrigues é ator, cantor, compositor e cozinheiro, o artista traz em seu processo criativo, a força de suas raízes amalgamadas pela alquimia do canto, do teatro e dos temperos, buscando saudar sua ancestralidade, preservando-a no agora, dentro de cada um de nós. Nascido e criado em Macapá, hoje artista reside há 13 anos na cidade do Rio de Janeiro, onde tem seu comprometimento em levantar sua bandeira: cantar sua aldeia. Suas influências musicais são o Berço do Marabaixo, Mestre Verequete, Roque Ferreira, Mariene Castro, Rita Ribeiro, André Nascimento, Ponto Br e Paulo César Pinheiro.

Serviço:

Dia: 29 de setembro
Horário: 22 horas
Local: Norte das Águas (Complexo do Araxá)
Reserva de mesas: 98109-0563 (Andreia Lopes)

Daniel Alves
Assessor de Comunicação
(96) 98131-8844

Letras – Libras/Português promove evento alusivo ao Dia Nacional do Surdo

O I Setembro da Visibilidade do Surdo, promovido pelo Colegiado do Curso de Letras Libras/Português, tem como tema: “Empoderamento do povo surdo: democracia, formação e identidade”. Trata-se de um evento comemorativo pela passagem do dia nacional do surdo, 26 de setembro, e contará com mesas-redondas, palestras, minicursos, sessões de comunicação, apresentações artístico-culturais, mostra histórico-cultural e ação social. Essas atividades têm como objetivo promover a visibilidade da pessoa surda, suas principais demandas e reflexões sobre a Língua Brasileira de Sinais, a Educação de Surdos e questões histórico-culturais e identitárias que permeiam suas vidas.

A realização desse evento vem ao encontro de uma extrema necessidade de discussões que envolvem a pessoa surda e sua identidade, levando em consideração as políticas públicas que têm sido a eles destinadas e que envolvem também o respeito às peculiaridades desses indivíduos. O evento será realizado entre os dias 25 e 29 de setembro de 2018, nas dependências da Universidade Federal do Amapá (Campus Marco Zero), contando com uma ação social destinada à comunidade surda, minicursos, palestras, mesas-redondas, sessões de comunicação de trabalhos acadêmicos, mostra histórico-cultural, apresentações artístico-culturais e evento esportivo.

Inscrição

Interessados em participar do evento poderão efetuar inscrição a partir do dia 03 de setembro e até o dia evento.

As inscrições poderão ser feitas presencialmente na Coordenação do Curso de Letras Libras (Departamento de Letras e Artes (DEPLA), Campus Marco Zero da UNIFAP) ou com a Comissão de Inscrição que percorrerá as instituições de ensino (públicas e privadas) de Macapá e Santana divulgando o evento e realizando as inscrições.

Com apresentação de trabalho – valor de inscrição R$ 20,00

​Sem apresentação de trabalho – valor de inscrição R$ 10,00

Mais informações: Coordenação de Letras Libras – 40095153 ou na nossa página https://1setembrodavisibilidadedosurdo.wordpress.com/
Texto: Natália Vasconcelos

O Equinócio de Primavera e o amigo Fernando Canto

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Foto: Márcia do Carmo

Em Macapá acontece o Equinócio de Primavera. O fenômeno ocorre duas vezes ao ano, em março batizado como Equinócio das Águas, por conta do aumento do nível das águas e em setembro. O solstício marca o início das estações e faz com que o dia e a noite durem igualmente 12 horas.

Em 2012, quando cobri o acontecimento, o Equinócio ocorreu exatamente às 11h49 do dia 22 de setembro daquele ano. A luz do sol ultrapassou a linha imaginária do Equador, por dentro do obelisco do Monumento do Marco Zero. O fenômeno é visualizado em Macapá, única capital brasileira cortada pela linha que divide a terra em dois hemisférios: Norte e Sul. É um belo espetáculo!

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Foto: Max Renê

Além do calor, show de luzes solares e florescer da natureza, o Equinócio sempre me lembra do amigo Fernando Canto. O escritor, poeta, entre outras tantas coisas porretas, é apaixonado pelo fenômeno natural, como também morre por amores de muitas coisas da nossa Macapá. O Barbonez (apelido dele, uma pequena fuleiragem que aprendi com seus filhos) até escreveu um livro, em 2004, e o batizou de EquinoCIO.

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Foto: Raimundo Fonseca

Dono de frases como: “E cá estou: no mais profundo mar. Sem culpas. Mudando como o sol na manhã de um equinócio da primavera”; “Que o sol em seu esplendor, neste Equinócio de Primavera, nos dê energia para enfrentar o trabalho e iluminar nossos passos pela vida”, “Do outono ou da primavera. Depende de que lado do mundo você está. Escolha o meio” ou parte de um poema: “Ao meio-dia, assombro-me em segredo – Encolhidinho – no equinócio da alma”, Fernando Canto segue a descrever poeticamente o equinócio com mais luz que ele próprio.

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Foto: Márcia do Carmo

Certa vez, pela rede social Facebook, Fernando disse-me: “brother, um bom dia de equinócio pra você. Muita energia e sinta-se A-sombrado (sem-sombra ao meio dia). Constate isso. Acho que da mesma forma como os paraenses saúdam seus conterrâneos dizendo “Bom Círio”, nós, do Amapá deveríamos dizer “Boa Luz para você” ou “Bom equinócio, minha nega”.

Aí pensei: esse cara é mesmo porreta, “fouuuu”!

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Eu e Fernando Canto – Foto: Sal Lima

Ainda bem que temos muita beleza natural e fenômenos como o equinócio, que acontecem duas vezes ao ano. E ainda melhor que temos pessoas como Fernando Canto, que vivem a cultura e a magia do Amapá e que acontecem o ano todo. Hoje, o espetacular fenômeno acontecerá às 22h53min. Portanto, boa luz pra você!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Contador – Meus parabéns aos profissionais (principalmente aos meus familiares contadores)

Hoje (22) é o Dia de Contador. A data é celebrada em 22 de setembro por conta da criação do curso de Ciências Contábeis no Brasil, instituída em vinte e dois deste mesmo mês de 1945, por meio do decreto nº 7988, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas. A comemoração entende-se também ao apóstolo, São Mateus (festejado em 21/09), que foi cobrador de impostos e, por isso, é considerado o padroeiro da profissão.

O conceito de Contabilidade diz: “Ciência que tem como objeto de estudo o patrimônio das entidades, seus fenômenos e variações, tanto no aspecto quantitativo quanto no qualitativo, registrando os fatos e atos de natureza econômico-financeira que o afetam e estudado suas consequências na dinâmica financeira. Tais profissionais possuem conhecimentos avançados de matemática financeira, organização, precisão e leis tributárias. De acordo com a doutrina oficial brasileira, organizada pelo Conselho Federal de Contabilidade, a contabilidade é uma ciência social, da mesma forma que a economia e a administração. História Fabricação de cerveja no Egito antigo, com escriba registrando o número de garrafas produzidas.

Há relatos de que as primeiras manifestações contábeis datam de cerca de 2.000 a.C, com os sumérios. Num mercado baseado na troca de mercadorias, a contabilidade servia para definir quanto alguém possuía de uma determinada mercadoria e qual o valor de troca dessa mercadoria em relação a outra. Mas a contabilidade só foi reconhecida como ciência propriamente dita no início do século XIX. Por longo período sua história se confundiu com os registros patrimoniais de organizações mercantis e econômicas e até os dias de hoje é possível se notar alguma confusão entre a ciência contábil e a escrituração de fatos patrimoniais”.

Família de contadores

Minha família possui seis profissionais da área. Eles fazem os registros contábeis, cuidam de documentação, abertura e fechamento de empresas; prestam assessoria, fazem declarações de imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas; Escriturações; Demonstrações contábeis; Análises de balanços, etc. Tudo muito difícil para mim, sou somente um contador de histórias (risos).

Mas eles manjam. E muito, pois todos são bem sucedidos, graças a Deus e ao talento de cada um.

Portanto, hoje rendo homenagens ao meu irmão mais que maravilhoso, Emerson Tavares, meus primos, Adriano e Marcelo e meus tios Maria , Paulo e Dacivone. Todos profissionais respeitados e competentes. Não sou eu que digo isso, são os clientes e a ótima reputação deles dentro do mercado que atuam.

Em nome dos contadores de minha família, congratulo essa tão importante categoria profissional para a sociedade. Que vocês sigam contabilizando sucesso e que no fechamento o balanço seja positivo sempre. Parabéns!

Elton Tavares

Artistas dos quatro cantos do país ocupam a Amazônia Amapaense

A Residência e Festival Corpus Urbis – 4ª edição – Oiapoque ocupará a Amazônia Amapaense entre os dias 22 de setembro e 01 de outubro. O Festival que por três edições aconteceu em Macapá, capital do Amapá, este ano conta com algumas novidades. A primeira é a ampliação do Festival que passa a ser também Residência, ou seja, os artistas selecionados poderão imergir em uma troca de experiências com outros artistas. A segunda novidade é que haverá intercâmbio artístico entre artistas de diversas origens, em que seus processos de investigação e criação serão atravessados pelo contexto sociocultural e convivência junto às comunidades indígenas do Amapá, na cidade do Oiapoque.

A terceira novidade começou no ano passado, quando o projeto participou de uma das maiores seleções que apoiam projetos culturais no país, e esse ano conta com o apoio do Rumos Itaú Cultural 2017 – 2018. Segundo uma das idealizadoras do projeto Cristiana Nogueira, 42, “esse foi um passo importante para sabermos que estamos no caminho certo”.

O principal objetivo do evento é fomentar a produção de arte contemporânea, com ênfase em performance e intervenção urbana, no Estado do Amapá. O Festival que será sediado na cidade do Oiapoque, com suas ações estendidas para as aldeias de Santa Izabel e Espírito Santo, contará com os processos artísticos desenvolvidos na residência, apresentados durante o Festival nos espaços públicos da cidade.

Outro objetivo desta Residência Artística é promover a imersão e troca intensa entre os artistas participantes, para assim, inserir e reafirmar a produção artística contemporânea do Amapá nos circuitos de produção nacionais e/ou internacionais, promovendo a visibilidade dos artistas locais.

Seleção

Neste ano entre dezenas de inscrições, com participação de todos os estados brasileiros, foram selecionados 8 artistas de norte ao sul do país: Abiniel Nascimento (PE), Camila Valones (PE/SP), Geovani Lima (ES/SP), Hugo Nascimento (PA), Jaqueline Vasconcellos (BA), Letícia Haines (SC), Moara Negreiros (AP) e Priscilla Rezende (MG) .

Artistas Convidados:

Entre os artistas indígenas convidados locais, estão: Davi Marworno (Galibi- Marworno), Dieimisom Sfair (Karipuna), Kauri Waiãpi (Waiãpi), Keyla Felício Iaparrá (Palikur-Arukwayene), Luene Aniká dos Santos (Karipuna), Maurício Galibis Nunes(Galibi-Marworno), Milton Galibis (Galibi – Marworno), Miranda Narciso dos Santos (Palikur-Arukwayene), Noel Henrique dos Santos(Galibi – Marworno) , Yermolay Caripoune (Karipuna), Aikyry Waiãpi (Waiãpi), Romana Waiãpi(Wajãpi), Xykyreu Roseline Waiãpi(Waiãpi).

O projeto conta ainda, com as participações nacionais de: Denilson Baniwa, do povo indígena Baniwa é natural do Rio Negro, interior do Amazonas. Jaider Esbell, arteativista multimídia, escritor e produtor cultural. Indígena do povo Makuxi de Roraima; pelo conjunto da obra foi indicado ao Prêmio PIPA onde é vencedor na categoria on-line em 2016 e Sallisa Rosa Natural de Goiânia – Goiás é jornalista e com fotografia explora questões sobre identidade, feminino, descolonização, globalização e povos originários em contexto urbano.

Serviço:

Residência e Festival Corpus Urbis – 4ª Edição – Oiapoque
Data do evento: 22 de setembro a 01 de outubro
Local: Aldeias Santa Izabel e Espírito Santo, Oiapoque/Amapá
Informações: https://corpusurbis.wixsite.com/corpusurbis
facebook.com/corpusurbis @corpusurbis

Contatos:
Coletivo TensoAtivo
Assessoria de Comunicação
Patricia Teixeira: [email protected]
(91) 980905646 (whats)

Patricia Teixeira Wanderley
Jornalista DRT – 1978/PA
Mestranda do Programa de Pós Graduação em Comunicação Cultura e Amazônia
Universidade Federal do Pará

Hoje, às 17h, rola o projeto “Jazz na Calçada” (música de qualidade)

Hoje (22), às 17h, o “Coletivo jazz Amapá” retoma o projeto”Jazz na Calçada”. Segundo o idealizador e realizador do evento, o multiinstrumentista Fineias Nelluty, a programação visa a disseminação e valorização da musica instrumental amapaense. Neste sábado, os artistas convidados são o músico Fábio Mont’Alverne (Rato) e Ricardo Pereira (RicoBluesman), acompanhados de um time super especial. A entrada é franca e o público pode levar bebidas.

Iniciado em 2017, o projeto consiste em uma Jam Session na Calçada da residência de Fineias Nelluty, filho de maestro, músico e produtor cultural hiperativo (ainda bem), com muito improviso e música de primeira.

O convite é extensivo aos que curtem e fazem o jazz continuar sendo uma verdadeira inspiração aos que tocam e aos que apreciam a arte de se tocar um instrumento.

Serviço:

Jazz na Calçada
Local: Avenida Clodóvio Coêlho 787, entre Hamilton Silva e Leopoldo Machado.
Data: 22 de setembro de de 2018 (Hoje).
Horário: a partir das 17h.
Informações: 991151774 – Fineias Nelluty.

Elton Tavares, com informações do amigo Fineias.

Hoje rola Rock no Meio do Mundo


Hoje (22), a partir das 19h, vai rolar o Rock no Meio do Mundo. O evento faz parte da programação do Equinócio de Primavera. As bandas amapaenses Dezoito21, Tia Biló, Minibox Lunar e Vennecy se apresentarão com um repertório cheio de Rock and Roll. A entrada será franca. O evento promete e deve cumprir. Bora lá!

O Equinócio

Os equinócios acontecem duas vezes por ano, em março e em setembro, e determinam a entrada do outono e da primavera. O sol passa exatamente no meio da terra e os dois hemisférios do planeta – norte e sul – recebem a mesma quantidade de luz, o que resulta em dias simétricos.

O fenômeno do Equinócio consiste no alinhamento do sol com a linha imaginária do Equador. São aproximadamente 12 horas de período claro e outras 12 horas para a escuridão. Assim, a partir deste momento, a estação do ano muda.

Portanto, luz e rock para todos nós!

Projeto MPA: temporada 2018 inicia, nesta sexta, com mais de 30 artistas – Por @heraldocalmeida

Por Heraldo Almeida

A necessidade de se ter um local com os artistas musicais juntos mostrando suas produções em um só lugar, fez com que fosse criado o Projeto MPA, em 2014, com o objetivo de valorizar, oportunizar e massificar o cancioneiro amazônico amapaense. Muitas gerações estão envolvidas nesse projeto que já está virando movimento musical.

A música é o principal motivo da existência do Projeto MPA, mas ela trouxe pra cena outras artes com o mesmo propósito, como: dança poesia, literatura, artes plásticas, artesanato, etc. Todos os segmentos culturais do Amapá, que trabalham em suas artes a linguagem regionalizada, expressando sentimentos de nosso povo, estão dentro dessa receita artística musical. Essas artes estão expostas e, também são comercializadas no “Balcão Cultural” (espaço criado pra valorizar todos os segmentos culturais representados dentro do projeto).

A maior referência desse projeto é a mais autêntica identidade cultural e manifestação do povo tucuju, que é o Marabaixo e o Batuque, razão da existência de ritmos e soares dos tambores da floresta amapaense. A resistência da musicalidade feita no meio do mundo.

Hoje, o Projeto MPA conta com mais de 35 artistas de diversos segmentos que compõem essa ideia, fortalecendo o valor histórico da memória tucuju.

Pois o grande objetivo é manter vivo o cantar da aldeia tucuju com tanta riqueza artística cultural que abastece os compositores e cantadores da beira desse imenso rio Amazonas.

Os cantores dessa temporada são: Amadeu Cavalcante, Osmar Júnior, Zé Miguel, Val Milhomem, João Amorim, Brenda Melo, Beto Oscar, Nivito Guedes, Banda Negro de Nós, Enrico Di Miceli, Helder Brandão, Loren Cavalcante, Banda Afro Brasil, Roni Moraes, Cléverson Baia, Nani Rodrigues, Mayara Braga, Nonato Santos, Rambolde Campos, Finéias Neluty, Paulinho Bastos e Joãozinho Gomes.

A dinâmica do projeto tem três momentos, iniciando com violão e voz, o show da agenda e finalmente o “Momento Lennon”, homenageando o antigo bar do Lennon, que existiu na década de 1980, na esquina da Praça da Bandeira (rua Gal. Rondon com a av: Iracema Carvão Nunes- Centro), principal local de referência dos artistas amapaenses que cantavam e tocavam a boa MPB e onde eles começaram a cantar a MPA.

No calendário da temporada 2018 do Projeto MPA estão agendados treze (13) shows, de 21 de setembro de 2018 a 4 de janeiro de 2019. Vai acontecer a cada sexta-feira, sendo dois por agenda, mas na noite de hoje, 21, lançamento do projeto, todos os 22 cantores estarão no palco cantando a Música Popular Amapaense. A partir das 21h, no Norte das Águas (Complexo Marlindo Serrano – Araxá).

O apoio cultural é do Sistema Diário de Comunicação, programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9), Prefeitura de Macapá, Associação dos Músicos e Compositores do Amapá (Amcap), Leal Eventos e Estúdio Midas Live.

Serviço:

A volta do Projeto MPA
Local: Norte das Águas, localizado no Complexo do Araxá, na zona Sul de Macapá.
Data: 21/09/2018
Hora: a partir das 21h.

Fonte: Diário do Amapá

Rapper amapaense lança música autoral sobre os sentimentos incompreensíveis

O rapper amapaense Alerrandro Miranda, conhecido pelo nome artístico de “Karpamal”, produziu a música “Portais sem Saída”, que foi lançada no último domingo (16), pela gravadora WUTL Records. O artista, que é natural do município de Laranjal do Jari, compôs a canção para falar das emoções, sonhos e experiências de sua vida. O jovem de 20 anos de idade encontrou no Rap uma forma de expressar seus sentimentos incompreendidos pelos que o cercam através da sublime arte da música.

Para tentar desenraizar os sentimentos, ele utiliza a música para construir a ponte com o mundo real. Na canção, Karpamal não usa somente experiências pessoais, mas também de pessoas com quem o cantor conviveu, bem como acontecimentos nas vidas dessas pessoas.

Neste ano, Karpamal, lançou seu primeiro single para preencher o universo localizado no interior das pessoas, sendo “Portais sem Saída” que vai abordar essa temática.

Para dar vida a esse projeto, a gravadora WUTL Records, que aposta em novos talentos, abraçou a mensagem repassada pela música de Karpamal e deu a oportunidade ao cantor de divulgar o seu trabalho.

“Sentimentos de tristeza ou frustração, que em certos momentos consomem o nosso ser ou arroubos de felicidade e alegria quase incompreensível são elementos da canção. A música que foi disponibilizada para o público amante do rap nacional e você pode assistir o videoclipe aqui:

Sávio Leite
Assessoria de comunicação