Ana Girlene gira a roda da vida. Feliz aniversário, broda! (@anagirlene)

Gira a roda da vida, nesta terça-feira (3), a inteligentíssima e competente radialista (acho que também arrebentaria na TV), assessora e colega de trabalho na comunicação do Ministério Público Estadual (MP-AP), admirável jornalista (vocação que ela exerce de maneira primorosa) apaixonada Pirata (e pirada) da Batucada, mãe e avó de lindos cachorrinhos brancos, sofrida botafoguense, esposa da Ilzi, apresentadora do programa de rádio Café com Notícias e querida broda deste editor, Ana Girlene.

Não sei há quanto tempo conheço a Ana, mas lembro bem que ela me deu muito apoio na época em que assessorei, por quatro anos, a Justiça Eleitoral no Amapá. Há três anos, somos da mesma equipe e dividimos pautas, muitas alegrias e poucas tristezas/raivas. Às vezes a gente até fica putaço um com o outro, mas passa logo. Tudo com muito respeito e parceria.

Girlene é cheia de gírias e gesticulações porretas, dona de uma voz inconfundível, que é a sua marca. Aliás,  a voz mais bonita do rádio.

Já disse e repito: ela é PHO – DA, assim mesmo, com PH, silabicamente e em caixa alta. Antenada, perspicaz e sabidona, manja demais de política, cultura e demais assuntos do cotidiano. Ela também arrebenta ao escrever e apagar incêndios midiáticos.

Ana também possui um humor refinado, sarcástico sem ser soberbo, além de sua cirúrgica sábia malandragem (sempre digo a ela que ainda aprendo esse “blau”). Sou muito fã desta mulher, que é consideradona pela imprensa e público em geral. Num mercado tão concorrido e cheio de trairagens, Ana se destaca, pisa na beira e marca território. A moça é realmente uma profissional fantástica.

Alguns, como eu, a apoiariam em uma muito possível investida política, pois a moça manja, se garante mesmo. Girlene possui história de lutas e talento de sobra para tal.

A gente não anda junto fora do trampo, mas gosto muito da Ana e acredito ser recíproco. Enfim, Girlene é do caralho (como dizia Millor: “qual expressão traduz melhor a ideia de intensidade do que “do caralho”?).

Broda, que tua vida seja longa. Que esses 41, com aparência de 30, se repita muitas vezes. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Que sigas pisando forte em busca de teus objetivos. Tu te garantes e eu dou valor em ser teu amigo. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Flamengo Libertador – Por @Urublog (Textaço sobre o Flamengo no topo da América)

Foto: República Paz e Amor

Por Arthur Muhlenberg

Uma coisa precisa estar bem clara logo de saída para evitar qualquer mal entendido. Nós nunca mais seremos os mesmos. E digo nós com toda a abrangência e amplitude que o pronome comporta. Depois da tarde mágica no Monumental de Lima a vida de todos nós, rubro-negros e anti-rubro-negros, foi profundamente modificada.

A correlação de forças mudou, a balança da justiça pendeu mais um pouco para o nosso lado e o Flamengo deu mais um passo firme e decidido para se tornar uma potência dominante do futebol mundial. Tem muita gente no Brasil que não vai concordar, o que é a melhor parte de da história toda. Estamos cagando pra eles. A tão temida hegemonia rubro-negra que vai acabar com a competitividade do futebol brasileiro chegou. Quem zuou, zuou. Quem não zuou não zoa mais. Acabou a palhaçada.

Esta nova Era Flamengo, tempos de aço e dominação, foi oficialmente inaugurada ontem em Lima — quando o time todo, medalhas no peito, ergueu a cobiçada Libertadores, fulminando uma inhaca de 38 anos e liberando quatro gerações de rubro-negros de uma sina maldita. O Flamengo, reeditando com talento, casca grossa e uma sorte do caralho as grandes conquistas históricas dos seus predecessores, rompeu os pesados grilhões que o prendiam e atrasavam. O Flamengo estava livre. O Flamengo estava liberto. O Flamengo liberto é senhor da América.

Todos os esquecíveis e amargos 38 anos de espera na fila imensa foram se condensando a medida em que a multidão mulamba, de avião, de barco, carro, trem e motocicleta foi pacificamente invadindo e dominando a capital peruana. Muito antes da bola rolar já era tudo nosso. Quando o jogo começou, toda revolta, tristeza e recalque estocados em 38 anos se comprimiam perto da saída, para serem despejados, exorcizados e esquecidos durante os 90 minutos.

Mas, independente da fé, quem é flamenguista sabe que quando dois ou mais se reúnem em nome do Flamengo o perrengue está entre eles. E foi exatamente assim que se desenrolou o drama rubro-negro no gramado limeño. Um roteiro emocionante, cheio de suspense, viradas, peripécias e plot points. Enquanto a bola rolava uma voz soava sem parar nos fundos da minha cabeça. Era a voz do Galvão Bueno dizendo “teste pra cardíaco”, “teste pra cardíaco”, “teste pra cardíaco”.

Até os 14 minutos do primeiro tempo o jogo foi só lazer. O Flamengo serelepe de sempre, o River aparentemente acuado, mas encurtando espaços, com um jogo extremamente físico, duro e meio desleal, ou seja, absolutamente em conformidade com a regra não escrita da Libertadores. Quem não quer contato físico que jogue vôlei. Tudo corria dentro da normalidade até que correu o primeiro sangue. E foi nosso, com Rodrigo Caio se dando mal num quebra-coco com um riverense qualquer.

Medicado, sangue estancado, Rodrigo Caio voltou ao gramado e daí pra frente só deu River. Os caras foram chegando, apertando, tocando muito rápido a bola, marcando alto e não deixando o Flamengo nem dominar direito as bolas. Nossos jogadores estavam sempre cercados por dois argentinos, dificultando o passe e nos afastando da grande área. Arrascaeta tava descendo até a lateral pra tentar armar jogadas.

O gol deles nasceu num vacilo clássico, um deixa que eu deixo de pelada. A bola não interceptada pelos nossos defensores caiu no pé do cara bom deles, que mandou o sapato no contrapé do Diego Alves e abriu o placar. 1×0 pros alemão com nosso time levando porrada e sufoco. Mais Flamengo, impossível. O River nem tentou disfarçar, depois do gol fez como o time da padaria, se reagrupou em bolo e defendeu em massa.

Mas como é um time bom, levava perigo nos contra ataques supervelozes e nuns chutes de meia-distância perigosíssimos daquele Palácios. Verdadeiras pedradas que do nada iam em direção ao nosso gol. Nessas horas, em que a Nação em desespero roía as unhas e fazia contas apressadas dos investimentos naquela Libertadores, nós não percebíamos, mas a sorte do caralho indispensável aos campeões já operava a nosso favor.

No primeiro tempo os nossos craques não conseguiam driblar sem que um argentino se atirasse sobre eles e parasse o jogo. O River dava uma aula de futebol argentino resultadista. Jesus, de colete, parecia calmo e controlado. Só impressão, é que ele prestava atenção na aula do River. No vestiário o papo deve ter sido forte, porque o time, como sói acontecer, voltou com outro desenho dentro de campo.

Mais solto, aparecendo com mais perigo no ataque, mas sem a contundência necessária pra furar o bloqueio gallina, o Flamengo começou a cavar a vala que engoliria o bicho-papão das Américas. Que jogava tranquilão, e tinha motivos. O 1×0 muquirana no placar, com nossos talentos individuais manietados em uma marcação extremamente rigorosa e bem executada, era obviamente uma goleada para eles. O River mostrou muita disciplina tática se defendendo e extrema letalidade quando atacou. Mas esse jogo deles tem um custo físico alto, com o tempo passando a marcação foi se afrouxando, o Flamengo foi chegando.

Mas chegar não é suficiente, você não pode dizer que foi a um determinado lugar só porque chegou na porta. É preciso entrar. E às vezes não querem que você entre, a porta então deve ser arrombada. Não tem outro jeito, nunca teve e nunca terá. É nessas horas que a camisa é içada por mãos invisíveis. A invicta torcida do Flamengo percebe a sua deixa e entra em campo.

Os cantos flamengos ecoavam no Monumental, criando uma atmosfera sufocante e assustadora para quem não é fechado com o certo. 40 milhões de Monumentais espalhados pelo mundo emanavam ondas de energia que iam sendo absorvidas em campo pelos nossos. Quando em um sistema há energia em excesso pode ocorrer que um ou outro componente não aguente a carga e pife. Foi o que aconteceu com Gerson. Jesus então coloca Diego. A substituição chega a assustar aos mais sensíveis, que não percebiam que não era Diego que Jesus colocava em campo e sim a invencível camisa 10 da Gávea. Sem a qual o Flamengo jamais venceu um grande título. Sinais. Forte sinais.

Foto: República Paz e Amor

Aos poucos, a técnica, que é mato entre nossos craques, foi sendo substituída pela raça, ofício de fé da Nação. Era o ingrediente que faltava para por aquela porta abaixo. Chegamos perto do gol em linda jogada aos 30 minutos. E em outra mais aos 36. A partir dos 43 minutos do segundo tempo o Flamengo arrombou as portas do River, rompeu aquelas correntes e libertou seu povo para despejar em apenas dois minutos toda a tensão acumulada em 38 anos.

Até nas frugais artes culinárias mulambas dois minutos é um espaço de tempo muito curto, não dá nem pra fazer um Miojo al dente. Mas o Flamengo só precisou de dois míseros minutos pra matar, depenar, esfolar, temperar e assar a gallina riverplatense na final de Libertadores mais maluca de todos os tempos. Os fatos ocorridos naquele quadrilátero relvado entre os minutos 43 e 46 do segundo tempo resumiram de forma Exorbitante e operística tudo que o futebol possui de mais intenso, belo e animal.

A esta altura o Flamengo jogava como quem não tinha mais nada a perder. A Libertadores estava deitada com a cabeça no colo de Marcelo Gallardo, que lhe fazia cafuné. O Flamengo era fera ferida, no corpo, na alma e no coração. Animal arisco, no gol de empate os talentos de Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabigol se combinaram em perfeita sincronia para iludir os hermanos.

Quando a bola balançou a rede foi como uma explosão atômica, que foi se irradiando de Lima para o mundo, colocando a nação em transe extático. Um gol comemorado com muita alegria com muito extravasamento, mas com a certeza tranquila de que iriamos jogar uma prorrogação de 30 minutos e continuar lutando pelo título. Só que não, o Flamengo nem deixou a gente comemorar direito o gol de empate.

O Flamengo não estava disposto a jogar prorrogações. O Flamengo dentro de campo queria ganhar a Libertadores tanto quanto o Flamengo do lado de fora queria. Só que com mais pressa. E Diego, do interior da mística camisa 10 arrumou um balão, um balão mágico, superfantástico, daqueles que fazem o mundo bem mais divertido e que muita gente chama de lançamento.

O balão, ou lançamento, como queiram, chegou em Gabigol, que disputou a jogada com os dois beques que tinham sido um pé no nosso saco durante 88 minutos. Disputou e ganhou, com uma leve ajuda do barbudinho Pinola. Gabigol, investido de todos os poderes do mundo livre, mete a canhota na bola com tamanha convicção, tamanha verdade, tamanha certeza de que a nossa hora tinha chegado que nem esperou ela bater na rede para começar a tirar a camisa e correr pro abraço com o eterno.

Notem que Gabriel não tirou a camisa pra comemorar o gol, Gabriel ao tirar o Manto Sagrado estava, na verdade, se desarmando para se apresentar com a humildade devida aos pés do Olimpo rubro-negro e pedir permissão para subir. Permissão dada no mesmo instante pelos 40 milhões de guardiões de nosso panteão. O Flamengo voltava ao topo do mundo e Gabigol puxava a fila dos heróis de 2019 aos quais foi concedido o privilegio da imortalidade.

Mesmo promovido a semideus Gabriel não perdeu a oportunidade de continuar fazendo boas ações. Arrumou uma expulsão das mais necessárias ao dar uma expressiva balangada nos documentos em direção ao nojento banco do River e à sua hinchada mais nojenta ainda. E ainda deu um último olé num prego que deixou o desubicado governador no vácuo. Gabigol é matador, artilheiro da América e humilha mesmo. É pra isso que nós vemos futebol, pra ver os adversários serem ridicularizados. Pra ver eles se cumprimentado ao fim dos jogos nós assistiríamos tênis.

As nossas vidas mudaram, mas nossos objetivos continuam os mesmos. Honrar o Flamengo e esfregar na cara dos secadores toda o nosso orgulho de vencedor. Como será essa era flamenga de aço e dominação ainda não sabemos. A única certeza é que se já tava ruim pra eles, agora vai ficar muito pior. Nós, os vencedores, os dominadores, os opressores, estamos oficialmente autorizados a sermos insuportáveis. Talvez nem seja difícil para a maioria de nós.

Flamengo ergue a taça de campeão da Libertadores — Foto: Reuters

A América está mais uma vez a nossos pés. O Flamengo está de volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído. Missão cumprida com êxito. E esta é apenas a segunda Libertadores que conquistamos. Nós ainda nem começamos. Eu poderia me estender muito mais sobre a significância dessa primeira conquista da nova Era Flamengo. Mas o Flamengo não deixa, nem quando está de folga, nem comemorando a Libertadores conquistada no sábado, esse time para de ganhar tudo. Já tem um Heptacampeonato do Brasil fazendo o maior esporro na nossa porta e bagunçando o nosso domingo. Vamos ter que dar alguma atenção a ele. Afinal, as peladinhas que nos faltam podem ser um ótimo treino pra pegar o freguesão Liverpool em Doha.

Mengão Sempre

Fonte: República Paz e Amor

Sal Lima gira a roda da vida hoje. Feliz aniversário, irmão!

O meu pai saudoso pai dizia que temos que dizer aos que amamos que os amamos sempre. Declarações de amor, amizade, respeito, gratidão ou elogios públicos são importantes para mim. As críticas são muitas e os críticos na mesma proporção. Por isso escrevo felicitações aos meus nos seus respectivos natalícios.

Um dos meus irmãos de vida gira a roda da vida neste sábado (23). Ele é um dos caras mais porretas com quem tive a honra de trabalhar e me tornar amigo, no sentido literal da palavra. Trata-se do marido da Ruth, pai de quatro caras, meio maranhense, meio tocantinense, pescador, boleiro, flamenguista, bicolor, amante de rock and roll e maluco das antigas, Manoel Lima de França, o “Sal”. O cara é uma grande figura humana, sei da sorte de ser amigo dele.

Conheci o Sal em 2010, quando fui trabalhar na Assessoria de Comunicação do Governo do Amapá. Ele fotógrafo experiente e eu um assessor novato na equipe. Aliás, ele é um profissional ético, competente, experiente e franco. Sal possui senso crítico, inteligência, lealdade, sinceridade e honestidade em alta escala. Ele é malandro, mas não pilantra. É gente fina, mas não otário.

Com toda a certeza, Manoel Lima de França não é “Mané”. Logo nos tornamos amigos e depois, irmãos. Sim, é isso que esse doido é pra mim. Um cara justo, prestativo e fiel aos seus como pouquíssimos. Uma figura porreta e um homem de bem.

Já disse e repito: não tenho uma única memória infeliz ou lembrança de marcada do cara para comigo. Pelo contrário. Devo incontáveis favores a ele. Mesmo com a grande lista de desafetos, a minha quantidade de amigos continua extensa e o Sal é um dos mais valorosos.

Sal, mano velho, eu poderia escrever uma porrada de coisas legais sobre você e sobre a nossa amizade, mas o texto não conseguiria expressar tudo. Sabes que te amo. Que tu sigas pisando firme por pelo menos mais 50 anos. Não é qualquer um que completa meia década de vida curtindo a vida como é o nosso modelo (risos).

Que tenhas, pelos menos, mais uns 50 vinte e três de novembro repletos de felicidade, saúde e amor dos teus. Obrigado pela parceria de sempre.

Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário, irmão!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Músico (minha homenagem aos amigos tocadores do Amapá)

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Hoje é o Dia do Músico. Aqui estão os meus parabéns a todos estes homens e mulheres que desenvolvem a célebre arte da sonoridade. Para mim, música é primordial, pois a minha vida tem trilha sonora. Modéstia a parte, sempre tive uma boa percepção musical, pois gosto de um Blues, Jazz, MPB e principalmente o velho Rock And Roll, o ritmo do mundo.

Origem da data

Santa Cecília é a padroeira dos músicos, por isso no dia 22 de novembro, também é comemorado o dia do músico e da música.

O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.

O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.

Portanto, feliz Dia do Músico aos amigos. Não dá pra citar todos, pois tenho muitos Brothers e brodas que atuam no nobre ofício de encantar. A eles, meu muito obrigado, admiração e homenagens.

A formiga só trabalha porque não sabe cantar” – Raul Seixas.

“Escreva sobre sua aldeia e você pode tornar-se universal” – Leon Tolstói.

Elton Tavares

Feliz aniversário, Ivana Contente!

Nesta segunda-feira (18), gira a roda da vida, a mãe, filha, avó e esposa amorosa, advogada, assessora jurídica do Ministério Público do Amapá (MP-AP), minha colega de trabalho, profissional de ética admirada por todos que a rodeiam, Ivana Contente.

Já disse e repito: com honestidade a toda prova, firme nos posicionamentos, séria e inteligentona. A gente nem anda junto e tals, nosso contato é somente profissional, mas ela é uma pessoa muito querida por mim. A menina é demais porreta!

Com o perdão do trocadilho, Contente é bem-humorada, muito educada, trabalhadora, responsável, divertida e dona de papo firmeza. Sabe aquelas pessoas que você tem certeza que são reais, sem máscaras? Assim é Ivana.

Ivana, queridona, que teu novo ciclo seja ainda mais feliz, produtivo e iluminado. Sou feliz por nossas vidas profissionais orbitarem e eu poder conviver um pouco contigo.

Que sigas pisando firme e de cabeça erguida, como fizestes até hoje. E que tua vida seja longa, repleta de momentos porretas e que tudo que conceitues como felicidade se realize. Você merece. Parabéns pelo seu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Ana Paula Blayth! – @Anablayth

Eu e Paulinha, em 2009. Ela não envelheceu nada, já eu fiquei muito mais porrudo e cheio de cabelos e barba branca (risos).

Quem lê este site, sabe: gosto de parabenizar amigos em seus natalícios, pois declarações públicas de amor, amizade e carinho são importantes pra mim. Quem gira a roda da vida neste domingo (17), é a professora, filha e irmã amorosa, amiga fiel aos seus, viajante do mundo, amante de animais, livros, samba e cervas geladas, além de querida amiga deste editor, Ana Paula Blayth. Paula, a querida “Paulinha”.

Paulinha é bem humorada, trabalhadora, consegue equilibrar loucura com responsa, como todos deveriam fazer e é uma linda mulher, por dentro e por fora, pois tem boa índole e é gata. Ela é uma das pessoas que me dão uma força de vez em quando e sou grato por isso.

A Paula me deve alguns anos de cervejas, pois não foi tomar umas comigo nas últimas trezentas vezes que convidei (risos).

Enfim, querida Paulinha, sabes que o gordão aqui dá muito valor em você. Que teu novo ciclo seja ainda mais produtivo, próspero e que tenhas sempre saúde e sucesso junto dos teus amores. Que tua vida seja longa e que tu sigas sempre nesse alto astral. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Paula, precisamos de uma foto nova juntos, égua!

Fernandinho Bedran gira a roda da vida hoje (13). Feliz aniversário, irmão!

Gira a roda da vida, nesta quarta-feira (13), o marido apaixonado da Elainy Alfaia (outra que é um lindeza de pessoa), libanês da Cidade Velha, Rosa-Cruz, degustador de heinekens tuíras, presidente da Divisão Internacional da Vida Alheia (D.I.V.A.) no Amapá, recordista intergalático de gentebonisse, mestre em paidéguice boêmia, fabricante e sócio-diretor da PimentArte do Brimo, administrador comercial, fã dos quadrinhos (principalmente de Asterix), amante de boa música, locutor e DJ da Rádio Fuleiragem, ilustre morador de Santana e do Amapá há 22 anos, melhor papo de bar que conheço (onde ele é também meu providencial conselheiro), além de querido irmão de vida, Fernando Bedran.

Conheci Bedran há mais ou menos 20 anos, em uma reunião de amigos. Quando entrei na festa, ele arranhava um violão e cantava Sessão das 10, do Raul Seixas. Foi empatia na hora, pois aquele bicho animava o ambiente, como é de seu feitio. De lá pra cá, fortalecemos a amizade e bebemos juntos (às vezes bem e noutras mal acompanhados) uns dois rios amazonas de cerveja.

O Bedran é um cara ímpar. Sério, não é clichê, pois nunca conheci um figura igual a ele. Trata-se de um cara paid’égua à máxima potência multiplicado ao cubo. Além de sábio, dono de vasta cultura geral e extremamente inteligente, ele é um homem de bem. Fernandinho é daqueles que não falam mal de ninguém. A não ser dos filhos da puta, pois estes ele combate em tempo integral, assim como todos deveríamos fazer.

Longe da larga e comprida esteira dos “Maria vai com as outras”, Bedran é um cidadão tenaz, coerente, instigado, de visão crítica e justa, que promove a reflexão nos que lhe cercam. A gente admira o sacana. Paralelo a isso, é um doidão que não cultiva mágoas ou rancores. Só dispara contra pessoas sórdidas ou hipócritas (só uns 2%, pois nos outros 98 o cara é só alegria).

Já disse e repito: Bedran é uma das pessoas que mais gosto de ter por perto, por conta da energia boa e positividade que o figura irradia. Um figura que usa o hemisfério esquerdo do cérebro para o bem dele e de quem o cerca.

Fernando Bedran não é jornalista, poeta ou escritor por pura falta de vontade, pois ele tem talento, senso crítico, ins-piração e conhecimento demais. Certamente seria caralhento em qualquer uma dessas atividades (ou em todas). Só para vocês terem uma ideia, o Fernando Canto escreveu o conto Mama-Guga (que nomeia seu livro de mesmo nome), realismo fantástico de primeira linha, inspirado em papos com o Fernandinho. Avalie!!

Meio bruxo, meio alquimista, parece que o maluco veio enviado de outra dimensão para disseminar alegria, disparar sacadas geniais, sarcasmo boêmio, ironia fina e pérolas da boa sacanagem (ao som da sua inconfundível gargalhada). Outra coisa que sempre repito é a frase do meu irmão, Emerson Tavares: “Bedran é melhor para tomar cerveja do que tira-gosto de charque”. E é mesmo!

Fernandinho, meu irmão, que tenhas sempre saúde e sucesso. Que Deus siga a iluminar teu caminho no qual sempre segues a luz. Tu és um cara Phoda demais. Te admiro muito. Que tua vida seja longa. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado por motivos de eu estar em Belém, com pouco tempo para o site, mas de coração.

Feliz aniversário, Gabriela Dias!

Gosto de parabenizar amigos, pois declarações públicas de amor, amizade e carinho são importantes pra mim. Hoje gira a roda da vida a mãe da Maria Ísis, turismóloga, professora, cerimonialista, apaixonada por animais, apreciadora de Rock and Roll, minha comadre, além de querida amiga, Gabriela Dias, a “Gabi”.

Já tem mais de 19 anos que eu e Gabi nos tornamos amigos. Claro que a gente já brigou algumas vezes e nos decepcionamos mutuamente nestas quase duas décadas de brodagem.

Nossa relação é cheia de curvas, idas e vindas, mas cheia de lembranças felizes e poucos momentos ruins. A gente se afasta por um tempinho e depois nos juntamos de novo. Mas o importante é que, mesmo não estando sempre juntos, temos uma amizade recíproca e verdadeira.

Gabriela é muito gente boa, inteligente, honesta, dramática, falante, às vezes meio chata, mas sempre uma boa pessoa. Com a chegada da Maria, ela se tornou uma mãe amorosa e zelosa.

Gabi é uma mulher de boa índole e trabalhadora. Também é palhaça, bruta, meiga, sem frescura e uma excelente companhia pra conversas descontraídas e desabafos pesados. Ela sabe que não sou tão atencioso ou paciente, mas que se precisar, pode contar comigo.

Aliás, quando precisei da amizade dela, o ombro, ouvidos e conselhos sempre estiveram à minha disposição. Sou muito grato por isso!

Gabriela, que tua estrada da vida seja longa, repleta de realizações pessoais e profissionais. Que tu encontres alguém bacana para amar e que sejas sempre feliz ao lado da Maria e seus demais amores. Que teu novo ciclo seja ainda mais porreta.

Sabes que se precisar, é só chamar.

Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Jamila Tavares!

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar os amigos e parentes (somente os que amo). Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes.

Portanto, lá vai mais uma: hoje aniversaria a moça prestativa, gente finíssima, cantora talentosa, católica, humanista e médica, Jamila Tavares. Ela é uma das minhas lindas e amadas primas.

Filha do tio Paulo, irmã da Ana e da Paula, além de namorada do Tonho, essa mulher, meio menina, é muito religiosa, inteligente, educada, dona de papo agradável e, sobretudo, uma pessoa do bem.

Orgulho-me de ser da família Penha Tavares, onde só tem gente PHoda. Pode até soar como pretensão ou boçalidade, mas quem conhece o meu clã paterno sabe que é verdade.

Jamila é mais uma desse naipe. Ela é talentosa, esforçada, trabalhadora, sábia, apesar de muito jovem e tem muita vontade de fazer valer o ofício que escolheu seguir: a Medicina. Temos muito orgulho e amamos essa menina.

Infelizmente, tenho pouco contato com a Jamila, pois nos falamos nas férias e em datas especiais, já que ela mora em Belém (PA). Mas a moça também reside no meu coração.

Prima, que teu novo ciclo seja ainda mais feliz. Saúde e sucesso sempre, junto aos seus amores. Que a Força esteja com você. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Hoje é o Dia Nacional do Poeta (meus parabéns e agradecimento aos queridos da Poesia)

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Hoje é o Dia Nacional do Poeta. O motivo da data é que no dia 20 de Outubro de 1976, em São Paulo, ocorreu o Movimento Poético Nacional, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor brasileiro Paulo Menotti Del Picchia. O objetivo é incentivar a leitura, escrita e publicação de obras poéticas nacionais.

O poeta autor/trovador escreve textos do gênero que compõe uma das sete artes tradicionais, a Poesia. A inspiração, sensibilidade e criatividade deste tipo de artista retrata qualquer situação e a interpretação depende da imaginação dele próprio, assim como do leitor.

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Admiro os poetas. Sejam cultos, que usam refinados recursos de linguagem ou ignorantes, que versam sem precisar de muita escolaridade. Eles movimentam o pensamento e tocam corações. Não é a toa que as pessoas têm sido tocadas pela poesia há séculos. E nem interessa se o escrito fala de sensatez ou loucura. Tanto faz. O que importa é a criatividade, a arte de imprimir emoções em textos ou declamações.

Não tenho o nobre dom de poetizar, sou plateia. Mas apesar de não existir poesia em mim, uso a tal “licença poética” para discorrer sobre meus devaneios e pontos de vista. Quem produz poesia, uma das sete Artes Tradicionais, merece reconhecimento por sua criatividade, imaginação e sensibilidade de versar sobre a vida.

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Hoje, minhas homenagens são para os poetas amapaenses (ou que versam sobre nossa terra) que são meus amigos (somente os amigos mesmo). São eles: Fernando Canto, Obdias Araújo, Alcinéa Cavalcante, Paulo de Tarso, Thiago Soeiro, Pedro Stkls, Carla Nobre, Mary Paes, Andreza Gil, Ivan Daniel, Patrícia Andrade, Weverton Reis, Carlos Nilson Costa, Joãozinho Gomes, Val Milhomen, Osmar Júnior, Zé Miguel, Naldo Maranhão, Enrico Di Miceli, Júlio Miragaia, Jaci Rocha, Maria Ester, Annie de Carvalho, Jô Araújo, Luiz Jorge Ferreira, Andreia Lopes, Kássia Modesto, Mauro Guilherme, Bruno Muniz, Marven Junius Franklin, Flávio Cavalcante, Manoel Fabrício, Ori Fonseca, Arílson Freires, Bio Vilhena e Lara Utzig. Muito obrigado!

Também saúdo todos os movimentos que fazem Poesia no Amapá, realizando encontros em praças, bares e casas particulares, enfim, saraus para todos os gostos. Portanto, meus parabéns aos poetas, artistas que inventivos fascinam o público que aprecia a nobre arte.

Enfim, muito obrigado. Parabéns poetistas e poeteiros!

Elton Tavares

Parabéns, Rejane Melo!

Hoje gira a roda da vida a mãe da Beatriz e da Isabella, irmã da Rô, capitã do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá (CBM/AP), médica, com destacada atuação no SAMU, boêmia do Laguinho, amante de boa música, carnaval, cervas enevoadas e bares com amigos, além de querida amiga deste jornalista, Rejane Melo.

Eu e Rejane nos conhecemos há mais de 25 anos. Sempre nos demos bem, mas a aproximação rolou de uns anos para cá. Ela é uma mulher honesta e trabalhadora, que consegue manter o equilíbrio entre a loucura de não ser convencional e a sabedoria de administrar a vida com serenidade e responsabilidade. A moça tem uma calma invejável (risos). Se tem uma pessoa “good vibes” que conheço, é essa mulher.

Rejane é uma queridona, sempre de bem com a vida, seja em seu trabalho ou em momentos de lazer. Além de uma mãe exemplar de duas princesas lindas.

Ela é uma mulher inteligente e gata. Louca por sua família, por seu trabalho e seus amigos, é dedicada em tudo que se propõe. Vive da maneira que lhe apraz, sempre malandramente sorridente. Além de sua paideguice, cinismo, sarcasmo, ótimas sacadas e papo bacana, ela também é prestativa.

Rejane, querida amiga, que sigas com essa sabedoria que lhe é peculiar. Que tua vida seja longa. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa garra e alegria que são marcas suas. E sempre com saúde e sucesso. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Arilson Freires!!

Com os jornalistas Max Miranda e Arílson Freires – TV Amapá – 2015

Hoje aniversaria o pai e marido dedicado, boleiro, poeta, cronista, jornalista, editor, apresentador e repórter (oficial da Rede Globo em Macapá) da TV Amapá e ilustre santanense, Arilson Freires. Além de competente e experiente profissional (com décadas de carreira), o cara é um amigo. A ele devo alguns aprendizados e muitos favores no âmbito profissional.

Aliás, falar que o Arilson Freire é bom e é algo redundante. O cara é fera! Ele foi o meu primeiro chefe no jornalismo, em 2008, quando tive uma passagem curta pela Rede Amazônica. O experiente jornalista, que comandou por muito tempo as redações da emissora no Amapá, sempre me tratou muito bem, mesmo quando eu era foca (iniciante).

Lembro bem do dia em que cheguei lá e fiz o teste com o Arilson. Era para uma vaga para o Portal Amazônia, site de notícias da Rede Amazônica, que na época tinha correspondente no Amapá. Foi um texto de tema livre e certamente o artigo ficou uma merda.

Eu e o jornalista Arilson Freires Gomes a bordo de um monomotor (2011). Foto: Marcelo Lima.

Mas Freires foi gentil e explicou como a matéria deveria sair. E assim seguimos no trabalho por mais de um ano, com ele na supervisão. Foram tempos de absorção de conhecimento com Arilson e demais colegas jornalistas.

Sempre admirei Arilson como profissional. Após alguns anos de convívio, em que pedi cobertura de tudo que era pauta, até para as menos relevantes (coisa de assessor de comunicação), sempre contei com a ajuda providencial do jornalista, tenho Arilson Freires em alta conta.

Com o Arilson, em uma pauta, em 2017.

Construímos uma amizade bacana, com muito respeito e parceria. E tanto pelo admirável jornalista, quanto pelo cara simples e gente boa que ele é, hoje lhe rendo homenagens. Parabéns pelo seu dia, amigo. Que tenhas sempre sucesso e saúde junto aos seus amores.

Feliz aniversário, mano velho!

Elton Tavares

Hoje Andrew Punk gira a roda da vida. Feliz aniversário, primo! – @andrewpunk

O artista Andrew Punk gira a roda da vida nesta segunda-feira (30). Tenho certeza que meu “primo” muda de idade feliz da vida, pois sua mãe, minha querida tia Vera, está em casa e com a saúde reabilitada. Aliás, também estou felizão por isso.

Andrew é pai do Vitor, irmão do Allison e da Alice, filho caçula da tia Vera e do saudoso tio Aílson. O cara é designer dos bons, desenhista Phoda, artista talentoso, torcedor esperançoso do fluminense, servidor da Câmara de Vereadores de Macapá, amante de fuscas, Rock and Roll e uso de barba estilo viking, além de meu primo e amigo, Andrew Punk.

Punk é um cara trabalhador, responsável e batalhador. Ele não é meu primo de sangue, mas por afinidade, pois nossos pais são amigos desde que me entendo por gente. Andrew também é um cara espirituoso, engraçado, bem-humorado, chegado numa cerveja e aprecia marombar, pois o bicho tá porrudo.

Conheço o Andrew a vida toda. A gente não anda junto, mas se gosta bastante. O moleque, no melhor sentido da palavra, é um cara porreta. Além de inteligente, sabe ser engraçado na zoação real e virtual sem ser chato (tem nego que enche o saco em dois minutos de conversa e também pira na internet pra chamar a atenção). Não é o caso do Punk; ele manda bem na tirada de barato.

Enfim, Andrew Punk. “Tu saaaabes”, Patinhas! Que a força sempre esteja com você. Que tu tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores.

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Meus parabéns, Bruno Jerônimo!

Existem amigos que, mesmo distantes, são sempre irmãos de vida. Hoje aniversaria um desses caras. Trata-se do pai da linda Moara, produtor, apoiador do audiovisual, além de velho e querido amigo, Bruno Jerônimo.

Conheci o cara em meados de 1999, como o “filho do Lula”, um velho amigo do meu falecido pai. Pernambucano, o cara é um esperançoso torcedor do “isporti”. Sim, Brunão é um cabra da peste e dos brabos.

Apesar de todas as doidices que fizemos juntos, nossa amizade não é só farra. A gente já se ajudou muito nessa vida. Bruno foi meu chefe e me deu apoio. Nunca mudamos nossa relação por conta do trabalho, o que foi muito legal.

Jerônimo é, como o pai, um cara sincero, honesto, que diz verdades na cara, mas é fiel aos amigos. O respeito que tenho por esse cara é grande, pois ele valoriza os brothers.

Brunão, hoje em dia a gente pouco se vê e pouquíssimas vezes conversamos, mas sabes que lhe tenho em alta conta. “Tu saaaaabes…”, a gente é brother.

Apesar das nossas divergências sobre pessoas, situações ou visão de mundo, que não são muitas, nossa amizade não tem “semiclausfaustia”. Desejo tudo de melhor pra você, mano velho. Saúde e sucesso sempre!

Elton Tavares