Feliz aniversário, Sal Lima!

Hoje troca de idade um dos irmãos que ganhei no jornalismo, pois junto da Mariléia e Gilvana, o cara é um dos grandes amigos que fiz nessa nossa louca e apaixonante profissão. Hoje aniversaria o marido da Ruth, pai de quatro caras, meio maranhense, meio tocantinense (apesar de ele negar o primeiro), fotógrafo dos bons, pescador, boleiro, flamenguista, bicolor, amante de Rock and Roll e maluco das antigas, além de um dos maiores brothers que tenho, Manoel Lima de França, o popular “Sal”.

Sal é uma figura. Um cara prestativo e desenrolado. Um mano que está junto comigo sempre, seja para tomar umas ou resolver problemas. Um amigo de verdade. Não tenho uma única memória infeliz ou lembrança de marcada do cara para comigo. Pelo contrário. Devo incontáveis favores a ele.

Com muito carisma, desbocado, fala alta e jeito estúpido de ser (o cara é bruto uma ponta), é uma das melhores companhias para tomar uma cerveja, trocar umas risadas, bater um papo ou fazer uma correria do dia-a-dia. A gente ri junto até de nossos vacilos. Coisas das nossas malacas percepções das coisas.

Ele também é um profissional ético, competente, experiente e franco. Sal possui senso crítico, inteligência, lealdade, sinceridade e honestidade em alta escala. Ele é malandro, mas não pilantra. É coerente, mas não otário. Um homem, sobretudo, de bem.

Sal é dono de frases engraçadas, comportamento irreverente, colocações viscerais, autêntico ao máximo. Ele vive do jeito que quer, que gosta, desprovido de mesmice ou convencionalismo, sempre está com seu campo de força antidepressivo ligado. Quando trabalhamos juntos, na assessoria de comunicação do Governo do Amapá, em 2010, ele abria a porta da redação às 8h da manhã e dizia: “bom dia, caralho!”. Sempre dou risada ao lembrar disso!

Com toda certeza, Sal é um sujeito porreta e decente. Um cara do caralho (leia-se palavra de intensidade). Não à toa, nós, os amigos, amamos esse cara.

Por tudo que é e pela honra que tenho em ser seu amigo, hoje rendo homenagens a Sal Lima pelo seu natalício. Querido irmão, que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Músico (post em homenagem aos cantadores e tocadores do Amapá)

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Hoje é o Dia do Músico. Aqui estão os meus parabéns a todos estes homens e mulheres que desenvolvem a célebre arte da sonoridade. Para mim, música é primordial, pois a minha vida tem trilha sonora. Modéstia a parte, sempre tive uma boa percepção musical, pois gosto de um Blues, Jazz, MPB e principalmente o velho Rock And Roll, o ritmo do mundo.

Origem da data

Santa Cecília é a padroeira dos músicos, por isso no dia 22 de novembro, também é comemorado o dia do músico e da música.

O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.

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O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.

Portanto, feliz Dia do Músico aos amigos. Não dá pra citar todos, pois tenho muitos Brothers e brodas que atuam no nobre ofício de encantar. A eles, meu muito obrigado, admiração e homenagens.

A formiga só trabalha porque não sabe cantar” – Raul Seixas.

Elton Tavares

Feliz aniversário, Amaral!

Hoje também aniversaria o funcionário público Amaral Junior. Um velho e querido amigo meu. Apaixonado pela família, o cara é marido da Claudinha, pai do Aldryn e Maria Luiza. Além da esposa e filhos, é louco pelos pais e irmãos. Sim, nosso aniversariante é uma pessoa paidégua!

Amaral faz parte da turma que denominei “galera da piscina”, grupo de amigos que nadaram na velha Piscina Olímpica de Macapá. Nem sei quanto tempo o conheço, mas faz muitos anos.

Ele é um fervoroso torcedor do Flamengo, folião do Boêmios do Laguinho e como ninguém é perfeito, também é remista. Amaral é um grande anfitrião, eu e a velha turma vivemos bons momentos em sua residência, no bairro Zerão, onde assistimos muitos títulos do Mengão, participamos de muitos churrascos e tudo regado a muita cerva.

Junior é sensato e equilibrado, é uma pessoa que os amigos escutam e respeitam. Inclusive eu. A gente se distanciou com o tempo, mas nos gostamos. Sempre torço pelo sucesso e saúde do Amaral, assim como de sua bela família.

Enfim, mano velho, que sigas feliz na estrada da vida tu és gente boa demais. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Gabriel Penha! – @GabrielPPenha

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Hoje é aniversária do competente jornalista, exímio fotógrafo, repórter dos bons, premiado produtor cultural, idealizador do projeto “Povo de Cultura e Fé”, sócio-diretor do Bar do Louro e ilustre cidadão do município de Mazagão, Gabriel Penha.

Eu já sacava o trabalho de Gabriel há um tempo, já que ele trampa no jornalismo amapaense desde 1998. Mas em 2011, fizemos amizade e descobrimos um parentesco distante.

Sim, ele é meu primo de não sei qual grau. Pois minha família paterna é natural de Mazagão (onde nasceu o meu pai, José Penha). Só sei que o distante laço sanguíneo é por parte da minha avó.

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Parentescos à parte, além de profissional reconhecido, Gabriel é gente fina. Um cara parceiro e de bom trato com os colegas. Também é preciso ressaltar o amor de Penha por Mazagão, seu grandioso trabalho pela manutenção do município e valorização da cultura do local.

Por tudo isso e mais uma renca de coisas porretas, parabenizo o cara. Gabriel, meu primo, meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Jorge Junior!

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Hoje é aniversário do marido da Patrícia, pai do lindo Pedro Jorge, repórter cinematográfico e fotojornalista Jorge Cardoso Junior, o “Sombra”. O figura é bem humorado, inteligente, prestativo, gente fina e profissional competente, além de querido amigo meu.

Experimentado no meio jornalístico amapaense, Jorge já foi cinegrafista de vários veículos de comunicação de Macapá. Conheci o figura somente em 2011, quando trabalhamos juntos na comunicação do Governo do Amapá.

Com ele, cobri os mais variados eventos, percorremos as estradas do Amapá, trampamos em muitas cidades, durante dias e noites. Dividimos quartos de hotéis nada recomendáveis, comida e cervejas.

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Além de ótimo colega e profissional, Jorge é um cara bacana. Um homem que trata a todos com respeito. Ele é, sobretudo, um cara do bem.

Sombra, mano velho, que Deus te ilumine sempre. Que tenhas saúde e sucesso para alcançar seus objetivos. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Sônia Canto! – @soniacanto

Hoje é aniversário da mãe dedicada, esposa apaixonada, avó amorosa, produtora cultural, blogueira, amante de carnaval, MPB, cães, plantas, cinema e literatura, além de querida amiga deste editor, Sônia Canto.

Conheço Sônia Canto há 17 anos, quando fiz amizade com seus filhos. Além disso, é esposa do genial Fernando Canto, de quem sou admirador e amigo.

Sônia Canto é virada, safa, batalhadora e trabalhadora. Ela foi funcionária pública, empresária, editora de Caderno cultural de jornal, primeira repórter da TV Amapá e está concluindo o curso de Direito.

Articulada, muito inteligente, dona de vasta cultura, tem sempre um excelente papo e palavras doces aos seus. Sônia Canto sempre foi gentil comigo. Sempre me recebeu bem na sua casa e me apoiou em vários momentos. Sou muito grato a ela.

Por tudo que é e pela honra que tenho em ser seu amigo, hoje rendo homenagens a Sônia Canto pelo seu natalício. Querida amiga, que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Agradecimento do poeta: Joãozinho Gomes sobre o título de Cidadão Amapaense

O título de Cidadão Amapaense, para mim, não é apenas a realização de um sonho pessoal, mas, também, o documento mor da importância da minha poesia para as artes e a cultura do nosso amado estado do Amapá.

Em 24 de dezembro de 1991 às 22:30m eu pisei em solo amapaense e meus pés incontrolavelmente enraizaram-se neste solo de modo tão profundo à serem hoje raízes impossíveis de serem arrancadas, extraídas, removidas. Não custei a entender as aspirações telúricas deste chão sagrado que de maneira paterna e acolhedora abrigara os meus pés em seu ventre de mata e rio com a intenção de que eu a ele pertencesse de forma efetiva, afetiva, perenal. Vi com clareza à linha do horizonte a grafia das águas e das folhas textualizando a minha vida dali para diante, li os meus desígnios e, compreendi a lírica missão entregue à minha arte. Queria este solo gentil, generoso e belo, que eu me juntasse aos seus filhos-pássaros e os ajudasse no ofício de cantarem a sua história rica, única, bela. Era tempo de criar.

A empreitada a minha frente e as ferramentas a minha volta, os meus pares festejaram o meu ingresso à seara da música e da poesia, seara, deles, que logo passou a ser minha, também, e juntos plantamos… e veio o tempo
da colheita… e frutos dulcíssimos colhemos… e replantemos tantas vezes… e o pomar está florido…; Quero de coração aberto fazer um agradecimento muito especial ao deputado Paulo Lemos pela rara sensibilidade em solicitar a concessão de tão importante honraria a qual fui agraciado, e aos meus parceiros, todos muito queridos, quero agradecer ao Val Milhomem, ao Amadeu Cavalcante, ao Zé Miguel, ao Cássio Pontes, ao Enrico Di Miceli e, a Patrícia Bastos.

Quero também fazer um agradecimento muitíssimo especial a minha amada Lene Frazão, e à minha grande amiga, Clícia Di Miceli. E para encerrar posto o trecho final do poema “Amapacanto” de Álvaro da Cunha, poema este que sintetiza perfeitamente a minha relação com o meu amado Amapá:

Amapacanto

ninguém
Amapá
ninguém
viveu no teu solo
ancestral
integração tão íntima
legítima
a possessão fraterna
esta volúpia terna
bruta
total
absoluta
que sempre viveu
entre nós dois

Álvaro da Cunha

*Joãozinho Gomes, poeta paraense, com título de Cidadão Amapaense.

Feliz aniversário, Fernandinho Bedran!

Hoje aniversaria uma das pessoas que mais gosto de ter por perto, por conta da energia boa e positividade que o figura irradia. Quem roda o calendário é pai, marido e avô apaixonado e amoroso, degustador de heinekens enevoadas, Rosa-Cruz, fã dos quadrinhos de Asterix, amante de Rock and Roll, bicolor e tricolor, cidadão perspicaz e sagaz questionador do mundo, conselheiro, fabricante de pimenta, homem inteligentíssimo, biriteiro convicto, engenhoso boêmio, malandro das antigas, amante de boa música, ilustre morador de Santana, locutor, programador e DJ da “rádio fuleiragem” (com excelente gosto musical, o cara anima um grupo de whats composto por amigos próximos), melhor papo de bar que conheço, além de querido amigo, Fernando Bedran.

Além disso, Bedran (Fernando Da Gata) é o titular da Divisão Internacional da Vida Alheia (D.I.V.A.), no Amapá, combatente do mal, recordista intergaláctico da gente bonisse e mestre em paidéguice boêmia.

Bedrawnski é um cara diferente de todos. Ele é grande sacana, ímpar no trato com as pessoas e na sabedoria louca e coerente. Um figura que usa o hemisfério esquerdo do cérebro para o bem dele e de quem o cerca. E bote gente nisso, pois o cara é querido e considerado nos piores e melhores bares de Santana, Macapá e Belém (PA), sua terra natal.

Bedran já peregrinou por muitos bares. Na verdade, incontáveis. Com ele já bebi no Abreu, no Norte das Águas, no Bar da Euda (querida que hoje mora no Céu) e no Bar do Louro, onde, vira e mexe, o encontro para molharmos a palavra. Aliás, uma das coisas que faz-me feliz nessa vida é bater papo e beber cerveja com esse cidadão que parece um enviado de outra dimensão para disseminar alegria, disparar sacadas geniais, sarcasmo boêmio, ironia fina e pérolas da boa sacanagem (ao som da sua inconfundível gargalhada). É, Fernando faz stand-up comedy de graça e desde sempre. Além de diversão, conversar com Fernandinho é aprendizado garantido, como diz o meu irmão, Emerson Tavares: “Bedran é melhor para tomar cerveja do que tira-gosto de charque”. E é mesmo!

Durante nossas bebedeiras habituais, cada vez mais raras hoje em dia, aprendi e rir mais ainda com ele e dele. Fernando Bedran é um pensador, poeta dos bares, um cara que parece conhecer de tudo. Um maluco e tanto e, sobretudo, um homem de bem. É, a gente ama esse cara!

Fernandinho, meu irmão, que tenhas sempre saúde e sucesso. Que Deus siga a iluminar teu caminho ao qual sempre segues a luz. Tu és um cara Phoda e do bem. Te admiro muito. Que tua vida seja longa. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Fernando Canto, enfim, Cidadão Amapaense.

Fernando Pimentel Canto, natural de Óbidos (PA), é macapaense em seu coração há mais de meio século. O Tucuju “pegado de galho” desde os sete anos de idade recebeu ontem (10), na Assembleia Legislativa do Amapá (Aleap), o título de Cidadão Amapaense. A honraria foi aprovada e promulgada em 2007, quando foi requerida pelo ex-deputado Paulo José, no parlamento estadual à época, mas entregue somente ontem, graças a iniciativa do deputado Pedro da Lua.

Imortal membro da Academia Amapaense de Letras (AAL), compositor, cantor, músico, jornalista, sociólogo, professor, Doutor, poeta, contador de histórias, causos e estórias, contista e cronista brilhante, apreciador e incentivador de arte, sociólogo, ícone da cultura amapaense, escritor “imparável”, boemista, marido da Sônia, amante do carnaval, biriteiro considerado, incentivador de todas as vertentes artísticas, embaixador do Laguinho, membro fundador do Grupo Pilão, flamenguista e ex-atacante do Flamenguinho (time do Laguinho dos anos 60, onde segundo ele, o Bira Burro foi seu reserva), militante cultural e servidor da Universidade Federal do Amapá, esse é o meu grande e querido amigo meu, Fernando Canto.

Sou apaixonado pela minha terra, cheguei de viagem há 41 anos, quando minha mãe teve a doçura de dar a luz a este editor, em 1976. Conheço muitas pessoas que nasceram aqui, outras que chegaram para construir seus caminhos por estas paragens e que valorizam nosso lugar. Mas Fernando Canto, o meu amigo “Barbonez”, é um cara ímpar no amor e empenho pela cultura daqui, pelas amapalidades e pelo Laguinho, onde “Nando Esquina” é o branco mais preto de lá, como diria Vinícius.

Alguns amigos, como eu, reconhecem Fernando Canto como ele é. Entre eles o poeta Obdias Araújo, que sempre diz que “Fernando Canto é o maior escritor vivo do Amapá” e jornalista Renivaldo Costa, que já escreveu “Fernando Canto é nosso maior poeta!”, concordo plenamente com ambos.

Já li várias crônicas históricas escritas por ele, que abordam o Marabaixo, a música, o jornalismo, artistas locais e personagens que ajudaram a construir a memória do nosso lugar. Já escutei canções cantadas e escritas por ele, executadas pelo grupo Pilão (que Canto integra) e por outros ícones da nossa música. Já me diverti ao som de sambas enredo e marchinhas de carnaval compostas pelo Fernando. Já fiquei assombrado (“sem sobra ao meio-dia em tempos de equinócio”, segundo o querido e homenageado escritor”) com tantos contos fantásticos nascidos em sua mítica mente engenhosa, sem falar na poesia que não se esgota no pensamento do cara.

Ao todo, Fernando Canto possui 17 obras publicadas. O escritor é estudioso e observador do seu mundo. Ou seja, do nosso mundo. Além de ser contista, poeta e cronista brilhante, também é um detalhista da memória, comportamento e cenários do Amapá. O cara é genial mesmo e este Estado lhe deve muito, pois é impossível contabilizar a contribuição dele para o desenvolvimento da nossa cultura.

O Amapá precisa preservar, reconhecer e homenagear seus grandes nomes em todas as áreas de atuação. Já disse várias vezes e repetirei quantas forem necessário, Fernando Canto é um dos meus heróis nesse lance de escrever e muito me honra ser seu amigo.

Enfim, toda homenagem para Fernando Canto ainda é pouco. Para mim, símbolo de inspiração (e piração), coerência, bom senso, e amizade. Congratulações, “Barbonez”!

Fale de sua aldeia e estará falando do mundo” – Leon Tolstói.

Elton Tavares

Feliz aniversário, Maiara Pires! – @maiarapires

Hoje aniversaria a jornalista, assessora de comunicação, fotógrafa, radialista, entre outras atividades, colaboradora deste site, além de broda deste editor, Maiara Pires. Conheci a Maiara há alguns anos, ela era repórter do G1 Amapá (da equipe que começou o portal no Estado). Profissional competente, sempre marcou presença e deixou saudades por onde passou.

Com jeito descontraído, crítica sem ser chata e bem humorada, além de muito inteligente, logo nos tornamos amigos. Claro, pois só sou amigo de gente bacana, com mané a gente só trata o mínimo (risos).

Maiarinha é ácida e perspicaz, sempre com comentários porretas sobre assuntos relevantes, é “impávida, que nem Muhammad Ali e infalível como Bruce Lee”. Sou fã dela.

A moleca (no melhor sentido da palavra, que sempre uso para quem é mais novo que eu) é excelente redatora, comentarista de rádio e, sobretudo, repórter, pois ali sabe apurar um fato.

O texto da Maiara é sempre bem produzido, sua visão de mundo é descolada e ela é uma exceção entre pessoas religiosas, pois não é nada conservadora ou com censuras patetas.

Enfim, este registro é pra dizer que nós (sim, todo mundo da imprensa e profissionais da comunicação) adoramos a Maiarinha. Tanto pela profissional, quanto pela pessoa que ela é. Maiara, broda, que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Três vivas para Edricy França!

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Eu e Edricy, na semana passada

Hoje aniversaria neste festivo sábado (5), o desenhista, caricaturista, grafiteiro, amante de Rock and Roll e tatuador Edricy França. Uma figuraça, que além de artista talentoso, carismático e criativo, é meu velho e querido amigo.

Eu o sacava há tempos, da época da pista de skate que ficava em frente ao Banco do Brasil, na orla de Macapá. Mas somente em 2007, quando o cara fez a grafitagem no Bar do Francês e uma caricatura minha, começamos uma amizade.

Quando fiz a minha tatuagem com ele (rosto da minha mãe), em 2009, Edricy já era um dos melhores artistas de Macapá na área. Hoje em dia, aqui, ninguém é melhor que o cara. Aliás, ele trampa na capital amapaense, São Paulo e já tatuou na capital federal.

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Edricy é uma figura “por demais” gente boa. Ao cara “risca” pessoas e materializa fantásticas imagens em pele, rendo homenagens hoje. Além de talentosíssimo, ele é bem humorado, tranquilo, desprovido de boçalidade e é, sobretudo, um homem de bem.

Sem mais rasgação de seda, te digo, Edricy: gosto pra caralho de ti, sacana. Que tenhas sempre saúde, pois do resto você dá conta. Meus parabéns e feliz aniversário, parceiro!

Elton Tavares

Academia Amapaense de Letras empossa 12 novos imortais

Foto: Dulcivânia Freitas

A Academia Amapaense de Letras (AAL) empossou, na noite desta sexta-feira (27), no Centro de Convenções João Batista de Azevedo Picanço, mais 12 membros. Agora a AAL possui 22 acadêmicos imortais.

Fundada em 21 de junho de 1953, data escolhida por conta de ser o mesmo dia do aniversário do escritor Machado de Assis, a Academia Amapaense de Letras surgiu como uma entidade civil, sem fins lucrativos e com o objetivo de promover o desenvolvimento literário, cultural, científico e artístico do Amapá. Seu primeiro presidente foi o professor de português e literatura Benedito Alves Cardoso.

A cerimônia foi conduzida pelo presidente da AAL, professor Nilson Montoril de Araújo, com o auxílio do secretário da entidade, o sociólogo e poeta (além de queridíssimo amigo nosso) Fernando Pimentel Canto. Também compuseram a mesa de honra do Silogeu, o vice-presidente, Manuel Bispo Correa; e o diretor de biblioteca, Luiz Alberto Costa, todos membros da direção da Academia Amapaense de Letras.

A belíssima solenidade marcou uma nova fase na existência do Silogeu (Casa onde se reúnem associações literárias ou científicas) do Amapá, que é a vanguarda da cultura amapaense e representa respeito e reconhecimento por aquelas que produzem e reproduzem arte e conhecimento através de manifestações literárias no Estado. Ainda durante o evento, foi anunciado um futuro edital, para mais 18 vagas nesta Academia.

Foto: Aloisio Menescal

Os novos acadêmicos imortais são:

Cadeira nº 01 – Gilberto de Paula Pinheiro (Patrono: Acylino de Leão Rodrigues e Fundador: Heitor de Azevedo Picanço; Cadeira nº 07 – Benedito Rostan Costa Martins (Patrono: Deusolina Sales Farias e Fundador: Amaury Guimarães Farias); Cadeira nº 14 – Piedade Lino Videira (Patrono: Hildemar Pimentel Maia e Fundadora : Aracy Miranda de Mont’Alverne); Cadeira nº 15 – Fernando Rodrigues dos Santos (Patrono Janary Gentil Nunes e Fundador: Estácio Vidal Picanço); Cadeira nº 20 – César Bernardo de Souza (Patrono: João Távora e Fundador: Elfredo Távora Gonçalves); Cadeira nº 25 – Alcinéa Maria Cavalcante Costa (Patrono: Mendonça Júnior e Fundador: Alcy Araújo Cavalcante); Cadeira nº 28 – Cléo Farias de Araújo (Patrono: Júlio Maria de Lombaerde e Fundador: Jorge Basile); Cadeira nº 29 – Manuel Azevedo de Souza (Patrono Paulo Euletério e Fundador: Arthur Nery Marinho); Cadeira nº 31 – Paulo Tarso Silva Barros (Patrono: Paul Ledoux e Fundador: José de Alencar Feijó Benevides); Cadeira nº 33 – Francisco Osvaldo Simões Filho (Patrono: Roque Penafort e Fundador: Hélio Guarany Penafort); Cadeira nº 38 – José Queiroz Pastana (Patrono: Vicente Portugal e Fundador : Antônio Munhoz Lopes); Cadeira nº 40 – Carlos Nilson da Costa (Patrono: Walkiria Lima e Fundador: Isnard Brandão de Lima Filho.

Foto: Aloisio Menescal

Todos os membros da instituição são importantes, pois estão no olimpo da nossa cultura e são a representação da nossa literatura, mas neste texto, parabenizamos os queridos Fernando Canto (que já era acadêmico antes de ontem) e os amigos César Bernardo, Paulo Tarso Barros, Carlos Nilson Costa, Rostan Martis e, especialmente, Alcinéa Maria Cavalcante Costa.

O Amapá precisa preservar, reconhecer e homenagear seus grandes nomes em todas as áreas de atuação. Esse é um momento de reconhecimento.

Foto: Aloisio Menescal

Quanto à Néa, em um eufemismo poético, a bem amada do tio Alcy Araújo sentou no colo e na cadeira do pai, na Academia Amapaense de Letras, como Imortal.

O momento foi de grande deleite e emoção para nós, que militamos, sonhamos e vivenciamos a cultura deste Estado, que enraíza e frutifica a identidade Amapaense, permeada pelas mais diversas manifestações artísticas.

Alcinéa, jornalista, professora, poeta da segunda geração de poetas do Amapá, integrante e uma das criadoras do movimento Poesia na Boca da Noite e da Associação literária do Amapá (Alieap), entre outras tantas coisas fantásticas que é, sentou na 25º Cadeira como Imortal.

Foto: Paulo Tarso Barros

Ontem, a Academia Amapaense de Letras ganhou no céu dos imortais a linda Estrela azul da poesia, com sua Paisagem Antiga, versos de açúcar atemporais e leveza incomparáveis.

Nós aplaudimos e também nos emocionamos, pois além do imenso talento da Alcinéa, que já atravessou o Rio Amazonas e deu a volta ao mundo, temos por ela um grande amor e admiração.

Elton Tavares e Jaci Rocha

Hoje é o Dia Nacional do Poeta

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Hoje é o Dia Nacional do Poeta. O motivo da data é que no dia 20 de Outubro de 1976, em São Paulo, ocorreu o Movimento Poético Nacional, na casa do jornalista, romancista, advogado e pintor brasileiro Paulo Menotti Del Picchia. O objetivo é incentivar a leitura, escrita e publicação de obras poéticas nacionais.

O poeta autor/trovador escreve textos do gênero que compõe uma das sete artes tradicionais, a Poesia. A inspiração, sensibilidade e criatividade deste tipo de artista retrata qualquer situação e a interpretação depende da imaginação dele próprio, assim como do leitor.

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Admiro os poetas. Sejam cultos, que usam refinados recursos de linguagem ou ignorantes, que versam sem precisar de muita escolaridade. Eles movimentam o pensamento e tocam corações. Não é a toa que as pessoas têm sido tocadas pela poesia há séculos. E, nem interessa se o escrito fala de sensatez ou loucura. Tanto faz. O que importa é a criatividade, a arte de imprimir emoções em textos ou declamações.

Não tenho o nobre dom de poetizar, sou plateia. Mas apesar de não existir poesia em mim, uso a tal “licença poética” para discorrer sobre meus devaneios e pontos de vista. Quem produz poesia, uma das sete Artes Tradicionais, merece reconhecimento por sua criatividade, imaginação e sensibilidade de versar sobre a vida.

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Hoje, minhas homenagens são para os poetas amapaenses (ou que versam sobre nossa terra) que são meus amigos (somente os amigos mesmo). São eles: Fernando Canto, Obdias Araújo, Alcinéa Cavalcante, Paulo de Tarso, Thiago Soeiro, Pedro Stkls, Carla Nobre, Mary Paes, Andreza Gil, Ivan Daniel, Patrícia Andrade, Weverton Reis, Carlos Nilson Costa, Joãozinho Gomes, Val Milhomen, Osmar Júnior, Zé Miguel, Naldo Maranhão, Júlio Miragaia, Bruno Muniz, Marven Junius Franklin, Lara Utzig e minha poeta predileta, Jaci Rocha. Muito obrigado!

Também saúdo todos os movimentos que fazem Poesia no Amapá, realizando encontros em praças, bares e casas particulares, enfim, saraus para todos os gostos. Portanto, meus parabéns aos poetas, artistas que inventivos fascinam o público que aprecia a nobre arte.

Enfim, muito obrigado. Parabéns poetistas e poeteiros!

Elton Tavares

Três Vivas para Gilvana Santos – (feliz aniversário, @gilvana_ap)

Hoje roda o calendário uma das grandes jornalistas do Amapá, com passagens por redações, rádios e diversas assessorias políticas e institucionais. Trata-se da mãe do André e filha da linda Juracy, pirata estilizada, vascaína freguesa, remista (pois ninguém é perfeito), servidora do Ministério Público Estadual (MP-AP), amante do Samba, do Carnaval e do Futebol, dona de uma das gargalhadas mais legais que conheço, minha colega de trampo (muito trampo) e muitíssima querida amiga deste editor, Gilvana Santos.

Já disse e repito: a Gil é uma das pessoas mais iluminadas e positivas que tenho a sorte de conviver e a honra de ter a amizade. Aliás, é difícil não repetir por muitas vezes as virtudes de Gilvana. Difícil mesmo é lembrar dos seus defeitos.

Com ela já bebi o suficiente para umas três vidas, rimos e choramos juntos. Graças a Deus, foi 99% de risos e 1% de tristeza. A Gil consegue ser responsável, infalível e perspicaz, ao mesmo tempo que é ingênua (mesmo com muita experiência, por conta de seu grande coração) e louca varrida, pois ela é verdadeira. Uma mulher com um astral altíssimo, solidária com todos, zelosa com a família e fiel aos amigos.

Nem imagino a minha vida sem pessoas como ela e Léia, entre outros amigos que são irmãos que escolhi na louca caminhada pela estrada da vida. Aliás, graças a Deus que a Gil cruzou o meu caminho e ajudou na construção deste profissional e homem, pois a loira emana energia positiva, sempre tem um elogio, um conselho ou o ombro amigo.

A Gilvana é só amor. Ama o filho, a mãe, os irmãos, os amigos e a profissão. A sua fé inabalável em dias melhores nos contagia. Sem falar na jovialidade e espirituosa gaiatice. A menina que se criou no “morro do sapo”, no Laguinho e que se tornou essa pessoa fantástica.

Outro lance legal dela é não ser ideologicamente presa a nada. Somente aos seus inabaláveis valores éticos e morais, mas sem frescura ou preconceito. Realmente, a Gil é uma figura e tanto!

Há três meses, começamos a trabalhar juntos na comunicação do MP-AP. A parceria só foi reforçada, pois é no perrengue que as grandes amizades se fortalecem e agradeço pela Gil estar na mesma equipe que eu.

Invoco as palavras de outra irmã nossa, a jornalista Mariléia Maciel, que disse em 2016: “te desejo pouco, apenas que não mude. Que não mude seu jeito alto astral, com tanta energia positiva, sua solidariedade, seu amor pela família, amigos”. É isso, Gil. Não à toa, te amamos demais!

Obrigado pela presença no meu mundo, Gilvana. Você é um dos “boçais e fuleiras” (nosso grupo no whats) do meu coração. Que tenhas sempre saúde e que Deus continue a iluminar teu caminho. Saúde e sucesso sempre. Te amo, Gil!

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares