Poema de agora: MUDEZ – Pat Andrade

MUDEZ

me faltam palavras
mesmo que o coração
fale aos berros
dentro do peito

minha boca se cala
ainda que meu corpo
grite e sinta o arrepio
em cada pelo

me falta a voz
ainda que o sentimento
se manifeste em mim
meio sem jeito

e sem conseguir
dizer o que quero
sigo assim muda
a te olhar pelo espelho

Pat Andrade

Hoje é o Dia Internacional do Enfermeiro – Meu reconhecimento e agradecimento

Como este site possui uma sessão chamada “datas curiosas” e hoje, 12 de maio, é o Dia do Internacional do Enfermeiro, claro que não deixamos passar a data batida. Afinal, o mundo todo está devendo suas vidas ao trabalho de médicos, enfermeiros e técnicos em enfermagem, entre outros diversos profissionais que estão na linha de frente no combate, prevenção e tratamento da pandemia que assola o planeta e a raça humana há mais de um ano.

O Dia do Internacional do Enfermeiro é celebrado no décimo segundo dia de maio por conta do nascimento de Florence Nightingale, em 1820. Ela foi uma enfermeira britânica que ficou famosa por ser pioneira no tratamento a feridos de guerra, durante a Guerra da Crimeia, em 1853.

Florence Nightingale foi considerada “mãe” da enfermagem moderna. No Brasil, a data já era comemorada desde 1.938, quando o presidente Getúlio Vargas assinou o decreto 2.956.

O ofício de enfermeiro é milenar. A profissão é nobre, pois eles cuidam de doentes, idosos e deficientes. Alguns enfermeiros são insensíveis, parecem não se importar com a dor ou desespero alheio. Deve ser por conta do drama dos outros fazer parte do cotidiano destes profissionais.

Só quem sabe a barra que é trabalhar em um hospital pode definir a pressão. Mas a maioria são profissionais comprometidos com a saúde e o bem-estar do ser humano.

Lembro muito do Sr. Izídio Bandeira, enfermeiro competente, cuidadoso e experiente, que sempre nos remendava ou nos aplicava injeções. Eu e Emerson (meu irmão) tínhamos pavor dele. Hoje em dia, sou grato pelo cuidado que aquele senhor teve conosco quando éramos crianças.

Desde o início dessa crise em que vivemos, enfermeiros lutam com todas as forças para salvar vidas. Não tem como fugir do clichê, pois são, de fato, heróis. Muitos deles foram infectados com a Covid-19 em todo o mundo. Além de correr o disco diário, estes valorosos profissionais ainda se privam do contato com suas famílias, de tanta exposição ao vírus.

Sem equipamentos adequados, trabalhando em unidades de saúde lotadas e com falta de medicamentos, o que médicos e enfermeiros tem feito são verdadeiros milagres. Mesmo com todo o estresse, apreensão, incerteza e medo, entre outras dificuldades impostas pela pandemia do coronavírus.

Curiosamente, nunca escrevi uma texto sobre o Dia do Médico, 18 de outubro, mas isso não se repetirá.

Em muitas ocasiões, os enfermeiros são injustiçados, mas devemos muito a eles. Sempre foi assim e essa dívida aumentou astronomicamente em 2020 e 2021. Enfim, por tudo dito/escrito acima e pela bravura e doação dessas pessoas especiais, parabenizo e agradeço, em nome dos enfermeiros, todos os profissionais se dedicam a cuidar e tratar, que lutam diariamente pela saúde das pessoas, que fizeram de suas vidas instrumentos de solidariedade!

Meus parabéns, enfermeiros e enfermeiras do Amapá, Brasil e mundo. Gratidão define. Valeu demais!

Elton Tavares

Quarta-feira da Murta marca o marabaixo no Laguinho

Com uma programação diversificada e diferente aos últimos anos, em razão da pandemia do coronavírus, as Associações Raimundo Ladislau e Marabaixo do Pavão, realizam de forma virtual neste dia 12 de maio, o tradicional marabaixo da Quarta-feira da Murta em louvor ao Divino Espírito Santo.

O evento faz parte do calendário litúrgico do ciclo do marabaixo, e em tempos normais, ocorrem com cortejos pelas ruas e avenidas do Bairro do Laguinho, aos toques de caixas no ritmo do marabaixo de rua, com as dançadeiras levando em mãos, as murtas, que de acordo com as tradições, servem para afastar o mau olhado, a solidão e a tristeza, e também sendo uma forma de agradecer as graças alcançadas através dos ritos de danças e cantorias. Neste dia, o marabaixo segue até as seis horas da manhã, na tradicional “Quinta-feira da Boa Hora”, quando é erguido o mastro com a bandeira do Divino Espírito Santo.

Este secular ritual que contempla o cortejo da murta, o marabaixo nos barracões, o amanhecer, a queima de fogos, a decoração e o levante do mastro com a bandeira do Divino, será apresentado de forma didática e de maneira simbólica através de narrativas dos festeiros do ciclo.

O evento será apresentado de forma virtual pelos facebooks do Marabaixo do Pavão e da Associação Raimundo Ladislau, a partir das 17 horas.

Comunicação Associação Raimundo Raimundo Ladislau e Marabaixo do Pavão

Cláudio Rogério – 99141-8420

Illan do Laguinho ganha espaço em sua homenagem

Neste dia 12 de maio, data em que completaria 61 anos de idade, Illan do Laguinho ganhará um espaço, no bairro de São Lázaro, onde foi sua residência, em homenagem à memória e a perpetuação de seus trabalhos sociais, artísticos e culturais feitos dentro de Macapá, e em outros lugares do Brasil.

O Centro de Formação Político e Cultural Illan do Laguinho, terá espaços que contemplam a arte, cultura, educação infantil, ações sociais com a participação popular e geração de emprego e renda através de oficinas e cursos.

Um outro espaço dentro do centro cultural, será o Memorial Illan do Laguinho, que servirá para manter viva a história e o legado do artista. No memorial, será possível encontrar registros fotográficos, acervos e peças originais do artista como; vestuário, discos, letras de músicas, instrumentos musicais, CDs, DVDs, entre outros.

O Espaço Físico do Centro

Idealizado pelo seu irmão Claudiomar Rosa e familiares, o centro, que fica situado no Bairro do São Lázaro, em Macapá, foi a residência onde Illan do Laguinho morou por mais de vinte anos, e construiu sua história ao lado de sua família.

Claudiomar Rosa, arte educador, produtor cultural, músico, compositor, e hoje vereador de Macapá, teve em seu irmão muitas inspirações nas composições que fizeram juntos, e em suas produções culturais.

“A ideia do centro é deixar o Illan sempre presente, como inspiração para amigos, amigas, filhos e toda família. Toda sua militância como conselheiro, como artista, como pessoa, como profissional da segurança pública, ficou um legado imenso e uma saudade muito grande. E essa forma de deixá-lo presente, foi fazer esse centro com o seu nome, abordando toda sua vida. É um espaço de cultura, de atividades para crianças e acolhimento aos que mais necessitam. Então esse centro foi muito bem pensado com a cara do Illan. É uma homenagem com sua essência,” disse Claudiomar.

Illan do Laguinho

Aparado pelas mãos da parteira tia Izabel Cardoso do Nascimento, mãe da saudosa “Tia Fé”, nascia em Macapá, no dia 12 de maio de 1960, nos campos do Laguinho, aos redores do “Poço da Boa Hora, José Illan Rosa da Silva.

Pai de cinco filhos e casado com a dona Maria das Graças, desde 1985, Illan trilhou vários caminhos na vida pública, começando em 1982, como motorista e chegando ao cargo de policial civil, incentivando a graduar-se no curso de bacharel em direito, em 2007, e pós-graduando em práticas processuais.

Em 2011, Ilan é eleito conselheiro tutelar da zona norte de Macapá, chegando em 2014, a assumir a presidência do colegiado.

Seus primeiros passos no universo artístico foram dados a partir dos sete anos e aos doze de idade, Illan participou do concurso de calouros do programa de rádio apresentado por Arnaldo Araújo, na Sede dos Escoteiros do Trem.

Já no carnaval, estreou como ritmista dentro de Piratas Estilizados, e em 1984, dentro da agremiação, venceu como compositor seu primeiro festival de samba, com o enredo em homenagem ao bairro do Laguinho. A partir daí, participou de diversos festivais, dentro do carnaval amapaense e também carioca, na Imperatriz Leopoldinense, onde fazia parte da ala dos compositores.

Illan é autor da música “negro de nós”, escrita exclusivamente para a banda do mesmo nome. A música que foi dada pelo poeta, tinha a princípio, o título de “Dandara”, e que, a pedido da banda, virou “Negro de Nós”, tornando-se um sucesso no Brasil.

Um dos seus últimos trabalhos é o samba de exaltação a Boêmios do Laguinho gravado ao lado de Francisco Lino, Osmar Jr., Meio Dia da Imperatriz e Claudiomar Rosa. Illan nos deixou em 10 de maio de 2015.

A inauguração do Centro de Formação Político e Cultural Illan do Laguinho ocorrerá através de live nesta quarta-feira, dia 12 de maio, às 20 horas, pelo facebook do Centro Illan do Laguinho.

Serviço:

Cláudio Rogério
Contato: 96 99141-8420
Assessoria de Comunicação

EquiNO/cio – A voz dos leitores – Por Fernando Canto

eu VENHO CINTILANTE e áspero calor eqüINO sobre o mundo ARAUTO que sou de um novo tempo desde a hora em que as ONDAS do Amazonas rebentaram o alúvio das encostas na primeira MANHÃ

eu VENHO CAVALGANTE no cerrado e nos estirões inebriado com o bramIDO das cachoeiras e com o ronco dos MACAréus CavALGO sim em banzeiros caudatários de uma pororoca enorme – estro sem fim – sacralizando vôos vindOUROs além desta procela que se instaura incompreensível no meu tempo

passará A VEZ do ÁZIMO pão posto bruto que agora é tempo de pousio da espera da nova fertilização da terra quando deveremos ARAR novas angústias e colher o juSTO fruto e descascá-lo e cortá-lo à lâMINA afiada na curva dos varadOUROs

(Canto, Fernando. EquinoCIO, Textuário do Meio do Mundo. Ed. Paka-Tatu. Belém-PA. 2004.)

Poema de agora: A POSE [em morte] – Marven Junius Franklin

A POSE [em morte]

um busto gótico
à esconder-se pudico
do olhar estrábico
do um público[estático]
um busto dúbio
à mostrar-se ambíguo
em flash mudo
cadavérico [em cântico]
oh, um busto!
à insinuar-se mórbido
em libido lógico
no pórtico [átrio]
em arroubo único [em pose]
em morte

Marven Junius Franklin

Natura Musical: Coletivo Musical Pororoca Sound realiza live, com apresentações de nove artistas amapaenses, nesta sexta-feira (14)

O coletivo de música Pororoca Sound-Incubadora de Empreendimentos Musicais realiza, na sexta-feira (14) a partir das 20h, um show virtual e online com 9 artistas da música amapaense. O evento é patrocinado pela Natura Musical e realizado pela organização da Cia. Ói Nós Aki, que disponibilizará o streaming pelos canais próprios no Youtube e Facebook.

A programação conta com os músicos e bandas Sabrina Zahara, Pretogonista, Mc Deeh, Capitão Pupunha, Brenda Zeni, Jhimmy Feiches, Mari Marti, Elysson Perera e Mayara Braga. Ao todo, 43 propostas, entre artistas e projetos de fomento de cenas e redes, inovação e inclusão, foram escolhidas.

O foco são iniciativas que, sobretudo, desenvolvem projetos artísticos com identidade própria, refletindo narrativas contemporâneas e gerando impacto social, econômico e ambiental positivo. Com isso, os artistas amapaenses passarão por um processo de aceleração, que culminará com a produção e entrega de nove álbuns musicais inéditos e nove videoclipes.

Neste Edital, além da criação artística, foram selecionadas propostas a partir de um olhar mais inclusivo, buscando aumentar a proporcionalidade de grupos historicamente sub-representados.

SAIBA MAIS SOBRE OS ARTISTAS:

Sabrina Zahara – Foto: divulgação.

Sabrina Zahara

Além de cantora e compositora, Sabrina Zahara é atriz, poeta e cronista. Uma paulista que se criou no Amapá e possui 22 anos de carreira artística. Seu primeiro contato com a música foi aos 14 anos quando integrou a banda Os sem nomes.

A partir de 2017, quando começou a dar ênfase à carreira musical autoral, com parcerias de sucesso, foi possível a classificação de duas músicas autorais no Sescanta-AP (2017 e 2018), as execuções dos shows Entre o Azul (2017) e Parangolés (2018), com Paulo Bastos. Os shows A Sua Bença (2018) e Em casa (2019) , com Ton Rodrigues e Água Doce (2018), com Mayara Braga. Em 2019, surgiu o show solo Eu Não Ando Só.

Mayara Braga – Foto: divulgação.

Mayara Braga

Mayara Braga canta músicas autorais e MPB. A artista tem um CD gravado “Negra da Luz” de Wilson Cardoso, Zé Maria Cruz e a própria cantora, que homenageia Mãe Luzia e sua história. A cantora descobriu seus talentos com 8 anos de idade, aos 12 anos participou do Macapá Verão como convidada da Banda Placa e com 14 anos foi campeã do Festival de Novas Interpretações do Sesc. Já participou da Banda Negro de Nós e Suíte Popular, além do Festival do Meio do Mundo em 2006.

Aos 14, foi campeã do primeiro festival e participou de algumas bandas locais no Amapá. Há 8 anos, dedica-se ao trabalho autoral e há 4, às Religiões de Matrizes Africanas, busca respeito e fé através da pluralidade musical que a acompanha desde menina.

Mc Deeh – Foto: divulgação

Mc Deeh

Ana Débora de Andrade Oliveira, nome artístico Mc Deeh, 23 anos, é um dos principais nomes do rap feminino no Estado do Amapá, ao qual se dedica desde os 13 anos de idade. Iniciou como b-girl seguindo-se das músicas autorais. Possui 05 videoclipes gravados: Meu Bonde é Esse, Madalena (feat. Anna Suav), Julgamento (feat. Pretogonista), 188 e Black Money (feat. Ruth Clark).

Pretogonista – Foto: divulgação

Pretogonista

Seus primeiros passos se deram com o destaque no Festival Expressões das Ruas em 2015. Seu processo criativo está voltado à difusão da cultura negra, periférica e ribeirinha da Amazônia, trazendo uma mistura musical de ritmos, cantos e batuques. Possui 02 (dois) álbuns lançados, um solo “Visão Periférica” e um com coletivo de Mc’s Máfia Nortista “Du Norte Pru Norte”.

Brenda Zeni – Foto: divulgação

Brenda Zeni

Cantora, compositora e produtora musical. Em sua estreia conquistou o prêmio de melhor intérprete do Festival de Música da Assembleia Legislativa (AP), defendo a música “Aquário das Marés”. Em 2017 lançou seu primeiro trabalho de estúdio, “Quebra do Feitiço”. Seu videoclipe “Dublar”, ficou entre os TOP 20 do Festival EDP Live, concorrendo com 3.000 bandas de todo o Brasil.

Jhimmy Feiches – Foto: divulgação

Jhimmy Feiches 

Multiartista, sua obra celebra a pluralidade da música nortista em performances energéticas, onde o público é parte da experiência. Seu primeiro trabalho autoral, cujo lançamento se dará em 2021, começou a ganhar corpo em 2016. Trata-se de um álbum que além de músicas, trará uma revista em quadrinhos, onde será possível conhecer o caminho até aqui percorrido.

Capitão Pupunha – Foto: divulgação

Capitão Pupunha

É o comandante da Canoa Cósmica ybytu 473. Adepto da Alquimia Modular Tucuju, criou em 2017 o Som da Amazônia Espacial, abordando uma relação de antítese do Universo Sideral e a Amazônia, conectadas pela música, onde efeitos, distorções, solos estendidos e improvisação fundem-se com Caixas de Marabaixo e ruídos diversos.

Elysson Perera – Foto: divulgação

Elysson Perera 

Adepto do bordão: “Eu quero mesmo é que tudo se folk”, apresenta-se como um caboclo músico, produtor, compositor e Engenheiro Florestal. Sua carreira é marcada por atuações como siderman, com artistas do Amapá, Goiânia e Brasília. Em 2020, resolveu dar vida a seus escritos, tirou da gaveta experimentos escondidos a 7 chaves.

 

Mari Marti – Foto: divulgação

Mari Marti 

Simples, despojada e intuitiva. É assim que Mari Marti se lança em suas músicas, com influências do folk/ pop, em letras que falam sobre a vida e o Eterno. Violonista, tecladista, cantora e compositora, sua carreira começa a ganhar forma através da Banda Nume.

Matéria escrita por Caio Coutinho e Elton Tavares para o site Blog De Rocha. 

Festival Imagem-Movimento: diretor Gavin Andrew é o convidado do projeto Lives de Quinta

Nesta quinta-feira (13), o projeto Lives de Quinta, traz um convidado internacional, o produtor e diretor audiovisual, Gavin Andrews. Além de falar de audiovisual independente, a conversa vai incluir a trajetória de produções do diretor, tanto no Amapá, quanto no Canadá.

Sobre o convidado: 

Gavin Andrews é canadense nascido em Singapura, morou no Amapá entre 2000 e 2014. Fundou a Castanha Filmes, primeira produtora amapaense focada na produção independente de documentários. Mais conhecido como diretor do “Alô, alô Amazônia”, realizou várias produções destinadas para TVs

Serviço: 

Lives de Quinta – Com Gavin Andrews | 13/05/2021 – 20h

Para inscrever-se no YouTube do FIM clique AQUI

Mary Paes
Ascom Festival Imagem-Movimento

CNPG entrega ao presidente do Senado as indicações do Ministério Público Brasileiro para o CNMP

A presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) e procuradora-geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), Ivana Cei, durante agenda institucional em Brasília (DF), entregou, nesta terça-feira (11), ao presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, e ao presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, Davi Alcolumbre, a lista com as indicações dos MPs ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

As três indicações do Ministério Público dos Estados foram definidas em processo eleitoral, durante a reunião extraordinária do CNPG, realizada no último dia 28 de abril. Os atuais conselheiros do CNMP, Rinaldo Reis Lima (corregedor nacional) e Oswaldo D’Albuquerque (ouvidor), foram eleitos para o segundo mandato e o ex-procurador-geral do Mato Grosso do Sul, Paulo Cezar dos Passos, integra a lista pela primeira vez.

Na oportunidade, o Ministério Público do Trabalho (MPT) apresentou a indicação de Ângelo Fabiano Farias da Costa e o Ministério Público Militar (MPM) indicou o procurador Jaime de Cassio Miranda, que é o atual secretário-executivo do CNMP. Todos os nomes passarão por sabatina na CCJ do Senado e, posteriormente, se aprovados, seguirão para votação no Plenário da Casa.

No encontro com os senadores estavam presentes, também, o presidente da Associação dos Membros do Ministério Público Brasileiro (Conamp), Manoel Murrieta; o promotor de Justiça Romão Avila Milhan Junior, secretário-geral da Conamp, o procurador-Geral de Justiça Milita (MPM), Antônio Duarte, o procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Alberto Bastos Balazeiro, e Marfan Martins Vieira, procurador de Justiça do Rio de Janeiro e ex-presidente da Conamp.

“Seguindo o curso natural do processo, hoje tivemos a oportunidade de apresentar as indicações do MP aos senadores e, agora, vamos acompanhar as demais etapas no Congresso Nacional. O CNMP tem uma função muito importante para a sociedade, por isso, sua composição é tão plural e representativa. Os representantes dos MPs cumprem um papel de grande relevância, pois dialogam com os Estados, colocando em pauta temas que ajudam a aperfeiçoar nossa atuação, fortalecendo a instituição em todo o país”, disse a presidente do CNPG, Ivana Cei.

Agenda institucional

Durante a manhã desta terça (11), a procuradora Ivana Cei, ao lado do secretário-executivo do Conselho, promotor de Justiça Paulo Celso, esteve na sede do CNMP, oportunidade em que dialogou com PGJs de vários estados, que já estão em Brasília para participar da Reunião Ordinária do CNPG, marcada para às 9h, dessa quarta-feira (12), na sede do Ministério Público Militar (MPM).

Saiba mais sobre a composição do CNMP

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) atua em prol do cidadão executando a fiscalização administrativa, financeira e disciplinar do Ministério Público no Brasil e de seus membros, respeitando a autonomia da instituição. O órgão, criado em 30 de dezembro de 2004 pela Emenda Constitucional nº 45, teve sua instalação concluída em 21 de junho de 2005. A sede fica em Brasília-DF.

Formado por 14 membros, que representam setores diversos da sociedade, o CNMP tem como objetivo imprimir uma visão nacional ao MP. Ao Conselho cabe orientar e fiscalizar todos os ramos do MP brasileiro: o Ministério Público da União (MPU), que é composto pelo Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público Militar (MPM), Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Distrito Federal e Territórios (MPDFT); e o Ministério Público dos Estados (MPE).

Presidido pelo procurador-geral da República, o Conselho é composto por quatro integrantes do MPU, três membros do MPE, dois juízes, indicados um pelo Supremo Tribunal Federal e outro pelo Superior Tribunal de Justiça, dois advogados, indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil e dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada, indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
E-mail: [email protected]
Contato: (96) 3198-1616 / (96) 98126-6005
Fonte: portal CNMP

Unifap lança Edital de seleção para Mestrado em Educação – Inscrições de 12 a 19 de maio de 2021

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGED) da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) publicou, no dia 19 de abril , o EDITAL de Seleção para o Curso de Mestrado em Educação. As inscrições ocorrem exclusivamente via Internet no endereço eletrônico www.unifap.br/depsec, no período de 12 a 19 de maio de 2021, com previsão de ingresso da turma no 2º semestre de 2021. O PPGED/UNIFAP tem o objetivo de proporcionar formação inicial de pesquisadores capazes de atuar no magistério e em pesquisas cujo foco central seja a educação.

O curso de Mestrado Acadêmico em Educação do PPGED/UNIFAP tem como área de concentração: Educação, Políticas e Culturas; e está estruturado em duas linhas de pesquisa: Políticas Educacionais; e Educação, Culturas e Diversidades. Serão ofertadas 14 vagas para o público e 1 para servidores (docentes ou técnico-administrativos) efetivos da UNIFAP, totalizando 15 vagas distribuídas nas duas linhas de pesquisa.

Dentre as vagas ofertadas para o público em geral neste certame, 3 serão reservadas para pessoas negras (pretas ou pardas), quilombolas e indígenas, 1 para pessoas trans (transexuais ou travestis) e 1 para portadores de deficiência física. O processo seletivo será composto por três etapas: avaliação do pré-projeto de pesquisa, prova de conhecimento (avaliação escrita) e entrevista.

Acesse o EDITAL

Ascom Unifap

Concurso tem inscrições reabertas para o Conselho de Farmácia do AP; salários iniciam em R$ 1,3 mil

São 48 vagas para o Conselho Regional de Farmácia do Amapá (CRF) — Foto: Victor Vidigal/G1

Foram retomadas as inscrições para o concurso público do Conselho Regional de Farmácia do Estado do Amapá (CRF-AP). O certame havia sido suspenso em 2020 em função da pandemia da Covid-19. São ofertadas vagas efetivas e cadastro reserva para 6 funções, de nível médio e superior.

Os candidatos podem se inscrever pela internet até 23h59 do dia 14 de junho. As provas objetivas também foram remarcadas, para o dia 18 de julho. O resultado final está previsto para 9 de setembro (confira como ficou o novo calendário).

Edital do concurso para o CRF Amapá

Ao todo são 48 vagas, e destas somente 5 são efetivas. Veja a seguir quais são os cargos, número de vagas ofertadas e o salário para cada função:

Agente de Serviços Gerais (nível médio) – 5 vagas – Salário: R$ 1,3 mil
Assistente Administrativo (nível médio) – 4 vagas efetivas + 18 cadastros reserva – Salário: R$ 1.750
Motorista (nível médio) – 5 vagas para cadastro reserva – Salário: R$ 1.750
Administrador (nível superior) – 5 vagas para cadastro reserva – Salário: R$ 2.490
Contador (nível superior) – 1 vaga efetiva + 5 cadastros reserva – Salário: R$ 2.490
Farmacêutico Fiscal (nível superior) – 5 vagas para cadastro reserva – Salário: R$ 4.990

Todos os contratados recebem, além da remuneração, os benefícios de vale-refeição (no valor de R$ 280), e o vale-transporte.

O edital define que há reserva de vagas para pessoas com deficiência e também negros. O concurso público é executado pelo Instituto Quadrix.

Para ser selecionado, o candidato precisará realizar uma prova objetiva. Para os cargos de nível superior também haverá a fase de avaliação de títulos. Todas as fases são realizadas em Macapá.

Ficam isentos de pagar taxa de inscrição inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), e ainda quem já fez doação de medula óssea.

Serviços:

Concurso público para o CRF do Amapá
Inscrições: até 14 de junho
Endereço para inscrição: https://concursos.quadrix.org.br/default.aspx
Data da prova objetiva: 18 de julho
Taxa de inscrição: R$ 45 (nível médio) e R$ 52 (nível superior)
Faixa de remuneração: R$ 1.300 a R$ 4.990

Fonte: G1 Amapá.

13 de maio de Lutas – Movimento Negro integra, nesta quinta-feira (13), Ato  Nacional contra o racismo

13 de Maio é Dia Nacional de Denúncia contra o racismo no Brasil. Nesta quinta-feira (13), a partir das 16h na frente da Fortaleza de São José de Macapá, a Coalizão Negra por Direitos, realizará um Ato em Macapá e  convida todos os setores da sociedade a se juntar ao “13 de maio de Lutas”, mobilização nacional pelo fim do racismo, do genocídio negro, das chacinas e pela construção de mecanismos de controle social da atividade policial.

No Amapá o ato já foi confirmado e será realizado por organizações que compõem a Coalizão Negra por Direitos e entidades parceiras.

Na semana passada, haviam sido realizados atos no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília por justiça às vítimas do massacre na Favela do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, e de todas as operações policiais que resultaram em mortes nas favelas e comunidades do Brasil. Em manifesto, militantes de diversas organizações do movimento negro brasileiro denunciaram ao mundo “que vivemos em um país no qual amanhã poderemos estar mortos. Seja pelo coronavírus, seja pela fome, seja pela bala, o projeto político e histórico de genocídio negro avança no Brasil de uma forma sem limites e sem possibilidade concreta de sobrevivência do povo negro”.

Além disso, o movimento pede respostas às autoridades e reivindica por auxílio emergencial de R$ 600 até o fim da pandemia, o direito da população negra à vacina contra o coronavírus pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e o fim do governo Bolsonaro.

Com o lema, “Nem bala, nem fome, nem Covid. O povo negro quer viver!”, os atos foram escolhidos para 13 de maio em alusão ao marco do fim da escravidão no Brasil e a necessidade de debater o assunto sob a ótica da população negra. Dentre os temas, estão as consequências socioeconômicas da falta de assistência aos negros e negras libertos em 1888.

Mais de 130 depois, as gerações atuais ainda sofrem com algumas consequências, como a situação de genocídio e a morte de pessoas pretas por uma doença em que já há vacina, a Covid-19. Segundo o Instituto Pólis, em 2020, eram 250 óbitos de homens pretos pela doença a cada 100 mil habitantes.

As organizações dos protestos orientam quem for participar para comparecer de máscaras – se possível usar a PFF2 – higienizar as mãos com álcool em gel constantemente, se manter em local ventilado e, o quanto possível, com distanciamento social seguro.

A importância histórica dos atos neste momento da maior crise humanitária sem precedentes, com o aumento do desemprego, da miséria e da fome, mais uma vez a população negra está por sua
própria conta. O espírito de solidariedade e comunitário fez com que a população negra se ajudasse, seja organizando campanhas humanitárias, apoiando vizinhos e vizinhas nas favelas e comunidades ou acompanhando famílias afetadas pela doença.

Famílias essas pressionadas a tomar medicamentos sem eficácia – com a indicação do próprio governo – e que têm dificuldade para acessar serviços de saúde.

PROGRAMAÇÃO EM MACAPÁ: 

Concentração – À partir das 16h, na Frente da Fortaleza São José de Macapá – Rua Candido Mendes

16:00 | Silêncio pelas Vítimas do genocídio negro, das chacinas

16:01 | Apresentação da RESISTÊNCIA do tambor

16: 10 | Leitura do documento do Ato 13 de maio

16: 20 | Falas de representantes da Coalizão Negra por Direito – Amapá (IMENA, Ancestrais, , Pastoral Afro, SINDOMÉSTICAS, Mãe Venina, Rede Fulanas)

16: 40 | Performance

17: 20 | Falas de representantes da Coalizão Negra por Direito – Amapá (Eco Vida, Utopia Negra Amapaense, NEAB UNIFAP, NSB e fala de participantes do ATO

18:00 | Encerramento

Serviço: 

Ato Amapá – 13 de Maio de Luas – Pelo Fim do Genocídio Negro e pelo controle social de atuação das polícias!
Hora: a partir das 16h
Local: em frente da Fortaleza de São José de Macapá

Assessoria de comunicação da Coalizão Negra por Direitos

 

MP-AP instaura procedimento para que Estado providencie, em 24h, hemodiálise para paciente intubado com Covid-19 na UPA Zona Sul

Após receber denúncia, já confirmada, o Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio da Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde, instaurou Processo Extrajudicial Eletrônico Nº 0002772-29.2021.9.04.0001, para que a Organização Social Instituto Brasileiro de Gestão Hospitalar (OS IBGH) contratada pelo Governo do Estado do Amapá, por meio da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), providencie, em 24h, o tratamento de hemodiálise para paciente, um homem de 39 anos, com Covid-19, internado e intubado, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Zona Sul de Macapá.

Segundo o que chegou ao MP-AP, o paciente se encontra com os rins paralisados, com 70% dos pulmões comprometidos, saturando 86/88%, com ventilação no máximo, necessitando com urgência de transferência para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Centro Covid 4, localizado no Hospital Universitário (HU) para que possa realizar hemodiálise.

O documento, assinado pela titular da 2ª Promotoria de Defesa da Saúde, promotora de Justiça Fábia Nilci, foi encaminhado ao titular da Sesa, Juan Mendes, e ao coordenador da Coordenadoria de Controle, Regulação e Avaliação (CRCA/Sesa), Danilo Pacheco.

A OSs IBGH foi contratada pelo Governo do Estado para administrar 20 leitos, 10 de Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) e dez clínicos. Sendo que os de UTI, de acordo com a Legislação Brasileira (RDC nº 70/2010) precisam ter o serviço de hemodiálise. E o MP-AP está cobrando essa adequação nestes espaços para o atendimento da população.

“Embora o Estado tenha aberto novos leitos de UTI para tratamento da doença, apenas no Centro Covid 4, que é do Hospital Universitário, tem hemodiálise. Com isso, os pacientes com a Covid-19 que aguardam esse procedimento nas outras unidades, ficam na fila de espera”, pontuou a promotora de Justiça.

Diante dos fatos, o MP-AP requer:

1) Que a Sesa, em 24 (horas), adote as devidas providências no sentido de exigir da OSS IBGH, empresa contratada para administrar o Centro Covid UPA Zona Sul, atenda as devidas condições para funcionamento de leitos de UTI;

2) Que a Secretaria da Saúde apresente o censo de ocupação dos leitos de UTI e clínicos dos Centros Covid existentes no Estado, informando, porventura, a existência de pessoas aguardando em fila.

3) Oficie-se à gerência da OSS IBGH, responsável pelo Centro Covid 4, requisitando, imediatamente, que adote todas as providências necessárias para a devida assistência dos pacientes internados em leitos de UTI no Centro Covid Upa Zona Sul, bem como encaminhe a este órgão o contrato firmado com o Governo do Estado do Amapá.

“A demora no atendimento do paciente, bem como dos demais que estejam internados e intubados no Centro Covid UPA Zona Sul poderá acarretar em consequências irreversíveis, razão pela qual resolvemos fazer essa intervenção”, comentou a promotora de Justiça.

O não atendimento da Recomendação da Promotoria poderá resultar em procedimento judicial a ser instaurado pelo MP-AP.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Gerente de Comunicação – Tanha Silva
Núcleo de Imprensa
Texto: Elton Tavares
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

Sesc Amapá e Prefeitura de Macapá lançam campanha para incentivar vacinação e doação de alimentos

O Sesc Amapá adere ao do movimento nacional “Unidos pela Vacina” dando apoio à campanha de vacinação da Prefeitura de Macapá, criando assim o “+Vacina Macapá, + Mesa Brasil Sesc”. A intenção é incentivar a população a se imunizar e, ao mesmo tempo, ajudar famílias que foram afetadas economicamente pela pandemia. A instituição entende que além da necessidade de acelerar a vacinação, é preciso dar atenção a outro problema causado pela falta do imunizante: a fome.

Pensando nisso, a parceria com prefeitura, por meio da Secretaria de Mobilização e Participação Popular, vai possibilitar a arrecadação de alimentos durante a vacinação. A partir desta quinta-feira (13) serão disponibilizadas caixas para a coleta nos drives-thru localizados na Praça Floriano Peixoto, Estacionamento do Zerão, quadra da Igreja Jesus de Nazaré, Policlínica e Rodovia do Curiaú. Da quantia arrecada, 50% será destinado às instituições atendidas pelo programa Mesa Brasil do Sesc e os outros 50% vão ser distribuídos pela prefeitura às famílias carentes.

Unidos pela Vacina é um movimento nacional idealizado pelo Grupo Mulheres do Brasil que reúne centenas de entidades, empresas, associações e ONG’s para viabilizar a vacinação nas esferas federal, estadual e municipal.

No Brasil todo, o Sesc, por meio dos setores de Educação em Saúde tem apoiado a vacinação frequentemente. Além das atividades cotidianas junto ao público, são realizadas campanhas nacionais no caso de ocorrências de doenças que demandam imunização em massa, como o surto de febre amarela e a reincidência do sarampo, a partir de 2018. Por meio das redes sociais e canais institucionais, são veiculadas informações e orientações para a população, como forma de esclarecimento de dúvidas e incentivo à vacinação. O trabalho do Sesc mais recente nesse sentido foi a campanha #todomundovacinado. Com a adesão ao movimento Unidos pela Vacina, está sendo possível ampliar estas ações, com auxílio à cadeia produtiva de imunização.

Algumas iniciativas já realizadas nas unidades regionais são: conteúdos educativos para as redes sociais, disponibilização de unidades fixas e estrutura de Drive Thru para vacinação, doação de insumos e EPIs, monitoramento da vacinação dos idosos inscritos nos Grupos Sociais do Sesc e parceria com as secretarias municipais de saúde para vacinação dos profissionais do atendimento odontológico.

SERVIÇO:

Lançamento da campanha +Vacina +Mesa Brasil
DATA: 13/05/2021 HORA: 8H30
LOCAL: Quadra da Igreja Jesus de Nazaré

Haynan Iago Araújo –
Assessoria de Comunicação do Sesc/AP
E-mail: [email protected]
Cel/WhatsApp (96) 98115-7855