Ricardo Pereira e Ronilson Mendes (ambos da Manobluesband) se apresentam no bar Rodapé

Na próxima quarta-feira (26), a partir das 19h, vai rolar muito Blues no Bar Rodapé. A sonzeira ficará por conta dos excelentes Ricardo Pereira e Ronilson Mendes. Rico (violão e vocal) e Roni (guitarra) são artistas espetaculares. Eles formavam, com mais dois instrumentistas, a Manoblues Band, melhor banda de Blues do Amapá.

Ricardo Pereira é carismático e talentoso cantor. Ronilson é um monstro na guitarra. Além de talentosos, os caras possuem carisma e atitude.

No Rodapé, eles tocarão coisas como: Willie Dixon, Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Sonny Boy Williamson II, Sonny Terry & Brownie McGhee, Buddy Guy & Junior Wells, Little Walter, B.B. King, entre outros. Sem falar nas de canções autorais e pequenas inserções sobre a história do Blues, costumeiras de Rico.

Nem sei quantos shows dos caras já tive o prazer de assistir, mas garanto que cada apresentação valeu a pena. Portanto, irei e recomendo!

Assistam os caras em ação: 

Serviço:
Show de Ricardo Pereira e Ronilson Mendes (Manoblues)
Local: Bar Rodapé
Endereço: Rua Hildemar Maia, esquina com a Avenida Presidente Vargas, no bairro Santa Rita.
Data: 26/07/2017
Hora: a partir das 19hh.

Elton Tavares

Banca Rio’s Beer promove o IV Workshop sobre Cervejas Especiais no dia 24 de junho.

A Banca Rio’s Beer, loja de cervejas especiais, promoverá hoje (24), as 16h, o seu IV Workshop sobre Cervejas Especiais. O evento será realizado nas dependências da própria Banca, como ocorreu com as três primeiras oficinas (todas muito elogiadas pelos participantes). O número de participantes será limitado em 10 pessoas. Portanto, garanta logo a sua participação!

O Workshop sobre Cervejas Especiais terá como palestrante o sommelier (especialista no produto) Andjei Remus, formado pela Escola Superior de Cerveja e Malte de Blumenau (SC) e Presidente da Associação de Cervejeiros Artesanais do Amapá (ACERVA). A iniciativa tem como objetivo difundir o prazer de saborear uma boa cerveja, e esclarecer as curiosidades da apreciação do produto feito de forma artesanal.

O workshop explorará temas como: Elementos da cerveja; História da cerveja; Estilos de cervejas; e Curiosidades sobre a bebida. O evento contará ainda com dicas e ensinamentos para que se faça a degustação de quatro estilos da bebida, a chamada “degustação guiada”. O investimento para a participação no Workshop é de R$ 100,00 por pessoa.

De acordo com Andjei Remus, o evento é voltado para os amantes de cerveja. O palestrante destaca que o workshop alia o prazer da degustação ao conhecimento sobre a bebida.

Portanto, apreciadores de cerveja, está aí uma excelente oportunidade de conhecer mais sobre este delicioso universo etílico com quem super entende do assunto, em palestras intimistas e regadas às deliciosas cervas.

Sobre a Banca Rios Beer

A Banca Rios Beer tem somente nove (9) meses de funcionamento. Trata-se de um estabelecimento especializado em cervas especiais. A loja é sucesso de público e crítica, pois já possui uma grande clientela de cervejeiros que apreciam seus produtos e atendimento de alto nível. O ambiente é agradável e possui uma carta de mais de 300 rótulos da bebida mais saborosa e preferida de nove entre 10 pessoas: A CERVEJA!

Serviço

4º Workshop sobre Cervejas Especiais
Quando: 24 de junho de 2017 (sábado)
Que horas: 16h às 18h.
Onde: Banca Rio’s Beer, localizada na Avenida Henrique Galúcio, n. 1644.
Quanto: R$ 100,00
Inscrições e informações:
98128-8081 (Lilian Ferreira)
99147-6773 (Leandro Chiesa)
99101-5713 (Herval Barbosa)
Instagram: @bancariosbeer
Facebook: https://www.facebook.com/bancariosbeer/?fref=ts

Elton Tavares

Hoje rola show da cantora Kassya Karoline no King’s Pub

Como diz o jornalista Chico Pinheiro: “graças a Deus é sexta-feira”. E nada melhor do que curtir a noite do dia mais legal da semana junto com amigos em um local apropriado. Minha sugestão nesse caso é o King’s Pub. Hoje (9), a partir das 22h, a cantora Kassya Karoline fará um show no melhor bar da cidade.

Gente, essa menina canta muito!

Além de bela voz, a artista sempre apresenta um repertório recheado de canções lindonas. No setlist dela vai do Rock, MPB e Pop, sempre executado em alto nível, que é sua marca registrada.

Confortável e com excelente atendimento, além de atração musical, cervejas geladas e o melhor tira-gosto da cidade, o Reino da Cerveja é o melhor Pub da cidade. O bar estará de portas abertas a partir das 18h.

O King’s possui um espaço ao ar livre e outro climatizado, excelente para começar o final de semana em alto nível. Bom, bora lá ver a linda e talentosa Kassya cantar!

Assistam ao vídeo de uma das performances de Kassya : 

Serviço:

Show da cantora Kassya Karoline
Local: King’s Pub
Localizado na Avenida Padre Júlio Maria Lombard, 1148, centro de Macapá.
Hora: a partir das 22h (mas o bar abrirá às 18h).
Data: 09 de junho de 2017

Elton Tavares

A chegada do Banana no céu – Crônica de João Lamarão (sugestão de Fernando Canto)

Banana - Foto: Chico Terra
Banana – Foto: Chico Terra

Por João Lamarão

Um mês já havia se passado daquela noite fatídica, tempo mais do que suficiente para que os tramites burocráticos do Purgatório se processassem normalmente, contando é claro, com o jeitinho brasileiro, instrumento fundamental para que qualquer processo corra rapidamente em qualquer lugar e o Banana foi autorizado a ingressar no átrio que dá acesso a porta do Céu. O ambiente normalmente tranqüilo, nesta hora estava altamente congestionado. Filas intermináveis, parecia mais com o pronto socorro durante os finais de semana do que a ante-sala do Paraíso.

Como era de se esperar, a situação mexeu com os brios do Banana que esbravejou aos quatro cantos que aquilo era uma esculhambação geral e que até ali, não havia respeito com as almas que aguardam a redenção eterna, por isso, iria se queixar diretamente a Ele. Deus, seu amigo intimo, que já o salvara de poucas e boas, de forma que a BACOL não deixaria aquilo barato.12038305_1027354530650172_9082153324834620988_n-300x222

Em um cantinho apertado, tipo 3×4, pois o preço do aluguel no Céu está pela hora da morte e onde foram implantadas as modernas instalações do Xodó Celestial, várias almas disputavam uma vaga no exíguo espaço a fim de conseguirem tomar uma cerveja geladinha enquanto aguardavam a vez de serem chamados pelo assessor especial de São Pedro, um negro alto e forte, ar de bonachão, que pela sua estatura sobressaia a turba, impondo respeito ao ambiente. Era nada mais, nada menos que o Pururuca.

12400675_1957125681178307_1652223358896026548_n-282x300Numa área reservada àqueles do regime semi-aberto que podem sair e entrar no Céu a qualquer hora, ao redor de uma mesa estrategicamente colocada, Paulão, Waldir Carrera, Marlindo Serrano e Bode, jogavam conversa fora. Faziam conjecturas de como estava a vida pelas bandas daqui de baixo, se haveria ou não carnaval, se a micareta na orla seria liberada, entre outras coisas.

Pela parte interna do balcão de mármore branco italiano, entre santinhos, velas e terços postos a venda, o Albino muito p… da vida meio a confusão peculiar, reconheceu nosso amigo ao longe, perdido meio a multidão e esbravejou:

– P.Q.P., taí o motivo da minha cuíra. Acabou o nosso sossego. Vejam quem acaba de chegar prá me aporrinhar.

segundo_rev_xodo_1999_thumb[7]Todos se viraram rapidamente na direção indicada. A alegria foi geral e imediatamente uma festa foi armada para receber o novo hóspede, gerando grande confusão, todos ávidos por notícias da terra, uma vez que por aquelas bandas não tem televisão e nem pega celular. Sabedores de que o Banana era onipresente, conseguia a proeza estar em vários lugares praticamente ao mesmo tempo, teria portanto, muita informação a dar.

Passada a euforia inicial, as coisas foram acalmando, mas ao largo, um grupo de almas francesas xingava até em patuá, a falta de organização do ambiente, exigindo providencias urgentes. Ao fundo, uma voz em fluente francês tentava acalmar o agitado grupo dizendo:

fernando_venilton_frank_thumb[3]Monsiers et mademoiselles, calma, calma… aqui as coisas são assim mesmo. Não se preocupem que vou ajeitar tudo pra vocês. Se há necessidade de dar um jeitinho, daremos; para isso, sou a alma certa, conheço todo mundo aqui no pedaço; tenho até autorização do Todo Poderoso para trabalhar como lobista e, mais rápido do que o pensam, vocês estarão rezando um terço com Senhor. Mas antes, preciso de um adiantamentozinho prá molhar a mão do porteiro.

Ouvindo isso e intrigado com a presença de tantos franceses, o Banana virou-se rapidamente e deu de cara com nada mais nada menos que o Franky de Lámour que tentava resolver a questão:

– Franky, que bagunça é essa, cara? Aqui não é o Céu, onde tudo é mil maravilhas?

– Não Banana! Aqui não é o Céu, aqui é Caiena.

– Valha-me Deus! Dancei.

Lamarão

*Essa crônica sobre o Banana é antológica. Foi escrita pelo nosso parceiro João Lamarão, engenheiro e escritor que  também já foi pra Caiena, infelizmente. Ele é o autor do livro “No tempo do Ronca,- Dicionário do falar Tucuju”. Essa é uma singela homenagem àqueles que fazem parte da vida macapaense e que partiram deixando saudades e para não esquecer o quanto ele também fez parte de nossa história. Sua simplicidade, bom-humor (às vezes mau-humor, mas sem ser grosseiro) e profundo amor por esta terra.

Fernando Canto

**Fotos encontradas nos blogs O Canto da Amazônia, do Chico Terra e da Sônia Canto. 

Hoje rola futebol, cerveja e música no King’s Pub

Se você quer torcer pelo seu time de futebol e assistir os jogos de hoje (30) em um local confortável e com excelente atendimento, além de atração musical, cervejas geladas e o melhor tira-gosto da cidade, a pedida é o King’s Pub. O melhor Pub da cidade estará de portas abertas a partir das 15h, onde você poderá assistir aos jogos das finais dos campeonatos carioca e paulista, Flamengo x Fluminense e Corinthians x Ponte Preta, respectivamente, ambos transmitidos às 16h.

O bar ofertará promoção. No domingo, um balde de cerveja Bohemia custará somente R$ 35,00, com cinco unidades. Ah, a tequila será liberada de hora em hora. Além disso, a cerveja Brahma será barateada e sairá a apenas R$ 7,50. Após o jogo, às 20h, iniciará a programação musical com os cantores Márcio Denner e Kassya Karoline, dois excelentes artistas que possuem repertórios diversificados.

O King’s possui um espaço ao ar livre e outro climatizado, apropriado ao seu gosto para curtir e torcer tomando aquela cerva gelada. Quem já conhece o alto nível das programações da casa, sabe: música, atendimento, conforto, drinks e cervejas especiais se destacam na carta de bebidas. O cardápio de pratos e petiscos não fica atrás.

Enfim, domingo rola futebol, cerveja gelada, drink’s variados, comida legal, música e diversão no King’s desde cedo. Bora lá

Serviço:

Futebol, música e diversão
Local: King’s Pub
Localizado na Avenida Padre Júlio Maria Lombard, 1148, centro de Macapá.
Hora: a partir das 14h
Data: 30 de abril de 2017

Elton Tavares

Nasce a 1ª fábrica de cervejas artesanais do AP

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Por Seles Nafes

Um administrador especializado em gestão pública e apaixonado por cerveja decidiu investir peso na realização de um sonho: ter a própria fábrica de cervejas artesanais, e inserir o Amapá de vez no mapa nacional da cerveja mais saudável e sem os nocivos aditivos das fábricas convencionais, como o milho transgênico. Nasce a Trina, a primeira fábrica de cervejas do Amapá, instalada no Bairro do Beirol, Zona Sul de Macapá.

Veja na reportagem para o SNTV, canal de vídeos do portal SELESNAFES.COM no Youtube. Conheça a história da cerveja, como ela é fabricada e quando começará a chegar ao mercado amapaense.

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Meu comentário: na semana passada, eu e amigas jornalistas fomos até a casa do Marcelo Fiel e Daniela Pinheiro (esposa dele). Lá conhecemos a fábrica de cerveja artesanal. A estrutura, o processo de armazenamento e a degustação (e bote degustação nisso!!) foi um lance pai’égua! O sabor da Trina, STª Piedade, Marabaixo e Neguinha é sensacional. Estou na torcida pelo sucesso do empreendimento. Super recomendo!

Elton Tavares

Fonte: SelesNafes.Com

É proibido peidar dentro do Empório do Índio, diz aviso

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Peido é ruim. Incomoda tanto o flatulento, quanto sua vítima. Mas no Empório do Índio, pasmem, é proibido peidar na parte interna do estabelecimento. O Jorge Ney, popularmente como o “Índio”, proprietário do bar é conhecido por comentários diretos e francos. Foi taxativo no aviso “Proibido Peidar”.

Portanto, se você resolver tomar umas no balcão do Empório, é melhor conter a flatulência. Quem quiser se aliviar tem que sair e peidar. Nem mesmo os sócios remidos do Bar como Cleomar, Cuca, Kleber, Gilvana e outros amigos, tem permissão para bufar no recinto. Afinal, tá lá, escrito.

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Eu e o amigo Jorge Ney, o “Índio”, no Empório (do lado de fora, claro).

Dou razão ao Índio, afinal, a temperatura de um peido quando é criado é de 37º. Se o metano é fruto de uma carne com chicória então, sai de perto que se pegar no olho, cega. A proibição é justa, pois tem gasoso que parece descer abraçado na merda, de tão potente. Se silencioso então, é um ataque surpresa muito covarde.

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Sobre o Empório do Índio

O Empório do Índio é um espaço democrático que abriga todas as tribos e pensamentos. A Cerveja é sempre gelada, tem tira-gosto de charque e outros petiscos. Localizado no bairro Santa Rita, próximo ao Fórum de Macapá, o bar possui um ótimo atendimento e preço justo. Mas peidar lá dentro não pode não.

Elton Tavares

Dezembro e a saudade (crônica republicada de Elton Tavares)

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Dezembro é sempre bacana. Lembro dos anos 90, eu e meus velhos amigos de recuperação ou já reprovados, tomando as saideiras do ano no velho Bar Xodó . Quem estudou no saudoso Colégio Amapaense quando o boteco existia lá no canto sabe do que falo.

Diziam que, da velha turma, ninguém “prestaria” pra nada. Afinal, como aquele bando de jovens biriteiros teria futuro? Sim, nós nos divertimos muito, mesmo com todos os sonhos e incertezas daquele momento. Quando não tinha grana para cerva, era rum, vodka ou cachaça. Nós éramos metidos a rebeldes (rebeldia muitas vezes sem sentido, natural de adolescentes).

Tempos de festas de garagem, estilo de vida meio Bukowski e com trilha sonora rock’n’roll, claro! Internet, Rede Social e toda essa modernidade era coisa de cinema. Eu tinha feito curso de datilografia (com o Werlen), estava aprendendo a mexer no MSDOS (programa de computador com tela preta e letras verdes) e tempos de disket. Quem tinha celular era rico e tocava sempre Legião Urbana. 

Bom, apesar de termos tomado cervas pra esta vida e para a próxima nos tempos do Xodó (ainda bebemos bem, mas não como naquela época), cada um seguiu seu caminho da melhor forma.Xodó

Só que eu, meu irmão Emerson (era o mais moleque entre nós) Walbene, Zeca (Edmar, também conhecido como poeta), Frank, Klinger, Negão (Helder), Junhão (Alessandro Rigamont Junior, Venilson, Topo (Josoelson), Rico, Juciram, Boca, Patrick, Sandro, Marruá (Lígia), Adriano (Bago), Índio (Rômulo) e Marcelo nos demos bem, sim!

Também fiz amizade com o Ewerton, Ismênia, Delano, Renato (Atayde ou Punk), Cacu (Elho), Anderson Favaceumagroho, Anderson Miranda, Newton Barata, Rodrigo (Juarez), Adelson, Zagalo, Rizandra, Jéssica, Glauci, entre tantos outros. É, fiz muitas amizades nos anos 90. A maioria delas bem sólidas e que me gabo de perdurarem após mais de 20 anos.

A maioria daquela galera formou e “vingou”. Quem não possui curso superior se garante na profissão que escolheu seguir. Claro que existem alguns que realmente não quiseram porra nenhuma com a vida mesmo. Mas isso é problema deles.xodoAlbino

Sinto saudade da velha turma, daqueles dias incríveis da nossa feliz juventude irresponsável. Mas tudo virou lembrança boa e experiência de vida, pois graças a todas as coisas bacanas e difíceis que passei naquela época, não me tornei um babaca que se norteia somente por teorias de vida. Aprendi muitos valores morais naqueles tempos.

Sim, dezembro chegou e com ele todo esse sentimento legal de fim de ano, de renovação, de esperança. E com este mês vem sempre a saudade dos que já partiram, dos amigos, dos tempos do bom e velho Colégio Amapaense e Xodó. Eu sempre escrevo sobre minhas memórias afetivas e essas estão no fundo do coração. 12400675_1957125681178307_1652223358896026548_n

Afinal, dia desses li a frase: “Saudade: sentimento do que valeu a pena”. E tomar todas aquelas cervas no bar do Albino com os velhos amigos do C.A. Valeu. E como. É isso!

Elton Tavares

*Texto republicado em todo início de dezembro e assim será enquanto eu sentir saudades de uma época mágica. 

Banca Rios Beer: a loja de cervejas especiais de Macapá.

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Com o tempo, trocamos juventude por sabedoria. Isso inclui mudanças culturais e de comportamento. Pois é. De um tempinho pra cá, comecei a apreciar cervejas especiais. Você já conhece a Banca Rios Beer? Se não conhece e gosta de cerveja, vale a pena uma visita. Trata-se de um loja especializada em cervas especiais. O local abre às 18h e fecha a meia-noite. É um espaço ideal para um happy hour com amigos. O ambiente é agradável e possui uma carta de mais de 300 rótulos da bebida mais saborosa e preferida de nove entre 10 pessoas.

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Leandro Chiesa, Lilian Ferreira e Herval Barbosa, a equipe da Banca.

Os proprietários Leandro Chiesa e Lilian Ferreira, assim como o colaborador da casa, Herval Barbosa, fazem do atendimento da Banca Rio’s Beer uma gentileza, parece que estamos na casa de amigos. Aliás, meu caso é assim mesmo (risos).

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Eu e o amigo Patrick Biterncourt na Banca.

Quem me conhece sabe: sou chegado numa cerva gelada e não gosto de somente sujar o bico, dou valor mesmo é em encharcar. Mas o lema na Banca Rios Beer é “beba menos e com mais qualidade”. Verdade. A loja possui uma diversidade de cervejas especiais nunca vista antes deste lado do Amazonas, com rótulos nacionais e importados. No local você encontra marcas premiadas em diversos festivais especializados, do tipo artesanais e importadas*, com sabores exóticos que agradam a todos.

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Nada entendo do negócio, meu lance é beber. Mas o proprietário manja tudo. Lá, o Leandro explica sobre Ipas, Porter’s, cítricas, aromas e sabores da bebida. Saquem algumas das que experimentei na Banca Rios Beer (inclusive a minha preferida “Roleta Russa”):

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Então, queridos leitores, fica a dica para os cervejeiros alterocopistas. Sou cliente da Banca e recomendo! Que esta sexta seja de muita paz, amor e cerveja!

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Serviço:

Local: Banca Rios Beer
Endereço: Avenida Henrique Galúcio, 1644, Centro de Macapá.
Dias e horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 18h à meia-noite.
Instagram: @bancariosbeer
Facebook: https://www.facebook.com/bancariosbeer/?fref=ts

Elton Tavares

No AP, bar de rock inova ao servir hambúrguer com jambu e tucupi

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Por Jorge Abreu

Um sanduíche produzido com jambu, tucupi e queijo regional, ingredientes típicos da Amazônia, chama atenção de quem busca lanches, música e cerveja num bar de rock, localizado na Zona Sul de Macapá. Há três meses no menu do estabelecimento, o hambúrguer batizado de X-Tucuju é vendido no valor de R$ 12.

O jambu é uma erva típica da região Norte. As folhas têm um sabor forte e provocam leve dormência na boca. Já o tucupi é um caldo amarelado extraído da raiz da mandioca quando descascada ou ralada. De sabor cítrico, o tucupi é considerado a base da culinária indígena.

A combinação de jambu e tucupi é comum em pratos típicos como o tacacá, pato no tucupi e outros, mas em um sanduíche chama a atenção.

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De acordo com o proprietário do bar, o músico Tássio Callins, de 33 anos, o sanduíche é o mais vendido desde o lançamento, com cerca de 60 a 80 unidades por final de semana. Ele conta que quando começou a trabalhar com lanches quis inovar com uma opção que fosse “a cara do amapaense”.

“Nós já vendíamos a cachaça de jambu, que é algo diferente, mas estávamos atrás de mais ideias novas. Quando começamos a trabalhar com preparação de comidas, decidimos fazer um sanduíche diferente de outros estabelecimentos e veio a ideia de incluir um ingrediente que é a cara do amapaense e de gosto bom, o jambu”, ressaltou Callins.

O X-Tucuju é composto de carne artesanal, queijo da região, castanha do Brasil ralada e jambu cozido com tucupi. O lanche é servido com uma dose de tucupi e, segundo os donos do bar de rock, é ideal para ser apreciado com cerveja.

O jambu é refogado por 30 minutos no tucupi. A carne de hambúrguer é assada na chapa e o queijo é aquecido. Durante a montagem do sanduíche, cada elemento é colocado com a castanha ralada em cima.

A empresária Caroline Nascimento, de 31 anos, namorada de Tássio e sócia no bar, foi a primeira a experimentar o sanduíche, que foi batizado de “X-Tucuju”. Para ela, o tucupi e o jambu dão um sabor especial e por isso o casal resolveu apostar na ideia.

“Nós servimos uma vez o X-Tucuju sem avisar para uns amigos que sempre frequentaram o bar. O sanduíche foi divido em quatro pedaços e após terminarem, cada um pediu o lanche inteiro. Foi quando percebemos, que além de mim, outras pessoas aprovavam a ideia”, comemorou Caroline.

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Além do X-Tucuju, outro prato chama atenção da clientela, o sanduíche chamado “X-Frescura”. Segundo Callins, o nome surgiu em meio a uma brincadeira de amigos devido a ausência do carne, que é substituída por abacaxi.

“Tentamos agradar todos os gostos. Quem não quiser experimentar o X-Tucuju, por não gostar dos sabores fortes do jambu e do tucupi, pode pedir outros lanches como X-búrguer, X-calabresa ou X-Bacon. E para quem não gosta de carne vermelha, criamos o X-Frescura, um apelido carinhoso que tiramos de uma brincadeira de um amigo que não aprova a substituição de ingredientes”, explicou Callins.

Fonte: G1 Amapá

HOJE: banda O Sósia se apresenta no Bar do Nêgo

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Hoje (8), a partir das 21h, vai rolar show da banda O Sósia no Bar do Nêgo. O grupo musical é sucesso de público e crítica. Pra quem curte músicas brega retrô e uma postura punk rock explosiva e cativante, é uma boa pedida.

Formada em 2012, na cidade de Macapá, o Sósia é composta por Alecsandro Cantuária (guitarra e vocal), Zezinho Ribeiro (guitarra e vocal), Fernando Moura (teclado e backing vocal), Luís Sabione (baixo e backing vocal) e  André Cantuária (bateria). Só moleque doido bom de Roquenrou-bregoso-viajante. Pra quem curte, é a melhor pedida de hoje.

Segundo o Zezinho, o nome da banda é por conta que “cover deve se chamar xerox ou o sósia”.

Serviço:

Show da banda O Sósia no Bar do Nêgo
Local: Bar do Nêgo, localizado no Complexo Beira Rio, orla de Macapá, na Avenida Beira Rio (segundo quiosque de quem vem da Praça do Coco, em frente ao Macapá Hotel).
Data: 08/06/2016
Hora: a partir das 21h.

Elton Tavares

Bar do Abreu, o DEMOCRÁTICO – Por Clay Sam

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Por Clay Sam 

Pense num lugar onde flamenguista senta no lado do vascaíno e ainda divide o mesmo tira-gosto. Oposição e situação sentam no mesmo balcão e ainda dividem opinião. Em suma, seria mais ou menos você ver o Bush tomando chopp com Fidel Castro e fumando um bom charuto cubano. Pois é, este lugar existe e está bem aqui no Amapá.

O Bar do Abreu ao longo de mais de três décadas tem sido palco de inúmeras cenas que são impossíveis de serem vistas em qualquer lugar deste planeta.

As histórias e papos que ocorrem por lá, é claro, são impublicáveis, só você indo até lá pra ter uma ideia do que se trata.

O ambiente funciona como uma espécie de ponto de encontro de intelectuais, jornalistas, políticos, artistas… Anônimos ou famosos têm o mesmo tratamento e desfrutam do mesmo atendimento. Há uma constante que quando alguém quer ficar sabendo de tudo o que está acontecendo na cidade, as últimas informações de um determinado caso, quem saiu com quem, o bar é o lugar ideal.

No Abreu são comuns as pequenas reuniões de jornalistas discutindo pautas ou analisando fatos que marcaram a semana. Outro ponto de destaque do bar são as partidas de futebol transmitidas pela TV. Há dezenas de monitores que retransmitem campeonatos de todos os estados e divisões. Chega a ser engraçado uma grande torcida fazendo o maior barulho e ao seu lado um único torcedor de um time de sua região. Mas esta é a tradição local. O bar é um espaço literalmente democrático em que prevalece o bom humor em todos os aspectos, e as diferenças são deixadas para trás após um gole e outro. O Abreu, ao longo de todo esse tempo, tem mostrado como se faz um espaço democrático.

Hoje rola Roda de Batuque na orla de Macapá

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Neste domingo (1º), a partir das 17h, entres os bares Beira Rio e Nêgo, rola mais uma edição do projeto Roda de Batuque. Idealizado pelo Grupo Bandaia de Batuque e Marabaixo e com direção musical de João Amorim, o evento visa o fortalecimento de ritmos, musicalidade e cultura locais. Os encontros são sucesso de público e crítica. A entrada é gratuita.

Ah, vai rolar sorteio de baldes de gengibirra para os presentes e distribuição de saiões para as mulheres rodarem à caráter.

Então, hoje às margens do Rio Amazonas, tem essa ótima oportunidade para quem é de dança e quem curte Batuque, Marabaixo, Zouk e Cacicó.

Serviço:

Roda de Batuque no Bar do Nêgo
Local: Bar do Nêgo, localizado no Complexo Beira Rio, orla de Macapá, na Avenida Beira Rio (segundo quiosque de quem vem da Praça do Coco, em frente ao Macapá Hotel).
Data: 01/05/2016
Hora: a partir das 17h.

Elton Tavares