Hoje é o Dia do blogueiro

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Hoje, 20 de março, é o Dia do Blogueiro. A data foi escolhida em 2004 pela Blogueira CarmenC do blog No Armário da Ca (a página eletrônica não existe mais), isso num tempo em que levar um blog como profissão ainda era um ofício tido como brincadeira (apesar de muitos pensarem assim ainda hoje). A escolha foi baseada na mudança de estação, como uma sugestão para que a ideia sobrevivesse com o tempo.

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Foto: Chico Terra

Quando perguntam qual a minha profissão, digo que sou jornalista, assessor de comunicação e editor de um site, mas que, um dia, gostaria de ser escritor. E acredito mesmo ser um bom profissional.

Neste site, que antes foi um blog por cinco anos, gosto de divulgar cinema, teatro, poesia, atrações musicais, arte, enfim, cultura e todas as suas vertentes. Além de informações relevantes para a sociedade onde vivo, no caso minha Macapá e meu Estado. Ou seja, serei um eterno blogueiro.

O importante é que os nós, jornalistas profissionais, editores de sites e blogueiros, agilizam a velocidade da notícia e divulgação da cultura. Claro que é preciso ter responsabilidade e checar sempre a veracidade da fonte, pois não faltam disseminadores de boatos e mentiras, no afã de agradar o chefe ou dar a notícia em primeira mão.

Além de jornalista, repórter, assessor de comunicação, fotógrafo amador, entre outras coisas, editor do De Rocha, fui e ainda me acho blogueiro. Adoro escrever sobre tudo. Não procuro ser imparcial, isso fica (ou deveria) para os veículos de comunicação formalizados. Aqui dou o meu pitaco, afinal, a bola é minha, mas sempre com responsa.

Ser blogueiro é partilhar experiências, divulgar, elogiar, criticar e emitir opinião, dar e receber conhecimento ou até mesmo bobagens legais.

Certa vez, escutei de um colega jornalista: “no meu ponto de vista, blogueiro é uma pessoa que quer ser famosa”. Não se trata disso, esse abestado nem sabe escrever direito…

O De Rocha é um espaço para opinião, divulgação de eventos, fomentação de cultura e entretenimento. E, se possível, de divulgação comercial também. Aliás, sou compulsivo em atualizar minha página. Não à toa, hoje também é o Dia do Contador de Histórias. Apropriado!

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Arte: Marcelo Corrêa

Portanto, quando gostarem de algum texto ou acharem uma merda, concordarem ou discordarem, comentem, curtam, compartilhem! É isso que dá gás para escrevermos.

Meu muito obrigado aos três mil e tantos leitores que todos os dias acessam este site. Valeu, mesmo!

Ah, um feliz Dia do Blogueiro aos jornalistas Fernando Canto (mestre, volte com o blog), Alcinéa Cavalcartesiteante, Chico Terra, Alcilene Cavalcante, Seles Nafes, Anderson Calandrini, Mary Paes, Felipe Sena, Marcelo Corrêa, Jéssica Alves e todos blogueiros brothers. E, por fim, mas não menos importante, parabéns aos meus colaboradores, companheiros que ajudam esta página com poemas, fotos, causos e etcétera. Obrigado e viva nós!

Elton Tavares

De Rocha completa sete anos no ar

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Parece que foi ontem, mas já faz sete anos. O ano de 2009 foi bem legal, mas as duas coisas que mais gostei nele foram o show do Radiohead e a criação do blog De Rocha.

Incentivado por uma ex-namorada (por sinal muito gente boa, como a maioria das minhas ex-namoradas), comecei escrever na página virtual. Foi no dia 15 de novembro, há exatos sete verões.

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A gíria “De Rocha” nomeia este blog porque nós, grande parte dos nortistas amapaenses e paraenses, a usamos quando queremos passar credibilidade sobre determinado assunto.

Na página, sempre publiquei fotografias, notícias, músicas, poesias, futebol, crônicas, contos, gifs, informes sobre fatos, eventos, pessoas públicas, bandas, arte, muita arte, e assuntos de interesse da população.

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A promoção da cultura, em todas as suas vertentes, sempre foi o principal objetivo do De Rocha, além de expor meus pontos de vista, críticas leves e pesadas ou elogios amenos e exagerados aos que merecem. Foram tantos artistas, músicos, bandas, incontáveis eventos. Também publiquei textos do trampo por onde passei na carreira de assessor de comunicação. Além disso, falei muito da minha amada e preciosíssima família. E isso tudo misturando blá-blá-blá abobrístico, pois a vida sem humor é horrível.

Apesar da “internet soviética”, como diz o amigo jornalista Régis Sanches (ex-colaborador deste site), dos acusadores, fiscais e críticos, o De Rocha virou sucesso. Confesso que, quando comecei a escrever, nem imaginava que minha página virtual seria tão bem aceita. Isso aqui abriu portais, portas, janelas, gavetas e até alçapões em minha vida (risos).

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Sei que rolou muito atrevimento, ironia, polêmicas, sarcasmo, verdades doloridas de se ler, alfinetadas, acidez e até idiotice de minha parte. Mas também rolou tanta homenagem, tanto amor real, tanta coisa legal. Claro que cometi alguns erros, não poderia ser de outro jeito. Mas tudo é aprendizado. Me arrependo de ter magoado algumas pessoas. De verdade!

Nestes sete anos, somados blog e site, fiz novas amizades, expandi meus conhecimentos e incentivei amigos a criarem seus próprios blogs (mesmo que alguns não admitam).

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Por aqui passaram vários colaboradores. Alguns deles nem são mais meus amigos, mas sou grato pelas contribuições. Cada um teve papel importante na formação deste espaço. Também agradeço aos parceiros que continuam por aqui. Em especial aos amigos Fernando Canto, Ronaldo Rodrigues, Patrícia Andrade, Mariléia Maciel, Gilvana Santos, Hellen Cortezolli, Marcelle Nunes e Rita Torrinha, além do velho e saudoso Tãgaha Luz (In memoriam). Obrigado, meninas e caras.

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O blog morreu há dois anos, quando foi criada esta página eletrônica (dados do antigo endereço foram migrados para cá). Passado todo esse tempo, mantenho-me como comecei: jornalista, assessor de comunicação, compulsivo por atualizações da página, cronista, crítico, ex-blogueiro e editor de um site ético e sem rabo preso com ninguém (apesar de muita gente confundir o espaço dado a amigos assessores com favorecimento).

Tenho a ousadia de usar as palavras do escritor Caio Fernando Abreu: “Acho que fiz tudo do jeito melhor, meio torto, talvez, mas tenho tentado da maneira mais bonita que sei”. Uma eterna luta do bem contra o mal dentro de mim, mas com 99% de vitórias da luz.

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Ah, desculpem os palavrões em alguns textos, mas isso também é liberdade de expressão.

Em analogia à data, li que a palavra “sete”, o número cabalístico, em hebraico é a mesma para “jurar” (garantir). Portanto, garanto que seguiremos no caminho das sete virtudes: Fé, Esperança, Caridade, Prudência (às vezes não muita), Justiça, Força e Temperança.

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Aqui a bola sempre foi minha. Você pode discordar, mas é isso o que penso e ponto. Com essa frase, agradei muito mais do que provoquei repulsa. Meu muito obrigado a vocês, senhores e senhoras que compõem o leitorado do De Rocha, sejam admiradores, críticos e detonadores (que de certa forma também são admiradores). Sigamos aplaudindo, criticando, discordando e incentivando as boas práticas. Valeu pra caralho!

Elton Tavares

Nesta madrugada rola chuva de estrelas cadentes: 10 DICAS do De Rocha para observar o fenômeno

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Foto: Geminidas Pendleton/ Thomas W. Earle

Por Juçara Menezes

Depois da Lua Azul, as estrelas cadentes estão chegando. É que em todo o mês de agosto pequenos pedaços de detritos do cometa Swift-Tuttle – ou chuva de meteoros Perseidas – caem aqui na Terra e nós meros mortais podemos observá-los a olho nu na região Norte e Nordeste.

Quem lembrou da chuva de meteoros de Pégasus? É quase isso: a chuva de Perseidas são assim chamadas devido ao ponto do céu de onde parecem vir, o radiante, localizado na constelação de Perseus.

Coincidências nerds à parte, os meteoros esquentam tanto o ar ao redor que podemos ver uma espécie de hadouken o feixe de luz característico quando chegam em nossa órbita. Ou seja, teremos uma verdadeira chuva de estrelas cadentes no céu.

E dá para ver esta maravilha também em Macapá. Entre hoje (12) e amanhã (13), é só dar uma olhada para cima e fazer uns pedidos básicos.

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Foto: Nasa

O site Blog De Rocha tem umas dicas para você aproveitar ao máximo esta oportunidade. Confira:

1) Procure um lugar com pouca luz. Só olhar para cima não te garante que a iluminação pública te ajude a enxergar.

2) Arrume uma cadeira reclinável. Man, você não vai aguentar ficar muito tempo com o pescoço virado para cima e ainda curtir a paisagem.Chuva-de-meteoros

3) Durma logo. O melhor horário para ver o fenômeno é a partir das 02h da manhã do dia 13 até a manhãzinha. Ou seja, vai acontecer quando a noite é escura e cheia de horrores. Se você tiver aula no dia seguinte ou tem de ir para a labuta, você pode fazer isso sem virar um zumbi.

4) Pegue um cobertor. Aí tu dizes: estes blogueiros não sabem de nada. Jovem padawan, nem toda a madrugada de Macapá é quente.

5) Se ficar na varanda, no quintal ou fora de casa, use repelente. Todos os carapanãs são Sith e ponto final.objeto2

6) Não esqueça a máquina fotográfica. É claro que o celular resolve, mas dificilmente você conseguirá uma captura excelente. Se você tem uma máquina digital, leve-a consigo no kit de Primeiros Socorros Para A Observação Das Estrelas Cadentes MN. Se não tem, use o smartphone para fazer um pequeno vídeo e manda pra gente!

7) Tenha logo em mente todos os pedidos a fazer. Seja rápido! A previsão é de haver 100 estrelas cadentes na ‘hora de pico’ do fenômeno, mas é sabido que a taxa média é de uma por minuto.

8) Este também é um excelente momento para tirar aquele seu aparelho observador (luneta, binóculo, etc) do armário e aproveitar intensamente. Não tem? Sem problemas. Por aqui estará bem visível.415-600x337

9) Assista sem medo. Geralmente as estrelas cadentes são do tamanho de grãos de areia e raramente atingem o solo. Nem todos os observadores devem morrer.

10) Tente tudo isso mesmo. Sério! A chuva irá coincidir com a ausência de luar, fenômeno que não acontece desde 2007 e favorece as condições de observação. Esta é a sua melhor oportunidade em anos-luz.

Hoje: Blog De Rocha completa cinco anos no ar

O ano era 2009. Aliás, ele tava acabando. Incentivado por uma ex-namorada (por sinal muito gente boa, como a maioria das minhas ex-namoradas), comecei escrever nesta página virtual. Foi no dia 15 de novembro, há exatos cinco verões, dei inicio a aventura que é pilotar o blog De Rocha. Mantenho-me como comecei: jornalista e blogueiro com um endereço eletrônico ético e sem rabo preso com ninguém.

Apesar da “internet soviética”, como diz o amigo jornalista Régis Sanches (ex-colaborador deste blog), dos acusadores, fiscais e críticos, o De Rocha virou sucesso. Confesso que, quando comecei a escrever aqui, nem imaginava que o minha página viraria uma página virtual tão bem aceita. Sabe, isso aqui abriu portais, portas, janelas, gavetas e até alçapões em minha vida (risos). 

A gíria “De Rocha” nomeia este blog porque nós, grande parte dos nortistas amapaenses e paraenses, a usamos quando queremos passar credibilidade sobre determinado assunto. Na página, sempre publiquei fotografias, notícias, músicas, poesias, futebol, crônicas, contos, gifs, informes sobre fatos, eventos, pessoas públicas, bandas, arte, muita arte e assuntos de interesse da população.

A promoção da cultura, em todas as suas vertentes, sempre foi o principal objetivo do blog, além de expor meus pontos de vista, críticas leves e pesadas ou elogios amenos e exagerados aos que merecem. Foram tantos artistas, músicos, bandas, incontáveis eventos. Também publiquei textos do trampo por onde passei na carreira de assessor de comunicação. Além disso, falei muito da minha amada e preciosíssima família.E isso tudo misturando blá blá blá abobrístico, pois a vida sem humor é horrível. 

Adoro escrever sobre tudo. Não procuro ser imparcial, isso fica (ou deveria) para os veículos de comunicação tradicionais. Aqui eu dou o meu pitaco, afinal, a bola é minha. Sempre tentei ser criativo nos assuntos que abordei aqui. 

Sei que rolou muito atrevimento, ironia, polêmicas, sarcasmo, verdades doloridas de se ler, alfinetadas, acidez e até idiotice de minha parte. Mas também rolou tanta homenagem, tanto amor real, tanta coisa legal. 

Claro que cometi alguns erros, não poderia ser de outro jeito. Mas tudo é aprendizado. 
Tenho a ousadia de usar as palavras do escritor Caio Fernando de Abreu: “Acho que fiz tudo do jeito melhor, meio torto, talvez, mas tenho tentado da maneira mais bonita que sei”. Ah, desculpem os palavrões em alguns textos, mas isso também é liberdade de expressão. 

Nestes cinco anos, por conta do blog, fiz novas amizades, expandi meus conhecimentos e incentivei amigos a criarem seus próprios blogs (mesmo que alguns não admitam). Por aqui passaram vários colaboradores. Alguns deles nem são mais meus amigos, mas sou grato pelas contribuições. Cada um teve um papel importante na formação deste espaço. Também agradeço aos parceiros que continuam por aqui. Obrigado meninas e caras. De verdade!  

Aqui a bola sempre foi minha.  Você pode discordar, mas é isso o que penso e ponto. Com essa frase, agradei muito mais do que provoquei repulsa. 

O blog morrerá antes deste novembro acabar, pois o meu site está pronto e pretendo lança-lo em alguns dias, no máximo até o final do mês. Nosso muito obrigado a vocês, senhores e senhoras que compõem o leitorado do De Rocha, sejam admiradores, críticos e detonadores (que de certa forma também são admiradores). Valeu pra caralho

Elton Tavares