Secult/AP prorroga, pela segunda vez, o prazo para participação do Edital “Circula Amapá”: artistas e produtores culturais terão até 30 de junho para se inscreverem

Na última sexta-feira (22), a Secretaria de Estado da Cultura do Amapá (Secult/AP) estendeu, pela segunda vez, o prazo de inscrição para o Edital “Circula Amapá”, que busca premiar 137 iniciativas da cadeia produtiva da cultura e das artes em todo Estado. A medida visa garantir a participação do maior número de segmentos culturais. A expectativa da Secult é receber propostas que propiciem experiências artísticas a população amapaense. A submissão dos projetos segue de forma on-line, no site – http://www.secult.ap.gov.br/.

A chamada pública foi lançada no dia 18 de março pela Secult, por meio de emenda federal articulada pelo senador do Amapá, Davi Alcolumbre, com o intuito de valorizar e fortalecer a cultura amapaense, incentivando a produção local com políticas ampliadas para os projetos que favorecem a circulação de bens, produtos e serviços artísticos e culturais em âmbito local, estadual, nacional e internacional.

Deste modo, o edital contemplará os múltiplos campos da cultura no Estado, abrangendo os segmentos popular, tradicional e identitária; teatro; arte circense; dança; artes visuais e/ou plásticas; artesanato; audiovisual; livro, leitura, literatura e biblioteca; e música. Poderão participar Microempreendedores Individuais (MEI) e pessoas jurídicas de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos, que comprovem tempo de atuação de acordo com sua área pleiteada.

O projeto atenderá diversos profissionais do setor artístico, como, por exemplo, artistas, produtores, grupos, companhias, associações e demais agentes da cadeia produtiva da cultura. As premiações variam entre cinco e dez mil reais, de acordo com critérios estabelecidos no edital, totalizando um investimento na cultura de 938 mil reais. Com essa medida, a pasta quer reconhecer o trabalho desenvolvido pelos empreendedores da cultura do Estado.

Atendendo o segmento da cultura popular, tradicional e identitária, o edital contemplará grupos de marabaixo e/ ou batuque, grupos ou comunidades tradicionais, entidades juninas tradicionais ou estilizadas e grupos de capoeira. Já na vertente da leitura, literatura e biblioteca, podem participar escritores (poetas, contistas, cronistas), contadores de histórias, mediadores de leitura e demais agentes.

Segundo o secretário da Secult/AP, Evandro Milhomen, a ideia do edital é ampliar o acesso à cultura, uma política que a pasta sempre colocou como prioridade e, agora se torna ainda mais fundamental com a crise de saúde pública. “Com esse incentivo aos segmentos culturais do Estado, ganham os profissionais da cultura, mas principalmente a população do Amapá. Nesse momento triste que o mundo está vivendo, a arte irá restaurar as esperanças e mostrará um novo caminho para todos nós”, ressaltou.

Foto: Divulgação Secom/GEA

Como participar

Os interessados devem realizar o cadastro no Sistema Estadual de Informações e Indicadores Culturais – SEIIC, sendo pré-requisito para participar do edital. A Secult/AP disponibiliza em seu site vídeos explicando aos interessados sobre o funcionamento do Edital e como proceder no ato da inscrição. Além disso, os técnicos da Secretaria também estarão à disposição dos artistas e produtores culturais para sanar quaisquer dúvidas sobre o certame, por meio de ligações e WhatsApp no número – (96) 98808-0736. O acesso também pode ser via o e-mail da Secult/AP: [email protected]

Cultura on-line: hoje rola Quarta de arte da Pleta

Por Kássia Modesto

Que tal um pouco de arte pra alegrar esses dias tão tristes? Quarta de arte da Pleta, é um encontro artístico cultural que proporciona ao público a boa música amapaense com toque super especial de poesia, cinema, palhaçaria e outras várias linguagens culturais abraçadas pelo projeto. Em tempos de pandemia, a iniciativa tem servido de alívio para muitas dores deste cenário caótico mundial, com a permanência de suas atividades. Cada artista na sua casa, recebendo com amor e arte, o nosso público querido.

E hoje, o Quarta de Arte da Pleta tem gosto de recuperação, de segunda chance, de nova vida. Quem conhece, sabe de toda a dedicação pelas causas artísticas e sociais da produtora e idealizadora do projeto a nossa estrela Andreia da Silva Lopes. A nossa Pleta havia testado positivo pro Covid-19.

Após mais de uma semana de internação, os bons ventos sopraram boas novas e ela teve alta na última terça-feira 19 de maio. E hoje, às 20h10m, estaremos aguardando você para essa linda troca.

Segue no Instagram e curte a nossa cultura: quarta_de_arte_da_pleta

Carinhosamente recebendo os artistas (apresentações pelas transmitidas pelas redes sociais dos mesmos):

20:10 Edu Gomes
20:30 Débora Menezes
21:00 Wendel Cordeiro
21:30 Mary Paes
22:00 Dan Ojuara
22:30 Fernanda Canora

Com apresentação da poetisa Kássia Modesto.

Festival reúne 20 espetáculos da região Norte do Brasil: “A Mulher do Fim do Mundo”, da Associação Artística Cultural Companhia Casa Circo (AP), é um dos espetáculos que integram a programação do evento

Como todos sabemos, em virtude da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), todos os trabalhadores do setor cultural brasileiro também tiveram suas atividades interrompidas, sem uma data de retorno possível. A pandemia se tornou um cenário difícil para artistas, produtores e técnicos que vivem de suas funções nas artes.

É neste contexto que surge o PAN – Potência das Artes do Norte, o primeiro Festival online de artes que contará com a participação de espetáculos oriundos do Amazonas, Pará, Roraima, Amapá, Tocantins, Rondônia e Acre. A iniciativa tenta minimizar os impactos causados pelo isolamento social, possibilitando que o público tenha acesso às obras da programação, sem sair de casa, durante o período de realização do festival.

O PAN surge como um espaço virtual que congregará 20 espetáculos de todos os estados da região Norte, além de outras ações, como explica a coordenadora geral do festival, Ana Oliveira.

“Logo que a pandemia surgiu nós artistas fomos os primeiros a parar. Por duas semanas eu fiquei meio sem chão, perdida. Não sabia como lidar com essa parada forçada tão brusca em todas as nossas atividades. Nesse período foram surgindo várias ações de outros grupos e artistas, lives, links liberados, etc. Assim fui criando coragem para também testar algo nesse novo lugar em que se estabeleceu a nossa presença – o mundo virtual”, explica Ana.

A coordenadora do festival pontua que a abertura para esse novo processo de descoberta, foi como um “novo respiro”. “Conseguia levantar da cama porque encontrei, ou melhor, reinventei um propósito de vida no meio desse caos todo que estamos vivendo”, completa.

A primeira edição do PAN conta com espetáculos de grupos e artistas convidados, que contemplam todos os estados da região Norte. “Se tudo der certo, queremos muito abrir um processo de inscrição em que todos os artistas e produtores da região possam mandar seus materiais para futuras edições. Só precisamos testar esse formato primeiro”, ressalta Ana.

Além da coordenação geral assinada por Ana Oliveira, o evento conta com Francis Madson na programação acadêmica, Jean Palladino na identidade visual, Ítalo Rui e Gleidstone Melo na comunicação, Hamylle Nobre e Eduardo Klinsman nas mídias sociais, e Wallace Abreu na assessoria de imprensa.

“Acredito que o restabelecimento dessa rede e união é algo que pode gerar muitos frutos. Tem também a possibilidade de trabalhos sendo exibido para novos públicos, pessoas de outros estados, que dificilmente conseguiriam ver ao vivo. Os espectadores poderão conhecer mais a fundo as diferentes realidades nortistas e alimentarem sua alma com arte e afeto, por meio das mais diversas linguagens que o festival contempla”, finaliza Ana.

Arte para refletir

A programação contará ainda com o “Setorial de Teatro do Norte”, um braço da programação do PAN que visa convocar artistas, técnicos e produtores culturais do setor da economia criativa, para refletir acerca das ações que envolvem o governo federal, estadual e municipal da região e, além disso, promover uma debate aberto e criativo sobre as iniciativas para o setor após a pandemia de Covid- 19, levando em consideração todos arrochos que estão por vir na estrutura econômica mundial e, portanto, nas instituições públicas e privadas que formaram a cultura, que podem deixar de assistir essa classe.

“Há um tempo que os Estados do Norte não se visitam entre si para dialogar acerca de políticas públicas ligadas a cultura. O festival de teatro da Amazônia, no princípio, surgiu para estreitar os laços entre os Estados com o objetivo de pensar relações entre público e privado, cultura, estética, ética e política pública. Acreditamos que o Pan pode trazer esse elã novamente, mesmo mediado por tecnologia, a força fundamental de manutenção das artes: o coletivo”, pondera Francis Madson, que está à frente da programação acadêmica do evento.

A programação do evento trará ainda o projeto “Pensamento de Perto”, no qual pesquisadores do campo artístico poderão falar sobre as pesquisas que vêm realizando. Nesta primeira edição os artistas/pesquisadores convidados são Ítalo Rui e Yara Costa.

Bilheteria Online

O PAN é uma rede colaborativa, afetiva e potente das artes do Norte. Por isso, parte do valor arrecadado na bilheteria será voltado a programas que atendem artistas em situação de vulnerabilidade na região Norte.

O ingresso unitário no valor de R$ 5 garante acesso a um dos espetáculos da programação. No entanto há ainda a possibilidade de compra do Combo 1 (R$20), que garante o acesso a cinco espetáculos e o Combo 2 (R$80), que dá direito a programação completa do festival.

O evento conta ainda com o ‘Selo Patrocinador’, no valor de R$100. Com ele você se torna um patrocinador do festival, assiste toda a programação e ganha de brinde o livro “Dramaturgias” de Francis Madson autografado.

Ingresso podem ser adquiridos no link https://bit.ly/BilheteriaOnlPAN. Preencha as informações solicitadas, juntamente com os espetáculos escolhidos para que seja redirecionado a etapa de pagamento pelo PagSeguro na próxima seção.

Após a confirmação do seu pagamento, será enviado ao e-mail informado no cadastro, os links e detalhes de acesso ao espetáculo desejado. A exibição dos espetáculos ocorrerá através do aplicativo Zoom (https://www.zoom.us/). Então, se você nunca usou, precisará baixar no celular, tablet ou no computador.

Confira a programação!

11/05 – SEG – 9h30 “Augusto” (RR) – Locômbia Teatro de Andanças // LIVRE
11/05 – SEG – 14h “PENSAMENTO DE PERTO”
11/05 – SEG – 21h “Helena” (AM) – Ateliê 23 // 14 Anos
12/05 – TER – 9h30 “Imundo de Sofia” (AM) – Ana Oliveira // LIVRE
12/05 – TER – 21h “A Mulher do Fim do Mundo” (AP) – Associação Artística Cultural Companhia Casa Circo // 14 Anos
13/05 – QUA – 9h30 “Curupira – 10 MILHÕES DE NÓS” (PA) – IN BUST Teatro com Bonecos // Livre
13/05 – QUA – 14h “Tempo de Brincar” (TO) – Trupe Açu // LIVRE
13/05 – QUA – 21h “Provérbios de Burro” (AM) – Ítalo Rui // 14 Anos
14/05 – QUI – 14h “Ikuâni” (AC) – Cia. Garatuja de Arte Cênicas // 14 Anos
14/05 – QUI – 21h “Marahu” (PA) – Cia de Teatro Madalenas // 14 Anos
15/05 – SEX – 9h30 “ÜHPÜ – Corpo” (AM) – Grupo Tabihuni // LIVRE
15/05 – SEX – 14h “Quarto Azul” (AM) – Grupo Jurubebas de Teatro // 14 Anos
16/05 – SAB – 9h30 “Vestido Queimado” (AM) – Soufflé de Bodó Company // LIVRE
16/05 – SAB – 14h “A Borracheira” (RO) – O Imaginário // LIVRE
16/05 – SAB – 21h “Quando encontramos sonhos perdidos nas roupas que costuramos” (AM) – Grupo Garagem // 16 Anos
17/05 – DOM – 9h30 “Preciso Falar” (AM) – Cacompanhia de Artes Cênicas // 10 Anos
17/05 – DOM – 14h “Diário das Marias” (AM) – Cia Trilhares // 14 Anos
17/05 – DOM – 21h “Rito de Passagem” (AM) – Índios.com Cia de Dança // 16 Anos
18/05 – SEG – 14h “PENSAMENTO DE PERTO”
18/05 – SEG – 21h “Marília Gabriela não vai mais morrer sozinha” (AM) – COLETIVO UTC-4 // 16 Anos
19/05 – TER – 9h30 “As nove luas” (RO) – Cia de Artes Fiasco // 12 Anos
19/05 – TER – 14h “Setorial do Norte”
19/05 – TER – 21h Show de Encerramento “GRAMOPHONE em Estúdio” (AM) // LIVRE
A programação completa do 1º PAN – Potência das Artes do Norte também está disponível para download no link https://bit.ly/PAN20programacao

Texto: Wallace Abreu – Assessoria de Imprensa do Festival

Secult-AP prorroga prazo de inscrição online do Edital “Circula Amapá” por mais 30 dias

A Secretaria de Estado da Cultura do Amapá (Secult/AP) prorrogou o período de inscrição para o Edital “Circula Amapá”, lançado no dia 18 de março de 2020. A Chamada pública tem o objetivo de selecionar e premiar 137 projetos, programas e ações de agentes da cadeia produtiva da cultura e das artes. Com o novo prazo, as inscrições no site – www.secult.ap.gov.br – encerram no dia 30 de maio.

Essa medida faz parte do programa de valorização e fortalecimento da cultura protagonizado pela Secult/AP e os participantes devem obrigatoriamente estar cadastrados no Sistema Estadual de Informações e Indicadores Culturais – SEIIC. A ideia da pasta é reconhecer o trabalho desenvolvido por artistas, produtores, grupos, companhias, bandas, grupos musicais e demais empreendedores da cultura do Estado que favorecem a circulação de bens, produtos e serviços artísticos e culturais em âmbito local, estadual, nacional e internacional.

Os recursos para o Edital são provenientes de emenda federal articulada pelo senador do Amapá, Davi Alcolumbre, com o objetivo de apoiar e incentivar os segmentos artísticos e culturais do Estado. O certame irá contemplar múltiplas vertentes artísticas como a cultura popular, tradicional e identitária; teatro; arte circense; dança; artes visuais e/ou plásticas; artesanato; audiovisual; livro, leitura, literatura e biblioteca; e música.

Os participantes devem comprovar no ato da inscrição o tempo de atuação dos proponentes nos segmentos onde se inscreveram (no caso do segmento categoria popular, tradicional e identitária a comprovação ocorre por meio dos movimentos culturais, com o reconhecimento de todos os proponentes do tempo de atuação mínima). Podem participar Microempreendedores Individuais (MEI) e pessoas jurídicas de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos e os valores das premiações variam entre cinco e dez mil reais.

A Secult/AP disponibiliza em seu site vídeos explicando aos interessados sobre o funcionamento do Edital e como proceder no ato da inscrição, além disso, os técnicos da Secretaria também estarão à disposição dos artistas e produtores culturais para sanar quaisquer dúvidas sobre o certame, por meio de ligações e WhatsApp no número – (96) 98808-0736. O acesso também pode ser via o e-mail da Secult/AP: [email protected].

Nota sobre o cancelamento da III Semana Amapaense de Teatro

Em atenção às recomendações da Organização Mundial de Saúde – OMS, o Coletivo de Artistas, Produtores e Técnicos em Teatro do Estado do Amapá – CAPTTA, como medida de prevenção e contenção ao CORONAVÍRUS (COVID-19), torna público o cancelamento da III Semana Amapaense de Teatro.

Acima de nossa vontade de colorir a cidade com cultura e arte, reside nossa sensibilidade, nossa responsabilidade de zelar pelas vidas, nossas e de quem nos estimula a cada dia, com suas presenças em nossos espetáculos.

O ano de 2019 foi marcado por intensos ataques às fontes de financiamento à cultura e aos agentes que compõem sua cadeia produtiva, sem levar em consideração que estes, também são trabalhadores e trabalhadoras e, que cultura e arte devem ser encaradas como vetores de desenvolvimento social e econômico.

O ano de 2020, em que deveríamos por em prática, estratégias desenvolvidas em período de crise, será de reorganização, de cuidarmos uns dos outros. E é isso que faremos! Que a arte nos aponte uma resposta!

ATT CAPTTA

Semana de Teatro: Espetáculo aborda os desafios que as pessoas LGBT de periferias ainda enfrentam na sociedade

Por Pérola Pedrosa

Como parte da III Semana de Teatro Amapaense, acontecerá a apresentação no espetáculo Shirra da Cia Teatro de Buteco, as 19h, no dia 25 de março, no bar e restaurante cultural Sankofa.

A peça é um monólogo interpretado pelo ator Maurício Maciel da Cia Teatro de Buteco, que também assina a dramaturgia com Mayco Sá, que é o diretor do espetáculo. Aborda temas relevantes sobre uma parcela marginalizada da sociedade: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) periféricos.

“A construção dramatúrgica do espetáculo perpassa pela doação em cena, com a projeção de uma realidade que insistimos colocar debaixo do tapete, SHIRRA nos convida a rever nossas perdas e ganhos”, informa o diretor Mayco.

O olhar do ator bebe na veia amarga dos nossos conflitos. O espetáculo retrata como um homossexual se desdobra para sobreviver e resistir numa sociedade tão problemática. Interpretado pelo jovem ator Mauricio Maciel, SHIRRA é um espetáculo cru, violento e visceral.

“SHIRRA é viado e puta. SHIRRA vive no submundo, e encontra no Bar Farmacinha o seu refúgio, onde se passa toda a história”, destaca o ator Maurício.

Além da direção, Mayco Sá é o responsável pela operação de Luz, com Jayne Alves como assistente de direção e operação de som. A Cia Teatro de Boneco surgiu em 2016, formada por alunos do curso de Licenciatura Plena em Teatro, na Universidade Federal do Amapá (Unifap), como trabalho de pesquisa e criação. Já se apresentaram no Teatro das Bacabeiras, Mostra Alternativa, Festival Curta Teatro e Semana de Calouros.

Fonte: Café com Notícia

Macapá será palco da III Semana Amapaense de Teatro

Por Pérola Pedrosa

No período de 25 a 29 de março, Macapá será palco da III Semana Amapaense de Teatro – Campanha de Popularização do Teatro no Amapá, com mesa de discussão, atividades de formação, rodas de conversas e apresentação de espetáculos.

A programação inicia no dia 25 de março, com Mesa de Abertura, no bar e restaurante Sankofa, com a presença dos representantes do segmento teatral e artístico-cultural. Haverá atividades de formação e rodas de conversa nos dias 26 e 27 de março, no auditório da Biblioteca Pública Elcy Lacerda e na Escola Estadual Maria Ivone de Menezes. O evento finaliza com apresentação de espetáculos gratuitas para os públicos adulto e infantil nos dias 27 de março, no Céu das Artes, na zona Norte, no dia 28/03 acontece no Residencial São José, na zona Sul e no dia 29/03 no Teatro das Bacabeiras, no centro da cidade.

O evento é para celebrar a data 27 de março, Dia Internacional do Teatro, e uma forma de reunir as companhias teatrais, visa o intercâmbio cultural, a valorização e a troca de experiências entre grupos teatrais amapaenses, por meio de apresentações de espetáculos de diferentes linguagens, pensando na formação de plateia e a inclusão social.

“O teatro tem a magia de estar frente a frente com o público, algo que nenhuma meio tecnológico ainda conseguiu, receber o calor humano, sentir a reação da plateia, emoção contagiante de poder estar pertinho e ver o olhar e escutar a gargalhada, de não poder errar, de mesmo errando continuar”, descreve Maurício Maciel, do CAPTTA.

A III Semana Amapaense Teatro é uma iniciativa do Coletivo de Artistas e Produtores e Técnicos em Teatro do Amapá (CAPTTA), em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura (Secult) , Fundação Municipal de Cultura (Fumcult), bar e restaurante Sankofa e com o programa Café com Noticia, da rádio Diário FM 90.9.

Link do Evento da III Semana Amapaense de Teatro: https://www.facebook.com/events/187253742717330/

Fonte: Café com Notícia

POR UM TEATRO MUNICIPAL (*) – Crônica de Fernando Canto

Foto: Alex Silveira

Crônica de Fernando Canto

Há tempos a ideia de criar o Teatro Municipal causa grande expectativa nos meios artísticos macapaenses. Artistas com quem conversei disseram que o projeto vinha ao encontro de suas aspirações, principalmente agora que a cidade cresceu e que a maioria deles já tem consciência de que precisa valorizar cada vez mais seus trabalhos. Alguns já vêm desenvolvendo comercialmente suas atividades a partir da realização de cursos de empreendedorismo, que também os obriga a vender bons produtos. O teatro municipal é um sonho de muito tempo. A prefeitura tentou comprar o ex-cine Macapá em 2001 com esse propósito, mas infelizmente as negociações não avançaram. Agora é notório o aumento do mercado de bens culturais e estável o circuito de produtos culturais como teatros, bibliotecas e auditórios, em Macapá.

Para os artistas o teatro do município não só desafogaria a pauta do Teatro das Bacabeiras como daria apoio aos produtores culturais para desenvolverem seus trabalhos. Ao funcionar em consonância com a política cultural do município, o teatro daria ênfase às ações populares como espetáculos teatrais abertos ao público, shows com ingressos mais baratos, além de outros projetos internos que pudessem facilitar o desenvolvimento da arte, por meio de debates, reuniões de trabalho, simpósios, festivais e, sobretudo, com o processo educacional ao lado disso tudo, onde não se furtaria também a constante e imprescindível formação de platéia.

A criação e a implementação do teatro, antes de ser uma decisão que viria beneficiar os segmentos artísticos das artes cênicas e da música, é um princípio que norteará ações tais como o estímulo à formação cultural da população e dos agentes culturais do município. Sua configuração e funcionamento deverão ser regidos dentro dos padrões da política de cultura municipal, o que deverá possibilitar o acesso da população a esse bem cultural, de forma democrática, levando em conta a diversidade cultural, linguagens, identidades e formas de expressão do nosso povo.

No bojo dessa construção o maior interessado é o cidadão, aquele que goza dos bens e serviços efetuados pelos poderes públicos, dos direitos civis e políticos e do desempenho dos deveres para com ele. Este, então, é um princípio necessário ao desenho e à consecução de uma política cultural contemporânea: o dever das instituições políticas e administrativas para com o cidadão, considerando que ações governamentais devem ser feitas para todos e não só para uma elite. É papel importante o de ofertar produtos de acesso garantido ao cidadão, ávido de consumo de arte. Acesso físico e acesso econômico a produtos de boa qualidade. É bom lembrar que quando falamos em cidadania e cultura estamos diante de abstrações, de conceitos, de uma idéia sobre as coisas. Assim o acesso, aquele que dignifica o cidadão, quer simplesmente dizer ingresso, entrada, chegada, aproximação, alcance de coisa elevada ou longínqua. Entretanto não se pode deixar de registrar que a palavra “acesso” também carrega um conceito de fenômeno patológico ou psicológico que é o chamado “ataque de raiva”, ou impulso, que é uma reação do cidadão ou da cidadã que não vê atendido o seu direito de cidadania.

Da nossa parte cantamos a melodia dos artistas com o mesmo entusiasmo porque acreditamos que um teatro para ser popular e de boa qualidade deve ofertar bons produtos, divertir, unir e corporificar os valores culturais de uma sociedade organizada, de uma sociedade plena de direitos e deveres satisfeitos, de uma sociedade cidadã.

(*) Publicado no JD, em 2007. Mas ainda não temos o tal teatro.

III Semana Amapaense de Teatro – Captta

No período de 25 a 29 de março, Macapá será palco da III Semana Amapaense de Teatro – Campanha de Popularização do Teatro no Amapá!

A programação inclui no dia 25/03 Mesa de Abertura no Sankofa, atividades de formação e rodas de conversa nos dias 26/03 e 27/03 no auditório da Biblioteca Pública Elcy Lacerda e Escola Estadual Maria Ivone de Menezes. Apresentação de espetáculos para os públicos adulto e infantil nos dias 27/03 (no Céu das Artes), 28/03 (Residencial São José) e 29/03 (Teatro das Bacabeiras), totalmente grátis.

Esta é uma iniciativa do CAPTTA – Coletivo de Artistas e Produtores e Técnicos em Teatro do Amapá, em parceria com a Secretaria Estadual de Cultura, Fundação Municipal de Cultura,Sankofa e Café com Noticia Diario FM 90.9.

Fonte: fanpage da III Semana Amapaense de Teatro

Teatro das Bacabeiras completa 30 anos de existência como principal palco cultural do Amapá

Foto: Alex Silveira

O Teatro das Bacabeiras, principal palco da Cultura amapaense, completa 30 anos de fundação nesta segunda-feira (9). Nestas três décadas de existência, a história da casa de espetáculos se confunde com a própria trajetória da arte tucuju e dos artistas locais.

O Teatro das Bacabeiras teve sua construção iniciada em 1984 e concluída em 1990. Em sua inauguração, foi denominado de Cine Teatro de Macapá. Somente em 9 de março de 1992, passou a ser chamado de Teatro das Bacabeiras.

Foto: Alex Silveira

De acordo com o sociólogo, escritor, jornalista e compositor Fernando Canto, a alcunha “Teatro das Bacabeiras”, pelo fato de trazer o nome que supostamente originou a palavra Macapá, foi escolhida democraticamente pelos artistas amapaenses para nomear o principal teatro de Macapá. Portando, a denominação se identifica com a nossa terra.

Localizado no centro de Macapá, na Rua Cândido Mendes e ao lado da Praça Veiga Cabral, o Bacabeiras é o centro das manifestações artísticas e culturais do povo amapaense. O teatro possui singular beleza arquitetônica, com 705 poltronas na plateia, palco, sala de dança, sala de imagem e som, camarins individuais e coletivos, projetor de filmes, tela panorâmica e outros recursos.

Foto: Maksuel Martins

O Teatro das Bacabeiras é vinculado à Coordenadoria de Ação e Difusão Cultural (CADC) da Secretaria de Estado da Cultura (Secult). De acordo com a gerente do patrimônio cultural, Yana Castelo, a casa de espetáculos se mantém por meio por meio das taxas administrativas, que são utilizadas para a manutenção do prédio e para a compra de equipamentos – tudo com o aval da Secult.

Foto: Elton Tavares

A estrutura pessoal do Teatro das Bacabeiras é formada pelo Conselho de pauta, que possui dez conselheiros titulares, dois suplentes e o presidente; quatro técnicos (som, iluminação, técnica em geral); três pessoas na administração, o gerente, oito auxiliares de serviços gerais e dois vigilantes.

Fotos: Maksuel Martins

Os projetos desenvolvidos pelo Teatro como o Escadaria e o Desconcerto acontecem uma vez ao mês. Este ano, porém, ainda não os realizamos em função da indefinição da data para o fechamento do Teatro. O Bacabeiras recebe inúmeros eventos, tanto culturais como cívicos e institucionais. Ano passado o nosso público girou em torno de 85 mil pessoas. Estamos na iminência de recebermos recursos para sua melhoria. Estas benfeitorias deverão acontecer em breve. Talvez, até o final desse primeiro semestre”, frisou a gerente do Bacabeiras.

Foto encontrada no blog do jornalista João Silva.

Além de ser o centro cultural da capital amapaense, o Teatro também foi usado, ao longo dos anos, em diversas solenidades institucionais e privadas, como formaturas de várias faculdades, posses, entre outros eventos.

Segundo o titular da Secult, Evandro Milhomen, o Teatro das Bacabeiras passará por reformas interna e externa de modernização para tornar-se um marco visual da arte amapaense, bem no Centro de Macapá. A reforma contará com recursos provenientes do mandato do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, na ordem de R$ 2,3 milhões, além da contrapartida do Estado.

Foto: Fabiana Figueiredo

Sabemos da importância história do Teatro das Bacabeiras para a cultura amapaense. A modernização do Teatro prevê poltronas novas, iluminação cênica , sistema de refrigeração novo, cortinas , banheiros e camarim com acessibilidade , e no hall um café. Com isso, promoveremos geração de emprego e renda com as obras, e, também, depois que o espaço estiver concluído, porque a cultura gera emprego para o artista”,  pontuou o titular da Secult, Evandro Milhomem.

Macapá 262 anos: teatro e dança invadem palco das artes cênicas

Nem a chuva que caiu na cidade na tarde deste domingo, 2, afastou o público que foi prestigiar as apresentações de dança, teatro, música e palhaços no palco das artes cênicas da Praça Floriano Peixoto. As atrações artísticas e culturais fizeram parte da programação dos 262 anos da capital do Amapá, coordenada pela Fundação Municipal de Cultura (Fumcult).

Silvano Santos, professor de dança de salão, foi um dos artistas que arrancou aplausos do público. “Primeiramente, quero parabenizar a Prefeitura de Macapá e a Fundação Municipal de Cultura. Por essa programação maravilhosa, são 262 anos de tradição da nossa querida cidade. É importante a gente mostrar a nossa cultura, a música, dança, teatro, artesanato… E ver o público presente é muito gratificante. A comunidade precisa mesmo participar de eventos como este, onde temos a oportunidade de mostrar nossa arte. Mais uma vez, parabéns Macapá”, finalizou o professor de dança de salão, Silvano Santos.

A pedagoga Léia Oliveira trouxe o neto de Serra do Navio para prestigiar o espetáculo ao ar livre. “Eu vim com meu neto prestigiar o evento em comemoração aos 262 anos da cidade de Macapá. Ele está se divertindo muito com as apresentações e eu achei tudo muito bem organizado. A prefeitura está de parabéns”, elogiou a pedagoga, Léia Oliveira.

A praça também cedeu espaço para a Feira Colaborativa Mulheres que Fazem, com exposição e comercialização de produtos confeccionados por artesãos locais como tiaras, turbantes, laços, chapéus, pulseiras e muito mais. “A Praça Floriano Peixoto foi palco do lúdico, da magia dos palhaços, da dança, do teatro e de toda a encantaria das artes. A festa continua nesta segunda com muito rap, rock e blues na Floriano, também a partir de 17h”, informou a diretora-presidente da Fumcult, Marina Backman.

Confira a programação:

Segunda (03/02)

Véspera de Aniversário da Cidade – Praça Floriano Peixoto:

17h30 – Vini Gonçalves;

18h – Mc Zion Ops;

18h30 – Mc Super Shock;

19h – Banda Indigentes;

19h30 – Banda Índigo;

20h – Banda Nova Ordem;

20h30 – Banda Vennecy;

21h – Trio Canícula Blues;

17h às 20h – Dekko Matos – exposição de artes visuais.

Terça-feira (04/02)

6h – Salva de canhões – Fortaleza de São José de Macapá;

7h30 – Missa em ação de graças – igreja matriz de São José / Encontro das bandeiras;

8h30 – Marabaixo da Juventude;

8h30 – Marabaixo Tia Sinhá;

8h30 – Marabaixo Movimento Cultural Ancestrais;

8h30 – Marabaixo Filhos do Criaú;

9h – Cortejos artísticos – Carroça da alegria e bonecos gigantes;

9h – Cortejo do Banzeiro do Brilho-de-fogo;

10h – Capitão Açaí – exposição de artes visuais (Ronaldo Rony);

10h30 – Osmar Júnior;

11h30 – Amadeu Cavalcante;

12h30 – Zé Miguel;

13h30 – Negro de Nós;

18h30 – Meio Dia da Imperatriz;

19h30 – Mauro Cotta;

21h30 – Diogo Nogueira (atração nacional).

Almoço no Mercado Central de Macapá:

13h30 – Bebeto Nandes;

14h30 – Anthony Barbosa;

15h30 – Duo Amazofonia;

14h30 – Rosa Amaral;

17h30 – Intervenção poética com Hayam Chandra;

18h – Mayara Braga;

12h às 18h – Miguel Arcanjo – exposição de artes visuais.

Quinta-feira (06/02)

18h – Lançamento dos filmes do 1° Edital de produção audiovisual FSA do Amapá – GEA e Ancine – Cine Imperator do Shopping Vila Nova.

Domingo (09/02)

9h às 15h – Torneio de Futlama – Complexo do Jandiá.

Kelly Pantoja
Assessora de comunicação/Fumcult
Contato: 98410-1330

5ª Festival Curta Teatro

Celebrando a diversidade, driblando as dificuldades, eis que chegamos ao quinto! Não menos diverso, não menos dificultoso, porém, cheio de afetos! Afetos travestidos em parcerias, permutas, trocas de serviços, de metodologias, e porque não, doações!

A essência e o intuito seguem os mesmos! A luta não, visto que as notícias acerca da cultura e das artes, antes vistas como vetor de desenvolvimento social, assustam e nos fazem pensar sobre o papel das mesmas na construção da nova sociedade brasileira.

Diante de tantas incertezas, nesta edição resta-nos uma certeza:

“A arte aqui apresentada deverá ser livre, ou não será nada!”

Espetáculo Novo Amapá será apresentado dia 25 de janeiro no Teatro das Bacabeiras

Para marcar os 39 anos da Tragédia do Novo Amapá. A CIA Super Nova irá trazer um novo olhar sobre o maior naufrágio fluvial da história brasileira, o espetáculo acontecerá sábado, 25, no Teatro das Bacabeiras, a partir das 20h.

A peça é apresentada desde 2012 pela CIA SUPERNOVA que traz uma visão artística e poética sobre o maior naufrágio fluvial da história brasileira.

A montagem é baseada no texto “Triste Janeiro” do jovem ator e dramaturgo Joca Monteiro que através de poemas homenageia todos os envolvidos naquele acontecimento.

Além da poesia, a peça tem influência da dança e do teatro físico. Ela conta ainda com inserção de vídeos e é construída por meio de diversos processos de experimentações artísticas coletivas.

Na peça o público terá contato com os sonhos e encantos da infância onde o “puc puc puc” do barquinho de miriti dá ao homem o prazer da libertação e as águas tornam-se a porta para descobertas.

Acidente

O acidente ocorreu no dia 6 de janeiro de 1981 no Rio Cajarí (proximidades da fronteira entre o Estado do Amapá e Pará) quando a embarcação homônima ao espetáculo naufragou deixando mais de 600 vítimas.

Ficha Técnica
Direção e Produção: Marina Beckman
Texto: Joca Monteiro
Direção de Arte e iluminação: Paulo Rocha
Sonoplastia: Otto Ramos
Elenco:
Jhimmy Feiches
Hayam Chandra
Pedro Inajosa
Fernanda Amaral
Maria Rosa
Luz Magalhães
Márcia Fonseca

Serviço:

Espetáculo “Novo Amapá”�
Data: 25 de janeiro (sábado)�
Local: Teatro das Bacabeiras�
Hora: 20h�
Ingressos: 10,00(inteira) / 5,00 (meia)�
Classificação: Livre�
Informações: ‪(96) 99144-5442

Nossa doce Bárbara em mais uma novela da Rede Globo (atriz paraense que cresceu no Amapá sempre brilha em “Éramos Seis”)

Bárbara, a última (mas para nós, a primeira sempre) da esquerda para direita, com colegas de elenco.

A minha querida amiga Bárbara Castro (também conhecida como Bárbara Vento ou Bárbara Altamira) brilha mais uma vez na televisão brasileira.

Atualmente, ela vive a personagem Dita na novela Éramos Seis, funcionária de Assad (Werger Schünemann). Em seu núcleo estão grandes atrizes como, Mayana Neiva e Rayssa Bratillieri. Bárbara compõe o time de talentos na segunda fase da novela e estará em cena até o final da obra.

Bárbara Vento é uma atriz paraense nascida em Altamira (PA) e criada em Macapá. Ela também é diretora e musicista. Formada em Artes Cênicas pela Escola Estadual de Teatro Martins Pena (RJ) e em Direção Cinematográfica pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro (RJ).

Bárbara destacou-se, na segunda metade dos anos 90, no Teatro amapaense, com o diretor Guiga Melo (figuraça, outro amigo querido). Sempre me disse que seria uma grande atriz. Lançou-se à sorte quando viajou para o Rio de Janeiro, em meados de 2002.

Na TV Globo, participou no elenco das minisséries Hoje é Dia de Maria, de Luiz Fernando Carvalho (2005), Amazônia, de Galvez a Chico Mendes (2007), de Marco Schechtmen e Filhos da Pátria (2016), de Maurício Farias.

Longa trajetória no Teatro

No teatro, trabalha com o grupo Tá na Rua, atuou nos espetáculos Mambembe Canta Mambembe, no Teatro Villa-Lobos em 2004, e O Castiçal, de Giordanno Bruno, Teatro Carlos Gomes (RJ), em 2003. Participou do Encontro Brasil-New York – Queens College. Projeto Morrinho. (2013), intercâmbio com o Grupo Os Quentes da Madrugada, da Irmandade de São Benedito (PA/RJ) Espetáculo Pororoca no SESI Jacarepaguá Xtudo (RJ) Lançamento do CD autoral “Altamirando” (RJ). Núcleo de dança do Show de Dona Onete no Black to Black e Circo Voador 2017 (RJ).

Estreou o espetáculo TupinamBárbara em homenagem às mulheres da Amazônia. No Festival, artístico e literário entre o Brasil e a Europa, Palavras e Maravilhas (2017). Dirigiu e atuou na apresentação do Projeto Carimbaby na Flip (2019) Paraty -RJ.

Trabalho no Cinema

No Cinema dirigiu e atuou nos curtas metragens Desculpem as obras, estamos em transtorno (2012), Filme Tucuju (2011), Pistoleira da Liberdade (2011), entre outros. Atuou em Cleópatra (2007), longa-metragem de Júlio Bressane; Ou ficar a Pátria Livre (2011), documentário de Silvio Tendler; Operação Morengueira (2005), curta metragem de Godô Quincas e Chico Serra; Simãozinho Sonhador (2009/2010), de Manoel do Vale Doc- TV – Macapá-AP. Amazônia Caruana (2011 – em produção), longa de Tizuka Yamazaki; fez a direção e argumento do documentário de curta-metragem Exu Rei (2017), lançado no Encontro Zózimo Bulbul de Cinema Negro – Brasil, África e Caribe no Cine Odeon (RJ) / Mostra do filme livre – RJ- SP – DF / CineTvbrasil (2018). Mostra Internacional de Cinema Negro Sesc Vila Mariana – São Paulo (2019).

Bárbara sempre foi uma menina doce, sorridente, sonhadora e muito talentosa. Aliás, o talento é de família. Seus irmãos são músicos, com pais incentivadores da cultura.

Eu sempre soube que ela iria longe, inclusive escrevi algumas vezes neste site a cada conquista da querida atriz. Dessa vez, aproveitei as informações dela para essa publicação. Continue pisando forte e botando pra quebrar, Vento do Norte, nossa doce Bárbara.