Professor do curso de Teatro lança livro sobre cantora Clara Nunes

Considerada uma das maiores intérpretes do país, a cantora mineira Clara Nunes faria 70 anos em 2022 se estivesse viva. Suas músicas eram recheadas de referências da cultura afro-brasileira e suas apresentações eram verdadeiras performances cênicas que traziam o diálogo entre o corpo, a música e o teatro. A análise da performance cultural da artista é tema do livro “O Corpo como Texto: Clara Nunes e a Performance da Fé”, de autoria do docente do curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Amapá (Unifap), prof. Dr. Emerson de Paula, e pode ser adquirido no link https://www2.unifap.br/eetc/publicacoes/.

A obra traz a tese de doutorado em estudos literários do prof. Dr. Emerson de Paula. A pesquisa do docente analisou a trajetória de Clara Nunes a partir do seu contato com a musicalidade afro-brasileira, especificamente o samba, que a leva às manifestações religiosas afro-brasileiras.

“A ideia [da pesquisa] surgiu porque eu sou das artes das cenas, sou cantor, então esse trabalho de teatro e música, o ato performático sempre me interessou. Como houve boa aceitação da tese e também indicação para publicação, além de ser uma forma de colaborar com os estudos sobre Clara Nunes, uma vez que estamos celebrando seus 70 anos de nascimento, resolvi publicar o livro, nos formatos e-book e impresso”, explica Emerson de Paula.

Emerson de Paula foi o primeiro discente do Doutorado interinstitucional em Estudos Literários a defender a tese. O doutorado foi uma parceria entre a Unifap, Instituto Federal do Amapá (Ifap), Universidade do Estado do Amapá (Ueap) e o Programa de Pós-graduação em Estudos Literários (PPGELI) da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”.

“O livro é uma contribuição para os estudos das manifestações afro-brasileiras nas artes das cenas, em específico na temática da performance cultural, uma temática que tem tudo a ver com o contexto do Amapá, de uma Amazônia negra, e coloca em evidência mais uma produção de uma docente da Unifap”, ressalta Emerson.

SINOPSE

Em seu livro, Emerson de Paula convida o seu leitor a adentrar no universo do rito, da religiosidade e da fabulação, para, a partir desses lugares de ancestralidade e memória, iluminar as formas de encontro com as corporeidades negras em suas relações com a arte, a vida e a performance. Tudo é mediado com base na obra performativa e fonográfica de Clara Nunes, que se configura como instrumento para que o autor possa discutir sobre o que denomina como encruzilhadas epistemológicas. Neste caminho de imersão na obra da cantora-performer, o autor apresenta as noções de corpo x espaço, corpo x traje (no traje que cria o corpo x o corpo que cria o traje) e o corpo x texto, que, em suas palavras, é “aquele que escreve/inscreve palavras visuais, imagens faladas, sons que dançam. É um corpo em diálogo com aquilo que constitui a corporeidade brasileira: a performatividade afro-ameríndia” (Marcos Antônio Alexandre – UFMG/CNPq).

Serviço:

Jacqueline Araújo
Assessoria Especial da Reitoria – Assesp/Unifap
(96) 98138-9124
[email protected]
Foto: Capa do livro (Divulgação)

Lana Sultani apresenta Oficina Intensiva “Teatro de Excentricidade” em Macapá (AP)

Nos dias 4 e 5 de janeiro, de 19h as 21h, Lana Sultani apresenta Oficina Intensiva “Teatro de Excentricidade” em Macapá (AP). O curso será realizado no Espaço Cria localizado na Avenida Raimundo Ozanan, Nª 230, ao lado da Praça Floriano Peixoto.

Investimento: 50$
Apoio: Cultura na Rede, Casa Circo e Espaço Cria.

Espetáculo “O Auto do Menino Santo” é apresentado no centro de Macapá nesta quinta-feira (23)

O Grupo de Elenco Independente apresenta, nesta quinta-feira (23), às 20h, no anfiteatro da Praça Veiga Cabral, centro de Macapá, o espetáculo “O Auto do Menino Santo”.

As tradições dos Autos de Natal sobreviveu à pandemia, isso é uma ótima notícia!

O Auto do Menino Santo em sua versão 2021, estará se apresentando ao público em formato presencial, no centro comercial de Macapá para os comerciários, lojistas, ambulantes, transeuntes e clientes das lojas.

Os atores-brincantes convidam. Leve a sua fé, sua alegria, a sua máscara e o seu álcool gel, porque o espetáculo não pode parar!

Nossos agradecimentos aos patrocinadores e apoiadores culturais: Governo do Amapá, Prefeitura de Macapá, Secult/AP, Macapatur, Fumcult, DuasTelas Produções, Stúdio Digital Photoe Vídeo e Grupo Teatral Marco Zero.

Serviço:

Espetáculo “O Auto do Menino Santo”
Data: dia 23 de Dezembro de 2021
Local: no anfiteatro da Praça Veiga Cabral.
Hora: Às 20 horas.

Assessoria de comunicação do espetáculo “O Auto do Menino Santo”

O Movimento Cultural Desclassificaveis apresenta Auto de Natal: “O Boi e O Burro a Caminho de Belém”

O Movimento Cultural Desclassificaveis convida a todos a prestigiarem a apresentação do Auto de Natal: “O Boi e O Burro a Caminho de Belém” (livre adaptação do texto da dramaturga carioca Maria Clara Machado que Integra a programação do Projeto Natal Encantado / Federação de Testro Amador- FATE e promovido pela Fundação Municipal de Cultura- FUMCULT- PMM e demais parceiros.

O espetáculo retrata o tradicional nascimento do menino Jesus a partir da narrativa do Boi e do Burro, animais do presépio natalino e todas as implicações deste grande acontecimento para a humanidade. Empregando uma linguagem lúdica e irreverente, a partir da ótica destes personagens e de elementos simbólicos que pontuam a cena.

Está “Farsa Mistério” como denominava a própria autora foi apresentada a primeira vez pelo Tablado em dezembro de 1953, no Rio de Janeiro. Segundo o encenador Paulo Alfaia os Desclassificaveis e sua trupe  procuram através de suas ações  culturais e de seus espetáculos  incentivar a valorização  das Artes Cênicas em nosso Estado e suprir a demanda  por manifestações  artísticas por parte da população. Nesse período que toda a população mundial vem atravessando, abordar e fortalecer os laços de solidariedade e afeto tornou-se essencial encenar esta saga milenar.

A exibição deste espetáculo acontecerá num telão em frente a um dos símbolos culturais da cidade: O Mercado Central  e também será veiculado nas Redes Sociais do grupo.

SERVIÇOS:

Auto de Natal: “O Boi e O Burro a Caminho de Belém”

DIA : 23/12/2021
HORÁRIO: 17HS
LOCAL: MERCADO CENTRAL.

Mais informações: @descassificaveis e no site www.desclassificaveis.blogspot.com

Assessoria de comunicação do Movimento Cultural Desclassificaveis

Grupo amapaense de teatro estreia espetáculo sobre os primeiros colonizadores no Rio Amazonas

Premiado em edital internacional de artes cênicas, Frêmito Teatro apresenta ‘A Descoberta do Rio das Amazonas’ nos dias 18 e 19 de dezembro.

Com humor e sagacidade, o grupo amapaense Frêmito Teatro apresenta em ensaio aberto a montagem “A Descoberta do Rio das Amazonas”. Um olhar crítico sobre a mais conhecida viagem de exploração da Amazônia colonial, iniciada em 1542, quando o espanhol Francisco de Orellana levantou âncoras nas proximidades dos Rios Coca e Napo, que margeiam o Equador, e rumou pelo Amazonas, encontrando diversos povoados indígenas.

Serão duas apresentações: no sábado, 18, e no domingo, 19, no Teatro Marco Zero, localizado no bairro Perpétuo Socorro, na zona Leste de Macapá, com lotação máxima de 60 pessoas – 50% da capacidade, respeitando decretos governamentais e os protocolos de segurança contra a Covid-19 – e no formato ‘pague quanto puder’. “A Descoberta do Rio das Amazonas” é a terceira grande produção do Frêmito Teatro .

A releitura resgata registros de narrativas históricas das primeiras navegações empreendidas por Orellana, cuja viagem foi relatada através dos escritos do Frei Gaspar de Carvajal, que o acompanhou no percurso. A expedição partiu em 1542 de Quito, descendo a Cordilheira dos Andes e acompanhando os afluentes do Rio Amazonas até sua foz, próximo de onde se localiza a cidade de Macapá.

Tudo é retratado com ironia, desde o próprio título em cartaz, que questiona a ideia de descoberta em uma região que já era habitada, e discute sobre o mito de que, ao chegarem na região, os colonizadores teriam encontrado pelo caminho guerreiras indígenas a quem chamaram de Amazonas. Entretanto, não há nada de concreto que comprove esse encontro, tratando-se de uma grande “fake news” criada por europeus.

Com a liberdade criativa que o teatro permite, o diretor Otávio Oscar conta que a narrativa desconstrói a imagem do colonizador chique, intocável, poderoso, cheio de firulas, que marca o imaginário popular. O enredo, ainda em construção, se propõe reflexivo e passeia por linhas de tempos múltiplas, do passado ao presente.

“Retratamos esses colonizadores como personagens grotescos, sujos, sanguinários e ambiciosos, homens que na floresta se depararam com todo tipo de situação: fome, exaustão, calor, batalhas. Temos também a figura dos nativos, que são atualizados para se pensar a colonização dos dias atuais. Tudo isso amarrado em diálogos ácidos, cômicos e trazendo situações do presente, como a política, a crise econômica e as vivências urbanas da Amazônia”, diz.

Em cena, os atores Wellington Dias e Raphael Brito dão vida aos personagens. Eles protagonizam composições fortes, que exigem expressões corporais intensas, sempre com um texto afiado.

Sobre o intercâmbio internacional

O projeto é uma criação em intercâmbio internacional com o grupo El Derrumbe Teatral, de Quito Equador, e conta com apoio do IBERESCENA – Programa Iberoamericano de Cooperação para as Artes Cênicas, fundo que reúne 17 países, inclusive o Brasil, para o fomento de coproduções entre artistas destas diferentes nacionalidades, sendo o Frêmito o primeiro grupo amapaense a ser contemplado na seleção.

Ensaio aberto

Os integrantes vão apresentar o espetáculo em um ensaio aberto, que possibilita ao grupo ouvir a opinião do público, tanto sobre a performance dos seus integrantes como a respeito da temática proposta. O debate com o público ocorrerá ao final da apresentação. A dinâmica é uma estratégia pra compor o texto final da peça.

SERVIÇO:

Evento: espetáculo teatral “A Descoberta do Rio das Amazonas”
Realização: Frêmito Teatro
Dias: 18 e 19 de dezembro (sábado e domingo)
Horários: 20h no sábado e 19h no domingo
Local: Teatro Marco Zero, na Rua Oscar Santos, 397, bairro Perpétuo Socorro
Ingressos: pague quanto puder
Lotação: 60 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação Indicativa: 12 anos

Atenção: é obrigatório o uso de máscara

Texto: Rita Torrinha
Fotos: Ianca Moreira
Assessoria de comunicação

 

“InterPretativas”:projeto oferece formação cultural para afrodescendentes

O projeto “InterPretativas: políticas afirmativas para cultura” começou a executar, na segunda-feira (13), oficinas de formação cultural para afrodescentes que atuam na economia criativa. São quatro capacitações gratuitas e oferecidas online, uma por dia, até quinta-feira (16). As inscrições são gratuitas e ainda estão abertas.

Selecionado no edital MT Nascentes, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), com recursos da Lei Aldir Blanc, o projeto oferece oficinas de elaboração de portfólio, comunicação e divulgação de projetos da cultura afro, produção de festivais de cultura negra e, também, elaboração e gestão de projetos. As capacitações serão oferecidas no período noturno, a partir das 18h, e contam com facilitadoras especialistas em comunicação, marketing, organização de eventos, produção e gestão cultural.

As oficinas integram a segunda parte do projeto “InterPretativas: políticas afirmativas para cultura”, que, num primeiro momento, buscou fomentar uma reflexão sobre a importância das políticas afirmativas para promover a equidade de acesso aos bens culturais. Para isso, foi realizado um encontro no mês de outubro, no Centro Cultural Casa das Pretas, centro histórico de Cuiabá.

Confira a programação:

Dia 13/12 – Elaboração de portfólio na área cultural. Facilitadora: Fernanda Quevedo – jornalista e digital marketing, MBA Comunicação e Marketing em Mídias Digitais, com 11 anos de experiência, cofundadora da Cufa e uma das fundadoras do Mídia Ninja.

Dia 14/12 – Pautas Negras importam? Comunicação e divulgação de projetos da cultura afro. Facilitadora: Raíssa Gomes – assessora de Comunicação na UnB, editora do site Mundo Negro e atua com comunicação estratégica no coletivo Paó Comunicação.

Dia 15/12 – Produzindo festivais de cultura negra. Facilitadora: Kety Kim – produtora cultural, pesquisadora e assessora de comunicação do Mulheres Negras Decidem.

Dia 16/12 – Elaboração e Gestão de projetos. Facilitadora: Jackeline Silva – empreendedora, produtora cultural, escritora, apresentadora e modelo.

Serviço:

Inscrições gratuitas: https://forms.gle/CdDz3r4U1YxeULZQ7

Período: 13 a 16 de dezembro

Horários: de segunda a quarta-feira, das 18h às 19h30 (horário de MT), e na quinta das 18h às 20:30 (horário de MT).

Para mais informações, entre em contato com a organização do projeto: (21) 99959-2789 – whatsapp.

Colaboração de texto: Maison Brito Pereira (Bolsista de Extensão do Escritório Modelo/Rádio e TV UNIFAP, 2021)

“MALABAREANDO” no Centro de Atividades Sociais da periferia

Hoje tem espetáculo?
Tem sim senhor!

O espetáculo circense “Malabareando” – solo do artista Jimmy Sammy fará sua apresentação de estreia hoje (sábado 27/11/21), ás 16h30 no Centro de Atividades Sociais da Periferia (CASP) que fica localizado na Av. Francisco Torquarto de Araújo (Décima), 1151 – Congós, Macapá – AP.

A apresentação estará compondo também a programação da 7º Marcha da Periferia em Macapá.

O projeto MALABAREANDO foi contemplado pela Lei Aldir Blanc de emergência cultural e estará realizando ações culturais em comunidades da periferia macapaense, o bairro Congós será o primeiro beneficiado com as apresentações e oficinas do projeto. O espetáculo é estrelado por Jimmy Sammy (palhaço COD), possui a direção e a condução dramatúrgica de Jéssica Ataíde e a produção executiva é de responsabilidade da Cortejo Produções.

O Projeto foi contemplado pelo EDITAL Nº 009/2020 – SECULT – “PIMPOLHO SANCHES” Fomento à Programas, Projetos e Ações Artísticas e Culturais Continuadas.

SINOPSE:
COD é um palhaço muito, mais muito medroso mesmo. Certo dia ele acorda para viver mais um dia de sua vidinha, ele pensava que seria mais um dia normal, quando ao avistar seu baú de trabalho, onde guarda seus objetos circenses, ele se depara com o símbolo de PERIGO. Alguém provocou isso para tentar lhe alertar de alguma coisa misteriosa pode acontecer. Mas afinal de contas o que tem de tão perigoso dentro do baú? Com a ajuda do público, Cod vai desvendando o mistério em questão e deixa a reflexão: Perigoso é viver sem arte!

FICHA TÉCNICA:
Idealização e atuação: Jimmy Sammy (Palhaço Cod)
Direção, dramaturgia, assistente de produção e figurino: Jéssica Ataíde
Preparação circense, fotografia e designer: JC Barbosa
Produção executiva: Cortejo Produções
Agenciamento artístico: OCA Produções

[Este projeto é apoiado pela Secretaria de Estado da Cultura do Amapá SECULT/ AP, com recursos provenientes da Lei Federal nº 14.017, de 29 de Junho de 2020]

Divulgação: Cortejo produções

Curso de Especialização em Estudos Teatrais Contemporâneos abre PS para segunda turma

Todas as fases do processo seletivo ocorrem de forma remota e conduzidas pela comissão do processo seletivo

O Curso de Especialização Lato Sensu em Estudos Teatrais Contemporâneos da Universidade Federal do Amapá abriu o processo seletivo para seleção de alunos para Segunda Turma com ingresso no 1º semestre de 2022. As inscrições terminam no dia 22 de outubro, e devem ser feitas no site do Depsec. São oferecidas 30 vagas destinada a graduados em qualquer área do conhecimento, desde que apresentem e desenvolvam projetos de pesquisa ligados aos Estudos Teatrais.

A pós graduação é organizada na área de concentração em Artes e na subárea de Teatro, conforme indicação da Capes e CNPq. O curso é vinculado ao Grupo de Pesquisa Núcleo de Estudos em Espaços Culturais – NECID, ao (LABORA)tório (NO)made: Grupo de Pesquisa sobre a Cena Expandida e Intermedial e ao Grupo de Pesquisa em Artes Cênicas, todos pertencentes ao Colegiado de Licenciatura em Teatro da UNIFAP e que contam com linhas de pesquisa relacionadas ao Curso de Especialização.

A Especialização em Estudos Teatrais Contemporâneos terá carga horária total de 400h, distribuídas em período de 18 meses, contemplando atividades teóricas e práticas, individuais e/ou em grupo e o desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso (TCC).

Para mais informações acesse o edital do processo seletivo aqui.

Colaboração de texto: Maison Brito Pereira (Bolsista de Extensão do Escritório Modelo/Rádio e TV UNIFAP, 2021).

Movimento de Artistas em favor da Inclusão da Pessoa com Deficiência na Cultura convida ao diálogo, os principais Secretários de Cultura do Brasil

O “MAIS – Movimento Arte IncluSiva ” realiza um ciclo de 28 lives onde o Movimento, através da sua criadora, a artista Paula Wenke, pretende dialogar sobre Arte Inclusiva* e Acessibilidade Cultural* com todos os Secretários de Cultura Estaduais e Municipais de suas respectivas capitais, bem como com o Secretário Nacional de Cultura e o do Distrito Federal. O projeto é patrocinado pela Embaixada do Reino dos Países Baixos, através do “Fundo de Cultura 2021: Conexões Culturais, Cidades Habitáveis”. Um representante da referida Embaixada participa deste diálogo na live da Abertura e live de Encerramento.

O ciclo iniciou no dia 04 de outubro de 2021, às 14:30h, dialogando com o Secretário de Cultura e Economia Criativa Sr. Bartolomeu Rodrigues e com o Subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural do DF, Sr João Moro. A seguir, foram realizados os diálogos com os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Acre.

No dia 13/10 será a vez dos estados do Rio Grande do Sul e do Amapá, nos seguintes horários e expositores já confirmados:

RS – 14h30 – Gabriella Meindrad, Secretária Adjunta da Cultura do RS e Clovis André Silva da Silva, Secretário Municipal Adjunto de Cultura de Porto Alegre;

AP – 16h30 – Thomé Azevedo – ator, diretor de cinema e teatro e técnico do Museu da Imagem e Som da SECULT/AP e Olavo dos Santos Almeida, Presidente da Fundação Municipal de Cultura de Macapá

Haverá a participação (remota em vídeo de abertura de todas as lives) do artista holandês Ronald Ligtenberg, criador da FESTA SENCITY, evento que estimula todos os sentidos, fazendo com que se viva a experiência de um show, mesmo para os que não ouvem. A pista de dança emite vibrações, odores, cenografia de ponta com muitos efeitos visuais e interpretação das músicas com linguagem de sinais.

Nas lives não haverá entrevista formal, cada Secretário ou seu representante terá seu tempo de exposição onde irá discorrer sobre:

“Ações e instrumentos de fomento que a Secretaria de Cultura sob sua responsabilidade vem executando ou pode vir a executar para implementação de Acessibilidade Cultural* e fortalecimento/florescimento da Arte Inclusiva*”

Para tanto, o MAIS colaborou enviando a todos os convidados dois instrumentos de facilitação para elaboração de conteúdo, anexados ao convite. Nestes documentos há sugestões de artistas com ou sem deficiência, um instrumento de fomento considerado modelo de excelência no quesito “Acessibilidade Cultural” e “Arte Inclusiva”, criado e executado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

Estes encontros pretendem ser positivos e propositivos, O Movimento unirá esforços para a publicação destes diálogos posteriormente. A expectativa da equipe do MAIS é que seja um marco e mapeamento importante na história da Acessibilidade Cultural e Fortalecimento da Arte Inclusiva no Brasil.

Roteiro e Elenco de cada Live, por Estados Brasileiros e DF (27)

– Artista Anfitriã – Paula Wenke, brasileira, idealizadora do Movimento Arte Inclusiva; Criadora, Diretora, Dramaturga e Atriz do Teatro dos Sentidos desde 1997. (Técnica de encenação teatral idealizada para a total compreensão de uma platéia de cegos ou olhos vendados. Os sentidos da audição, tato, olfato e paladar são fortemente explorados, segundo a narrativa da história. Ao final do espetáculo o público descobre que em geral, metade do elenco é PCD. Após o espetáculo, o público é convidado a conhecer obras de artistas visuais que traduzem em suas obras, cenas imaginadas do Teatro dos Sentidos. Estes artistas são provocados para que criem suas obras com acessibilidade tátil ou auditiva para a platéia de cegos. (10 min iniciais para apresentação de vídeo sobre o tema e apresentação dos ilustres convidados.)

– O Secretário Estadual de Cultura (20 min. de exposição e diálogo)
-O Secretário Municipal de Cultura da Capital do mesmo Estado (20 min de exposição e diálogo) (10 min para considerações e conclusões.)

As lives ficarão gravadas e serão disponibilizadas no Canal do Youtube /c/ Paula Wenke .

Justificativas para o diálogo proposto:

1. De acordo com o Censo 2010, quase 46 milhões de brasileiros, cerca de 24% da população, declarou ter deficiência em pelo menos uma das habilidades investigadas (enxergar, ouvir, caminhar ou subir degraus), ou possuir deficiência mental / intelectual. Em média, significa uma proporção de 1 para cada 4 brasileiros. No mundo, 15% da população é PCD, ultrapassando um bilhão de pessoas”

2. “trechos da LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. – Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). CAPÍTULO IX; DO DIREITO À CULTURA, (…). Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, (…) e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso. (…) Art. 43. O poder público deve promover a participação da pessoa com deficiência em atividades artísticas, intelectuais, culturais, (…), com vistas ao seu protagonismo, devendo: I – incentivar a provisão de instrução, de treinamento e de recursos adequados, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas; II – assegurar acessibilidade nos locais de eventos (…) ; III – assegurar a participação da pessoa com deficiência em jogos e atividades (…), culturais e artísticas, (…), em igualdade de condições com as demais pessoas. (…)”

3. “O maior preconceito contra a Pessoa com Deficiência é o capacitismo. É a crença equivocada de que “não são capazes”. Não vemos a proporção tal qual existem em nosso cotidiano : de cada quatro brasileiros, um é PCD, segundo os dados do IBGE de 2010. Isto significa que ainda estão prioritariamente em casa. Ou seja, na invisibilidade. A Arte é um instrumento de potência incomensurável para essa transformação de crenças, de cultura. O pódio e o palco são lugares de VIRTUOSOS, DE CAPAZES. Urge que ocupem estes espaços merecidos. Também por uma questão de representatividade e cidadania. Os esportes paralímpicos, culminando com as Paralimpíadas estão revelando tal verdade claramente. A Arte então, atividade mais espiritual, mental, emocional do que física é o trampolim perfeito onde nem o céu é o limite” – Paula Wenke

*Acessibilidade Cultural : Inclusão da PCD como platéia de obras, produtos culturais.
É preciso que exista possibilidade de “chegar” (acessibilidade para locomoção e adaptações arquitetônicas e ”entender” informações para o desfrute das obras apresentadas (linguagem simples e acessibilidade comunicacional).

*Arte Inclusiva: Quando a PCD é o artista, fazendo parte de um grupo ou apresentando sua obra individualmente. Não é preciso que seja o proponente/produtor, mas que esteja revelando em uma produção, suas capacidades, visões artísticas e criativas. Um grupo que convide um artista PCD para integrar-se ativamente em seu projeto está realizando Arte Inclusiva.

Alguns links de referência da artista anfitriã:
Paula Wenke: www.paulawenke.com
Matéria do Jornal Nacional sobre o Teatro dos Sentidos, sua criação:
https://globoplay.globo.com/v/5341664/

Participação de Paula Wenke no Programa Sem Censura de Leda Nagle:

Paula Wenke
Diretora Sócia da Wenke Produções Artísticas.
Tel: 21-96403-7047

Secult/AP segue com inscrições até 30 de setembro: edital para apresentações culturais no Amapá oferta cachê de até R$ 6,5 mil a artistas

Por Núbia Pacheco

O Amapá abriu inscrições para apresentações em atividades culturais com cachê de até R$ 6,5 mil. Podem participar artistas de diversos segmentos que estão devidamente cadastrados no Sistema de Informações e Indicadores Culturais (Seiic). As inscrições seguem até 30 de setembro pela internet.

CONFIRA O EDITAL

Todas as fichas de inscrição estão disponíveis nesta plataforma digital. Para confirmar a solicitação é necessário preenchê-las e enviá-las até o fim do prazo para o e-mail: [email protected] Os documentos não podem exceder o tamanho de 10MB.

Espetáculos como os teatrais, podem se inscrever — Foto: Comunidade católica Shalom

São 26 categorias de 11 segmentos artísticos, entre eles música, artes visuais, literatura, circo, capoeira, artes plásticas, capoeira, cultura popular tradicional e indenitária, cultura gospel e outros.

O cachê varia de R$ 1 mil a R$ 6,5 mil por apresentação. Os valores para cada categoria estão detalhados no edital.

O regulamento permite a inscrição de grupos ou apresentação individual. Podem participar tanto microempreendedores individuais (MEI), quanto artistas representados por pessoa jurídica.

Foto: Maksuel Martins / Secom

A seleção é promovida pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult/AP) e objetiva o preenchimento de atrações para o calendário anual de eventos promovidos pela pasta.

O edital foi publicado no Diário Oficial em 30 de agosto e tem duração de 12 meses, podendo ser prorrogado pela Secult.

Fonte: G1 Amapá.

Lei Aldir Blanc: Com apoio da Secult/AP, Roda de Conversa SOLOS EM COMPANHIA marca o encerramento do projeto “Ocupação Centreventos”

 

Neste sábado (18 de setembro) na Biblioteca Pública Elcy Lacerda acontecerá a roda de conversa SOLOS EM COMPANHIA proposta pela Companhia Tucuju em parceria com o artista Dinho Araújo. O evento é gratuito e iniciará ás 9h30min. Estão convidados para participação: estudantes , artistas, professores, amantes da arte teatral em geral. Todos os participantes do evento serão certificados.

Esta atividade integra um projeto maior, denominado “Ocupação Centreventos”. O projeto foi contemplado com recursos da Lei Aldir Blanc no Amapá. O mesmo, foi idealizado por Dinho, proprietário do espaço cultural que localiza-se em sua residência na zona norte da cidade. Esse projeto de ocupação foi dividido em 03 linhas de atuação: manutenção do espaço, atividades formativas e de criação (que contou com o processo de remontagem dos espetáculos do artista, onde Integrantes da Cia. Tucuju ficaram responsáveis por essa nova direção) e por fim a linha de apresentações artísticas que resultou nas apresentações online dos espetáculos: “O Bar” e “O Ralho”, apresentados nas redes sociais do ator.

Para o desfecho do projeto maior, acontecerá amanhã uma roda de conversa que será o momento de socialização do  processo de remontagem dos espetáculos monólogos do poeta e ator. Questões alinhadas à dramaturgia, direção teatral, produção cultural  em meio a pandemia do novo coronavírus, estarão em foco, sendo discutidas por Dinho Araújo e pelos integrantes da Cia Tucuju: Ingrid Ranna, Jéssica Ataíde, Adalton Baia e Juliana Monteiro. A mediação ficará por conta do ator, diretor e produtor cultural Jhou Santos, também responsável pela produção geral do projeto.

O projeto “Ocupação Centreventos” é apoiado pelo Edital 003/2020  – SECULT – CARLOS LIMA “SEU PORTUGA” Seleção de Projetos Artísticos e Culturais, realizado através da Lei Aldir Blanc, Secretaria de Cultura do Estado do Amapá, Governo do Estado do Amapá, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.

FICHA TÉCNICA:

Proponente: Dinho Araújo

Direção de produção e mediação: Jhou Santos

Assistente de produção: Kassia Modesto e Ingrid Ranieri

Direção – espetáculo O Bar: Jéssica Ataíde e Juliana Monteiro

Direção – espetáculo O Ralho: Ingrid Ranna e Adalton Baia

Grupo parceiro: Companhia Tucuju

Produção Executiva: Cortejo Produções

Realização: Dinho Araújo e OCA Produções

O encontro será presencial seguindo todas as medidas de segurança (uso obrigatório de máscara, distanciamento e álcool em gel 70° INPM). Os Interessados em participar poderão realizar inscrição através do link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScNigFB4grdqiV3osVPuZ8c4mIqk8pSCupNDMg-7Ttgy251rw/viewform

Assessoria de Comunicação – Cortejo produções Artísticas

Oficina de Vivência Teatral

Em comemoração ao Dia do Teatro, o Amapá Garden Shopping promove de 15 a 19 de setembro a oficina Vivência Teatral, com Marina Beckman, diretora, produtora, atriz, e gestora da Cia Supernova.

A oficina, acontecerá das 18h às 21h, no espaço do Galeria Garden com atividades de concentração, improvisação, fisicalidade, postura e técnicas vocais. A programação culminará com a apresentação do trabalho de experimentações dos participantes da oficina.

As vagas são limitadas e destinadas a pessoas a partir dos 15 anos.

Inscrição apenas 1kg de alimento não perecível e reservas através do número (96) 99121-5973.

Márcia Fonseca
Assessoria de comunicação

Festival In Solos Tucujus 2021 promove atividade formativa

Em novembro deste ano acontecerá a segunda edição do Festival nacional In Solos Tucujus. O evento funciona como uma vitrine para atores e circenses que utilizam o solo como linguagem para suas produções de circo e de teatro . O festival é um grande encontro que funciona como palco para o intercâmbio de artistas de outros estados com artistas do Amapá. O evento idealizado pelo produtor cultural Jhou Santos, é realizado pela Companhia Tucuju em parceria com a Cortejo Produções Artísticas.

A programação oficial do festival acontecerá em novembro deste ano, porém enquanto o mês em questão não chega, várias outras ações também vinculadas ao “In Solos Tucujus” serão realizadas. A primeira está acontecendo durante essa semana, trata-se da oficina “Escrita criativa – dramaturgias solos”, primeira atividade formativa promovida pela coordenação do evento que está sendo realizada graças a parceria com o projeto de extensão “Memória e Dramaturgias”, coordenado pela Professora Me. Adélia Carvalho do Curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP).

Segundo Jhou Santos, coordenador geral do evento: “O festival não funciona somente como palco para apresentações de espetáculos já existentes, ele também promove o intercâmbio entre artistas e entre a arte teatral com a circense, funciona como laboratório formativo, incentiva a criação de novos experimentos cênicos solos, novas dramaturgias, funciona como palco para novos talentos”.

Sobre a oficina:

Dramaturgias solo – nossos ciclos são baseados, principalmente, em atividades práticas de escrita de textos curtas e reflexões sobre as criações elaboradas ao longo dos encontros. O tema trabalhado nessas escrituras, em consonância com o festival, será “Solos emergências”. A oficina está acontecendo no formato online e conta com 20 participantes que ao longo de 03 encontros exercitam a escrita dramatúrgica para teatro. Dois encontros já foram realizados, nos dias 06 (segunda-feira) e 08 (quarta feira). O último encontro e encerramento da atividade acontecerá hoje, 10 de setembro de 2021 no horário das 19h ás 22h.

Sobre os Ministrantes:

Adélia Carvalho – Professora do Curso de Teatro da UNIFAP. Dramaturga, diretora e atriz (DRT:4891). Dramaturgias publicadas: O time perfeito (2019); Marília, de Dirceu? (2007); Monólogos (2005). Algumas dramaturgias encenadas (não publicadas): Menos de nós (2017); Do, Ré, Mi Fabrincando Direitos (2015); Chico, Chico Rei, Rei Galanga (2009); Erva Daninha (Texto em parceria com o Dramaturgo Walmir José)(2008); A Devassa da Inconfidência (2000); Museu vivo – A história que ninguém contou (2000).

Diego Malva: Graduando em Licenciatura em Teatro e pesquisador na Área de Intermedialidade, Cena Expandida, Escrita Performativa e Teatro para a internet. Fundador e produtor do Vírgula Dobrada Network, uma produtora de podcasts amapaense.

Lucas Viana: graduando em Licenciatura em Teatro, bailarino e ator. Pesquisador dos intermédios entre a Dança e Teatro.

Ficha Técnica do Festival:

Direção artística e de produção: Jhou Santos
Assistente de produção: Renilda Navegante
Realização: Companhia Tucuju e Cortejo Produções
Informações: @insolostucujus (facebook e instagram)

 Assessoria de comunicação do festival In Solos Tucujus

Monólogo teatral ‘Jornada Bufa” aborda vivências de um catador de lixo

A invisibilidade e o preconceito vivido pelos catadores de lixo são retratados no monólogo ‘Jornada Bufa’, encenado pelo ator Jhou Santos. O trabalho será apresentado na quinta (26) e sexta-feira (27) de forma on-line e presencial. A obra é apoiada pelo Edital – Carlos Lima “Seu Portuga”, da Secretaria de Estado da Cultura, por meio da Lei Aldir Blanc.

Jornada Bufa traz para a cena os dilemas enfrentados por muitas pessoas diariamente. O catador de lixo, que no monólogo se chama Bufa, durante o espetáculo mergulha em diversos questionamentos sobre sua própria existência diante da desigualdade social e econômica.

As apresentações irão acontecer em dois formatos desta vez. Primeiro na versão on-line gravada em 2019, que será exibida nesta quinta-feira, 26, no Facebook e Youtube da Secretaria Extraordinária de Juventude – SEJUV e de forma presencial, mas adaptada para uma duração menor, na sexta-feira, 27, na Escola Estadual Wilson Hill de Araújo no município de Itaubal, às 15h.

Ambas as apresentações acontecem dentro da programação do projeto Mostra Cultural Cena Jovem Amapaense, realizada pela Cia Tucuju, Cortejo Produções em parceria com a SEJUV.

O espetáculo

Jornada Bufa tem a dramaturgia montada pelos artistas Jhou Santos e Wellington Dias, teve início no seu processo de experimentação no ano de 2018, onde realizou nas ruas do centro de Macapá intervenções a partir do personagem Bufa. Em 2019, integrou a programação da II Semana Amapaense de Teatro no Céu das Artes, fez parte também do VI Encontro Nacional Pedagogia das Artes Cênicas sediado na Universidade Federal do Amapá – UNIFAP e ficou em temporada no Teatro Marco zero, apresentando-se todas as quartas feiras do mês de junho.

O artista

Jhou Santos é ator, diretor, produtor cultural e arte-educador. Formado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Amapá. É coordenador de produção da Cortejo Produções artísticas e diretor artístico da Cia de Artes Tucuju. Recebeu o Prêmio de Cultura e Arte da Fundação Municipal de Cultura de Macapá através do edital Nº 004/2020 – FUMCULT/PMM e o Prêmio “SINEY SABOIA” de Arte e Cultura concedido pela Secretaria de Estado da Cultura do Amapá através do edital Nº 005/2020 – SECULT/AP, ambos apoiados pela Lei Aldir Blanc recebeu. John também já integrou a coordenação da III Semana amapaense de Teatro. É o idealizador e assina a direção artística da 1ª Mostra Cultural Cena Jovem Amapaense.

SERVIÇO:

Jornada Bufa
Youtube: Secretaria de Juventude do Amapá
Facebook: Secretaria de Juventude do Amapá
26 de agosto às 16h
27 de agosto às 15h
Escola Estadual Wilson Hill de Araújo – Município de Itaubal

FICHA TÉCNICA:
Atuação: Jhou Santos
Direção: Wellington Dias
Dramaturgia: Jhou Santos e Wellington Dias
Produção: Jimmy Sammy