Apóstolo e cantor Ronery Brito lança seu novo livro “O Caminho da Fé” em Macapá

Lançamento será em 14 de dezembro, às 17h, no Macapá Shopping.

O músico e escritor Ronery Brito, que também é apóstolo Sênior do Ministério Luz do Mundo, lança em 14 de dezembro de 2019, em Macapá, o seu terceiro livro intitulado “O Caminho da Fé”. O lançamento acontece a partir de 17h, no piso L4, no Macapá Shopping, no bairro do Trem.

Segundo o autor, o livro relata experiências vividas por alguns personagens cristãos durante suas caminhadas pela terra. Apresenta ainda, os ensinamentos de Jesus, como o modelo que alicerça a construção de toda a nossa estrutura ministerial, emocional e material. No lançamento, o autor estará fazendo dedicatórias.

“Caminho da Fé”

A obra aborda uma mente renovada pelo Espírito Santo de Deus, garantindo o fortalecimento das nossas relações atuais e futuras.

“Depois de compor 600 músicas, Deus me desafiou a escrever livros”. Assim se define Ronery Brito, que diz ser um homem comprometido com Deus e a ensinar sua palavra. Cantor e compositor renomado, ele agora dá continuidade a carreira como escritor.

“Estou muito feliz em poder realizar mais esse projeto. Meu novo livro se baseia na fé espiritual do carpinteiro José, padrasto de Jesus. Sua firmeza nos inspira a trilhar o Caminho da Fé. Uma trajetória árdua de perseverança e renúncia inspirada nas marcas e nos ensinamentos de Cristo, é o que nos leva a conhecer o Caminho da Fé, e é também o que nos levou a esse novo livro”, destacou.

Biografia do autor

Ronery Brito, de 57 anos, é casado com Marcia Simone, com quem tem dois filhos Matheus e Bella Vitória. Também é pai de Eveline, Mariana, Juliana e Ramoni. É turismólogo, pós-graduado em Gestão de Pessoas. Ronery Brito é o pastor Sênior do Ministério Luz do Mundo em Macapá-AP.

Serviço:

Lançamento do livro “Caminho da Fé”
Data: 14 de dezembro de 2019
Horário: 17h
Local: piso L4, no Macapá Shopping

Simone Brito
Assessoria de comunicação

Hoje é o Dia do Evangélico

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Hoje, 30 de novembro, é o Dia do Evangélico. A data foi instituída no município de Santana e no estado do Amapá, em 2003 e 2004, respectivamente. Ambas as Leis foram homenagens aos evangélicos amapaenses, que de acordo com a história, formou-se mediante muitas perseguições. Os evangelizadores teriam sido vítimas de vários ataques. De acordo com a história, uma decisão radical do antigo vigário de Macapá, Padre Júlio Maria Lombaerd, ordenou a queima de livros dos protestantes em praça pública, com a ajuda da polícia e convocação da população.

Motivado pelas leis amapaenses, o então presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, por meio da Lei nº 12.328, de 15 de setembro de 2010, instituiu o Dia Nacional do Evangélico a ser comemorado em 30 de novembro de cada ano.

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De acordo com o G1 Amapá, 28% da população amapaense é evangélica. Cerca de 187 mil protestantes. Ou seja, a cada 10 amapaenses, 3 são da religião cristã.

Òquei!

Então, sou totalmente a favor da liberdade religiosa, ideológica e de expressão. Reconheço o importante trabalho social dos evangélicos, que combatem a pobreza, drogas, prostituição, fome e outros males sociais.

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Porém, sou contra a pregação sem limites de uma meia dúzia e a corrupção de poucos seguidores da referida religião. Neste caso, concordo com a minha amiga Juçara Menezes (jornalista manauara e ex colaboradora deste site): “gente que faz da Bíblia sua procuração para julgar a tudo e a todos”.

Não quero que este texto provoque a discórdia ou promova a intolerância. Só é uma análise sobre atos extremos. Não duvido da fé das pessoas, só não gosto da falta de compreensão dos carregadores de Bíblia para com os que NÃO querem ser evangelizados.
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Gosto do espiritismo. Já a maioria da minha família é católica e alguns são evangélicos. Acredito que todos procuram ser felizes com a religião que lhes parecer mais aprazível. Sou a favor da laicidade, tenho amigo evangélico, umbandista, espírita, messiânico, budista, católico, ateu ou jedi.

São pessoas diversas, diferentes e divergentes quando o assunto é religião. Mas realmente não me importo. Por mim, cada um com a sua devoção. Só não deixo que me digam o que fazer com a minha, pois não faço isso com ninguém e respeito a fé de todos. Acredito em Deus e graças a ELE, tenho uma sorte dos diabos,

Um grande abraço aos irmãos cristãos, sobretudo aos que exercem sua crença e fé com respeito com outras religiões. Parabéns aos evangélicos pelo seu dia!

Elton Tavares

I Seminário pela Liberdade Religiosa debate sobre laicidade, respeito e valorização da diversidade de crenças no Estado do Amapá

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio do Centro de Apoio Operacional da Cidadania (CAOP-Cid) e o Centro de Estudos Políticos, Religião e Sociedade (Cepres), da Universidade Federal do Amapá (Unifap) realizaram na última quinta-feira (28), no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, no bairro do Araxá, o I Seminário pela Promoção da Liberdade Religiosa e Laicidade no Estado do Amapá.

O objetivo do seminário foi propor, através do debate com os representantes dos órgãos públicos, movimentos sociais, líderes, praticantes e seguidores das diversas religiões, ações de prevenção e combate à intolerância religiosa e ao racismo religioso, além de promover estratégias de atuação em defesa da liberdade religiosa e do Estado Laico, garantindo a promoção dos direitos fundamentais de credo e culto.

Estiveram presentes, na mesa de abertura do evento, o chefe de gabinete da procuradoria-geral do MP-AP, João Furlan, a promotora de Justiça e coordenadora do CAOP-Cidadania, Fábia Nilci, a defensora pública, Juliana Rodrigues, o secretário da Secretaria Extraordinária de Políticas para os Afrodescendentes (SEAFRO), Aluizio Carvalho, o presidente do Instituto Municipal de Política de Igualdade Racial, Maycon Magalhães e o professor do curso de Relações Internacionais da UNIFAP, Marcos Vinícius Reis.

O chefe de gabinete da procuradoria-geral do MP-AP parabenizou o CAOP-Cidadania e a UNIFAP pelo evento e destacou a pertinência do debate, frente à diversidade religiosa de nosso estado.

“Quero saudar a dra. Fábia Nilci, pelo seu brilhante trabalho e empenho frente ao CAOP da Cidadania, cumprimentar a todos que estão presentes aqui, e dizer que o Ministério Público é a casa do povo, onde todos são bem-vindos para esses e outros debates pertinentes; quero dizer que o MP-AP é defensor do estado democrático e também defende as políticas públicas sociais da sociedade amapaense”, pontuou o promotor de Justiça João Furlan.

O professor Marcos Vinícius Reis agradeceu o apoio do MP-AP na realização do evento e ressaltou a importância do debate sobre o tema, sobretudo pelo Ministério Público.

“Quero agradecer a presença de todos aqui, para debatermos juntos sobre esse tema importante que, nos últimos anos, vem se agravando na nossa sociedade amapaense, percebemos que diversas instituições religiosas vem sofrendo essa invasão da sua liberdade religiosa; então, esse é o primeiro passo que damos para discutir e buscar uma forma para garantir o direito à liberdade religiosa em nosso estado. Quero agradecer ao Ministério Público por abrir as portas para esse debate”, expressou o professor Marcos Vinicius Reis.

O evento contou com palestra do professor Doutor da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Rodrigo Vitorino Souza Alves, com o tema “Construindo a Laicidade na Amazônia”. Ele é pesquisador nas áreas de Direito Internacional dos Direitos Humanos e Direito Constitucional, com especial ênfase na liberdade religiosa e nos modos de relação entre Estado e Religião. Rodrigo lidera o Centro Brasileiro de Estudos em Direito e Religião – CEDIRE e o Laboratório de Direitos Humanos e Justiça Global – LabDH.

“Este seminário é muito importante, porque a partir dele serão desenvolvidas ações para que se possam efetivar o direito à livre expressão religiosa, garantido pela Constituição Internacional dos Direitos Humanos. Esse encontro proporciona o debate entre as diversas entidades religiosas e o evento ser organizado e sediado pelo Ministério Público permite a colaboração do órgão e a promoção dessa temática com as demais instituições”, comentou o palestrante.

O promotor de Justiça André Araújo participou do evento de forma colaborativa e leu o currículo do professor Rodrigo Vitorino, para iniciar a palestra.

A procuradora-geral do MP-AP, Ivana Lúcia Cei, prestigiou o evento, lembrando a importância do evento e o compromisso do Ministério Público em abrir as portas para debates importantes como o de hoje.

“Quero agradecer a presença de todos, dizer que o Ministério Público estará sempre de portas abertas para o diálogo e debate e parabenizar a Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Constitucionais, pela realização do evento. Agradeço a presença de todos os líderes religiosos que atenderam ao nosso chamado e hoje estão aqui conosco para debatermos juntos sobre a liberdade religiosa e a laicidade de nosso estado e nosso país”, manifestou a PGJ do MP-AP.

Ainda durante o encontro, os participantes do seminário se reuniram com lideranças Religiosas e Organizações da Sociedade Civil para o planejamento das atividades do Comitê pela Liberdade Religiosa no Amapá.

A titular da Promotoria de Justiça de Defesa, promotora de Justiça Fábia Nilci, avaliou o evento de forma positiva, e afirmou que o debate sobre religião e laicidade é algo bastante pertinente.

“É de suma importância que o MP-AP realize eventos como esse, proporcionando um debate tão pertinente e valioso, nós que somos uma instituição que prima pela ordem jurídica e pelo regime democrático. Parabenizo os nossos gestores, dra. Ivana e dr. João Furlan, por permitirem e apoiarem o debate, abrindo as portas da instituição para o I Seminário pela Liberdade Religiosa e laicidade”, concluiu a promotora de Justiça, Fábia Nilci.

SERVIÇO:

Elton Tavares – Diretor de comunicação
Texto: Nelson Carlos
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

MP-AP e Unifap promovem I Seminário pela Liberdade Religiosa no Estado do Amapá

O Ministério Público do Amapá (MP-AP), por meio do Centro de Apoio Operacional da Cidadania (CAOP-Cid) e o Centro de Estudos Políticos, Religião e Sociedade (Cepres), da Universidade Federal do Amapá (Unifap) realizarão nesta quinta-feira (28), no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, bairro Araxá, o I Seminário Pela Promoção da Liberdade Religiosa e Laicidade no Estado do Amapá.

O objetivo do seminário é propor, através do debate com os representantes dos órgãos públicos, movimentos sociais, líderes, praticantes e seguidores das diversas religiões, ações de prevenção e combate à intolerância religiosa e ao racismo religioso, além de promover estratégias de atuação em defesa da liberdade religiosa e do Estado Laico, garantindo a promoção dos direitos fundamentais de credo e culto.

“O evento será uma grande oportunidade para fomentar o contato entre instituições e órgãos governamentais, movimentos sociais e cidadãos na discussão do tema e nos ajudará na análise sobre as consequências da falta de políticas públicas que garantam a liberdade religiosa no Estado do Amapá”, afirma a coordenadora do CAO-Cid, promotora de Justiça Fábia Nilci.

Para reforçar a importância do debate, o coordenador do Cepres da Unifap, professor Carlos Vinicius, relembra que em junho deste ano, praticantes da religião de matriz africana seguidora das tradições do Candomblé denunciaram terem sido vítimas de intolerância religiosa praticada por um grupo religioso cristão.

“Após este evento, em 28 de junho deste ano, um grupo de pesquisadores do Cepres – da Unifap, considerou oportuno formalizar a criação do Comitê Pelo Respeito à Liberdade Religiosa. A cerimônia teve a participação da Promotoria de Defesa dos Direitos Constitucionais, representada pela servidora do MP-AP Alzira Nogueira, Assistente Social”, relembrou o professor, um dos coordenadores do evento.

Durante esse encontro foi determinada a necessidade de realização do I Seminário Sobre Laicidade e Intolerância Religiosa, para subsidiar cientificamente gestores dos órgãos de promoção da cidadania, líderes religiosos, trabalhadores da assistência social, docentes, alunos e profissionais do sistema judicial e do poder legislativo para tomada de decisão em ações de promoção da liberdade de crença, sobretudo no que tange a Laicidade do Estado.

Programação:

Data: 28/11/2019
Local: Auditório da Procuradoria-Geral de Justiça (Araxá)
14:30: credenciamento
15:00 às 15:20: cerimonial de Abertura: promotora de Justiça Fábia Nilci Santana de Souza – CAOP-Cid; professor Marcos Vinícius (Cepres-Unifap)e representação da Promotoria de Defesa dos Direitos Constitucionais;
15:25 às 15:55: apresentação de Grupos de Marabaixo;
16:00 às 18:00: palestra – “Construindo a laicidade na Amazônia”, com o professor Rodrigo Vitorino Souza Alves, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU);
18:15 às 19:45: reunião com as Lideranças Religiosas e Organizações da Sociedade Civil para o planejamento das atividades do Comitê pela Liberdade Religiosa no Amapá;
19:50 às 20h: encerramento

Mais sobre o palestrante

Dentre inúmeras atividades e qualificações, Rodrigo Vitorino Souza Alves é professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Uberlândia e pesquisador do Ratio Legis – Centro de Investigação e Desenvolvimento em Ciências Jurídicas da Universidade Autónoma de Lisboa. Foi Academic Visitor na Universidade de Oxford. Pesquisador nas áreas de Direito Internacional dos Direitos Humanos e Direito Constitucional, com especial ênfase na liberdade religiosa e nos modos de relação entre Estado e Religião. Lidera o Centro Brasileiro de Estudos em Direito e Religião – CEDIRE e o Laboratório de Direitos Humanos e Justiça Global – LabDH. Coordena o Projeto “Diversidade religiosa e direitos humanos: em busca do respeito à diferença”, que recebeu apoio do ProExt-MEC.

Rodrigo tem livro, artigos e capítulos de livros publicados. Proferiu conferências, ministrou cursos e apresentou trabalhos em diferentes eventos e instituições, no Brasil (ex. USP, UFMG, PUC-Rio, Congresso Nacional, SDH) e no exterior (ex. Universidades de Pequim, Oslo, Cardiff, Oxford, Oxford Brookes, Bielefeld, PUC Uruguai e Paraguai, BYU, Virginia, Fundazione Marcianum – Veneza, Senado do Uruguai). Atuou como palestrante convidado na Sexta Sessão do Fórum sobre Minorias da Organização das Nações Unidas, ocorrida em Procuradoria-Geral de Justiça Departamento de Planejamento Seção de Planejamento/Iniciativas Formulário de Cadastro de Iniciativas Genebra, na Suíça, que tratou sobre a proteção das minorias religiosas, sendo ainda debatedor de suas Recomendações (A/HRC/FMI/2013/3), aprovadas pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU.

SERVIÇO:

Ana Girlene Oliveira
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

17ª Caminhada Zumbi dos Palmares oficializa abertura do 24º Encontro dos Tambores

Na última quarta-feira, 20, feriado do Dia da Consciência Negra, a Praça Veiga Cabral foi palco da concentração para a 17ª Caminhada Zumbi dos Palmares. O evento fez parte da abertura do 24º Encontro dos Tambores, realizado por meio da parceria entre Prefeitura de Macapá e Governo do Estado. Antes da caminhada, houve discurso de lideranças do movimento negro, desfile de moda, declaração de poesia e ritual afro-religioso.

Os líderes do movimento falaram sobre a importância de celebrar a data, da luta contra o racismo ainda enraizado na sociedade, de exaltar a ancestralidade e demonstraram repúdio e insatisfação aos negros escravizados há centenas de anos. Segundo dados do IBGE, a população que se declara negros e pardos é de 70% em Macapá.

Depois dos discursos, veio um desfile de moda com modelos belas e negras, usando peças diversas: jeans, camisas, vestidos, salto altos, rasteiras etc. O público presente era diverso e de todas as idades. Crianças, adolescentes, adultos e idosos compareceram para caminhar em celebração à data importante para o movimento negro. Grupos feministas, LGBTs, de capoeira e de religião matriz africana estavam presentes.

Antes da saída da caminhada, um ritual religioso foi feito para abençoar o ato, enquanto a polícia preparava-se para fazer a escolta do público. Este partiu em procissão para a União dos Negros do Amapá (UNA), onde aconteceu a abertura do Encontro dos Tambores.

Bruno Monteiro
Assessor de comunicação/Improir
Contato: 99963-8042
Fotos: Max Renê

Cortejo no Laguinho antecipará Missa dos Quilombos no Dia da Consciência Negra

Foto: Diário do Amapá

Por Douglas Lima

Para evidenciar ainda mais a Consciência Negra no estado, cujo dia transcorrerá quarta-feira, 20, a União dos Negros do Amapá (UNA), governo e Prefeitura de Macapá se uniram para realizar o Mês da Consciência Negra, diferente dos anteriores, quando a programação era para a Semana da Consciência Negra.

Há duas semanas as igrejas e segmentos de raiz africana vêm participando de seminários e eventos culturais, antecipando o grande Dia da Consciência Negra, quando acontecerá mais uma novidade: realização de um cortejo saindo da Igreja de São Benedito por ruas e avenidas do bairro do Laguinho, até chegar no Centro de Cultura Negra, local da tradicional Missa dos Quilombos.

Josevaldo Libório, um dos organizadores da programação do Mês da Consciência Negra, informou que após a Missa dos Quilombos as atividades continuarão no Centro de Cultura Negra, até dia 23, data em que a programação irá para a Casa do Artesão e entorno, com exposição de artes plásticas e trabalhos de empreendedores afros.

Dia 6 de dezembro, quando acontecerá o encerramento do Mês da Consciência Negra, haverá show de música com uma atração nacional. Libório antecipou no programa LuizMeloEntrevista que o artista a se apresentar depende de acerto entre a Seafro e a Fundação Cultural Palmares, estando a escolha entre Jorge Aragão, Dudu Nobre e Grupo Revelação.

Fonte: Diário do Amapá

IX Encontrão dos Coroinhas reúne crianças e adolescentes neste domingo, 17

Acontece neste domingo, 17, o IX Encontrão dos Coroinhas. Este ano, com o tema “Amar e Servir” o momento busca reunir cerca de 400 coroinhas das igrejas do município de Santana para celebrar a missão desse serviço.

“Encontro voltado para os coroinhas, para as famílias e para quem quiser conhecer o trabalho da pastoral! Este ano vamos falar sobre o amor que sentimos ao vestir uma batina e de poder levar em todos os lugares os valores cristãos que aprendemos”, explicou o coordenador pastoral Luã Alho.

A programação acontece no residencial Acácio, a partir das 7h30, com oração, formação, louvor, adoração, concurso de redação e desenho e dança.

Márcia Fonseca
Assessoria de comunicação

Hoje é Dia de Todos os Santos (Festum omnium sanctorum)

Hoje, 1º de novembro, é o Dia de Todos os Santos. A data é celebrada em honra de todos os santos e mártires, conhecidos ou não. A Igreja Católica festeja a Festum omnium sanctorum no dia 1 de novembro, seguido do dia dos fiéis defuntos, dia 2 de novembro.

Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, onde constavam inicialmente as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se nelas orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente, tornou-se habitual construir igrejas e basílicas dedicadas a sua memória nesses mesmos locais.

A intenção catequética desta celebração, que tem lugar em todo o mundo, ressalta o chamamento de Cristo a cada pessoa para o seguir e ser santo, à imagem de Deus, à imagem em que foi originalmente criada e para a qual deve continuar a caminhar em amor.

Que todos os santos nos protejam. Afinal, teoricamente eles são os assessores de Deus, então podem dar uma força e tanto. Um ótimo Dia/Noite  de Todos os Santos a todos, menos aos que pagam de santos e são somente do “pau oco” ou demônios, que infernizam a vida dos que estão ao seu redor. Vocês sabem bem quem é quem.

No mais, meu viva a três destes tantos santos reais: São José de Macapá, claro. E os dois Santos Cervejeiros: São Arnulf de Metz e St. Patrick. Que eles Roguem por nós, pois é sexta-feira, graças a Deus!

Comunidade católica inaugura novo prédio da Igreja Santa Edwiges

Por Eliazar Bezerra

Dia 16 de outubro, a igreja católica celebra a festa em homenagem a Santa Edwiges, considerada protetora dos pobres endividados e das famílias. Em Macapá, a data será marcada pela festividade solene de inauguração do novo prédio da igreja da Santa Edwiges, fundada em 2002. Localizado na rua Porto Velho, 688, Bairro Infraero II, Zona Norte Macapá. A solenidade contará da Santa Missa a partir das 19H, e apresentação de peça teatral por membros da comunidade.

Histórico criação da Igreja Santa Edwiges em Macapá

Os primeiros moradores do bairro Infraero II, fundado em 1997, formaram uma comunidade católica que recebeu o nome de N. Sra. de Livramento. Depois mudado pelo padre Arcângelo Vanin, para Santa Maria Rainha da Paz, onde a comunidade participava das celebrações. Devido as dificuldades de locomoção na comunidade, padre Arcângelo e as lideranças comunitárias decidiram que a s missas seriam celebradas nas residências dos comunitários até a construção de uma capela. Assim, em julho 2000 , com dinheiro arrecadado na comunidade, foi realizado a compra do terreno. Os mutirões executados nas comunidades e promoção de eventos continuaram. Em julho 2002, foi celebrada missa na entrega do prédio batizado com o nome Capela de Santa Edwiges.

A partir de Outubro de 2012, Santa Edwiges, passou de capela para Igreja. Hoje, são realizada atividades, nos grupos de jovens, catequeses, pastoral do dizimo, pastoral do batismo, pastoral familiar. E nos projetos sociais: teatro, grupos de dança. Devido o aumento do numero de fiéis na comunidade, a igreja precisou de um espaço maior para as atividades pastorais. Cogitou-se a possibilidade da compra de uma área maior, não foi possível. Então, se decidiu edificar na igreja existente outro prédio maior. Em dezembro de 2016 começou os trabalho de edificação da novo prédio. Obra construída no contorno da igreja antiga, não havendo paralisação das atividades religiosas. Os investimentos na construção foram recursos oriundo de rifas, eventos juninos, domingueiras alegres; campanhas realizadas nas comunidades.

Segundo, Maria de Fátima Oliveira,55, coordenadora na Igreja, “Há muito tempo acompanhado as atividades religiosas na comunidade, desde que era capela. Para nós, assim como para muitos membros passar em frente à igreja e ver como era e, como está é gratificante , tanto pela sua belíssima história e quanto pelas contribuições de amor e fé dos membros da comunidade. Hoje, me sinto feliz pelo empenho dos membros, que tanto contribuem para que tenhamos uma igreja maior, que atende os anseios da comunidade católica”.

Jose Edir Leite de Mendonça, 66, relata “Eu residia no município de Pracuúba (AP), vim morar aqui na comunidade, e percebi que em frente a minha casa havia uma igreja. E aconteceu a primeira aproximação, ao colocar a venda propriedade de Pracuúba. Fui até a c apela e fiz uma promessa a santa Edwiges, fui atendido, em uma semana surgiu comprador, em trinta dias realizei a venda. Assim, procurei a coordenação para pagar a promessa, que era doação de 12 bancos. Só que já haviam adquiridos os bancos. Entreguei o valor para ser usado na obra que estava em andamento. Passei a participar das atividades realizadas na igreja. Novamente ao pedi ajuda da santa . Ao fazer viagem Macapá/Oiapoque, não atentei para sinalizações, que gerar ia altas multas, e fui atendido, não houve multas. Então, senti protegido da santa, me engajei nos trabalhos da igreja. Em agosto deste ano, fui convidado e aceitei coordenar os trabalhos fase conclusiva da construção da igreja. Gracas a Deus, após muitas lutas, e apoio incondicional da comunidade, estamos felizes finalizando e entregando o novo prédio da nova igreja santa Edwiges”.

Eliazar Bezerra
Jornalista
9 91899161

Meu céu – Crônica bem humorada sobre o paraíso de cada um (o deste jornalista, no caso)

Há meses escrevi uma crônica sobre como seria o meu “Inferno”. Hoje vou falar/escrever um pouco de como seria o meu céu. Não sei baterei na porta do céu como Bob Dylan. Nem se vou achar o lugar igualzinho ao paraíso, como sugeriu o The Cure, mas estou atrás da “Stairway To Heaven” do Led Zeppelin. Só não vale ter “Tears In Heaven”, do Eric Clapton. Mas vamos lá:

Meu céu é em algum lugar além do arco-íris, bem lá no alto. Bom, lá, ao chegar ao meu recanto celestial, eu falaria logo com ELE, sim, Deus ou seja lá qual for o nome dele (God; Dieu; Gott; Adat; Godt; Alah; Dova; Dios; Toos; Shin; Hakk; Amon; Morgan Freeman ou simplesmente “papai do céu”) e minha hora já estaria marcada.

Ah, não seria qualquer deusinho caça-níquéis (ou dízimos) não. Seria o Deus de Spinoza, que como disse Einstein: “se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e pelas ações dos homens”.

Após este importante papo com o manda chuva do paraíso (tá, quem manda chuva mesmo é o seu assessor, São Pedro, mas eu quis dizer mesmo é do chefão celestial), daria um rolé e encontraria todos os meus amores que já viraram saudade. Ah, como seria sensacional esse reencontro!

Bom, meu céu é todo refrigerado e chove. Chove muito, mas nunca inunda as vielas do paraíso e nem desabriga ninguém por lá. Ah, abaixo dele chove canivetes nos filhos da puta (que não são poucos) que encontrei durante a jornada pré-celestial. Óquei, pode soar meio lunático, mas é o meu céu, porra!

No meu céu não tem papo furado, como no capítulo 22, versículo 15, do livro de Apocalipse. Lá entrarão impuros sim ou seria uma baita hipocrisia EU estar neste céu. No meu céu não toca brega, pagode e sertanejo sem parar, afinal, isso é coisa do inferno. Ah, no meu céu não entra corrupto, pastor explorador, padre pedófilo ou escroques de toda ordem, esses tão lá no meu inferno e eu ainda teria o direito de cobri-los de porrada!

Heaven – Foto: Elton Tavares

No meu céu as pessoas se respeitam, não tentam a todo o momento tirar vantagens do outro. No meu céu, serviços prestados são pagos na hora, chefes são justos e não rola fofoca. Lá não tem puxa-sacos, apadrinhados ou seres infetéticos desse naipe que a gente, infernalmente, convive na terra diariamente.

No meu céu tem churrasco, pizza, sanduba, entre outras comidas deliciosas e que nunca, nunca mesmo, nos engordam (pois é infernal o preconceito fitness). Lá também não sentimos ressaca. No meu céu tem show de rock o tempo todo, com todos os monstros sagrados que já embarcaram no rabo do foguete e a gente curte pela eternidade.

Lá no meu plano celestial não existe a patrulha do politicamente correto, nem gente falsa, invejosa, amarga, e, muito menos, incompetentes. Se tá no céu, se garante, pô!

Não imagino o céu como um grande gramado onde todo mundo usa branco, ou um local anuviado onde anjos tocam trombetas e harpas. Não, o céu, se é que ele existe (pois já que o inferno é aqui, o céu também é) trata-se de um local aprazível para cada visão ímpar de paraíso, de acordo com nossas percepções e escolhas. Bom, chega de ficar com a cabeça nas nuvens. Um excelente final de semana para todos nós!

Foto: Elton Tavares

Eu acho que há muitos céus, um céu para cada um. O meu céu não é igual ao seu. Porque céu é o lugar de reencontro com as coisas que a gente ama e o tempo nos roubou. No céu está guardado tudo aquilo que a memória amou…” – escritor Rubem Alves (que já foi para o céu).

Elton Tavares (que graças à Deus, tem uma sorte dos diabos).

Exposição do Círio 2019 retrata missão eclesial na Diocese de Macapá

A coordenação do Círio de Nazaré em Macapá abre nesta quarta-feira, 2, às 17h, a exposição “A missão eclesial da diocese de Macapá, uma parcela da Amazônia”. O tema escolhido retrata através de imagens fotográficas colhidas de forma cronológica, as missões desenvolvidas por leigos, bispos, padres, religiosos e religiosas no estado do Amapá.

“Voltamos o nosso olhar durante esta exposição ao chamado do Papa Francisco para o mês extraordinário das missões. Além das fotos, estarão expostos mantos e plantas ornamentais que remetem a Amazônia”, disse a coordenadora Mônica Nascos.

A mostra acontece até o dia 20 de outubro, no shopping Villa Nova, de segunda a sábado, das 9h às 21h.

Serviço:

Exposição do Círio
Data: 02/10/2019
Hora: 17h
Local: Shopping Villa Nova
Endereço: Rua São José, Centro
Contato: Mônica Nascos – 96 9180-7036

Márcia Fonseca /Asscom Círio 2019
Contato: 98406-1389

Para salvaguardar o marabaixo, sete municípios do AP recebem grupos tradicionais e palestras

1ª Ação de Salvaguarda do Marabaixo já foi realizada em Calçoene e Amapá — Foto: Iphan/Divulgação

Por Fabiana Figueiredo

Reconhecido há quase um ano como patrimônio cultural imaterial do Brasil, o marabaixo está sendo levado até sete municípios amapaenses até novembro, com apresentações de grupos tradicionais e palestras. A iniciativa é um dos passos realizados para salvaguardar e divulgar o estilo, que é a principal manifestação do estado do Amapá.

A 1ª Ação de Salvaguarda do Marabaixo iniciou no dia 16 de setembro e já fez visitas a escolas de Calçoene e Amapá. Nesta terça-feira (1º) é a vez dos estudantes e moradores de Tartarugalzinho conhecerem a manifestação, na escola Alzira de Lima Santos

Organizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o projeto leva informações sobre a criação, história e qual a importância atual do marabaixo para o estado, como proposta para fortalecer e perpetuar essa manifestação.

Grupo de marabaixo durante a 1ª Ação de Salvaguarda do Marabaixo em Calçoene — Foto: Iphan/Divulgação

Na ação, os municípios recebem equipes do Iphan e pessoas que dançam e tocam o marabaixo. Eles visitam as instituições, dão palestras, distribuem materiais informativos e exibem um documentário produzido sobre o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) do Marabaixo. A visita finaliza com apresentações do grupo para a comunidade.

Apesar de ser realizado no ambiente escolar, a programação é aberta ao público e é gratuita. Para os grupos marabaixeiros, a proposta é, além de difundir a cultura dentro do ensino escolar, expandir o ritmo pelos 16 municípios do estado.

“Apesar de ser nosso, o marabaixo está muito centralizado em Macapá. Precisamos levar para todos os municípios através de um calendário cultural nas cidades, para depois trabalhar na formação de novos integrantes e formação de grupos”, cita Elísia Congó, líder do barracão Dica Congó.

Em 2018, antes de ser eleito patrimônio cultural imaterial do Brasil, o marabaixo foi tema de aulas em escolas de Macapá. Estudantes aprenderam percussão no ritmo marabaixeiro durante o Ciclo do Marabaixo.

Em Macapá, alunos de escola pública aprenderam a tocar percussão no ritmo do marabaixo em 2018 — Foto: Rita Torrinha/G1

O marabaixo é caracterizado pelos cantos e pela dança que narram a luta e a fé dos negros durante a urbanização da capital, em paralelo com o avanço do cenário histórico-cultural.

De acordo com o Iphan, os bens culturais e imateriais se caracterizam pelo saber popular através de crenças, ritos, práticas, além de manifestações musicais, plásticas e literárias.

O diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, Hermano Queiroz, destacou que foram adotadas a curto, médio e longo prazos pelo menos 10 linhas de ação, que incluem identificação de comunidades, documentação e publicação de memórias e bibliografias dos mestres do marabaixo e a criação do Museu do Marabaixo.

A origem do nome remete aos escravos que morriam nos navios negreiros; seus corpos eram jogados na água e os negros cantavam hinos de lamento mar abaixo e mar acima.

Os negros escravizados passaram a fazer promessas aos santos que consagravam, e quando a graça era alcançada se fazia um marabaixo. A herança é deixada de pai para filho, e está associada ao fazer religioso do catolicismo popular em louvor a diversos santos padroeiros.

“Os ‘ladrões’ são as músicas do marabaixo cantadas pelas cantadeiras e pelos cantadores. Algumas pessoas têm a responsabilidade de cantar o ladrão colocando os versos, esses são os puxadores, enquanto outros respondem entoando o refrão, que geralmente é o primeiro verso de cada composição”, explica o Iphan.

Foto antiga do marabaixo na comunidade do Curiaú, no Amapá — Foto: Acervo/IBGE/Divulgação

Programação da 1ª Ação de Salvaguarda do Marabaixo:

Município: Tartarugalzinho
Data: 1º de outubro (terça-feira)
Local: Escola Estadual Alzira de Lima Santos (Rua Getúlio Vargas, s/n, Novo I)

Município: Ferreira Gomes
Data: 4 de outubro (sexta-feira)
Local: Escola Estadual Prof Maria Iraci Tavares (Rua Duque de Caxias, 521, Centro Histórico)

Município: Serra do Navio
Data: 22 de outubro (terça-feira)
Local: Escola Estadual Dr Hermelino Herbster Gusmao (Rua Beco Sete, 589, Vila)

Município: Pedra Branca do Amapari
Data: 24 de outubro (quinta-feira)
Local: Escola Estadual Prof Maria Helena Cordeiro (Rua da Paz, 63, Central)

Município: Porto Grande
Dia: 5 de novembro (terça-feira)
Local: Escola Estadual Prof Maria Cristina Botelho Rodrigues (Avenida 8 de Agosto, s/n, Centro)

Dia: 7 de novembro (quinta-feira)
Local: Instituto Federal do Amapá – Campus Porto Grande (Rodovia BR 210, Km 103, Zona Rural)

Fonte: G1 Amapá

A Quarta de Arte da Pleta e o Coletivo 25 das Pretas se encontram hoje no Sankofa

As quartas-feiras de Macapá são bem animadas na orla do Santa Inês. A grande movimentação artístico-cultural fica por conta do projeto Quarta Arte da Pleta. É música, poesia, cinema, dança, teatro e artes visuais que duram horas, rendem palmas e papos. Nesta quarta, dia 25, aumenta o axé da casa. O coletivo 25 das Pretas vai ao encontro da Quarta de Arte da Pleta e a programação ganha exibição do documentário “A dona do terreiro”, de Deisy Anunciação, seguido de uma roda de conversa “As senhoras do Axé” com as mães Ekéjì de Macapá.

É imperdível. O documentário e a conversa tematizam as trajetórias das mulheres negras, dos terreiros de candomblés, que atravessam séculos. É um saber religioso, de resistências e identidade afro-brasileiras. Participam as Ekéjì Nádia Jilony, Elane Albuquerque e Mariana Gonçalves. Rola ainda a Feira de Arte das Pretas, com exposição e comercialização.

Documentário “A dona do terreiro”:

O projeto Quarta de Arte da Pleta acontece todas às quartas-feiras e o Coletivo 25 das Pretas realiza atividades todas as últimas quartas do mês de setembro e outubro, como ação pré-novembro, já pautando a consciência negra. Sempre no espaço de arte e cultura negra, Sankofa, na orla do Santa Inês, no Araxá.”

Serviço:

Data: 25/09/2019
Local: Sankofa, localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora:18h Feira de Arte das Pretas e Exibição do documentário “A Dona do Terreiro”
18:30 Roda de Conversa com as Ekéjì, “Nós, mulheres de Axé”
19:00 Quarta de Arte da Pleta Edição: SENHORAS DE AXÉ
Com Deise Pinheiro; Nega Aurea; Sabrina Zahara; Mayara Braga; Yanna MC; Julia Medeiros; Kassia Modesto; Hayam Chandra; Fernanda Canora; Laura do Marabaixo; Mery Baraka; Coletivo Mulheres que Gigam no Meio do Mundo; Berço do Marabaixo; Peterson Assis; Erick Pureza; Tico Sousa; Wendel Cordeiro e Ladio Gomes e a dupla Ricardo Pereira &Ton Quadros.

Couvert: R$ 5,00
Mais informações pelo telefone: 98109-0563 (Andreia Lopes).

Texto: Elaine Albuquerque e Andreia Lopes

MP-AP recebe imagem Peregrina de Nossa Senhora de Nazaré

A Procuradoria-Geral de Justiça – Promotor Haroldo Franco, sede do Ministério Público do Amapá (MP-AP), recebeu, na manhã desta quarta-feira (25), a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré. A peregrinação da Santa pelas instituições públicas faz parte dos preparativos para o Círio de Nazaré, que será realizado na capital amapaense no dia 13 de outubro de 2019.

O tema deste ano é “Salve Maria, rainha da Amazônia missionária”, devido à Conferência da Amazônia e ao pedido do Papa Francisco para a intensificação das orações neste mês, que é do missionário. O período também foi escolhido pelo bispo Dom Pedro, em razão de Nossa Senhora ser a Padroeira da Amazônia.

Para receber a imagem, houve a apresentação da banda da Polícia Militar do Amapá (PM-AP). Na ocasião, o padre Rafael Donnaschi celebrou Missa no auditório do MP-AP, com a participação de cantores da Diocese de Macapá. Na ocasião, membros e servidores do órgão ministerial se fizeram presentes e receberam as bênçãos da Santa.

Durante a missa, a procuradora-geral de Justiça do MP-AP, Ivana Cei, ressaltou a alegria de receber Nossa Senhora de Nazaré no órgão, por ser a mãe de todas as nações. Pediu bençãos e que a santa contagiasse todos os membros e servidores e suas famílias de paz.

“Que Nossa Senhora continue nos protegendo, intercedendo por esse povo amazônida, tão rico em diversidade. Na biodiversidade múltipla que talvez em nenhum lugar do mundo nós tenhamos. Que ela continue dando força e pedindo por nós, para que a nossa mãe Terra, nossa oca, continue sendo profícua”, pontuou a procuradora-geral de Justiça do MP-AP, Ivana Cei.

A peregrinação

A peregrinação da imagem começou no início de setembro. A Santa percorrerá, até o dia que antecede o Círio de Nazaré, cerca de 60 locais, entre órgãos públicos, hospitais, igrejas e prédios da iniciativa privada em Macapá. A ação, que visa congregar fiéis para a celebração católica em honra à Nossa Senhora, é coordenada pela Diocese de Macapá, e conta com 30 voluntários que se revezam a cada visita nas instituições.

O Círio de Nazaré

O Círio de Nazaré em Macapá é a maior festa religiosa do Estado e acontece já há 85 anos, sempre no segundo domingo de outubro. O primeiro Círio foi realizado no dia 4 de novembro de 1934. Com um percurso de quatro quilômetros, a procissão sai do Santuário Nossa Senhora de Fátima, no bairro Santa Rita, pelas ruas de Macapá, até a Igreja São José. A manifestação católica faz parte do calendário histórico e cultural do Amapá.

Este ano são esperados mais de 150 mil fiéis na peregrinação pelas ruas da capital amapaense, com cerca de 400 voluntários no apoio do translado pelas vias da cidade. Os dados foram fornecidos pela coordenação do evento.

SERVIÇO:

Elton Tavares – Diretor de comunicação
Texto: Vanessa Albino
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]