Espetáculo “Cristo Por Elas” é narrado pelas mulheres que acompanharam a vida de Jesus

O Movimento Cultural Desclassificáveis apresenta o espetáculo “Cristo Por Elas”, a versão contada por mulheres que passaram pela vida de Jesus. O espetáculo será apresentado no Barracão da Tia Gertrudes, como parte da programação do Ciclo do Marabaixo, no sábado (20) de aleluia, às 19h30.

O enredo vai desde os tempos antigos, da adoração a Deusa da fertilidade Ostara, o diálogo sobre humanidade e teologia com a jovem Samaritana ao oferecer-lhe água até o relato do sofrimento silencioso de Maria, mãe do filho de Deus e Maria Madalena com o discurso íntimo sobre seu amor e sua devoção a Jesus.

Cristo Por Elas vão apresentar também os conflitos de fé, vida e morte das irmãs de Lázaro: Marta e Maria de Betânia.

A história sempre foi contada por homens, e a encenação busca o olhar feminino. Quais foram as grandes mulheres que acompanharam Cristo em sua trajetória e qual a importância que elas tiveram?

“A época da Páscoa é um momento de refletir não somente sobre a morte de Cristo, mas também as atitudes do ser humano perante suas virtudes e deficiências”, destaca o diretor da peça, Paulo Alfaia.

A dramaturgia é assinada por Junior Storck, no elenco estão as atrizes Andreia Lopes, Joseanne Karla, Kássia Modesto, Hayam Chandra, Renilda Navegante, Rosa Rente. A iluminação e fotografia é de Nil Costa, sonoplastia está com Thiago Klinghoffer. A maquiagem e adereços são de Jubson Blada. O contra-regra é Luciano Melo, o designer é assinado por Jessyca Santos. A produção é do Movimento Cultural Desclassificáveis e tem como parceiros: Berço do Marabaixo da Favela, Associação Amapaense de Folclore e Cultura popular (AAFCP) e Secretaria Estadual de Cultura (Secult).

A história sempre foi contada por homens, e a encenação busca o olhar feminino – Foto: Mil Costa

Arte Cênica e Cultura Popular

De acordo com o diretor Paulo Alfaia, a parceria com o Berço do Marabaixo vem dando certo, e pelo segundo ano realiza a apresentação da peça durante a maior expressividade cultural do Estado e busca formar uma nova plateia e fortalecer a tradição popular.

“Estamos fazendo esse namoro entre a arte cênica com a cultura popular, as histórias daquele espaço, estamos com nosso bunker no barracão, fazemos saraus, peças e outras apresentações. Há 8 anos realizamos espetáculos na semana santa, e esse é o segundo no barracão”, finalizou.

Serviços:

Espetáculo: “Cristo por Elas”
QUANDO: 20/04 (Sábado da Aleluia)
ONDE: Bunker Desclassificáveis, localizado na Avenida Duque de Caxias, 1203, no Bairro Santa Rita (Barracão da Tia Gertrudes).
HORÁRIO: 19h30
CONTATOS: 991730955

Fonte: Café com Notícias

Peça ‘Uma Cruz para Jesus’ completa 40 anos de exibição na Semana Santa em Macapá

Atores participam de ensaio da peça ‘Uma Cruz para Jesus’, que completa 40 anos em Macapá — Foto: Allan Oliveira/Arquivo Pessoal

Por Ugor Feio

A peça teatral “Uma Cruz Para Jesus” completa 40 anos de apresentações em Macapá durante a Semana Santa de 2019. O espetáculo, exibido gratuitamente, acontecerá no anfiteatro da Fortaleza de São José, na orla da cidade, na quinta-feira (18) e na Sexta-feira da Paixão (19). O espetáculo é considerado um dos maiores a céu aberto do Amapá.

Realizada pela Companhia Teatro de Arena, a peça é gratuita, tem duração de pouco mais de uma hora e conta com a participação voluntária de 120 atores, músicos e produtores. A encenação conta a história desde a criação do mundo – segundo a visão cristã – até a paixão de Jesus Cristo.

Encenação da peça ‘Uma Cruz para Jesus’: um dos momentos mais esperados é a crucificação de Cristo — Foto: Ascom/PMM

Um dos momentos mais esperados é a cena da crucificação de Jesus Cristo, interpretado por Allan Oliveira. Ator veterano encerando o papel pelo décimo ano seguido, ele se despede do espetáculo em 2019.

“A Fortaleza é linda por si própria, já temos o cenário natural que faz o personagem crescer dentro da gente. A própria plateia consegue voltar no tempo e viver a emoção junto com os atores, dessa linda história”, comentou.

Allan Oliveira, que interpreta Cristo, no ensaio da peça ‘Uma Cruz para Jesus’, em Macapá — Foto: Allan Oliveira/Arquivo Pessoal

Outra atriz veterana que já participou do elenco, a professora Socorro Souza, foi conferir um dos ensaios e se emocionou. Ela foi a primeira mulher a interpretar na peça Maria, a mãe de Jesus. Ela se diz agradecida pelo sucesso do espetáculo, porque foi nos bastidores que ela conheceu o marido, o produtor do espetáculo, Amadeu Lobato.

“Estou muito emocionada, meu coração está disparado de alegria. Jesus é tudo na minha vida. Foi na peça que conheci meu primeiro amor. A peça tem o objetivo de mostrar Jesus, porque ele não morre nunca em nosso coração”, disse, emocionada.

Peça começou a ser exibida no fim da década de 1970, em Macapá — Foto: Amadeu Lobato/Arquivo Pessoal

Os ensaios com os atores voluntários e produção do espetáculo acontecem diariamente, abertos ao público, até o dia da primeira exibição, na quinta-feira. Eles ensaios os vários atos da peça já na área externa da fortaleza.

Serviço:

Espetáculo “Uma Cruz Para Jesus”
Dias: 18 e 19 de abril (quinta-feira e sexta-feira)
Hora: 20h
Local: anfiteatro da Fortaleza de São José
Entrada gratuita

Fonte: G1 Amapá

“Estão praticando um terrorismo contra a população brasileira”, diz jurista sobre censura do Supremo

Do jurista Modesto Carvalho, sobre a censura do Supremo à liberdade de Imprensa:

“Toffoli e Moraes cometem vários crimes do código penal. O primeiro deles é o constrangimento ilegal. No exercício de sua função pública, eles estão cometendo violência, invadindo domicílios sob o pretexto de apreender documentos, fazendo censura, aplicando multas contra a imprensa, sobretudo eles estão praticando um terrorismo contra a população brasileira.”
[…]
“Os crimes que Toffoli diz que foram praticados são de injúria, difamação e calúnia, crimes de ação privada, não de ação pública. Numa ação privada, deve-se entrar em juízo para que se possa fazer uma audiência de retratação do veículo [de imprensa], ou dar continuidade ao processo.”

Fonte: Espaço Aberto

Viva São José, o nosso santo padroeiro!

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São José de Macapá, em cima da Pedra do Guindaste – Foto: Márcia do Carmo

Hoje é o Dia de São José de Nazaré, esposo de Maria, pai de Jesus Cristo e padroeiro do Amapá. Por conta da profissão do santo, hoje também é Dia do Carpinteiro e Dia do Marceneiro. São José, que também é padroeiro dos trabalhadores e padroeiro da Bélgica.

Amo o Amapá e Macapá. Nasci e me criei aqui. Por isso, peço a “São Jusa” que interceda contra a criminalidade e trânsito pirado, tudo em larga escala para uma capital tão pequena, entre outras mazelas que assolam essa terra.

São José não protege somente a nós, amapaenses, mas todos que para cá vem viver e contribuir para a melhoria de nossa terra. Pena que, como santo, ele não pune os que só sugam, saqueiam e ainda desdenham da nossa linda Macapá.

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O feriado

Desde a criação de Macapá, São José sempre foi o padroeiro da capital amapaense, mas uma Lei Estadual de 2012 oficializou o santo padroeiro do Amapá, o que fez do dia 19 de março feriado em todo o Estado.

São José é o santo que nunca cansou de ficar de pé na Pedra do Guindaste, de frente para o Amazonas, sempre “vigiando” a nossa capital, contra maldades exteriores.

Enfim, não sou muito religioso, mas respeito a crença de todos. Como diz o poetinha Osmar Junior: “Ô São José da Beira Mar, protegei meu Macapá…”.

Viva o santo carpinteiro, valei-me meu São José!

Elton Tavares

Artigos da PGJ e da bibliotecária do MP-AP compõem a 1ª edição da Revista Festa de São José

A publicação da Diocese de Macapá foi lançada na manhã de domingo (17), na Catedral de São José, com o apoio de instituições públicas como o Ministério Público do Amapá (MP-AP) e da iniciativa privada. A revista, intitulada “Festa de São José”, conta na sua primeira edição com artigos da procuradora-geral de justiça, Ivana Lúcia Franco Cei, e da bibliotecária do MP-AP, Leididaina Araújo.

Com a temática voltada para o Sínodo da Amazônia, a revista foi desenvolvida pela Pastoral da Comunicação da Paróquia São José e escrita por pesquisadores, jornalistas e acadêmicos de jornalismo. Os temas envolvem Religiosidade, Cultura, Políticas Públicas e pesquisas científicas sobre Saúde, Educação Indígena, Sustentabilidade, entre outros temas Socioambientais (Pascom).

Leididaina Araújo, que é Mestre em Ciência da Informação, dissertou sobre “Educação Indígena: modelo pedagógico das escolas indígenas Wajãpi do município de Pedra Branca do Amapari”. A bibliotecária do MP-AP disse estar muito feliz em participar da Revista.

Para Ivana Cei, a satisfação foi grande em poder contribuir para a concretização do projeto e ser uma das convidadas a fazer parte da publicação com o artigo: “Terras amazônicas à vista: orgulho de ser tucuju”.

Venda revista“Incautos e incultos desconhecem a histórica luta dos nossos antepassados em manter integrados ao Brasil os amazônidas”, a partir da crítica inicial, Ivana Cei passa a dar ênfase às características da região e do povo nortista, desconhecidas da maioria dos brasileiros.

“A alma e a cor da região no gingado de um povo destemido, hospitaleiro e amável que sustenta, com orgulho, a bandeira da Amazônia, mesmo diante de tantas adversidades”, ressalta em um trecho da publicação que poderá ser lida na íntegra na revista que está sendo vendida, por um valor simbólico, de R$10 reais.

O recurso arrecadado com as vendas, será destinado para a instalação elétrica que está sendo construída na área externa da Catedral.

SERVIÇO:

Gilvana Santos
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

Revista Festa de São José aborda Religiosidade, Saúde e Educação Indígena e Ambiental

 


No próximo domingo, 17, a Paróquia São José lança a primeira Revista Festa de São José, em honra ao Patrono Universal da Igreja Católica, da Diocese de Macapá, do Estado do Amapá e da cidade de Macapá. O Lançamento vai acontecer logo após a Santa Missa, na Catedral São José.

Com a temática voltada para o Sínodo da Amazônia, a revista foi desenvolvida pela Pastoral da Comunicação da Paróquia São José, e escrita por pesquisadores, jornalistas e acadêmicos de jornalismo. Os temas envolvem Religiosidade, Cultura, Políticas Públicas e pesquisas científicas sobre Saúde, Educação Indígena, Sustentabilidade entre outros temas Socioambientais. O Projeto gráfico foi feito pela Pascom com o apoio do Designer Roberto Almeida. A realização do projeto contou com o apoio de instituições públicas e privadas.

A iniciativa de uma revista se deu a partir da necessidade de conteúdos informativos referentes à Catedral São José e às festividades, com o objetivo enaltecer a espiritualidade, religiosidade e a fé do povo tucuju, promovendo a tradição cultural, histórica, litúrgica, teológica e social.

A Revista Festa de São José I edição será vendida por apenas 10 reais, durante as missas, e no dia 19 de março, Dia de São José. Todo recurso arrecadado com as vendas da revista será destinado para a manutenção da instalação elétrica que já está sendo feita na Catedral São José.

Comunicação da Festa de São José – Pascom São José
Contato: (96)991807036

Sobre a quarta-feira de cinzas

 

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Hoje é quarta-feira de cinzas. Trata-se do primeiro dia da Quaresma (quarenta dias antes da Páscoa, sem contar os domingos) no calendário Cristão ocidental (Católico). Neste dia, os católicos rezam, silenciam, pagam alguma penitência, fazem caridade e até jejum. Os carolas, claro.

As cinzas que os Cristãos Católicos recebem neste dia, durante uma missa, são um símbolo para a reflexão sobre conversão, mudança pra melhor e ponderação sobre a fragilidade da vida humana em relação à morte.

A data que inicia a Quaresma varia a cada ano, dependendo da data da Páscoa. Pode ser do começo de fevereiro até a segunda semana de março. Sempre depois do carnaval.

Sabem, não sou religioso. Mas acredito na força de codinome Deus, que rege tudo isso aqui. Tenho muitos amigos que se dizem ateus. Respeito a opinião deles. E outros que são religiosos em demasia. Assim como Rubem Alves, “cinzassEu achava que religião não era para garantir o céu, depois da morte, mas para tornar esse mundo melhor, enquanto estamos vivos.”

Quem for à missa hoje receber suas cinzas, boa reza. Afinal, cada um de nós deve rezar, orar ou proceder como lhe aprazia.

Para mim, hoje é o dia que o Carnaval acabou. Hora de guardar as fantasias e esquecer a ilusão. O ano começou de fato e com ele a realidade cotidiana, após alguns dias distante dela.

Ainda bem que a Semana Santa não demora a chegar, graças a Deus!

…A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
E tudo se acabar na quarta-feira...”

Elton Tavares

Hoje é o Dia Mundial da Oração (Ore, reze, se comunique com Deus)

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Foto: Márcia do Carmo

Hoje (6) é o Dia da Oração. O Dia mundial da Oração surgiu no século XIX, nos Estados Unidos e Canadá, através de um movimento que reuniu mulheres cristãs desses países, com o intuito de expandir as obras missionárias. Ele é realizado na primeira sexta-feira do mês de março, em mais de 170 países. No Brasil, tais comemorações foram adaptadas somente em 1938, por meio da Igreja Presbiteriana, espalhando-se por todo o país.

1924969_751770054847638_749205353_nO conceito da palavra diz: “Oração é um ato religioso que visa ativar uma ligação, uma conversa, um pedido, um agradecimento, uma manifestação de reconhecimento ou ainda um ato de louvor diante de um ser transcendente ou divino. Segundo os diferentes credos religiosos, a oração pode ser individual ou comunitária e ser feita em público ou em particular, e pode envolver o uso de palavras ou música. como a de súplica ou de agradecimento, de adoração/louvor e etc”.

A proposta da data é que cristãos e cristãs do mundo inteiro possam afirmar a própria fé e compartilhar suas experiências. Esse movimento foi iniciado por mulheres em 1887 e, desde então, reúne cristãs de diferentes raças, culturas e tradições religiosas de todo mundo, para orarem em conjunto e compartilharem esperanças e temores, alegrias e tristezas.

Tenho muitos amigos que se dizem ateus. Respeito a opinião deles. Só me pergunto se um filho, irmão ou pais adoecessem, eles iriam continuar com tal postura? Duvido muito. Pois já passei por isso e é com Deusoracao04 que a gente se pega. Assim como tenho outros que são religiosos em demasia, o que enche o saco, mas procuro não dar a importância que eles querem, pois desejam evangelizar-me a todo custo.

Não duvido da fé alheia e nem da existência de Deus, seja lá qual for o nome dele. O que sou contra é a institucionalização das religiões e a pregação insistente.

Bom, falar de religião e assuntos ligados a ela são sempre complicados. Acredito que cada um de nós deve rezar, orar ou proceder como lhe aprazia. Rezo por pessoas falecidas, rezo para pedir ajuda e rezo para agradecer, do meu modo, claro.

images (2)Acredito que tem alguém, ou alguma coisa, no controle de tudo. Só se que não sou eu. Prefiro conversar na boa com Deus. Agradecer a ELE por tudo de bom que me acontece e por ELE me ajudar sempre quando estou em perigo. Costumo brincar, dizendo “Papai do Céu é meu brother!”.

Portanto, hoje, ore (ou reze) e agradeça por ter um amor, por ter emprego, por ter família, por ter amigos ou apenas por ter saúde e estar vivo.

Elton Tavares

Diocese da Macapá apresenta o cartaz da Festa de São José 2019


A Igreja Católica vai realizar o lançamento do cartaz com o tema e o lema da 261ª edição da festividade em homenagem a São José, padroeiro universal da Igreja, da Diocese de Macapá, do Estado do Amapá e da capital amapaense. A tradicional festa é realizada desde 1758, pela Paróquia São José.

O lançamento do cartaz acontecerá nesta terça-feira, 19, às 9h, na catedral, e contará com a presença do bispo de Macapá, Dom Pedro Conti, do coordenador-geral do evento, Padre Rafael Donneschi, da comissão organizadora e imprensa local. O tema e o lema, com a temática sobre ecologia integral e meio ambiente, serão explicados aos convidados.

Durante a programação, também serão divulgadas informações sobre datas e roteiro das peregrinações, novenários, primeira Revista da Festa de São José, programação social e cultural e a grande procissão do dia 19 de março.

De acordo com o padre Rafael Donneschi, todo recurso arrecadado na festa será destinado para a reforma da instalação elétrica da catedral. Os devotos podem adquirir as cartelas do sorteio de prêmios, camisas e lembranças de São José no subsolo da catedral, em horário comercial e durante as celebrações.

Comunicação da Festa de São José 2019 | Lançamento do Cartaz
Luiz Felype (96) 98409-7670

Aniversário da capital contará com Festival de Iemanjá

Festival em 2017 – Foto: Márcia do Carmo

Dois de fevereiro é celebrado no Brasil o Dia de Iemanjá. Para comemorar a data da rainha do mar na capital, a Federação dos Cultos Afro-religiosos de Umbanda e Mina Nagô (Fecaromina), em parceria com o Instituto Municipal de Políticas Públicas de Promoção da Igualdade Racial (Improir), promoverá o 4º Festival de Iemanjá, com o tema Mãe Iemanjá, rainha do mar, ao lado do Trapiche Eliezer Levy, na orla de Macapá.

A festa buscará fortalecer a prática dos rituais de umbanda e mina, além de levar informação e conhecimento ao público, valorizando as manifestações tradicionais de cultura negra na capital. A programação contará com alvorada, rufar de tambores, lavagem com banho de cheiro, feira afroempreendedora, apresentações culturais e entrega de oferendas.

O festival religioso contemplará a divindade orixá do mar, considerada a mais popular. Isso acontece porque a Rainha do Mar é a padroeira dos pescadores. Em Macapá, a programação será ao longo do dia e agregará as casas de matriz africana junto com parceiros e apoiadores do evento.

Programação

Dia 2 de fevereiro
Às 6h – Ritual da Alvorada – Rufar de tambores, fogos de artifício e lavagem com banho de cheiro em frente ao Trapiche Eliezer Levy;
Às 15h – Apresentações culturais: grupos culturais afro-religiosos, Marabaixo e capoeira, além de feira empreendedora de artesanatos e alimentos, e exposição fotográfica Odeya Rainha do Mar, com o artista Otto Ramos;
Às 19h – Rufar dos tambores e ritual de saudação para Exu;
Às 19h20 – Pronunciamento de autoridades religiosas e gestores públicos;
Às 19h40 – Ritual de entrega de oferendas e banho de cheiro no rio, de acordo com a maré;
Às 20h – Tambor de Mina;
Às 2h – Enceramento.

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Macapatur
Contato: 98104-9355

Região das ilhas do Amapá e Pará festeja Nossa Senhora dos Navegantes neste domingo, 3

Comunidades dos municípios de Afuá, Gurupá, Breves, Mazagão, Macapá e Santana, participam, neste fim de semana, no Centro Paroquial Padre Valentim, no Rio Guajará, da Festividade em honra a Nossa Senhora dos Navegantes. Esse é o quinto ano de programação realizada em homenagem a santa padroeira.

A programação refletirá sobre o tema: “Celebrar a memória dos nossos mártires e heróis para não esquecer” e o lema: “Lembra-te, oh meu povo, do Senhor teu Deus!”. Marcada para iniciar neste sábado, 2, às 17h, a festividade contará com ladainha, jantar social e noite Mariana.

No domingo, 3, os fiéis participam da procissão fluvial e celebração da santa missa. Além disso, a coordenação fará homenagem às pessoas que contribuíram com a evangelização na paróquia desde o início das primeiras comunidades das décadas de 70 e 80.

“Queremos despertar mais ainda o ardor devocional a Nossa Senhora dos Navegantes, e, por isso, vamos relembrar e homenagear todas as pessoas que contribuem e contribuíram para a evangelização em todas as nossas 107 comunidades”, ressaltou a coordenadora de Liturgia Aldenice Monteiro.

A festividade se encerra com a programação social que acontece até as 17h, com vendas de iguarias e sorteio de prêmios com bingo e rifa.

Programação:

Sábado – (2/2)17h – Acolhida
18h – Ladainha
19h – Jantar
20h – Noite Mariana
Domingo – (3/2)
7h30 – Procissão Fluvial
9h – Homenagem
9h30 – Celebração da Santa Missa
12h – Almoço
13h – Programação Social

Serviço:

Diocese de Macapá
Márcia Fonseca / Pascom
Contato: 98139-7609 / 99118-7183

Programação de combate à intolerância religiosa conta com participação da prefeitura da capital

O Instituto Municipal de Políticas para Promoção da Igualdade Racial (Improir) participou da 4ª edição das Bandeiras de Matrizes Africanas, realizada na segunda-feira, 21. A programação lembrou o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Cultura: ancestralidade de um povo foi o tema deste ano.

A caminhada, além de reunir entidades da sociedade civil organizada e adeptos de religiões de matrizes africanas, chamou atenção da sociedade amapaense sobre a visibilidade da cultura afro-brasileira dos terreiros. “Hoje é o dia contra a intolerância de todas as religiões, mas, sobretudo, damos atenção neste dia às religiões de matrizes africanas, porque, historicamente, elas sofrem mais preconceitos e são marginalizadas. Essas religiões usam esse dia para chamar atenção e pedir que as outras possam respeitá-las”, enfatizou o diretor-presidente do Improir, Maycom Magalhães.

Segundo o coordenador do evento, Alessandro Brandão, a importância da visibilidade dada às religiões de matrizes tem relação direta com o preconceito, discriminação e repressão. “Neste dia, combatemos a intolerância religiosa com informação, além de fazermos valer a lei que fala sobre a cultura e a história afro-brasileira”, destacou.

A programação iniciou na Praça Veiga Cabral, com apresentações culturais de Marabaixo e rituais religiosos com roda de cânticos das nações religiosas. Posteriormente, o movimento ganhou as ruas do Centro da capital em direção à Praça Floriano Peixoto.

Assessoria de comunicação/PMM

Festa de São Gonçalo abre o tradicional calendário festivo de Mazagão Velho, no AP

Por Gabriel Penha

Iniciou no domingo (6) e segue até a próxima quinta-feira 10, a tradicional Festa de São Gonçalo, na vila de Mazagão Velho, no Município de Mazagão, comunidade que fica a cerca de 70 quilômetros de Macapá. É a primeira festa do extenso calendário anual de festividades religiosas e culturais da região e é marcada por procissões organizadas pela comissão do santo e que precedem ladainhas na, quando as sinetas tocam para louvar e agradecer, na igreja Nossa Senhora da Assunção.

A exemplo de outras celebrações mazaganenses, a festa tem origem portuguesa e também é celebrada em diversos outros estados do Brasil. Chegou ao país no princípio do século 18. Mas em Mazagão Velho, a data em que começou a ser realizada é desconhecida pelos moradores. Feita sem qualquer tipo de ajuda oficial, a festividade é mantida através de donativos de moradores, bingos e da mensalidade paga pelos foliões.

O ponto alto é no dia 10 de janeiro. Nessa data, acontecem adoração, ladainha e procissão pela manhã e derrubada do mastro no fim da tarde. À noite, a programação é fechada com o Baile da Varrição.

Casamenteiro e protetor dos violeiros

São Gonçalo é um santo português com culto permitido pelo papa Júlio III em 24 de abril de 1551. Nascido em Tagilde no ano de 1187, estudou rudimentos com um devoto sacerdote. Depois, frequentou a escola arquiepiscopal em Braga. Após ordenado sacerdote, foi nomeado pároco de São Paio de Vizela. foi a Roma e Jerusalém.

No regresso, São Gonçalo passou por um período de busca interior e encontrou na experiência popular a maneira de converter pecadores. Conta-se que São Gonçalo para reabilitar as prostitutas, vestia-se de mulher e dançava e cantava com elas a noite toda. Ele entendia que as mulheres que participassem dessas danças aos sábados não cairiam em tentação no domingo. Acreditava ainda, que com o tempo se converteriam e se casariam.

Segundo se conta, São Gonçalo pregou e operou milagres por todo o norte de Portugal. Sobre o rio Tâmega construiu uma ponte. São Gonçalo morreu no dia 10 de janeiro de 1259 em Amarante, no Douro, à margem direita do rio Tâmega, em Portugal. Após sua morte, passou a ser protetor dos violeiros, remédio contra as enchentes, além de casamenteiro. Ele foi canonizado em 1561. O rei de Portugal D. João III, um grande devoto, foi um dos primeiros a empenhar-se para a beatificação de São Gonçalo em Roma. Em Portugal a sua festa é realizada em Amarante, no dia 7 de junho e dedicam-lhe uma semana de festejos, com procissões, bandas de música e folguedos populares.

Programação completa – Festa de São Gonçalo 2019

Dia 10 de janeiro (quinta-feira):

8h30 – Salve Rainha;

9h30 – Lanche e Leilão;

12h30 – Almoço a todos os convidados;

17h30 – Derrubada do Mastro;

18h30 – Ladainha;

21h – Baile da Varrição com o Som Águia Digital.

Juízes da Festa:

Joaquina Jacarandá
Anderson Tiago Jacarandá

Juízes do Mastro:
Andreo Miranda
Maria Izabel Miranda

Em Macapá, Amigos da Canção Nova realiza Seminário de Vida no Espírito Santo

O grupo de oração Amigos da Canção Nova (Amigos CN) realiza, de 11 de janeiro a 22 de fevereiro de 2019, o Seminário de Vida no Espírito Santo. O encontro acontece todas as sextas-feiras, às 19h, no Centro Diocesano de Pastoral e Cultura Dom José Maritano.

As vagas são limitadas e a inscrição é gratuita. Qualquer pessoa interessada pode participar dos encontros. Nesta edição, os temas do seminário serão ministrados por palestrantes da Diocese de Macapá, membros da Renovação Carismática Católica (RCC), da Comunidade Católica Shalom e do grupo de Amigos CN.

Seminário

São encontros semanais de oração, palestras de aprofundamento de temas para a evangelização. As reuniões são fortemente marcadas com momentos de oração comunitária, escuta da Palavra, cantos e convivência entre os participantes, com o objetivo de se aprofundar sobre a ação da pessoa do Espírito Santo na vida cristã.

Serviço:

Seminário de Vida no Espírito Santo
Data: 11 de janeiro a 22 de fevereiro de 2019
Horário: 19h.
Local: Centro Diocesano de Pastorais – Bairro Jesus de Nazaré – Macapá/AP

Informações: (096) 98100-8535 (Marcilene Gonçalves – coordenadora)

Diocese de Macapá
Jefferson Souza / Pascom
Contato: 99139-0682