Quarta-feira da Murta marca o marabaixo no Laguinho

Com uma programação diversificada e diferente aos últimos anos, em razão da pandemia do coronavírus, as Associações Raimundo Ladislau e Marabaixo do Pavão, realizam de forma virtual neste dia 12 de maio, o tradicional marabaixo da Quarta-feira da Murta em louvor ao Divino Espírito Santo.

O evento faz parte do calendário litúrgico do ciclo do marabaixo, e em tempos normais, ocorrem com cortejos pelas ruas e avenidas do Bairro do Laguinho, aos toques de caixas no ritmo do marabaixo de rua, com as dançadeiras levando em mãos, as murtas, que de acordo com as tradições, servem para afastar o mau olhado, a solidão e a tristeza, e também sendo uma forma de agradecer as graças alcançadas através dos ritos de danças e cantorias. Neste dia, o marabaixo segue até as seis horas da manhã, na tradicional “Quinta-feira da Boa Hora”, quando é erguido o mastro com a bandeira do Divino Espírito Santo.

Este secular ritual que contempla o cortejo da murta, o marabaixo nos barracões, o amanhecer, a queima de fogos, a decoração e o levante do mastro com a bandeira do Divino, será apresentado de forma didática e de maneira simbólica através de narrativas dos festeiros do ciclo.

O evento será apresentado de forma virtual pelos facebooks do Marabaixo do Pavão e da Associação Raimundo Ladislau, a partir das 17 horas.

Comunicação Associação Raimundo Raimundo Ladislau e Marabaixo do Pavão

Cláudio Rogério – 99141-8420

Paróquia Santa Terezinha realiza Semana da Solidariedade

A programação conta com show online e sorteio de prêmios

A Cáritas da Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus, no Distrito de Fazendinha, realiza de 23 de abril a 2 de maio a Semana da Solidariedade. O evento tem a finalidade de arrecadar alimentos para atender famílias já cadastradas e assistidas pelas Cáritas paroquial e atingidas pela pandemia.

As arrecadações estão sendo feitas em igrejas e comunidades pertencentes a paróquia. Uma parceira com empresários e microempresários também foi criada para disponibilizar postos de coletas no Distrito de Fazendinha e em Macapá.

Além do intuito do evento de arrecadar alimentos para nutrir o corpo, a programação conta com show online de artistas católicos para recheadas de louvores e orações para nutrir a alma. A transmissão acontece durante os dias da programação, a partir das 20h, na página do facebook @ArtistasCatólicos.

“O número de famílias assistidas aumentou significantemente e as doações de alimentos recebidas sofreu grande baixa comprometendo a assistência. Por isso, em parceria com a comunidade e com a Associação dos Artistas Católicos estamos realizando esta programação”, afirma o Pároco Pe. Jorge Sérgio.

A cada doação recebida, será entregue um vale cupom que garantirá participação no sorteio, no dia 2 de maio, encerramento da programação.

Programação Show Online:

23/04 – Grupo de Oração Cenáculo de Amor
24/04 – Ministério Kairós
25/04 – Lonno Jhonys e Cecília Lima
26/04 – Grupo de Oração Ágape
27/04 – Banda Santa Face
28/04 – Coral Diocesano – Perez & Leila
29/04 – Márcia Fonseca
30/04 – Grupo de Oração Cenáculo de Amor
01/05 – Grupo de Oração Beraká
02/05 – Banda Amém

Dia, horário e Local Para doações na Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus

• Secretaria Paroquial – Terça À Sexta feira 14/18hs 96 99205-1022(Eliane)
• Igreja Matriz – 5a. feira às 18hs / Domingo às 08hs
• Igreja Nossa Senhora das Graças – 6a. feira às 18hs / Domingo às 17hs
• Igreja São João e São Camilo – 4a. feira às 18hs / Domingo às 10hs
• Igreja N.S. Perpétuo Socorro – 3a. feira e Sábado às 18hs
• Igreja Nossa Senhora Aparecida – 3a. feira e Sábado às 18hs
• Igreja Cristo Nossa Paz – Domingo às 10hs
• Igreja Nossa Senhora de Lourdes – 2a. feira às 18hs
• Comunidade Santa Luzia – 2a. feira às 18hs

Postos de Coleta

1. Naza Variedades – Bairro Murici Naza e Regi
2. Casa Rural – Didi e Edmilson
3. Guarda Municipal de Macapá Comandante Inspetor Jesiel e Inspetora Carla Roani
4. Frutaria Murici – Celi, Bairro Murici
5. Mini Box Soares – Bairro Murici
6. Mercantil Fazendinha – Av. Maria de Oliveira Santana c/ Rua Caetano Dias Tomaz
7. Comercial JK – Rodovia JK, Bairro Chefe Clodoaldo
8. Mini Box Bom Preço – Avenida Girassol, Bairro Chefe Clodoaldo
9. D’JR Materiais de Construção – Rua 01, Bairro Murici

Dados Bancários Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus
Banco do Brasil
Ag. 4544-6 C/c 15640-0
PIX 07.814.217/0005-08
Mitra Diocesana de Macapá

Contato
Pe. Jorge – (96) 99108-9506
Raphael Carvalho – (96) 99161-9446

Favela realiza o Projeto Memória Cultural do Marabaixo

Uma viagem na história através de rodas de conversas, oficinas (cantoria, danças e percussão), lives de marabaixo, homenagens, exposição fotográfica e premiações, serão as principais atividades do projeto “Memória Cultural do Ciclo do Marabaixo no Barracão Tia Gertrudes”.

A formação da ideia tem como referência o Barracão da Tia Gertrudes, na Favela, no centro de Macapá, onde perpassa uma parte da história de Macapá nos aspectos sociais e culturais, e também, onde décadas ocorrem   histórias dos festejos do Ciclo do Marabaixo em louvor à Santíssima Trindade dos Inocentes.

Um dos principais pontos da programação, será o “Prêmio Natalina Costa – Mãos Firmes de um Legado”, que será destinado às mulheres marabaixeiras, que assim como Natalina, deram continuidade nas festas tradicionais do marabaixo. O objetivo do evento é valorizar e homenagear mulheres que têm ou tiveram referências na manutenção das festividades tradicionais dentro do Amapá.

Natalina Costa – Mãos firmes de um legado

Neta de negros que foram escravizados e filha de Gertrudes Saturnino e Raimundo Pereira da Silva, Maria Natalina Silva da Costa, nascida no Amapá em 27 de fevereiro de 1932, foi criada somente por sua mãe.

Construiu sua história com treze filhos, enfrentando na época o preconceito presente na sociedade brasileira, lutando contra o racismo e rompendo barreiras em busca de espaços para as mulheres.

Natalina herdou de sua mãe, o espirito de luta e de liderança, dedicando-se a manutenção das tradições e dos ritos de origem africana, participando ativamente do carnaval, dos ritos aos orixás e principalmente da cultura afro amapaense do batuque e marabaixo.

Seu amor pelo marabaixo foi tão forte, que a ela os poetas Val Milhomem e Joãzinho Gomes renderam homenagens na música “Mão de Couro” – “Natalina falou, gengibirra não é mole não” e ainda em 2008, foi enredo carnavalesco do Bloco Gaviões da BR.

Natalina Costa nos deixou em 09 de dezembro de 2017, e sem dúvidas, enraizou em nosso chão o legado de uma mulher aguerrida, referência do Marabaixo da Favela e uma das maiores incentivadoras daqueles que trabalham na solidificação da cultura afro-amapaense, no contexto da sociedade.

 A Programação

O evento inicia no dia 20 de abril, com atividades até o dia 19 de junho, e será realizado em transmissões ao vivo pelas redes sociais do Instituto Tarumã e da Associação Cultural Berço das Tradições Amapaense – Berço do Marabaixo, organizadores e executores do evento.

O projeto foi contemplado através da Lei Audi Blanc através do Governo Federal e Secretaria de Estado da Cultura.

Comunicação – Cláudio Rogério 99141-8420

Oferta do curso “Fundamentos e Métodos do Ensino Religioso”

O curso de atualização “Fundamentos e Métodos do Ensino Religioso” é uma iniciativa do Conselho de Ensino Religioso do Rio Grande do Sul (CONER-RS), organizado pelos docentes Marcos Vinicius (UNIFAP) e Sérgio Junqueira (IPFER), com o objetivo de introduzir a estrutura básica do Ensino Religioso na Base Nacional Comum Curricular. “O objetivo é colaborar na formação de professores na área de estudos de Religião, aplicando o ensino religioso de história a partir das pesquisas realizadas na UNIFAP e no IPFER”, explica o Dr. Sérgio Junqueira.

O curso possui três linhas de pesquisa específicas de acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sendo elas:

O Ensino Religioso de História;
Manifestações Culturais a partir da História e da Ciência da religião;
Cultura Afro Indígena.

Como o curso surgiu

A ideia do curso surgiu da parceria entre o grupo de pesquisa do Programa de Mestrado profissional (ProfHistória) da UNIFAP e o Instituto de Pesquisa e Formação Educação e Religião (IPFER). Para que o diálogo se tornasse nacional foram surgindo diversas parcerias como o Conselho de Ensino Religioso do Rio Grande do Sul, o Conselho de Ensino Religioso do Espirito Santo e a Associação de Professores de Ciência da Religião do Pará. “A ideia surgiu dessa parceria que nós temos com o grupo de pesquisa coordenado pelo prof. Vinicius na UNIFAP. A gente trabalha tentando verificar aspectos para melhorar a formação dos professores a partir desse eixo religião e política. Na verdade, o curso também é consequência de um projeto de produção de livros que nós temos. É uma coleção de estudos de religião onde nós dialogamos com pesquisadores do Norte e do Sul sobre teses especificas de religião e política que também interferem nas aulas de história de ensino religioso”. Destaca o prof. Junqueira.

Participam do curso de atualização professores de todas as regiões do Brasil, ofertando conteúdos teóricos e metodológicos. O curso contou com cerca de 1.500 inscrições.

Vídeo: Lançamento do Curso de atualização Fundamentos e Métodos do Ensino Religioso:

Texto: Lana Dantas (estagiária de Jornalismo da ASCOM/UNIFAP).

Ciclo do Marabaixo terá pelo 2º ano consecutivo ladainhas e rodas transmitidas pela web

Associação Cultural Herdeiros da Tradição durante apresentação da live do Ciclo do Marabaixo em 2020, no Amapá — Foto: Ciclo do Marabaixo/Divulgação

Por Núbia Pacheco

O Ciclo do Marabaixo, uma das festividades mais tradicionais do Amapá, terá pelo 2º ano consecutivo as apresentações transmitidas pela internet. Em 2020, no período da celebração, o estado aprovou medidas mais restritivas em atenção ao crescimento dos casos do novo coronavírus e, neste ano, a cena se repete.

As apresentações começam ontem, no sábado (3) de ‘aleluia’, respeitando os protocolos de segurança e o distanciamento social.

A festa é realizada tradicionalmente por famílias e grupos dos bairros Santa Rita e Laguinho, entretanto, mas nos últimos anos o movimento tem ganhado adeptos de todo o Amapá. Atualmente, o Marabaixo é considerado patrimônio cultural imaterial do Brasil.

Missas em devoção à Santíssima Trindade e ao Divino Espírito Santo, além de rodas de conversa e de Marabaixo farão parte da programação, que apesar de não poder ser feita presencialmente, busca manter o brilho da tradição cultural e religiosa.

“Não será permitida a presença de outras pessoas. No sábado, por exemplo, nós vamos iniciar a nossa programação com uma atividade religiosa. Será apenas a pessoa que vai rezar a ladainha e um representante de cada instituição, tendo no máximo, seis ou sete pessoas, contando com os operadores dos equipamentos da live e mais ninguém”, informou a organizadora Valdinete Costa.

A programação é promovida pelos grupos: Berço do Marabaixo, Raízes da Favela, Campina Grande, Marabaixo Raimundo Ladislau e Marabaixo do Pavão. As atividades serão transmitidas pelas redes sociais das cinco instituições.

Confira a programação:

3 de abril (sábado)

Evento: Live de abertura oficial do Ciclo do Marabaixo da Favela
Hora: 17h às 20h
Entidades: Berço do Marabaixo, Raízes da Favela e Campina Grande

4 de abril (domingo)

Evento: Live de abertura oficial do ciclo do marabaixo do Laguinho
Hora: 18h às 20h
Entidades: Marabaixo do Pavão e Marabaixo Raimundo Ladislau

20 de abril (terça-feira)

Evento: Webnário Roda de Conversa – As Potencialidades Empreendedoras do Marabaixo
Hora: 16h às 18h
Entidade: Coordenadoria do Ciclo do Marabaixo

1º de maio (sábado)

Evento: Marabaixo em Homenagem ao Trabalhador
Hora: 18h às 20h
Entidade: Berço do Marabaixo

9 de maio (domingo)

Evento: Marabaixo do Mastro e Homenagem ao Dia das Mães
Hora: 17h às 19h
Entidade: Raízes da Favela

Missas e Rodas de Marabaixo serão exibidas pelas redes sociais das instituições organizadoras — Foto: Ciclo do Marabaixo/ Divulgação

12 de maio (quarta-feira)

Evento: Marabaixo 4ª Feira da Murta do Divino Espírito Santo
Hora: 18h às 20h
Entidades: Marabaixo do Pavão e Marabaixo Raimundo Ladislau

15 de maio (sábado)

Inicio: Ladainha da Santíssima Trindade
Evento: Webnário – Roda de conversa sobre a importância na inserção da juventude na manutenção e difusão do Marabaixo nas festividades tradicionais, com Rodada de Marabaixo.
Hora: 17h às 19h
Entidade: Raimundo Ladislau

23 de maio (domingo)

Evento: Missa do Divino Espírito Santo
Hora: 8h
Entidade: Marabaixo do Pavão
Evento: Ladainha da Trindade e Marabaixo da Murta da Trindade
Hora: 17h às 19h
Entidades: Berço do Marabaixo, Raízes da Favela e Campina Grande

30 de maio (domingo)

Evento: Missa da Trindade com Rodada de Marabaixo
Hora: 09h às 12h
Entidade: Berço do Marabaixo, Raízes da Favela e Campina Grande

3 de junho (quinta-feira)

Evento: Marabaixo de Corpus Christi
Hora: 17h às 19h
Entidade: Campina Grande

6 de junho (domingo)

Evento: Marabaixo Encerramento do Ciclo
Hora: 18h às 20h
Entidade: Coordenadoria do Ciclo do Marabaixo

9 de junho (quarta-feira)

Evento: Webnário – Roda de Conversa “A Religiosidade nas Festas Tradicionais” com Rodada de Marabaixo
Hora: 17h às 18h
Entidade: Marabaixo do Pavão e Raimundo Ladislau

16 de junho (quarta-feira)

Evento: Live do Dia Estadual do Marabaixo
Hora: 17h às 21h
Entidade: Coordenadoria do Ciclo do Marabaixo

Fonte: G1 Amapá.

O Perdão – Por Rohane de Lima

Por Rohane de Lima

Durante muitos anos fui professora das aulas de Ética na Universidade. Sempre busquei sair do campo da Deontologia e ir mais pro espaço da História das Ideias, pro campo da Filosofia. Com o surgimento da Agenda 21, conseguimos incluir como disciplina , dentro do Módulo de Introdução às Ciência Agrária a disciplina Ética para a Sustentabilidade. Tudo isso me fez ler muito sobre épocas em que a humanidade teve que passar por mudanças de paradigmas… nunca imaginei que viveria o suficiente para tamanha angústia…

O Mundo em que vivemos está de cabeça pra baixo, não existem certezas, não existem dúvidas, não existe ordem… instala-se o Caos. O medo passa a ser um sentimento prevalente, pois a bolha pessoal, de cada um, encontra-se ameaçada. O Mundo, tal como o conhecemos parece estar no fim, parece estar ruindo diante de nosso ser sobressaltado. E o Novo, o Mundo que vai nascer, ninguém consegue saber como será. Ninguém sabe se estaremos prontos pra ele, se seremos capazes de construí-lo, se conseguiremos nos adaptar ao novo! Novo? Que novo será este que nossa imaginação não alcança? Parece que nossas referências, onde sempre nos ancoramos já não conseguem nos fazer sentir que estamos seguros, já não funcionam…!

Os mais conservadores resistem tentando manter o velho mundo a todo custo, os que tem a mente um pouco mais aberta se desesperam, porque acreditam que o novo virá mas também padecem do desespero do fim, pois toda crença não passa de uma crença! E tudo, tudo nos mantém em altos níveis de estresse.

Ávidos olhamos pro Céu e pedimos ao Pai que nos mostre o caminho da estabilidade, da certeza – no máximo, alguns conseguem ter esperanças, outros continuam em desespero! Parece que o Pai não responde, não nos ouve… talvez! Vou sugerir que em lugar de olharmos para o Céu (O Pai) olhemos para a Terra (A Mãe)! Afinal, o Pai definiu os princípios, os caminhos da vida, os valores de permanência, e Ele fez isso desde a criação, há muito tempo. Dizem que até nos mandou O Filho!!

A Mãe, a Terra que nos acolhe, o útero e o Coração Materno do Criador, de quem recebemos a matéria primordial, é ela que vem tentando nos educar. Olhemos para dentro, pois que somos Terra, olhemos para as nossas águas (emoções, sentimentos, sensações), olhemos para o quanto nos ferimos, para o quanto tem de cada um de nós nesse Caos!! Tentemos perceber o tanto que nos afastamos da Mãe que nos carrega até hoje; o quanto temos ferido a vida, ao desvincularmos nossas necessidades daquelas que a Mãe nos supre. Quanta energia temos desperdiçado para sermos diferentes, para sermos indivíduos intocáveis e únicos? Quantos esforços temos desprendido para não nos importarmos com a Grande Mãe que, concretamente, é o único Presente que a Vida nos deu?

Tudo isso nos tornou indivíduos autônomos, independentes, fortes! Mas também nos tornou apegados a matéria inútil, nos tornou centrados demais no ego. A grande consequência foi o afastamento, o distanciamento que tomamos uns dos outros, foi o olhar para o outro pela diferença que humilha, que exclui.

Assim, cada dia mais distantes da Mãe, daquela que nos gerou e que, ainda hoje nos embala, fomos perdendo os sentimentos de equidade, de pertencimento, de compaixão. Nos tornando doentes. E doentes, formos perdendo a cada dia, geração após geração, os vínculos que nos identificam como Filhos e Filhas da Terra, fomos esquecendo a cada dia que fomos feitos do barro, que somos pó e de que ao pó voltaremos.

Auto-suficientes, independentes, fomos preenchendo os vazio da alma com consumo de mercadorias, de tecnologias, de drogas lícitas e ilícitas, fomos criando a ilusão de que uma Mulher, ou um Homem nos bastariam, que os filhos preencheriam nossas vidas, que nossos pais seriam eternos, que seríamos eternos para nossos filhos… fomos cada vez mais nos iludindo com a falsa estabilidade da matéria vazia de vida… até que a exclusão, que fazíamos de conta que não existia, que a solidão de quem se basta foi se tornando tão grande, tão imperativa, a ponto de não podermos mais receber visitas, visitar os que amamos, abraçar e beijar amigos, comungar do mesmo espaço, da amizade, da comensalidade…!

Não podemos mais sair nas ruas, passear nas praças, ir à praia sem medo do invisível (porque do visível já tínhamos pavor). Não podemos mais ver os sorrisos e nem sorrirmos, pois ninguém mais verá nosso sorriso.

O Mundo Velho está se decompondo junto com as ilusões de que o ser Humano, que o indivíduo é soberano sobre a Terra. O Mundo Velho precisa morrer…

Que Mundo estará nascendo?

Que mundo construiremos?

Seremos capazes de nos adaptar?

Nessa Sexta-feira da Paixão de Cristo, dia do Perdão das Ofensas, peçamos perdão a todos, peçamos perdão a Terra, peçamos perdão a Vida e esperemos (com Fé) que tenhamos a chance do auto perdão para que possamos construir e desfrutar (com alegria) do Novo.

*Rohane de Lima é amapaense, professora universitária que trabalhou por anos no Pará e hoje reside no Rio de Janeiro.
**Contribuição de Fernando Canto.

Há 23 anos, morreu meu pai, Zé Penha Tavares (o meu eterno herói)

Um discurso que sempre pautou a minha vida foi o amor pela minha família. Há exatos 23 anos, em uma manhã de segunda-feira cinzenta, no Hospital São Camilo, morreu José Penha Tavares, o meu pai. O meu herói. Já que “Recordar, do latim Re-cordis, significa ‘passar pelo coração”, como li em um livro de Eduardo Galeano, passo pelo meu essas memórias.

Filho de João Espíndola Tavares e Perolina Penha Tavares, nasceu no município de Mazagão, em 1950, de onde veio o casal. Era o primogênito de cinco filhos.

Ele começou a trabalhar aos 14 anos, aos 20 foi morar em Belém (PA), sempre conseguiu administrar diversão e responsa, com alguns vacilos é claro, mas quem não os comete? Na verdade, papai nunca se prendeu ao dinheiro, nunca foi ambicioso. Mas isso não diminui o grande homem que ele foi.

Após o seu falecimento, li no jornal da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), onde ele trabalhava: “Feliz, brincalhão, sempre educado e querido por todos. Tinha a pavulagem de só querer menina bonita a seu lado, seja em casa ou entre amigos, mas quem se atreve a culpá-lo por este extremo defeito?”.

Papai e mamãe – Anos 90

Zé Penha pode não ter sido um marido exemplar, mas com certeza foi um grande pai. Cansou de fazer “das tripas coração” para os filhos terem uma boa educação, as melhores roupas e bons brinquedos. Quando nos tornamos adolescentes, nos mostrou que deveríamos viver o lado bom da vida, sacar o melhor das pessoas, dizia que todos temos defeitos e virtudes, mas que devíamos aprender a dividir tais peculiaridades.

Penha não gostava de se envolver em política. Ele gostava mesmo era de viver, viver tudo ao mesmo tempo. Família, amigos, noitadas, era um “bom vivant” nato. Tinha amigos em todas as classes sociais, a pessoa poderia ser rica ou pobre, inteligente ou idiota, branca ou preto, mulher ou homem, hétero ou homo, não importava, ele tratava os outros com respeito. Aquele cara era extraordinário!

Esportista, foi goleiro amador dos clubes São José e Ypiranga, dos times do Banco da Amazônia (BASA) e Companhia de eletricidade do Amapá (CEA) e tantos outros, das incontáveis peladas.

Atravessamos tempestades juntos, o divórcio, as mortes do Itacimar Simões, seu melhor amigo e do seu pai, João Espíndola, com muito apoio mútuo. Sempre com uma relação de amizade extrema. Ele nos ensinou a valorizar a vida, vivê-la intensamente sem nos preocuparmos com coisas menores a não ser com as pessoas que amamos. Sempre amigo, presente, amoroso, atencioso e brincalhão.

Com ele aprendi muito sobre cultura, comportamento, filosofia de vida, e aprendi que para ser bom, não era necessário ser religioso. “Se você não pode ajudar, não atrapalhe, não faço mal a ninguém” – Dizia ele.

Acredito que quem vive rápido e intensamente, acaba indo embora cedo. Ele não costumava cuidar muito da própria saúde, o câncer de pulmão (papai era fumante desde os 13 anos) o matou, em poucos meses, da descoberta ao “embarque para Cayenne”, como ele mesmo brincava.

Serei eternamente grato a todos que ajudaram de alguma forma naqueles dias difíceis, com destaque para Clara Santos, sua namorada, que segurou a onda até o fim. E, é claro, minha família. Sempre que a saudade bate mais forte, eu converso com ele, pois acredito que as pessoas morrem, mas nunca em nossos corações.

José Penha Tavares foi muito mais de que pai, foi um grande amigo. Nosso amor vem das vidas passadas, atravessou esta e com certeza a próxima. Ele costumava dizer: “Elton, se eu lhe aviso sobre os perigos da vida, é porque já aconteceu comigo ou vi acontecer com alguém”.

Papai (com as mãos nos ombros da Clara, sua namorada), eu (de pé) e meu irmão Emerson (sentado de camisa branca). 1997. Saudade!

Meu mais que maravilhoso irmão, Emerson Tavares, disse: “Papai nos ensinou o segredo da vida: ser gente boa e companheiro com os que nos são caros (família e amigos). Sempre nos espelhamos nele. Para mim é um elogio quando falam que tenho o jeito dele, pois o Zé Penha foi um homem admirável, um verdadeiro ser humano!

Quem já passou por essa vida e não viveu, Pode ser mais, mas sabe menos do que eu”. A frase é do poeta Vinícius de Moraes. Ela define bem o meu pai, que passou rápido e intensamente por essa vida.

Essa montagem foi uma brincadeira do meu irmão, sobre tomarmos umas com o velho nos dias de hoje.

Queria que o Zé Penha tivesse vivido pra ver a Maitê, pra sacar que consegui me encontrar e ser um bom profissional, pra ver o grande cara que o Emerson se tornou. Enfim, pra tanta coisa legal. Também faço minhas as palavras do escritor Paulo Leminski: “haja hoje para tanto ontem”.

Ao Penha, dedico este texto, minha profunda gratidão e amor eterno. Até a próxima vez, papai!

Obs: Texto republicado todo ano nesta data e assim será enquanto eu sentir saudade. E essa saudade, queridos leitores, nunca passa!

Elton Tavares

Culto Ecumênico virtual alusivo à Páscoa é celebrado para membros e servidores do MP-AP

O Ministério Público do Amapá (MP-AP) realizou, nesta terça-feira (30), a celebração de Culto Ecumênico virtual alusivo à páscoa. O ato religioso foi ministrado pelo padre Paulo Roberto Matias, pelo pastor Evangélico, promotor de Justiça Iaci Pelaes, e o representante da Federação Espírita do Amapá (FEAP), promotor de Justiça Manuel Felipe Menezes Júnior, com transmissão, ao vivo, pelo Canal do MP-AP na plataforma YouTube, visando o cumprimento das medidas de prevenção da Covid-19.

O momento teve como objetivo a reflexão e motivação para os trabalhadores do MP-AP com mensagens de esperança, de procurarem olhar para frente e buscarem cada vez mais a humanização e a confraternização com o outro, principalmente em tempos difíceis, como o vivenciado de pandemia do novo coronavírus. Pela tradição, o tempo pascal é o mais forte de todo o ano, é a passagem de cristo, do senhor, que passou da morte à vida, à uma existência definitiva e gloriosa.

A procuradora-geral de Justiça, Ivana Cei, acompanhou o ato acompanhada da decana do MP-AP, procuradora de Justiça Clara Banha, e reforçou a importância de atos religiosos para fortalecimento da fé em momentos de dificuldades e de renascimento para uma vida mais fraterna. “A família do Ministério Público se soma as perdas de parentes, conhecidos, amigos pela Covid-19, vamos fazer desse momento uma corrente de oração, de fé, de suplica, de reconciliação, mas também pelo contágio de coração em coração pela vitória na cura, física e espiritual”, disse a PGJ.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Gerente de Comunicação – Tanha Silva
Núcleo de Imprensa
Texto: Vanessa Albino
E-mail: [email protected]
Contato: (96) 3198-1616

Hoje é Dia de São José. Viva o nosso santo padroeiro!

São José de Macapá, em cima da Pedra do Guindaste – Foto: Márcia do Carmo

Hoje é o Dia de São José de Nazaré, esposo de Maria, pai de Jesus Cristo e padroeiro do Amapá. Por conta da profissão do santo, hoje também é Dia do Carpinteiro e Dia do Marceneiro. São José, que também é padroeiro dos trabalhadores e padroeiro da Bélgica.

Amo o Amapá e Macapá. Nasci e me criei aqui. Por isso, peço a “São Jusa” que interceda contra a criminalidade e trânsito pirado, tudo em larga escala para uma capital tão pequena, entre outras mazelas que assolam essa terra.

São José não protege somente a nós, amapaenses, mas todos que para cá vem viver e contribuir para a melhoria de nossa terra. Pena que, como santo, ele não pune os que só sugam, saqueiam e ainda desdenham da nossa linda Macapá.

Aliás, valei-me meu São José. Proteja-nos desse vírus que assola o planeta e este nosso lugar no mundo!

O feriado

Desde a criação de Macapá, São José sempre foi o padroeiro da capital amapaense, mas uma Lei Estadual de 2012 oficializou o santo padroeiro do Amapá, o que fez do dia 19 de março feriado em todo o Estado.

São José é o santo que nunca cansou de ficar de pé na Pedra do Guindaste, de frente para o Amazonas, sempre “vigiando” a nossa capital, contra maldades exteriores.

Enfim, não sou muito religioso, mas respeito a crença de todos. Como diz o poetinha Osmar Junior: “Ô São José da Beira Mar, protegei meu Macapá…”.

Viva o santo carpinteiro, valei-me meu São José!

Elton Tavares

Um dia na história: hoje a igreja de São José completa 260 anos – Por Nilson Montoril

Foto: blog Porta Retrato

Por Nilson Montoril

Um dia na história: 6 de março de 1761, há exatos 260 anos. Pouco mais de três anos após o lançamento da pedra fundamental, em Macapá, a Igreja de São José, edificada no Largo de São Sebastião era inaugurada. A solenidade contou com a participação do governador do Estado do Grão Pará, capitão-general Bernardo de Melo e Castro e foi antecedida de missa celebrada pelo bispo de Belém (PA), Frei João de São José e Queiroz.

Recorte de um antigo jornal, com foto na frente da Igreja de São José e legenda: “Em frente à matriz de Macapá, antes das competições de luta-livre e capoeira”. Imagem do acervo da Confraria Tucuju.

A igreja, relativamente diferente do que vemos hoje, era simples, sem os pormenores arquitetônicos feitos no decorrer dos anos. Tinha apenas uma nave interior, sem as laterais, medindo 22 metros de comprimento, desde a porta de entrada, que era única e central, até a mesa de comunhão.

Foto: Ewerton França

A largura da nave era de 11 metros, havendo ao lado da mesa de comunhão dois altares: um com a imagem de São Benedito e outro com quatro imagens de Nossa Senhora, daí ter ficado conhecido como o altar das Santas Virgens. O templo foi construído com recursos pecuniários obtidos por Mendonça Furtado junto ao Rei D.José I.

Nilson Montoril é professor e estudioso da História do Amapá.

Foto: Elton Tavares

Mais sobre a história da Igreja

A Igreja de São José de Macapá foi iniciada em 1752, seis anos antes da criação oficial da Vila de São José de Macapá.  O padre Joaquim Pair o seu primeiro vigário. Lá está imagem original do padroeiro São José,  esculpida em madeira, que tem 35 cm de altura, sendo considerada uma das relíquias sacras mais importantes do Estado.

Foto: Jorge Júnior

Nas paredes os quadros do padre Lino, retratam as belezas de passagens bíblicas. Do lado esquerdo de quem entra está “Os Desterrados”, ou fuga para o Egito; a direita de quem entra, São José Carpinteiro e Menino Jesus. Já houve um período em que a paróquia ficou sem vigário por 40 anos. Em 1904 o padre Francisco Hiller e o intendente coronel Teodoro Mendes restauraram a igreja (Informação encontrada no site do jornalista Seles Nafes).

Foto: Elton Tavares

Meu comentário: a Igreja de São José é o prédio é o mais antigo da capital amapaense. A cidade de Macapá cresceu em torno dela quando a cidade era chamada de Vila de São José de Macapá. O monumento, situado na Rua São José (claro), não é somente parte da religiosidade e a fé do povo tucuju, mas também de nossa  tradição cultural, histórica, litúrgica, teológica e memória da capital amapaense. Lembro das missas que fui lá com meus avós João e Peró, dos casamentos, de ir tomar tacacá da dona Bebé, que tinha uma banca bem da Igreja, entre outras muitas lembranças afetivas deste lugar sagrado nesta nossa cidade no meio do mundo.  (Elton Tavares).

Santa Missa em honra à São José é celebrada na Praça Samaúma, em frente a sede do MP-AP

O Ministério Público do Amapá (MP-AP) realizou, nesta sexta-feira (5), a celebração da Santa Missa em honra à São José. O ato religioso foi ministrado pelo bispo de Macapá, dom Pedro José Conti, e aconteceu na Praça da Samaúma, em frente à Procuradoria-Geral de Justiça – Promotor Haroldo Franco, com um número limitado de participantes presenciais e transmissão, ao vivo, pelo Canal do MP-AP na plataforma YouTube, visando o cumprimento das medidas de prevenção da Covid-19.

A imagem de São José foi conduzida até o altar pela decana da instituição, procuradora de Justiça, Clara Banha; e o secretário-geral do MP-AP, Alexandre Monteiro, fez a primeira leitura durante a liturgia da palavra. Já é tradição a peregrinação da imagem do Santo, no período de suas celebrações, por isso, o MP-AP também prestou sua homenagem.

Pela tradição da Igreja Católica, a festa do santo é celebrada no dia 19 de março. A festividade deste ano tem como tema “São José, protegei-nos com coração de pai” e começou no dia 1º de março e se estenderá até o dia 15 do mesmo mês, com realização híbrida da programação, devido a pandemia do novo coronavírus.

O chefe de gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça, João Paulo Furlan, falou da alegria de receber São José no MP-AP. “Em nome da PGJ, Ivana Cei, é sempre uma emoção imensa receber a imagem do Santo Padroeiro em nossa instituição para nos abençoar e agradecer a vida e glória de estarmos aqui, principalmente nesse momento delicado em que vive nosso estado e o país. Roga por nós como um pai, São José, e protegei-nos”, manifestou Furlan.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Gerente de Comunicação – Tanha Silva
Núcleo de Imprensa
Texto: Vanessa Albino
E-mail: [email protected]
Contato: (96) 3198-1616

Missa de envio abre a programação da Festividade de São 2021

No próximo sábado, 27, acontece a abertura da programação da Festividade de São José 2021. A missa de envio e de bênção das Imagens e Oratórios será na Catedral de Macapá, às 19h, e vai reunir paroquianos, fiéis e famílias devotas, além de representantes de instituições públicas e privadas para dar início aos festejos deste ano em honra ao santo padroeiro.

A missa será presidida pelo bispo diocesano, dom Pedro José Conti, e concelebrada pelo pároco da Paróquia São José, padre Rafael Donneschi, e tem por objetivo abençoar as imagens e oratórios de São José que serão utilizados pelas famílias e instituições durante a peregrinação e os encontros da Festividade 2021.

Cada devoto, família ou instituição que vai preparar um altar, andor ou oratório para homenagear a São José pode participar da celebração trazendo consigo o objeto ou uma imagem do santo padroeiro.

As peregrinações em instituições públicas ou privadas iniciam no dia 1 de março e seguem até o dia 15. No mesmo período as famílias devotas podem realizar os momentos de encontros em homenagem ao santo. Para este momento já está disponível o Livro de Peregrinações e Encontros preparado pela comissão organizadora.

Além da forte tradição do povo amapaense durante o mês de março, a preparação de um ambiente especial para homenagear o santo ganhou mais motivação graças à proclamação do Papa Francisco do Ano de São José a ser comemorado em toda a Igreja até o dia 8 de dezembro de 2021.

Oratório

Os fiéis, famílias devotas ou instituições também podem adquirir o Oratório de São José confeccionado especialmente pela comissão organizadora para a Festa deste ano.

O artigo religioso pode ser utilizado para substituir uma imagem na ornamentação do altar particular do devoto.

O Oratório de São José pode ser adquirido na secretaria da festa, localizada no subsolo da Catedral São José. O horário de atendimento é de segunda à sexta, 8h às 12h e de 15h às 19h. Aos sábados e domingos, antes das celebrações na lojinha da festa, na praça em frente à Catedral.

Transmissão

Devido às restrições de público por conta da pandemia do novo coronavírus, o acesso de fiéis está limitado a 300 pessoas na área interna da Catedral.

Para que os devotos possam acompanhar a missa e a benção, as páginas da Diocese de Macapá e da Catedral no Facebook irão realizar a transmissão do momento. Os fiéis também poderão acompanhar a transmissão através da Rádio São José 100.5 Fm.

Diocese de Macapá
Pastoral da Comunicação
Contato: 98414-2731

Lançado livro das peregrinações e encontros da Festividade de São José

A comissão organizadora da Festividade de São José da Diocese de Macapá lançou na última semana o Livro das Peregrinações e Encontros para a festa deste ano em honra ao santo padroeiro.

Os devotos podem adquirir o livro no valor de R$ 5,00 na Lojinha da Festa que funciona na secretaria da festa no subsolo da Catedral São José e aos sábados e domingos, antes das celebrações.

O livro foi elaborado com o intuito de oferecer às instituições e famílias que irão se preparar para a festa um subsídio contendo a mensagem do bispo diocesano, orações, novenas, tríduo de preparação e cantos que permitam aprofundar a devoção a São José.

Os temas dos encontros foram inspirados na Carta Apostólica “Patris corde” (Com coração de Pai) do Papa Francisco, que proclamou de 8- de dezembro de 2020 a 8 de dezembro de 2021 um Ano dedicado ao padroeiro São José.

Temas

Os encontros preparatórios possuem como temas:

1° A história e a tradição do culto e da devoção da Igreja Católica para são José
2º encontro: São José, Pai Amado
3º. Encontro: São José, Pai Na Ternura
4º. Encontro: São José, Pai Na Obediência
5º. Encontro: São José, Pai No Acolhimento
6º. Encontro: São José, Pai Com Coragem Criativa
7º. Encontro: São José, Pai Trabalhador
8º. Encontro: São José, Pai Na Sombra
9º. Encontro: São José Padroeiro Da Igreja Católica

Diocese de Macapá
Pastoral da Comunicação
Contato: 98414-2731