“Festival Fartura – Comidas do Brasil” levou atração gastronômica do Amapá para público de 10 mil pessoas em São Paulo

Mais de 75 atrações gastronômicas de todos os estados do Brasil e do Distrito Federal levaram a diversidade da gastronomia do país a 10 mil pessoas em São Paulo, no Festival Fartura – Comidas do Brasil no último fim de semana, dias 4 e 5 de agosto, no Jockey Club.

Foram cerca de 25 mil pratos vendidos, da macaxeira rainha à paella amazônica, com chefs e produtores de todos os estados do Brasil. Um dos principais destaques, representando o Amapá, foi a chef Socorro Azevedo, do restaurante Divina Arte, em Macapá. No espaço Conhecimento, ela preparou seu peixe frito com açaí.

O Festival Fartura integra a Plataforma Fartura – Comidas do Brasil, que tem como objetivo mapear personagens, produtores, cozinheiros, chefs, receitas, produtos e ingredientes – e seu caminho da origem até o prato.

Todas as atrações gastronômicas do evento foram pesquisadas por meio da Expedição Fartura – Comidas do Brasil, que já percorreu todos os Estados brasileiros, mais o Distrito Federal. Foram mais de 70 mil quilômetros, visitando mais de 200 cidades e entrevistando mais de 500 personagens da culinária do país, coletando informações sobre chefs, produtores, produtos, ingredientes, mercados e receitas.

Neste ano, os Festivais acontecem do Sul ao Norte, em todas as regiões do Brasil. Já passou por Porto Alegre, em maio, e além de São Paulo acontecem em Tiradentes (de 24 de agosto a 2 de setembro), Belo Horizonte – nas versões tradicional (22 e 23 de setembro) e Kids (29 e 30 de setembro), Brasília (a informar), Fortaleza (10 e 11 de novembro), e Belém (26 e 27 de janeiro/19). A Plataforma Fartura também expandiu suas fronteiras e foi atrás de suas origens, em Portugal. No início de novembro, acontece a segunda edição do Festival Fartura – Comidas do Brasil em Lisboa.

Fonte: Diário do Amapá

Hoje é o Dia Nacional da Pizza (calórico e inusitado post para nossa sessão “Datas Curiosas”)

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Esse pessoal inventa cada coisa, inclusive dias comemorativos, se é que se pode chamá-los assim. E este site possui uma sessão “datas curiosas”. Bom, hoje, 10 de julho, é celebrado o Dia Nacional da Pizza, uma das comidas mais amadas e consumidas pela população mundial.

A data foi instituída pelo então secretário de turismo de São Paulo, Caio Luís de Carvalho, em 1985. Naquele ano, foi realizado um concurso estadual que elegeria as 10 melhores receitas de mussarela e margherita. Empolgado com o sucesso do evento, o titular da pasta do Turismo em Sampa escolheu o dia de seu encerramento, 10 de julho, como data oficial de comemoração.

A data homenageia uma das invenções culinárias mais apreciadas por diversas pessoas ao redor do mundo, em especial os brasileiros.

No Brasil, São Paulo é conhecida como a capital nacional da pizza. Neste dia, as pizzarias costumam fazer festas, promoções ou descontos para os clientes.

A pizza é um tipo de comida que é preparada com massa fermentada de farinha de trigo, molho de tomate e outros diferentes ingredientes, variando de acordo com o sabor escolhido.

Estudos indicam que há mais de seis mil anos, hebreus e egípcios já produziam pães que tinham como base a receita da pizza contemporânea, mas existem outros que acreditam que os gregos foram os primeiros a cozinhar o prato, pois eles faziam massas a base de farinha de trigo, arroz, ou grão-de-bico, e as assavam em tijolos quentes.

Essa prática chegou à Itália por causa das cruzadas, e foi lá que ela foi incrementada e se tornou a pizza que conhecemos hoje. Atualmente, encontrada na maioria das cidades brasileiras, e foi por meio dos imigrantes italianos que ela chegou ao país.

A primeira vez que comi pizza foi em 1986. Eu tinha 10 anos (sim, comi muito tarde) e foi da padaria Cometa, em Macapá. De lá pra cá, virei uma criatura devoradora desse tipo de massa. E pela silhueta deste jornalista, vocês devem saber que amo issaê.

O problema é quando crimes de políticos acabam em pizza (expressão pra dizer que crimes de colarinho branco não são punidos).

Enfim, este texto foi somente pra “encher linguiça” (ou calabresa, minha pizza favorita) para a sessão “datas curiosas” deste site. Obviamente, vou comemorar a data comendo muitas fatias de pizza. Afinal, gordo é um praga (risos). E fim de papo!

Fontes: Calendarr Brasil e CalendárioBR

Hoje é Dia/Noite de São João! (sobre o santo e a festa junina)

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Hoje é o Dia de São João. De acordo com a história, João Batista (Judeia, 2 a.C. — 27 d.C.) foi um pregador judeu do início do século I, citado pelo nos Evangelhos da Bíblia. Ele é considerado o santo maissao-joao-batistajpg3572012133138 próximo de Cristo, pois além de ser seu parente de sangue, Jesus foi batizado por João nas margens do rio Jordão.

O Evangelho de Lucas (Lucas 1:36, 56-57) afirma que João nasceu cerca de seis meses antes de Jesus; portanto, a festa de São João Batista foi fixada em 24 de junho, seis meses antes da véspera de Natal. Este dia de festa é um dos poucos dias santos que comemora o aniversário do nascimento, ao invés da morte, do santo homenageado.

Segundo a narração do Evangelho de Lucas, João Batista era filho do sacerdote Zacarias e Is8537sao_joao_batistaabel, prima de Maria, mãe de Jesus. Foi profeta e é considerado, principalmente pelos cristãos, como o “precursor” do prometido Messias.

Em sua missão de adulto, ele pregou a conversão e o arrependimento dos pecados manifestos através do batismo. João batizava o povo. Daí o nome João Batista, ou seja, João, aquele que batiza.

Aliás, ele batizou muitos judeus, incluindo Jesus, no rio Jordão, e introduziu o batismo d13535958_1216500701736292_110298172_ne gentios nos rituais de conversão judaicos, que mais tarde foram adaptados pelo cristianismo.

São João Batista é muito importante no Novo Testamento, pois ele foi o precursor de Jesus, anunciou sua vinda e a salvação que o Messias traria para todos. Ele era a voz que gritava no deserto e anunciava a chegada do Salvador. Ele é também o último dos profetas. Depois dele, não houve mais nenhum profeta em Israel.

Outras religiões

Para alguns Espíritas, Elias reencarnou como João Batista. Mais tarde, teve outras experiências reencarnatórias como sacerdote druida entre o povo celta, na Bretanha. Depois como o reformador Jan Hus (1369-1415), na Boêmia. Na França foi Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), o qual utilizava o pseudônimo Allan Kardec como codificador do Espiritismo. Sua última existência corpórea se deu no Brasil, nascido dia 23 de Fevereiro de 1911 com o nome de Oceano de Sá, mais tarde chamado de Yokaanam:. (fundador da Fraternidade Eclética Espiritualista Universal), reconhecido como tal por diversas escolas sérias e reconhecidas mundialmente, embora o mesmo não assumisse publicamente pois nunca achou necessário e não queria tirar proveito algum de tal reconhecimento.

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João Baptista é venerado como messias pelo mandeísmo, também considerado pelos muçulmanos como um dos grandes profetas do Islão. Na Umbanda, este santo é sincretizado como uma das manifestações do orixá Xangô, responsável por um agrupamento de espíritos que trabalha para a saúde e o conhecimento, que congrega médicos e cientistas. Já no Islamismo, é reverenciado pelos muçulmanos sunitas como sendo um dos seus profetas. O santo também é o padroeiro da Maçonaria (por conta da criação da entidade, em 24 de junho de 1717).

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Sobre a festa junina de São João

A festa se originou na Idade Média na celebração dos chamados Santos Populares (Santo António, São Pedro e imagesSão João. Os primeiros países a comemorá-las foram França, Itália, Espanha e Portugal. Anteriormente os festejos ocorriam por conta do solstício de verão, as quais marcavam o início da colheita. Nelas, ofereciam-se comidas, bebidas e animais aos vários deuses em que o povo acreditava. Um deles era Juno, esposa de Júpiter, que era considerada a deusa da fecundida. Nessas festas, chamadas “junônias”, as pessoas dançavam e faziam fogueiras para espantar os maus espíritos.

Os jesuítas portugueses trouxeram os festejos joaninos para o Brasil. As festas de Santo Antônio e de São Pedro só cimages (3)omeçaram a ser comemoradas mais tarde, mas como também aconteciam em junho, passaram a ser chamadas de juninas.

Nunca gostei de festas juninas, mas sei da importância delas na cultura brasileira. Gosto de algumas comidas típicas do período (vatapá então…nossa!), assim como adorava as bombas. Na época de moleque, era obrigado a dançar quadrilha. Aí ficava mais puto ainda com o mês de junho. Na foto, ali em cima, tô com meu irmão, Emerson Tavares, alegre por ter acabado a tortura infantil do “taran ran ran, taran ranIMG_20150624_022305 ran”.Hoje em dia, até vou, mas só se for a trabalho, para cobrir o evento.

Bom, o Dia de São João é celebrado com festas recheadas de muita dança, comida e alegria. Neste sábado, nas cidades nordestinas, onde a tradição é mais forte, as quadras ferverão ao som do forró (For All). Aqui no Norte, as fogueiras serão acesas também, com quadrilha e brocas legais. Enfim, para quem curte, é onda bacana.

Portanto, minhas homenagens ao santo e uma ótima festa aos amantes da quadra junina. Viva São João!

Elton Tavares
Fontes: Wikipédia, CruzTerraSanta e Calendarr Brasil.

13º Festival Brasil Sabor

Com o tema “Original do Brasil”, a 13ª edição do Festival Brasil Sabor possui 16 pratos inéditos, servidos por restaurantes, hamburguerias e docerias e que foram inspirados na culinária amapaense. A programação iniciou ontem (1º) e segue hoje (2), a partir das 18h, no estacionamento do Sebrae, em Macapá. A entrada é franca.

O evento também terá a 4ª Feira de Produtos do Campo, com a produção local de frutas, vegetais, pescado, polpas de frutas, e até mesmo o açaí. A ideia é aliar a sustentabilidade e a culinária regional, com uso de ingredientes da floresta amapaense.

O festival é uma realização da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Amapá (Abrasel-AP) e parceiros.

As degustações desta edição do festival gastronômico vão custar R$ 10 por prato. Além dos pratos, o evento também terá uma palestra com o chef Ofyr Cantuária, oficina de culinária para crianças com a chef Cibelle Iglesias, além de atrações culturais da música, poesia e comédia do Palco Tucupi.

Serviço:

13ª edição do Festival Brasil Sabor e 4ª edição da Feira de Produtos do Campo
Dias: 1 e 2 de junho (sexta-feira e sábado)
Hora: das 18h às 23h
Local: Estacionamento do Sebrae Amapá (Avenida Ernestino Borges, nº 740, bairro Laguinho)
Valor da consumação: R$ 12
Entrada gratuita

Dia: 2 de junho (sábado)

18h às 23h30 – tour gastronômico e venda de produtos do campo
18h às 19h – oficina “Mini Chefs” para crianças com a chef Cibelle Iglesias, na Cozinha Show
19h – Prêmio “Sabores Tucuju”, no Palco Tucupi
20h – Stand up gastro comedy, com Hulk Pão, no Palco Tucupi
21h às 23h30 – MPA, com Ramon Panoli, no Palco Tucupi

Fonte: G1 Amapá

Hoje é o Dia Mundial do Hambúrguer (gordice na nossa Sessão Datas Curiosas)

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Esse pessoal inventa cada coisa, inclusive dias comemorativos, se é que se pode chamá-los assim. E este site possui uma sessão “datas curiosas”. Bom, hoje, 28 de maio, é celebrado o Dia Mundial do Hambúrguer. uma das comidas mais amadas e consumidas pela população mundial. Principal símbolo do Fast Food, é encontrado no mercado de várias maneiras, desde um simples com pão, carne e queijo, até os mais especiais feitos com filé, picanha e molhos mais trabalhados. No Brasil, o hambúrguer chegou em meados dos anos 1952 e rapidamente ganhou o paladar de toda a população.

Ao contrário do que eu imaginava, apesar de ser um símbolo da culinária americana, o hambúrguer não foi inventado nos EUA. No século XIII, uma tribo chamada Tártaros levou para um açougueiro alemão, da cidade de Hamburgo, seus hábitos alimentares. Eles invadiram a Europa com o costume de transportar, entre a sela e o lombo do cavalo, um bolo de carne moldado em forma de bolas achatadas. Essa carne parecia uma pasta e nem precisava ser temperada pois absorvia o sal do suor do animal.

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O açougueiro europeu havia gostado da ideia, e requintou os bifes usando uma carne bem moída com temperos especiais. Como o resultado era extremamente saboroso e de baixo custo, o prato acabou popularizado em toda a região.

Um pouco depois, no século XVII, quando as pessoas começaram a migrar de Hamburgo para os EUA, o “bife de carne moída” foi adotado com carinho pelos americanos, que passaram a grelhar os discos de carne e colocar no meio do pão, chamando a iguaria de HAMBURGUER. Nascia assim, um dos maiores ícones alimentares da cultura americana, que contribuíram ao adicionar o pão e tornando-o sanduíche.

Pouco tempo depois de sua criação, o hambúrguer foi preparado com todas as guarnições que hoje em dia lhe são tipicamente características—com cebolas, alface e os picles cortados.

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A necessidade de se otimizar tempo, ingerindo pratos rápidos aliado aos diversos sabores e ingredientes, impulsionam este consumo. As pessoas estão ficando com o paladar mais exigente, e por isso o mercado dos “Hambúrgueres Gourmet” se faz cada dia mais presente, levando iguarias e ingredientes especiais aos mais exigentes consumidores.

Com grande popularidade internacional e sua fama mundial certamente representa o maior tipo de globalização do consumo de comida humano, ao lado de outros pratos como o döner kebab turco, a pizza italiana, e o sushi japonês. Espalhou-se facilmente por continentes de diferentes culturas e culinárias devido, segundo alguns, à sua fácil maneira de preparo e entendimento.

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A cultura global culinária em torno do hambúrguer deu-se pelo conceito de venda de alimentos processados, imaginado de maneira notável na década de 1920 pela cadeia de restaurantes White Castle e que foi posteriormente aperfeiçoado na década de 1940 pelo McDonald’s e por Ray Kroc. Essa expansão mundial tem proporcionado comparações econômicas como o Índice Big Mac que permite a comparação do poder de compra dos diversos países onde o hambúrguer Big Mac é vendido hoje em dia.

Com o desenvolvimento da Gastronomia, foram criados muitos hambúrgueres “sofisticados”, feitos com outros tipos de carne, com queijos especiais, molhos diferentes, saindo um pouco do tradicional fast food. As pessoas estão ficando com o paladar mais exigente, e por isso esse mercado dos “Hambúrgueres gourmet” se abriu.

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Enfim, este texto foi somente pra “encher linguiça” (ou hambúrguer) para a sessão “datas curiosas” deste site. E pela silhueta deste jornalistas, vocês devem saber: amo hambúrgueres. Quando moleques, eu e meu irmão, Emerson, éramos pior que o personagem “Dudu”, do desenho animado Popeye, grande devorador de sandubas da ficção. Dependendo do bolso e horário, como no pé sujo de rua ou praça, até as hamburguerias requintadas e gourmetzadas. Afinal, gordo é um praga (risos). E fim de papo!

Fontes: General Peppers; Petit Gastrô; Wikipédia e QG Jeitinho.

Pimenta Brimo: tempero apimentado do Fernando Bedran (recomendo)

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O amigo Fernando Bedran está comercializando garrafas de pimenta, com molho feito pelo mesmo. PimentArte do Brimo é o nome da marca. Sempre compro e recomendo, pois o sabor é muito porreta!

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As garrafas contém:

– Pimenta malagueta
– Azeite extra virgem
– Alho in natura e em flocos
– Ervas finas: alecrim, tomilho, salsa, manjericão, louro, açafrão, louro, noz-moscada, gengibre, sal marinho.

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Eu e o “alquimista” Bedran. Fernandinho se garante nas pimentas!

*_ PimentArte do Brimo_*

As Garrafas podem ser compradas a R$ 30,00 (250 ML) e R$ 50,00 (500 ML). Falar com o próprio “alquimista”, Fernando Bedran, no telefone: 99114-8333

Texto Mariléia Maciel, com edição de Elton Tavares

Dois novos rótulos serão lançados pela Trina Cervejaria no mês de Fevereiro

Mais duas cervejas artesanais com a marca Trina entram no mercado a partir do dia 2 de fevereiro. Serão lançados os rótulos Dulce, em homenagem aos 260 anos de Macapá, e a Caboca, uma referência à cantora amapaense Patrícia Bastos, todas seguindo o padrão Trina com ingredientes regionais, produzidas artesanalmente com suporte tecnológico e dentro do conceito de consumo sustentável. A Caboca estará disponível no mercado dia 2 de fevereiro, e a Dulce, será apresentada no dia 4 de fevereiro, aniversário de Macapá.

Sabores da Amazônia

A Trina é uma empresa pioneira em produção de cerveja artesanal no Amapá, legítima da região, com uso da fórmula básica da cervejaria, padrão das maiores escolas cervejeiras do mundo, em que o milho e o arroz são substituídos por água, malte e lúpulos, aos quais são acrescentados ingredientes da Amazônia.

Atualmente estão disponíveis para a clientela 13 rótulos: Marabaixo, produzida com gengibre e casca de laranja; Santa Piedade, estilo pilsen; Trina, à base de trigo; Neguinha, com malte achocolatado; Bacaba Beer, de aroma caramelizado; Búfalo do Marajó, com sabor de chocolate; Ipa na Tulipa, estilo Ipa; Pai D’égua, de baixo teor; e Cunani, à base de cereais; Curiaú, cerveja tipo Ale, com alto amargor de lúpulo; Trina Rock, de trigo alemã; 1771, de perfil maltado.

Caboca Patrícia Bastos

No dia 2 de fevereiro os apreciadores de cerveja terão disponível na Trina a Caboca, uma homenagem à intérprete amapaense Patrícia Bastos, um reconhecimento por representar a musicalidade, sons e cultura do Amapá em todo o Brasil. O estilo da Caboca é Strong Bitter, da escola cervejeiro inglesa, fabricada com extrato do caroço de açaí, com propriedades farmacológicas que reduzem o colesterol com ação vaso dilatadora, anti-hipertensivo, antioxidante e anti-inflamatório. Ela deixa na boca um leve aroma terroso e amarga, de intensidade moderada e aroma de lúpulos florais. O malte da fórmula remetem ao sabor de pão, biscoito, nozes, um leve tostado, caramelo e toffe. A indicação para acompanhar é frutos do mar, queijos fortes e comida mexicana.

Mar Dulce

No aniversário de 260 anos de Macapá, Trina Cervejaria Homenageia a cidade com o lançamento da Dulce, Uma larger alemã do estilo Munich Helles, de cor dourada, com sabor de grãos doces, aroma sutil de lúpulos e perfil frutado. É uma bebida refrescante de conteúdo amargo, o que ajuda a manter o balanço maltado. Dulce faz referência ao primeiro nome do rio Amazonas, “Mar Dulce”, ou Mar Doce, dado por Vicente Pinzón em 1500. “A descoberta do rio Amazonas é parte da história da nossa cidade, banhada por este mar de água doce, fonte de alimento e de grande importância para o planeta, ingrediente principal das cervejas Trina, única do mundo que utiliza água do rio amazonas na produção de cerveja”, enfatiza Marcelo Fiel, beer sommelier e mestre cervejeiro.

Trina Cervejaria

A Trina Cervejaria inovou no mercado cervejeiro amapaense disponibilizando cervejas frescas, em microlotes, que podem ser levadas para casa em vasilhames retornáveis, os growler, enchidas através de sistema informatizado. Outra novidade apresentada pela Trina é o consumo auto-serviço com o uso do Beer Card, o cartão que libera o acesso às torneiras de cerveja. Marcelo Fiel explica o sistema: “O consumidor adiciona crédito através do aplicativo no valor desejado no beer card, e bebe o sabor de cerveja preferido, sem uso de garrafas de vidro, o que estimula o consumo sustentável e com respeito ao meio ambiente”.

Mariléia Maciel
Assessoria de Comunicação

Sindbar vai realizar mais uma edição do Festival Gastronômico Amapá Sabor


O Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Estado do Amapá (SINDBAR), no período de 09 a 11 de novembro, vai realizar o Festival Gastronômico Amapá Sabor. O evento que está em sua 9º edição, tem como objetivo promover o intercâmbio cultural e gastronômico, bem como incentivar a criação de novos pratos e fomentar o turismo amapaense por meio da gastronomia local.

O festival, que já virou tradição em Macapá, será realizado ao lado do Teatro das Bacabeiras e vai contar com a participação de vários empreendimentos gastronômicos da cidade como o Estaleiro, Plutão, Divina Arte, Só assados, Cantinho Baiano, Restaurante Macapaba e cervejaria Trina.

A programação contará com shows de artistas locais, espaço recreativo para crianças e a realização do “Cozinha Show”, um reencontro de renomados chefs de cozinha que vão ensinar durante o evento como preparar saborosos pratos utilizando temperos regionais.

O público vai poder degustar pratos inéditos preparados especialmente para o festival, ao preço de R$ 12.

Serviço:

Festival Gastronômico Amapá Sabor
Período: de 9 a 11 de novembro
Local: ao lado do Teatro das Bacabeiras
Horário: 18h às 22h30
Valor dos pratos: R$ 12

Festival terá 13 ‘cozinhas’ com pratos sobre a identidade cultural no Amapá

Por Carlos Alberto Jr

Sabores com uma Pitada de Cultura’ é o tema do Festival Gastronômico Degust Amapá, que tem como proposta fortalecer a identidade da culinária local, valorizando os profissionais do estado. A primeira edição do evento começa nesta quinta-feira (2) e segue até sábado (4), no estacionamento do Sebrae, em Macapá.

O público vai poder degustar pratos inéditos preparados especialmente para o festival, ao preço de R$ 10. As opções são muitas, um total de 13 “cozinhas” amapaenses vão apresentar e vender suas criações deliciosas. A organização aguarda um público de 10 mil pessoas nos três dias.

De acordo com a técnica do Sebrae no Amapá, Nelma Pires, o Degust Amapá foi pensado para tornar o festival uma atração turística, divulgando os diversos sabores que o estado tem a oferecer.

Festival Gastronômico Degust Amapá ocorre de 2 a 4 de novembro em Macapá (Foto: Fabiana Figueiredo/G1)

“O Amapá apresenta uma identidade cultural própria, expressada nas mais diversas manifestações, dentre elas a culinária local. Quando formulamos este evento, pensamos em reafirmar a cultura gastronômica amapaense e valorizar os cozinheiros e chef’s locais”, disse.

Além dos espaços para comercialização de comidas e produtos, o evento terá um palco onde acontecerão apresentações musicais e culturais, com artistas locais.

Serviço:

Festival Gastronômico Degust Amapá
Período: de 2 a 4 de novembro
Local: estacionamento do Sebrae (Avenida Ernestino Borges, 740, bairro Julião Ramos-Laguinho)
Horário: 17h às 23h
Valor dos pratos: R$ 10

Fonte: G1 Amapá

A Lenda do Pato no Tucupí – Crônica de Orlando Carneiro

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Comecei a criar esta crônica para o Canto de Página do Diário do Pará. Ela veio como numa tempestade cerebral, escrita de uma só digitada. Achei que poderia ser considerada inapropriada, pelos demasiadamente conservadores, para publicação em jornal. Como em livro há maior liberdade, eu a publico aqui, como um Bônus aos meus leitores. Por uma questão de respeito cultural, informo que este texto é ficcional, sendo, pois, uma crônica.

Orlando Carneiro

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A Lenda do Pato no Tucupí

Numa pabra-zoe-fw-6991-v2_screenrte isolada da floresta amazônica, havia a tribo Ma’Fu’Xi’co, milenar povo de origem não pesquisada. Vivia da agricultura, da caça e da pesca, tudo muito rudimentar. Dentre os vegetais que plantavam estava a mandioca, da qual era extraída a farinha, feita ao meio dia no calor de ita’Kú (pedra amarela).

O caldo que saía da raladura e da prensagem da mandioca, chamado de tu’Kú (líquido amarelo), era usado para a caça, pois sendo venenoso, era colocado em cabaças nas trilhas dos animais, e estes morriam ao tomar tu’Kú.

tucupiOs índios tiravam as vísceras envenenadas e comiam a carne à vontade, pois o veneno não a atingia. Havia muitos veados na mata, e principalmente estes morriam logo que tomavam tu’Kú. Os Ma’Fu’Xi’co estavam pensando em plantar árvores de cuiuda (ou cuieira), pois era cada vez menor o número de trepadeiras cabaçudas (ou cabaceiras) na região, para faindios_bringamzer as cumbu´cas. Quando os Ma’Fu’Xi’co brigavam, eles discutiam muito, e desejavam a morte uns dos outros, gritando bem alto:

– Vão tomar tu’Kú.

Ma’Q’Xi’Xí era um jovem índio que se apaixonou por uma Xo’Xo’ta (índia formosa), filha de K’bi’dela, o pajé, e que era muito namoradeira, namorava com todo mundo mas não queria nada com Xi’Xí (assim era chamado o jovem). O apelido da índia era “ga´linha de K’bi’dela”. Xi’Xí, loucamente apaixonado, tentou conquistá-la:lenda-do-uirapuru

– Tu pode vir P’í (quente), que eu estar P’á (fervendo).

– Vai tomar tu’Kú, foi a resposta definitiva da jovem.

Xí’Xí, ao ser rechaçado, resolveu se matar. Mas tinha que ser um suicídio diferente, que chamasse a atenção. Resolveu tomar tu’Kú , mas antes o pôs no fogo, até que ele P’á (fervessetucupi_tipiti). Ele achava que se tomasse P’í (quente, depois da fervura dada),a morte seria mais rápida, indolor. Quando o tu ‘Kú ficou no ponto, ele tomou bem P’í. Surpresa : não morreu. Ao contrário, achou que tomar tu’Kú era até que gostoso. Saiu gritando: “tu’Ku’P’í bom, tu’Ku’P’í bom “.

A mãe de Xi’Xí, ao ver que o filho havia tomado tu’Kú, tentando o suicídio, e estava gritando que o veneno era bom, resolveu tomá-lo, pensando que iria morrer junto com o filho, e teve a mesma surprêsa: não apenas não morreu, como aquele líquido amarelo, fervido sem tempero algum, era bom demais, imagine se bem preparado.

Excelente cozinheira, a índia mãe resolveu preparar alguma coisa para acompanhar o tu’Kú’Pí. Pensou antes em frutas, e procurou todas as que fossem Kú: Ba’Kú’rí, Kú’P’u’Açú, Tu’Kú’ Mã, e até A’bri’Có. (Até hoje não se sabe porque o nome não é A’bri’Kú, pois a fruta é amarela). Não deu certo. pensou em peixes Kú: Pí’Ra’Ru’Kú, Pá’ Kú, Tú’Kú’Na’ré, Kú’ri’ma’tã. Até que ficaram bons, mas aindadownload (5) não eram os acompahantes ideais. Tentou os animais: car´nei´ro, vá-ca, gá’los. Destes, os gá’los eram os que mais se aproximavam do ideal. Teve até um fato inusitado:

“K’bi’dela Jr. Emoticon smile”filho de K’bi’dela”) jogou no tú’Kú, a P’ir´qui, (periquita) da sua mãe, e quase foi obrigado a tomar tú’Kú, pois a citada periquita era muito querida, principalmente pelo seu índio pai). Xí’Xí perguntou para a mãe: “porquê tu num experimenta P’á-to´to” (“ave de tesão {tô que tô} fervente (pa), pra jogá no tu´Kú quando tiver pa (fervendo)? Ela experimentou, ejambu-beneficios-e-propriedades os dois acharam que era o ideal, o P’á-to´to no tú’Kú’P’í.

Para ter um verde no prato, ela juntou folhas de uma plantinha que gostava muito, o jam´bú Emoticon smile “folha da tremelicagem”) e xi´có´ria Emoticon smile “folha que está sem estar”).

Chamaram os índios e deram para que eles provassem. Os índios vierdownload (4)am meio ressabiados, mas eram muito curiosos (daqueles que cheiram microfone de repórter), experimentaram e gostaram. A partir daí, o p’á-to´to no tú’Kú’P’í passou a ser o prato típico daquela aldeia perdida na amazônia. Xi’Xí, feliz, dizia para todo mundo que era melhor comer o p’á-to no tú’Kú’P’í era “que a ga´linha de K’bi’dela.”manicobasalvador

Felizes com a descoberta e com a fama, Xi’Xí e a mãe passaram a tentar inventar pratos. Tentavam de tudo. Um dia Xi’Xí falou:

Mãe, i si nós juntá Ma’ní (folha da maniva) , com tudo que é Só (gordura animal), e B’a (ferver intensamente, dias infindos), será qui vai ficá uma cumida gostosa e nos deixá mais famôsos ?

– Num sei, Xi’Xí. Ma’ni’Só’B’a ? Acho qui é veneno.AMAZONIAN-1500-940x940

– Será? O tu’Kú num era ? Sei não. Vá tapá (novo prato na aldeia? N.A.) a penela do tu’Kú qui tá P’á. Eu vou colher Ma’ní, juntá muito Só e B’á tudo junto. Sí dé certo a Ma’ni’Só’B’a, vou ter todas as Xo’Xo’tas (índias formosas) da tribo no meu mão.

* Orlando Carneiro já publicou inúmeros livros e é um escritor muito conhecido no Pará. Essa crônica foi uma contribuição do amigo do autor e meu também, Fernando Canto.

Em Macapá, Tacacá e Maniçoba só na “Comidas Típicas da Dona Graça”

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Quem gosta de tacacá sabe: não temos mais locais que vendem a iguaria bem feita. Isso ocorre desde que a dona Bebé, tia Neném e tia Luci viraram saudade. O delas sim chegava perto do feito pela minha avó Peró (o melhor do mundo).

O tacacá é um caldo fino, feito com tucupi, goma de tapioca, camarão seco e jambu temperado com sal, cebola, alho, coentro do norte, coentro e cebolinha. É uma delícia. Com certeza, 8 entre 10 amapaenses, paraenses, amazonenses entre outros povos da floresta, adoram a iguaria de origem indígena.11949690_871040532948979_2076107831_n

Adoro tacacá! E com muita pimenta. Se você quer tomar um bem feito em Macapá, vá ao trailer (o vermelho) “Comidas Típicas da Dona Graça”, que funciona na Praça da Conceição, quase em frente à igreja homônima.

No mesmo local e também de origem indígena, vende maniçoba. Aliás, a melhor que já comi na vida. E olha que a minha mãe faz uma divina (ou diabólica, depende do ponto de vista e gula).

11925696_871040526282313_18212888_nA maniçoba é preparada com folhas da maniva moídas e cozidas, por aproximadamente uma semana (para que se retire da planta o acido cianídrico, que é venenoso). Depois adiciona carne de porco, carne bovina e outros ingredientes defumados e salgados. Com arroz branco, farinha e pimenta é uma das melhores comidas da galáxia.

Não ganhei um centavo pra divulgar a “Comidas Típicas da Dona Graça”, mas acredito que quem merece elogios é digno de recebê-los. Portanto, leitores, recomendo para este domingo (noite de tacacá ou maniçoba), uma passada lá no trailer vermelho da Praça da Conceição, na zona sul da capital amapaense, e deliciem-se.

Elton Tavares

TRINA CERVEJARIA. Conhecendo a 1ª cervejaria artesanal do Amapá e a MY GROWLER STATION.

Por Aline Souza Monteiro

No fim do ano passado o Amapá ganhou sua primeira fábrica de cervejas artesanais, a TRINA CERVEJARIA, fruto do sonho e dedicação do mestre cervejeiro amapaense, Marcelo Fiel.

A história da TRINA, no entanto, nasceu muito antes, há 12 anos, quando Marcelo tentou trazer para Macapá a franquia de uma famosa cachaçaria e se deparou com a exigência de que o estabelecimento deveria também oferecer cerveja estilo chopp. O problema é que, à época, não existia cerveja em barril no Amapá. Ao procurar uma alternativa, Marcelo conheceu um alemão que fabricava equipamentos para produção de cerveja e também produzia alguns rótulos desse tipo de bebida.

E foi assim que teve seu primeiro contato com cerveja artesanal e daí em diante mergulhou fundo nesse universo!

Começou a investir em conhecimento na área e, após fazer um curso, se tornou um “beer sommelier”, que é o profissional apto a sugerir harmonizações com cerveja e elaborar cartas com o produto.

Com vontade de aprender mais ainda, Marcelo fez também o curso de mestre cervejeiro e estágios em cervejarias da Bélgica, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos, que são exatamente os países das consideradas 4 escolas cervejeiras existentes no mundo.

Voltando para o Amapá, decidiu abrir sua própria cervejaria, com a proposta de valorizar as coisas da região, produzindo cervejas 100% artesanais, fabricadas com a água do Rio Amazonas, sem conservantes e pautada no consumo sustentável.

Escolheu o nome TRINA (=algo composto por três) para fazer referência aos três principais ingredientes da receita da cerveja: malte, lúpulo e água.

Atualmente a cervejaria conta com nove rótulos, sendo elas: a TRINA (estilo Weiss, que é uma cerveja à base de trigo), a MARABAIXO (estilo Witbier, cerveja de trigo temperada, que tem toques de laranja, coentro e gengibre, e é uma homenagem à bebida amapaense Gengibirra), a SANTA PIEDADE (estilo Pilsen, a tradicional e popular cerveja clara), a NEGUINHA GELADA (cerveja escura, estilo Dunkel, feita com malte achocolatado), a BÚFALO DO MARAJÓ (cerveja com sabor marcante de chocolate) , a IPA NA TULIPA (cerveja no estilo IPA, mais amarga e feita com bastante lúpulo), a PAI D’ÉGUA (cerveja com baixo teor alcoólico), a CUNANI (cerveja feita com cereais) e a BACABA BEER (cerveja que possui aroma de caramelo e feita em homenagem à fruta Bacaba, comum no Norte do Brasil).

E seguindo o projeto de consumo sustentável, a TRINA CERVEJARIA acaba de lançar a primeira estação informatizada de autosserviço para enchimento de Growler do Brasil, a MY GROWLER STATION.

GROWLER? Como assim? O que é isso? Também me perguntei!

GROWLER é o nome dado ao recipiente usado para levar cerveja fresca direto da torneira da fábrica ou de bares para casa ou qualquer outro lugar, sem necessitar de chopeira ou barris para tanto. Pode ser de vidro, cerâmica, plástico ou alumínio. A tampa de rosca ou de pressão com presilha, dependendo do modelo do GROWLER, evita a perda do gás carbônico e conserva a cerveja por alguns dias.

Embora seja a última tendência no mercado cervejeiro do Brasil, o GROWLER surgiu nos EUA, ainda no século XIX, mas, com o passar do tempo e maior comercialização da cerveja, perdeu espaço para as garrafas tradicionais de vidro que bem conhecemos hoje em dia. Voltaram a aparecer na década de 80 e viraram febre nos EUA e Europa.

Já uma GROWLER STATION nada mais é do que um estabelecimento especializado na venda dessa cerveja, onde você vai levar seu GROWLER para ser enchido.

E a MY GROWLER STATION da TRINA CERVEJARIA traz o melhor da tecnologia brasileira, americana e alemã. Por lá você pode se servir quando e quanto quiser nas torneiras de cerveja da loja, pagando exatamente pela quantidade que adicionou ao recipiente e com a grande novidade de utilizar um cartão pessoal emitido por eles, o BEER CARD. Ah, e também pode comprar o GROWLER em vários modelos e tamanhos e todos os rótulos da TRINA CERVEJARIA.

A inauguração da MY GROWLER STATION aconteceu no último dia 09/07/2017, num grande evento que contou com a presença de várias autoridades e do público apreciador de cerveja do Estado. Foi uma noite que ofereceu boa gastronomia, exposição de arte e muita música, com a presença de diversos artistas locais e da cantora franco-brasileira Lia Sophia.

Não tinha como começar melhor, não é?

Bem, eu adorei conhecer a história do MARCELO FIEL, os sabores da TRINA CERVEJARIA e toda a inovação e tecnologia da MY GROWLER STATION! Se você também quiser conhecê-la, dê um pulinho por lá! Fica aqui em Macapá, na rua Jovino Dinoá, nº 4404, na esquina com Av. Tupis, no bairro Beirol.

Abraços e tim-tim pra você!

Fonte: O mundo por Aline – Viagens e Gastronomia

Figura Política 2017: Randolfe é homenageado durante a 12ª edição do Festival Brasil Sabor, em Macapá

O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) foi homenageado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) como figura política da gastronomia 2017. A honraria ocorreu durante a abertura da 12ª edição do Festival Brasil Sabor, nesta sexta-feira (30). O evento, que tem o objetivo de valorizar os produtos locais e prestigiar a culinária amapaense, acontecerá até o próximo domingo (2). A ação é realizada na sede do Sebrae Amapá, em Macapá.

De acordo com o presidente da Abrasel, Sérgio Gomes, a associação reconhece todos os anos as personalidades, instituições e empresas que de alguma forma colaboram com o desenvolvimento do setor de alimentação fora do lar. Este ano o Conselho da instituição escolheu homenagear o senador Randolfe Rodrigues como figura política da gastronomia 2017.

O senador Randolfe agradeceu a homenagem, enfatizou a riqueza da gastronomia amapaense e elogiou a realização do evento.

“De todos os miscigenados Estados brasileiros, nós temos o orgulho de ser o mais miscigenado. Aqui se juntou o branco português, o negro africano, as populações originárias que aqui já estavam. Mas, de todos esses traços característicos, não tenham dúvidas que além do nosso Amazonas, nenhum chama tanta atenção, quanto a nossa culinária. É por isso que as pessoas de outros Estados brasileiros e estrangeiros, que quando para cá vêm, dizem que se apaixonam pela nossa gastronomia”, frisou o senador.

“Obrigado pela comenda, pois muito me honra ser homenageado em um evento tão importante para nossa cultura, a culinária amapaense. Parabéns a Abrasel e Sebrae por essa 12ª Edição do Brasil Sabor, que promove o que há de mais peculiar na nossa rica gastronomia”, salientou Randolfe Rodrigues.

Estiveram presentes no evento o prefeito de Macapá, Clécio Luís, os dirigentes do Sebrae: presidente Mateus Silva, o superintendente Carlos Alvarenga, o diretor de administração e finanças, Valdeir Ribeiro, a diretora técnica Isana Alencar; a presidente da Macapatur, Julie Pereira, secretária de Estado do Turismo, Cíntia do Amaral, empreendedores do Amapá, imprensa e sociedade civil organizada.

12ª edição do Festival Brasil Sabor

A 12ª edição do Festival Brasil Sabor acontece no espaço multiuso do Sebrae. O festival gastronômico ocorre das 18h às 23h e conta com a participação dos melhores restaurantes e chefs de cozinha do Amapá. O evento é realizado pela Abrasel, Sebrae Amapá, com o apoio da Prefeitura de Macapá, por meio do seu Instituto de Turismo (Macapatur) e Governo do Estado.

O Brasil Sabor é realizado no Norte, sul, leste e oeste do país. Sempre com a variedade culinária de nossa nação continental que ano após ano celebra suas raízes e sabores, no maior festival gastronômico do planeta.

Elton Tavares
Assessoria de comunicação do senador Randolfe Rodrigues
Telefone: 096 991474038 (também WhatsApp)

Festival Brasil Sabor apresenta tour gastronômico com o tema ‘Original do Brasil’


Por Denyse Quintas

No período de 30 de junho a 2 de julho, acontece na sede do Sebrae em Macapá, das 18h30 às 23h, a 12ª edição do Festival Gastronômico Brasil Sabor. O evento é uma realização da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Amapá (Abrasel-AP), Sebrae e parceiros, que conta com programações paralelas, entre elas, cultural, cozinha show, oficinas, concursos, premiações e homenagens.

Com o tema ‘Original do Brasil’, o festival promove degustações de pratos inéditos que vão desde a culinária regional à internacional – japonesa, mexicana e italiana, mostras de sobremesas, lanches e alimentação funcional.

De acordo com o coordenador do evento, Sandro Bello, as inovações dos alimentos para o festival em 2017, são produzidos com ingredientes regionais, do doce ao salgado, do quente ao gelado, do lanche à culinária internacional. A proposta da Abrasel é fazer com que o público visitante faça um tour gastronômico e se delicie com as 26 opções de pratos em 13 segmentos gastronômicos”, disse o coordenador do evento, Sandro Bello.

Eventos Paralelos

Nesta 12ª edição, os estandes dos restaurantes são segmentados. O festival realiza a escolha do melhor chef de cozinha no estado, no Concurso Enchefs Amapá, além dos inéditos chef confeiteiro e chef burguer.

O evento conta com uma programação cultural, com artistas locais, entre eles, Clay Luna, Paulo Bastos e Finéas que se apresentam no Palco Tucupi, parceria com o Projeto Botequim/Sesc.

A Cozinha Show, realiza oficinas – mini chefes para crianças, demonstração de uso de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs), e um intercâmbio com chefe de cozinha de carreira internacional, Íngride ABS – coordenadora nacional do Prêmio Dolmã, de Pernambuco; André Barros – Chef de cozinha de Goiania/GO e Kaka Veronese – Chef de cozinha de Piauí/PI.

Na ocasião, a Abrasel homenageia 15 segmentos institucionais que promovem o setor gastronômico no Amapá, entregando um souvenir personalizado.

Brasil Sabor

Norte, sul, leste ou oeste: ingredientes e receitas características de uma nação continental que ano após ano celebra suas raízes e sabores, no maior festival gastronômico do planeta.

Como funciona

A mecânica do Festival é simples e deliciosa. Cada restaurante participante prepara um prato a partir da “comida do lugar”, que é um jeito único de se fazer gastronomia valorizando ingredientes encontrados na própria região.

Empreendimentos

Participam da 12ª edição do Festival Gastronômico Brasil Sabor em Macapá – Vitruviano Gastrobar, Browinie do Joe, Burk Hamburgeria Artesanal, Café Aymoré, Cantinho Baiano Restaurante, Chopp da Vovó, Cris Lanches, Delícia Saudável Bistrô, Doçuras Confeitaria, Dr. Frango, El Mexicano, Eskina do Espeto, Fábrica dos Sonhos, Flora Restaurante, Frango Maromba, II Giardinetto, Katia’s Cestas, Kitanda Café Bistrô, Lamaru Restaurante, Mister Ball, Mr. Urbano Food Truck, Nutriday, Paletelícia, Restaurante Divina Arte, Restaurante Japan, e Rustic Hamburgueria Artesanal.

Informações: Abrasel – Coordenador do Brasil Sabor no Amapá – Sandro Bello (96) 9 8135-7900

Sebrae no Amapá
Unidade de Marketing e Comunicação: (96) 3312-2832
Central de Relacionamento: 0800 570 0800