Emerson Tavares chega aos 40 anos. Feliz aniversário, meu irmão. Te amo!

Chegar aos 40 com estabilidade emocional e financeira, uma bela família, realização profissional e pessoal e, ainda, querido por quase todo mundo, é algo admirável. Meu irmão caçula (e único, mais de um desse naipe seria muita onda, rs) e melhor amigo da vida toda, Emerson Tavares, completa quatro décadas de vida nesta terça-feira (10). Trata-se de um cara PHO – DA, de quem tenho muita sorte e orgulho de ter o mesmo sangue.

Merson é um baita paizão para a nossa pequena Maitê, princesa da família. E marido apaixonado pela Andresa Ferreira. O filho mais novo da Lucinha é um cara e tanto. Mano é um figura alegre, de bem com a vida, a personificação da alegria, bom-humor, sagacidade e atitude. Sobretudo, um homem de bem.

Emerson Tavares é um cara que respeito e escuto. Ele coloca um pouco de ordem no caos. Quando moleque, o mano sempre foi corajoso, atentado , destaque no meio dos outros. A gente aprendeu tudo de bom e de ruim juntos.Tê-lo por perto é certeza de alegria em larga escala e paz no coração. Com o Merson, sou invencível. Juntos, a gente nunca perde, só ganha (ganhamos mais vida, mais momentos memoráveis juntos aos nossos amores).

Acredito que uns 70 ou 80 por cento das coisas lindas e incríveis que fiz na vida foi ao lado do meu irmão. Espirituoso e gente fina, amo tá com ele em qualquer lugar. A gente é companheiro de jornada nessa existência e tenho certeza que de outras antes dessa. É muito amor só pra 40 anos dele e 43 meus.

Já disse e repito: é uma lindeza ver a forma apaixonada como o Emerson vive, o seu amor pela filha, esposa, mamãe, a mim, à vó e aos amigos é um lance diferente e muito foda. Ele é um cara despudoradamente de bem com a vida e de uma energia positiva que irradia.

A gente dá e recebe amor de forma recíproca. Seja dividindo cervejas, pirando num show de rock, torcendo pelo flamengo, amando a Maitê, trocando conselhos e pérolas do cotidiano vivido via whatsapp, vivendo longe, mas sempre juntos. Emerson é meu orgulho, um dos meus maiores amores e meu herói vivo, que torna possível cada desejo para uma vida feliz.

Porra, mano. Tu sabes, cara. Agradeço tudo que já fizestes por mim. O que não foi pouco. Sou muito sortudo pela existência do Merson orbitar a minha e vice-versa. Tomara que esses 40 virem 120 anos. Sempre com saúde, pois falar que fazes sucesso é até redundante. Que tu sigas com essa luz própria que ilumina qualquer ambiente onde estás e esse jeito engraçado e porreta que contagia à todos que te cercam. Te amo demais.

Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Hoje a Cíntia Souza gira a roda da vida. Feliz aniversário, @hccintia !

Meu amigo Fernando Canto escreveu uma vez: “Lembrar também é celebrar. E quando se celebra se rememora, ou seja, se re-memora num tudojunto inebriante, pois o coração aguenta. E ao coração, como sabes , era atribuído o lugar da memória – re-cordis“. Pois é. Lembro de tudo de bom que vivi ao lado de figuras incríveis. Uma delas inicia um novo ciclo neste domingo, 8 de dezembro. Trata-se da cintilante Cíntia Souza.

Cíntia é a mãe amorosa do Hector e Zaion, diretora-proprietária da Agência Crível Comunicação e Cultura, jornalista, especialista em Comunicação e Marketing em Mídias Digitais, cineasta, produtora, radialista, fotógrafa, redatora, editora, cronista, documentarista, roteirista (Ufa! Ela é Phoda mesmo), amante do rock and roll e broda do coração deste gordo, Cíntia Souza.

Já disse e repito: a Cíntia é uma mulher inteligente. Assim como eu, é movida por paixões. Louca por sua família e trampo. É dedicada e caprichosa em tudo que se propõe, sejam trabalhos, desafios ou amores. Ela tem um gênio forte e é safa. A menina manja das malandragens, mas ainda assim consegue ser doce. Adoramos os venenos mais fortes, os papos legais e ilegais. Também trabalhamos em uma mesma equipe há alguns anos.

Minha história com a Cíntia é cheia de encontros, desencontros e furos, não jornalísticos, mas dela comigo e da minha parte para com essa lindona . Nosso lance é amizade e amor, mesmo quando passamos uma temporada longe um do outro. A gente se gosta assim mesmo, de maneira desorganizada e nos entendemos, pois vivemos na vera, com tudo, de rocha!

Ela me lembra uma frase da saudosa Fernanda Young: “Acho sim, que, às vezes, dou trabalho. Mas é como ter um Rolls Royce. Se você não quiser ter que pagar o preço da manutenção, mude para um Passat“. Assim é a Cíntia Souza.

O nosso papo sempre fluiu sobre tudo. Seja atitude, música, artes, cinema, os outros ou agente, sempre com em comunicação entre as ondas cerebrais e o coração, e por aí vai. O que tento dizer neste texto é que a Cíntia é uma daquelas pessoas que faz a diferença. Ela têm algo de especial que é difícil definir.

Cíntia, “tu saaaaabes”. Que tu sigas desse jeito cintilante de ser. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos teus amores. E que tu novo ciclo seja ainda mais produtivo e aprazível. Te amo!

Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Marcelle Nunes incia seu novo ciclo. Feliz aniversário, Celle! – @cellenunes

Todos têm (ou deveriam ter) aqueles amigos ou um só, que sabe tudo de ti. Com quem tu não precisas ser convencional, forçar barra alguma, porque ele tá ali, sempre disposto a te ajudar ou simplesmente não tão simples assim, a te escutar…Tenho a sorte de ter vários. Entre eles, a Marcelle Nunes.

Conheço a Celle há somente oito anos. Mas para mim, são 80. Reafirmo aqui que ela é uma das grandes amigas que tenho na vida. Celle é como eu, pirada, mas “workaholic” (gíria em inglês que significa alguém viciado em trabalho).

Marcelle Nunes é uma filha, irmã e amiga amorosa e dedicada. Uma mulher justa, competente e brilhante. Celle manja de jornalismo, de assessoria de imprensa, de aconselhamento, de acalmar o meu “eltontavarismo-agudo-visceral”. Vira e mexe, se torna a minha psicóloga em consultórios disfarçados de mesas de bar.

Somos capazes de nos divertir em qualquer lugar. Lembro que quando eu morei sozinho, Celle sempre ia ao supermercado comigo. A gente ria muito comprando gordices legais ou rodando horas escutando The Smiths em uma noite do Dia dos Namorados, simplesmente pelo fato de não namorarmos ninguém e decidirmos encher a cara em algum lugar tranquilo (o que foi um desafio e tanto).

A gente conversa todo dia. Alguns bem pouco, noutros muito. Mas nossas noites sempre são intensas, felizes, daqueles encontros que põem a vida em movimento.

Sempre damos boas risadas das nossas vitórias, das nossas derrotas e de nossas muitas (muitas mesmo) merdinhas feitas com sucesso na estrada da vida. Afinal, eu e Celle vivemos valendo! Não estamos aqui nessa existência somente cumprindo expediente.

Eu e Marcelle Nunes temos um caso de amor astral. A gente é brother no sentido literal de irmandade. Quando bate uma tristeza de leve, o antídoto do veneno é uma cerveja com ela. Logo que nos encontramos, a atmosfera já muda pra melhor. E isso, minha gente, não é um exagero.

Ah, a gente gosta nas segundas-feiras, pois não somos todo mundo. Celle é realmente uma personagem cinematográfica na minha existência e sou grato ao criador por isso. A gente bebe até alta madrugada, mas damos conta de trampar cedinho no dia seguinte e sem fazer merda. Outra similaridade nossa é o excesso. A gente gosta de tudo muito. Seja comidas gostosas, cervejas geladas, paixões ou nossos famosos falsos amores.

A menina edita jornal, cobre futebol, faz roteiro, manja de redes sociais, de tudo que é vertente de comunicação. Ah, ela revisou meu livro (que deveria ter sido lançado, mas vai rolar no início de 2020) e também sou grato por isso. Mas, realmente se eu for enumerar tudo que a Celle fez e faz por mim, esse texto de aniversário vira outra coisa.

Já disse e repito que Marcelle é culta, impetuosa, tenaz, safa ( às vezes besta para oportunistas de sua boa vontade), prestativa, leal aos seus e pessoa que muito me honra ter a amizade, pois ela possui uma alma sensível. Paralelo a isso, é doida varrida, amalucada e parceira. Enfim, este registro é um escrito de felicitações, mas também uma grande pavulagem minha, pois estou aqui me gabando de ter um ser dessa grandeza entre os minhas grandes e preciosas amizades.

Claro que às vezes a gente até se chateia um pouco um com o outro. Tudo bem. Eu sei quem ela é. Ela sabe quem sou. Em resumo, se é que dá pra resumi-la, Celle é incrível. Marcelle, que tua vida seja longa (que esses 33 se tornem pelo menos 99, no mínimo), feliz e cheia de realizações. Que tu sigas pisando forte, com essa áurea boa, mente brilhante e humor inabalável. Te amo pra caralho (como dizia Millor: “qual expressão traduz melhor a ideia de intensidade do que “do caralho”?)!

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Sal Lima gira a roda da vida hoje. Feliz aniversário, irmão!

O meu pai saudoso pai dizia que temos que dizer aos que amamos que os amamos sempre. Declarações de amor, amizade, respeito, gratidão ou elogios públicos são importantes para mim. As críticas são muitas e os críticos na mesma proporção. Por isso escrevo felicitações aos meus nos seus respectivos natalícios.

Um dos meus irmãos de vida gira a roda da vida neste sábado (23). Ele é um dos caras mais porretas com quem tive a honra de trabalhar e me tornar amigo, no sentido literal da palavra. Trata-se do marido da Ruth, pai de quatro caras, meio maranhense, meio tocantinense, pescador, boleiro, flamenguista, bicolor, amante de rock and roll e maluco das antigas, Manoel Lima de França, o “Sal”. O cara é uma grande figura humana, sei da sorte de ser amigo dele.

Conheci o Sal em 2010, quando fui trabalhar na Assessoria de Comunicação do Governo do Amapá. Ele fotógrafo experiente e eu um assessor novato na equipe. Aliás, ele é um profissional ético, competente, experiente e franco. Sal possui senso crítico, inteligência, lealdade, sinceridade e honestidade em alta escala. Ele é malandro, mas não pilantra. É gente fina, mas não otário.

Com toda a certeza, Manoel Lima de França não é “Mané”. Logo nos tornamos amigos e depois, irmãos. Sim, é isso que esse doido é pra mim. Um cara justo, prestativo e fiel aos seus como pouquíssimos. Uma figura porreta e um homem de bem.

Já disse e repito: não tenho uma única memória infeliz ou lembrança de marcada do cara para comigo. Pelo contrário. Devo incontáveis favores a ele. Mesmo com a grande lista de desafetos, a minha quantidade de amigos continua extensa e o Sal é um dos mais valorosos.

Sal, mano velho, eu poderia escrever uma porrada de coisas legais sobre você e sobre a nossa amizade, mas o texto não conseguiria expressar tudo. Sabes que te amo. Que tu sigas pisando firme por pelo menos mais 50 anos. Não é qualquer um que completa meia década de vida curtindo a vida como é o nosso modelo (risos).

Que tenhas, pelos menos, mais uns 50 vinte e três de novembro repletos de felicidade, saúde e amor dos teus. Obrigado pela parceria de sempre.

Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário, irmão!

Elton Tavares

Fernandinho Bedran gira a roda da vida hoje (13). Feliz aniversário, irmão!

Gira a roda da vida, nesta quarta-feira (13), o marido apaixonado da Elainy Alfaia (outra que é um lindeza de pessoa), libanês da Cidade Velha, Rosa-Cruz, degustador de heinekens tuíras, presidente da Divisão Internacional da Vida Alheia (D.I.V.A.) no Amapá, recordista intergalático de gentebonisse, mestre em paidéguice boêmia, fabricante e sócio-diretor da PimentArte do Brimo, administrador comercial, fã dos quadrinhos (principalmente de Asterix), amante de boa música, locutor e DJ da Rádio Fuleiragem, ilustre morador de Santana e do Amapá há 22 anos, melhor papo de bar que conheço (onde ele é também meu providencial conselheiro), além de querido irmão de vida, Fernando Bedran.

Conheci Bedran há mais ou menos 20 anos, em uma reunião de amigos. Quando entrei na festa, ele arranhava um violão e cantava Sessão das 10, do Raul Seixas. Foi empatia na hora, pois aquele bicho animava o ambiente, como é de seu feitio. De lá pra cá, fortalecemos a amizade e bebemos juntos (às vezes bem e noutras mal acompanhados) uns dois rios amazonas de cerveja.

O Bedran é um cara ímpar. Sério, não é clichê, pois nunca conheci um figura igual a ele. Trata-se de um cara paid’égua à máxima potência multiplicado ao cubo. Além de sábio, dono de vasta cultura geral e extremamente inteligente, ele é um homem de bem. Fernandinho é daqueles que não falam mal de ninguém. A não ser dos filhos da puta, pois estes ele combate em tempo integral, assim como todos deveríamos fazer.

Longe da larga e comprida esteira dos “Maria vai com as outras”, Bedran é um cidadão tenaz, coerente, instigado, de visão crítica e justa, que promove a reflexão nos que lhe cercam. A gente admira o sacana. Paralelo a isso, é um doidão que não cultiva mágoas ou rancores. Só dispara contra pessoas sórdidas ou hipócritas (só uns 2%, pois nos outros 98 o cara é só alegria).

Já disse e repito: Bedran é uma das pessoas que mais gosto de ter por perto, por conta da energia boa e positividade que o figura irradia. Um figura que usa o hemisfério esquerdo do cérebro para o bem dele e de quem o cerca.

Fernando Bedran não é jornalista, poeta ou escritor por pura falta de vontade, pois ele tem talento, senso crítico, ins-piração e conhecimento demais. Certamente seria caralhento em qualquer uma dessas atividades (ou em todas). Só para vocês terem uma ideia, o Fernando Canto escreveu o conto Mama-Guga (que nomeia seu livro de mesmo nome), realismo fantástico de primeira linha, inspirado em papos com o Fernandinho. Avalie!!

Meio bruxo, meio alquimista, parece que o maluco veio enviado de outra dimensão para disseminar alegria, disparar sacadas geniais, sarcasmo boêmio, ironia fina e pérolas da boa sacanagem (ao som da sua inconfundível gargalhada). Outra coisa que sempre repito é a frase do meu irmão, Emerson Tavares: “Bedran é melhor para tomar cerveja do que tira-gosto de charque”. E é mesmo!

Fernandinho, meu irmão, que tenhas sempre saúde e sucesso. Que Deus siga a iluminar teu caminho no qual sempre segues a luz. Tu és um cara Phoda demais. Te admiro muito. Que tua vida seja longa. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado por motivos de eu estar em Belém, com pouco tempo para o site, mas de coração.

Lúcia Pimentel gira a roda da vida. Feliz aniversário, tia querida!

Além de minha mais que maravilhosa mãe, outra Lúcia habita o coração deste gordo: a Pimentel, minha tia e amiga muito querida. Mãe afetuosa e dedicada da Danielle, esposa e parceira do Pedro Aurélio, irmã apaixonada, advogada, zootecnista, fazendeira, servidora da Caesa, esperançosa torcedora do Clube Náutico Capibaribe, cuidadora de animais (principalmente cavalos), ela é, sobretudo, uma mulher do bem.

Trata-se de uma mulher inteligentíssima, bonita, honesta, trabalhadora, carismática, prestativa, desprovida de frescura, discreta autêntica, bem resolvida, de gênio forte – o que não interfere em sua aura boa, pois ela também consegue ser doce. Sim, a Lúcia é uma pessoa sincera em suas opiniões, daquele jeito franco sem ser grosseiro que a gente adora.

Não lembro de nenhum momento da vida em que a Lúcia me decepcionou ou me aborreceu. Pelo contrário, ela gosta de mim como sou: farrista, desbocado, gordo eteceteras e tals. Quando estou com ela e tio Pedro, aproveitamos o nosso tempo juntos da melhor forma. São sempre risos e conversas porretas. Aliás, gosto de ter os dois por perto.

Na música “Amor pra recomeçar”, do Roberto Frejat, o cantor diz: “eu te desejo muitos amigos, mas que em um você possa confiar”. Na Lúcia eu confio. Mais que isso, a admiro e respeito.

Lúcia, queridona, que tua louca estrada de tijolos amarelos que chamamos de “vida” seja longa e sempre feliz. Que sigas com essa sabedoria invejável, muita saúde, paz e prosperidade. A gente te ama, pois escrevo isso em nome de nossa família, que ficou ainda melhor quando você chegou.

Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Marcinha! – @carmomarcia

Também aniversaria nesta quarta-feira (18), a filha zelosa, tia amorosa, amiga prestativa, melhor fotógrafa com quem já trabalhei, fotojornalista de olhar aguçado, cineasta, publicitária, empresária, trabalhadora e batalhadora, além de broda deste editor, Márcia do Carmo.

Hiper competente, braba e intrépida, Marcinha é uma pessoa pequena, mas de um talento imenso e um coração gigante. Uma mulher honesta e de caráter, coisa que não podemos dizer de muitos. Ela é uma mulher do bem e uma das grandes amigas que fiz nessa profissão.

Minha amizade com Márcia do Carmo foi forjada debaixo de sol e chuva, durante anos de trampo. Já contei aqui e repito que: com ela já fiz viagens malucas em que cobrimos diversos tipos de pautas e em condições adversas. Nós caminhamos na lama, dividimos comida e cervejas pelas estradas e bares do Amapá. Dormimos em carros, barcos e hotéis de qualidade duvidosa. E acreditem, isso são lembranças lindas.

A gente se respeita, se gosta e se ajuda. Sei que posso contar a Marcinha, pois ela já deu provas disso diversas vezes. Essa “retrateira” boçal mora no coração deste gordo e acredito ser recíproco.

Do Carmo, tu sabes o quanto te admiro e respeito. Que tu sigas com saúde sempre e congelando momentos com esse teu feitiço fotográfico. Que a gente ria e beba muito juntos nessa vida, por pelo menos mais uns 50 anos. Tu és foda e considerada.

Obrigado por tudo. Te amo. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Meus parabéns, Ewerton França! – @ewertonfranca

Hoje aniversaria o violinista, jornalista, publicitário, fotógrafo, nerd em tempo integral, relações públicas, crossfiteiro, produtor de rádio, meu fornecedor de séries e filmes, viajante imparável, colega de profissão e querido amigo, Ewerton França. Um dos caras que não tem nada a ver comigo, mas por quem tenho grande respeito, consideração e amizade. Afinal, afinidade nem sempre é sinonimo de brodagem.

França é um cara porreta, prestativo, responsável e boa praça. Um baita cara paid’égua sempre com um sorriso no rosto e uma palavra positiva.

Conheci o Ewerton há oito anos, quando trabalhamos juntos na comunicação do Governo do Amapá. Sempre digo e repito: a gente não anda junto, não saímos pra beber (até porque o brother não curte a cachaça, mas bebo por nós dois e mais uns 10 jornalistas) e não nos falamos frequentemente. Mas nos gostamos.

Sempre que precisei do amigo, ele chegou como o Gandalf ao amanhecer. Foi assim na cobertura de incontáveis eventos, sugestões de títulos, pedidos de fotos, revisão de textos, entre outras tantas demandas jornalísticas.

Digo que além de trabalhar de forma correta, meus amigos ajudam a este gordo. Ewerton é uma dessas pessoas que formam uma grande rede de segurança em volta de mim. Sou grato por isso.

Ewerton, querido amigo, tu és demais consideradão. Tu saaaabes: é nozes sempre. Que tu tenhas saúde e sucesso junto aos teus amores e no você se dispor a fazer.

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Ewerton, precisamos de fotos novas juntos, mano (risos). 

25 anos sem o Ita

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Na esquerda, nos anos 80, Ita comigo e meu irmão Emerson. No centro em Natal (RN), em 1990 e na direita, em 1994.

Convivi com muita gente porreta nessa vida. Entre essas pessoas fantásticas, o sensacional Itacimar costa Simões, o querido “Ita”. Ele era marido da minha tia Tatá, pai da Dayane (duas pessoas com quem tenho pouco convívio hoje em dia, mas sou grato a ambas) e um dos mais valiosos amigos que tive a honra de ter. Hoje completam 25 anos que o Ita embarcou na cauda do cometa e seguiu para outra existência.

Ita morreu em 29 de julho de 1994, vítima em um acidente automobilístico na estrada do Igarapé do Lago, no interior do Amapá. Era período eleitoral. Na época ele era candidato a deputado estadual. Ele foi um cara sempre foi alegre, prestativo, inteligentíssimo, igualmente competente. Além disso, aquele figura foi excelente pai, filho, irmão e marido.

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Zé Penha (meu pai) e Itacimar Simões (meu tio). Eles eram grandes amigos por aqui e devem tomar umas lá no Céu.

Ita era professor de ofício, mas ocupou vários cargos administrativos no Governo do Amapá. Além disso, foi o melhor amigo do meu pai, Zé Penha, que também já fez a passagem. Ainda posso ouvir e ver papai e Ita tomando cerveja, jogando dominó ou somente falando adoráveis sacanagens.

Impossível não lembrar de Itacimar no dia 29 de julho e não sentir saudades dele. Ao Ita, todo ano dedico este texto, minha eterna gratidão e amizade. Saudades, tio. Até a próxima vez!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Anderson “The Clash”!

Hoje gira a roda da vida um grande irmão que tenho nessa jornada, o Anderson Miranda, nosso querido amigo “The Clash”. O cara que aniversaria hoje é gente fina ao extremo, inteligente pra caramba, prestativo e parceiro para horas de lazer e momentos difíceis. O afeto pelo figura é unânime em todas as rodas sociais que ele frequenta. Excelente filho, irmão, tio e amigo, o brother inicia seu novo ciclo nesta festiva terça-feira e eu só desejo coisas boas para a vida dele.

Anderson é o filho mais velho da dona Sabá e do seu Waldemir, gerente da Caixa Econômica Federal, marido da querida Adê, vascaíno e remista sofredor, pescador, tocador de tambor, amante de Rock and Roll, e o ateu mais cristão que conheço, pois pouca gente que convivo faz tanto o bem quanto ele.

Um sujeito com inteligência acima da média, caráter incorruptível, bem humorado e com um coração maior que ele, o Macaco é um figura PHoda. Ele é, sobretudo, um home de bem.

O cara também é companheiro de viagens, botecos e shows de rock, e dos nossos melhores momentos na vida. Também conhecido como “Macaco”, o sacana é um baita cara porreta. Com uma história de batalho formidável, Anderson Miranda é um cara inspirador. Por sorte, conheci esse bicho há mais de 20 anos e tenho o prazer, sorte e orgulho de ter sua amizade há décadas. Aliás, somente eu não, eu e meu irmão, Emerson, que também é irmão dele.

Anderson é realmente um cara com quem posso contar quando a coisa fica feia. Ele já me ajudou incontáveis vezes e por motivos diversos. Sou sempre grato a este grande amigo. Também é um figura contemporizador, boa praça, agradável. É sempre firmeza bater um papo com ele sobre qualquer assunto, desde as nossas bobagens ou conversas sobre política, cultura, entre coisas legais.

Já disse e repito que o Anderson é um mestre em cuidar da própria vida. Sério. Se o cara não te ajudar, ele não te atrapalha. Nem com comentários ou julgamentos quando estás fazendo merda.

Por tudo que Anderson Miranda representa em nossas vidas, reafirmo que o The Clash é PHoda!

Macaco, mano velho, que tu sigas com saúde, essa invejável sabedoria e sucesso junto aos seus amores. “Tu saaaaaabes”, eu e Emerson te amamos, sacana.

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares, mas em relação ao Anderson, também falo pelo Emerson.

Feliz aniversário, Fernando Canto! – @fernando__canto

Sempre, neste vigésimo nono dia de maio, me pergunto: “como vou escrever um texto para o cara mais foda que eu conheço nesse lance de escrita?”. Pois é, hoje um dos mestres da literatura e poesia da Amazônia gira a roda da vida pela 65ª vez. Sim, nesta quarta-feira (29) aniversaria um dos meus heróis da velha arte de redigir crônicas, contos e artigos. Aliás, este dia especial deveria estar marcado no calendário cultural do Amapá, pois Fernando Canto está “de berço”.

Fernando Pimentel Canto é compositor, cantor, músico, jornalista, sociólogo, professor Doutor, poeta, contador de histórias, causos e estórias, contista e cronista brilhante, apreciador e incentivador de arte, sociólogo, imortal da Academia Amapaense de Letras, ícone da cultura amapaense, escritor “imparável”, boemista, marido da Sônia, amante do carnaval, biriteiro considerado, embaixador do Laguinho, mocambo, membro fundador do Grupo Pilão, flamenguista e ex-atacante do Flamenguinho (time do Laguinho dos anos 60, onde segundo ele, o “Bira Burro” foi seu reserva), militante cultural e servidor da Universidade Federal do Amapá, além de grande e querido amigo meu.

Com 17 livros publicados (de crônicas, poesia, contos) ; composições suas e outras com grandes nomes da música amapaense; ensaios teatrais, entre outras incontáveis contribuições para a cultura e resgate histórico do Amapá, além de cargos importantes ao longo de sua carreira, Canto é um ardoroso partidário da causa cultural tucuju. O “Cidadão Amapaense” mais amapaense que a maioria dos que aqui nasceram. Mesmo assim, há quem não lhe dê o devido reconhecimento, mas estes são “otaros” (risos).

O cara é divulgador, incentivador e memória das artes tucujus. Ele é um acervo vivo de nossa identidade cultural. Uma espécie de Forrest Gump e Big Fish (grandes contadores de histórias do cinema) do Laguinho e de Macapá. Poucos atingem essa idade com a marca da genialidade, principalmente acompanhada de simplicidade e paideguice. Assim é o F.C. Ele é o maior escritor vivo do Amapá. Além de tudo isso, é um homem de bem e um cara muito porreta!. Sou fã dessa figuraça e muito me orgulha ser seu amigo.

Mestre Canto, que Deus, Morgan Freeman (ou seja lá o nome do “síndico”) te dê sempre saúde, tardes felizes no Abreu, Loro, Maria ou qualquer outro bar onde tu és sempre bem-quisto e bem-vindo, que curtas seus lindos netos e recebas sempre o amor da Sônia. Que sejas sempre feliz como os periquitos que comem mangas na avenida, com a benção de São José e do Chefe dele. Que tu sejas esse pai, avô e amigo porreta por no mínimo mais 65 maios, “abenetando” ou não.

Meus parabéns pelo teu dia, mano velho. Feliz aniversário, querido Fernando!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Grazi Suzuki! – A amada “Lilo”

“Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos”, disse uma vez o escritor Paulo Sant’Ana. É verdade. Alguns fazem parte de nossa história. Entre os relevantes e que estão na minha lista de brothers “das antigas” está Graziela Suzuki. Hoje é aniversário dela, a nossa amada Lilo.

Sim, é o novo ciclo da professora, Chef, turismóloga, filha da querida Naná, mãe de duas crianças lindas e esposa do Rodrigo, Graziela Suzuki. Chamo-a de “Grazi” ou “Lilo” (por conta da semelhança dela com a menininha da animação “Lilo e Stitch”).

Lilo sempre foi safa e inteligentona. Uma pessoa meiga, educada, bem humorada e muito querida por mim e por uma legião de amigos, além de sua linda família de japoneses negões tucujus.

Um dia ela me disse que se orgulha de mim, do que me tornei. Faço minhas as palavras dela sobre a vida que ela conquistou. Aliás, sempre parafraseio o sábio e querido Fernando Canto para falar de velhos amigos com quem perdi o contato: “do tempo que fomos para sermos o que somos”.

Com Grazi, travei discussões homéricas sobre tudo, sempre com uma bebida e um som legal. Minha histórias com Lilo são recheada de momentos sensacionais e memoráveis. Alguns deles totalmente impublicáveis e hilários. Amo essa mulher e sou feliz em ver que ela zerou o jogo da vida, pois ela está feliz profissionalmente, casou com um cara foda e tiveram pequenos lindos.

Graziela faz parte de minha memória afetiva nisso. Ela foi embora há tempos, morou em muitas cidades e agora reside em São Luiz (MA) com sua linda família. Veio aqui há pouco tempo e graças a Deus, nos vimos, conversamos, rimos e bebemos. Como sempre foi.

Lilo, que teu novo ciclo seja ainda mais porreta. Tenho sorte e orgulho de ser seu amigo. Sigo a torcer por ti, de longe, mas aqui dentro do coração. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

A Legião Urbana somos nós, os fãs! (dois anos e meio depois do primeiro show, banda se apresenta novamente em Macapá)

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Foto: Aog Rocha

Sabem quando você tem certeza de estar vivendo algo único na vida? Foi isso que senti no dia 22 de julho de 2016, no Ceta Ecotel. Dois anos e meio depois do antológico o show “Legião XXX anos”, a da lendária banda Legião Urbana se apresenta em Macapá, no mesmo local (essa é a parte ruim, mas a gente vai assim mesmo). Republico esse texto, pois aquele momento foi um reencontro de velhos e queridos amigos.

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Foto: Aog Rocha

“Porra, os caras estão ali mesmo…Caralho!”, foi o que pensei meio atordoado quando a banda subiu ao palco e começou a tocar. Quando Renato morreu, em 1996, pensei que nunca assistiria um show da Legião. Há um ano, mais um sonho da juventude foi realizado. Talvez um dos mais improváveis de se concretizar. E foi melhor do que eu imaginaria em um sonho bom.

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Foto: Aog Rocha

Dado e Bonfá foram extremante carismáticos, corteses e elogiosos com nossa quente capital. Villa-Lobos e Marcelo deram vida ao espetáculo. Aliás, a Legião Urbana está mais viva do que nunca. Renato Russo deu o ar da graça via vídeo, onde contou sobre a trajetória de sua banda e nos emocionou. E o André Frateschi, hein? O cara é foda mesmo. Sim, foda, pois mostrou atitude. Os músicos de apoio idem.

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Foto: Aog Rocha

Nada tirou o brilho do espetáculo. Nem o calor de sempre no Ceta, a cerveja quente do open bar furado, atendimento precário ou as falhas no som (podiam ter deixado isso para os safadões da vida, com a Legião não, pô). Mesmo assim foi um daqueles momentos únicos na vida e estou muito feliz por ter vivido aquilo.

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Velhos e queridos amigos. Mais de 20 anos de amizade e Legião Urbana!

Sei tudo sobre a Legião Urbana. Todas as letras das canções e curiosidades por trás das músicas. Tive todos os discos (LP’s e CD’s), mas hoje são arquivos de MP3 na memória do computador; Li livros sobre a banda (o meu preferido é o “Conversações com Renato Russo”, recomendo); Assisti uma porrada de documentários sobre o grupo…Enfim, sou fã dos caras a vida toda. Mas nada se comparou ao show.

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Foto: Aog Rocha

Sai de lá cansado, suado, meio rouco e extasiado, com o coração cheio de uma alegria imensurável. O show beirou a perfeição.

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Ficamos realmente suspensos, perdidos no espaço/tempo de nossas emoções e vivências. Cada menino ou menina (de 30 ou 40 e poucos anos) presente no show tem uma história diferente, mas com trilha sonora parecida: Legião Urbana.

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Foto: Geison Castro

Como eu já disse, as músicas da banda mexem com minhas emoções. O show entrou pra galeria de momentos inesquecíveis da minha existência. Foi uma grande carga emocional, repleto de memória afetiva, que resultou em suor no corpo e nos olhos. Sim, chorei ali.

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Com a Rejane Melo e Ligia Pontes. Décadas de amizade e Legião <3

Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar? Pois é, não foi só imaginação. E sim, nós conseguimos vencer, pois Legião Urbana Vence Tudo e nós, os fãs, somos a verdadeira Legião. Quem não foi, perdeu. E fim de papo. Força sempre!

URBANA LEGIO OMNIA VINCIT!

Elton Tavares
Fotos cedidas pelo fotógrafo e amigo Aog Rocha

 

Há 21 anos, morreu meu pai, Zé Penha Tavares (o meu eterno herói)

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Há exatos 21 anos, em uma manhã de segunda-feira cinzenta, no Hospital São Camilo, morreu José Penha Tavares, o meu pai. O meu hepapaiemama (1)rói. Já que “Recordar, do latim Re-cordis, que significa passar pelo coração“, como li em um livro de Eduardo Galeano, passo pelo meu essas memórias.

Filho de João Espíndola Tavares e Perolina Penha Tavares. Nasceu no município de Mazagão, em 1950, de onde veio o casal. Era o primogênito de cinco filhos.

Ele começou a trabalhar aos 14 anos, aos 20 foi morar em Belém (PA), sempre conseguiu administrar diversão e responsa, com alguns vacilos é claro, mas quem não os comete? Na verdade, papai nunca se prendeu ao dinheiro, nunca foi ambicioso. Mas isso não diminui o grande homem que ele foi.

Em 1975, casou-se com minha mãe, Maria Lúcia, com quem teve dois filhos, eu e Emerson. O velho não foi um marido perfeito, era boêmio, motivo que o levou se divorciar de minha mãe, em 1992.

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Papai e mamãe

Após o seu falecimento, li no jornal da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), onde ele trabalhava: “Feliz, brincalhão, sempre educado e querido por todos. Tinha a pavulagem de só querer menina bonita a seu lado, seja em casa ou entre amigos, mas quem se atreve à culpá-lo por este extremo defeito?”.

Zé Penha pode não ter sido um marido exemplar, mas com certeza foi um grande pai. Cansou de fazer “das tripas coração” para os filhos terem uma boa educação, as melhores roupas e os bons brinquedos. Quando nos tornamos adolescentes, nos mostrou que deveríamos viver o lado bom da vida, sacar o melhor das pessoas, dizia que todos temos defeitos e virtudes, mas que devíamos aprender a dividir tais peculiaridades.

papaigoleiroPenha não gostava de se envolver em política. Ele gostava mesmo era de viver, viver tudo ao mesmo tempo. Família, amigos, noitadas, era um “bom vivant” nato. Tinha amigos em todas as classes sociais, a pessoa poderia ser rica ou pobre, inteligente ou idiota, branca ou preto, mulher ou homem, hétero ou homo, não importava, ele tratava os outros com respeito. Aquele cara era extraordinário!

Esportista, foi goleiro amador dos clubes São José e Ypiranga, dos times do Banco da Amazônia (BASA) e Companhia de eletricidade do Amapá (CEA) e tantos outros, das incontáveis peladas.

Atravessamos tempestades juntos, o divórcio, as mortes do Itacimar Simões, seu melhor amigo e do seu pai, João Espíndola, com muito apoio mútuo. Sempre com uma relação de amizade extrema. Ele nos ensinou a valorizar a vida, vivê-la intensamente sem nos preocuparmos com coisas menores a não ser com as pessoas que amamos. Sempre amigo, presente, amoroso, atencioso e brincalhão.Euepapai1995

Com ele aprendi muito sobre cultura, comportamento, filosofia de vida, e aprendi que para ser bom, não era necessário ser religioso. “Se você não pode ajudar, não atrapalhe, não faço mal a ninguém” – Dizia ele.

Acredito que quem vive rápido e intensamente, acaba indo embora cedo. Ele não costumava cuidar muito da própria saúde, o câncer de pulmão (papai era fumante desde os 13 anos) o matou, em poucos meses, da descoberta ao “embarque para Cayenne”, como ele mesmo brincava.

 tumblr_n03jon7LIX1rc8ucwo1_500Serei eternamente grato a todos que ajudaram de alguma forma naqueles dias difíceis, com destaque para Clara Santos, sua namorada, que segurou a onda até o fim. E, é claro, minha família. Sempre que a saudade bate mais forte, eu converso com ele, pois acredito que as pessoas morrem, mas nunca em nossos corações.

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Papai e Emerson

José Penha Tavares foi muito mais de que pai, foi um grande amigo. Nosso amor vem das vidas passadas, atravessou esta e com certeza a próxima. Ele costumava dizer: “Elton, se eu lhe aviso sobre os perigos da vida, é porque já aconteceu comigo ou vi acontecer com alguém”.

Meu mais que maravilhoso irmão, Emerson Tavares, disse: “Papai nos ensinou o segredo da vida: ser gente boa e companheiro com os que nos são caros (família e amigos). Sempre nos espelhamos nele.Para mim é um elogio quando falam que tenho o jeito dele, pois o Zé Penha foi um homem admirável, um verdadeiro ser humano!”.

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Papai (com as mãos nos ombros da Clara, sua namorada), eu (de pé) e meu irmão Emerson (sentado de camisa branca). 1997. Saudade!

Quem já passou por essa vida e não viveu, Pode ser mais, mas sabe menos do que eu”. A frase é do poeta Vinícius de Moraes. Ela define bem o meu pai, que passou rápido e intensamente por essa vida.

eu e papai245Também faço minhas as palavras do escritor Paulo Leminski: “Haja hoje para tanto ontem”. Ao Penha, dedico este texto, minha profunda gratidão e amor eterno. Até a próxima vez, papai!

Obs: Texto republicado todo ano nesta data e assim será enquanto eu sentir saudade. E essa saudade, queridos leitores, nunca passa!

Elton Tavares