Fotógrafo Max Renê gira a roda da vida. Feliz aniversário, amigo! – @max_rene

Com o Max, em 2013.

Sempre digo que o jornalismo me deu muitos amigos. Sim, trouxe inimigos também, mas pra estes eu não ligo. Hoje, uma dessas figuras paid’éguas com quem tive a honra e o prazer de trabalhar, muda de idade. Gira a roda da vida, neste domingo  (3), o excelente fotógrafo, Max Renê Santana.

Talentoso fotojornalista, pai amoroso de dois caras, marido apaixonado, vascaíno sofredor convicto e meu parceiro, Max já me ajudou incontáveis vezes e sou grato por isso. Renê é um figura discreto, trabalhador (cai dentro do trampo como poucos que conheço), sereno, bem humorado, ultra-prestativo, batalhador e muito responsável. Assim como eu, Renê cumpre as missões dadas e gosto de profissionais assim.

Conheci o brother em 2011. Trabalhamos juntos na assessoria de comunicação do Governo do Amapá e construímos uma relação recíproca de brodagem e paideguice.

Com o Max, nas pautas da vida, desde 2011.

O cara é tão bom como fotógrafo institucional , quanto publicitário, pois Renê é um cara que estuda a fotografia. Acompanhei seu crescimento como retratista e o amigo se tornou mestre no ofício de congelar momentos com pixels. Ele é Phoda!

Sempre brinco com Max sobre uma vez que ele quase me matou, mas é uma história impublicável, sobre uma presepada engraçada. A gente sempre ri dessa merda (risos).

Max Renê é, sobretudo, um homem de caráter, companheiro fiel e um cara do bem. Sua amizade é preciosa pra mim. Mesmo que a gente passe tempos sem nos vermos ou nos falarmos, sempre torço pelo sucesso dele. Ah, se alguém falar mal dele, desconfie dessa pessoa, pois esse doido é demais de boa. Quem sabe um dia trabalharemos juntos novamente. Seria mesmo muito porreta!

Com o Max (também na foto o fotógrafo Jorge Júnior e a publicitária Bruna Cereja), no Carnaval 2023.

Uso a citação de outro querido amigo, o experiente jornalista Édi Prado, sobre meu sentimento em relação a pessoas como Max Renê: “a gente não sabe quais os motivos dos nossos encontros nessa vida ou quais os motivos que nos levar a gosta de alguém. Mas acho que o que vale mesmo é o sentimento de carinho e demonstração de amor enquanto estamos vivos. Se o que temos pra lembrar são os momentos e as fotografias“.

Max, velho amigo, que tu sigas ilustrando a escrita da vida com tuas belas fotos, sempre com esse sucesso de espalhar a alegria com as pessoas que divides essa existência. Tu és um cara porreta e eu dou valor no senhor. Que teu novo ciclo seja ainda mais produtivo, rentável e paid’égua. Parabéns pelo teu dia. Saúde e sucesso sempre. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Pedro Aurélio Júnior (DJ J Doppler) gira a roda da vida. Feliz aniversário, primo/irmão! – @P_Aureli0

Eu, Bruna e Pedro, em uma das apresentações dele.

Hoje é o dia do DJ J Doppler, que para mim sempre será o Pedro Aurélio Júnior, meu primo querido, meu irmão caçula e sempre parceiro. Pois é, sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Neste segundo dia de março, o cara gira a roda da vida e chega aos 29 anos. E por isso, lhe rendo homenagens.

Conhecido por muita gente como o talentoso “DJ J Doppler” (que tem se destacado tocando em festas privadas e casas noturnas de Macapá), o nosso Pedrinho é um cara porreta. Sempre digo que eu já era adulto quando ele e Ana (nossa prima de mesma idade dele) chegaram e trouxeram ainda mais alegria pra nossa família. E foi assim mesmo. Amo os dois, que são tão diferentes, mas igualmente importantes para mim.

Nossas primas Jamila, Paula e Ana. E eu e Pedro.

Bacharel em Direito e colaborador da Cunha & Tavares Consultoria, Pedro é DJ (como já dito), são-paulino sofredor persistente, amante de Rock and Roll, música eletrônica, cervejas especiais e também esportista (já foi praticante de artes marciais, jogou bola, tênis e foi corredor de rua, hoje em dia tira a cana do corpo em academias). Ele também é o filho caçula do tio Pedro e namorado da muito querida Bia Ribeiro.

Pedro Júnior é um querido amigo, pois sim, existem parentes que não são amigos. O cara é parceiro pra fazer qualquer tipo de missão chata e também para curtir as coisas boas. A gente segue junto na louca estrada de tijolos amarelos da vida, pirando junto, se ajudando mutuamente e com muito humor ácido e brodagem.

Eu, Bruna, Bia e Pedro

Como DJ J Doppler, ele tem tido notoriedade na cena de música eletrônica amapaense. O artista conquistou espaço, ganhou não apenas o coração do público, mas também os elogios de DJ’s veteranos. E isso não é à toa, pois o moleque se dedica, estuda, corre atrás. Ele dá o seu batalho. E merece se dar muito bem nessa carreira. Faço a minha parte, como seu assessor de comunicação e divulgador 0800 (mas já disse que quando ele estiver rico e famoso, terá que me levar junto, rs).

Mesmo com nossas diferenças de pensamento, comportamento ou algo do tipo, o consideramento e amor são reais. E boto fé que é recíproco.

Com o primo querido.

Pedro, que seu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que a Força esteja com você. Que sigas com essa sabedoria (sei que sabedoria não é o meu ou o teu forte, pois a gente é doido, mas torço né?) e coragem. Que Deus sempre ilumine o teu caminho. Que a gente ainda beba, ria e pire muito juntos. Que tudo que couber no teu conceito de sucesso se realize. E que tu sigas pisando forte e marcando presença ao longo da jornada. Saúde e sucesso sempre. Parabéns pelo teu dia, maninho. Te amo! Feliz aniversário!

Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar” – Machado de Assis.

Elton Tavares

Administrador Edmar Santos gira a roda da vida. Feliz aniversário, “Zeca”!!

Edmar, eu e meu irmão Emerson, em algum piseiro do passado

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Também me gabo de ser um cara de sorte, pois tenho muitos amigos longevos. São pessoas que posso passar tempos sem encontrar, mas se eu precisar, eles não me faltam. Com alguns tenho um laço de afeto, amor e parceira há quase três décadas. Um deles é o Edmar Campos Santos, o nosso querido “Zeca”, que gira a roda da vida pela 50ª vez neste vigésimo sexto dia de fevereiro. Por ser um cara fantástico, rendo homenagens a esse irmão de jornada.

Edmar é administrador socioambiental, servidor público e barbeiro (sim, o brother é multifacetado e virado pra trampar). Mas acredito que os papéis que ele desempenha melhor ainda do que seu lado profissional é o de amoroso pai da Duda, marido da Eva e filho caçula da dona Osvaldina.

Com o Zeca. A gente já aprontou muito nessa vida.

Zeca é meu irmão de coração. Eu e ele já passamos por muita coisa juntos. Sim, a gente aprontou muito nesta vida. Nos conhecemos no Colégio Amapaense, em 1990. Mas nos tornamos parceiros mesmo em 1994, há exatos 30 anos.

O Zeca era um dos caras mais safos da nossa época de Colégio. Parecia sacar de tudo um pouco. Edmar já era politizado pra idade e me abriu os olhos para muita coisa.

Zeca, eu, Helder “DT” e Emerson (meu irmão), em alguma cachaça lá em casa, no final dos anos 90.

Eu e Zeca “gazetávamos” aula e íamos beber no Xodó. Escutávamos todas as histórias que Albino contava, ouvíamos suas músicas antigas, ríamos quando ele cortejava as garotas e fingíamos surpresa a cada vez que ele nos mostrava seu diploma em “couro de carneiro”. Nós adorávamos aquele saudoso coroa. Ele era divertido.

Com o Edmar, comemorei títulos do Flamengo (assistindo juntos, nunca perdemos uma final); dei porrada em babacas (a gente venceu a maioria das lutas de rua em que nos metemos e ele foi certamente o cara com quem mais me arrisquei na vida); curtimos carnavais e festas de Rock e Samba. Já bebemos mais cervejas juntos do que posso contabilizar, já tivemos um bar, já saímos no braço, já discutimos muito e, em várias situações complicadas, nos apoiamos. Nunca enfrentei tantos perigos com outro figura quanto com ele.

Eu, minha namorada Bruna Cereja, Zeca (Edmar), Duda e Eva – A Banda – 21/02/2023

Assim como eu, Zeca é um cara genioso, mas de bom caráter. Ele é um daqueles amigos que sei que posso contar e é recíproco. É bom olhar pra trás e não nos arrependermos de todas as cagadas que nos metemos juntos, pois estamos bem (temos durado, mano).

Edmar também foi um dos amigos que me deu apoio na época da morte de meu pai, em 1998. Zeca é leal, confiável e sempre tem um sorriso no rosto, mesmo nos momentos mais difíceis. Sou muito grato por isso.

Eu e Zeca – A Banda – Julho de 2022

Hoje em dia, o Zeca bebe pouco, está feliz com a família e no trampo. Agradeço a Deus por isso. Nos encontramos uma vez ou outra e é sempre bacana. A gente ri das merdas que já fizemos. Este parabéns público é para mostrar minha consideração, amizade e respeito por ele.

Zeca, mano velho, que sigas sempre tua jornada com saúde e desse jeito: “impávido que nem Muhammad Ali, tranquilo e infalível como Bruce Lee“, como diria Caetano Veloso. Que teu novo ciclo seja ainda mais porreta, com saúde e sucesso. Que tua vida seja longa, no mínimo por mais 50 anos (é um milagre, mas tu te garantiu chegar no meio século, RS). É uma honra ser teu amigo. Parabéns pelo teu dia, irmão. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Maria Conceição Penha Tavares gira a roda da vida. Feliz aniversário, tia. Te amo!

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Neste vigésimo terceiro dia de fevereiro, uma das primeiras pessoas que me amou e uma das grandes amigas que tenho na vida, minha tia, Maria Conceição Penha Tavares, gira a roda da vida pela 72º vez, com saúde e aparência de 50 e poucos invernos amazônicos, graças a Deus!

É difícil falar a respeito de pessoas que, de tanto amor e presença afetiva, fazem parte da nossa construção pessoal. É como tentar descrever um pedaço de nós. Nesse caso, de um lindo pedaço. Tia Maria é a filha mais dedicada de que tenho notícia, irmã preferida do meu pai (que já virou saudades) e foi a filha preferida da Peró e vô João (que também já seguiu para as estrelas). Aliás, para repetir mais uma vez o termo preferência, ela é minha tia predileta e amiga da vida toda.

Tia também foi uma competente bancária durante décadas, é contadora e ex-colaboradora da Cunha & Tavares Consultoria. Ela sempre foi empenhada, muito séria, responsável e dedicada em tudo que se propôs e se propõe a fazer. Com toda certeza, ela é uma mulher extraordinária.

A tia já me ajudou muito na vida. Tento ser um amigo presente na vida dela. Nem sempre consigo, por conta da correria diária, mas juro que tento. Ela foi uma das poucas pessoas que botou fé em mim, ao lado da minha mãe e da mãe dela, Maria Lúcia e Peró, nessa ordem textual e de amor aqui dentro. Afinal, este jornalista era um moleque doido e perdido na vida. Não que hoje eu seja um cidadão exemplar, é que virei um velho que pira muito menos que antes. Sim, ela mora e sempre morou no meu coração.

Maria (Conceição para alguns e Penha para outros) é, sobretudo, a mais completa tradução das palavras: decência, honestidade e dedicação. Tia sempre foi um dos faróis (assim como mamãe e vovó Peró) na tempestade que sou, sempre foi umas das luzes do meu caminho. Aliás, do meu e de muitos. Sorte da nossa família. Azar de quem não reconhece tudo que ela fez por todos.

Minha memória afetiva só dá ela (sempre ela), desde 1976, quando pintei por aqui. São quase 48 anos de amizade e amor. Sou só gratidão por ter essa tia tão querida. Já falei uma vez e vou repetir: se um dia eu for pra minha sobrinha Maitê a metade do tio que Maria foi e é pra mim, a missão estará cumprida com sucesso.

Titia sempre foi uma espécie de mãe, madrinha, amiga, apoiadora, conselheira, parceira, entre outras tantas coisas maravilhosas que essa pessoa sensacional representa na minha existência. A maturidade nos ensina que o bom da vida é o amor. Amar e ser amado é o que importa. E o meu caso de amor com Maria é exatamente assim.

Adoro sua voz alta, energia contagiante e seu grande sorriso. Faço de tudo para estar com ela toda semana. Sua presença em minha vida é um presente inestimável.

Tia, que teu novo ciclo seja ainda mais porreta, iluminado, com paz e muita saúde pra você seguir na jornada. És é um exemplo a ser seguido. Volto a dizer: graças a Deus tenho uma sorte dos diabos da tua existência orbitar a minha. Parabéns pelo teu dia, Maria. Te amo! Feliz aniversário!

“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar” – Machado de Assis.

Elton Tavares

Mestra, produtora e secretária de Cultura do Amapá, Clicia Di Miceli, gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida amiga!

Com a querida Clicia

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Também me gabo de ser amigo de muita gente Phoda! É o caso da Clicia Di Miceli, que é uma broda super querida e uma mulher fantástica. Essa figuraça gira a roda da vida neste vigésimo dia de fevereiro e lhe rendo homenagens, pois ela é uma baita mulher porreta!

Clicia é professora/educadora, produtora cultural e pesquisadora competente, proprietária da Bacabeira Produções, uma das idealizadoras do Banzeiro Brilho-de-Fogo, documentarista e estudiosa da música, e está secretária de Estado da Cultura (aliás, melhor escolha para a pasta não teria). Ela é bem-sucedida em todas essas áreas de atuação. Além disso, é uma pessoa gente fina, de alto astral, de bem com a vida e irradia positividade. Dou muito valor nessa menina.

Eu, Bruna, Enrico e Clicia

Ela também é amorosa com os seus familiares e amigos. Filha da Ana Maria, esposa do Enrico, mãe da Flor, irmã do Clécio (tem outra irmã, mas não sei o nome e fico devendo) e prima/irmã da Mara, outra amiga de muitos anos.

Clicia é uma apoiadora do meu trabalho como jornalista, como escritor (sou grato) e é uma excelente parceira na hora da gente escutar música, beber cerveja/vinho e conversar sobre tudo. E olha que o papo com ela e Enrico, além dos sempre interessantes e inteligentes frequentadores do Jardim da Flor (na casa do casal) é sempre em alto nível e paid’égua demais. Tenho muito “consideramento” por ela e marido (outro cara Phoda) e acredito ser recíproco.

Eu, Yurgel, Mara, Clícia e Enrico. Amigos!!

Já disse e repito: estudei com a Clicia em 1989, na Escola Polivalente Tiradentes. Ela era uma praguinha. Um tanto quanto inquieta, sagaz e eu um moleque abestado e quieto. A gente se dava muito bem.

Trabalhadora, batalhadora, viajante do mundo e dos interiores de nossa terra, investigadora dos mais variados sons e musicalidades, amante da nossa cultura e talentosa demais, Clicia é uma daquelas pessoas que puxa a fila, que inova, movimenta, faz acontecer. Não à toa, tem o respeito e admiração da classe artística do Amapá e de muitos dessa nobre área Brasil afora.

Eu, Bruna, Enrico e Clicia

Como em tudo que se propõe a fazer, ela desempenha um belo trabalho na gerência da cultura do Estado. Seu amor pela arte em todas as suas vertentes norteia sua desenvoltura (ela sempre foi ativista da causa). Aliás, quem manja de sua pesquisa de Mestrado sobre música, sabe que ela é uma verdadeira embaixadora da diversidade cultural amapaense.

Em paralelo à sua competência e seriedade no trabalho, quando tá conosco, a Clicia é amiga de sempre: alegre, de bem com a vida, com uma luz que irradia e um jeito que ecoa paideguice.


Sua paixão pela música do Amapá inspirou e contagiou muita gente nessa caminhada de mais de 40 anos. Sim, a “Branca” do Enrico é PHO – DA, assim mesmo, com PH, silabicamente e em caixa alta.

Em resumo, quem conhece a Clicia sabe que ela é sincera em suas opiniões e atitudes. Uma pessoa de verdade e uma mulher de bem. De tempos em tempos, encontro ela e Enrico. A gente molha a palavra, conversa e ri. É sempre muito bom!

Eu, Bruna, Enrico e Clicia

Clicia, que seu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que a Força esteja com você. Que sigas com essa sabedoria e coragem. Que tudo que couber no teu conceito de sucesso se realize. Que a Força sempre esteja contigo. E que tu sigas pisando forte e fazendo valer durante a jornada. Saúde e sucesso sempre. Tu és uma das pessoas do meu coração. Parabéns pelo teu dia, broda. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Jornalista e escritora/poeta Alcinéa Cavalcante gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida amiga! – @alcinea

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Neste décimo nono dia de fevereiro, a jornalista, professora e escritora/poeta, Alcinéa Cavalcante, gira a roda da vida e lhe rendo homenagens.

Alcinéa Cavalcante é brilhante em tudo que se propõe a fazer. Jornalista, escritora premiada, uma das maiores poetas amapaenses, ativa militante cultural, respeitada blogueira, fotógrafa, numismática, apreciadora da Lua, experiente e perspicaz repórter, imortal da Academia Amapaense de Letras (AAL), amante de carnaval e integrante da Escola de Samba Maracatu da Favela (apaixonada por sua verde & rosa), degustadora de Chandon, mestre em produzir lindos origamis, entre outras muitas coisas porretas que a Néa é.

Mas ela desempenha ainda melhor os papéis de esposa do gentil e gente boa Soeiro, mãe do meu querido amigo Márcio Spot, avó amorosa da Alice, irmã da Alcilene, Alcione, Zoth, entre outros que não conheço, além de amada amiga deste editor.

Há décadas, com sua escrita ímpar, Alcinéa faz arte e comunicação de forma sublime. No compasso suave das palavras tecidas com esmero, sua poesia se entrelaça com a história do Amapá. E seu jornalismo franco, contundente e responsável revelam verdades e colorem os dias neste nosso lugar no mundo.

Néa herdou o talento de seu pai, o lendário Tio Alcy Araújo (um cara que eu queria ter conhecido). Literalmente o toque dela, por onde vai, faz a diferença no mundo. Com seus mágicos origamis, espalhava poesia pela cidade na época do seu Poesia na Boca da Noite. Com ela, a palavra vira poema ou notícia, informação coesa e responsável, pautada pela sua marca pessoal, a credibilidade. Dia a dia vira retrato de uma paisagem antiga, que a gente não quer esquecer.

Seus passos são marcados pelas veredas da cultura e do jornalismo. E ecoam como cânticos de resistência, pois Alcinéa pavimentou o caminho para muitos passarem, como eu.

Adoro quando vou até ela e a gente fica batendo papo no escritório de sua casa, uma mistura de biblioteca e sala de estar aconchegante. Ou quando vamos ao barzinho que fica quase em frente à sua residência, tomar um chopp e molhar a palavra. Quando passo tempos sem ir, ela me ameaça e fala que irei para seu caderninho de ex-amigos. Logo dou um jeito de dar as caras, colocar a conversa em dia e rir bastante em sua companhia.

Ah, Néa sempre nos atualiza, nos ensina e diverte. Para mim, Alcinéa é conselheira, incentivadora, confidente e protetora (sim, ela protege e é extremamente fiel aos seus).

Já escrevi muitos textos sobre a Alcinéa Cavalcante e sempre repito: Néa é um misto de doçura e acidez. Quando jornalista, suas colocações inteligentes, com pontos de vista diferenciados, o leve humor ácido e a abordagem refinada sobre qualquer tema, fascina leitores. Quando poeta, desperta as melhores sensações em quem lê ou escuta seus lindos poemas, pura ternura.

Em resumo, se é que dá pra resumi-la em um texto de felicitações: Nea é uma pessoa sensacional. Uma mulher do bem, mas que combate o mal com força (e ela é forte pra caramba, pensem numa caneta pesada). Não à toa, nós, seus amigos, a amamos. E é impossível ser diferente.

Alcinéa, querida. Parabéns não somente pelo seu dia, mas por ser essa pessoa lindeza que és. Sou grato pelo apoio mútuo e pela amizade que construímos. É uma honra pra mim ser querido por alguém como você . Que teu novo ciclo seja repleto de luz, saúde, harmonia e paz. Que tua vida seja longa. Que sigas alegrando nossas vidas com teus poemas, sacadas, ironia fina e amor. Sou feliz pela tua existência orbitar a minha. Agradeço sempre pelo apoio contínuo e aprendizado. Que sigas, por pelo menos mais uns 100 fevereiros, com essa alegria, energia e força contagiantes.

Parabéns pelo seu dia, Néa. E feliz aniversário, querida amiga!

Elton Tavares (mas tenho certeza que falo também em nome da publicitária Bruna Cereja, minha namorada e também amiga da Néa).

Cerimonialista, jornalista e pastora, Tanha Silva gira a roda da vida. Feliz aniversário, queridona! – @tanhasilva

Com Tanha Silva.

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Neste décimo oitavo dia de fevereiro, a Tanha Silva gira a roda da vida e lhe rendo homenagens, pois trata-se de uma pessoa especial, bondosa e muito porreta.

Ela foi minha chefa, quando gerente de comunicação do Ministério Público do Amapá (MP-AP), instituição que trabalhei na equipe da Ascom. Aliás, Tanha me substituiu nessa função (onde atuei por três anos), em janeiro de 2020 e foi uma líder melhor que eu daquele grupo de profissionais.

Certa vez, ela mesma disse, no natalício de outra amiga: “O dia do nosso aniversário é uma senha entre a terra e os céus, uma data em que estamos mais propícios a receber bênçãos”. Concordo, pois adoro aniversários e tento sempre parabenizar os meus afetos, como a própria dona da frase.

Tanha também é jornalista, mestre de cerimônias, especialista em assessoria de eventos, pastora na Igreja Portas Abertas e empresária no ramo de Cerimonial. Aliás, não conheço melhor cerimonialista que ela.

Tanha Silva, querida amiga, em 2023

Trata-se de uma mulher inteligente, educada, elegante e, sobretudo, do bem. E, ainda, um exemplo de como é ser um (a) cristão(a), de fato. Ah, Tanha é muito dedicada à sua família. É bonito ver o tratamento e ouvir como ela fala amorosamente dos seus afetos.

Antes de trampar com ela, eu a conhecia de vista e de fama, pois sua reputação de gente fina e competente a precede. Tanha Silva me substituiu na gerência da Ascom MP-AP e a vida ficou melhor em todos os sentidos. Ela não somente melhorou o desempenho da equipe, como manteve o grupo unido. Sua fé sempre nos contagiou e seremos sempre gratos pelo produtivo período de convivência.

De acordo com o Tratado sobre Gratidão de São Tomás de Aquino, existem três níveis de gratidão: superficial, intermediário e profundo. O primeiro é o reconhecimento. O segundo do agradecimento, de dar graças a alguém por aquilo que esse alguém fez por nós. E, o terceiro, e mais poderoso, é o do vínculo, é o nível do sentirmos vinculados e comprometidos com essas pessoas.

Agradeço à Tanha no terceiro nível, por tudo que fez por mim em nosso período de intensa convivência. Graças a ela, não pedi demissão na época. Graças a ela, que trouxe paz para o ambiente de trabalho, tudo deu certo, durante os anos de pandemia. Quem sabe toda a história, só elogia essa profissional e sua capacidade de contemporizar.

Com a Tanha, em 2024

Em resumo, Tanha Silva é um ser de luz. Uma mulher admirável e totalmente do bem. Ela sempre foi muito profissional, justa e uma lindeza de pessoa de se conviver. A gente não anda junto fora do trampo, mas gosto demais dela e boto fé que é recíproco.

Querida ex-chefa e amiga, que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua, produtivo, próspero e que tenhas sempre saúde e sucesso junto dos teus amores. Que tua vida seja longa; que sigas com essa sabedoria e fé que lhe é peculiar; que tudo que caiba no teu querer se concretize. Todo o amor dessa vida pra ti. Que essa data se repita por pelo menos mais uns 100 fevereiros.

Tanha, você sempre está no meu coração. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Arquiteta Silvana Sena gira a roda da vida. Feliz aniversário, prima querida!

Silvana, eu e Bruna

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Neste décimo sexto dia de fevereiro, minha muito querida prima, Silvana Sena, gira a roda da vida e lhe rendo homenagens.

Silvana é arquiteta, empresária, fazendeira, já trampou com decoração de festas, entre outras coisas (ela é virada pra trabalhar). Remista convicta, festeira, eterna motorista da rodada e viajante do mundo, essa mulher é minha amiga desde que me entendo por gente. É uma querida com quem dividi muitos momentos porretas de nossas vidas e alimentam minha memória afetiva.

Mas o melhor papel que Silvaninha realiza é de mãe do talentoso Felipe, esposa do caralísticamente gente fina, Adriano e filha dedicada da tia Sanzinha. Ah, ela conta com a ajuda essencial da nossa amiga Cila para essas funções. Todas essas pessoas são do meu coração.

Com Silvaninha, minha prima linda e querida.

Já disse e repito: Silvana é uma daquelas pessoas que posso passar meses sem ver, mas sei que posso contar com ela. Coisas de amor de primo, meio irmão. A gente sempre se deu bem demais. Tenho certeza que nosso amor e “consideramento” é recíproco. Sim, somos amigos a vida toda e isso é raro. Também já disse que ela fica chateada por minha ausência em festejos e reuniões em sua casa, mas ela sabe que o gordo aqui é estranho.

Também volto a dizer que Silvana zerou o jogo da vida. Ela tem uma bela família e é feliz. Além disso, tira onda com o tempo, pois segue tão linda quando quando tinha 20 e poucos anos. Além disso, é sempre gentil, sorridente, bem humorada, prestativa e, sobretudo, uma pessoa do bem. Ah, é é politizada do jeito certo, pois assim como eu, ela é contra o nosso perverso mandatário nacional (sim, é preciso dizer isso sempre que temos oportunidade).

Com Silvana e Adriano, vivi muita coisa bacana e inesquecível aqui em Macapá e em Belém (anos 90). Meu saudoso pai os tinha como irmãos. Eu da mesma forma.

Silvaninha, tenho orgulho de ser seu primo e amigo. Tenho sorte de tua existência orbitar a minha e de ter o mesmo sangue que você. Tu sabes, você está sempre aqui dentro deste meu coração transloucado. Que teu novo ciclo seja ainda mais iluminado, produtivo e que tudo que caiba no teu querer se concretize. Que teu novo ciclo seja ainda mais porreta. Que tu tenhas sempre saúde pra trabalhar, viajar, amar os seus e que ainda partilhemos vários momentos lindos com nossa família. Todo o amor dessa vida pra ti. Meus parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar” – Machado de Assis.

Elton Tavares

Hoje é o dia da Bia Lobato. Feliz aniversário, querida amiga! – @BiancaLobato16

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Quem gira a roda da vida neste quarto dia de fevereiro é a muito querida amiga Bianca Lobato, a “Bia”. Uma figuraça por quem tenho muita admiração, respeito e brodagem.

Bia é a filha da Iolanda, mãe do Kalel e Bento, acadêmica de psicologia (com o curso trancado, mas ela vai voltar), corredora de rua, profissional autônoma e mulher sagaz, de humor ácido e gargalhada gostosa de ouvir.

Já disse e reafirmo: Bianca é uma mulher inteligente, divertida, amorosa, bem humorada, sorridente. Ela ama boa música, animais, livros e cervas geladas. Trata-se de uma excelente mãe, feminista, e uma mulher engajada em causas nobres. Bianca consegue aliar a loucura (a gente precisa pirar de vez em quando pra não pirar de uma vez) e responsa. Gosto de gente assim. Sobretudo, uma mulher do bem.

Também repito: a Bia é malandra, espirituosa, coerente, sensata, irreverente, amiga prestativa. Com toda a certeza, uma daquelas pessoas sem frescura, cheia de paideguice e desprovida de boçalidade. Este texto é somente para reforçar que Bianca Lobato é um baita menina paid’égua e uma broda considerada. Bia, sabes que podes contar comigo.

Ah, vale ressaltar, Bia é politizada do jeito certo, pois estávamos  do lado que derrotou o louco presida nas últimas eleições. Além disso, é uma amiga que sempre salva! 

Bianca, “tu saaabes…”. És consideradona por mim. Torço para que teu novo ciclo seja ainda mais porreta. Que sigas com sabedoria e a coragem que te é peculiar. Que tudo que couber no teu conceito de sucesso se realize. Que a Força esteja contigo. Gosto demais de ti, Bia. Saúde e sucesso, sempre. Parabéns pelo teu dia, broda. Feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração.

Minha mais que maravilhosa mãe, Maria Lúcia, gira a roda da vida pela 70ª vez. Feliz aniversário, amor!

Maria Lúcia, minha mais que maravilhosa mãe, gira a roda da vida pela 70ª vez (com rostinho e astral de quem vive a eterna juventude) neste terceiro dia de fevereiro. Sempre escrevo textos de felicitações para meus afetos, mas para mamãe é sempre mais difícil, pois a maior responsabilidade está sempre nos nossos maiores amores… mas vamos lá. Afinal, nunca fui de economizar em declarações de amor.

Mamãe é um exemplo de perseverança, obstinação e amor que moldou sua jornada. Agradeço sempre a Deus a sorte e honra de ser seu filho. Para mim e Emerson, meu irmão, Lucinha sempre deu tudo que há de melhor nela. É difícil contar toda essa história em um só texto de aniversário.

Mamãe também é vó coruja e amorosa da pequena Maitê, esposa parceira do Enilton, amiga fiel e de quem tem a sorte de ter sua amizade.

Orientadora educacional e professora aposentada, mamãe trabalhou muito, desde bem novinha, para vencer na vida. Ela conseguiu e batalhou muito para dar o melhor para seus filhos, sua mãe e seus irmãos.

Essa senhora de 70 fevereiros, carrega o peso da vida com a graça de quem aprendeu a dançar com o tempo. Maria Lúcia desafiou o destino e esculpiu seu próprio caminho.

Esta mulher, bruta e amorosa ao mesmo tempo, carrega em si a dualidade que permeia a condição humana. Sua teimosia é como um escudo que a protegeu nas batalhas diárias, enquanto sua obstinação foi a chama que a impulsionou a ultrapassar limites. E em meio a tudo isso, seu coração, fiel e vencedor, pulsou com o ritmo da dedicação incansável.

Difícil contabilizar tudo que ela já fez por mim e pelo meu irmão. Aliás, muito mais por mim, seu filho mais velho. A nossa “Lucinha” é uma mulher espetacular e admirável. Ela personifica os amores que tem e realmente faz valer seus dias por cada um de nós.

Mamãe é íntegra, honesta, inteligente, batalhadora e decente. Lucinha sempre foi a luz do meu caminho e o amor que sempre zelou por mim. Ah, ela tem a reza mais forte que conheço e quando tenho problemas, peço suas orações. Sempre sinto que sua oração e bênção são mágicas poderosas e me protegem.

Dela, herdamos atitude e firmeza. Eu e Emerson talvez não fôssemos trabalhadores e todo o resto de coisas legais que nos tornamos, se não fosse por conta da Lucinha. Ela é meu anjo da guarda, minha conselheira e benzedeira, inteligente e sábia. Além de melhor cozinheira do mundo. Ela sempre foi e sempre será minha melhor amiga. Se tem uma coisa de que me orgulho nessa vida, é de ser seu filho.

Em resumo, completa 70 anos neste terceiro dia de fevereiro, minha amiga para todas as horas e a pessoa que mais fez por mim durante meus 47 verões. Mamãe sempre foi meu farol na tempestade, sempre me guiou com sua luz pelo labirinto da existência.

Mãe, que Deus continue a lhe dar saúde. Que os anos se dobrem à sua frente e que tua vida seja longa. Que a senhora siga com essa sabedoria, sexto sentido e alegria (e brabezas) que lhe são peculiares, pois a jornada é seguramente mais porreta porque tenho o seu amor. Nossas existências se cruzaram nesta e espero que assim seja nas próximas vidas. Te amo, Lucinha. Feliz aniversário!

Elton Tavares e Emerson Tavares (pois como irmão mais velho, posso falar pelo Merson).

Professora e cantora Rebecca Braga gira a roda da vida. Feliz aniversário, Bel! (@rebeccabraga)

Eu, Sofia, Bruna e Bem – 2023

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Também sempre me gabo que tenho muitos amigos longevos. Esses companheiros (brothers) de vida com quem mantenho uma relação de amizade e respeito, mesmo a gente com pouco contato. Neste trigésimo primeiro dia de janeiro, uma dessas pessoas gira a roda da vida. Trata-se da Rebecca Braga, a “Bel”.

Conheci a Rebecca nos “tempos de violência e rock n’ roll” da Macapá dos anos 90. Na época, a gente a gente não tinha noção ou planos. Foram tantas doideiras, amanhecidas, diversão, cercadas de boca e tudo ao mesmo tempo.

Filha mais velha do Braga e Filomena, mãe da linda Sofia, esposa do Giancarlo, cantora, compositora, instrumentista, ativista cultural, feminista atuante, cronista, professora de inglês e membro do Duo Musical Malabarista Flor, além de viajante do mundo, Rebecca Braga é uma figura única, diferente e especial.

Já escrevi alguns textos de aniversário para a Rebecca. E muito escrevi sobre suas apresentações em Macapá, que eu sempre tentava comparecer. Às vezes, até resenhava sobre seus shows. Aliás, sempre foram cheios de boas energias e alegria. A “Bel”, como a chamo, sempre foi artista em sua essência.

Com olhar crítico do mundo, Bel é artista e agente cultural. Com personalidade forte, Rebecca é inteligente, safa, malandra, tem atitude e caráter inabalável. Tenho orgulho dela. Foi assim que ela criou a Sofi, que se tornou uma moça linda e sabidona.

Rebecca sempre esteve dentro da cena. Podia ser cover, autoral, ganhando ou cantando de graça. Ela sempre correu atrás, puxou a fila, fez acontecer. Ela nunca parou. Foi servidora pública, deu aula, mas a música sempre transbordou de dentro dela. Aí ela se apaixonou pelo professor universitário Giancarlo Frabetti e foi ser feliz em Belém (PA).

Hoje em dia, Rebecca, que reside em Belém, trabalha na organização “Grupo Mais Unidos”, que implementa os Programas Access Amazon e Access Pantanal, patrocinado pela Embaixada dos Estados Unidos.

Ela atua como professora e Consultora Pedagógica nesses programas. Eles ofertam bolsas de estudo de Língua Inglesa para pessoas da Amazônia Legal e do Pantanal, especialmente pessoas indígenas.

Já disse e repito: Rebecca é talentosona, sábia, dramática, amiga, sarcástica, sensível, depressiva, efusiva, nostálgica, questionadora, perspicaz, defensora e porta voz dos malucos.

Em certos momentos, é invejavelmente politicamente incorreta, pois é capaz de atos transloucados e das mais nobres atitudes, entre outras tantas coisas.

Com Rebecca, em 2023

Não lembro quando eu e Bel nos tornamos irmãos. Tá, a gente brigou muito e ficamos putaços um com o outro em vários momentos, mas eu e Rebecca Braga nos amamos. Já vivemos muitas vidas nesta vida e sabemos que, mesmo distantes, um mora no coração do outro.

Rebecca, “tu saaaaabes, Patinhas…”.Por tudo dito/escrito acima, Bel, desejo que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa garra, coragem e alegria. Que a Força sempre esteja contigo. Que tenhas sempre saúde (muita saúde) e sucesso em sua jornada. Que tudo o que idealizas como felicidade se concretize e que tua vida seja longa. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Jornalista Bernadeth Farias gira a roda da vida. Feliz aniversário, minha irmã!

Com a Berna, em trampo no interior do Amapá

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Neste trigésimo primeiro dia de janeiro, Bernadeth Farias gira a roda da vida.

Fiz muitos amigos no jornalismo (alguns inimigos também, confesso), mas tenho um grupo de afetos entre eles que é só amor. E melhor, amor recíproco. A Berna está entre essas pessoas especiais e valorosas, por quem brigo se preciso, há quase mais de uma década. Pois amo demais essa mulher incrível e por isso lhe rendo homenagens.

Com a Berna, em cobertura jornalística em Macapá

Berna é, há muitos anos, chefe da comunicação do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP). Não à toa, conduz jornalistas, publicitários, designers, fotógrafos e cinegrafistas competentes, pois o grupo é moldado de acordo com seu padrão de qualidade. Há quase um ano, tenho a sorte e honra de integrar sua equipe.

Admiro isso, pois a Berna se garante. Aliás, em várias frentes dentro do jornalismo. Seja como produtora, apresentadora, repórter, redatora, radialista ou fotógrafa. Sempre digo que ela é a melhor entre nós, assessores de comunicação. Tanto pela postura quanto trato, dentro e fora do ambiente de trabalho para com a imprensa do Amapá e Brasil.

Com a Berna, em trampo no interior do Amapá

Com a mesma competência e talento, Bernadeth desempenha os papéis de mãe amorosa do Joab, filha dedicada da dona Maria, irmã prestativa, esposa apaixonada pelo Job e amiga para todas as horas. Eu que o diga, pois ela é para mim uma espécie de conselheira-confidente-irmã.

Aliás, de acordo com o Tratado sobre Gratidão de São Tomás de Aquino, existem três níveis de gratidão: superficial, intermediário e profundo. O primeiro pelo o reconhecimento. O segundo do agradecimento, do dar graças a alguém por aquilo que esse alguém fez por nós. E o terceiro e mais poderoso é o do vínculo, é o nível do sentirmos vinculados e comprometidos com essas pessoas.

Minha gratidão com a Berna é no terceiro nível, pois poucos sabem tudo que ela já fez por mim e serei grato sempre.

Se não fosse muita coisa linda para uma só pessoa, Berna também é poeta, cozinheira, cinéfila, leitora compulsiva, viajante, maior devoradora de camarão no bafo e pipoca que conheço, modelo (estreou nos desfiles em 2019), além de campeã amapaense da categoria “consumo de água mineral” em bares de Macapá (a gente vai para o boteco, enche a cara de cerveja e ela bebe fácil umas 10 garrafinhas de água).

Em resumo, Berna é uma pessoa linda por dentro e por fora, pois possui caráter inabalável, inteligência acima da média e nobres atitudes, qualidades que fazem dela um ser humano admirável.

Berna com os amigos Veridiano, Ivaldo, Alcilene, Bruna e Elton

Com ela, aprendo sempre. E a Berna me melhora não somente como profissional, mas como pessoa. Dizer que ela é PHoda é redundante.

Sou grato pela existência da Bernadeth orbitar a minha e vice-versa. Berna, tu sabes, estás sempre aqui dentro do meu coração. Todo o amor dessa vida pra ti. Saúde e sucesso sempre. Meus parabéns pelo teu dia, querida amiga/irmã. Que essa data se repita, no mínimo, por mais 50 anos. Te amo! Feliz aniversário!

Com a Berna hoje, 31 de janeiro de 2024

Elton Tavares

Alcilene Cavalcante gira a roda da vida. Feliz aniversário, Lene! – @alcileneblog

Com Veridiano, Berna, Ivaldo, Alcilene e Bruna. Almoço/Confra em 2023

Sempre digo aqui que gosto de parabenizar neste site as pessoas por quem nutro amor ou amizade. Afinal, sou melhor com letras do que com declarações faladas. Acredito que manifestações públicas de afeto são importantes. Neste trigésimo dia de janeiro, a muito querida Alcilene Cavalcante, gira a roda da vida e fico feliz pelo seu ano novo particular, pois a Lene é gente fina!

Alcilene é superintendente do Sebrae/AP, administradora, jornalista, blogueira, que pilota seu site homônimo, antigo “Repiquete no Meio do Mundo”, agente cultural & política, incentivadora da gastronomia local, entre outras muitas coisas de sua vida profissional. Aliás, sua competência é comprovada em tudo que se propôs a fazer. Basta ver sua trajetória e resultados. Ela manda bem na administração pública e quanto no jornalismo, política e marketing.

Com a Bruna, Patrícia e Lene – Encontro em 2024

Lene também é a mãe dedicada e amorosa do Ricardo e Gabriel, irmã parceira da Alcinéa, apaixonada e vencedora pirata da batucada, amante de carnaval, ex-assessora técnica do Ministério Público Estadual (MP-AP), ex-colega de trampo e broda-conselheira minha (e de muitos). Já disse e repito, Alcilene é uma pessoa honesta, inteligentíssima, culta, viajada e influente.

Ressalto aqui que devo uma lista corrida de conselhos, ajuda/socorro em momentos complicados e, sobretudo, apoio profissional como jornalista e assessor de comunicação à Alcilene. Devo ainda pelo incentivo que ela deu na minha carreira de escritor. Sou muito grato sempre e isso é preciso ser dito.

Com Cereja e Lene, em 2022

Ah, como gratidão sempre deve ser lembrada, deixo aqui meus agradecimentos públicos a essa mulher. Lene, obrigado pelo apoio ao longo desses quase seis anos que trabalhamos juntos. E também pela ajuda que você me deu nas assessorias que trabalhei. Sou grato por tudo, mesmo!

“Quem trabalha com comunicação já teve como inspiração a Alcilene. E se teve algum momento de troca, pegar conselhos etc., você é uma pessoa de sorte! Eu costumo dizer que ela é o tipo verdadeiro de influenciadora, não à toa quem lembra da marca Chandon, aqui no Amapá, lembra da Alcilene! Então nada mais justo que um brinde com essa deliciosa bebida e desejar cada vez mais sucesso e brilho pra Alcilene Cavalcante“, disse a publicitária Bruna Cereja, também amiga da Lene e minha namorada.

Em resumo, se é que dá pra resumi-la, Alcilene Cavalcante é uma pessoa com energia contagiante e um grande coração. A personificação de força, determinação, empatia, firmeza, generosidade, senso de humor, lealdade entre outras paideguices/virtudes que lhe são peculiares.

Alcilene, que teu novo ciclo seja ainda mais feliz, produtivo e iluminado. Que sigas pisando firme e de cabeça erguida em busca dos teus objetivos e que tudo que couber no seu conceito de sucesso se realize. Que a Força sempre esteja contigo. E que tua vida seja longa, repleta de momentos porretas. Parabéns pelo seu dia, Lene. Feliz aniversário!

Elton Tavares (e Bruna Cereja). 

Há 28 anos, morreu João Espíndola Tavares, meu amado avô

Acervo familiar.

Há exatos 28 anos, em 7 de janeiro de 1996, por volta das 18h30 de um domingo, morreu, aos 69 anos, João Espíndola Tavares, meu avô paterno. Ele foi vítima de um acidente automobilístico, na zona Sul de Macapá. Espíndola, como era conhecido em Macapá, foi delegado, diretor da Penitenciária Agrícola do Estado (hoje Iapen), entre tantos outros cargos públicos. Um pioneiro da capital amapaense.

Ele nasceu em 27 de janeiro de 1927, na Região do Alto Maracá, no Sítio Bom Jesus, uma região de difícil acesso, no município de Mazagão.

Vovô também foi prefeito de Mazagão, onde se casou com a minha amada avó, Perolina Penha Tavares. Lá nasceram o meu pai, José Penha Tavares e meus tios, Maria Conceição Penha Tavares e Pedro Aurélio Penha Tavares. João era um visionário doméstico, pois resolveu vir morar na capital para que os filhos tivessem acesso à educação.

Já em Macapá, nasceram os filhos Maria do Socorro Penha Tavares e Paulo Roberto Penha Tavares. Com força de vontade e determinação, Espíndola também conseguiu sorver conhecimento e concluiu o segundo grau (hoje ensino médio) na Escola Gabriel Almeida Café.

Eu, com vó e vô. Gratidão! – Mazagão (AP) – 1978

Além do sucesso no campo profissional e pessoal, João Espíndola foi um estudioso da filosofia maçônica. Vovô atingiu o ponto alto da nobre ordem, o “Grau 33”. Ele foi muito respeitado pelos membros da augusta arte real. Vovô foi um dos amapaenses presos injustamente, durante o golpe militar de 1964, mas provou sua inocência com altivez e retomou sua gloriosa vida.

Reportagem bacana de 1997, por Bellarmino Paraense de Barros, sobre o meu avô – Acervo familiar.

Meu avô foi um grande cara. Com a ajuda fundamental da vó Peró, formou uma família íntegra da qual tenho a honra de pertencer. Sou tão fascinado pela trajetória de meu avô, que o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de jornalismo foi sobre sua história.

Cerca de 500 pessoas foram ao seu funeral, dentre elas, secretários de Governo, políticos, empresários e cidadãos comuns, pois apesar de frequentar a alta roda da sociedade amapaense, Espíndola não tinha comportamento elitista, era amigo de “peões” e “doutores”, tratando-os da mesma maneira.

No dia de sua morte, em nota, a Maçonaria divulgou: “Durante sua estada entre nós, João Espíndola Tavares sempre foi ativo colaborador e possuidor de um elevado amor fraterno”. E foi mesmo.

Meus avós nos anos 90. Vó Peró e vô João. Orgulho de descender deles.

Ter saudade é um privilégio, pois se sentimos falta de alguém ou de uma época, é porque foi bom. Sempre teremos saudades do nosso “Juca”, que foi (ou voltou) para as estrelas, mas nos ensinou o caminho do bem, lições de amor, sabedoria (que talvez um dia eu aprenda), honestidade e humanidade por ele deixadas, entre milhares de felizes lembranças são nossa herança eterna.

Valeu pelo exemplo e pela família, vô João. Até a próxima vez!

Elton Tavares

*Texto republicado e assim será enquanto sentirmos saudades. Ou seja, para sempre!