Há 25 anos, morreu João Espíndola Tavares, meu amado avô

Acervo familiar.

Há exatos 25 anos, em 7 de janeiro de 1996, por volta das 18h30 de um domingo, morreu, aos 69 anos, João Espíndola Tavares, meu avô paterno. Ele foi vítima de um acidente automobilístico, na zona Sul de Macapá. Espíndola, como era conhecido em Macapá, foi delegado, diretor da Penitenciária Agrícola do Estado (hoje Iapen), entre tantos outros cargos públicos. Um pioneiro da capital amapaense.

Ele nasceu em 27 de janeiro de 1927, na Região do Alto Maracá, no Sítio Bom Jesus, uma região de difícil acesso, no município de Mazagão.

Vovô também foi prefeito de Mazagão, onde se casou com a minha amada avó, Perolina Penha Tavares. Lá nasceram o meu pai, José Penha Tavares e meus tios, Maria Conceição Penha Tavares e Pedro Aurélio Penha Tavares. João era um visionário doméstico, pois resolveu vir morar na capital para que os filhos tivessem acesso à educação.

Já em Macapá, nasceram os filhos Maria do Socorro Penha Tavares e Paulo Roberto Penha Tavares. Com força de vontade e determinação, Espíndola também conseguiu sorver conhecimento e concluiu o segundo grau (hoje ensino médio) na Escola Gabriel Almeida Café.

Eu, com vó e vô. Gratidão! – Mazagão (AP) – 1978

Além do sucesso no campo profissional e pessoal, João Espíndola foi um estudioso da filosofia maçônica. Vovô atingiu o ponto alto da nobre ordem, o “Grau 33”. Ele foi muito respeitado pelos membros da augusta arte real. Vovô foi um dos amapaenses presos injustamente, durante o golpe militar de 1964, mas provou sua inocência com altivez e retomou sua gloriosa vida.

Reportagem bacana de 1997, por Bellarmino Paraense de Barros, sobre o meu avô – Acervo familiar.

Meu avô foi um grande cara. Com a ajuda fundamental da vó Peró, formou uma família íntegra da qual tenho a honra de pertencer. Sou tão fascinado pela trajetória de meu avô, que o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de jornalismo foi sobre sua história.

Cerca de 500 pessoas foram ao seu funeral, dentre elas, secretários de Governo, políticos, empresários e cidadãos comuns, pois apesar de frequentar a alta roda da sociedade amapaense, Espíndola não tinha comportamento elitista, era amigo de “peões” e “doutores”, tratando-os da mesma maneira.

No dia de sua morte, em nota, a Maçonaria divulgou: “Durante sua estada entre nós, João Espíndola Tavares sempre foi ativo colaborador e possuidor de um elevado amor fraterno”. E foi mesmo.

Meus avós nos anos 90. Vó Peró e vô João. Orgulho de descender deles.

“A retidão e firmeza dos meus atos são embasados nos ensinamentos que o nosso “JUCA” repassou a nós durante toda sua vida quando de nossa educação e formação de caráter. Honrarei sempre nosso nome e nossa família” – Pedro Aurélio Penha Tavares (meu tio disse tudo aí).

Ter saudade é um privilégio, pois se sentimos falta de alguém ou de uma época, é porque foi bom. Sempre teremos saudades do nosso “Juca”, que foi (ou voltou) para as estrelas, mas nos ensinou o caminho do bem, lições de amor, sabedoria (que talvez um dia eu aprenda), honestidade e humanidade por ele deixadas, entre milhares de felizes lembranças são nossa herança eterna.

Valeu pelo exemplo e pela família, vô João. Até a próxima vez!

Elton Tavares

*Texto republicado e assim será enquanto sentirmos saudades. Ou seja, para sempre!

Dayane Simões gira a roda da vida. Feliz aniversário, prima. Te amo!

Dayane Simões, mestra e doutoranda em nutrição, professora universitária, filha dedicada da Tatá e do saudoso Ita,  viajante do mundo, amante de animais, humornegrista, boa de briga, tia e madrinha do Luís, comadre e inseparável da Neo e minha muito amada prima, gira a roda da vida neste sexto dia do ano. Como hoje também é o Dia da Gratidão e Dia de Reis, aproveito para agradecer pela vida dessa preta linda, que é também rainha de tretas (risos).

Eu e Dayane somos amigos a vida toda, com alguns intervalos estranhos, por conta de nossos gênios ruins. Mas eu a amo e sei que é recíproco. A gente não vive sempre junto fisicamente, mas com certeza, sempre estamos nos corações um do outro.

Sou muito grato pelo amor, amizade, parceria e afeto de uma preta lindona que completa mais um ano de vida nesta abençoada data. Temperamental como poucos que conheço, amorosa (do seu jeito), inteligente, resolvida, prática, trabalhadora (muito trabalhadora), prestativa, honesta, brincalhona, afetuosa, super qualificada e competente, Dayane é uma mulher linda e do bem. Só não mexam com ela, pois aí o negócio fica feio (mais risos).

Já disse e repito: Day faz parte das minhas memórias felizes. E bote memória afetiva aí! Tivemos uma infância linda, graças a Deus! Momentos guardados na cabeça e no coração. Mas também aprontamos muito nos últimos anos. Risos e alegrias com amigos ou só nós dois, é a nossa especialidade. Amo a Dayane. Mesmo me abandonando aqui, com o perdão do gerúndio, para morar e estudar no sul do Brasil. Amo seu jeito à bruta, sua praticidade, sua forma de resolver as coisas e sua sinceridade.

Outra coisa que é preciso dizer novamente. A gente não escolhe parentes. Escolhe amigos. E quando você tem amizade por alguém do que possui o mesmo sangue que você, é uma benção. Infelizmente isso é mais incomum do que se imagina.

Dayane, tô feliz hoje pela tua saúde, pelo teu sucesso e pelo retorno do contato contigo. Tu me fazes muita falta, preta.  Fico feliz da sua existência orbitar a minha.

Que tu tenhas sempre saúde, grana, viagens inesquecíveis e tudo mais que couber no teu conceito de felicidade. Que teu novo ciclo seja ainda mais iluminado. Todo amor pra ti sempre. Meus parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Perolina Penha Tavares gira a roda da vida pela 94ª vez. Feliz aniversário, vovó!

Perolina Penha Tavares, a minha mais que maravilhosa avó paterna, gira a roda da vida pela 94ª vez. Todos os anos, desde que me tornei jornalista e criei este site, tento escrever algo que demonstre, pelo menos um pouco, do tanto de amor que sinto por essa linda, educada e elegante senhora, a nonagenária mais linda do mundo e um dos grandes amores de minha vida. Não é fácil, mas tento. Vamos lá.

Como em outros anos, começo este texto sem saber o que escrever. Não dá pra formatar em palavras o que sinto pela minha avó e tudo que ela fez por mim. Quem me conhece sabe do amor e laço que tenho com minha família. Desde que pintei aqui, em setembro de 1976, a Peró, que ia completar 50 invernos, me pegou no colo e andamos de mãos dadas pela vida por todo esses 44 anos. Devo tanto a ela, é difícil mensurar. Sempre me gabo que sou seu neto preferido (apesar de a Ana Paula, minha amada prima, emparelhar forte comigo) e temos uma sintonia mágica.

Sou o mais velho entre nove netos e três bisnetos da Peró. Tento ser presente, atencioso e dar um pouquinho do amor que recebi ao longo de minha vida. Nem sempre consigo, pois por conta do trabalho e das minhas loucuras, me tornei um pouco mais ausente da casa da vó na última década.

Porém, isso em nada diminuiu o nosso recíproco laço amoroso. Ela e tia Maria – outro de meus grandes amores e a melhor filha que alguém pode ter neste mundo – sabem que, quando é preciso, estou lá, junto, pra qualquer coisa. É uma baita sorte se você tem muitos amigos dentro da sua família.

Natural do Mazagão, mas paraense na carteira de identidade (época de Grão-Pará), vovó e João Espíndola Tavares (Juca), seu marido e meu saudoso avô, são pioneiros desta cidade no meio do mundo e nosso lugar no universo. Aqui criou seus  cinco filhos. Batalhou junto com o Juca e tiveram uma vida feliz, o que me recordou o ‘Veni, vidi, vici’, como disse Júlio César.

Vovô e Zé Penha (papai) partiram. A Peró manteve a família unida em torno dela. Sim, ela é o esteio, a estrela guia, o nosso núcleo de amor. Quem teve o prazer de ter um pouco de sua companhia sabe que vovó é uma pessoa sensacional, sábia, ponderada, discreta e bem humorada. Há muita força em toda sua delicada forma de existir. Se “O inferno verdadeiro é a vida que deu errado” – Albert Lewis (Cuba Gooding Jr.), no filme “Amor Além da Vida”, o certo é que o avesso disso é minha Peró, pois a vovó deu e dá certo!

Já disse e repito: Perolina Penha Tavares pintou sua sua trajetória primeiramente com as cores que pôde e depois com as tintas que quis. E fez um belo trabalho. Dignidade e elegância são sinônimos para nossa rainha. Eu queria saber escrever música e tocar violão. Certamente teria composto várias canções de amor para ela.

Sempre recebi da Peró o máximo de amor. Horas em forma de uma comida especial, noutras num carinho, conselho, presente, ralho, orações, defesas (falem mal deste cara aqui pra ela e verão a confusão), entre outras tantas lindas manifestações. Sou absurdamente grato e incalculavelmente louco por ela.

Outra coisa que falei/escrevi no texto de 2019, foi: das poucas coisas que faço direito, uma delas é amá-la.  O homem que a Peró ajudou a formar o caráter, agradece por tudo dito/escrito aí em cima e muito mais que não cabe em somente um texto de aniversário. Quando eu fizer 50, ela fará 100 dezembros. E ainda caminharemos juntos pelo tempo, com o amor de sempre e nosso raro elo.

Sim, a Peró completa 94 anos, lúcida e profundamente amada por nós. Que sorte a nossa, seus filhos e netos, que podemos dar e receber todo esse amor, nessa força criada por ela. Toda honra e toda glória para nossa Pérola Negra!

Vovó, mais tarde irei ter dar um beijo. Sou só gratidão a ti e a Deus por ser teu neto, o que é uma honra. Amo-te! Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares (mas também em nome de José Penha Tavares e Emerson Tavares).

Hoje Lorena Queiroz gira a roda da vida. Feliz aniversário, Loloca! – @LorenaadvLorena

Gira a roda da vida neste décimo oitavo dia de dezembro,  a mãe das lindas Marina e Olívia, esposa do Rodrigo Petrocchi, advogada, amante de MPB, Rock and Roll e Reggae, maior fã de Bukowski que conheço, apreciadora de cinema, literatura (devoradora insaciável de livros) e cervejas tuíras, bons vinhos, entre outros adoráveis venenos que amamos, Lorena Queiroz. Além de minha prima e colaboradora deste site com suas instigantes resenhas literárias, Loloca é uma amiga que tenho a vida toda. Ela sempre tá lá, nas minhas melhores memórias e dentro do meu coração.

Bom, minha vida se divide em momentos leves e outros rock’n’roll. Lorena sabe tudo de todas essas etapas da minha marcha louca (assim como eu sei da dela) que chamamos de vida. Juntos, rimos e choramos. Dividimos emoções e lembranças de muitas noites, dias, sempre com uns goles e tragos. Coisas do passado. Afinal, quando se é jovem, dá pra levar essa vida de Charles Bukowski, apesar desse escritor ter conseguido essa proeza de endoidar até virar o “velho safado”.

Linda e safa desde gitinha (não que ela tenha crescido muito), Loloca sempre foi malaca, pois sacava a malandragem no ar. Uma mulher muito inteligente, bem resolvida e sarcástica. Bem humorada, tem o habito de disparar  colocações inteligentes e viscerais temperadas com seu humor negro e ácido. Ela sempre foi irreverente e diferente. Sempre foi especial.

Loloca e sua família lindeza

Doutora Lorena é uma advogada competente, mas para mim, além de prima-irmã-amiga, o papel que ela exerce na plenitude é o de mãe das duas lindezas. Quem diria que ela, que sempre foi PHO – DA (Assim mesmo, com PH, silabicamente e em caixa alta) em tudo, também se tornaria uma baita mãe. Tenho orgulho da Loloca.

Vez ou outra, a gente abre o sarcófago dos neurônios sobreviventes e ainda com  lucidez e mostramos um ao outro, nossos textos (ela escreve bem pra porra). É sempre firmeza, pois estabiliza as saudades e a turbulência dos nossos espíritos e cabeças barulhentas.

Já disse e repito, com Lorena Queiroz vivi muitas vidas nesta vida. Sinto saudades sempre. Claro que hoje em dia somos pessoas diferentes, graças a Deus, pois só assim para sobrevivermos aos nossos memoráveis desatinos de boemia. Sinto falta da convivência constante, dos papos legais e ilegais, até do estranho tremer dos olhos castanhos. Loloca é um daqueles afetos para sempre.

Como ela mesma descreveu: “a gente tem uma relação que poucas pessoas vão entender porque só a gente sabe a profundidade do nosso passado e da nossas dores. Das alegrias e tristezas que passamos e nos amparamos”. É isso!

Lorena, por tudo isso e muito mais – totalmente impublicável, que seu novo ciclo da vida seja ainda mais iluminado, produtivo e rentável. Que sigas com essa garra, sabedoria, coragem e talento em tudo que te propões a fazer, com doses exageradas de equilíbrio e sabedoria. Que a Força sempre esteja contigo. Saúde e sucesso, prima.

Te amo pra caralho. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Adelina Belém gira a roda da vida. Feliz aniversário, Adê!!

Quem lê este site, sabe: gosto de parabenizar amigos em seus natalícios, pois declarações públicas de amor, amizade e carinho são importantes pra mim. Neste décimo oitavo dia de dezembro, Adelina Belém gira a roda da vida. Estou feliz pelo seu natalício e rendo-lhe homenagens.

Sem medo de errar, digo-vos que Adê Belém é uma das melhores pessoas que conheço na vida. É uma honra ser amigo há quase duas décadas. Como sempre diz o Patrick Bitencourt, amigo dela que também é meu irmão: “a menina mais elegante que conheço”. Verdade!

Servidora da Embrapa-AP, bibliotecária, paraense torcedora do Paysandu, esposa do Anderson Miranda (nosso irmão “The Clash”), cristã fervorosa que alia a fé à prática do bem, companheira de viagens inesquecíveis, Adê é mais que uma amiga. É uma irmã na vida.

Adê é honesta, estudiosa, trabalhadora e persistente. Ela tem o respeito e admiração dos colegas de trabalho, da família e dos amigos. Aliás, nós não nos tornamos amigos da Adê. A gente simplesmente se apaixona por ela.

Já disse e repito: Adê sempre foi uma confidente, excelente conselheira e ouvinte. Um verdadeiro anjo sem asas, mas que voa alto quando dança, quando ri, quando faz rir, quando nos orienta, nos acalma, quando derrama sua calma e sensatez sobre nossa maluquês crônica. Todas as vezes que perambulo pelo passado, ela tá lá, nas minhas melhores memórias.

Sou muito feliz por minha existência orbitar a de Adê. Graças aos raros encontros da vida, ela é uma pessoa com quem posso contar sempre. E é recíproco!

Ontem mesmo falei com ela. Conversamos sobre os perigos desses tempos e a tristeza que 2020 nos impôs. Ela disse que se preocupa comigo. É recíproco, pois Adê e Anderson são amigos do núcleo do meu coração. E mesmo com esse ano tenebroso, hoje é dia de alegria pelo niver dessa querida.

Adê, tu sabes. Mesmo quando estamos longe fisicamente, você está sempre aqui dentro deste coração transloucado. Que teu novo ciclo seja ainda mais iluminado, produtivo e que tudo que caiba no teu querer se concretize. A gente te ama, de verdade (pois eu falo em nome desse bando de moleques velhos e doidos que te cercam, em nossas memoráveis reuniões de amigos). Todo o amor dessa vida pra ti. Meus parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Emerson Tavares gira a roda da vida pela 41ª vez. Feliz aniversário, meu irmão. Te amo!

Eu tinha três anos e alguns meses. O mundo era novo em tudo e era difícil aprender e enfrentar sozinho. Aí o Emerson chegou e tudo foi melhor e mais feliz. Hoje, o meu irmão caçula gira a roda da vida pela 41ª vez e, desde a sua chegada até este décimo dia de dezembro de 2020, ele é o meu melhor amigo. Rendo a ele todas as homenagens.

Todas mesmo. Além de ser um ser humano de sucesso, há tempos, ele é um empresário bem sucedido e profissional competente. Pudera, Merson nunca foi só mais um.  Emerson é um  paizão para a nossa pequena Maitê, princesa da família. E marido apaixonado pela Andresa. O filho mais novo da Lucinha, meu irmão, é um cara e tanto. Mano é um figura alegre, de bem com a vida, a personificação da alegria, bom-humor, sagacidade e atitude. Trata-se de um cara PHO – DA, de quem tenho muita sorte e orgulho de ter o mesmo sangue. Não há quem diga dele coisa diferente.

Emerson Tavares é um cara que respeito, admiro e escuto. Com calma quase hipnótica, ele resolve a turbulência do meu espírito e coloca um pouco de ordem no caos.

A gente aprendeu tudo de bom e de ruim juntos.Tê-lo por perto é certeza de alegria em larga escala e paz no coração. Com o Merson, sou invencível. Juntos, a gente nunca perde, só ganha (Sempre mais vida e momentos memoráveis junto aos nossos amores).

Mano é um otimista de plantão. Ele exala otimismo. Acho que é por conta disso que o Universo conspira a seu favor, graças a Deus.

Acredito que uns 70 ou 80 por cento das coisas lindas e incríveis que fiz na vida foi ao lado do meu irmão. Espirituoso e gente fina, amo tá com ele em qualquer lugar. A gente é companheiro de jornada nessa existência e tenho certeza que de outras antes dessa. É muito amor pra só 41 anos dele e 44 meus.

O cara é um maluco suave e um figura que é uma delícia de conviver. Ao mesmo tempo, é uma força da natureza que produz  muitas vitórias, poucas derrotas,  incontáveis virtudes e alguns pecados. Emerson Tavares leva a vida de acordo com as suas regras, mas com leveza, emoção, tesão, humor e, sobretudo, amor pela família, pelos amigos, pelos seus times do coração.

Já disse e repito: é uma lindeza ver a forma apaixonada como o Emerson vive, o seu amor pela filha, esposa, mamãe, por mim, vó e amigos, é um lance diferente e muito foda. Ele é um cara despudoradamente de bem com a vida e de uma energia positiva que irradia.

Com o mano, venço obstáculos, resolvo problemas,  tomo porres homéricos em bares que nem sonhávamos ir quando mais jovens. Com ele e por ele, vou até o fim de mundo, caso seja necessário. Pois é, entre nós existe uma fortíssima reciprocidade e amor mútuo.

É muito porreta tá com ele. Seja nas longas conversas sérias ou papos galas secas; dividindo cervejas, pirando num show de rock, torcendo pelo flamengo, amando a Maitê, trocando conselhos e pérolas do cotidiano vivido via whatsapp. Vivemos longe, mas sempre juntos, pois para nós, “longe é um lugar que não existe”.

É como disse Guimarães Rosa: “ viver é muito perigoso”. Mas, porque o Emerson existe, é mais fácil de caminhar pela louca e longa estrada de tijolos amarelos, que chamamos de vida. O cara deixa a jornada muito mais porreta. A gente tá nessa junto. Às vezes loucaços, mas juntos sempre. Emerson é meu orgulho, um dos meus maiores amores e meu herói vivo, que torna possível uma vida realmente feliz.

Merson, tu sabes que eu faço qualquer coisa por ti e sou muito grato por tudo que já fizestes e fazes por mim. Sou muito sortudo pela tua existência  orbitar a minha e vice-versa. Que tua vida, meu irmão, seja longa, com mais sucesso.  Que tu sigas com essa luz própria, que ilumina qualquer ambiente onde estás, e esse jeito engraçado e porreta que contagia todos que te cercam. Tu és o cara mais PHODA do meu mundo. Te amo demais.

Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Marcelle Nunes gira a roda da vida. Feliz aniversário, Celle! – @cellenunes

Quem gira a roda da vida neste quinto dia de dezembro é a competente jornalista, assessora de comunicação e muito querida amiga deste editor, Marcelle Nunes. Mesmo neste 2020 atribulado e cheio de coisas ruins, é uma data feliz, pois a Celle renova seu ciclo nesta vida em que dividimos muitas alegrias, há quase uma década. E por isso,  lhe rendo homenagens.

Marcelle Nunes é muito dedicada à sua família; é uma filha, irmã, sobrinha e amiga zelosa, fiel e amorosa. Também uma mulher justa, competente e brilhante. A menina escreve, fotografa, filma, edita, cobre futebol, faz roteiro, manja de redes sociais, sabe tudo dos bastidores e se garante em todas as frentes dessa nossa maluca profissão. Enfim, aí conhece de jornalismo, de assessoria de imprensa e estratégias de trampo.

Marcelle é culta, corajosa, tenaz, safa (às vezes besta para oportunistas de sua boa vontade), prestativa, leal aos seus e pessoa que muito me honra ter a amizade, pois ela possui uma alma sensível. Paralelo a isso, é doida varrida, amalucada e parceira.

Todos deveriam ter uma amiga como Marcelle Nunes. Ela sabe tudo de mim. É uma das pessoas em quem confio e posso contar. É recíproco, inclusive. Temos tantas histórias saborosas que oscilam entre responsa profissional e nossa afinada lucidez louca pessoal.

Nos meus dias cinzas ou noites obscuras, a Celle é cor e luz. Ela sempre tem uma palavra amiga, um conselho ou, se tudo estiver muito ruim, uma piada para melhorar o meu “eltontavarismo-agudo-visceral” . A querida é, há tempos, minha psicóloga e confidente. Antes eram em consultórios disfarçados de mesas de bar e, nestes tempos de afastamento, via bate papo no celular. E a gente ri. Aliás, a gente ri muito juntos.

Já disse e repito: somos capazes de nos divertir em qualquer lugar. Lembro que quando eu morei sozinho, Celle sempre ia ao supermercado comigo. A gente ria muito comprando gordices legais ou rodando horas escutando The Smiths em uma noite do Dia dos Namorados, simplesmente pelo fato de não namorarmos ninguém e decidirmos encher a cara em algum lugar tranquilo (o que foi um desafio e tanto).

Dizem que felicidade e tristeza não existem e sim momentos tristes e felizes. É verdade. Quando estou com as pessoas que habitam o meu coração, é como receber partículas de Deus (talvez para alguns hipócritas, do diabo). É assim com o meu povo, meus amigos, os irmãos que escolhi. Celle está entre eles.

Estar com ela é sempre porreta, divertido, memorável. A menina é uma dessas pessoas que fazem valer, põem a vida em movimento e produzem encontros que se tornam memórias felizes. Seja um simples almoço no meio da semana ou uma transloucada noite de sábado.

Volto a ser repetitivo: eu e Marcelle Nunes temos um caso de amor astral. A gente é brother no sentido literal de irmandade. Quando bate uma tristeza de leve, o antídoto do veneno é uma cerveja com ela. Logo que nos encontramos, a atmosfera já muda pra melhor. E isso, minha gente, não é um exagero.

Sinto saudades das nossas tradicionais noites de segunda-feira, em que rolava um balanço (sempre cômico, pois a gente ri até quando nos fudemos) dos corres e dos rocks doidos. O tempo passou, eu virei o velho chato, gordo e grisalho. Mas a Celle continua a me aturar.

Celle é realmente uma personagem cinematográfica na minha existência e sou grato ao criador por isso. Não tenho uma única memória infeliz ou lembrança de marcada dela para comigo (os furos foram perdoados). Como eu disse em outro texto, com essa doida adorável, é mais fácil vencer os filhos da puta que encontramos no caminho.

Celle, agradeço por tua existência orbitar a minha e vice-e-versa. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que tenhas sempre saúde, mais sucesso, grana e que tudo que tu conceitues como felicidade se realize. Que Deus continue a te iluminar e que tu continues nessa longa e louca estrada de tijolos amarelos por pelo menos mais uns 100 anos. Que a Força esteja contigo. Te amo pra caralho (como dizia Millor: “qual expressão traduz melhor a ideia de intensidade do que “do caralho”?)!

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

Hoje é o Dia do Orientador Educacional

Maria Lúcia, minha mais que maravilhosa mãe.

Hoje (4) é o Dia do Orientador Educacional, profissão da também professora Maria Lúcia Vale Cardoso, minha mais que maravilhosa mãe.

Não descobri o motivo de a data ser celebrada no dia 4 de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a profissão de Orientador Educacional foi criada por meio da lei nº 5.564, de 21 de dezembro de 1968, mas regulamentada somente em 1973, pelo decreto nº 72.846/73.

Eu, meu irmão Emerson e mamãe. Nossa educadora.

A função do Orientador Educacional é prestar assistência ao aluno durante o processo de aprendizado na escola que freqüenta, com o objetivo de encaminhar o estudante de acordo com sua vocação. Este tipo de profissional é subordinado à direção e à supervisão pedagógica da escola. O orientador emprega métodos pedagógicos e de psicologia no seu dia-a-dia e deve ter formação superior em Pedagogia.

Dedicatória no TCC da mamãe, nos anos 80.

Minha mãe é formada em Licenciatura em Pedagogia e Orientação Educacional, pela Universidade Federal do Pará (Ufpa). A graduação foi concluída em 1990, no então Núcleo da Ufpa em Macapá, que depois se tornou Universidade Federal do Amapá (Unifap).

Ela sempre foi uma profissional séria e desempenhou o papel com muita ética. Em nome de Maria Lúcia Vale Cardoso, parabenizo todos Orientadores Educacionais do Amapá e do Brasil. Meus parabéns e sucesso em tão nobre ofício!

Elton Tavares

Jamile Moreira gira a roda da vida. Feliz aniversário, preta!! – @JamileMoreiraap

Jamile Moreira gira a roda da vida neste vigésimo nono dia de novembro. A aniversariante é jornalista, assessora de comunicação, profissional competente e muito querida amiga deste editor. Mesmo no meio do caos que esse ano impôs a todos nós, fico demais feliz pelo ano novo da preta e lhe rendo homenagens.

Como disse-me uma vez o amigo Fernando Canto: “lembrar também é celebrar. E quando se celebra se rememora, ou seja, se re-memora num tudojunto inebriante, pois o coração aguenta. E ao coração, como sabes , era atribuído o lugar da memória – re-cordis”. Pois bem. Conheci a Jamile nos piseiros de “roquenrou”. Fizemos faculdade de Comunicação com Habilitação em Jornalismo juntos, nos tornamos brothers, fomos colegas de trampo e da mesma forma piramos mais vezes do que posso lembrar.

A Jamile é uma super-mãe para o Léo, é boa filham neta, irmã e amiga. Sim, a menina é só amor. Amor pela vida e pelos seus. A preta vive tudo com fogo e ímpeto. Ela é criativa, competente e empenhada em tudo que se propõe.Ser competente é a única maneira de você não se tornar um puxa-saco e essa broda segue isso a risca.

Já disse e repito: consideradona da galera e portadora de altos níveis pavulagem e gentebonisse, Jamile é presepeira, humornegrista, descolada e engraçadíssima. Uma mulher de alto astral e dona de uma personalidade forte, autêntica, barateira e esquentada. Com influências do rock, forte identidade político-social e malandragem adquirida, assim como experiência que todo maluco tem, Jamile é inteligente e safa.

Hoje ela chega aos 34 anos e nem parece, pois a maluca é gata, lindeza mesmo. E parece ter 20 e poucos. Quando nos encontramos é diversão garantida, pois a broda é passada na casca do alho e a gente ri muito juntos.Um mulherão em todos os aspectos e uma pessoa que gosto de ter por perto.

Jamile é descolada, sarcástica, trabalhadora e muito braba, mas também possui uma alma sensível sob a capa de durona. Claro que já brigamos, pois somos alterados além da conta, mas a gente segue de mãos dadas pela louca estrada de tijolos amarelos chamada vida. E ela é uma grande companheira de jornada. Com essa adorável doida, é mais fácil vencer os filhos da puta que encontramos no caminho. Eu a amo. Aliás, nós, seus amigos, a amamos.

Preta, tu sabes que a gente se bate às vezes, mas há tempos te levo no coração. É muito porreta ser teu amigo. Que teu novo ciclo seja absurdamente paid’égua. Que tua vida seja longa, cheia de saúde e com ainda mais sucesso. É muito firme que nossas existências orbitem mutuamente. Que teu dia seja lindo, assim como tu és. Parabéns e feliz aniversário!!

Elton Tavares

Sal Lima gira a roda da vida. Feliz aniversário, irmão!

Manoel de França Lima, um dos meus grandes amigos gira a roda da vida nesta segunda-feira (23).  Sim, o popular “Sal” chega aos 51 anos (número sugestivo, não?) bem vividos, bem bebidos e bem curtidos. Aliás, o cara é muito mais que um amigo, é um irmão.

Conheci o figura em 2010, quando fui trabalhar na Assessoria de Comunicação do Governo do Amapá. Ele, fotógrafo dos bons e experiente e eu, à época, um assessor novato na equipe. Dizem que não fazemos amigos, os reconhecemos. Foi assim com o cara, pois o gosto por Rock, cerveja e a boa malandragem nos aproximou e lá se vai uma década.

Sal é o marido da Ruth, pai de quatro caras, meio maranhense, meio tocantinense, pescador, boleiro, flamenguista, bicolor, amante de rock and roll e maluco das antigas. Ele é um cara honesto, franco, bruto, possui senso crítico, inteligência, lealdade, sinceridade e honestidade em alta escala. Já disse e sempre repito: o brother é malandro, mas não pilantra. É gente fina, mas não otário.

Autêntico como poucos que conheço neste mundo de gente que só faz capa, Sal vive do jeito que quer, que gosta, desprovido de mesmice ou convencionalismo, tudo por uma vida menos ordinária. Fã de Beatles, Bob Dylan, Chico Buarque, Ramones, Led, Pink e outras tantas do Roquenrou, sempre está com seu campo de força anti mau-humor ligado.

Esse bicho é um que sempre me ajudou quando precisei. Não tenho uma única memória infeliz ou lembrança de marcada do cara para comigo. Pelo contrário. Devo incontáveis favores a ele. Mesmo com a grande lista de desafetos, a minha quantidade de amigos continua extensa e o Sal é um dos mais valorosos.

Sal, Ruth e o filho deles, Manoelzinho. Neste mesmo dia, em 2019, o Mengão ganhou a América e o Sal o título como presente.

Apreciador de cervas enevoadas e bons papos molhados com as melhores e piores companhias da cidade, farrista exemplar e consideradão por várias galeras, ele é um dos caras mais porretas que conheço e que tenho a honra ter a amizade.  Safo, esse figura paid’égua saca dos atalhos da vida, imperceptíveis para otários. “Bora tirar o pregos da certeza e colocá-los na dúvida”, Sal Lima, parafraseando seu irmão mais velho, que deve ser outro limpeza (risos).

Enfim, muitas coisas legais tenho a dizer/escrever sobre Sal Lima, mas em resumo, é o que está aí em cima. Um querido irmão pra mim. Um marido apaixonado pela esposa, um paizão para seus filhos e um cara do bem.

Sal, mano velho, “tu saaabes”. A gente não vai tomar umas hoje por eu estar em Belém (PA), mas no retorno a gente marca um papo molhado e um encontro porreta, como costumamos fazer. Amo você, irmão. Que tu sigas com saúde, sucesso no que te propuseres a fazer e pisando firme por pelo menos mais 51 anos. Que teu novo ciclo seja repleto de vitórias do Flamengo, pescarias e amor.

Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Sônia Canto gira a roda da vida. Feliz aniversário, querida amiga! – @soniacanto

Quem lê este site, sabe: gosto de parabenizar amigos em seus natalícios, pois declarações públicas de amor, amizade e carinho são importantes pra mim.  Gira a roda da vida, no décimo quinto dia de novembro a advogada, blogueira, boêmia do Laguinho, apreciadora de música boa (maior fã do Chico Buarque que conheço), leitora compulsiva, cinéfila, amante de plantas e cinema, além de muito querida amiga deste editor, Sônia Canto. Rendo-lhe homenagens.

Gabo-me de ser amigo de muita gente Phoda. Sônia é uma dessas pessoas. Ela foi servidora pública, empresária, produtora cultural – uma das melhores que vi atuar no Amapá-, editora de caderno de cultura de jornal , além de primeira repórter da TV Amapá.

Trata-se de uma mulher muito inteligente, culta e articulada. Daquelas pessoas que fazem a viração com empenho. Ela faz bem feito tudo que se propõe.  Além das qualidades ditas/escritas acima, Sônia é a esposa dedicada e zelosa do Fernando, amorosa mãe de quatro filhos e avó corujaça de quatro lindas crianças.

Conheço essa linda pessoa há 20 anos, quando fiz amizade com seus filhos. Com o perdão do trocadilho clichê, Sônia materializa os sonhos do Fernando, pois a esposa sempre apoiou o marido em tudo e é bonito ver o amigo reconhecer isso. Ele me disse dia desses: “Elton, com minha mulher ao meu lado, não tenho medo, venço tudo”. Porreta!

Inteligente e politizada (do jeito certo), com excelente papo, é sempre um prazer imenso sentar à mesa com Sônia Canto. Enquanto ela toma sua coca-cola, eu e Fernando bebemos cerveja. E a gente proseia sobre tudo, desde política, literatura, poesia, a bobagens legais. São momentos que viram recortes felizes na minha memória.

Aliás, a amiga que roda o calendário hoje sempre foi gentil comigo e me apoiou em vários momentos, como na organização do meu livro. Sou muito grato a ela.

Em resumo, esse texto é um registro da minha admiração, repeito e amizade por Sônia. Ela é uma mulher e tanto. E nós, seus amigos, a amamos.

Sônia, queridona, é uma honra para mim ter a sua amizade e respeito. Sabes que é recíproco, pois és do coração do gordão aqui. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que sigas com essa garra, sabedoria, coragem e talento. Que a Força esteja contigo. Saúde e sucesso sempre. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Fernandinho Bedran gira a roda da vida. Feliz aniversário, irmão!

Gira a roda da vida, nesta sexta-feira (13), o marido apaixonado da Elainy Alfaia (outra que é um lindeza de pessoa), libanês da Cidade Velha, Rosa-Cruz, degustador de heinekens tuíras, presidente da Divisão Internacional da Vida Alheia (D.I.V.A.) no Amapá, recordista intergalático de gentebonisse, mestre em paidéguice boêmia, fabricante e sócio-diretor da PimentArte do Brimo, administrador comercial, fã dos quadrinhos (principalmente de Asterix), amante de boa música, locutor e DJ da Rádio Fuleiragem, ilustre morador de Santana e do Amapá há 23 anos, melhor papo de bar que conheço (onde ele é também meu providencial conselheiro), além de querido irmão de vida, Fernando Bedran.

Conheci Bedran há mais ou menos 21 anos, em uma reunião de amigos. Quando entrei na festa, ele arranhava um violão e cantava Sessão das 10, do Raul Seixas. Foi empatia na hora, pois aquele bicho animava o ambiente, como é de seu feitio. De lá pra cá, fortalecemos a amizade e bebemos juntos (às vezes bem e noutras mal acompanhados) uns dois rios amazonas de cerveja.

O Bedran é um cara ímpar. Sério, não é clichê, pois nunca conheci um figura igual a ele. Trata-se de um cara paid’égua à máxima potência multiplicado ao cubo. Além de sábio, dono de vasta cultura geral e extremamente inteligente, ele é um homem de bem. Fernandinho é daqueles que não falam mal de ninguém. A não ser dos filhos da puta, pois estes ele combate em tempo integral, assim como todos deveríamos fazer.

Longe da larga e comprida esteira dos “Maria vai com as outras”, Bedran é um cidadão tenaz, coerente, instigado, de visão crítica e justa, que promove a reflexão nos que lhe cercam. A gente admira o sacana. Paralelo a isso, é um doidão que não cultiva mágoas ou rancores. Só dispara contra pessoas sórdidas ou hipócritas (só uns 2%, pois nos outros 98 o cara é só alegria).

Já disse e repito: Bedran é uma das pessoas que mais gosto de ter por perto, por conta da energia boa e positividade que o figura irradia. Um figura que usa o hemisfério esquerdo do cérebro para o bem dele e de quem o cerca.

Fernando Bedran não é jornalista, poeta ou escritor por pura falta de vontade, pois ele tem talento, senso crítico, ins-piração e conhecimento demais. Certamente seria caralhento em qualquer uma dessas atividades (ou em todas). Só para vocês terem uma ideia, o Fernando Canto escreveu o conto Mama-Guga (que nomeia seu livro de mesmo nome), realismo fantástico de primeira linha, inspirado em papos com o Fernandinho. Avalie!!

Meio bruxo, meio alquimista, parece que o maluco veio enviado de outra dimensão para disseminar alegria, disparar sacadas geniais, sarcasmo boêmio, ironia fina e pérolas da boa sacanagem (ao som da sua inconfundível gargalhada). Outra coisa que sempre repito é a frase do meu irmão, Emerson Tavares: “Bedran é melhor para tomar cerveja do que tira-gosto de charque”. E é mesmo!

Fernandinho, meu irmão, que tenhas sempre saúde e sucesso. Que Deus siga a iluminar teu caminho no qual sempre segues a luz. Tu és um cara Phoda demais. Te admiro muito. Que tua vida seja longa. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto adaptado e republicado, pois o Bedran marcou quase um ano  de furos e a gente não renovou o papo molhado. 

Gabriela Dias gira a roda da vida. Feliz aniversário, Gabi!!

A turismóloga e professora Gabriela Dias, minha muito querida amiga e comadre “Gabi”, gira a roda da vida neste quarto dia de novembro e eu lhe rendo homenagens. Mesmo nestes tempos difíceis de pandemia, fico feliz pela vida dessa queridona, que hoje celebra seu ano novo particular.

Lembro bem como conheci a Gabriela. Ela namorou com um brother meu e eu uma amiga dela. Eu já manjava a menina da noite amapaense (se a cidade é pequena hoje, imaginem há mais de 20 anos). Pra falar a verdade, não ia muito com a cara dela, mas depois que a conheci direito, virou brodagem.

Claro que a gente brigou (eu briguei com ela) muitas vezes. Umas vezes pelas galasequices que lhe são peculiares, noutras pelas escolhas malucas da Gabi e, ainda, pela minha extrema chatice (sempre agradeço aos meus amigos por me aturarem).

Mas este é um texto de felicitações, então vamos lá.

Gabi Dias é uma mulher extremamente linda, inteligente, fã de Rock, séria, responsável e gente fina. Ela também é boa filha, sobrinha, irmã e tia. Mas ela é PHODA mesmo é como mãe da linda Maria, uma pequena rockstar lindeza que recebe incalculável amor de sua mãe.

Sou o padrinho da Maria, mas totalmente ausente. É um erro recorrente neste posto e assumo a deficiência da presença. Mas Gabi sabe que se precisar, pode contar comigo para o bem dela e da filhota linda.

Sempre torci e sempre vou torcer pela felicidade de Gabi. Sinto falta da época que éramos mais grudados, mas a vida faz isso e as verdadeiras amizades não necessitam de estarem sempre juntas.

Já disse e repito: A gente se afasta por um tempinho e depois nos juntamos de novo. Mas o importante é que, mesmo não estando sempre juntos, temos uma amizade recíproca e verdadeira.

Gabriela é honesta, dramática, falante, às vezes meio chata, mas sempre uma boa companhia. Adoro estar com ela. Gabi é uma mulher de boa índole e trabalhadora. Também é palhaça, bruta, meiga, sem frescura e quando precisei da amizade dela, ombros, ouvidos e conselhos sempre estiveram à minha disposição. Sou muito grato por isso!

Resumo da ópera (rock): esse texto é um registro da minha admiração, repeito e amizade por Gabriela. Pois ela é uma mulher e tanto. Por tudo dito acima e muito mais (algumas coisas impublicáveis), amo Gabi Dias e ela sabe disso.

Gabi, agradeço pela tua existência orbitar a minha e vice-e-versa. Que teu novo ciclo seja ainda mais paid’égua. Que tenhas sempre saúde, mais sucesso, grana e que tudo que tu conceitues como felicidade se realize. Que Deus continue a te iluminar e que tu continues nessa longa e louca estrada de tijolos amarelos por pelo menos mais uns 100 anos. Que a Força esteja contigo.

Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares