Com apoio do Internacional, Bira prepara volta ao RS para tratamento contra o câncer (saúde para o nosso artilheiro)

Bira Campeão Brasileiro pelo Internacional — Foto: Arquivo/GE-AP

Por Rodrigo Juarez

Um dos maiores mones da história do futebol amapaense, Ubiratan do Espírito Santo, “Bira”, campeão brasileiro invicto com o Internacional de Porto Alegre-RS, em 1979, completou nesta quarta-feira (20), 65 anos de vida. Uma vida regada a gols, vitórias e conquistas, pelos vários clubes que passou a longo da carreiro.

Foto: site Memória do Inter

Bira, que também fez história com a camisa do Remo-PA, nos últimos anos vem travando uma luta intensa contra um câncer no fígado. E a próxima parada para realização do tratamento será Porto Alegre, para onde viajará no dia 29 de abril. O craque retorna a terra onde se consagrou nacionalmente no futebol, totalmente amparado pelo Inter que vai custear os exames e tratamento do craque enquanto ele estiver no Rio Grande do Sul.

Inter campeão brasileiro 1979 — Foto: Bira Espírito Santo/Arquivo Pessoal

– Os jogadores que atuaram comigo na conquista do Brasileiro de 79 e os dirigentes atuais se reuniram e resolveram me ajudar neste momento. Sou grato pela atitude e sempre serei a estes eternos amigos e ao clube que sempre me tratou muito bem – destaca Bira, que atuou no ataque do Inter ao lado do eterno capitão colorado, Falcão.

Remo homenageando Bira durante uma partida do Parazão — Foto: Bira Espírito Santo/Arquivo Pessoal

Em fevereiro deste ano Bira foi homenageado pelo Clube do Remo. Ele esteve em Belém para realizar exames e uma parte do tratamento contra o câncer.

CARREIRA

Bira – Foto: Camisa 33 ( no Facebook)

A carreira no futebol de Bira teve inicio no Esporte Clube Macapá, onde ainda jovem, vieram as primeiras conquistas. Foi campeão amapaense na era amadora e invicto do antigo Copão da Amazônia, competição que reunia as principais equipes da região Norte do país.

Centroavante “matador” fez Bira se destacar e aos 18 anos ser contratado, pelo Paysandu-PA, onde sagrar-se campeão paraense de 1976. A conquista chamou atenção do Clube do Remo, que não mediu esforços para tirar o jogador do rival e garantir ele no comando do ataque. Com a camisa do Remo, Bira levou o Leão a conquista do tricampeonato paraense nos anos de 1977, 1978 e 1979, no último sendo o artilheiro do campeonato com 32 gols, marca que até hoje, em mais de 100 anos do Parazão, não foi batida.

Bira Campeão Brasileiro pelo Internacional — Foto: Jonhwene Silva/GE-AP

Ainda em 79, Bira chegou ao Sul contratado pelo Internacional. Lá se consagrou ao lado de craques como Falcão, Mário Sérgio e Mauro Galvão, ao conquistar o Campeonato Brasileiro de forma invicta.

O craque amapaense também teve passagens destacadas por clubes como: Atlético-MG, onde foi campeão estadual. Juventus-SP, campeão da Taça de Prata, antiga segunda divisão do Brasileirão e Náutico-PE, onde ajudou a quebrar um jejum de 10 anos do clube ao conquistar o Campeonato Pernambucano.

Bira, antes de pendurar as chuteiras jogou ainda no Remo (segunda passagem), Novo Hamburgo-RS, Brasil de Pelotas-RS, Aimoré de São Leopoldo-RS, Tiradentes-PA e encerrou a carreira no Vila Nova, de Castanhal, no Pará.

Fonte: GloboEsporte.Com

Eu e Bira, em um encontro de trabalho quando ele era administrador do Estádio Zerão, em 2011. Saúde para o amigo artilheiro!

Pego carona na matéria do Rodrigo Juarez para desejar que Bira fique logo bem. O artilheiro era amigo do meu saudoso pai, Zé Penha. Gosto pra caramba do Bira. Tive o prazer de conviver com ele em um período da minha vida, entre 2004 e 2009.

Saúde pra ti, amigo!

Elton Tavares

Cleomar Almeida gira a roda da vida nesta quinta-feira (21). Feliz aniversário, Negão!

Gosto de ser amigo de gente doida, inteligente e que se garante nas suas respectivas áreas de atuação. Afinal, é difícil ser maluco e bom profissional. Além disso, ainda ser responsável pai de família. Poucos que conheço reúnem essas habilidades. Um deles gira a roda da vida nesta quinta-feira (21), o Cleomar Almeida.

“Cachorrão”, para a turma que estudou com ele na Universidade Federal do Pará (UFPA), e “Negão” para nós, do grupo Fuleiragem com Cerveja, Cleomar Almeida é um cara porreta.

Família do Cleomar.

Funcionário público (servidor da Sema), engenheiro competente, marido da Nara, pai dedicado da Celina, Leonardo e da linda Mariah, laguinense boêmio, maluco das antigas e filósofo-comentarista-político-humorista na rede social Facebook. Esse é o Negão. Um cara com vasta cultura, conhecimentos da boa malandragem e com um repertório infinito de presepadas.

Dono de célebres frases como “ajeitando, todo mundo se dá bem” e do “ei!” mais conhecido dos botecos da cidade, além de inventor do “PRI” (Plano de Recuperação da Imagem), quando você tá queimado. Quem conhece, sabe.

Safo, sacaneia malandramente com todos os assuntos do momento no Facebook. Suas tiradas resultaram em uma sessão neste site, a “Frases, contos e histórias do Cleomar”. O negão é, de fato, uma figura fantástica, de bem com a vida, e gente boa. Já disse e repito: ele saca os atalhos da vida, imperceptíveis para otários.

Falando em repetir, o que é impossível não fazer quando já se escreveu vários textos sobre uma pessoa. Cleomar também é um dos pretos mais boçais que conheço. Conheci o sacana em 1997, na capital paraense, por meio de amigos em comum. A antipatia foi instantânea e recíproca, afinal, dois negões metidos a merda não poderiam se gostar no primeiro contato. Logo a coisa mudou de figura e o Negão virou chegado. Tenho muitas boas histórias com ele.

Cleomar Almeida é sempre benquisto em qualquer roda. O papo com ele é sempre bom e muito divertido. Esse boemista, flamenguista, Rei da “Birilândia”, sócio remido do Bar do Louro e Bar da Maria, Empório do Índio, farrista exemplar, marginal aposentado, boçal nível Pai Mei e fanfarrão considerado da galera, chega aos 45 anos. Graças a Deus, por ele e por nós que damos muito valor nesse doido varrido pai d’égua.

Em resumo, de chegado, Cleomar foi promovido a amigo. E hoje em dia é irmão de vida. E acreditem, não é tão fácil eu classificar alguém nesse grau de “consideramento”. O humor e gaiatice invejável instalada nele faz do negão uma companhia boa em qualquer circunstância. É porreta tê-lo por perto.

Bedran, Emerson e Cleomar.

Conheço muitos sacanas bons de papo e que alegram qualquer roda de boteco, mas certamente tenho a sorte de ter a oportunidade de beber e rir dos três maiores nessa arte. São eles: Emerson Tavares, meu irmão; Fernando Bedran, mestre libanês e Cleomar Almeida.

Não à toa, a gente ama esse frescão. Cleomar, mano velho, mesmo nestes tempos tristes de pandemia, fico feliz pela sua vida e pelo início do teu ano novo particular. Quando toda essa porra passar, a gente precisa tomar muitos porres juntos. Saúde e sucesso sempre pra ti. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Tiago Jansen!

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Meu irmão Emerson, um fã fantasiado de”Robert Smith”, Tiago e eu – São Paulo – 2013

Quem já foi a um show ou grande festival de Rock and Roll sabe: você encontra todo tipo de gente nessas loucuras. Durante esses eventos, raramente se faz amizade, pois geralmente os frequentadores já vão com amigos, namorada, esposa ou familiares. Pois bem, vou contar uma história e aproveitar para parabenizar um brother que tá de aniversário hoje.

Em abril de 2013, eu e meu irmão, Emerson Tavares, fomos assistir ao show da lendária banda inglesa The Cure. Nós ficamos na Budzone, área vip perto do palco. Lá, vimos aquele cara com andar engraçado e com um sorrisão no rosto, que logo fez amizade conosco. Era o sergipano Tiago Sena Jansen. Hoje é aniversário dele.

Tiago poderia ser só mais um cara com limitação física, pois nasceu prematuro e com mielomeningocele, tipo mais comum e também a mais grave de espinha bífida (disrafismo espinhal, uma malformação congênita da coluna vertebral).

Alguns diriam que ele é “aleijado”. Eu digo que o sacana é um homem e tanto. Um cara feliz, sem coitadinismo ou vitimismo.

Tiago é um cara alegre, sorridente, engraçado e de bem com a vida. Ele é formado em Letras e é servidor da Universidade Federal de Sergipe. Nas horas vagas, ainda é cantor de casamentos. É ou não um cara fora de série?

Enquanto encontramos pessoas frustradas por qualquer motivozinho, Tiago segue de cabeça erguida e feliz. Hoje ele completa 42 anos de vida.

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Meu irmão Emerson, Tiago e eu – São Paulo – 2013

De lá pra cá, mantenho contato com o Tiago pelo Facebook. E ele já viajou para a Áustria, Itália, Argentina, Uruguai, Chile, França, Portugal e Estados Unidos.

De volta ao show, a apresentação da banda inglesa foi linda e emocionante. Ao todo, o The Cure tocou 40 músicas em 3 horas de espetáculo. Eu e meu irmão enchemos a cara, sorrimos e nos divertimos com o Tiago, que pra nós é um exemplo de vida.

Como disse o escritor, poeta e sábio Mário Quintana: “deficiente é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino”. Perfeito. É isso aí mesmo. Portanto, encontre motivos para sorrir.

Meus parabéns, Tiago. Que você tenha tanta força e saúde pelo menos por mais 100 anos. Feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração.

120 fotógrafos se unem para ajudar no combate ao coronavírus no Pará

Sensibilizados ao difícil momento enfrentado no país com a pandemia da Covid-19, em especial no Pará, os integrantes do Foto Cine Clube Grão Pará organizam a iniciativa “120 fotos para Belém”, que tem o propósito de arrecadar e doar recursos a populações em situação de vulnerabilidade no Estado.

A partir desta próxima sexta-feira (15), o coletivo de fotógrafos iniciará a campanha virtual de arrecadação de recursos financeiros por meio da reunião de 120 fotógrafos paraenses que doaram imagens para serem comercializadas através do site oficial do projeto www.120fotosparabelem.com.br, no valor unitário R$150. O projeto “120 fotos para Belém” traz, entre os fotógrafos participantes, Paula Sampaio, Adan Costa, Guy Veloso, Wagner Almeida, Ana Mokarzel, Bob Menezes e Iza Girard, que mostram a diversidade de olhares sobre a nossa realidade urbana, ribeirinha e natural.

Segundo o Foto Cine Clube Grão Pará, os valores arrecadados serão destinados a instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade e que passam por dificuldades de manutenção das atividades principalmente nesse período de pandemia.

Cada fotógrafo doou uma obra que estará disponível para compra, sem limite de reprodução. As vendas serão feitas exclusivamente pelo site do projeto até 15 de junho. A organização explica que para fins de doação serão descontados apenas custos de impressão de cada obra e as taxas bancárias, sendo a administração de vendas, prestação de contas e repasse do recurso às instituições de responsabilidade do Foto Cine Clube Grão Pará. “Divulgaremos com frequência as informações de arrecadação e toda a transparência necessária ao projeto por meio do site e redes sociais oficiais da iniciativa”, explicou Marcelo Vieira, presidente do Foto Clube.

Foto: Márcia do Carmo

Marcelo Vieira comentou ainda que os compradores definirão a forma que receberão a fotografia impressa, arcando com os gastos de frete, o que facilita tanto para os interessados, como aumenta o valor líquido a ser doado às instituições.

Esse projeto foi inspirado na iniciativa “150 fotos para São Paulo” e surge em um momento importante, considerando o alto crescimento do número de casos de Covid19 no Pará. “Como fotógrafos baseados no Pará, temos o privilégio de registrar cenas da natureza amazônica, do cotidiano da nossa população culturalmente diversa e da alegria marcante do povo paraense. Agora é um momento para retribuir, firmar parcerias e apoiar aqueles que estão sofrendo com as consequências da pandemia”, afirma Marcelo Vieira, presidente do Foto Cine Clube Grão Pará.

Foto: Márcia do Carmo

Os recursos arrecadados com a venda das fotografias serão direcionados a iniciativas na região metropolitana de Belém e no oeste do estado, por meio da movimento voluntário da sociedade intitulado União BR, recentemente criado para fortalecer ações de combate à pandemia no país. No projeto “120 fotos para Belém”, a gestão financeira terá a participação da seção do movimento nacional aqui no estado – União Pará.

SERVIÇO:

“120 Fotos Para Belém”
Abertura: Dia 15 de Maio de 2020 (sexta-feira)
Encerramento: 15 de Junho de 2020 (Segunda-feira)
Site: www.120fotosparabelem.com.br
Instagram: @_120fotosparabelem_
Contato: Agência Três Comunicação assessoria de imprensa – (91) 99374 3500

Sobre o Dia Internacional da Família

Quem me conhece sabe: amo minha família. Não toda, mas boa parte. A central, minha mãe e irmão, sobrinha. E quase todos os que compõem o meu ciclo de forma ampla, avós, cunhada, tios e primos. Com algumas preferências que são resultado da trajetória. Afinal, a gente dá o que recebe e com amor não é diferente.

Pois bem, hoje é o Dia Internacional da Família e como este site tem uma sessão denominada “Datas Curiosas”, resolvi registrar textualmente aqui (só deu tempo agora).

A data é comemorada anualmente em 15 de maio e é uma homenagem à instituição familiar, um núcleo essencial para a formação moral (e também imoral) de todos os indivíduos. O conceito de família é: grupo de indivíduos que protegem, cuidam e amam você. Ou pelo menos deveria ser assim.

O Dia Internacional da Família foi instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), durante reunião feita em 20 de setembro de 1993. A data foi celebrada pela primeira vez em 1994.

Com a instituição da data, a ONU visa: Divulgar a importância da família na sociedade; Sublinhar o caráter basilar da família na educação das crianças; Passar mensagens de amor, respeito e união, elementos essenciais para o relacionamento de todos os componentes da família; Alertar a sociedade para os direitos e responsabilidades das famílias; Sensibilizar os cidadãos para as questões sociais, econômicas e demográficas que afetam a família e sensibilizar a população sobre os diferentes tipos de família que existem, sendo todas completamente legítimas.

A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família“, disse Léon Tolstoi. Tenho o privilégio de isso ser fato na minha vida. Outra sábia, a Maria Lúcia (também conhecida como minha mãe), diz: “amigo de verdade é família”. Ela tá certa, se isso for em relação aos familiares que amamos e isso em uma relação recíproca. Sim, posso contar com  eles. E vice-versa!

Aliás, a força e o amor que tenho em mim, boa parte veio de Maria Lúcia. A outra porção é herança do saudoso Zé Penha, meu pai era Phoda, acreditem. Mas a vó Peró e tia Maria ajudaram na minha formação como homem. Sou Grato por isso.

Emerson, meu único irmão de sangue (sim, tenho irmãos de jornada) é o meu parceiro em tudo. Com ele e mamãe, enfrento tudo. Eles sacam minhas rabuges e estranhezas e me amam assim mesmo. Sou um baita cara sortudo.

Ah, tenho mais afinidade com minha família paterna, por diversos motivos que não cabem em um texto e que também não estou com vontade de explicar. O que não significa que no meu clã materno não tenham pessoas importantes e amadas por mim. Mas é com os Penha Tavares que me identifico, de fato.

Posso me gabar que tenho o amor e respeito da minha mãe e irmão – melhores amigos de toda a vida – além das outras pessoas consanguíneas que são importantes para mim. Esse sentimento é retratado aqui em muitos textos sobre os membros de minha família. Tudo escrito/dito com muito amor.

Neste 15 de maio, quando muitos estão longe de seus familiares por conta da pandemia, é muito bom ter do que recordar sobre sua família (do latim Re-cordis, que significa ‘passar pelo coração). É o caso de minhas memórias e o motivo de minhas saudades de meu irmão, sobrinha, cunhada, avó, tias, tios e primos muto queridos. Além do pai e vô, que já seguiram para as estrelas.

É uma baita sorte se você tem muitos amigos dentro da sua família. Pois realmente existem familiares inimigos, o que é triste. Mas no meu caso, os que amo, me amam e sei bem quem são. Obrigado por tudo, família!

Elton Tavares

“…Brindo à casa, brindo à vida. Meus amores, minha família…” – Mar de Gente – O Rappa

Fonte: Calendar Brasil

Maus parabéns, Anderson Favacho! – @alfavacho

Com o Anderson em 2012 (esquerda) e o brother cantando em 2013.

Tenho alguns companheiros (brothers) com quem mantenho uma relação de amizade e respeito, mesmo a gente com pouco contato. É o caso do advogado Anderson Favacho. Hoje é aniversário do cara, que gira a roda da vida pela 42ª vez (ele é mais novo que eu um ano e meio).

Os anos 90 foram muito, mas muito loucos. Apesar de morar em Macapá, longe demais das capitais, a juventude da época pirava valendo. Naquele tempo fiz boas amizades. É o caso do aniversariante.

Doutor Anderson é um pai dedicado e amoroso do Luiz, Marco, Laura e Júlia , marido apaixonado da Keli, amante de Rock And Roll, boa gastronomia, cervejas enevoadas, Poperô e Mid Back, maluco das antigas e velho “Gordo Louco”.

Quem não conheceu o Anderson naqueles tempos (de violência) nem imagina o que a gente já aprontou nessa vida. Quem andou naquele Chevette Ret em meados de 1994 e 1995 sabe do que falo.  Agora a gente virou gente (risos).

Anderson, que também é marçon,  é tão gente fina que consegue ser amigo até de fascista (e pior, preto fascista). Ele realmente é um gordo mais legal que o preto gordão que aqui escreve (risos).

Além disso, é DJ de final de semana na república do Cabralzinho e faz cover porreta do Roberth Smith. Lembro bem da noite em que o cara cantou ‘A Forest’ (do The Cure), caralisticamente. Ele também é leitor deste site e agradeço seus acessos.

Favacho, mano velho, que sigas com saúde e sucesso. Qualquer noite dessas a gente se encontra e molha a palavra. Que seu carburador siga funcionando discunforça, brother. Meus parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Nira Rocha!

Com a Nira em 2016.

Graças à Deus ou qualquer que seja o nome da força que rege tudo, muita gente já me ajudou na vida profissional. Uma dessas pessoas foi a Nira Rocha. Hoje ela completa 63 anos, com cara de 50 e jeito de menina, pois pensem numa mulher porreta!

Mãe dedicada de três caras, avó amorosa de duas lindas meninas, fã de Belchior, servidora da Justiça Eleitoral, Jacenira Rocha, a “Nira”, é uma mulher guerreira, profissional competente, educada, prestativa, bem humorada, honesta e responsável e querida amiga minha.

No início de 2013, comecei a trabalhar na assessoria de comunicação do TRE. Cheguei com muita vontade de fazer valer a então grande oportunidade profissional da minha carreira. Nira me recebeu de braços abertos. Ela foi uma das pessoas que me ajudaram naquela jornada. Ela e José Seixas, outro amigo lá da Justiça Eleitoral, foram faróis na tempestade.

Com a Nira (e menos gordo), em 2014.

Na maioria dos dias, trabalhamos muito, até a noite. Ela sempre riu das minhas doidices, do fato de eu ir trabalhar de ressaca com frequência e de dar conta do recado.

Ela é espirituosa, alegre, engraçada, conselheira, sorridente e de altíssimo astral, tudo que deixa o cotidiano mais leve. Daquelas pessoas que tornam o ambiente mais bacana somente com sua presença.

Saí do TRE no início de 2017, quando fui trabalhar na comunicação do Senado Federal e não encontrava a Nira desde então. Há mais ou menos um anos e um mês, fui em uma reunião de trabalho lá na sede da Justiça Eleitoral e reencontrei vários amigos, entre eles, essa lindeza de pessoa que ela é. Fiquei feliz e ela também.

Eu e Nira – Março – 2019

Nira, tu moras no coração deste gordo. Amizade não se agradece, mas muito obrigado por tudo. Que Deus continue a lhe dar saúde, pois do resto tu dá conta fácil.

Meus parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Feliz aniversário, Lílian Ferreira!

Quem lê este site, sabe: gosto de parabenizar amigos em seus natalícios, pois declarações públicas de amor, amizade e carinho são importantes pra mim. Quem gira a roda da vida nesta terça-feira (12), é o servidora pública, humanista, amante de cerveja boa e de culinária refinada, além de muito querida amiga deste editor, Lílian Ferreira.

Trata-se da mãe amorosa da Maria Fernanda, filha dedicada da dona Teresa, esposa do Leandro, irmã do Herval (e de mais uma moçada, mas só conheço ele), bacharel em Direito, servidora do Tribunal de Justiça do Amapá e apreciadora de cervejas especiais.

Ela é uma mulher demais porreta, prestativa, bem-humorada, tranquila e gente da melhor qualidade. Conheci a Lílian no início de 2015 e convivemos por um tempo, quando trabalhei com a moça no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE-AP). Ela como chefe de gabinete e eu na função de assessor de comunicação do órgão.

E também quando frequentei, quase todas as noites, a Banca Rios Beer cervejaria (por dois anos), que era de sua propriedade juntamente com o esposo. Ela é muito paid’égua! Sobretudo, uma mulher do bem.

Lílian Ferreira gira a roda da vida hoje e desejo tudo de melhor pra broda, mas vos digos, ela já zerou o jogo da vida, pois se deu bem em tudo que se propôs a fazer. A aniversariante é uma profissional competente, mãe da linda e inteligente Fêfê, casou com um cara bacana (e que gosta de cerveja).

Eu a respeito, admiro e tenho muito apreço por Lílian Ferreira. Sempre educada, bem humorada, sincera, íntegra e gente boa, além de inteligente, essa querida é uma mulher linda por dentro e por fora, pois ela é gata e tem um caráter inabalável. É uma honra ser seu amigo. Sinto saudades de bater papos bacanas, tomar cerveja e rir bastante com ela e Leandro.

Lílian, és muito querida pelo gordão aqui. E eu sei que tu também gostas de mim. Desejo que teu novo ciclo seja lindão, repleto de saúde, sucesso e realizações. Depois desse fim do mundo a gente toma umas. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Patrícia Andrade gira a roda da vida. Feliz aniversário, poeta!

Conheci Patrícia Andrade há 21 anos, quando ela desembarcou aqui, no meio do mundo, vinda de Belém (PA), em 1999. Safa, descolada e sem estar ideologicamente presa a nada, Pat se tornou rapidamente “chegada” de todos nós, os malucos da cidade.

Logo virou broda de intelectuais, militantes culturais e, é claro, poetas e escritores. Ela sempre se distinguiu por ser inteligente e despudoradamente franca. Aliás, poesia é uma arte que ela domina. Patrícia é senhora do ofício de poetizar.

Cheia de papos legais e dona de vasta cultura geral, Patinha é uma mulher cheia de poesia, histórias hilárias, outras nem tanto e uma trajetória bacana no cenário cultural de Macapá. Ela tava junto do Gino Flex e de outros brothers que puxaram o movimento do vinil na Floriano e em outros locais desta cidade cortada pela Linha do Equador. Também sempre foi figura presente em saraus ou qualquer manifestação cultural e de defesa de direitos da sociedade.

De lá pra cá, ela namorou, casou, se tornou mãe do querido Artur, trampou e pirou. Tudo com intensidade, paixão, sás coisas legais que gente com ela faz e acho muito firme, pois sou assim também.

Além de poeta e mãe do Artur, Patrícia é uma artista diversificada. Seja nas artes plásticas, escritora, ou discotequeira (Vinil-DJ). Ela também ataca de produtora de vídeo e ativista cultural.

Eu a Pat dividimos muitas mesas, cervejas, noites legais no antigo Quiosque Norte & Nordeste. Como diria Ronaldo Rony, “uma história baseada em baseados reais”, de muitos anos atrás.A gente nunca, no passado, foi de andar juntos. A gente se encontrava e era sempre firme.

Enfim, a gente se dá bem tem tempo, mas nos últimos dois anos, ela se tornou ainda mais importante pra mim. Patrícia colabora para este site, onde assina a sessão “Caleidoscópio de Pat Andrade”. Mas muito além disso, é revisora, divulgadora, até mesmo a pessoa que escuta/lê meus desabafos sobre a vida. E vice-versa. Ou seja, parceira.

Desde de 2019, a poeta resolveu dar uma aquietada. Cuidar mais de si e, é claro, do Artur. Sem andar na contramão, como diria Raulzito. Ela também agora é acadêmica de letras da UEAP e vive o amor com outro amigo, Bruno Jerônimo.

A obra poética de Patrícia Andrade é resultante de uma mistura de vivências, amores, dores, tudo em tom de confissão. Ela é Phoda! Mas muito além da poeta, de quem sou fã dos versos, tenho a honra de dizer que ela é minha AMIGA. E eu a amo.

Por tudo dito e escrito acima, hoje rendo homenagens para a Pat Andrade. Ela é uma pessoa que sei que posso contar. E amigos assim, querido leitorado deste site, são bem raros.

Patrícia, primeiramente, obrigado pela ajuda de sempre. Que teu novo ciclo seja ainda mais lindão. Apesar dessa época trevosa que nos encontramos, tu mereces todo o amor que houver nessa vida. Parabéns pelo teu dia e feliz aniversário.

Elton Tavares

*Escrito ao som de Lô Borges e durante o sorvimento da segunda garrafa de vinho. Sobre isso, Ernest Hemingway disse: “Escreva bêbado, revise sóbrio”.

Hoje é o Dia das Mães – Um texto sobre amor e gratidão.

Arte: Ana Beatriz Santana

Minha mãe é trabalhadora, honesta e dedicada. Ela não chameguenta, mas amorosa. Com absoluta certeza, o maior entre meus amores. E nestes tempos tristes e mascarados de pandemia, sou feliz e agradeço por estar junto de Maria Lúcia e pela sua saúde.

Aliás, a força e o amor que tenho em mim, boa parte veio de Maria Lúcia, a professora, orientadora, filha da Cacilda, avó da Maitê. E que eu e Emerson Tavares temos a honra de termos como mãe. Falando em meu irmão, por conta deste período em que vivemos, ele não está aqui, conosco, como em todos os anos anteriores, mas telefona todos dias e nos dá apoio em tudo, mesmo de longe.

Já disse e repito que eu e mano não seríamos caras nos tornamos se não fosse a nossa mãe. Mamãe é nossa amiga. Sim. Porque existem mães inimigas. Até hoje, eu com 43 e o Emerson com 40, ela segue a se preocupar conosco. Coisa de mãe.

Às vezes a gente se chateia um com o outro, noutras nos decepcionamos, mas seguimos sempre juntos, unidos, com muito amor e ajuda mútua na jornada da vida. Somos muito gratos pela mãe que temos. Maria Lúcia é a soma de tudo que somos de melhor (menos a boêmia, carisma e gaiatice, isso aprendemos com nosso velho e saudoso Penha, o pai).

Por tudo que fez e faz, hoje homenageio Maria Lúcia, nossa mais que maravilhosa mãe. E agradeço a Deus por sua presença física, sua saúde e sua felicidade. Nós te amamos, Lucinha.

Arte: Ana Beatriz Santana

Ah, também parabenizo aqui outras mães da minha vida: minha avó Perolina Penha Tavares, a “vó Peró” e minha tia Maria Conceição Penha Tavares. A vó Cacilda Neves, mãe de minha mãe e a querida cunhada Andresa Ferreira, mãe da nossa princesa Maitê. Todas importantes e pessoas amadas por nós.

Além de minhas tias, primas, colegas e amigas, tantas mães entre nossos afetos. Vocês são guerreiras!

Essa época difícil passará e logo estaremos juntos de novo. Por ora, reze pela sua mãe. Esteja ela em outro lugar além de dentro do seu coração. E agradeça pela oportunidade de ser seu filho. É este meu sentimento neste segundo domingo de maio: amor e gratidão. Feliz Dia das Mães!

Elton Tavares e Emerson Tavares (escrevo e assino por nós dois mesmo. Coisa de irmão mais velho, rs).

Feliz aniversário, Humberto Moreira! – @hmoreiraap

Hoje aniversaria o competente jornalista, excelente cantor (da época dos “Croners”), radialista experiente, membro de Os Cometas (os nossos Rolling Stones tucujus), pai e marido amoroso, fervoroso torcedor do Botafogo, integrante do grupo Vou Vivendo (eles tocam samba de qualidade), Pirata da Batucada e um dos grandes nomes da imprensa amapaense, Humberto Moreira. O cara chega aos seus 70 invernos amazônicos, sempre com muita autenticidade e admirável trajetória como artista e profissional da comunicação. Além de tudo isso, um querido amigo deste editor.

Humberto é jornalista por formação. Ele começou a carreira na Rádio Difusora de Macapá (RDM), em 1967. Depois passou a ser apresentador e narrador de futebol no ano seguinte. A partir de 1975 integrou a equipe da TV Amapá onde foi apresentador, editor, chegando à chefia do Departamento de Jornalismo da emissora. Paralelamente, de 1977 até 1988 foi funcionário da Radiobrás na Rádio Nacional de Macapá, onde chegou a gerente. Também foi chefe de jornalismo do SBT (TV Marco Zero) e editor de esportes nos jornais Do Dia, A Gazeta, Hoje Amapá e Folha do Estado. Hoje em dia, o amigo atua como assessor parlamentar.

Além de grande jornalista, Humberto é um grande cantor. Ele foi vocalista da lendária banda Os Cometas, que embalou incontáveis festas e tocou em tradicionais bailes dos anos 60. Além disso, comandou o grupo Repiquete, onde cantou o bom e velho samba por anos em bares de Macapá.

A fama de Humberto o precede, antes mesmo de o conhecer pessoalmente, claro que eu sabia quem ele era. Trabalhamos juntos em 2011 e foi um elogio para mim quando ele me convidou para ir para o rádio. Agradeci o convite e expliquei que essa não é minha praia. Um dia, quem sabe. É que gosto mesmo é de escrever.

Há alguns anos, o querido amigo teve um problema de saúde, mas se recuperou e está aí, informando e fazendo a alegria de quem o escuta, seja no rádio ou cantando. Além da seriedade e sabedoria, Humberto é um baita cara porreta.

Trocando em miúdos, Humberto é um profissional e artista que admiro e respeito, além de um homem de bem e um amigo. Parabéns, mestre. Que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos seus amores, por pelo menos mais 70 voltas em torno do sol. Feliz aniversário!

Elton Tavares

Nesta quinta-feira (7), rola a segunda live do cantor, músico e compositor amapaense, Zé Miguel

O cantor, músico e compositor amapaense, Zé Miguel, fará sua segunda apresentação on-line nesta quinta-feira (7), a partir das 19h. A LIVE, assim como o lindo show do dia 17 de abril, será transmitida pelos perfis do artista nas redes sociais instagram (https://www.instagram.com/zemigueloficial/?r=nametag) e Facebook (https://www.facebook.com/zemiguelz).

Para quem quiser contribuir voluntariamente com a arte, basta transferir qualquer valor para o artista. O número da Agência é 2825-8 e a Conta Corrente 106891-1, Banco do Brasil, em nome de José Miguel de Souza Cyrillo – CPF 142 352 932 49.

Zé Miguel – Foto: Aílton Leite

Trata-se de uma alternativa de entretenimento na quarentena e uma maneira de valorizar um dos maiores ícones da música amapaense, já que nestes tempos de pandemia os shows presenciais estão suspensos. A live conta com o apoio da Duas Telas Produções.

Como de conhecimento geral, nós, artistas, fomos os primeiros a sermos afastados de função e seremos os últimos a voltar. No meu caso, a música é minha única fonte de renda e sequer tenho direito, pelo menos por enquanto a auxílio emergencial. Neste caso, as contribuições são como um couvert artístico. Agradeço de coração a sensibilidade de todos“, disse o artista.

Sobre Zé Miguel

Zé Miguel é um artista reconhecido dentro e fora do Estado. Tem como marca as composições sobre a terra onde nasceu, o Amapá. A paixão pela música surgiu na igreja durante a infância. Aos 16 anos começou a tocar violão e guitarra, passando por várias bandas até o início dos anos 90.

Ele, que foi guitarrista da banda Setentrionais, possui oito discos gravados e mais de 400 letras que falam da Amazônia. Já lançou vários CDs, DVDs e tem em seu currículo shows no Canecão (RJ) e na Alemanha. É um dos maiores da música amapaense.  Abaixo o videoclipe da música “Meu Endereço”, composta por Zé Miguel e Fernando Canto. 

Prestigie nossa cultura!!!

Fale de sua aldeia e estará falando do mundo” – Leon Tolstói.

Elton Tavares

Meus parabéns, Ana Paula Fonte! (aniversário da paulista mais índia que conheço)

Hoje roda o calendário a mãe do lindo Manoel, cantora, corintiana, viajante, andarilha, integrante do bloco Rebordosa, ex punk paulista, boêmia, nerd irônica, apaixonada pela causa indígena e minha amiga, Ana Paula Fonte.

Ana é uma paulistana que ama o Amapá, mais precisamente o município de Oiapoque. A moça é profissional para caramba (trampou por aqui em favor dos índios, para a sorte deles), tem um gênio forte e é muito gente boa. Também possui um humor negro na medida certa.

Profissional competente, doida sagaz, espirituosa, bem resolvida, engraçada e bem humorada. Já tomamos várias cervas juntos e batemos uns papos firmezas que poderiam ser o roteiro de um curta maluco. Ela é uma figura com personalidade e autenticidade.

Conheci a moça há alguns anos, em uma tribo no Oiapoque. Foi antipatia recíproca à primeira vista. Acho que ela não gostava de assessores de comunicação governamentais. Passou um tempo, batemos um papo no bar e virou brodagem. A doida é gente fina!

Ana e o músico popular amapaense e então cecretário de Cultura do Estado, Zé Miguel – E exposição “Tecendo a Arte, Tecendo a Vida” (sobre a arte em miçanga das mulheres Tiriyó e Kaxuyana). Macapá, 3 de maio de 2011.

Não rolou toda a convivência que queria com ela quando a Ana tava aqui no Amapá, mas a gente se gosta muito. Ela é uma daquelas pessoas que cruzam nossa vida e só deixam boas lembranças. Hoje em dia, a querida reside em sua Babilônia natal, Sampa, e vive feliz com os filhotes e marido. Só pra constar, Ana: a gente sente saudades.

Broda, que tenhas sempre saúde e sucesso junto aos teus amores. E que tua vida seja longa. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração.

Feliz aniversário, Gleuber Monteiro!

Hoje (3) é aniversário do pai amoroso e dedicado da Giovanna, e marido apaixonado da Ella, enfermeiro, profissional de T&I e meu primo, tocador de samba, amante do carnaval, fervoroso bicolor e flamenguista, Gleuber Vale Monteiro. Conheço o cara a vida toda. Nos tornamos grandes amigos ainda adolescentes. Ele era safo, sacava das malandragens aprendidas com o Ramir, seu irmão mais velho. Hoje ele completa 44 anos – idade que alcançarei em setembro, se Deus quiser.

Tive muitos parceiros nos momentos alegres e tristes da vida; um deles foi Gleuber. Há muitos anos, o cara mora em Belém (PA), perdemos o contato antes de ele ir embora. Coisa de família, sempre rola em todas.

Gleuber e família – 2019

Bebemos muito, brigamos na rua, botamos pra quebrar, enfim, aprontamos bastante. Vivências guardadas na memória e no coração. Claro que ficamos putos um com o outro incontáveis vezes, mas fazia parte da coisa. O que importa é que Gleuber é um cara que ajudou aquele moleque prego que fui no início dos anos 90.

Ele foi um dos amigos que me deram apoio na época da morte de meu pai, em 1998. Serei eterna eternamente grato por isso.

Eu e Gleuber – Natal de 2019

Hoje em dia, tenho pouquíssimo contato com Gleuber, mas esta postagem é pra deixar registrados o respeito, saudade e carinho por tudo que vivemos naqueles anos. Bons tempos.

Gleuber, meu primo, que teu novo ciclo seja ainda mais porreta. Que ganhes dinheiro, tome muita cerveja e receba muito amor. Tudo com muita saúde. parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares