Será abdução?

                                                                           Por Raoni Holanda e Elton Tavares

 “Nave do Som” (risos)
Relatos de acontecimentos estranhos têm sido observados por moradores de Macapá. Alguns cidadãos afirmam ter avistado Objetos Voadores Não-Identificados (Óvnis). Segundo eles, as aparições ocorrem com freqüências em boites e clubes da capital amapense. De acordo com estes relatos, a visita dos supostos extraterrestres (ETs) estaria diretamente relacionada ao popular estilo musical local, conhecido como TecnoBrega – Pé-de-pato-bangalô-três-vezes!

Além das aparições, fontes garantem que diversas pessoas ficaram parcialmente loucas, remexendo o corpo de forma ridícula e repetindo mantras de outro mundo como “Faz o T” ou dizendo nomes de pedras preciosas, como o “Rubí”. Seria algum tipo de abdução?

Conforme as vítimas, as naves possuem forma de “aparelhagem”, cruzes! Tal termo  denomina uma engenhoca com muitos, muitos alto-falantes juntos, que emitem uma espécie de tortura sonora para ouvidos mais apurados. Estas Naus seriam pilotadas por seres de calcinha preta, do planeta Calpso.

Alguns, mais religiosos, afirmam que as pessoas que viram o fenômeno foram vítimas de possessão demoníaca e encaminharam as vítimas para o pastor mais próximo. Aconselhamos aos abduzidos que escutem boa música, rock, samba (samba NÃO é pagode) ou MPB, a fim de minimizar os efeitos do ocorrido. Se possível, um pouco de leitura ou viagens, para os efeitos não retornarem jamais.

Apesar de um grande número de pessoas confirmarem a aparição dos Óvnis em Macapá, até o momento não existe nenhuma sustentação da realidade nos depoimentos colhidos, nem através de vídeos, fotografias ou semelhantes. Nenhuma autoridade local pronunciou-se sobre o ocorrido.

Alertamos que, as vítimas que não seguirem as instruções para a desintoxicação das abduções, sofrerão conseqüências catastróficas e irreparáveis, pois nunca conseguirão curar-se. Elas tentarão reproduzir as naves em seus automóveis, a fim de engrossar as fileiras do fatídico destino, tornar-se um apreciador da sonoridade. Fooooda-se!



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