A violência é tão fascinante e nossas vidas são tão normais

                                                                                       Por Elton Tavares

Imagem do filme “Clube da Luta”.
Ainda pouco, assistindo uma briga de vizinho, lembrei da frase de Renato Russo: “A violência é tão fascinante e nossas vidas são tão normais”. Eu adoro ver um porradal, pode parecer grotesco, burrice ou algo assim, mas no fundo, muita gente dá valor num pé de porrada “mano a mano”. Trata-se daquele tipo de briga sem armas, só tabefe, pontapé, bicuda, socos e etc.

Aí virão os chatérrimos politicamente corretos e dirão: “violência não leva a nada” ou “violência só gera violência”. Concordo, mas ver uma porradinha de vez em quando é bacana sim.

Lembro quando a minha lei era no braço, eu realmente não levava desaforo para casa. Mas nunca briguei sem um motivo relativamente justo. Quase sempre foi para defender amigos.

Imagem do filme “Laranja Mecânica”
Claro que houve momentos estúpidos como surtos de ciúme, mas faz parte da coisa, principalmente quando se é adolescente ou tem 20 e poucos anos. Ah, eu ganhei no mínimo 80% delas. É, eu era marrento (risos).

Hoje em dia, brigo mais com palavras e argumentos, mas não arrego se o bicho pegar. E não adianta se for jiujiteiro (é a moda), maromba, malaco ou playboy. Dá para cair dentro sem problema algum. Sabem por que penso assim? Porque em momentos extremos, um murro vale mais que mil palavras.

Resumindo o devaneio da madruga de domingo, “A violência é tão fascinante e nossas vidas são tão normais”. Mas a paz é sempre mais legal. Tenham todos um excelente domingo. Abraços na geral!
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