Cartilha do Programa Apadrinhamento de Crianças e Adolescentes é lançada oficialmente no TJAP

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A Cartilha do Programa Apadrinhamento foi elaborada pela Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude da Justiça do Amapá. Com uma linguagem simples, acessível e objetiva, o exemplar apresenta informações essenciais para quem deseja ser um padrinho de crianças e adolescentes que se encontram em abrigos.

A Desembargadora Stella Ramos, explica que o lançamento da cartilha acontece em conjunto com o lançamento do programa para que todos possam ter acesso às informações relacionadas ao apadrinhamento. “Queremos também mobilizar e sensibilizar os magistrados quanto à necessidade de execução deste programa. Queremos que ele aconteça o ano inteiro, não somente no natal e datas comemorativas. Todo o cidadão pode ser um padrinho”, disse a coordenadora.

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A coordenadoria acompanhou todo o processo de formulação, discussão até chegar ao lançamento do programa.

“Durante as reuniões anteriores nos preocupamos em buscar consolidar um programa que teve início na Vara da Infância da Capital, com o juiz César Augusto. Queremos proporcionar a convivência com o ambiente familiar a esses infantis”, orienta a Desembargadora Stella.

O juiz Heraldo Costa, titular da Vara Única da Comarca de Tartarugalzinho, sublinha a necessidade e a importância desta iniciativa. Como magistrado ele afirma que em suas decisões busca não sobrecarregar as instituições de acolhimento e o apadrinhamento é uma saudável alternativa.

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“O apadrinhamento é uma relevante opção para crianças e adolescentes abrigados, propiciando a esses menores, experiências saudáveis de vivência familiar”.

As Instituições de Acolhimento e os operadores de direito participarão de um curso previsto para outubro, no qual poderão conhecer mais sobre o apadrinhamento, tanto no aspecto teórico quando prático.

Os candidatos a padrinhos serão cadastrados, entrevistados por psicólogos ou assistentes sociais, receberão vistas domiciliares de profissionais e passarão por cursos e oficinas.

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“Por meio do programa, o padrinho pode realizar doações ao afilhado, levá-lo para passar o fim de semana, feriados e férias escolares, tê-lo sob guarda, proporcionando experiências enriquecedoras e principalmente promovendo a convivência familiar e comunitária”, finalizou a desembargadora Stella Ramos.

Assessoria de Comunicação Social do Tribunal de Justiça do Amapá

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