O otário

Um conhecido “playboy” de Macapá, famoso por suas cagonices (e olha que o cara já tem quase 40 anos) pegou uma surra de um garoto, de mais ou menos 18 anos, em frente a loja de conveniência da capital amapaense. O motivo foi um “barato errado”, característico do “figurão”, que tem apelido de fruta, mas tem jeito de verme. Um típico otário.

Eu ainda consigo me surpreender como algumas coisas NUNCA mudam, este pateta já está careca, mas observo suas babaquices há umas duas décadas, desde a época do colégio. Quando será que o “empresário”, como ele mesmo se intitula (que na verdade é um vagabundo, testa de ferro de algum sacana maior), deixará de ser motivo de piada?

Suas peripécias são realmente admiráveis, o cara vive apanhando na rua, mas anda de peito estufado pagando de gato (eu juro que não tenho inveja, nem dele e nem de ninguém), prisões e dizem que já queimou dinheiro. Certa vez, o vi jogando notas de R$ 50, dentro de um bar local. Estes são apenas alguns exemplos da sapiência do indivíduo, pois são tantas que eu não conseguiria enumerar.

Ah, ele sempre ladeado de alguns fiéis escudeiros, puxa-sacos que o sugam, tipo aquele trecho da música do Cazuza: “o teu amor é uma mentira, que a minha vaidade quer” (risos). Ouvi dizer que o sacana curte bater em mulher, não sei se é fato, mas eu não duvido.

Tudo bem, confesso que eu nunca morri de amores pelo sujeito, somos desafetos antigos, mas ele marca demais e é difícil não comentar. O cara quer aparecer a todo custo, oras.

Estou evitando nomes, pois sou somente um jornalista e o ricaço poderia me processar. Mas fica a dica, ele tem apelido de fruta, é baixinho, tem uma careca e é meio cabeludo, tipo o “Mestre dos Magos” (risos). Talvez seja o maior cagão da história tucujú, afinal, suas preguices atravessam gerações.

Eu conheço muita gente que mudou com o tempo, conheço meninas danadas que aquietaram e deram certo com seus respectivos maridos, maluco que entrou nos trilhos e vadio que virou trabalhador, mas em alguns casos, como o que contei, uma vez babaca, sempre babaca.

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