Proposta quer homenagear jornalista morta com nome em auditório do Ifap

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Por Fabiana Figueiredo

Tramita no Instituto Federal do Amapá (Ifap) um requerimento que propõe alterar para ‘Dione Amaral’ o nome do auditório do câmpus Macapá da instituição. A iniciativa é uma homenagem à jornalista e empresária, que morreu no dia 29 de novembro, depois de passar por duas cirurgias estéticas em Macapá. Dione Matos Amaral tinha 32 anos e era funcionária do Ifap. A proposta foi encaminhada para análise do Conselho Superior (Consu) do instituto.

O educador de usuário da biblioteca do Ifap Emerson Marreiros, de 33 anos, é o autor da proposta. Ele conta que pensou na ideia e comentou com os colegas de trabalho, que o apoiaram com o projeto.

“Dione era uma mulher empreendedora, criativa e querida. Como o auditório era novo e a d1cara dela, um dia depois do falecimento falei com uma colega que o nome dela poderia ser usado”, disse Marreiros. O espaço foi inaugurado em 2012 e era constantemente utilizado por Dione Amaral, mestre de cerimônia em quase todos os eventos da instituição.

“O auditório era um local onde ela [Dione] fazia o cerimonial dos eventos, um lugar que a gente a encontrava sempre prestativa, querendo ajudar. Foi muito difícil depois entrar no auditório e não vê-la mais”, lamentou o educador. Ele conta que quando lançou a ideia recebeu apoio de muitos colegas através das redes sociais.

Marreiros enviou o requerimento para a direção do Ifap, pedindo a nomeação do espaço. A solicitação será analisada por representantes do Consu na próxima reunião do grupo, agendada para janeiro de 2015.

d111Essa é uma homenagem minha e dos meus colegas sensibilizados com a pessoa que ela representou para o Ifap”, reforçou Marreiros.

Dione Amaral

A jornalista e empresária Dione Matos Amaral morreu na noite do dia 29 de novembro, após uma parada cardíaca. Ela recebia atendimento médico num hospital particular em Macapá, depois de sentir-se mal por ocasião de dois procedimentos estéticos a que foi submetida no dia 26.

Dione Amaral era funcionária pública, e proprietária de um empresa de comunicação especializada em assessoria de imprensa, além de professora em uma faculdade particular. Ela era casada e mãe de três filhos.

Fonte: G1 Amapá

 

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