Os urubólogos

Como diz o adágio popular: “é melhor rir para não chorar”. Por isso, dou risada dos jornaleiros comprados, rio dos que só querem trabalhar em ano político e dos urubólogos de plantão, que apóiam loucuras como usurpação do poder público. O urubulógos tentam desconstruir ações concretas com factóides, falácias, miudezas, etc. 

Os urubólogos usam a “Liberdade de Expressão” para falar ou escrever sandices, pois são remunerados para desinformar. 

Trata-se de uma minoria impertinente e maldosa, ávida por dinheiro. Ainda bem que a percepção do cidadão melhorou. O povo não está mais sensível a falsas afirmações, debate político raso e afins. 

Ah, sobre os colegas que trabalham na comunicação institucional, seja de qual órgão for, o meu respeito. Pois eles informam ações de seus respectivos empregadores. Minha crítica é para os veículos que se dizem “imparciais”, mas que não se comportam como tal.

Para finalizar este post, que é somente um pequeno desabafo, faço minhas as palavras de um dos gênios do jornalismo brasileiro, Paulo Francis. Ele explica tudo: 

Dizem que ofendo as pessoas. É um erro. Trato as pessoas como adultos. Critico-as. É tão incomum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica, às vezes é estúpida. O leitor que julgue. Acho que quem ofende os outros é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. Meu tom às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável. Mas é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação do amante rejeitado” – Paulo Francis.

Portanto, fiscalizem, noticiem e, se preciso, denunciem. Mas não por motivações particulares, seja poder, mordição e, maior de todos os motivos, a falta do “jabá”, que tanto gostam de comer com o nosso açaí, mas pelo jornalismo em si. Como dizem, fica a dica.

Elton Tavares

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