Poema de agora: Bida (Telma da Cunha)


Bida*

Minha poesia se foi contigo,
embarcou em águas solitárias. 
Navegando na tempestade
de um (a)mar bêbado e tristonho.

Deixando mágoas em mim,
teu coração chorou.
Agora é silencio total…
logo o presente será passado.

Vagaras nos resíduos de um viver
que provou: tua sede desmedida,
é a causadora da morte do amor.

*Obdias, para os íntimos, na época ‘enxugava copos’.Dei-lhe este ultimato. Funcionou!

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