Poema de agora: Nuvens de asteroides – @ThiagoSoeiro

Nuvens de asteroides

já tem mais de um ano
desde a última vez
que te encontrei no poema
e não teve um dia
que não sentisse a sua falta
era como se todos os poemas
de amor não falassem de amor
sem você dentro deles.
ouvi dizer que você tinha partido
atravessado o céu rumo à Marte
estaria escondido em alguma estrela
e nenhum astronauta havia desconfiado
que seu coração universo
estaria morando na via láctea
fazendo chover saudade.

Thiago Soeiro

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