Ação integrada do MP-AP, PF e PRF resulta na prisão de um indivíduo foragido, no Estado do Piauí

Em ação integrada, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado (MP-AP), com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal (PF), cumpriu no último sábado (14), na cidade de Bom Jesus, Estado do Piauí, os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão de um indivíduo foragido do sistema prisional amapaense.

Agenor Vitorino de Carvalho, que também possui documentos com o nome de Renato Rena de Carvalho e Kaio Renato Moreno Júnior, foi preso, quando viajava dirigindo seu veículo, com adesivo de uma de suas prováveis empresas de fachada, por uma rodovia federal no Estado do Piauí.

Ele está condenado a 41 (quarenta e um anos) de prisão em regime fechado. Atualmente, estava cumprindo a pena em prisão domiciliar por alegada doença grave e deveria permanecer em sua residência e somente sair com autorização judicial para tratamento de saúde, com monitoramento eletrônico. Mas o mesmo rompeu o acessório e se deslocava livremente por outros Estados.

Contudo, investigações em trâmite no Gaeco apontam que o investigado – eis que ainda não se sabe qual seu nome verdadeiro – continua a praticar crimes, como ocultação de bens, lavagem de dinheiro e, possivelmente, tráfico de drogas.

Em 1999, o homem foi preso em Rondônia pelo roubo de uma carga de 289 kg de ouro, transportada em uma aeronave da companhia Vale do Rio Doce, no Estado do Pará. Em 2009, nova prisão, desta vez pela PF, no mesmo Estado, por tráfico de drogas, quando transportava 735 kg de cocaína. Já no ano de 2015, foi preso em Macapá, por usar documentos falsos e por estar foragido, com mandado de prisão preventiva em aberto.

Ele é pessoa de alta periculosidade, que possui contatos com políticos e pessoas influentes e, alegando doença grave, obteve o direito de cumprir sua pena em prisão domiciliar.

Os promotores de Justiça do Gaeco/MP-AP reafirmam a atuação enérgica contra grupos criminosos, em especial para tentar buscar o patrimônio escuso deles e, elogiam a cooperação cada vez mais frequente de órgãos como a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal nas investigações e operações do Ministério Público.

Serviço:

Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Amapá
Núcleo de Imprensa
Gilvana Santos – Coordenação
Texto: Gaeco
E-mail: [email protected]

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