Hoje é o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ – É preciso ter respeito pela diversidade

Hoje (28) é o do Orgulho LGBTQIA+. A data foi criada e é celebrada em 28 de junho em homenagem a um dos episódios mais marcantes na luta da comunidade gay pelos seus direitos: a Rebelião de Stonewall Inn. Em 1969, o preconceito resultou em uma série de invasões da polícia de Nova York aos bares que eram frequentados por homossexuais, que eram presos e sofriam represálias por parte das autoridades.

Desde então, a comunidade vem lutando por mais direitos e, aos poucos, garantindo conquistas. A data é importante para a reflexão sobre a igualdade de direitos entre as pessoas em qualquer situação, o respeito à diversidade e o combate a toda forma de discriminação e, em especial, à LGBTfobia. Aliás, essa “FOBIA” é “coisa de veado”, loucura pura. É muito mais que burrice, é falta de caráter. Ser homofóbico é ser otário, pois tal linha de pensamento é de uma miséria espiritual e canalhice tremenda.

Em 2022, pela primeira vez, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), divulgou dados oficiais sobre a comunidade não heterossexual no país. Segundo o levantamento, 2,9 milhões de pessoas a partir de 18 anos se declaram lésbicas, gays ou bissexuais. O IBGE alerta, no entanto, que esse número pode estar subnotificado.

Hoje, em todo o mundo ocorrem celebrações pelo Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. A data é essencial para a efetivação de direitos fundamentais, dentre eles, a liberdade e a igualdade.

Tenho poucos preconceitos na vida. Como aporrinhação para que eu siga uma determinada religião ou com música que acho escrota (boa para quem as curte). Tenho orgulho de ter muitos amigos de várias orientações sexuais. Pessoas íntegras e inteligentes, que pagam suas contas e contribuem para o bem da sociedade. A maioria deles é gente fina.

Homofobia é crime e que viola os próprios preceitos de religiosidade e fraternidade que algumas pessoas – criminosamente – utilizam e desvirtuam, a fim de embasar o discurso preconceituoso e de ódio que propagam.

Vivemos em tempos onde o esclarecimento sobre o assunto é voraz, mas “Apesar de termos feito tudo, tudo, tudo o que fizemos, nós ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”. Ou pelo menos, a maioria com mente homofóbica.

Se duas pessoas do mesmo sexo se gostam, se amam ou só resolvem transar, a vida delas É DELAS. Relações não podem ser classificadas, somos todos seres humanos, cada um em busca de sua felicidade, das várias formas que ela se apresenta a cada um.

E se isso for um problema para alguém, o problema é só dessa pessoa preconceituosa. É isso!

Elton Tavares

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