Hoje é o Dia Nacional do Escritor (minha homenagem aos confrades literatos) #diadoescritor

Hoje (25) é o Dia Nacional do Escritor. O conceito diz: Escritor é o artista que se expressa através da arte da escrita ou, tradicionalmente falando, da Literatura. É autor de livros publicados, embora existam escritores sem livros publicados (chamados, por alguns, de amadores, mas não para mim).

A data foi instituída em 1960 pelo então presidente da União Brasileira de Escritores (UBE), João Peregrino Júnior, e pelo seu vice-presidente, o célebre escritor Jorge Amado.

O Dia do Escritor, no Brasil, surgiu após a realização do I Festival do Escritor Brasileiro, iniciativa da UBE. O grande sucesso do evento foi primordial para que, por intermédio de um decreto governamental, a data fosse instituída com a finalidade de celebrar a importância do profissional da palavra escrita – profissão que, infelizmente, nem sempre tem sua relevância reconhecida.

Meus queridos amigos escritores Alcinéa e Fernando. Dois ícones. Foto: Flávio Cavalcante (que além de excelente fotógrafo, é escritor).

Hoje parabenizo os escritores que conheço e sou fã: Fernando Canto (para mim o melhor escritor do Amapá), o talentoso Paulo de Tarso, o genial Ronaldo Rodrigues,  a fantástica Alcinéa Cavalcante, a doce Angela Maria de Carvalho, os impressionantes Lara Utzig, Marven Junius Franklin, Flávio Cavalcante, Mauro Guilherme (em memória), Kassia Modesto, Áquila Almeida, Arilson Souza, Aline Monteiro, Gian Danton, Mayara La-Rocque, Tiago Quingosta, Luiz Jorge Ferreira, Renivaldo Costa, Maria Ester, Mary Rocha, Hernani Marinho, Mary Paes, Jô Araújo, Júlio Miragaia e Lulih Rojanski. Os poetas sensacionais Jaci Rocha, Pat Andrade, Annie de Carvalho, Bruno Muniz, Carla Nobre, os maravilhosos Poetas Azuis Pedro Stkls e Tiago Soeiro e o professor e poeta Carlos Nilson. Admiro muito todos vocês.

Também parabenizo grandes escritores amapaenses que não conheço pessoalmente, mas possuem grandes obras e contribuições expressivas para a literatura do nosso lugar no mundo. Deste grupo, em especial, o admirável Manoel Bispo, de quem sou fã, mas nunca troquei uma palavra. Minhas homenagens aos que viraram saudade há pouco tempo, como Gabriel García Márquez, João Ubaldo Ribeiro, Rubem Alves e Ariano Suassuna.Também felicito os meus grandes e velhos amigos Victor Hugo, Mário Quintana, Fiódor Dostoiévski, José Saramago, Franz Kafka, Manuel Bandeira, Mário Prata, Machado de Assis, Luís Fernando Veríssimo, Charles Bukowski Friedrich Nietzsche, Carlos Drummond de Andrade, Nelson Rodrigues, entre outros tantos, que me ajudaram a melhorar a percepção das coisas.

Os exímios escritores, que com habilidade e criatividade usam as palavras e ajudaram a abrir cabeças e ensinaram pessoas a ler nas entrelinhas, são, como diz a minha amiga jornalista manauara Juçara Menezes, “máquinas pensantes para outros começarem a pensar”. De fato!

Quando perguntavam qual a minha profissão, dizia que “sou jornalista, assessor de comunicação e editor de um site. Mas que, um dia, gostaria de ser escritor”. Pois é, me tornei escritor e estou feliz com isso. Fiz a estreia na antologia “Cronistas na Linha do Equador”, lançada em maio do ano passado e também integro a obra “61 Cronistas do Amapá”, de junho de 2020. Sobre essas duas publicações, agradecimentos aos escritores Mauro Guilherme (saudoso amigo que fez a passagem há pouco tempo) e Alcinéa Cavalcante, querida amiga que sempre me apoia.

Também tenho um livro publicado, o “Crônicas De Rocha – Sobre bênçãos e canalhices diárias”,  lançado em 2020. Esse é especial, pois foi o primeiro de muitos que virão, se Deus permitir. Sobre esse, tenho muita gente a quem agradecer, mas em especial, os agradecimentos vão para o escritor Fernando Canto e sua esposa Sônia Canto, que fizeram a seleção de textos e prefácio; ao Ronaldo Rony, que ilustrou o livro e ao senador Randolfe Rodrigues, que foi fundamental na prublicação da obra.

Também já rodado, mas ainda não lançado, o meu segundo livro vem aí, o “Papos de Rocha & outras crônicas no meio do mundo”. Sobre esse falarei depois de lança-lo e agradecerei a todos os que ajudaram neste projeto.

Voltando à data celebrada hoje,  parabenizo ainda os jornalistas que escrevem crônicas e contos. A licença poética (da poesia marginal, claro) e liberdade de expressão me permitem dizer: o que vocês fazem é bom pra caralho!

Ah, aos que nunca conseguiram publicar seus livros, deixo o recado: continuem tentando, sempre!

Enfim, senhores escritores, meus parabéns por rabiscarem ou digitarem seus pontos de vista, histórias e estórias próprias ou de terceiros, causos, contos, devaneios, tudo com muita sagacidade, inteligência e humor. A nós, literatos imparáveis, desejo muita insPiração e um feliz Dia do Escritor.

Elton Tavares – Jornalista e escritor.

  • Sintetizou o devemos pensar sob o ato de escrever…
    Em que praticamente depende da paixão pela palavra criadora de frases…frases criaforas de parágrafos e estes criadores de textos…e por fim estes agrupados em páginas e finalmente transformadas em livros.
    Aff!
    Mas que alegria nos dá…
    Parabéns!
    A todos ….

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