Juíza Elayne Cantuária representa o TJAP no Webinário com o tema “A Participação Feminina nos Concursos para a Magistratura”

Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta quarta-feira (19), o “1º Webinário: A Participação Feminina nos Concursos para a Magistratura” contou com a participação da juíza Elayne Cantuária, presidente do Grupo de Trabalho de Incentivo à Participação Feminina no Judiciário Amapaense, titular da 2ª Vara Cível e de Fazenda Pública de Macapá e Vice-Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). “O evento foi sensacional. Apresentou dados e realizou abordagens essenciais sobre a necessidade urgente de se implementar políticas reais e presentes para que a população feminina possa integrar o Poder Judiciário de forma efetiva”, relatou a magistrada. Promovido em parceria com a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), o Webinário foi transmitido na íntegra pelo Canal do CNJ na plataforma Youtube. (Acesse o link: https://www.youtube.com/watch?v=_WpnTnofryg)

O seminário foi realizado por meio de videoconferência e teve como finalidade apresentar à sociedade e aos/as integrantes da magistratura os resultados de pesquisa feita com 60 Tribunais brasileiros sobre o perfil das comissões organizadoras e das bancas examinadoras dos certames realizados nos últimos 10 (dez) anos, além dos conteúdos temáticos dos editais dos referidos concursos. “Trouxemos da reunião inúmeros subsídios para a elaboração de um Plano de Ação capaz de tornar factível e real o incentivo da participação feminina na Justiça do Amapá”, destacou.

“O Seminário também promoveu a formulação de políticas públicas judiciárias voltadas a afastar obstáculos, com o estabelecimento de diretrizes e ações, de modo a fazer prevalecer, na íntegra, a equidade de gênero estabelecida no ODS 5 da Agenda 2030 da ONU, e preconizada na Constituição Federal de 1988”, ressaltou a Juíza Elayne Cantuária.

O evento destinou-se a todas as pessoas interessadas e dedicadas ao estudo e à análise da participação feminina no âmbito da magistratura brasileira, bem como aquelas com poder decisório para alteração de eventual quadro de desequilíbrio de gênero na ocupação dos cargos da carreira.

Assessoria de Comunicação Social do TJAP

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