Poema de agora: “Trêmula” – Ricardo Iraguany

“Trêmula”

Arrancarei você dá minha cabeça
Ou arrancarei minha cabeça com as próprias mãos
Outra bela
Invadirá a janela dos meus olhos
E eles escaparam da hipnose
Da valsa, dos holofotes
Onde foste atriz outrora
Na aurora passageira
Da caldada noite fria,
Trêmula, onde cantarei nas ruas
Sempre uma nova canção.

Ricardo Iraguany

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