Teatro, paródia, dança e rap sobre trabalho, Justiça e cidadania foram apresentados por alunos

“O direito ao trabalho é protegido por lei. É uma garantia a dignidade humana. Direito e deveres sabemos que têm. Procure se informar e não seja um banana”. Este é o refrão do rap cantado por alunos da Escola Lúcia Neves Deniur, composição do professor Gabriel Vinícius e do rapper Alberto Gonzaga Sobrinho, apresentado no encerramento da edição 2017 do programa Trabalho, Justiça e Cidadania (TJC), na sexta-feira, 27, no auditório da Polícia Federal.

O TJC é um programa de trabalho voluntário, mas sistemático, criado e desenvolvido pela Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas (Anamatra), que busca sensibilizar os alunos sobre a forma de exercer esses direitos. A partir da sensibilização das crianças, bem como dos professores e coordenadores, o programa tem também o objetivo de torná-los multiplicadores desses conhecimentos dentro das comunidades em que se encontram inseridos.

A estudante Emily Carol Morais, 10 anos, encenou a madrasta exploradora da Branca de Neve e também cantou o rap do direito ao trabalho. Ela disse que aprendeu muito durante as ações do programa. “Em casa, passei o conhecimento para minha família e também para amigos e colegas”. A professora Ritângela Queiroz, além de mostrar todo seu talento de atriz ao lado dos seus alunos, da Escola Vera Pinon, também destacou que o programa reforçou o que já vem desenvolvendo na sala de aula. “Temos um trabalho voltado à cidadania com as crianças. O TJC foi importante para contribuir com nossos ensinamentos”, ressaltou.

Os programas e projetos que apostam na educação são importantes para o crescimento do país.

A juíza do Trabalho e vice-coordenadora do programa em Macapá, Odaise Martins, se emocionou com a apresentação dos alunos. “Muito criativos e pudemos ver que aprenderam muito com o que desenvolvemos no programa com eles. Um trabalho de dar orgulho para todos nós”. O secretário de Assistência Social e do Trabalho, Lucas Abrahão, representou o prefeito Clécio Luís. “É preciso acreditar e desenvolver esses projetos nas escolas, pois fazem a diferença na vida dos alunos”, destacou.

TJC

O programa reúne palestras nas instituições de ensino, distribuição de cartilhas, guias de assistência jurídica, visitas dos alunos ao Poder Judiciário, simulação de audiências e julgamentos, atividades artísticas e culturais. Ao longo das atividades, os estudantes receberam a visita dos magistrados nas escolas e também foram conhecer o funcionamento do Fórum do Trabalho.

Em Macapá, o programa é desenvolvido por meio de convênio com a Semed desde 2014. Este ano, está sendo executado em cinco escolas: Vera Lúcia Pinon, Curralinho, Lúcia Neves, Maestro Miguel e Maria Izabel, em turmas de ensino fundamental e de educação de jovens e adultos (EJA).

Pérola Pedrosa
Assessora de comunicação/Semed
Contato: 99127-9591
Fotos: Max Renê

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