Festas, confraternizações e a hipocrisia de fim de ano

papamal

Há 10 dias do natal e pouco mais de duas semanas do final de 2015, aquela atmosfera começa a tomar conta de tudo. Todos começam a exercitar o melhor que existe dentro de si (pelo menos é o que tentam demonstrar a todo custo), além da nostalgia latente e exagerada. Até aí tudo bem, mas é como se bastasse ser legal somente no final do ano. Pura hipocrisia.

Principalmente entre colegas de trabalho que se odeiam e familiares que não se suportam. Forçam a barra com “confraternizações”, só para dizer que os ventos natalinos causam amnésia de atos cometidos ao longo do ano.

Em todos os campos, seja no pessoal ou profissional, cruzamos com fofoqueiros, invejosos e canalhas de todo tipo. O pior para mim é quando essa gente me vem “desejar” feliz Natal ou próspero ano novo. Dá vontade de dizer: “pé-de-pato-urubu-três-vezes” ou “vá-te-retro-satanás”. Cruzes!

Bom, temos ideias novas todos os dias. Já está na hora de dizermos: “seguinte, a afinidade fala mais alto, vamos confraternizar com quem realmente gostamos?”. Portanto, abracem, beijem e amem os seus. Aqueles mesmos que seguraram sua barra durante o ano. Aquelas pessoas que dividiram alegrias e tristezas com você. Enfim, quem realmente importa. ”. Desejo um feliz 2016 a minha família e meus amigos. Mas não para tooodo mundo, como a maioria dos “bons samaritanos fabricados” nestes dias de dezembro. É isso e fim de papo!

Elton Tavares

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