Movimentos de Juventudes participam de Roda de Conversa com o MP-AP

Nesta sexta-feira (4), o Ministério Público do Amapá (MP-AP) realizou a Roda de Conversa com Movimentos de Juventude, na Procuradoria-Geral de Justiça – Promotor Haroldo Franco, no Araxá. O evento é preparatório para o I Encontro do Ministério Público com os Movimentos Sociais, previsto para setembro.

Na acolhida aos participantes, o professor Manoel Batista coordenou um Círculo de Afetividade, proporcionando um momento de conexão dos jovens com os membros da instituição. Todos foram convidados a participar da dinâmica de conexão e, em seguida, iniciarem os diálogos acerca dos problemas que afetam os diferentes segmentos de juventude do Estado, bem como definir estratégias compartilhadas entre MP-AP e movimentos sociais para superá-los.

“São nas dificuldades que nós aprendemos os valores e oportunidades para o nosso crescimento, não só material, mas também espiritual”. Essa foi a mensagem procuradora de Justiça Judith Teles, coordenadora-geral do Centro de Apoio Operacional da Infância, Juventude e Educação (CAOP-IJE), na abertura do evento.

A assistente social do MP-AP, Alzira Nogueira, orientou na formação dos grupos de trabalho, explicando ser esse o momento para reflexão sobre as problemáticas que afetam a juventude amapaense, assim como para pensar propostas de fortalecimento do sistema de políticas públicas destinadas aos diferentes segmentos de jovens.

Para a representante do Movimento de Juventude das Mulheres Negras, Sarine Cardoso, essa iniciativa do MP-AP foi muito oportuna. “Somos responsáveis, junto com o Ministério Público, nessa mobilização para fazer com que os jovens se manifestem para que a gente possa levantar os problemas e envolver os movimentos e a sociedade civil na formulação das políticas voltadas para as soluções conjuntas”, manifestou.

O procurador-geral de Justiça, Márcio Alves, falou do papel do Ministério Público como órgão indutor das políticas públicas, o que exige proximidade com a comunidade e, assim, se estabelecer como uma instituição parceira da sociedade, portanto, constituindo-se efetivamente como instrumento de transformação social. “Se nós estivermos unidos no mesmo propósito para quebrarmos um pouco essa desigualdade e exclusão social que existe em nosso município e nosso Estado, bem como a pobreza que existe no país, poderemos tentar construir juntos um grande movimento que nos dê conforto no futuro e possamos ver um cenário diferente”, destacou Márcio Alves.

Finalizadas as atividades dos grupos foi realizada uma plenária apresentação em formato livre (música, rimas e oral) da síntese dos diálogos realizados.

Participaram da Roda de Conversa os promotores de Justiça: Eder Abreu (Promotoria de Investigações Cíveis e Criminais), Andréa Guedes (Núcleo de Inteligência do MP-AP), Afonso Pereira (Promotoria de Defesa do Patrimônio Público), Alexandre Monteiro (Promotoria da Infância e Juventude de Macapá) e Eduardo Kelson (Promotoria de Defesa dos Direitos Constitucionais); e também os servidores: Carla Sebastiani (Assessoria Técnica) e José Villas Boas (MP Comunitário).

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SERVIÇO:

Gilvana Santos
Assessoria de Comunicação do Ministério Público do Estado do Amapá
Contato: (96) 3198-1616
E-mail: [email protected]

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