Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade busca projetos do AP que preservam patrimônio cultural

Marabaixo é a principal manifestação cultural do Amapá — Foto: Aydano Fonseca/Tambores e Bandeiras

Por Caio Coutinho

As iniciativas que cuidam e promovem os patrimônios culturais do Amapá, seja imaterial ou material, como o Marabaixo e a Fortaleza de São José, podem concorrer ao 33º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A premiação, que reúne projetos de todo o país, vai premiar 12 iniciativas com R$ 20 mil, cada.

As inscrições on-line acontecem até dia 18 de maio, no site do Iphan. Quando não houver possibilidade de se inscrever pela internet, há o cadastro presencial, que pode ser feito somente até 10 de maio, encaminhando informações via Correios para o endereço descrito no edital.

Ao se inscrever, cada iniciativa deve apresentar documentos que comprovem a concretização do projeto e resultados relevantes em 2019. Pode se inscrever qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, com ações voltadas para a preservação cultural.

Na etapa estadual são avaliadas iniciativas de excelência no campo do patrimônio cultural, que irão se dividir em duas categorias: material e imaterial. Em cada categoria há seis segmentos, com um total de 12 vagas para se classificar e disputar a premiação nacional.

O resultado desta fase está previsto para 2 de julho, com todos os projetos avaliados por uma comissão estadual, presidida pelo superintendente estadual do instituto. Em um segundo momento, em âmbito nacional, serão utilizados os mesmos segmentos para premiar um total 12 iniciativas.

O resultado da premiação definitiva está previsto para o final de agosto. O Iphan do Amapá informou que ainda não está confirmada a cerimônia, bem como o local onde aconteceria a premiação, devido à pandemia do novo coronavírus, mas o certame prossegue sem alterações.

Cerimônia do Prêmio Rodrigo Melo de Franco de 2015, em Brasília — Foto: Divulgação/Governo Federal

As duas categorias, material e imaterial, possui 6 segmentos cada:

administração direta e indireta (exceto municípios);
administração direta e indireta municipal;
universidades (Públicas e Privadas);
fundações ou empresas privadas, exceto Micro Empreendedor Individual (MEI);
cooperativas, associações formalizadas ou redes e coletivos não formalizados;
pessoas físicas ou MEI.

De acordo com o responsável pela organização da classificação estadual do prêmio, o antropólogo Daniel da Silva, o prêmio busca valorizar e incentivar projetos que enaltecem a importância dos patrimônios culturais do Amapá.

“A última edição contou com oito prêmios, visto que cada categoria tinha apenas quatro segmentos. Hoje o Iphan ampliou a premiação, para que mais iniciativas possam concorrer e serem recompensadas pelo trabalho de preservação”, finalizou Silva.

Fonte: G1 Amapá

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