Ao Vivo Lá Em Casa (Secult): Ingrid Ranieri apresenta o solo cênico: “A origem das bolhas”

O projeto “Ao vivo lá em Casa”, da Secretaria de Estado da Cultura do Amapá (Secult AP), apresenta, nesta quarta-feira (12), a partir das 18h30,  em sua programação o solo cênico “A origem das bolhas”, da Jovem atriz Ingrid Ranieri. O espetáculo será transmitido pelas redes sociais da Secult Amapá.

A peça é também em alusão ao Dia estadual de Combate ao Feminicidio, celebrado hoje no Amapá.

Ingrid, atualmente vive uma conexão entre a cidade do Rio de Janeiro onde faz graduação em Bacharel em Teatro na conceituada Casa das Artes de Laranjeira (CAL) e Macapá, terra em que foi criada junto à sua família e que também executa seus projetos artísticos. A atriz já teve passagem pelo Curso de Licenciatura em teatro da Universidade Federal do Amapá e também já integrou no período de 2016 a 2018 a Cia de Artes Tucuju, grupo formado só por jovens artistas e agentes culturais do Amapá.

Para a atriz:

“É um evento muito importante para classe artística que vive da sua arte e que nesse momento está impossibilitada de fazer de forma presencial, o evento vem pra somar tanto pro artista continuar produzindo mesmo que em outro formato quanto para o público que pode continuar apreciando a arte do fazer teatral sem precisar sair de casa. Além de que o experimento a origem das bolhas trata- se dá pela metáfora de alguém que está preso em uma bolha e seus desafios o que pode se relacionar com o momento que estamos vivendo nessa quarentena.”

O Solo de curta duração foi estreado na III Edição do festival Curta Teatro realizado pela Cia. Ói Nóiz Aki, onde conquistou o Prêmio de Melhor Atriz e recebeu indicações nas categorias de: Melhor Dramaturgia, Melhor Caracterização e Melhor Concepção Sonora.

Neste certame, a atriz tem como parceiro o ator e produtor cultural Jhou Santos junto com a CORTEJO Produções Artísticas.

SINOPSE:

Imagine viver em um mundo limitado, restrito ao que você vê. Sentir que é muito maior do que o espaço que lhe foi atribuído. Se sentir marionete de um experimento de algo que está além do que é conhecido. Imagina conviver com múltiplas perguntas e nenhuma resposta. Solidão, inquietação, fluxo de pensamentos, reflexão e alienação. Uma luta constante entre conflitos internos e externos. Uma metáfora vivida por um corpo feminino que habita uma bolha e desconhece tudo que há fora dela, seus olhos são limitados a enxergar apenas o que há dentro de sua bolha, neste caso: chamada mundo.

Jhou Santos (Produtor Cultural)
Cortejo Produções Artísticas


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