Guitar Hero – Texto sensacional de Régis Sanches

Régis, o “Beck” ou “Anjo Galahell”, um dos melhores guitarristas que vi tocar – Fotos: Elton Tavares

Por Por Régis Sanches

Hoje me preparei para escrever sobre a vida errante dos guitarristas. Pensei nos menestréis, com seus alaúdes, levando alguma alegria para o festim dos lúgubres burgos ao redor dos castelos medievais. E não poderia deixar de reverenciar a memória de Django Reinhardt, o cigano belga que criou o naipe de duas guitarras, tendo seu irmão Joseph empunhando a base e ele próprio no solo. Reinhardt vestia-se a caráter. Em plena segunda guerra mundial, enquanto os foguetes alemães V-1 e V-2 explodiam nos céus de Paris, sua banda animava os sobreviventes do conflito no Clube de France.

Certa noite, a cidade-luz às escuras, Django retornou para casa, exaurido, após mais um show. Ele deitou-se em sua cama, os fumos do sono o absorveram por completo. Sua mulher havia esquecido uma vela acesa, a tênue chama tremulou e alcançou os lençóis. O guitarrista cigano sobreviveu, mas teve sua mão direita lesionada pelo fogo. Nas raras imagens desse precursor das modernas bandas de rock, podemos vê-lo com as cicatrizes do incêndio. Ele nunca desistiu de retirar das seis cordas o lamento necessário para cicatrizar as feridas da vida.

No início desta manhã, eu estava eletrizado pelo som metálico da minha guitarra. Lembrei de uma frase de Eric Clapton, chamado de Deus em pichações nas paredes do metrô de Londres, no final da década de 1960. “Ninguém consegue tocar blues honestamente de barriga cheia”. Mister Clapton é a alma dos guitarristas, uma espécie de Fênix que sobreviveu a todas as tragédias. Como mestre de George Harrison, roubou a mulher do melhor amigo. Transtornado, mergulhou e emergiu do mundo negro das drogas. Certa ocasião, seu filho caiu da janela do apartamento. Seu coração ficou dilacerado. Mas a resposta veio na forma da sublime “Tears in Heaven”.

O melhor de Eric Clapton pode ser sorvido, ouvindo-o executar a belíssima “White room”, de Robert Johnson. A poesia que descreve a solidão – “um lugar onde o sol nunca brilha/onde as sombras fogem de si mesmas” – só encontra dueto à altura no lirismo poético dos riffs arrancados pela slowhand do velho bluesman.

Poderia citar uma legião de guitarristas: Chuck Berry, B. B. King, Jimi Hendrix, Jimmy Page, Jeff Beck… Seria em vão. Os verdadeiros guitarristas, nós podemos contá-los nos dedos de apenas uma das mãos. Os homens de verdade sabem que há duas coisas no mundo que não se vende, nem se empresta: a mulher e o carro. Incluo no rol a minha guitarra. Pois aqueles que tiveram a sorte de nascer com a alma de guitarrista hão de concordar. Na essência de todo guitarrista, além da sensibilidade, da disciplina e de uma dose exagerada de humildade, existe uma tragédia iminente rondando o destino desses modernos menestréis. Vida longa a Eric Clapton!

Meu comentário: Régis Sanches é o jornalista com um dos melhores textos que conheci na vida e um dos maiores guitarristas que vi tocar (Elton).

Feliz aniversário, Hanna! – @hanna_paulino

Hoje é aniversário da mãe da Lohanna, vocalista das bandas Drusa, Voxx Voyage, Hidrah e Vennecy,  além de broda deste jornalista, Hanna Paulino.

A moça é inteligente, muuuito gente boa, possui alto astral e bom humor invejável, além de bem resolvida. É, a Hanna emana positividade. Ela é uma mulher muito trabalhadora e talentosa. Uma moça jovem, mas muito responsável com seu trabalho e querida por seus amigos.

Com toda certeza, Hanna é a melhor cantora de Rock and Roll do Amapá. A menina é uma verdadeira estrela e tenho o prazer de ser seu amigo, além de fã.

Hanna, queridona, desejo que você siga com todo esse sucesso e que tenhas saúde pra usufruir dele, sempre. Meus parabéns e feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto republicado, mas de coração. 

Banda amapaense de rock lança clipe de música que traz como mensagem a valorização da vida e do ser humano

A banda autoral amapaense de rock alternativo com influências de grunge e indie, a banda VM Rock, lançou nea última sexta-feira (07), às 12h, no YouTube, o clipe do single “Amanhã”. A banda, que tem abordado o tema da valorização da vida e do ser humano desde o seu primeiro trabalho, o EP “Bendita Água”, lançado em 2017, com músicas que falam sobre a renovação da vida e a capacidade da resiliência da humanidade através de sentimentos transcendentais, agora traz o tema também no seu primeiro clipe.

“O clipe é uma materialização da mensagem que a banda VM Rock abraçou nestes últimos anos. Desejamos apresentar através dele uma mensagem de esperança àqueles que estão vivendo ou convivem com pessoas que lutam contra a depressão. Por tanto era necessário um clipe que entregasse, além da letra da música, uma narrativa visual concomitante”, conta Augusto Máximo, vocalista e autor da letra de “Amanhã”.

A personagem principal, interpretada pela modelo e jornalista Vanessa Albino, demonstra estar cansada, abatida e toma remédios para dormir, sintomas de uma crise de ansiedade. Algumas cenas no ambiente familiar demonstram a relação distante entre a personagem, que parece ser uma jovem com problemas com drogas e álcool, e os pais, interpretados pelos atores Julieth Melo e Amiradabe Brito. Vivendo uma crise existencial, a jovem então decide fugir de casa e andar a esmo pedindo caronas pelas estradas, aparentemente sem rumo. No final do clipe, o vocalista Augusto Máximo também entra em cena como um dos personagens da história e o clipe termina com um final feliz e uma mensagem de superação.

Com a produção executiva assinada pelos integrantes Augusto Máximo e Sergiomar Jr., a produção do clipe começou em abril de 2019, em parceria com a empresa de audiovisual Youwide Records. A captação de imagens foi realizada por Ronaldo Costa e Nágila Costa, que além de já terem produzido clipes de outras bandas locais, são amigos de longa data dos integrantes da banda. A edição e a finalização do clipe ficou por conta do experiente Kleber Nasper, que há mais de 20 anos trabalha como produtor audiovisual no Amapá.

“O clipe está lindo, a energia das cenas, a narrativa, tudo está maravilhoso e dá um orgulho muito grande estar nesse projeto. Mas, se eu puder sobressaltar um detalhe em toda essa realização, é que sinto o dever cumprido porque sem sombra de dúvidas a mensagem da música foi fidedignamente passada no clipe”, afirmou Sergiomar Jr., guitarrista da banda.

A banda, que atualmente é formada por Augusto Máximo (vocal), Jaime Lopes (guitarra), Pedro França (bateria), Sergiomar Jr. (guitarra) e Wellison Monteiro (baixo), tem como forte diferencial o trabalho que desenvolve além do palco, algo que surgiu de forma natural na história da banda, mas que hoje é a principal mensagem.

Valores humanos, reflexão sobre os desafios da vida, a banda compõe para expressar através da música o que muitas vezes as pessoas querem dizer, mas costumam guardar para si. E, é falando de assuntos que são tabus na sociedade como depressão e suicídio, que a banda tem lembrado o valor e a importância da vida, principalmente para a geração mais jovem.

Mas tudo começou em 2017 quando a banda foi convidada para participar de um projeto social em uma escola pública, voltado a prevenção do suicídio e combate às drogas. A VM Rock já havia lançado o EP e procurava começar uma agenda de shows quando o convite surgiu. A expectativa da banda naquela ocasião era dar apenas um suporte musical para o evento, mas acabou sendo a principal atração. “Percebemos o quanto nossas letras tinham a ver com o tema e quantas experiências pessoais e próximas tínhamos para compartilhar”, diz Augusto.

O evento abriu caminho para novas oportunidades, culminando até na criação de um projeto da banda chamado “Viva Mais”, que atualmente está na sua quinta edição. “Depois que amadurecemos este trabalho, conseguimos definir o que realmente desejávamos fazer com a banda, tornar essa bandeira a nossa principal mensagem onde tocarmos. Essa proposta desencadeou em novas músicas com esta temática, como a música Amanhã”, conta o vocalista.

No final do clipe, enquanto um pôr do sol se põe ao fundo, aparece o número de contato do Centro de Valorização da Vida (CVV), instituição que realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar.

“A todos que se identificam com a mensagem do clipe, um abraço muito forte de amor e de esperança e saiba que você não precisa sofrer sozinho, compartilhe e busque ajuda”, finaliza o guitarrista, Sergiomar Jr.

Sobre a banda

A VM Rock é uma banda autoral de rock que trabalha em suas letras mensagens de valorização à vida. Fundada por Augusto Máximo e Sergiomar Jr em 2014 na cidade de Macapá (Amapá), mas só iniciou a publicação de trabalhos em 24 de agosto de 2017, começando também com sua agenda de shows e projetos sociais em espaços públicos. Seu nome trata-se de uma proposta rejeitada de título escolhido para um álbum, o primeiro EP deveria ser chamado de “Volume Máximo”, fazendo um trocadilho com o nome do vocalista e idealizador do projeto, Augusto Máximo. Apenas em 2018 que ao nome foi acrescentado “rock”, no intuito de diferenciá-la de demais artistas ou grupos artísticos com o mesmo nome. A banda estreou suas atividades com a música “1 Co 13”, tendo mais de mil visualizações no primeiro mês de seu vídeo de lançamento no Youtube e chegando a tocar em rádios no sudeste do país, como por exemplo a rádio Graviola (Rio de Janeiro), no programa para bandas de rock “Mundo Independente”.

Contatos:

+55 (96) 98118-6257

+55 (96) 98137-7741

E-mail: [email protected]

Links:

Instagram: https://www.instagram.com/bandavmrock/

Youtube: https://www.youtube.com/VMROCK

Facebook: https://www.facebook.com/oficialvm/

Twitter: https://twitter.com/bandavmrock

Streamings:

Spotify / Deezer / Itunes / Apple Music: http://bit.ly/singleAmanha

Por Andreza Gil – Jornalista

Assessoria de comunicação da VMRock

Relato sobre a vez que vi o The Smashing Pumpkins

O ano era 2015. A banda The Smashing Pumpkins se apresentou no palco Onix e fechou o festival do Lollapalooza Brasil.

Billy Corgan, compositor, líder, único membro da formação original do grupo e dono da bola, mandou muito bem. Ele veio acompanhado do guitarrista Jeff Schroeder (na banda desde 2007), pelo baixista Mark Stoermer (The Killers) e pelo baterista Brad Wilk (Rage Against the Machine).

Eu aguardava um show do Smashing Pumpkins desde os anos 90. Eles levaram sons como “Tonight, Tonight”, “Ava Adore, Bullet With Butterfly Wings”, “Disarm”, “Cherub Rock”, Today, 1979, a nova “Being Beige”.

O público estava hipnotizado com a apresentação, muita gente – como eu – foi às lágrimas. Como não chorar? O careca antipático do rock cantou com o coração e a banda tocou de forma perfeita.

Aquela foi mais uma aventura rocker sensacional e emocionante. Já faz cinco anos, mas parece que foi ontem. Entrou para a história Rock and Roll da minha vida. É isso!

Elton Tavares

Discos que Formaram meu Caráter (Parte 38) – “Tears Roll Down (Greats Hits 82-92)”…Tears For Fears (1992) – Por Marcelo Guido

Por Marcelo Guido

Muito bem moçadinha vivente e alegre deste mundo inebriante e consciente, o espetacular viajante muito louco das ondas sonoras vem com sua nave repleta de histórias, para trazer a vocês mais um disco marcante.

É com muita honra que apresento a vocês:

“Tears Roll Dow”, coletânea que pegou o melhor do trabalho dos caras do Tears For Fears entre os anos de 1982 e 92.

Palmas pra ele!

Formada em 1981 na Inglaterra, pelos remanescentes do Graduate (banda legal) Roland Orzabal e Curt Smith o Tears For Fears (TFF) já gozava de um reconhecimento mundial e sucesso pela extrema qualidade da obra, um dos marcos na segunda invasão britânica nas paradas americanas, que foi promovida pela então recém criada MTV.

Conhecida por ser umas das precursoras no uso de sintetizadores e batidas eletrônicas – onda que varreu o rock nos anos 80 e ficou conhecida como “new wave” -, a banda se mostrou sempre contundente no que fez, seus discos nunca deixaram a desejar, o debut (uiuiui) “The Hurting” (1983) alcançou, logo na primeira semana, o Disco de Ouro nas paradas da terra da Rainha. O segundo, o excelentíssimo “Songs From The Big Chair” (1985), já de cara levou logo multiplatina nos EUA e na Inglaterra, ou seja, o mundo era dos caras.

A fama alcançada, levou-os a serem convidados a se apresentar no “Live Aid” em 1985, o que acabou não rolando por problemas contratuais; eles foram substituídos em última hora pelos rapazes do George Thorogood and the Destroyers. Esta apresentação, que seria histórica, rolaria no JFK Stadium na Filadélfia.

Então como já escrito, material para uma coletânea já existia. Dez anos de banda na crista da onda, com vários sucessos tocados a esmo nas rádios – sim rock tocava na rádio (pasmem) – já me fazia ter um interesse pela banda. Mas era daquelas bandas “música legal, mas quem toca?” (risos).

Conheci esse belo exemplar de bons sons em um velho e bom churrasco (um frango e milhares de latas de antártica), lá por 1996, naquele esquema “escuta isso aqui”. Puta merda, o disco do sol na capa. Sim, confesso meu total desconhecimento até aquele momento sobre os caras. Josean Torres me passou. E eu ouvi, na segunda feira estava adentrando a importadora Nely Monte, onde comprei meu exemplar das mãos do Gilson Rodrigues (o cara mais parecido com meu irmão que eu).

Ao ouvir a primeira “Sowing The Seeds of Love”, me veio a memória afetiva, quase que nítida do clipe que passava na programação da Tv Equatorial, que transmitia a programação da finada Manchete (Jaspion, Jiraya e afins)

Deixemos as lágrimas pelos anos que não voltam mais pra trás e vamos dissecar o elemento sonoro:

“Sowing The Seeds Of Love”, uma destacada canção de amor, mas que fala das várias formas como esse amor pode ser vencedor ou não. “Everybody” “Whants To Rule The Word”, clássica para embalar o namorinho, trilha sonora de muito romance. “Woman in Chains”, a bateria eletrônica já te chama a dançar.

“Shout”, com certeza a porta de entrada para muitos que gostam da banda. “Head over hells”, uma declaração de amor puro, para a pessoa merecedora. “Mad World”, critica a procura pela perfeição, é difícil viver em círculos no mundo louco. “Pale Shelter”, a proteção dada por alguém, mas você não esta satisfeito. “I Believe”, as lições que as dores das derrotas na vida nos passam. “Laid so Low”, até então inédita, foi gravada especialmente para este disco. “Mothers Talk”, as mudanças que o tempo faz você sofrer. “Change”, clássica e dançante, não faltava nas festinhas. “Advice For Young At Heart”, uma relevante ode sobre o tempo.

Genial! Sensacional! Com certeza, alguma dessas músicas já tocaram um período ou mais na vida de cada um que está lendo essas frases tortas que estão sendo escritas.

O cara que não conhece esse disco nem tem que se candidatar a ter uma medalha de foda.

As batidas eletrônicas, mescladas (hummm) com as letras tortuosas dos caras mostraram estar em sintonia perfeita em toda carreira da dupla.

Entre idas e vindas, a banda continuou e continua relevante até os dias atuais. Este disco foi relançado em 2005 com um disco bônus, álbum duplo. Com edições das músicas sendo remixadas, versões novas e atualizadas, mas a icônica capa com o sol está lá.

Antes que falem algo do tipo, “Ah, coletânea não vale”, eu digo: Foda-se! Esta obra está longe de ser um caça níqueis. É um serviço didático para apresentar uma banda do caralho. Um belo cartão de visitas, assim como “Standing on a Beach” (Disco do velho na capa) do The Cure e os The Best Of 1 e 2 do The Smiths.

Este texto é dedicado a todos aqueles que andaram no “Maldito”, um chevette preto que aterrorizou a cidade na década de 1990.

*Marcelo Guido é Jornalista, Pai da Lanna e do Bento, maridão da Bia.

Discos que formaram meu caráter (parte 36) – “Metallica (Black Álbum – 1991)” – Por Marcelo Guido

Por Marcelo Guido

Muito bem moçada, estamos de volta neste obscuro universo dos discos, nesta nave muito louca com este viajante que vos escreve de algum ponto distante da galáxia. Inebriantemente posso dizer a vocês aumentarem o som que hoje é dia de porrada. Com muita honra que eu trago para vocês:

Metallica (Black Álbum) palmas pra ele.

Corria o ano sagrado de 1991, como já disse algumas vezes o ano que todos os deuses da boa música estavam do lado das bandas e providenciaram uma safra imensa de clássicos. 1991 é realmente um marco na história dos bons discos.

E o Metallica foi contagiado por essa nevoa de inspiração e veio com essa bomba (no ótimo sentido) de boas canções.

Já aclamados como uma super banda no universo do Metal e consolidados com uma multidão de fãs no mundo todo, os caras do Metallica já tinham provado a todos que o som pesado era a praia deles, os excelentes “ Kill Em Mall” (1983), “ Ride The Lightning” (1984), “Master Of Puppets” (1986) e “…And Justice For Hall” (1988) não deixavam dúvidas que os caras de San Francisco não brincavam em serviço quando o assunto era bater cabeça.

Mas como continuar arrebentando nas paradas e tendo uma continuação no bem sucedido trabalho sem parecer repetitivo? Talvez com essa dúvida na cabeça os caras voltam ao estúdio para preparar um novo disco. A atenção tinha que ser milimétrica, o metal já começava a ser ameaçado pelo grunge de Seattle e as bandas daqueles caras sofridos com blusa de flanela também já estavam alcançando o mainstrean , o recado era claro, quem não tivesse a coragem de tentar, iria ficar para trás.

Cartas na mesa, opções claras, ficar no mundinho metal e usufruir sabe lá por quanto tempo da confortável posição já conquistada ou partir para novas águas rumo a um desconhecido caminho.

E assim, no dia 12 de agosto de 1991 , os caras surpreenderam os fãs e o mercado da música deixando de lado o Thrash Metal e se colocando de vez no Heavy Metal .

Vamos ao que interessa e dissecar logo esse míssil sonoro:

O disco começa com a sombria “ Enter Sadman”, uma explanação sobre os sonhos ruins. “ Sad But True”, nem todas as verdades são boas. “ Holier Than Thou”, faça sempre uma autocrítica, você não é melhor que ninguém , “ The Unforiven”, até onde podemos culpar alguém que sempre foi sabotado pela vida. “Wherever I May Roan”, opção de ser só, sem compromisso. “Don`t Tread On Me”, para assegurar a paz é preciso estar preparado para guerra. “ Through The Never”, temos fome de estar vivo. “Nothing Else Matters”, nada mais importa, somos o que somos. “Of Wolf and Man”, somos nosso próprio lobo, sempre vagamos. “ The God That Failed”, siga o Deus que falhou. “ My Friend Of Misery” a diversão de um homem é o inferno do outro. “ The Struggle Within”, procure sempre o melhor dentro de você.

Antes de tudo um disco que abre portas, medalha de ouro 18 quilates na categoria “foda”.

Maior sucesso da banda, disco de rock mais vendido de todos os tempos, a banda nunca vendeu menos de 1000 cópias por semana desde o seu lançamento. Todos os 5 singles lançados ficaram entre os 100 mais vendidos da Bilboard.

O que isso quer dizer? Que realmente os caras fizeram bem em se reinventar e quem não tem coragem está fadado à mesmice. Os caras realmente tiraram o pé, mas fizeram um disco ruim? Porra nenhuma.

Confesso que no começo estranhei , mas tive que aceitar e dar o braço a torcer pro trabalho dos caras. Incrivelmente como este álbum me tocou. E sei que muitos começaram a escutar o Metallica depois dele. E se até aquele teu primo esquisito fã de Duran Duran passou a escutar Metallica, paciência.

Foda-se a polícia Headbanger, sim este disco marcou o fim para muitos fãs, mas o começo para milhares. E o Metallica provou ser uma banda autêntica, sem ligar para opinião de ninguém.

Vida Longa ao Heavy Metal.

* Marcelo Guido é Jornalista, Pai da Lanna Guido e do Bento Guido e Maridão da Bia.

Rock’n’roll no Sankofa: bandas Sloth, The Malk e Além do Rádio tocarão no Ensaio aberto

Hoje (6), a partir das 21h, no Sankofa, vai ter Ensaio Aberto. O evento consiste em um grande show de Rock, com apresentações das bandas Sloth, The Malk e Além do Rádio. O piseiro promete ser uma das melhores festas de Rock’n’roll de 2019.

Sobre as bandas

A Além do Rádio é uma banda com uma proposta de fugir do “mais do mesmo” e tocar o lado “B” dos hits das bandas oitentistas. Com um repertório diversificado, eles são muito bons. O grupo é formado por Ewerton Dias (guitarra base e vocal), Fernando Cabral (guitarra solo), Maycon Silva (baixo) e Júnior (jotaerre) na bateria.

A Malk começou sua trajetória em 2001. O nome THE MALK é uma homenagem a Stephen Malkmus, um músico estadunidense fundador da banda americana de rock alternativo Pavement. A banda é formada por Adriano Joacy (guitarra e backing vocal), Rafael Queiroz (guitarra), Nilson Montoril (baixo), Cleyson Paiva (teclados) e Arley Costa (bateria). Já disse e repito, graças aos Deuses e aos demônios do Rock and Roll, os caras voltaram aos palcos.

A Sloth é uma das bandas com mais tempo de trajetória do Rock local, pois foi criada em 1994. Os caras tocam metal e outras coisas. O grupo, que já contou com várias formações, é composto por Paulo Ricardo (vocal), Michel Salvador (guitarra), Rulan Leão (baixo e vocais) e Túlio Mariano, o “Joelhinho” – que comanda a bateria da Sloth desde sua criação.

Sobre o Ensaio aberto

“O ensaio aberto começou na minha casa, com a ideia de fazer um rock and roll na virada do ano de 2009. A princípio, eram só eu e dois amigos: Augusto Zagalo, e o Ariosvaldo Jr (o “Jotaerre”). Mas aí foram chegando alguns vizinhos que curtiam o rock e que também tinham banda, e foram ficando e tocando. Nos anos seguintes, os amigos já perguntavam se faríamos novamente… E assim foi crescendo. Minha casa ficou pequena e a brincadeira mais cobrada.

De lá pra cá, convidamos amigos que têm banda, que cantam, que tocam ou que, simplesmente, querem se divertir com o bom e velho rock and roll oitentista na confraternização de final de ano. Em 2013, foi o último ano que fizemos na minha residência. Uma espécie de despedida do nosso grande amigo Jork Man (foi o último lugar que ele tocou – seu último ‘piseiro’ – no dia 5 de janeiro daquele ano, uma semana depois do ensaio aberto, ele faleceu).

Os demais ensaios passaram a acontecer nas casas de amigos da banda ou de alguns integrantes das bandas, até que, em 2018, conseguirmos realizar a brincadeira no Clube dos Oficiais da polícia.

Excepcionalmente, faremos no Sankofa. Nos anos anteriores, os convidados levavam sua amizade, e sua cerveja pra curtir tudo de graça, mas o evento cresceu e como será realizado em uma casa noturna, é necessário cobrar ingresso”, pontuou o músico Ewerton Dias.

É o que sempre digo: se você quer tocar cover, faça bem feito. E essas três bandas são excelentes, cada uma em seu estilo. Certamente, teremos diversão garantida. É isso mesmo, Rock’n’roll da melhor qualidade na orla de Macapá. Bora lá!

Serviço:

Ensaio aberto, com as bandas de rock Sloth, The Malk e Além do Rádio
Data: 06/12/2019
Local: Sankofa – localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 21h
Ingressos até dia 26 de novembro, por apenas R$ 10 nazis.
Mais informações pelo telefone: 96 98100-4307 (Ewerton)

Elton Tavares

Sucessos de Chico Cesar, Paulinho Moska, Lenine e Zeca Baleiro: músico Wedson Castro apresenta show “4 por 1”, no Sankofa, neste sábado (23)

Neste sábado (23), a partir das 21h, no Sankofa, o cantor e músico Wedson Castro e sua banda, apresentarão o show “4 por 1”. A apresentação musical terá no repertório sucessos de Chico Cesar, Paulinho Moska, Lenine e Zeca Baleiro, quatro gênios da música popular brasileira.

Sobre Wedson Castro

Na segunda metade dos anos 90, Wedson e seu irmão Geison Castro, com alguns caras que não lembro agora, formaram a banda Dezoito 21. Com composições próprias, roquinho simples, sincero e de boa qualidade, venceram o I Festival Jovem da Canção (Fejoca).

Anos depois, Wedson Castro, iniciou sua carreira solo e, desde então, se apresenta na noite amapaense.

Para este sábado, o cara está afiado, bem ensaiado, e promete executar composições dos quatro artistas. Vamos lá ver o show do brother, que surpreende como cantador e tocador.

Serviço:

Músico Wedson Castro apresenta show “4 por 1”
Data: 23/11/2019
Local: Sankofa, localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 21h
Mesas R$ 40,00
Ingressos individuais: R$ 15,00
Mais informações: 96 9114-2698 (Wedson)

Elton Tavares

Blues e Rock’n’roll: banda Canícula Blues se apresenta hoje (22), no Scorpion Snooker Bar

Nesta sexta-feira (22), a partir das 23h, no Scorpion Snooker Bar, vai rolar show da banda Canícula Blues. O power trio é formado por Ronilson (ex ManoBlues Band), que é um monstro na guitarra; Luiz Sabioni (Ex O Sósia), que manda muito bem no contrabaixo e o André Cantuária – que ainda toca na banda O Sósia – e mete o pau nos couros da bateria. Os caras são músicos talentosos e estão bem ensaiados. A apresentação terá a duração de mais ou menos 2h, com repertório porreta.

O grupo começou a tocar há uns dois anos. Eles se apresentaram na Universidade Federal do Amapá, Festival de Jazz 2019, no Norte das Águas e no Bar do Vila, no mês passado. Entre as influências e artistas de quem a Canícula Blues executa as canções estão: Eric Clapton, Steve Ray Vaughan, BB king, Robert Johnson, Santana, Jimmy Hendrix, Raul Seixas e Fred king.

Quem faz música é foda. É o caso da Canícula Blues, que mistura o estilo musical que nomeia a banda com Rock’n’roll.

Dizem que “Ninguém consegue toca blues honestamente de barriga cheia”. Pois é, a banda está com fome de Blues e de Rock. E o faz com maestria.

Serviço:

Show da banda Canícula Blues
Local: Scorpion Snooker Bar, localizado na Avenida Cora de Carvalho, Nº 1812
Data: 22/11/2019
Hora: a partir das 23h
Couvert artístico (por sinal muito justo) no valor de R$ 3,00.

Elton Tavares

Neste sábado (9), rola “Especial The Cure”, com a banda The Malk, no Scorpion Snooker Bar

A banda The Malk voltou oficialmente em setembro passado. Após o estrondoso sucesso de público e crítica do show realizado no Bar do Vila, com o especial The Cure, o grupo de rock volta neste sábado (9), no Scorpion Snooker Bar, novamente com o tributo aos heróis ingleses oitentistas. O show começará às 23h e terá a duração de mais de duas horas, com o melhor do The Cure no repertório.

O The Cure é a mais influente banda oitentista e a mais importante no cenário gótico/pós-punk. E fazer um cover de um dos grupos mais cultuados do mundo não é pra qualquer bandinha, não.

A banda The Malk é formada por Adriano Joacy (guitarra e backing vocal), Rafael Queiroz (guitarra), Nilson Montoril (baixo), Cleyson Paiva (teclados) e Arley Costa (bateria). Já disse e repito, graças aos Deuses e aos demônios do Rock and Roll, os caras voltaram aos palcos.

História da The Malk

A Malk começou sua trajetória em 2001 numa feira de informática da então Faculdade Seama. Após essa apresentação receberam convites para outras tocadas. O nome THE MALK é uma homenagem a Stephen Malkmus, um músico estadunidense fundador da banda americana de rock alternativo Pavement. A The Malk embalou muitas noites memoráveis em Macapá tocando (e lotando) locais como o Cana Café, o Butekno Café, a boate Etna, o saudoso Liverpool Rock Bar e o bar Biroska.

O baixista Nilson Montoril escreveu algumas canções, mas o projeto de música autoral da The Malk não foi em frente (Os fãs ainda tem esperança). A banda encerrou as atividades quando o Sandro Malk (primeiro vocalista) foi embora de Macapá, em 2006, para morar em Curitiba (PR). Em 2011 retornaram aos palcos, se reunindo novamente para fazer uma apresentação na festa “Overdose anos 80/90” e “Rock in Rod’s”, mas sem continuidade, por questões pessoais dos integrantes.

No show de setembro, eles arrebentaram no Especial The Cure. Foi uma noite cheia de viagens no tempo, nas canções, alegrias e reencontros de velhos amigos, tudo no climão introspectivo. Ficou aquele sentimento de: “caralho do show!”. Vale repetir a dose. Bora lá!

Serviço:

Especial The Cure, com a banda The Malk
Local: Scorpion Snooker Bar, localizado na Avenida Cora de Carvalho, Nº 1812
Data: 09/11/2019
Hora: a partir das 23h
Entrada individual: R$ 10,00
Mais informações: 96-98124 0850 (Adriano)

Elton Tavares

HOJE: Vila do Rock volta com tradicional festa de Halloween no Bar do Vila

Uma noite assombrada regada a doces, travessuras, fantasias e muito rock and roll. Assim será o open bar de Halloween que está sendo produzido pelo Bar do Vila e vai acontecer HOJE, 02 de novembro, das 23h às 03h da manhã. A proposta é retornar com eventos trazendo atrações locais e que são sucesso entre o público amapaense.

No palco serão duas atrações, banda Sistema Feudal e DJ Insane, “teremos também a premiação para a melhor fantasia de halloween com uma bolsa integral do curso de inglês da escola Minds”, contou Manuh Coutinho, uma das produtoras do evento.

Manuh explica que a produtora Vila do Rock está retornando com as produções culturais, “a produtora iniciou em 2011 e, em novembro de 2018, inauguramos o bar do Vila, nosso histórico todo vem da produtora, nada melhor que voltar em grande estilo, apresentando para o nosso público um evento especial”.

Macapá conhece bem a marca da produtora Vila do Rock pelas festas que ela já realizou na capital. A produtora Vila do Rock nasceu com a ideia de fornecer entretenimento alternativo para os fãs do Rock e, desde então, vem conquistando mais fãs para seus eventos.

Com a abertura do Bar do Vila, as produções do Vila do Rock deram uma freada e agora a promessa é retornar com toda a força novamente. O bar agrada vários estilos, a proposta é ser um local onde todos se sintam acolhidos, era um sonho antigo dos integrantes do Vila do Rock, “era um sonho, conversamos sobre isso várias vezes, mas sempre faltava alguma coisa, ou dinheiro ou incentivo, queríamos um lugar mais alternativo, mais uma opção na verdade, porque atualmente só existem alguns bares que tem a mesma dinâmica que a gente e o nosso público gosta”.

Desde de a abertura os organizadores do Bar do Vila vem experimentando vários estilos, a intenção é ser mais abrangente, “nós observamos nosso público e vamos abrindo espaço na nossa programação para o que agrada e dando lugar para outros experimentos”.

Com quase um ano de abertura do bar os organizadores resolveram voltar com a produtora realizando mais uma edição Open bar de Halloween, “nosso público, tanto do bar como da produtora, pode esperar um evento organizado, com pontualidade é diversão garantida”, finalizou Manuh.

Serviço: 

Telefone de Contato: 99112 1330
Postos de venda: Sorveteria Santa Clara, Loja Norte Rock, Bar do Vila
(Texto: Araciara Macedo)

Cover de Queen realizará pocket show gratuito no Amapá Garden

Ocorre nesta sexta-feira (01), a partir das 19h30, show gratuito da banda Queen Tribute Brazil, na praça de alimentação do Amapá Garden Shopping, que fica localizado na Rodovia JK, bairro Universidade. É a primeira vez que a banda se apresenta no Norte do Brasil.

Queen Tribute Brazil – o rock britânico deixou sua marca na história quando Freddie Mercury e companhia formaram uma das maiores e mais inovadoras bandas de rock de todos os tempos: o Queen. Todos os estilos musicais se misturavam às suas composições e a cada ano novas surpresas hipnotizavam seu crescente público.

Em 1991, os integrantes formaram a primeira banda cover de Queen no Brasil, o Queen Cover. Nessa época a banda recebeu o apoio da gravadora EMI, e de fãs clubes.

Assessoria de comunicação

Rock autoral amapaense: chega o álbum físico “Macacoari, Rio Triste”, o novo disco da banda stereovitrola

Em março de 2019, dissemos aqui neste site que a banda de rock autoral stereovitrola tinha disponibilizado três canções de seu novo CD, denominado “Macacoari, Rio Triste”. Pois é, ontem (23), o vocalista, guitarrista e líder do grupo, Patrick Oliveira, anunciou que o álbum físico, com sete faixas, chegará neste sábado (26). De acordo com o compositor e músico, o lançamento ocorrerá em dezembro.

O novo disco foi gravado na Zarolho Records, do Alan Flexa e masterizado em São Paulo, com o apoio financeiro da loja 2001 Eletrônica. Este é o quarto trabalho da stereovitrola. Segundo Patrick, a banda segue mantendo o experimentalismo e o rock não convencional como motivação.

“Estamos felizes com a chegada do álbum físico. Queremos lançar o disco em dezembro, com forte possibilidade de ser no Bar do Vila, e com participações de bandas que labutam no underground autoral rocker da city. O título do CD partiu do entendimento das insanidades mentais e pobreza gerada pelo processo de “gentrificação” dos interiores e cidades pequenas do Norte. Cantamos e tocamos o desespero pessoal do nortista. Estamos empolgados com este trabalho, que já está no YouTube. É uma forma de resiliência artística autoral, nessa cidade faminta de arte e cultura”, comentou Patrick Oliveira.

E pra quem quiser mais stereovitrola, esclareço que, para comemorar a chegada do disco físico, a banda fará uma live em sua página na rede social Facebook, às 19h deste sábado (26).

Sobre a stereovitrola

A banda existe há quase 15 anos. Lembro bem da primeira vez que vi uma apresentação do grupo, ainda com o “liguento” nos vocais e o Anderson na guitarra base. Foi no Lago do Rock, em 2004 (movimento criado por mim, Gabriela Dias e Arley Costa) e realizado na Praça Floriano Peixoto.

A stereovitrola é formada por Rubens (bateria), Marinho (contrabaixo), Wenderson-Matrix (sampler e sintetizadores) e Patrick Oliveira (guitarras, ruídos e vocais).

De lá pra cá, a stereo tocou em porrada de festivais dentro e fora do Amapá e hoje em dia promove festas em parceria com outras bandas que labutam no autoral amapaense.

A discografia da banda conta com três trabalhos 100% autorais, os discos “Cada Molécula de um Ser” (2006); “No Espaço Líquido” (2009) e “Simptomatosys” – 2013.

Saco a banda e gosto do som dos caras desde o início. Força sempre, stereo!

Elton Tavares

Ouça algumas faixas do novo disco aqui:

Nesta sexta-feira (25), rola o Especial – Clássicos do Rock Nacional e Internacional, com o cantor Jean do Carmo e banda, no Sankofa

Nesta sexta-feira (25), a partir das 21h, no Sankofa, vai rolar o Especial – Clássicos do Rock Nacional e Internacional, com o cantor Jean do Carmo e banda. A noite contará ainda com o pré-show Raul de os Intocáveis.

De acordo com o músico Jean do Carmo, o repertório do Especial terá um setlist com canções de Os Incríveis, Raul Seixas, Legião Urbana, Nenhum de Nós, Titãs, Cachorro Grande, The Beatles, Roy Orbison, Creedence, Jimi Hendrix, Dire Straits, Audioslave, Muse, entre outras músicas de bandas clássicas.

Sobre Jean do Carmo

Jean Carmo é cantor, instrumentista e compositor amapaense. Começou seu trabalho musical aos 13 anos de idade, tocando em igrejas. Depois integrou a banda Silver boys. Após um longo período tocando covers de bandas como The Beatles, Nirvana, Ramones, Pink Floyd entre outras.

Iniciou sua carreira autoral em 2012, com canções direcionadas para temática regional como valorização cultural e histórica do povo amapaense, mitologia amazônica e a preservação ambiental. Jean tem estilo próprio, combinando o blues, o rock e o funk dos anos 60 e 70, com ritmos regionais como o Marabaixo. Suas canções tratam de temas conhecidos na cultura e região amazônica

Em 2016 o artista lançou seu primeiro disco, denominado “Amazônidas” e em novembro de 2018, gravou o EP intitulado Outras Canções.

Apesar do viés autoral, Jean nunca parou de tocar e cantar o bom e velho Rock and Roll e é a soma de sua longa experiência musical que ele apresenta no show de hoje.

Serviço:

Especial – Clássicos do Rock Nacional e Internacional, com Jean do Carmo e banda
Data: 25/10/2019
Local: Sankofa, localizado na Rua Beira Rio 1488, Orla do Santa Inês, zona sul de Macapá.
Hora: a partir das 21h 🙂 “Raul de os Intocáveis”) e 23h começa o Especial.
Mesas R$ 50,00
Ingressos individuais: R$ 20,00
Mais informações pelo telefone: 96 99176-9978.

Elton Tavares