A inauguração do Hollywood Café é hoje!

                                                                                        Por Elton Tavares

Hoje inaugura o Hollywood Café. Barzinho com uma proposta rock, mas diferente do velho Liverpool, que tinha uma aura própria e por isso a gente aguentava aquele banheiro, o atendimento, as goteiras e, principalmente, a dona de lá. Bom, deixa para lá. Se a galera que dá valor no velho rock prestigiar o novo espaço, será ducaraléo!

Me disseram que o Hollywood será organizado, longe da linha “bar-de-rock-pereba”, coisa fina mesmo (mas sem frescura). A casa abre as portas em alto estilo, logo com as duas melhores (de longe) bandas do rock amapaense, a stereovitrola e Godzilla. Além da apresentação de vídeos e discotecagens de velhos conhecidos na cena alternativa local, Darlan Costa e Daniel Nec.

O Hollywood Café funcionará todas as quintas-feiras e contará com dois ambientes, um climatizado e uma área livre, com mesas lounge. Acredito que o novo espaço será um sucesso, pois o Macapá já tem público para este segmento. Quando digo público, falo de pessoas que se propõem a pagar por um serviço de qualidade.

Eu sou do tempo que, para se ouvir rock’n roll em Macapá, precisávamos ir aos piseiros em quadras de escola, era ótimo, mas já passei, há muito tempo, da fase de ir a qualquer pulgueiro, só para curtir som.

Como disse uma amiga: “Não precisamos de uniforme para frequentar locais descolados e bares de rock”.

Concordo, não precisamos de bandeiras ou o velho rótulo escrito “roqueiro”. Basta prestigiar locais como o Hollywood Café, que pretende oferecer um serviço de qualidade, pelo preço de mercado (caro para alguns).

Agora, se o local não for como prometido, simpático, com um palco jeitoso, somente mais um buraco mau organizado, serei o primeiro a detoná-lo, doa a quem doer. Mas estou esperançoso quanto à nova casa. Boa sorte ao Darlan e a toda sua equipe.

Vamos lá e viva o rock and roll!

Serviço:
Hollywood Café
Shows: Banda stereovitrola e banda Godzila.
Data: 06/01/2011.
Discotecagens: Daniel Nec e Darlan.
Apresentação de vídeos: VJ Hertz.
Endereço: Avenida Raimundo Álvares da Costa, número 76, centro de Macapá (próximo ao Superfácil).
Horário: 21h.
Ingressos: R$ 10,00.
Contatos: 8111-2988/9164-5644.
Realização: Cacique Rock Produções.

Parabéns Patrick!

                                                                                                      Por Elton Tavares

                                                  Patrick pilotando a banda stereovitrola

Hoje é aniversário do skatista, discotequeiro, compositor, guitarrista e cantor (ufa!), Ruan Patrick Oliveira Souza. O Patrick da stereo ou “Patrikinho”, como eu e alguns amigos o chamamos.

Figura caladão, observador e, algumas vezes, um pouco estranho, Patrick é um cara talentoso e gente boa. Apesar de somente 30 anos completados, circula no underground amapaense desde os anos 90, quando tocava na extinta banda Little Big, que por sinal era ótima.

Desde meados de 2004, Patrick pilota a stereovitrola, que é para mim e para muitos, a melhor banda do rock local. Este post não é para falar da banda, mas sim para parabenizar este velho amigo. Parabéns cara, sucesso, saúde e felicidades para você!

Meu amigo inglês – Música: Banda stereovitrola – Letra: Ruan Patrick

Olha só o teu cabelo Inglês grudadinho na testa
Um olhar frio e quieto vivendo num grande universo paralelo
Não garante mais nenhuma motivação
Camiseta dos Smiths, Aldous Huxley na mão
Se defende com ironia, olhava sempre um ponto no além
Que somente ele via e por momentos fugiria
Meu amigo inglês, teu microponto fez, obviamente me senti dentro de contos infantis
Certa vez saímos lado a lado, em busca de seres transcendentais
Num túnel de caleidoscópios, senti o céu me liquidificar
Meu amigo inglês, traz de volta um dia, se puder
Meu amigo inglês, faz a dela e foi bom te ver,
Obviamente me senti dentro de contos infantis, meu amigo inglês, teu microponto fez
Meu amigo inglês, traz de volta um dia, se puder
Meu amigo inglês, faz a dela e foi bom te ver,

E foi bom te ver
E foi bom te ver
Meu amigo inglês.

Hollywood Café: o novo Rock Bar de Macapá

                                                                           Por Elton Tavares
O ano novo já trás boas notícias. Inaugurará em Macapá o Hollywood Café, o novo rock bar da capital amapaense. A casa chega com uma proposta diferenciada, um estabelecimento com proposta musical descolada, mas organizado, longe da linha “bar-de-rock-pereba”.

A casa abre as portas em alto estilo, logo com as duas melhores (de longe) bandas do rock amapaense, a stereovitrola e Godzilla. Além da apresentação de vídeos e discotecagens de velhos conhecidos na cena alternativa local, Darlan Costa e Daniel Nec.

O Hollywood Café funcionará todas as quintas-feiras e contará com dois ambientes, um climatizado e uma área livre, com mesas lounge. Acredito que o novo espaço será um sucesso, pois o Macapá já tem público para este segmento. Quando digo público, falo de pessoas que se propõem a pagar por um serviço de qualidade. Para os que preferem a velha fórmula de rock grátis, ainda existe a Praça da Bandeira.

Prestigiem, será duca. Viva o rock and roll!

Serviço:
Hollywood Café
Shows: Banda stereovitrola e banda Godzila.
Data: 06/01/2011.
Discotecagens: Daniel Nec e Darlan.
Apresentação de vídeos: VJ Hertz.
Endereço: Avenida Raimundo Álvares da Costa, número 76, centro de Macapá (próximo ao Superfácil).
Horário: 21h.
Ingressos: R$ 10,00.
Contatos: 8111-2988/9164-5644.
Realização: Cacique Rock Produções.

Velhos amigos e rock and roll, melhor impossível!

Ontem (12) rolou um som na casa do meu amigo Adriano Joacy, o popular “Bago”. O motivo da festa foi a presença do Adroaldo Junior, o “Astro”, em Macapá. Ah, o Adroaldo batizou logo o evento de “Feijoada Cult do Souza” (pai do Adriano e anfitrião da galera). A reunião foi muito legal, um verdadeiro encontro da velha guarda regado a rock, cerveja, brincadeiras e papos de rocha.


Na ocasião estavam presentes: Adroaldo Junior (Astro), Adriano Joacy (Bago), Elton (He-man), John Scoth, Beah, Arley, Alfeu Furriel, Diogo, Nilson Montoril (Maisena), Jud, Marco Leal (Bundex), Evandro Salvador, Túlio (Joelhinho), Paulo, Mário Mareco, Tássio Calins (Crente safado), Mamede, Anderson Cleyton (Clash), Almir Junior (A.J.), Gustavo Montalverne (Guga), além das digníssimas esposas e namoradas dessa turma. Ah, desculpem se esqueci alguém.

Foi bom rever velhos amigos, jogar conversa fora ou simplesmente não falar nada, só beber e rir das presepadas do pessoal.


Usando as palavras do Fabrício de Paula: “os anos passam e a gente não cresce, só mudam os brinquedos”. Sim, quando aquela turma se reúne, parece que os anos 90 estão de volta. Velhos amigos e rock and roll, melhor impossível. Foi paidégua praca!

U2 de Belém? Nunca mais!

                                                                                             Por Elton Tavares

Ontem (10) fui à reinauguração do Bar Sassas, arrendado pelo marido de uma velha amiga. A atração era a banda U2 Cover, de fora do Estado. Realmente parecia uma boa pedida. Entendam, não estou detonando o local e nem os proprietários, acredito que eles também não sabiam que o “cover da banda U2”, trazida de Belém (PA) é tão ruim.

A banda, que nem me dei ao trabalho de saber o nome, deve fazer muito sucesso nos municípios paraenses de Abaeté, Chaves, Breves, Afuá e etc. Mas duvido que aqueles caras sejam bem aceitos na capital paraense, onde já assisti a shows de muitas bandas legais.

E a bandeira da Irlanda? Parece que os figuras costuraram lençóis desbotados nas cores do país, para enrolar no vocalista, muito mau caracterizado de Bono Vox (mas a aparência não é o x da questão). O baixo estava muito baixo, o batera e o guitarrista erraram, um verdadeiro festival de cagadas.

No Sassas, estavam meus amigos da banda amapaense The Malk, que fazem melhor que eles com uma mão nas costas. O evento de ontem foi um prato cheio para aqueles que defendem a idéia de não apoiar festas com bandas covers e sim o rock autoral, genuinamente local.

Bom, desencontros de opinião a parte, o grupinho paraense não chega nem perto da banda cover de Brasília (DF), que eu e alguns amigos que prestigiaram o Sassas ontem, vimos no Sesc-Araxá, em 2006. Definitivamente, U2 de Belém, nunca mais!

Música de hoje

Stereo: Para mim, a melhor banda de rock amapaense.
Que Dissolve – Composição: Patrick Oliveira – Banda stereovitrola
Deixa tudo bem
bem perto de mim

as canetas cores
coletes multicores
do sol….que irradia!
do sol…do início do dia!

Deixa minha pele
se arrepiar de frio
deixa os meus dentes
baterem de emoção

Que dissolve…por mais de 8 horas!
Que dissolve… Timothy Leary e as portas!

As vezes dá vontade
me transportar prum outro mundo
pelo menos por enquanto
energizar o que eu estou vendo
mas não vou
mais me proibir
de dialogar
mesmo estando só!!!

Inverno no Norte Blues

Inverno no Norte Blues – Composição: Graciliano Galdino

Era tarde da noite
Eu saí do trabalho
Chuva por todo lado
E eu de moto, ferrado
Já estava na hora
Eu corri pra chegar
Feito pinto molhado
Só pra te encontrar
Foi tudo muito bom
Demorou pra acabar
A gente tava inspirado (Acordamos até)
A vizinha do lado
Saí de madrugada
Ainda meio baqueado
Mas quando cheguei em casa
Foi que vi a cagada
Na fissura de você
Correndo pra te ver
Deuses, me condenem
Eu molhei minha Fender!
Eu molhei minha Fender! x3
E agora, meu amor
Me desculpe por favor
Mas quando quiser, me encontrar
Se tiver uma nuvem no ar
Ou tu vem aqui pra casa
Ou vá se ferrar!!
Na fissura de você
Correndo pra te ver
Deuses, me condenem
Eu molhei minha Fender!
Eu molhei minha Fender! x3 (potaquepariu!)
Nota do autor: O Ministério das Verdades adverte: Qualquer semelhança com algum fato da realidade é possível, porém o predomínio de exageros e coisas indizíveis não condiz com a postura cotidiana do autor perante as diversas situações enfrentadas. É uma mera velhavirgendisse para todos os efeitos.

Música de hoje

Valeria – Stereovitrola – Composição: Patrick oliveira
Todos os dias eu desfaço
Pra ver Valéria passar
Todos os dias eu me frustro
Para ver Valéria passar
Todos os dias eu me escondo
Para ver Valéria passar
Usando saias longas, um tênis all star.

Os dias ainda vão me trazer Valéria
Vamos passar o dia brincando
Os dias ainda vão me trazer Valéria
Vamos passar o dia brincando.
Às vezes sinto ansiedade
De ver valeria aqui
Apesar de tanto medo
De outra vez que eu vou cair

Os dias ainda vão me trazer Valéria
Vamos passar o dia brincando

Os dias ainda vão me trazer Valéria
Vamos passar o dia brincando

Brincando de Deus
Brincando de Deus

Valéria
Valéria

Hoje tem banda Tio Zé no Bar do Francês

Hoje (18), a banda de rock “Tio Zé” se apresentará no Bar do Francês. Além de rockão de qualidade, o local serve uma pizza deliciosa e cerveja gelada, além da simpatia do meu amigo Denii Langlois, o gringo mais gente fina de Macapá. Bora lá!
Serviço:
Local: Bar do Francês.
Evento: Show da banda Tio Zé.
Local: Avenida Ernestino Borges, esquina com Jovino Dinoá.
Cover: R$ 2,00 (baratinho).

A STEREOVITROLA DECOLA

Texto de André Mont’Alverne, publicado no “Correio do Amapá” – Edição de 12.09.2010

Banda amapaense stereovitrola
A banda Stereovitrola viajou na quinta- feira,(09), com destino a São Paulo, onde fará alguns shows na capital e no interior, e de lá segue direto para o Festival Vaca Amarela em Goiânia no dia 16/09. Este Festival contará também com os renomados Lobão e Velhas Virgens.

A banda tem a mesma formação desde 2004: Rubens (bateria), Anderson (guitarra), Marinho (contrabaixo), Wenderson-Matrix (sampler e sintetizadores), Otto Ramos (órgãos) e Patrick Oliveira (guitarras, ruídos e vocais).

Em entrevista poucas horas antes da viagem, os membros da banda Ruan Patrick e Wenderson Matrix falaram ao Correio do Amapá. Patrick, o líder da banda revelou que com o tempo, a função de guitarrista e vocalista da stereo – como a banda é chamada pela maioria dos seus fãs – deixou de ser um hobby, já que a cobrança por mais shows cresce na mesma medida em que seus admiradores.

Todos os integrantes possuem outras atividades. Atividades estas que financiaram os 2 discos que a banda carrega no currículo, “cada molécula é um ser” de 2006, eleito o 6° melhor single independente do Brasil pela Revista Senhor F de Brasília neste mesmo ano, e o álbum “No Espaço Liquido” lançado em Outubro de 2009.

Rubens trabalha em uma gráfica, Otto é membro do Coletivo Palafita, Matrix, trabalha com informática, Patrick, é enfermeiro e professor, Marinho e Anderson também são professores.

Segundo o líder da banda Ruan Patrick, as músicas da Stereovitrola falam basicamente sobre o comportamento das pessoas, do cotidiano e do cérebro humano. “Elas nascem no meu quarto. Eu crio a melodia e a letra, e nos ensaios, cada membro da banda vai acrescentando idéias e tudo é discutido entre todos”. Patrick revela também que a tecnologia veio para popularizar a música, e ela é importante tanto para os verdadeiros músicos, que estudam e leem partituras, quanto para os adolescentes que estão trancados nos seus quartos tentando criar alguma coisa: “não tem como reclamar da variedade de elementos que estão ao alcance de todos com a evolução tecnológica” afirma.

Quando perguntado sobre as influências da Banda, Patrick diz que a Banda gaúcha Jupter Maçã, é uma influencia direta, assim como a música da década de 90. Vale acrescentar que o guitarrista Ruan Patrick, foi guitarrista da Little Big, uma banda que se tornou muito conhecida nos anos 90, e naquela ocasião ele não se preocupava em compor, uma vez que o repertório da Little Big era de covers na sua maior parte, e quando eram feitas músicas próprias, que tinham uma forte influência do manguebit, a responsabilidade ficava com o Antônio Malária (ex-vocalista da já extinta Little Big).

A banda Little Big deu certo até 2003, quando se dispersou, e pouco tempo depois em uma viagem pra Belém-Pa, Patrick teve o primeiro contado com a cena undergroud de Belém: “foi em Belém que eu tive o primeiro baque, quando eu vi o show da banda paraense Suzanna Flag e notei que o público cantavam a música própria da banda”.

Na volta, Patrick integrou, a convite, na banda B Sides. Ele diz: “lembro como se fosse ontem: o Marinho e o A.J. foram na minha casa e eu estava desesperado por não tocar mais em nenhuma banda e pela insegurança de compor, mas mesmo assim eu já tinha algumas músicas semi prontas, que posteriormente se tornariam parte do repertório da Stereovitrola”.

Em 2004 o A.J. saiu da banda, e a Stereovitrola ganhou a formação que permanece atualmente. Wenderson Matrix conta que com a saída do A.J., que tocava essencialmente músicas covers, a Banda se fortaleceu e focou um objetivo: tocar músicas próprias.

A resposta do público não demorou, e pouco a pouco as músicas foram se tornando cada vez mais conhecidas diante dos fãs de rock amapaenses. Hoje é comum o uso de camisas da banda nas ruas de Macapá, assim como pessoas cantando suas músicas nas apresentações cada vez mais raras.

A Stereovitrola faz um som moderno, com composições inteligentes e arranjos bem elaborados, e já conseguiu a difícil tarefa de estabelecer um estilo próprio. Isto já foi mostrado em festivais em Belém e em Cuiabá, e isto pode ser notado facilmente no seu último e excelente álbum “No espaço Liquido”.

Segundo Patrick, os membros da banda estão ansiosos para gravar o próximo álbum, a fim de tentar transmitir em cd, a mesma atmosfera que a banda alcança nas apresentações ao vivo. Porém, com exceção da ajuda de alguns amigos, esses discos são custeados quase que inteiramente pelos próprios integrantes da banda.

O rock amapaense, que ultimamente vem ganhando espaço, tanto nas noites de Macapá, quanto nos diversos veículos que promovem a música alternativa pelo Brasil, também conta com outras bandas como: Godzila, Relis, Mini Box Lunar e Amaurose. Elas foram lembradas nessa entrevista. Patrick conta que, para fazer música, é importante ter uma biblioteca musical ampla e diversificada: “você precisa beber de várias fontes, porque se só ouvir muito determinado estilo ou banda, o máximo que você vai conseguir é soar igual” conta Patrick.

Os amapaenses apreciadores do rock and roll, de certa forma, estão indo junto com a Stereo nessa mini-turnê pelo Brasil, pois a Stereovitrola é a banda que segura as rédeas do rock amapaense e promete representar com autoridade o som alternativo do Amapá em terras distantes.

The Malk no Bar do Francês!!

                                                                                                                       Por Elton Tavares
Nilson Montoril, SAndro Malk e Arley Costa, The Malk original e bons amigos.
A banda The Malk tocará hoje (4), ás 20h, no Bar do Francês. A banda possui um repertório de hits consagrados dos anos 80 e 90 e algumas músicas alternativas do underground mundial. Os caras tocarão o melhor do indie rock, brit pop, alternativo e demais vertentes.

A boa nova é que o Sandro Malk, vocalista da formação original da banda, está em Macapá e comandará o show. A The Malk foi formada em 2004, com uma proposta de música alternativa. O conjunto é formado por amigos e sempre que eles tocam, a diversão é garantida. Prestigiem!

Serviço:
Evento: Show da The Malk.
Local: Bar do Francês.
Endereço: Avenida Ernestino Borges, esquina com a Jovino Dinoá, centro de Macapá.
Hora: 20h.
Entrada: Di grátis!!