Show Baile com Os Cometas, os “Rolling Stones Tucujús”,

                                        Por Elton Tavares
Os Cometas se reunirão novamente e farão um show no Trem Desportivo Clube, no próximo dia 4 de setembro. O vocalista Humberto Moreira, baterista Valfredo e o saxofonista Espíndola são uma espécie os “Rolling Stones Tucujús”, pois foram os primeiros a tocar rock and roll e Jovem Guarda, em Macapá, nos anos 60 e 70. Também tocarão no show os músicos Zé Paulo (Guitarra Base) e Álvaro Gomes (Guitarra solo).

Não sou “expert” na história dos Cometas, mas escuto dos amigos e pais de amigos, desde que me entendo por gente, que eles arrebentavam nas “sedes” da antiga Macapá, como Esporte Clube Macapá, Aeroclube, Piscina Territorial, Trem, Santana e Manganês.

Foram integrantes do conjunto musical os senhores Assunção (falecido), Espíndola, Muscula, Augusto (falecido), Pedro Altair(falecido), Joacy Mont’Alverne (falecido), Walfredo, Aymorezinho, Luiz Almeida (falecido), Roberval, Nando, Humberto Moreira, Célia e Sebastião Mont’Alverne (estes dois últimos são pais do meu grande amigo Gustavo Monta’Alverne, o Guga). A eles, meu respeito e admiração.

Ah, é importante ressaltar que o show será mais uma produção da empresa Sônia Canto Produções, que, nos últimos meses, movimenta a cultura musical de Macapá. Vale à pena prestigiar.

Serviço:
Evento: Show Baile com Os Cometas.
Local: Trem Desportivo Clube, na zona Sul de Macapá.
Hora: 23h.
Valor: Mesas R$ 80,00 (para sócios do clube) e R$ 100,00 (para não sócios).

Raul, 21 anos sem luar

                                                                    Por Elton Tavares
O meu amigo, jornalista e intérprete, Silvio Carneiro, apresentará, no dia 2 de setembro próximo, na casa de Shows Prato de Barro, em Macapá, o show “Raul, 21 anos sem luar”. O evento é um tributo a Raul Seixas, pai do rock nacional.

Silvio possui um vasto repertório e eu garanto que o show terá mais de 2h de duração. Uma boa pedida para todos que apreciam a obra do “maluco beleza”. Prestigiem!

Serviço:
Show Raul Luar.
Local: Prato de Barro.
Endereço: Rua General Rondon, 2839, no Bairro do Trem, zona Sul de Macapá.
Ingressos: R$ 10,00.

Os ingressos são limitados, devido o tamanho do lugar e poderá ser adquirido antecipadamente na academia Mente & Corpo (Hamilton Silva, 2200, Trem) e no quiosque Brisa Jamaicana (Praça do Côco).

Quinteto Amazon Music

                                                                Por Elton Tavares
Hoje (19), a partir das 22h, tem Quinteto Amazon Music (sim, quinteto, pois entrou um trompetista foda na banda) no Bar Norte das Águas, no Complexo do Araxá, em Macapá. O grupo possui um diversificado repertório de Jazz, Blues , MPB, MPA e Rock, tudo instrumental, coisa fina!

A banda é formada por músicos consagrados na noite amapaense, além de também serem professores de na tradicional Escola de Música Walkíria Lima. Tudo regado a cervejas estupidamente greladas e tira-gostos apetitosos que só o Norte das Águas oferece. A Proposta da banda é suprir a carência de música instrumental no Amapá, desenvolvendo um trabalho de qualidade. Vale à pena conferir!

Serviço:
Show da banda Amazon Music.
Data: 19 de agosto de 2010 (Hoje!!).
Local: Bar e Restaurante Norte das Águas.
Covert artístico: R$ 3,00 (que não é nada para curtir o som dos caras).

Música

Bom, estou muito ocupado hoje e meio sem idéias para improvisar. Nesta quarta-feira calorenta, deixo a letra de uma música legal para vocês. Afinal, o Cazuza era fodástico. Abraços na geral.
O Nosso Amor A Gente Inventa – Cazuza
O teu amor é uma mentira
Que a minha vaidade quer
E o meu, poesia de cego
Você não pode ver
Não pode ver que no meu mundo
Um troço qualquer morreu
Num corte lento e profundo
Entre você e eu
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu
O nosso amor
A gente inventa
Inventa
O nosso amor
A gente inventa
Te ver não é mais tão bacana
Quanto a semana passada
Você nem arrumou a cama
Parece que fugiu de casa
Mas ficou tudo fora de lugar
Café sem açúcar, dança sem par
Você podia ao menos me contar
Uma história romântica
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu
O nosso amor
A gente inventa
Inventa
O nosso amor
A gente inventa

Domingo

Dia da semana que curtimos a ressaca, assistimos porcaria na TV, lemos e descansamos. Tem gente que come macarrão com a família. Para muitos, é dia de futebol no bar, para outros, dia de rezar, mas se você não tem algo razoável para fazer, domingo é um dia preguiçoso e chato para cassete.
Encerro a domingueira com um trecho da música “Domingo”, dos Titãs:
Tudo está fechado
Tudo está fechado
Domingo é sempre assim
E quem não está acostumado?
É dia de descanso
Nem precisava tanto
É dia de descanso
Programa Silvio Santos
E antes que eu confunda o domingo
Antes que eu confunda o domingo
O domingo com a segunda
Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar
Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar

Show de Ana Martel

Amanhã (11), quem sobe ao Palco da Esquina, na Casa de Show Copacabana, é a cantora e compositora Ana Martel, primeira artista amapaense a gravar um CD com incentivo da Lei Rouanet.
O Show “Sou Ana” foi apresentado em outubro de 2009 no Teatro das Bacabeiras com grande sucesso de público, para lançamento do CD.
A carreira
Foram mais de 25 anos de carreira até gravar o primeiro CD. “Se tivesse feito antes, talvez não ficasse tão feliz como estou agora”, revela Ana. As razões pela demora na gravação do primeiro trabalho são diversas. “Tem os percalços normais de todo mundo que mora no Norte do Brasil, no Amapá, que tem problemas de toda ordem e não consegue sobreviver da arte. Isso é fato. Mas, também tem a questão pessoal. Eu estava sempre em transição com relação à minha própria arte, se eu gostaria de fazer um CD só como intérprete ou um trabalho mais autoral”, explica.
O primeiro parceiro musical de Ana Martel foi o artista amapaense Zé Miguel, que musicou o poema “Óleo sobre tela”, feito pela cantora em homenagem à comunidade quilombola do Curiaú. A partir daí outros poemas e letras foram nascendo para novas parcerias. Ana Martel resolveu então criar suas próprias melodias. “Estudo violão para aperfeiçoar minha melodia. Tive que aprender a tocar para poder guardar aquilo que eu pensava”, conta ela. O processo criativo de Ana começa com o canto, que depois é adaptado para os acordes do violão.
O CD
A música que dá nome ao CD “Sou Ana”, nasceu de um poema feito pelo compositor acreano Sérgio Souto em homenagem à cantora, que ganhou melodia de Enrico Di Miceli. Duas músicas são de Joãozinho Gomes e Val Milhomem e dos paraenses Marcelo Siroteu, Ubiratan Porto e Paulinho Moura. Mais oito canções compõem o álbum. Dessas, sete são de sua autoria, letra e música, e uma é fruto de parceria com Zé Miguel.
O diretor musical Luiz Pardal foi fundamental na decisão do repertório mais autoral. Ele foi ouvindo, conhecendo e gostando do trabalho da compositora. No final definiu o repertório junto com ela, mas recomendando fortemente que suas músicas permanecessem no disco. Com todas as canções gravadas, o CD agora está em fase de mixagem.
“Sou Ana” foi todo feito com contrabaixo acústico e cordas. “E eu queria que ele soasse bem artesanal. As caixas de marabaixo estão límpidas. Não tem nada eletrônico”, explica a artista. O público pode esperar um repertório versátil, como a cantora se auto-define: “é um CD que é a Ana do Amapá, da Amazônia, uma pessoa versátil que canta de tudo”. Ana Martel conta com participações especiais das cantoras Andressa Nascimento, de Roraima e Patrícia Bastos, do Amapá.
Repercussão
Após o lançamento do CD Ana foi convidada para cantar no Sarau do Largo dos Inocentes, maior projeto de música amapaense para execução pública, realizado desde 2008 pela Confraria Tucuju no Centro Histórico de Macapá. Em seguida a cantora recebeu convite para participar como artista e palestrante no 21º Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga, em Juiz de Fora – MG. Evento realizado em julho deste ano.

A Fé Guerreira de Bi Trindade

Nesta, quarta-feira (04), o cantor e compositor Bi Trindade apresenta o show “Fé Guerreira” na Casa de Shows Copacabana. O repertório mistura músicas conhecidas e outras inéditas que fazem parte do novo CD de Bi Trindade em parceria com Manoel Bispo, que será lançado ainda este ano.

Com uma história musical de mais de 30 anos, o artista foi um dos fundadores do Grupo Pilão, em 1975 junto com os irmãos Fernando e Juvenal Canto. Pilão inovou a música regional trazendo para o repertório do grupo “ladrões” de marabaixo e canções populares.

Bi que também é professor de francês, aliou as duas profissões e ajudou a divulgar a cultura amapaense em território europeu. Ele fez versões das famosas músicas “Tajá”, de Fernando Canto e Osmar Júnior, “Tarumã”, de Osmar e “Cante Comigo”, de Rambolde Campos que serão apresentadas no show Fé Guerreira.

Bi Trindade é o segundo artista a mostrar sua arte no Projeto Palco da Esquina que está reunindo o melhor da música amapaense toda quarta-feira. Semana passada Amadeu Cavalcante inaugurou o espaço com o show Sentinela Nortente que lotou a Casa de Show Copacabana. Estão agendados para o mês de agosto, Marcelo Dias (11/08), Ana Martel (18/08) e Nivito Guedes (25/08), na sequencia Juliele, Patrícia Bastos, Zé Miguel, Beto Oscar, Helder Brandão, Enrico Di Miceli, Joãozinho Gomes Rambolde Campos e muitos outros que já confirmaram participação no projeto.

O show Fé Guerreira terá a produção musical do maestro Manoel Cordeiro e a produção executiva é de Sônia Canto Produções. Acompanham Bi os músicos Fabinho (guitarra), Helder Melo (contrabaixo), João Batera (bateria) e Nena Silva (percussão).

SERVIÇO:
Data: 04/08/10
Local: COPACABANA – Avenida Mendonça Furtado, esquina com a Rua Odilardo Silva.
Horário: 22:30h.
Valor da mesa: R$ 80,00.
Vendas pelo telefone 8111-0695 / 9149-9536.

Sonora Brasil

Por Juliana Coutinho – Ascom/Sesc/AP
O Projeto Sonora Brasil, formação de ouvintes musicais, através da obra de Cláudio Santoro e Guerra Peixe, traz a Macapá nesta terça-feira, 03/08, o “Quarteto de Brasília”, com música erudita contemporânea. A apresentação será no auditório da Escola SESC, às 20h. Entrada Franca.
Sonora Brasil
Cumprindo a missão de difundir o trabalho de artistas que se dedicam à construção de uma obra de fundamentação artística não-comercial, o Sonora Brasil consolida-se como o maior projeto de circulação musical no Brasil. Em 2010 são 340 concertos, com ação que possibilita às populações o contato com a qualidade e a diversidade da música brasileira, e contribui, de forma significativa, para o conjunto de ações desenvolvidas pelo SESC com vistas à formação de platéia. Para os músicos, é uma experiência única, pois difunde nacionalmente seus trabalhos, além de possibilitar a troca de experiência com a população.
Música Brasileira no Século XX – Obra de Claudio Santoro e Guerra Peixe
Dois compositores que cumpriram importante papel na estruturação das bases da música erudita contemporânea no Brasil a partir da relação que mantiveram com o Movimento Música Viva, com o objetivo de estudar e difundir o dodecafonismo, técnica de composição que em 1939 representava a vanguarda musical na Europa.
Quarteto de Brasília
Criado em 1986, o grupo é considerado um dos mais importantes do Brasil nesta formação, e tem como característica a ênfase no repertório de compositores brasileiros. Em sua trajetória de quase 25 anos já se apresentou em vários estados no Brasil e em países das Américas, Europa e Ásia. Seus quatro integrantes participam ativamente do movimento musical de Brasília, tanto como músicos, quanto como professores dos principais centros de formação musical, e todos, em maior ou menor grau, conviveram profissionalmente com Santoro e Guerra Peixe.
Composto por:
– Claudio Cohen (violino)
– Ludmila Vinecka (viola)
– Guerra Vicente (violoncelo)
– Glêsse Collet (violino)

Ecléticos e pseudo ecléticos

Por Elton Tavares
Todo mundo gosta de música. Eu sou movido a som, escrevo, tomo banho, acordo e durmo ouvindo música. Pode ser um som nostálgico como o Legião, politizado como Chico Buarque, besteirol como Júpiter Maçã, romântico como Kid Abelha, non sense como Velhas Virgens, enfim, eu gosto de música legal (o que EU acho legal, claro). Será que sou “eclético”? Talvez. Odeio quando as pessoas me dizem: “Eu sou eclético”, gosto de tudo. Como assim?

Eles usam o termo para mascarar a falta de direcionamento de suas preferências. Para mim, música tem que ter mensagem, tem que ter letra. Salvo os ótimos instrumentais e músicas clássicas , que são exceções dessa regra particular. Resumindo, eu não entendo os “pseudoecléticos”, que se escondem atrás das palavras “sou eclético”, para escutarem qualquer coisa.

Eu não culpo quem não gosta de música boa, que se diz “eclético”, só para ouvir todo o tipo de porcaria que a indústria de massa os empurra goela abaixo. Afinal, a maioria dessas pessoas não tiveram acesso aos livros, filmes, viagens ou qualquer outro canal cultural que refine suas percepções sonoras.

Eu tenho pena dos que são “ecléticos” por opção, que tem a oportunidade de escutar, Rock, Jazz, Blues, Samba, Reggae ou Música Popular Brasileira (MPB). Mas preferem pular na doideira do Brega, Pagode, Zouk, Axé ou Sertanejo (esse último deve ser a trilha sonora do inferno). Acho incrível alguém inteligente, viajada e estudada gostar dessas coisas, mas é o que mais tem por aí.

Para os que acharem que sou uma espécie de xiita musical, não, não sou. Eu era antes, mas hoje em dia, até prestigio eventos com trilha sonora de gosto duvidoso. A contra gosto, é verdade, mas aprendi que amizade está acima das minhas antipatias.

Mas ainda prefiro barzinhos à boates, bandas à djs e gente doida à gente eclética (risos). Claro que isso é a MINHA opinião e cada doido tem suas próprias viagens. Abraços ao meus amigos “ecléticos”, continuo achando que eles não gostam de música e sim de qualquer som que embale uma bagaça.
Em Macapá, tem metaleiro que dança sertanejo, dance e axé, tem cantor que era rock e virou brega, entre outros absurdos. Noite dessas, os amigos me fizeram ir a uma “quinta sertaneja” e na semana seguite a um “pagode”, cruzes! Estou perdendo o controle (risos). Parei por aqui, prefiro ser o bom e velho Godão, o chato musical. Esse “admirável mundo novo” não faz a minha cabeça (risos).

SENTINELA NORTENTE

Osmar Junior e Amadeu Cavalcanti, renomados artistas do Amapá.
Amadeu Cavalcante e Osmar Jr. Inauguram, nesta quarta (28), o “Projeto Palco da Esquina”, na Casa COPACABANA, com o show SENTINELA NORTENTE. Este show foi apresentado no Teatro das Bacabeiras, em dezembr de 2009, com grande sucesso. Prestigie!

SERVIÇO:
Local: COPACABANA, Av. Mendonça Furtado, esquina com Odilardo Silva.
Data: 28/07/10 
Hora 22:30h.
Valor da Mesa: 80,00 / Ingressos na portaria a 20,00.
Venda de Mesas: Casa Copacabana ou pelos telefones 8111-0695 e 9149-9536.

Lançamento do DVD Gente da Mesma Floresta

Uma reunião de seis grandes nomes que cantam e encantam o Norte do Brasil, em um trabalho em que o fio condutor é a música local, rica em influências de ritmos indígenas, caribenhos, com canções que remetem às lendas e à exuberância dos rios e da Floresta Amazônica. O resultado é um DVD cheio do tempero musical que só a musica da Amazônia tem.
O Teatro das Bacabeiras receberá, nos dias 31 de julho e 01 de agosto, ás 21h, Zé Miguel (AP), Bado (RO), Célio Cruz (AM), Eliakin Rufino (RR), Graça Gomes (AC) e Nilson Chaves (PA) para o lançamento do DVD Gente da Mesma Floresta. O DVD foi gravado em são Paulo, iniciativa que partiu de Nilson Chaves, reconhecido nacionalmente como um dos maiores representantes da música do Norte.
Além de mostrar o belo trabalho desses grandes cantores o DVD é também um passaporte para a abertura de mercado na nossa região e mostra que, antes de partir para grandes centros, a musica amazônica precisa de reconhecimento dentro da sua própria região.
Com objetivo de expandir esse projeto pouco explorado na região Norte, o Gente da Mesma Floresta já foi lançado em algumas capitais do Norte do Brasil. Agora é a vez do Estado do Amapá. Uma grande produção assinada por dois grandes nomes da produção local, Araciara Macedo e Sonia Canto.
Serviço:
Show Lançamento do DVD Gente da Mesma Floresta
Data: 31 de julho e 01 de agosto
Hora: 21h (nas duas noites).
Local: Teatro das Bacabeiras.
Ingressos e informações pelos fones 8129 7343,9142 2664 e 8111 0695.
Realização: Sônia Canto Produções.