O Dunga é previsível

                                                                                              Por Elton Tavares

O técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Carlos Caetano Bledorn Verri, o popular “Dunga”, anunciou hoje (11) a lista de convocados para a Copa do Mundo África do Sul, que será realizada em julho deste ano. Como torcedor, foi frustrante. Tudo bem que os argumentos do treinador são bons, os jogadores são os mesmos que venceram a Copa das Confederações e Copa América, além de bater os rivais Argentina, depois de anos, e Uruguai (deste último, não ganhávamos há 30 anos).

O Adriano foi merecidamente limado (e olhem que sou um flamenguista fervoroso). Mas onde está o Paulo Henrique Ganso? Ele é simplesmente o melhor meio campo do Brasil em 2010. Cadê o André Santos? Que joga, de longe, muito mais que o Michel Bastos e Gilberto na lateral esquerda. O Júlio Batista, Kleberson e Juan jogam bem, mas não para ir a uma Copa. Por fim, porque diabos Gilberto Silva e Josué? Pura panelinha do Dunga.

O Dunga disse que o Neymar e Ganso, os dois melhores futebolistas em atividade no Brasil, “são jogadores para o futuro”. Questionado na coletiva de imprensa, quando um repórter disse que “ainda bem que ele não foi o técnico em 1958 (o futebol causa este tipo de comentário atemporal), por se fosse, não teria levado o Pelé, na época, com 17 anos.

Dunga mandou muito bem na resposta. Disse ele: “Você está falando do Pelé, não de um jogador comum, está falando de um mito”. Concordo com a resposta, mas não com o fato dele não levar o Ganso, aquele moleque é criativo, só menos que o Kaká. Ganso é mais bola que Elano, Kleberson e uns 10 Josués.

Como bom patriota e apreciador de futebol, torcerei pelo meu país, tomara que este grupo, que ainda não é o definitivo, me faça morder a língua. Em 2002, eu era um dos que metia o pau no Roque Junior, mas o zagueiro arrebentou e calou a minha boca. Este é o melhor time? Não, poderia ser melhor, sim!

Enfim, todos temos nossa própria seleção, todos queremos fulano ou sicrano, mas é para este time que iremos torcer. É por esta equipe que iremos sofrer, gritar, beber (muito), chorar ou sorrir (tomara que sorrisos sejam a maioria desta pequena lista de atos e sensações). Apesar deste técnico previsível, acredito que temos grandes chances. Vamos Brasil!


Vamos Flamengo!

 O Flamengo enfrentará hoje (5), no Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP), o Corinthians. O confronto será a segunda partida válida pelas oitavas de final da Taça Libertadores da América. No primeiro jogo, realizado na última quarta-feira (28), no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), o Mengão venceu por 1×0 e jogará hoje pelo empate. A exemplo do que aconteceu no Maraca, o time da casa, no caso o Corinthians, contará com a força de sua torcida. Será difícil e emocionante, mas eu sou mais Mengão. Vamos Flamengo!

Para os secadores

Foi muita água!!
Caros secadores, o olho gordo de vocês não adiantou de nada. Tudo bem que não foi exibido um grande futebol por nenhuma das duas equipes, mas o Mengão ganhou o clássico de ontem (28) com mérito. A chuva atrapalhou muito, tanto o Flamengo, quanto o Corinthians. Afirmo, sem paixão alguma, que o pênalti, convertido pelo Adriano Imperador, foi corretamente marcado pelo árbitro.

Foi legal assistir, hoje (29), o programa Globo Esporte, na emissora homônima, uma matéria sobre o clássico. A reportagem descreveu o tamanho das torcidas de Flamengo e Corinthians, inclusive, no Amapá.

O importante é que o Mengão conseguiu sair na frente na disputa pela vaga, espero que no próximo confronto, na próxima quarta-feira (5), vocês sequem, torçam contra e joguem todas as picicas que conhecerem, está provado que não adianta.

O Flamengo se valeu do jogo em casa (Maracanã), mas em São Paulo (SP) será outro jogo duro. Claro que o Timão pode reverter a vantagem do Mengão, que venceu pelo placar de 1×0 (e jogará pelo empate na próxima partida). Afinal, o Corinthians tem time, camisa e torcida para isto.

Devemos respeitar grandes equipes como a do Corinthians, quem dera fosse o Vasco, nosso velho freguês, a vaga estaria garantida. Continuarei na torcida pelo mais querido do Brasil. Vamos Flamengo!

Clássico dos gigantes

Ao todo, cerca de 50 milhões de brasileiros torcerão hoje (28) para o Flamengo ou Corinthians. A partida será válida pelas oitavas de final da Libertadores da América, torneio mais importante do nosso continente.

O “clássico de gigantes” (chamado assim por conta do fato dos dois clubes possuírem as maiores torcidas do Brasil) será realizado no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ). O jogo de volta acontecerá na próxima quarta-feira (5), em São Paulo (SP).

A partida envolve muita paixão, quem gosta de futebol sabe do que falo. Para abrilhantar o confronto, participarão do jogo os futebolistas Ronaldo Fenômeno e Adriano Imperador, ambos consagrados. Tudo bem que eles estão em baixa, mas podem decidir, nunca duvide de um craque.

Muitos amapaenses (como eu) ainda acreditam no Mengão, que anda em baixa, mas, como todos sabemos, clássico é clássico. Vamos Flamengo!


Homenagem aos goleiros

                                                                                                  Por Elton Tavares

Meu pai, Zé Penha, foi um grande goleiro.
Como eu já disse aqui, por diversas vezes, adoro futebol. Hoje (26) é o Dia do Goleiro, a posição maldita do esporte bretão (chamado assim por ter sido inventado na Grã-Bretanha). Meu saudoso pai, José Penha Tavares, era goleiro. Posso afirmar, sem paixão (talvez com um pouquinho dela), que ele foi muito bom.

Papai agarrou pelos times amapaenses (quando o futebol aqui era amador e melhor) do São José e Ypiranga Clube. Também foi amigo de um monte de conhecidos boleiros locais.

Quando eu era moleque, o acompanhei em centenas de peladas, torcia e sofria quando ele levava gols, principalmente quando falhava. Eu aprendi a admirar goleiros com ele. Lembro bem de expressões como: “Olha essa ponte!”, “Que defesa!” ou algo assim, bons tempos aqueles.

Eu bem que tentei jogar em todas as posições, inclusive o gol (sempre era o último a ser escolhido), mas nunca consegui me destacar pela bola. Não sei se as crianças de hoje ainda escolhem o pior dos meninos (ou meninas) para agarrar, aquilo é crueldade infantil (risos), afirmo com conhecimento de causa.

O futebol mudou, está muito mais dinâmico, até os arqueiros (como alguns se referem aos goleiros) mudaram. O Brasil possui alguns dos melhores do mundo como Doni (Roma-ITA), Gomes (Tottenham-ENG) e Júlio César (Internazionale-ITA). Este último, cria do Flamengo (ou vocês acham que eu não ressaltaria isto?).

Quando digo que a posição é maldita, falo de uma série de injustiças que vi goleiros sofrerem ao longo dos meus 33 anos, mas uma é mais marcante, a crucificação do arqueiro Barbosa, da seleção de 1950. Há alguns meses, assisti um documentário sobre a derrota para o Uruguai na final daquele mundial. Aquele homem foi estigmatizado até o fim de sua vida.

Mês passado, em uma entrevista, o Zico (não preciso dizer que é né?) declarou que o Barbosa, no fim da vida, disse a ele: “Desculpe, mas gostei de ver você perder aquele pênalti em 1986, pelo menos me esqueceram um pouquinho”. Imaginem como o velho goleiro sofria pela falha de 1950? É a maldição do goleiro.

Este post é uma homenagem aos goleiros profissionais e peladeiros, que se machucam em saltos destemidos, chutes meteóricos e divididas violentas. Em especial ao meu pai, meu goleiro preferido, e ao Bruno, goleiro do Mengão, que também é um grande defensor. Ah, vocês sabem que gosto de música, então aí vai:

Letra da musica Goleiro (Eu Vou Lhe Avisar) – Gal Costa

“Eu vou lhe avisar

Goleiro não pode falhar

Não pode ficar com fome

Na hora de jogar

Senão, um frango aqui, um frango ali,

Um frango acolá



Já vai tarde mais um articulador respeitado

Com a autoridade baleada,

O peso do destino

Na mira da lei, na marca do penalty

O fim de um charm,

Discreto e nublado

Trivial

Alguém esqueceu a bola de cristal


Que delícia de malícia a espera da guerra

ele sonha com o paraíso

E tenta a sorte nos números,

Pensando nela

Disposto a tudo, bate cabeça,

Bate tambor

Numa trama milionária e perigosa

Ele quer o Jardim do Édem

Trivial

Novamente esqueceram a bola de cristal

Eu vou lhe avisar

Goleiro não pode falhar

Não pode ficar com fome

Na hora de jogar

Senão, um frango aqui, um frango ali,

Um frango acolá”

Encontro de titãs

                                                                                        Por Elton Tavares

Contrariando os secadores de plantão, o Flamengo se classificou para a segunda fase da Libertadores da América. O Mengão estava dependendo de três resultados, graças á Deus, deu tudo certo. Conforme especulações da crônica esportiva do Brasil, hoje (23), o técnico do mengo, Andrade (ícone rubro-negro), será demitido, juntamente com a comissão técnica e diretoria de futebol do clube.

Tudo bem que Andrade uniu o time e ganhou o Brasileirão, mas anda passando a mão na cabeça de alguns, que andam jogando mal, muito mal. Espero que ele ainda fique no clube, como auxiliar do próximo técnico.

Boatos afirmam que o novo treinador do Flamengo será Joel Santana, técnico com jeitão malandro bolachão, folclórico, carismático e competente (apesar de alguns acharem que ele só ganha Campeonatos Cariocas), tomara!

Na próxima fase, o adversário do Flamengo será o Sport Club Corinthians Paulista, clube que possui nada menos que a segunda maior torcida do país, somente atrás do rubro-negro carioca. O campeão brasileiro contra o campeão da Copa do Brasil. É, briga de Urubu e Gavião.

O confronto entre Adriano Imperador e Ronaldo Fenômeno não empolga, diferente de 2009, quando os dois atacantes arrebentaram. No momento, os dois estão em baixa, mas quem conhece o mínimo de futebol sabe que mesmo assim, um deles pode resolver.

Vou torcer para que o Flamengo melhore suas atuações, que seus jogadores retomem a postura que levou ao título brasileiro de 2009, pois na próxima quarta-feira (28), crises á parte, será um verdadeiro encontro de titãs.

Será?

O atacante do Flamengo, Adriano Imperador, está enfrentando um “inferno astral”. Aumento de peso, moto para mãe de traficante e fim de noivado são fatores que refletem em campo. Adriano não vem jogando bem, isso é fato.

Em contrapartida, Neymar, jovem atacante do Santos está arrebentando, os mais efusivos clamam pela sua ida á Copa do Mundo da África do Sul. A crônica esportiva brasileira até deixou de lado os pedidos pela convocação de Ronaldinho Gaúcho, para se engajar na campanha Pró-Neymar.

Será que o jovem artilheiro tomará o lugar do Imperador na seleção de Dunga? Como diz o meu amigo Marlon Bulhosa: “Num duvido!”




A vez do Botafogo

É amigos, nós perdemos. Perder NUNCA é bacana, mas perdemos na bola, sem choro, pelo menos da minha parte. Posso apontar um ou dois erros do árbitro, dizer que podíamos ter vencido, que se o Adriano tivesse convertido o pênalti seria diferente ou que foi “picica” da braba, mas nada disso tira o mérito do Botafogo.

Futebol tem erros mesmo, tem violência, tem paixão, sofrimento, alegria, tem encarnação do vencedor, mordição do perdedor e etc. Por todos os elementos que envolvem este esporte, que é uma paixão geral (tem alguns que não gostam, azar o deles), é que ele é tão amado.

Agora é torcer para o Flamengo se classificar para a outra fase da Libertadores da América, coisa que não está lá muito fácil. Voltando a falar da final vencida pelo alvinegro, vamos tirar o chapéu para o Joel Santana, aquele cara tem estrela, grande Joel, amado por todas as grandes torcidas.

Coisa boa deste domingo foi ver os são-paulinos darem adeus também, pois estão eliminados do Campeonato Paulista. Por fim, devo lembrar os vascaínos de plantão que perdemos para o Botafogo, não para o Vasco, pois neste, estamos acostumados a bater. Parabéns aos amigos botafoguenses!

O Flamengo é hexacampeão do Brasil SIM!

Léo Moura (ainda garoto), atual lateral do Mengão, abraçado com Zico, em 1987. Assim como eu, flamengo desde molequinho.
Este blog é meu, portanto, não preciso ser imparcial. Todos sabem que sou torcedor do Flamengo. Ultimamente, recebi “sugestões” de alguns para escrever sobre uma decisão, no mínimo, idiota.

Anteontem (14), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) resolveu que a “Taça de Bolinhas”, troféu que premia o primeiro pentacampeão do Campeonato Brasileiro, será dada ao São Paulo Futebol Clube, segundo a CBF, o único clube pentacampeão do Brasil.

A verdade é que em 1987, a CBF estava sem grana, falida e não tinha condições de organizar a competição daquele ano. Para isso, os grandes clubes do país fundaram, em julho de 1987, o Clube dos 13 (São Paulo: Corinthians, Palmeiras; Santos; Flamengo, Vasco da Gama, Fluminense, Botafogo; Atlético Mineiro; Cruzeiro; Internacional; Grêmio e também o Bahia; Coritiba, Santa Cruz e Goiás.)

Estes clubes representavam juntos 95% de todas as torcidas do futebol brasileiro.

A grande “polêmica de 87” começou quando, em um determinado momento em que a Copa União já havia começado, a CBF observando o sucesso financeiro da competição, voltou atrás, resolveu organizar outro campeonato com 16 clubes e alterar o regulamento da Copa União que já estava em vigor.

Como forma de conciliar os interesses do Clube dos 13 com os da CBF, a proposta da CBF era de que o novo campeonato fosse dividido em dois módulos chamados de “Verde e Amarelo”, sendo que o Módulo Verde seria composto pelos clubes que já estavam em disputa na Copa União, e passariam a considerar também o Módulo Amarelo como primeira divisão juntamente com o Módulo Verde.

Além disso, colocaria no regulamento do campeonato, que os campeões e vice dos módulos Verde e Amarelo se enfrentassem em um quadrangular final, de onde sairia o campeão nacional daquele ano e os dois representantes brasileiros na Taça Libertadores da América. Porém, não houve o acordo.

Ironicamente, o regulamento imposto pela CBF que previa o cruzamento entre os campeões e vice de cada módulo, no entanto, se tornaria inviável no final das contas, pois no Módulo Amarelo não ficou definido quem era o vice, os finalistas Sport e Guarani após uma prorrogação empataram nos pênaltis em 11 x 11 e dividiram o título em um acordo entre eles.

Em dezembro de 1987, a CBF anunciou a tabela deste quadrangular, que seria disputado em turno e returno. Alegando que o regulamento foi alterado à revelia do Clube dos 13, Flamengo e Internacional se recusaram a disputar com o apoio do Clube dos 13. Com isso Sport e Guarani disputaram o quadrangular, vencendo os jogos contra Flamengo e Internacional por WO.

A CBF acabou declarando o Sport como Campeão Brasileiro de 1987, enquanto o Clube dos 13, o Conselho Arbitral e o Conselho Nacional de Desportos (CND) fizeram o mesmo com o Flamengo.

Resumindo, quem conhece o mínimo de futebol, sabe que o Flamengo ganhou de todos os grandes clubes do Brasil em 1987. O Mengão não precisava e se negou a jogar com o campeão da segundona, como queria a CBF. Tudo isso é uma briga da CBF e Clube dos 13.

A pendenga é pura política, mas eu prefiro chamar de politicagem. A CBF oficializou o Sport como campeão brasileiro de 1987, tanto que clube disputou a Libertadores da América do ano seguinte. Coisas assim só diminuem o futebol brasileiro.

Perguntado sobre isso, Zico, ídolo do Flamengo e seleção brasileira, disse: “Eu acho uma a incoerência. Jogamos e vencemos o campeonato de 1987, inclusive joguei machucado. Quem entende de futebol sabe que fomos campeões e que não precisávamos jogar com o Sport, campeão da segunda.”

Hoje em dia, o Flamengo já é hexacampeão. Isto é fato. E contra fatos, não há argumentos. Nem mesmo mentiras “oficiais”.

Fontes: Wikipédia e O Globo.

Ôôô, o freguês voltou…

                                                                                                   Por Elton Tavares

Eu já sabia.
Antes de falar sobre futebol, que mandar saudações rubro-negras para os amigos Felipe Façanha, Sandro Calins, Marcelo Guido, Márcio André (Caniço), Beah, Anderson Cleyton, Bruno Mont’alverne, Petton Laurindo, Regina Bortman, Rita Freire, Juçara Menezes, Célio Lopes, Lígia Cândido e os demais vascaínos que conheço.

Agora sim, após o término da partida de ontem (11), entre os times Flamengo e Vasco, válido pelo segundo turno do campeonato cario 2010, cheguei a seguinte conclusão: O futebol é um esporte de 11 contra 11, mas no clássico FlaxVas, o Mengão sempre ganha. É incrível, mas o Vasco é freguês MESMO.

Costumo dizer que, melhor que o Flamengo ganhar, é o Flamengo ganhar do Vasco. Os vascaínos mais chorões dirão que foram roubados, que o impedimento do Elton, quando estava frente á frente com o goleiro Bruno não existiu, que o pênalti no Léo Moura não existiu, que o Willians tirou a bola com a mão…., azar o deles.

Digamos que o juiz tivesse marcado a penalidade quando o Willians meteu a mão na bola, quem iria bater para o Bruno pegar? O Dôdô? Foi um pensamento tipo: “Não adianta mesmo”. O futebol é cheio de surpresas, erros e afins, não é matemática, não tem lógica. Essa é a graça.

O Flamengo enfrentará o Botafogo nas finais do carioca pelo quarto ano consecutivo. Um filme que parece não cansar de se repetir. Apesar de eu ser fã do Joel Santana e o a equipe alvinegra possuir um time arrumadinho, nesse “vale a pena ver de novo”, o Flamengo é favorito.

Voltando aos nossos fregueses vascaínos, é fato que o time luso brasileiro gela para o Mengão, treme MESMO. E eu adoro usar a expressão “contra fatos não há argumentos”. Basta lembrarmo-nos do menino de ouro Phelipe Coutinho apático, de um Dôdô preguiçoso e omisso e outros cruzmaltinos inertes.

O mais legal de ontem foi ver a torcida do Mengão gritando: “Ôôô, o freguês voltou, o freguês voltou, Ôôô, o freguês voltou, ôô…”. Adios Vascú! Há, eu ia esquecendo, Felipe Façanha, honre sua palavra, estou no aguardo (risos).

Futebol

Só tem uma coisa melhor que o Vasco perder, é o Mengão ganhar. Fiquei muito feliz ontem (25), pois aconteceram as duas coisas. A vitória do Flamengo sobre o Tigres, por 3 a 1, nem merece muitos comentários, Vágner Love, o artilheiro do amor, e Adriano “Imperador” jogaram somente o feijão com arroz, afinal, o importante são os três pontos e a classificação garantida para as semi-finais do segundo turno. Aos trancos e barrancos, o Mengão segue matando um tigre por dia.

Voltemos aos vascaínos. O Vasco da Gama perdeu para o Americano, por 3×2, em São Januário. A derrota para um dos times mais fracos do campeonato foi um golpe duro, pois “time da colina” rodou na porrada e o treinador Wagner Mancini caiu.

Também pudera, os cruzmaltinos entraram em campo com camisa nova, agorenta, anunciava com uma imensa cruz vermelha, o que estava por vir (risos). Com o resultado, o time permanece em terceiro lugar no Grupo B da Taça Rio com nove pontos e arrisco-me a dizer: “Adios vascú!”

Vale Pênalti

                                                                                                 Por Elton Tavares

Lúcio “Morte lenta” Flávio, convertendo a penalidade (roubada) contra o Mengo – Imagem: http://globoesporte.globo.com/
Como sabem, eu adoro futebol, o Flamengo então, é paixão aguda. Apesar de ser o atual campeão brasileiro, ultimamente, o time não tem feito bons jogos. Ontem (21), fui, como de costume, assistir futebol no Bar do Francês. A partida, entre Flamengo e Botafogo, foi mais um clássico roubado.

Não sei se é algum tipo de despeito ou pura falta de competência da arbitragem carioca, mas os erros do jogo contra o Vasco, na semana passada, se repetiram. O juiz deixou de marcar um pênalti á favor do Mengão e assinalou um inexistente para o Botafogo. Lúcio “Morte Lenta” Flávio converteu a penalidade, abrindo o marcador para a equipe alvinegra.

Por sorte, pura sorte, o Flamengo empatou, aos 47 do segundo, com uma cabeceada de Adriano (o Imperador anda mal, mas tem estrela). Bom, vamos que vamos, mas parece que no Rio de Janeiro, os adversários do Mengão recebem um tipo de “Vale Penalti”, que nem sempre assegura a vitória, que digam vascaínos e botafoguenses.