Nota de Falecimento


O Governo do Estado do Amapá comunica com pesar o falecimento do servidor aposentado Raymundo Ferreira Maciel, de 77 anos, ocorrido no hospital da Unimed, na noite desta sexta-feira, 25, vítima de infarto.

Seu Raymundo atuou na área da educação desde a época do Território Federal do Amapá. Foi diretor da Escola Augusto dos Anjos por vários anos e era pai da jornalista Mariléia Maciel, assessora de comunicação do Palácio do Governo, a mais nova dos 9 filhos.

O velório está sendo realizado na Capela Santa Rita, localizada na Av. Mendonça Furtado, de onde sairá o enterro às 10h deste domingo, 27, para o Cemitério São José, no bairro Buritizal.

O Governo do Amapá e todos os assessores de comunicação se solidarizam com a colega Mariléia Maciel e desejam à família enlutada muita força e fé para superar imensa dor pela perda de seu ente amado e querido.

Adeus, Millor Fernandes


O escritor carioca Millôr Fernandes morreu aos 88 anos, às 21h de terça-feira (27), em casa, em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro. De acordo com o filho do escritor, Ivan Fernandes, sofreu falência múltipla dos órgãos e parada cardíaca.

Escritor, jornalista, desenhista, dramaturgo e artista autodidata, Millôr começou a colaborar com a revista O Cruzeiro aos 14 anos, conciliando as tarefas de tradutor, jornalista e autor de teatro.

No final dos anos 1960, tornou-se um dos fundadores do jornal O Pasquim, reconhecido por seu papel de oposição ao regime militar.

Escreveu nos anos seguintes diversos tipos de peças e se tornou o principal tradutor das obras de William Shakespeare no país.

Atualmente ele mantinha um site pessoal em que escrevia textos de humor e cartuns, além de reunir seus trabalhos dos últimos 50 anos.

Publiquei neste blog alguns escritos e frases de Millor Fernandes. O único livro do escritor que li por inteiro foi “A Bíblia do Caos”, além de dezenas de artigos. Infelizmente, o Brasil perde mais um de seus gênios. Adeus, Millor.     


Se

Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudade, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Millor Fernandes

Legião Urbana: Renato Rocha é morador de rua no Rio

O programa Domingo Espetacular, da Rede Record, mostrou ontem (25), a dramática situação em que vive hoje o ex-baixista da Legião Urbana, Renato Rocha (Neguetti), que há 5 anos vive nas ruas do Rio do Janeiro e enfrenta dificuldades após perder tudo o que conquistou com a Legião Urbana.

Fonte: http://whiplash.net/materias/news_841/151121-legiaourbana.html#.T3CBdbMfYP0.twitter#ixzz1qEceDgMr

Morre Chico Anysio, um mestre do humor brasileiro


RIO – Duzentos personagens, oito filhos, seis mulheres, várias declarações polêmicas, muita vontade de ajudar quem sempre viveu do humor, alguns desafetos no percurso, mas também gerações influenciadas por ele e um país de admiradores ao longo de 65 anos de carreira. Chico Anysio se vangloriava de ser nordestino, daqueles que não fogem à luta. E foi assim até o fim. Maior humorista da TV brasileira, ele não se rendeu facilmente e, nos últimos três meses, travou um batalha pela vida, mas não resistiu. Chico morreu nesta sexta-feira, aos 80 anos, no Hospital Samaritano, em Botafogo, no Rio.

— Não tenho medo de morrer. Só acho uma pena, quando ainda tenho tanta coisa a fazer, para ver, tanto filho para ajudar, tanto neto. Mas não posso lutar contra o inevitável — disse Chico ao GLOBO em maio de 2011.

O humorista estava internado desde 22 de dezembro de 2011, em decorrência de uma hemorragia digestiva. Na ocasião, ele respondeu bem ao tratamento e saiu da unidade intensiva, mas acabou retornando aos cuidados especiais devido a uma pneumonia. No início de março, o quadro clínico de Chico chegou a dar esperanças à família. Em sua página no Twitter, a mulher do humorista, Malga Di Paula, comentava que ele estava muito melhor. Segundo ela, o comediante, ainda no CTI, tinha assistido na TV a partidas de seu time, Vasco da Gama, e conseguido se sentar. Porém, no último dia 20, o seu estado piorou. Chico apresentou disfunções respiratória e renal e voltou a respirar com a ajuda de aparelhos em tempo integral.

Esta foi a terceira internação do humorista num período de menos de dois meses. No dia 30 de novembro de 2011, ele foi levado ao hospital em função de uma febre alta. Durante a internação, foi descoberta uma contaminação por fungos, tratada com antibióticos. Antes, ele havia deixado o hospital no dia 11 de novembro, depois de permanecer cinco dias no local por causa de fortes dores nas costas.

No começo do ano passado, o artista teve problemas cardiorrespiratórios e ficou no hospital por quase quatro meses. Durante os 110 dias, o humorista esteve por 78 deles num CTI, sendo que em coma induzido por 22. Chico se recuperou a tempo de comemorar seus 80 anos em casa, no dia 12 de abril de 2011.

Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu em 12 de abril de 1931, em Maranguape, no Ceará, e veio para o Rio de Janeiro, com a família, aos 7 anos. Mudou-se com a mãe e três irmãos. O pai permaneceu em sua cidade natal para tentar refazer a vida como construtor de estradas de rodagem. A família passou a viver numa pensão no bairro do Catete, abrigada em diferentes quartos.

A ideia inicial de Chico era estudar para ser advogado, mas a veia cômica e a necessidade de trabalhar mudaram seus planos. O cearense, que ainda jovem fazia imitações de personalidades, preparou um número com 32 vozes que o fez ganhar vários concursos de programas de calouros, como o “Papel carbono”, de Renato Murce, e a “Hora do pato”, apresentado por Jorge Cury, ambos da Rádio Nacional.

Aos 17 anos, ele fez um teste na Rádio Guanabara e ficou em segundo lugar em locução. Trabalhou em outras rádios nos anos 40 e até o começo da década de 50. Com 19 anos foi para a Rádio Clube de Pernambuco, em Recife, onde permaneceu por um ano antes de voltar para o Rio.

O ator trabalhou ainda na Rádio Clube do Brasil, até que, em 1952, retornou à Mayrink Veiga como autor e diretor de vários programas (“A Rainha canta”, com Ângela Maria; “Rio de Janeiro a Janeiro”; “Buraco de Fechadura”; “Vai Levando”). Ao mesmo tempo atuou em atrações estreladas por Haroldo Barbosa, Antônio Maria e Sérgio Porto, entre outros. E fez o programa que se tornaria um dos maiores sucessos da rádio, “Escolinha do Professor Raimundo”.

Com a fama no rádio, nada mais natural do que migrar para a TV. Chico levou o professor Raimundo para a extinta Tupi, onde apareceu pela primeira no vídeo no programa “Aí vem D. Isaura”, de Haroldo Barbosa, estrelado por Ema D’Ávila. O personagem era um tio da protagonista que vinha do Nordeste. O ator também esteve em programas de humor como “Noites cariocas”, “O riso é o limite” e “Praça da alegria”.

O diretor Carlos Manga, para quem Chico Anysio já havia escrito 18 chanchadas da Atlântida, aproveitou o surgimento do videotaipe e propôs ao humorista gravar um programa com seus personagens. Surgia aí o “Chico Anysio show”, a base dos outros programas que o comediante estrelaria na TV durante os anos seguintes. Na TV, Chico Anysio passou também pela TV Excelsior e Record, como uma das estrelas dos programas “Essa noite se improvisa” e “Vamos Simbora”, com Wilson Simonal.

Ele criou mais de 200 personagens. Com o nome artístico de Chico Anysio, fez “Espetáculos Tonelux”, em 1953, e “O homem e o riso”, em 1964. Em 69, subiu ao palco com o “Chico Anysio só” e foi assistido por 150 mil pessoas nos oitos meses da temporada. Entre os curiosos tipos que criou, fizeram sucesso o coronel Pantaleão, Bozó, Alberto Roberto, Salomé, Painho e Justo Veríssimo.

Chico também escreveu livros de humor, como “O telefone amarelo”, “O batizado da vaca”, “A curva do calombo” e “É mentira, Terta”, e o romance “Carapau”. Ele também era pintor e compôs várias músicas, muitas delas registradas por Dolores Duran. Com Arnaud Rodrigues, formou a dupla Baianos e Novos Caetanos, e gravou um disco.

O humorista estava na TV Globo há mais de 30 anos, onde comandou “Chico City”, “Chico Anysio Show”, “Chico total”, “O belo e as feras” e “A escolinha do professor Raimundo” (criada em 52). Também teve quadros no “Gente inocente!?” e “Zorra total”. Como ator, fez participações especiais na minissérie “Engraçadinha” e no filme “Tieta”. Torcedor do Vasco e do Palmeiras, na Copa do Mundo de 92, na Itália, ele engrossou o time de comentaristas da Globo.

Entre as novelas em que atuou na TV Globo estão “Feijão maravilha” (1979), “Terra Nostra” (1999), “Sinhá Moça” (2006), “Pé na Jaca” (2006), e “Caminho das Índias” (2009) – o ator fez uma participação especial na novela de Glória Perez, no papel de Namit, um diretor de filmes trambiqueiro.

No cinema, trabalhou em diversos filmes desde a década de 1950, incluindo “Tieta do Agreste” (1996), e “Se eu fosse você 2” (2008). Mais recentemente, o humorista poderia ser visto no ar no programa “Zorra total”, como o personagem Bento Carneiro.

Fonte: http://oglobo.globo.com/revista-da-tv/morre-chico-anysio-um-mestre-do-humor-brasileiro-4391395

O Amapá perde um grande jornalista e um homem de bem. Adeus, Bonfim Salgado

 Bonfim Salgado – Foto do blog da Alcinéa Cavalcante.

Hoje (12), faleceu no Pronto Socorro de Macapá, o jornalista Bonfim Salgado. Soube que ele passou mal de madrugada e foi levado para o Hospital, parece que foi por causa de uma crise renal.Infelizmente, Bonfim teve três paradas cardíacas e não resistiu.

Eu nunca fui próximo de Bonfim Salgado, mas tinha vontade de ser, pois era fã do texto, das colocações inteligentes e dos pontos de vista do velho jornalista. Me orgulhei quando, certa vez, ele elogiou o meu blog.  

Aí em cima está o elogio do Bonfim, que publiquei neste blog em 04 de janeiro de 2011. Na época, intitulei: “Elogio direto do Facebook”. No mesmo post, disse ao nobre jornalista que o admirava.


Não tive o prazer de trabalhar com o Bonfim, mas o admirava. Ele era um homem inteligente, perspicaz e competente. Na verdade, falei com ele pessoalmente somente algumas vezes (Bonfim fazia parte da minha turma de jornalismo na faculdade Seama, mas só ficou naquele grupo por alguns dias do primeiro semestre).

Bonfá se intitulava um livre-pensador, mas para nós, jornalistas, ele era bem mais que isso. Era um exemplo. Não conheço nenhum colega que não o admirava. 

O Amapá perde um grande jornalista e um homem de bem. A ele, meu respeito. Aos familiares e amigos do nobre colega, minhas condolências.

Elton Tavares

Até mais, Leonai

Leonai Garcia
Faleceu ontem (5), em Belém (PA), o médico, jornalista e escrito, Leonai Garcia. Ele estava internado há cerca de um mês no Hospital Guadalupe, na capital paraense, onde lutou contra um quadro infeccioso.
Ele formou em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, na mesma turma que eu. Fazíamos trabalhos juntos (eu, ele, Eduardo Neves e Letícia Lara) nos tempos de Seama. Claro que tivemos nossos embates, pois ele também era crítico, mas eu respeitava Leonai.
Garcia era paraense, mas apaixonado pelo Amapá. Era pneumologista por especialidade médica, porém dizia que se apaixonou pelo Jornalismo. Sacava de crônica esportiva e também era comentarista político. Em 2009, lançou o livro Bola da Seringa, obra que homenageou ex craques do Futebol amapaense.
Além de medicina, jornalismo e futebol, Léo era apaixonado por carnaval, principalmente pela escola Boêmios do Laguinho, agremiação que ele presidiu.
Garcia chegou a me convidar, em 2009, para ajudar na produção de seu programa de rádio, mas recusei a proposta, pois eu não conseguiria conciliar com minhas atividades no Portal Amazônia, onde trabalhava na época.
Mais um amigo que se vai neste fim de ano. Triste, muito triste.  Meus pêsames aos familiares e amigos do grande médico, comunicador e parceiro. Deus ilumine seu caminho. Até mais, Leonai.
Elton Tavares

Faleceu, nesta manhã de domingo, Jacinta Carvalho. Perdi uma grande amiga, vá em paz querida

Jacinta Cavalho


Faleceu nesta manhã de domingo (4), a secretaria de Comunicação do Governo do Amapá, Jacinta Carvalho. Ela foi uma profissional comprometida e competente. Também foi mãe, irmã e filha exemplar, além de amiga fiel.
Ela foi vítima de uma infecção generalizada causado por um patógeno ainda desconhecido, que lhe atingiu primeiramente o pulmão e posteriormente o coração. O velório será a partir das 14h, na Capela Santa Rita e o sepultamento no cemitério São José, as 17h.

Quando aceitou o desafio de comandar a comunicação do GEA, Jacinta acreditou em mim. Foi muito mais que minha professora nos tempos de faculdade ou chefe, era minha amiga, de verdade. Vá em paz querida, vamos sentir falta de sua alegria, grande beijo.
Elton Tavares

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor. Chore o quanto quiser, mas não brigue com Deus por Ele haver me levado. Se não quiser chorar, não chore. Se não conseguir chorar, não se preocupe. Se tiver vontade de rir, ria. Se alguns amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente sua versão. Se me elogiarem demais, corrija o exagero. Se me criticarem demais, defenda-me. Se me quiserem fazer um santo, só porque morri, mostre que eu tinha um pouco de santo, mas estava longe de ser o santo que me pintam. Se me quiserem fazer um demônio, mostre que eu talvez tivesse um pouco de demônio, mas que a vida inteira eu tentei ser bom e amigo. Se falarem mais de mim do que de Jesus Cristo, chame a atenção deles. Se sentir saudade e quiser falar comigo, fale com Jesus e eu ouvirei. Espero estar com Ele o suficiente para continuar sendo útil a você, lá onde estiver. E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase : ‘ Foi meu amigo, acreditou em mim e me quis mais perto de Deus !’ Aí, então derrame uma lágrima. Eu não estarei presente para enxuga-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar. E, vendo-me bem substituído, irei cuidar de minha nova tarefa no céu. Mas, de vez em quando, dê uma espiadinha na direção de Deus. Você não me verá, mas eu ficaria muito feliz vendo você olhar para Ele. E, quando chegar a sua vez de ir para o Pai, aí, sem nenhum véu a separar a gente, vamos viver, em Deus, a amizade que aqui nos preparou para Ele. Você acredita nessas coisas ? Sim??? Então ore para que nós dois vivamos como quem sabe que vai morrer um dia, e que morramos como quem soube viver direito. Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo. Eu não vou estranhar o céu . . . Sabe porque ? Porque… Ser seu amigo já é um pedaço dele !”
Vinícius de Morais

Love in the Afternoon

Love in the Afternoon –  Legião Urbana 
É tão estranho
Os bons morrem jovens
Assim parece ser
Quando me lembro de você
Que acabou indo embora
Cedo demais.
Quando eu lhe dizia:
“- Me apaixono todo dia
E é sempre a pessoa errada.”
Você sorriu e disse:
“- Eu gosto de você também.”
Só que você foi embora cedo demais
Eu continuo aqui,
Com meu trabalho e meus amigos
E me lembro de você em dias assim
Um dia de chuva, um dia de sol
E o que sinto não sei dizer.
Vai com os anjos! vai em paz.
Era assim todo dia de tarde
A descoberta da amizade
Até a próxima vez.
É tão estranho
Os bons morrem antes
Me lembro de você
E de tanta gente que se foi
Cedo demais
E cedo demais
Eu aprendi a ter tudo o que sempre quis
Só não aprendi a perder
E eu, que tive um começo feliz
Do resto não sei dizer.
Lembro das tardes que passamos juntos
Não é sempre mais eu sei
Que você está bem agora
Só que este ano
O verão acabou
Cedo demais.

Cinegrafista é morto em tiroteio no Rio de Janeiro

O repórter Ernani Alves, que estava com Gelson, chora por conta do tiro levado pelo colega
O cinegrafista da TV Bandeirantes Gelson Domingos da Silva, 46 anos, foi morto, ontem (6) pela manhã, após ser atingido por um tiro de fuzil. Ele acompanhava uma operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) na Favela de Antares, na Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ), quando foi alvejado durante um tiroteio.
O crime, com repercussão internacional, coloca em xeque, segundo especialistas, a segurança da cidade que será palco da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.
Gelson usava colete à prova de balas, segundo a emissora para a qual trabalhava, mas o artefato não foi suficiente para impedir que o disparo atingisse o tórax do profissional. Na ação, mais quatro pessoas morreram — todas criminosas, segundo a polícia — e nove foram presas.
Meu comentário: Eu já trabalhei com vários cinegrafistas e vos digo, 99% dos caras que conheço na profissão são caras muito bacanas. Os repórteres cinematográficos parecem ter essa peculiaridade, a paideguice. Lamento pelo que aconteceu com Gelson, lamento mesmo. Me imaginei trampando com esse cara e a agonia uma tragédia dessa pode causar. Deusolivre!
Aproveito para mandar um abraço ao Junior, Chaminé, Irineu, Adriano, Nyron, Uliclelson e Marcelo. Todos brothers cinegrafistas com quem trabalhei e trabalho.  Vida longa a vocês, parceiros!

Música de hoje

Everybody Hurts (tradução: Todo mundo sofre) R.E.M. 
 
Quando o dia é longo, e a noite
A noite é somente sua
Se você tem certeza [que] já teve o suficiente desta vida,
Bem, persista…
Não desista de si mesmo, pois todo mundo chora
E todo mundo sofre, às vezes…

Às vezes tudo está errado,
Nesse momento é hora de cantar junto.
Quando seu dia é noite, sozinho, (Agüente, agüente)
Se você tiver vontade de desistir (Agüente….)
Se você achar que teve demais desta vida,
Bem, persista…

Pois todo mundo sofre,
Consiga conforto em seus amigos.
Todo mundo sofre…
Não se resigne, oh, não!
Não se resigne
Se você sentir como se estivesse sozinho.
Não, não, não, você não está sozinho…

Se você está por conta própria nesta vida,
Os dias e noites são longos,
Quando você sentir [que] teve demais desta vida
Para persistir…

Bem, todo mundo sofre
Às vezes, todo mundo chora.
E todo mundo sofre
Às vezes…
Mas todo mundo sofre às vezes…
Então agüente, agüente, agüente, agüente,
agüente, agüente, agüente, agüente…

Todo mundo sofre…
Você não está sozinho…




Everybody Hurts com o fim do R.E.M.

 
Ontem (21), o R.E.M., uma das melhores bandas de todos os tempos, anunciou o seu fim. A primeira formação contava com o vocalista Michael Stipe, o guitarrista Peter Buck, o baixista Mike Mills e pelo baterista Bill Berry. Em 1996, com a saída do batera, eles viraram um trio. O grupo havia completado 31 anos de carreira. Durante sua trajetória, o conjunto musical norte-americano lançou 15 álbuns.
“Caminhamos cada um para um lado, com gratidão e com incredulidade diante de tudo o que realizamos”, disse o comunicado no site oficial do R.E.M. Na página do grupo no Facebook.
O R.E.M. fez músicas empolgantes como Losing My Religion e canções comoventes como Everybody Hurts. Certas vezes, suas letras foram eufóricas, em outras, melancólicas. Claro, afinal, composições são feitas em cima de emoções.
O R.E.M. possui um vasto repertório e de primeira. São letras inteligentes, melodias memoráveis, com proeza técnica, riqueza de arranjos e brilhantismo. A maioria cheia de experimentações, mas sem a pirotecnia das grandes bandas egocêntricas.
“Espero que nossos fãs entendam que esta não foi uma decisão fácil, mas todas as coisas precisam acabar, e nós queríamos fazer do jeito certo. Queríamos fazer do nosso jeito”, escreveu o vocalista Michael Stipe.  “Este é o momento certo”, concluiu o baixista Mike Mills.
 
 
“Aos nossos fãs e amigos: como R.E.M., e como grandes amigos e colaboradores, decidimos nos separar como banda. Nós nos despedimos com um grande sentimento de gratidão, completude e orgulho de tudo que conquistamos. A qualquer pessoa que se sentiu tocada pela nossa músicas, nossos maiores agradecimentos por ouvir”
Ainda me emociono ao ver as imagens do show do R.E.M. no Rock in Rio de 2001, principalmente durante a música Everybody Hurts. Aquilo foi muito doido!
Tentei assisti-los em novembro de 2008, quando se apresentaram em São Paulo. Na época, meu irmão ficou de me dar as passagens e eu entraria só com a grana da hospedagem e ingressos, mas não deu certo. Um amigo meu desistiu da viagem, pois tínhamos acertado de ir juntos para rachar as despesas.
Ta vendo Macaco? Tu és foda… Foi o último show deles no Brasil. Agora já era! É, certamente, Everybody Hurts (todos sofrem ) com o fim do R.E.M.. Os verdadeiros fãs de rock and roll, claro.
Significado do nome da banda
R.E.M. como nome da banda, deriva de: Rapid Eye Movement (Movimento Rápido dos Olhos).

Elton Tavares

O adeus ao comandante

                                                         Comandante Barcellos.          
                                                    
O ex governador do Amapá, Annibal Barcellos, faleceu nesta madrugada.  O corpo será velado hoje (14), na Assembléia Legislativa (ALE/AP). O “comandante”, como era chamado por ser oficial da Marinha, era carioca, tinha 93 anos e veio para as bandas de cá no final dos anos 70, nomeado pelo regime militar.
Barcellos realizou grandes obras no então Território Federal do Amapá, faro que o levou a se tornar o primeiro governador eleito do Amapá. O comandante também foi vereador, deputado Federal e prefeito de Macapá. Por conta disso, O governador do Amapá, Camilo Capiberibe, decretou luto oficial no Estado.
Annibal Barcellos possui histórias folclóricas como todo político antigo. Ele foi amigo do meu saudoso avô e, apesar de muitas falhas, preparou o Amapá para se tornar Estado. Minhas condolências a família Barcellos, pois sei o que é perder um ente querido.

Há 17 anos, morria Itacimar Costa Simões

Meu saudoso amigo Ita, que hoje mora no céu.
Há exatos 17 anos, em 29 de julho de 1994, morria, em um acidente na estrada do Garapé do Lago, no interior do Amapá, um grande amigo meu, Itacimar Costa Simões, o “Ita”.
Ele era marido da minha tia Tatá, mas foi muito mais que um tio, foi um grande parceiro. É comum falar bem de pessoas que se foram para outro plano, mas Ita era gente fina, trabalhador, esmerado, honesto, inteligente, amigo fiel e fazia tudo pela sua família. Sim, aquele cara era realmente PHoda!
Ele foi bom pai, bom filho, bom amigo e, pelo que muitos me disseram, bom chefe. Era professor de ofício, mas ocupou vários cargos administrativos no Governo do Amapá.
Lembrarei dele sempre sorridente e alegre. A ele, dedico este texto, minha eterna gratidão pelo apoio na época que andei meio desnorteado. Saudades.
Elton Tavares

Música de hoje (homenagem a Amy)

Volta Ao Luto

Ele não deixou tempo pra se arrepender
Ficou na “meia bomba” com a mesma velha e segura aposta
Eu e minha cabeça embriagada
E minhas lágrimas secas, continuo sem meu cara
Você voltou para o que você já conhecia
Saindo totalmente de tudo pelo que nós passamos
E eu trilho um caminho tortuoso
Minhas chances estão empilhadas, eu vou voltar ao luto
Nós apenas dissemos adeus com palavras
Eu morri uma centena de vezes
Você volta pra ela
E Eu volto ao
Eu volto pra nós
Eu te amo tanto
Isso não é suficiente, você ama cheirar e eu amo dar um trago
E a vida é como um cano
E eu sou um minúsculo centavo rolando paredes adentro
Nós apenas dissemos adeus com palavras
Eu morri uma centena de vezes
Você volta pra ela
E eu volto ao
Nós apenas dissemos adeus com palavras
Eu morri uma centena de vezes
Você volta pra ela
E eu volto ao
Luto, luto, luto, luto
Luto, luto, luto…
Eu volto ao
Eu volto ao
Nós apenas dissemos adeus com palavras
Eu morri uma centena de vezes
Você volta pra ela
E eu volto ao
Nós apenas dissemos adeus com palavras
Eu morri uma centena de vezes
Você volta pra ela
E eu volto ao luto