Meus parabéns, Naldinho!

Eu, Val e Naldinho – Março de 2017, a caminho do Oiapoque (AP).

Hoje aniversaria o servidor do Senado Federal, amante de churrasco, cervejas enevoadas, motociclista e piloto (brincadeira por conta de nossas viagens ao interior do Amapá, as quais ele foi dirigindo), pai e esposo amoroso, amigo prestativo e parceiro na hora dos perrengues, além de brother querido deste jornalista, Josinaldo Barros. O popular “Naldinho”.

Conheci o Naldinho em janeiro de 2017 , pois trabalhei durante sete meses com ele no mandato do senador Randolfe Rodrigues. Aliás, com ele e com uma equipe formada por gente porreta.

Naldinho é um cara, ao mesmo tempo, observador e brincalhão. Sempre disposto a ajudar todos no trampo, é um figura demais paid’égua na hora que alguém precisa dele. Foi o meu caso, durante a volta do Oiapoque, em março de 2017. Eu adoeci e o brother segurou a onda. Serei sempre grato!

Com o Naldinho, numa pauta em Santana. Junho de 2017.

Com o Naldinho, eu e a equipe, viajamos para várias cidades do Estado, cobrimos pautas que começavam pela manhã e terminavam na madrugada. Ele sempre sorrindo, o sacana.

Esse texto é para, além de parabenizar o amigo, deixar registrado o respeito e gratidão que tenho por Josinaldo Barros. Um cara, sobretudo, do bem.

Naldinho, mano velho, que tenhas sempre saúde e sucesso em sua jornada. Que não te falte voltas na tua motoca incrementada, domingos no teu sítio, quando ficas rodeado pelos que amas e nem tuas viagens com a família, que tanto me contastes. Meus parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

Há 23 anos, morreu João Espíndola Tavares, meu amado avô

Vó Peró e vô João. Orgulho de descender deles.

Há exatos 23 anos, em 7 de janeiro de 1996, por volta das 18h30 de um domingo, morreu, aos 69 anos, João Espíndola Tavares, meu avô paterno. Ele foi vítima de um acidente automobilístico, na zona Sul de Macapá. Espíndola, como era conhecido em Macapá, foi delegado, diretor da Penitenciária Agrícola do Estado (hoje Iapen), entre tantos outros cargos públicos. Um pioneiro da capital amapaense.

Ele nasceu em 27 de janeiro de 1927, na Região do Alto Maracá, no Sítio Bom Jesus, uma região de difícil acesso, no município de Mazagão.

Vovô também foi prefeito de Mazagão, onde se casou com a minha amada avó, Perolina Penha Tavares. Lá nasceram o meu pai, José Penha Tavares e meus tios, Maria Conceição Penha Tavares e Pedro Aurélio Penha Tavares. João era um visionário doméstico, pois resolveu vir morar na capital para que os filhos tivessem acesso à educação.

Já em Macapá, nasceram os filhos Maria do Socorro Penha Tavares e Paulo Roberto Penha Tavares. Com força de vontade e determinação, Espíndola também conseguiu sorver conhecimento e concluiu o segundo grau (hoje ensino médio) na Escola Gabriel Almeida Café.

Além do sucesso no campo profissional e pessoal, João Espíndola foi um estudioso da filosofia maçônica. Vovô atingiu o ponto alto da nobre ordem, o “Grau 33”. Ele foi muito respeitado pelos membros da augusta arte real. Vovô foi um dos amapaenses presos injustamente, durante o golpe militar de 1964, mas provou sua inocência com altivez e retomou sua gloriosa vida.

Meu avô foi um grande cara. Com a ajuda fundamental da vó Peró, formou uma família íntegra da qual tenho a honra de pertencer. Sou tão fascinado pela trajetória de meu avô, que o meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de jornalismo foi sobre sua história.

Cerca de 500 pessoas foram ao seu funeral, dentre elas, secretários de Governo, políticos, empresários e cidadãos comuns, pois apesar de frequentar a alta roda da sociedade amapaense, Espíndola não tinha comportamento elitista, era amigo de “peões” e “doutores”, tratando-os da mesma maneira.

No dia de sua morte, em nota, a Maçonaria divulgou: “Durante sua estada entre nós, João Espíndola Tavares sempre foi ativo colaborador e possuidor de um elevado amor fraterno”. E foi mesmo.

A retidão e firmeza dos meus atos são embasados nos ensinamentos que o nosso “JUCA” repassou a nós durante toda sua vida quando de nossa educação e formação de caráter. Honrarei sempre nosso nome e nossa família” – Pedro Aurélio Penha Tavares (meu tio disse tudo aí).

Eu, com vó e vô. Gratidão!

Ter saudade é um privilégio, pois se sentimos falta de alguém ou de uma época, é porque foi bom. Sempre teremos saudades do nosso “Juca”, que foi (ou voltou) para as estrelas, mas nos ensinou o caminho do bem, lições de amor, sabedoria (que talvez um dia eu aprenda), honestidade e humanidade por ele deixadas, entre milhares de felizes lembranças são nossa herança eterna. Valeu pelo exemplo e pela família, vô João. Até a próxima vez!

Elton Tavares

*Texto republicado e assim será enquanto sentirmos saudades. Ou seja, para sempre! 

Hoje Dayane Simões gira a roda da vida. Feliz aniversário, prima. Te amo!

Pois é, hoje é o Dia da Gratidão, como explicado em outra publicação aqui neste site. Sou muito grato pelo amor, amizade, parceria e afeto de uma preta lindona que completa mais um ano de vida nesta abençoada data. Gira a roda da vida neste domingo a filha dedicada da Tatá e do Ita, nutricionista (área na qual possui mestrado em Portugal), servidora pública, professora universitária, viajante do mundo, humornegrista, boa de briga, tia e madrinha do Luís, comadre e amiga inseparável da Neo e minha muito amada prima, Dayane Simões.

Geniosa como poucos que conheço, amorosa (do seu jeito), inteligente, resolvida, prática, trabalhadora (muito trabalhadora), prestativa, honesta, brincalhona, afetuosa e super qualificada e competente. Assim é a preta. Além de uma mulher linda e sobretudo do bem.

Day faz parte das minhas memórias felizes. E bote memória afetiva aí. Sim, tivemos infâncias lindas, graças a Deus! Momentos guardados na cabeça e no coração. Mas também aprontamos muito nos últimos anos. Risos e alegrias com amigos ou só nós dois, é a nossa especialidade.

Amo a Dayane. Amo seu jeito à bruta, sua praticidade, sua forma de resolver as coisas e sua sinceridade. Ela é uma das pessoas especiais que tenho na vida. A preta é uma mistura de confidente, conselheira, amiga e psicóloga (risos). Confio nela de olhos fechados, pois sei que posso contar com ela. Aliás, Dayane me deu muito apoio em 2017, em vários momentos punks. Por mim estaria sempre com ela e ela comigo. A gente já foi mais grude e sinto saudades disso.

A gente não escolhe parentes. Escolhe amigos. E quando você tem amizade por alguém do que possui o mesmo sangue que você, é uma benção. Infelizmente isso é mais incomum do que se imagina.

Preta, tu sabes que podes contar comigo também. Fico feliz da sua existência orbitar a minha. Aliás, isso é muita sorte deste gordão. Que tu tenhas sempre saúde, grana, viagens inesquecíveis e tudo mais que couber no teu conceito de felicidade. Que teu novo ciclo seja ainda mais iluminado. Todo amor pra ti sempre. Meus parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

O breve relato sobre a Little Big, a saudosa banda de skatistas de Macapá

As lembranças do Facebook me trouxeram uma foto da saudosa banda Little Big. Na postagem, os componentes do grupo e brothers das antigas contavam causos e marcavam um reencontro. Aí bateu a nostalgia e resolvi republicar este texto. Saquem:

A primeira formação da Little Big foi com Antônio Malária, no vocal, Ronaldo Macarrão, no contrabaixo, Tibúrcio, na guitarra, e Paulo Neive, na bateria. Todos skatistas.

A banda quase acabou com a saída de Tibúrcio. Patrick Oliveira (hoje líder da stereovitrola) assumiu este posto de forma brilhante. Houve um rodízio na cozinha da Little. A bateria contou com participações do Zico, Ricardo Kokada e Kookimoto, mas quem emplacou mesmo foi o Mário (não lembro o sobrenome do Mário e nem sei por onde ele anda, mas o cara tocava muito).

Eles tocaram juntos da segunda metade dos anos 90 até meados de 2002. Era a banda que mais agitava o rock and roll em Macapá.

A Little foi a banda de garagem mais duradoura e badalada daquela época (certeza de casa cheia onde os caras tocavam). No repertório, tinha punk, indie, hardcore e manguebeat. Chegaram a desenvolver um som próprio, com composições do Antônio Malária, um flerte com o batuque e marabaixo, misturados ao rock.

A banda ganhou força com a percussão de Guiga e Marlon Bulhosa. Inspirados, chegaram ao topo do underground amapaense com as canções autorais “Baseados em si”, “São Jose”, “Beira mar” e “Lamento do Rio”. Quem viveu aqueles dias loucaços lembra bem do refrão: “Eu sou do Norte, por isso camarada, não vem forte”.

Com os amigos Ronaldo e Antônio, da Little Big.

A banda embalou festas marcantes do nosso rock, teve seus anos de sucesso pelas quadras de escolas, praças, pista de skate, bares (principalmente o Mosaico) e residências de Macapá. Quando os caras executavam “Killing In The Name“, do Rage Against The Machine, a casa vinha abaixo. Era PHODA!

Era rock em estado bruto, sem muitos recursos tecnológicos ou pedaleiras sofisticadas. Os caras agitavam qualquer festa. Quem foi ao Mosaico, African Bar, Expofeiras, Bar Lokau, festas no Trem Desportivo Clube e Sede dos Escoteiros, sabe do que falo.

Vários fatores deram fim à Little Big, como desentendimentos internos e intervenção familiar. Eles não estouraram como banda autoral porque não tiraram os pés da garagem.

Em 2012, os caras se reuniram e tocaram em uma festa, mas eu perdi a oportunidade de vê-los, pois estava para Laranjal do Jari a trabalho. A Little Big agitou as noites quentes de Macapá e embalou os piseiros de uma geração. Uma banda que faz parte da memória afetiva de muitos amapaenses roqueiros e já quarentões. E foi assim.

“De um tempo que fomos para sermos o que somos” – Fernando Canto.

Elton Tavares

Nostalgia: como hoje é sexta, sempre lembro do velho Liverpool Rock Bar

Hoje é sexta-feira e toda sexta lembro do velho Liverpool Rock Bar, que foi um dos celeiros do rock amapaense. Fundado no final 2004, pelo seu Nelson e sua filha Vânia, o bar, mesmo sem estrutura, fez sucesso entre os amapaenses que gostam de rock and roll.

O Liver foi, até o final de 2009, o refúgio do underground amapaense. Um bar simples, entretanto, frequentado pelas pessoas mais descoladas da cidade. Na categoria “rocker”, foi o bar de rock mais duradouro da história de Macapá.

O Liverpool tinha mesas de bilhar adoradas por 90% dos frequentadores, bandas legais e tínhamos a certeza que íamos encontrar os amigos por lá.

No Liver iam músicos, skatistas, jornalistas, boêmios, malucos, caretas, homossexuais e heterossexuais. Era um local democrático, muito longe de uma “vibe” ou “point”. Alguns, mais exigentes, apelidaram o local de “Liverpalha”, mas viviam por lá.

Hoje temos locais melhores para curtir som, muito mais estruturados, refrigerados e tals, mas todos nós lembraremos do charme sujo que o Liver possuía. A gente quebrava tudo por lá (às vezes, literalmente). Saudades daquela bodega!

“O Rock é energia, o desejo ardente, as exultações inexplicáveis, um senso ocasional de invencibilidade, a esperança que queima como ácido” – Nick Horby – Romancista inglês.

Elton Tavares

Adeus, 2018. Cai dentro, 2019! (meus votos para todos nós no ano que está ali, dobrando a esquina)

“Difícil de ver. Sempre em movimento está o futuro”, disse uma vez o mestre Yoda. Mas 2019 está ali, ano dobrando a esquina. Que todos nós, eu, você que está lendo este texto e nossos amores, sigam saudáveis e sejam felizes no ano que chegará logo.

Que tenhamos luz e sabedoria para encarar as adversidades e os desalmados que certamente aparecerão no novo ciclo. E que nós mesmo nos esforcemos para sermos pessoas melhores que em 2018.

Que em 2019 tenhamos muito boa vontade, forças positivas, disposição e autoconfiança para corrermos atrás de tudo o que desejamos alcançar. Tenho certeza de que muita alegria nos espera no ano vindouro. Pelo menos a esperança nisso não é pouca.

Viverei 2019 como se fosse o último ano de minha vida, podem apostar (sempre faço isso). O ano novo promete. Que ele se cumpra então, que seja mágico/fabuloso e sem muitas aporrinhações. E quando fraquejarmos, que ainda haja amor e força para recomeçar.

Tomara que eu e você sigamos lutando por uma vida digna, menos ordinária, no combate à dias e noites tediosas e cheia de amor. Ou paixões. Afinal, tudo depende de você. E se possível, sem “muitas fingidades”, como dizia Guimarães Rosa.

A todos os que fazem parte da minha vida e aos leitores do De Rocha, desejo um ano novo transbordante de amor e paz. Na hora em que os fogos explodirem no céu e o Ano Novo chegar, desejo que vocês estejam felizes, com boa comida, boa bebida e pessoas que amam.

O escritor Rubem Alves, no livro de crônicas intitulado “Pimentas”, disse: “a gente fala as palavras sem pensar em seu sentido. ‘Benção vem de bendição’. Que vem de ‘dizer o bem ou bem dizer’. De bem dizer nasce ‘Benzer’. Quem bem diz é feiticeiro ou mágico. Vive no mundo do encantamento, onde as palavras são poderosas. Lá, basta dizer a palavra para que ela aconteça”. Então, que Deus continue nos abençoando!

Boas energias, muita saúde e prosperidade. Desejo tudo de melhor pra todos nós!

Cai dentro, 2019! Feliz ano novo!

Elton Tavares

Valeu, 2018! Sobre várias vidas em um ano (minha retrospectiva amalucada)

Esse ano foi de muito, muito trabalho, graças a Deus. E de firmar parcerias, desatar nós e reforçar laços de amizade. Em alguns momentos, pensei em abandonar de algumas coisas e de outras desisti mesmo. A gente precisa se reinventar e até fazer o jogo do contente. Assim como em outros anos, amei, me ferrei, trampei valendo, viajei, vi shows de rock, apoiei manifestações artísticas, escrevi muito, fotografei e pirei em pelo menos 100 dos 365 dias deste ciclo que termina hoje.

Apesar de mais uma vez não ter tido Desfile pelo Piratão, rolou a doida e festiva Banda. Curti cinemas e barzinhos, fiz alguns amigos e poucos desafetos (tem que rolar sempre), além de uma porrada de doidices. Conheci novas cidades e culturas. Aprendi muitas coisas novas e estive muitas vezes mal acompanhado dos meus loucos e queridos amigos. ‘Croniquei’, divulguei cultura, agulhei e tal e coisa. E coisa e tal. Ah, fiz várias homenagens aos meus.

A eleição presidencial teve o pior resultado possível e sigo na esperança de estar errado sobre o presidente eleito democraticamente. Mas aqui reafirmo que não votei nele. Aliás, a loucura fez devotos no pleito deste ano.

Perdemos a Copa, mas o Campeonato Mundial de 2018 foi porreta demais. Não somente pelo futebol em si, mas pelas reuniões com amigos e familiares.

Meu sentimento em relação a 2018 é de dever cumprido no campo profissional e pessoal. Aprendi muito. Ajudei pessoas próximas e estranhas, fui ajudado por conhecidos e gente que nem me conhece. Estreitei importantes laços profissionais, alcancei reconhecimento na minha área de atuação. Fiz novos amigos e me afastei de gente que pensava que eram meus amigos.

Consegui sobreviver aos meus excessos, causados por paixão pela vida intensa, pois sempre quero tudo muito. Também driblei os que são puro insulto contínuo, mau humor, fofoca, amargor. Gente que só reclama, xinga e destila chatice. Acham bonito ser assim. Só elas acreditam nisso. Eles são todos parte de uma enorme conspiração de babaquice. Desses, só tenho pena, pois de certo que tiveram um ano palhoça.

Minha família segue saudável e feliz e sou grato por isso. Minha Maitê tá linda e sabida. Sou o tio mais feliz do mundo. Teve muita felicidade neste ano tão intenso e poucas tristezas. Segui honesto e falando a verdade, e o melhor de tudo, fiz quase todas as coisas que tive vontade. Ah, fiquei mais gordo (foda, mas as comidinhas e cervejas tavam demais firmeza).

Prenderam o médium que está mais para João do Demônio e se Deus quiser, ele ficará trancafiado até o fim de sua sebosa existência. Brasília seguiu com seus absurdos. Amapá idem. Porém seguimos lutando por um Estado, país e mundo melhor. Sempre com o bom combate e muito trabalho, além de esperança obstinada.

Deveria ser assim: toda vez antes de cometer um erro na vida, uma linha vermelha apareceria e poderíamos clicar e obter alternativas recomendadas. Como não é, caímos e levantamos.

Assim como todos os anos, 2018 não podia acontecer sem percalços, mas tudo é lição de vida e história. Encerro este ano com saldo positivo, pois ser feliz é o mais importante. E reafirmo, sou um cara feliz pra caralho, pois como disse Yoda: “Aliada minha é a Força. E poderosa aliada ela é.”

Como o amanhã não nos pertence, e ninguém que conheço saca de futurologia, a única coisa que peço pra mim e para todos que amo é saúde para que possamos escrever mais alguns capítulos da história tragicômica de nossas vidas.

Por isso, vale o que vier, como dizia, o Velho, Tim! Obrigado, Deus, Universo, ou seja lá o nome da força que rege tudo isso aqui. Valeu, 2018!

Somos todos aprendizes duma arte que nunca ninguém se torna mestre” – Ernest Hemingway.

Elton Tavares

Hoje é a última sexta-feira de 2018, portanto, divirta-se!

Hoje é a última sexta-feira de 2018. Assim como todas as outras, dia de tomar umas cervas, ver os amigos e escutar música bacana. Também é hora de parar de comer o resto da ceia e rebater a ressaca natalina. Afinal, dezembro é só festas, portanto, vamos celebrar ao quadrado.

Que for de dança que dance, de goró que beba, de namorar que namore. Só não dá pra ficar chocando em casa sozinho. Caia dentro do último findi do ano de voadora. Divirta-se ao máximo, pois já já será 2019 e a recarga de energia positiva ajudará nas atividades, nem sempre bacanas, nos dias que virão no ano novo.

Portanto, evite desentendimentos, não cerque boca e não tome Kaiser, aquela cervejinha sem vergonha. Bora celebrar a vida com muita alegria e seguir em frente. Se você tem saúde, não desperdice a última sua sexta-feira de 2018!

Elton Tavares

Festas, confraternizações e a hipocrisia de fim de ano

Há dois dias do natal e pouco mais de uma semana do final de 2018, aquela atmosfera começa a tomar conta de tudo. Todos começam a exercitar o melhor que existe dentro de si (pelo menos é o que tentam demonstrar a todo custo), além da nostalgia latente e exagerada. Até aí tudo bem, mas é como se bastasse ser legal somente no final do ano. Não, não deveria ser assim. Pura hipocrisia.

Principalmente entre colegas de trabalho que se odeiam e familiares que não se suportam. Forçam a barra com “confraternizações”, só para dizer que os ventos natalinos causam amnésia de atos cometidos ao longo do ano.

Em todos os campos, seja no pessoal ou profissional, cruzamos com fofoqueiros, invejosos e canalhas de todo tipo. O pior para mim é quando essa gente me vem “desejar” feliz Natal ou próspero ano novo. Dá vontade de dizer: “pé-de-pato-urubu-três-vezes” ou “vá-te-retro-satanás”. Cruzes!

Bom, temos ideias novas todos os dias. Já está na hora de dizermos: “seguinte, a afinidade fala mais alto, vamos confraternizar com quem realmente importa”. Desejo um feliz 2019 a minha família e meus amigos. Mas não para todo mundo, como a maioria dos “bons samaritanos fabricados” nestes dias de dezembro.

É fundamental que a frase “Bendita seja a data que une a todo mundo numa conspiração de amor”, de Hamilton Wright Mabi, seja exercida. Mas de fato, sem falsa fraternidade ou confraternização de ocasião.  É isso. No mais, boas festas aos bons!

Elton Tavares

O melhor comercial de natal dos anos 80 (do Banco Nacional)

Quero Ver Você Não Chorar

Quando eu era moleque, adorava quando passava o comercial de natal do extinto Banco Nacional na TV. O jingle da propaganda, “Quero Ver Você Não Chorar”, é muito legal e marcou o período natalino da minha geração. Me emocionei muito agora. Esse comercial resgata a minha infância e muita coisa boa que vivi nela…Meu saudoso pai, minha mãe, meu irmãozinho caçula e tanta coisa legal daquela época..

O comercial é de 1985 (eu tinha nove anos) e faz parte de minha memória afetiva. É emocionante e nostálgico. Assistam:

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“Quero Ver Você Não Chorar”

Quero ver você não chorar
Não olhar pra trás
Nem se arrepender do que faz

Quero ver o amor vencer
Mas se a dor nascer
Você resistir e sorrir

Se você pode ser assim
Tão enorme assim eu vou crer

Que o Natal existe
Que ninguém é triste
Que no mundo é sempre amor

Bom Natal um feliz Natal
Muito amor e paz pra você
Pra você…

Hoje é o Dia do Vizinho

Hoje (23) é o Dia do Vizinho. Não existe uma justificativa para o dia (não encontrei). A data homenageia a preciosa relação de “amor e ódio” entre os “companheiros de porta”; os companheiros que compartilham a mesma rua ou prédio.

Para muitos, vizinhos são um martírio. Já outros, adoram abrir as portas de suas casas para eles. Eu nunca fui chegado à vizinhança. Geralmente, vizinhança é sinônimo de fofocas e mexericos. Me dou bem com uma minoria deles, mas só porque não dou confiança.

Em alguns casos, os vizinhos podem virar grandes amigos, mas acredito que isso ocorre em somente 30% das situações.

Certa vez, cansado de tanta fofoca que as vizinhas contavam pra minha mãe, meu falecido pai fez uma reunião em minha casa.

O velho Penha (meu genitor) chegou de uma noite divertida com amigos, após ter tomado umas, chamou todos os casais de vizinhos e disse: “Dona fulana, a mulher do Cicrano fala mal da senhora. Mulher do ciclano,a Beltrana lhe detona todo dia, e continuou a dedurar a rede de intrigas que rolava por lá”.

Após jogar a merda no ventilador, foi dormir e deixou o bate boca rolando. Resultado: paz na rua de casa. Aquele cara era foda!

Também existem os casos de vizinhos invejosos. Lembro quando minha mãe trocou o carro e o vizinho atravessou a Rua só para perguntar quanto custou o automóvel. Meu irmão estava ao volante, íamos sair pra dar um rolé e tals, prontamente respondi ao enxerido: “Não lhe interessa!”. Odeio gente invejosa.

Ainda tem aqueles vizinhos evangélicos xiitas, que vivem querendo lhe levar para perto de Jesus (como se eles fossem mais próximos do filho de Deus). Só que eles não entendem que esse papo é chato pra cassete.

Sei da importância de conviver bem com vizinhos. Mas às vezes é bem difícil, principalmente quando estes ouvem música ruim no volume máximo ou vivem arrumando confusão. Aliás, nesta época natalina, deve ter uma negada mordida com o vizinho que vive repetindo aquela música chata cantada pela Simone: “Então é Natal…”. Cruzes!

Portanto, desejem boas festas à vizinhança, mas não lhes permitam muita abertura, senão vocês terão que emprestar algo, quebrar galho ou outros tipos de encheção de saco.

Elton Tavares

Feliz aniversário, Kleber Gama!

Como todos sabem, gosto de parabenizar os amigos em seus aniversários. Quem roda o calendário neste domingo (23), é o pai dedicado da Juliana, brother das antigas, profissional autônomo, frequentador de bares e rodas da boemia, sócio remido do Bar da Maria e Empório do Índio, amante de cervejas tuíras e amigo deste jornalista, Kleber Gama.

O “Klebinho” é um cara inteligente, bem humorado, observador, trabalhador, talentoso, considerado e gente finíssima. Um figura sorridente, prestativo, sensato e equilibrado, entre outras paideguices, sobretudo, um homem de bem.

Kleber faz parte de uma galera onde quase todo mundo é gente boa, mas como todo grupo de pessoas tem uns filhos da puta, não dá pra generalizar. O bacana é que ele segue como sempre, um cara porreta.

O sacana é engraçado e cheio de sacadas divertidas durante as reuniões etílicas com os amigos. Sabido e de alto astral sempre, com ele é sempre um bom papo.

Klebinho, mano velho, que tenhas sempre saúde, sabedoria e sucesso na sua jornada. Meus parabéns pelo teu dia e feliz aniversário!

Elton Tavares

A nonagenária mais linda e elegante do mundo completa 92 anos hoje. Feliz aniversário, vó Peró!

Começo este texto sem saber o que escrever. Não por falta de palavras ou sentimentos, mas pelo excesso de coisas lindas do propósito dessa mensagem. Nesta abençoada data, a nonagenária mais linda, cheirosa, educada e elegante do mundo completa 92 anos (com rostinho de 70). Sim, hoje é aniversário de Perolina Penha Tavares, minha amada avó Peró. Graças a Deus, ela gira a roda da vida mais uma vez. Sorte nossa, pois vovó é um ser de luz que nos une por meio do amor que ela emana.

Vovó é um mulher serena, coerente, lúcida, sábia, inteligente, justa, caprichosa, amorosa, discreta e forte. Um exemplo a ser seguido, pois é uma pessoa cem por cento do bem.

Todas a vezes que perambulo pelo passado, a Peró está lá me dando um conselho, um ralho, preparando alguma comida maravilhosa (ela é a melhor cozinheira deste sistema solar, seguida de perto da minha mãe, que aprendeu com a vovó) ou qualquer outra memória afetiva. A encontroada de Perolina e João Espíndola (seu marido e meu saudoso avô) nesta existência resultou no meu clã paterno, grupo de pessoas que muito me honra pertencer.

Mesmo com nossas saudades do vô e papai, afazeres e vida corrida de cada um, a Peró seguiu no centro de todos, sempre com sua delicadeza, saberes e amor. “Ouro de Mina”, no dito de Djavan. Aliás, também parafraseio o mesmo artista para definir vovó e nós em torno dela: “o amor é um grande laço”. É exatamente isso.

Sou o mais velho entre seus nove netos e três bisnetos. Tento ser presente, atencioso e dar um pouquinho do amor que recebi ao longo dos meus 42 anos. Nem sempre consigo, pois por conta do trabalho e das minhas loucuras, me tornei um pouco mais ausente da casa da vó. Porém, o amor nunca diminuiu, só aumentou. E quando é preciso, estou lá, junto, pra qualquer coisa.

Sempre digo que quem ultrapassa 80 carnavais é um privilegiado. No caso da “Peró”, que em sua trajetória marcou pela honestidade e dignidade, vê-la feliz e lúcida é uma benção. Afinal, chegar a nove décadas com cabeça boa e alegria é uma dádiva. Assim é a Perozinha, uma senhora sábia, de quem tenho a honra de descender e a sorte de ter o amor, que é recíproco.

Vovó me ensinou lições importantes sobre respeito, honestidade e a importância do cultivo do amor familiar. Sua participação na minha vida foi determinante para o homem que sou. Peró sempre me encorajou, fortaleceu, ralhou, parabenizou, aconselhou e consolou. Além de amor incalculável, nutro gratidão pela minha avó.

Peró, todos nós te amamos desmedidamente. Não tenho mais o que pedir a Deus para você, somente saúde para você continuar a ser essa senhora feliz que ilumina nossas vidas. Meus parabéns pelo seu dia, obrigado por tudo e feliz aniversário!

A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família”. – Léon Tolstoi.

Elton Tavares

Meus parabéns, Manoel Fabrício! – @ManoelFabricio1

Hoje roda o calendário o contador (ofício, de Ciências Contábeis mesmo, mas também de boas histórias), produtor de festas do bar Rodapé, militante cultural, apreciador de Reggae, Rock , Samba, Blues, Jazz, Batuque e Marabaixo, poeta-marginal-eventual, maluco gente boa e considerado da galera, Manoel Fabrício, o “Zangief” de Macapá. nesta sexta-feira, o cara completa 29 voltas em torno do Sol. Dou valor no figura, pois é um amigo porreta!

Gosto do Manoel por vários motivos. Ele é um cara inteligente, trabalhador, consegue equilibrar maluquice e responsa, tem ótimo astral e áurea boa. Queria ter a porcentagem a mais que ele tem de paciência. Mas, assim como eu, se preciso quebra tudo, mas não leva o desaforo.

O “Manel” está sempre em todo lugar onde rola diversão. Seja numa roda de Marabaixo, numa cervejada na Orla, na curtição do bar do Nego ou Underground, dono de um carisma invejável, está sempre armado de um sorrisão no meio da densa barba. O cara espalha alegria, bom humor e positividade em todas as turmas que frequenta.

Por essas qualidades e outras que é melhor nem escrever (risos), considero o Manel um amigo. Muitas Saudades de tomar umas com o senhor, Manoel.

Mano velho, que tenhas sempre saúde e sucesso no que você se propuser a fazer. Parabéns pelo teu dia. Feliz aniversário!

Elton Tavares

*Texto adaptado republicado, pois a gente nunca mais trocou uma ideias e nem dividimos cervejas, mas de coração.