Campanha “Eu voto no Sítio Arqueológico da Unifap”

No próximo dia 4 de fevereiro, na comemoração dos 254 anos de Macapá, terá início a Consulta Popular do Patrimônio Cultural, que busca mapear o que a população considera patrimônio cultural da cidade. O sítio arqueológico AP-MA-05: Campus da Universidade Federal do Amapá (Unifap) foi incluído na lista preliminar, e agora precisamos do seu voto para registrá-lo como patrimônio da cidade.
O sítio foi identificado na década de 90 e nos últimos anos novas pesquisas foram realizadas, revelando um surpreendente conjunto de urnas funerárias. Mais de 30 urnas cerâmicas já foram escavadas, mas a estimativa é que existam mais de 2.000 mil urnas ainda preservadas no sítio.
Estes são registros de grupos indígenas que moraram na região de Macapá, entre 900 e 1200 anos atrás. Este blog apóia o Sítio Arqueológico da Unifap como patrimônio de Macapá.

Há 43 anos, os Beatles se apresentaram pela última vez, em um terraço de um prédio em Londres

Há 43 anos, numa tarde fria em Londres, no alto do edifício sede da Apple Records, os Beatles realizaram sua última apresentação para o “público”. Na realidade eles vinham de um trágico período de gravações e ensaios num estúdio londrino, onde gravavam o filme Let It Be. As sessões foram terríveis, pois além da figura de Yoko Ono (grudada em John Lennon 24 horas), a banda estava brigando muito entre si. Desde o Álbum Branco, os quatro já não se entendiam muito no estúdio.
Quando decidiram que Let it Be deveria ser gravado no novo, porém precário Apple Studios, os Beatles também pensaram que poderiam agir normalmente. As sessões no prédio da Apple ocorreram com mais calma, tanto que a idéia de tocar no telhado do prédio veio do próprio Lennon. Antes, Paul McCartney tinha planejado realizar um concerto no final das gravações. Locais no mundo inteiro foram vistos para o show, porém a maioria deles não havia como, ou estavam com agendas apertadas. Então amargamente, os Beatles decidiram tocar no telhado do prédio. Até Harrison, avesso a shows, gostou da idéia.
Naquela tarde fria, os primeiros acordes de Get Back foram fundamentais para que os moradores dos prédios vizinhos viessem até a sacada para dar uma olhada naqueles cabeludos tocando rock na friaça londrina.
Os Beatles tocaram durante 40 minutos, até a Polícia bater na porta da Apple e um nervoso Mal Evans tentando explicar que “Os Beatles” estavam tocando no telhado da Apple. Segundo o livro “The Beatles – Biografia” de Bob Spitz, a polícia nem sequer pediu para acabar com o show, apenas solicitaram que os Beatles abaixassem o volume dos instrumentos, eu disse abaixassem, porém, como eles eram, não houve acordo e o show teve que acabar antes que eles pudessem terminar o set previsto.
Meu comentário:
Não lembro onde achei o texto acima. Sou fã dos Beatles, apesar de adorar também Led e Pink, para mim, os eles foram e sempre serão os maiores. O último show, no terraço, foi reconstituído no filme Let it Be. Não assisti, mas soube.
Este nobre episódio da história do rock, foi relembrado também no final do filme “Across The Universe”, onde a banda que interpretou os Beatles executou a canção “All You Need Is Love”. Após 43 anos, todos nós ainda curtimos o som dos caras e continuamos precisando de amor.
Elton Tavares

Novo Amapá, 31 anos da tragédia

Imagem cedida pelo jornalista Edgar Rodrigues.
Em 6 de janeiro de 1981, o barco Novo Amapá naufragou no Rio Cajari, em Macapá. O acidente matou 378 pessoas dos 696 passageiros a bordo. A capacidade da embarcação para transportar somente 150 pessoas. Foi uma tragédia fluvial da Amazônia.
A maioria das vítimas foi no município de Santana. O acindente foi causado por causa da sobrecarga, quase 1 tonelada e superlotação da embarcação. 
Um dos donos do barco morreu no acidente, e o outro, Manoel Jesus Góis da Silva, recuperou a embarcação, que voltou a navegar. O barco foi içado do fundo do rio no mesmo ano do acidente. O nome foi mudado para “Santo Agostinho” e até 1996, a embarcação fez a rota Belém-Santarém-Belém, no Estado do Pará.
                                          Imagem cedida pelo jornalista Edgar Rodrigues.
Até 1996, nenhuma das indenizações às vitimas e familiares dos mortos tinha sido paga e não sei se hoje alguém já foi ressarcido pelo dono do Barco. 
*Informações encontradas na internet

10 anos sem Cássia Eller

Há exatos 10 anos, a cantora, compositora e instrumentista Cássia Eller faleceu. Ela tinha 39 anos e morreu no auge de sua carreira, em razão de um infarto do miocárdio repentino. Foi levantada a hipótese de overdose de drogas, já que ela era usuária de cocaína. A suspeita foi considerada inicialmente como causa da morte, porém foi descartada pelos laudos periciais do Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro após autópsia.
Cássia Eller sempre teve uma presença de palco bastante intensa, assumia a preferência por álbuns gravados ao vivo e ela era convidada constantemente para participações especiais e interpretações sob encomenda, singulares, personalizadas.
Caracterizada pela voz grave e pelo ecletismo musical, interpretou canções de grandes compositores do rock brasileiro, como Cazuza e Renato Russo, além de artistas da MPB como Caetano Veloso e Chico Buarque, passando pelo pop de Nando Reis e o incomum de Arrigo Barnabé e Wally Salomão, até sambas de Riachão e rocks clássicos de Jimi Hendrix, Rita Lee, Beatles, John Lennon e Nirvana.

Teve uma trajetória musical bastante importante, embora curta, com algo em torno de dez álbuns próprios gravados no decorrer de doze anos de carreira. De fato, somente em 1989 sua carreira decolou. Ajudada por um tio seu, gravou uma fita demo com a canção “Por enquanto”, de Renato Russo. Este mesmo tio levou a fita à PolyGram, o que resultou na contratação de Cássia pela gravadora. Sua primeira participação em disco foi em 1990, no LP de Wagner Tiso intitulado “Baobab”.

Outra característica importante é o fato de ela ter assumido uma postura de intérprete declarada, tendo composto apenas três das canções que gravou: “Lullaby” (parceria com Márcio Faraco) em seu primeiro disco, Cássia Eller, de 1990 (LP com 60.000 cópias vendidas, sobretudo em razão do sucesso da faixa “Por enquanto” de Renato Russo); “Eles” (dela com Luiz Pinheiro e Tavinho Fialho) e “O Marginal” (dela com Hermelino Neder, Luiz Pinheiro e Zé Marcos), no segundo disco, O Marginal (1992).

Era homossexual assumida e morava com a parceira Maria Eugênia Vieira Martins, com a qual criava o filho Francisco (chamado carinhosamente de Chicão). Ela teve seu filho com o baixista Tavinho Fialho. Ele faleceu em um acidente automobilístico meses antes do nascimento de Francisco. Maria ficou responsável pela criação do filho de Cássia após a morte de sua companheira.

Em vários pontos do Rio de Janeiro, fez-se um minuto de silêncio durante a comemoração da passagem do ano em memória de Cássia Eller. Vários artistas também prestaram homenagem à cantora em seus shows, na virada do ano.

Meu comentário: Cássia Eller foi PHoda demais. Ela era talentosa, visceral e tinha personalidade. Suas canções (interpretações) embalaram muitas noites de bate papo com amigos, regadas com muita, muita cerveja. Seu acústico, que vendeu mais de 900 mil cópias, é um discaço até hoje. A ela, minhas homenagens.
Elton
Fonte: Wikipédia

Há 18 anos, os negros da África do Sul ganhavam o direito de votar

Em 18 de novembro de 1993, o Governo e a oposição negra acordam nos mecanismos que garantam a transição para um sistema político não discriminatório na África do Sul. Foi criado então um Comitê Executivo Intermediário, com maioria negra, para supervisionar as primeiras eleições multipartidárias e multirraciais, e é criado, também, um organismo que fica encarregado de elaborar uma Constituição que garanta o fim do Apartheid.


O Apartheid (separação) foi um regime de segregação racial adotado de 1948 a 1994 (46 anos) pelos sucessivos governos do Partido Nacional na África do Sul, no qual os direitos da grande maioria dos habitantes foram cerceados pelo governo formado pela minoria branca.

A ação culminou com a realização de eleições multirraciais e democráticas em 1994 (há 17 anos), que foram vencidas pelo Congresso Nacional Africano, sob a liderança de Nelson Mandela.

Meu coment: É sempre bom lembrar para que nunca mais aconteça, seja por causa da raça, opção sexual ou religiosa. Chega de loucuras!

Fonte: Wikipédia

Loucura religiosa

Há 33 anos, o “líder religioso” Jim Jones induziu 900 fiéis a cometerem suicídio. Loucura coletiva em nome de Deus, acho pouco provável que Ele queria uma coisa dessas. Deixo o recado aos fanáticos de qualquer religião, que nunca mais se repita. É estupidez trágica.
Elton Tavares

Joey e Johnny Ramone

Dez anos sem Joey Ramone. Dez anos. Como passa rápido.Em janeiro de 2001, eu editava um site e estava trocando e-mails diariamente com Joey Ramone. Queria que ele escrevesse uma coluna semanal para o site.A idéia era fazer uma coluna de tema livre. Joey poderia falar sobre o que quisesse. Claro que a coluna acabaria sempre em música. O cara só pensava nisso.

Joey morava na Rua 9, a poucos passos de St. Mark’s Place e do Bowery, no meio do burburinho alternativo de Nova York. Era a região dos clubes ― Continental, Coney Island High e, claro, o CBGB’s. No bairro havia também incontáveis lojas de disco e DVDs. Joey estava em casa.
Não era difícil encontrá-lo andando pela rua ou checando a Kim’s Video atrás de algum filme de terror bizarro. Ele fazia parte da paisagem local.Na época, Joey já lutava contra um linfoma. Sua saúde frágil foi uma das razões para o fim dos Ramones, cinco anos antes. O cara não agüentava mais excursionar.

Depois do fim dos Ramones, ele continuou ligado à música, mas tirou o pé do acelerador. Estava cansado. Mesmo assim, fazia shows, produziu um disco de Ronnie Spector e ajudava uma banda chamada The Independents, que adorava.

Fui visitá-lo algumas vezes em seu apartamento. Era um apê muito bem arrumado. Nem parecia que um punk morava ali. Nas paredes, uma coleção de pôsteres originais de shows do Fillmore: The Doors, Jimi Hendrix, Grateful Dead. Discos estavam sempre espalhados pela casa. Ele ouvia música o dia todo.

Joey não gostava muito de falar do passado. Preferia conversar sobre seus projetos atuais.Mas confessou que o fim dos Ramones não tinha sido o que ele esperava.

Para quem não lembra, o último show da banda rolou em Los Angeles, em 1996.E por que em Los Angeles, e não em Nova York? De fato, não fazia sentido a banda mais nova-iorquina do mundo encerrar a carreira do outro lado do país.

Acontece que Johnny Ramone havia se mudado para a Califórnia, e se recusava a sair de lá. Ou era lá, ou não haveria show de despedida. Joey, que sonhava com um concerto no Madison Square Garden, teve de engolir.

Não é segredo pra ninguém que Joey e Johnny não se bicavam. Eram os verdadeiros donos da banda, os dois integrantes originais que resistiram até o fim. E mal se falaram por 20 anos.

Não podia existir dois caras tão diferentes: Joey era de esquerda, Johnny, de direita. Joey odiava esportes, Johnny era louco pelos Yankees. Joey era mais aberto, falava com todo mundo, enquanto Johnny era caladão e na dele. Pra piorar, a namorada de Joey o havia largado por Johnny e casado com ele.

A bem da verdade, Johnny sempre foi ― pelo menos comigo ― um cara 100%. Era fechadão, mas quando o papo chegava em rock dos anos 60 ou filmes de terror, se abria. Era muito fã de Zé do Caixão e tinha uma coleção gigante de filmes antigos. O que ninguém sabia, na época, é que Johnny também batalhava um câncer de próstata, que o mataria em 2004.
Quando os Ramones acabaram, Johnny abandonou a música: vendeu suas guitarras Mosrite (dizem que para Eddie Vedder) e passou seus últimos anos no sol californiano, ao lado de amigos como John Frusciante, Lux Interior e Poison Ivy e, acredite, Lisa-Marie Presley.

Já Joey, numa manhã de janeiro, depois de uma nevasca que deixou as ruas de Nova York cobertas de gelo, correu para pegar um táxi, escorregou e tomou um tombo feio. Quebrou a bacia e foi levado para um hospital, de onde só saiu morto.

Foi homenageado com um trecho de rua batizado em seu nome. A placa ― Joey Ramone Place ― tem o privilégio de ser o sinal público mais roubado da história da cidade de Nova York. Tanto que a prefeitura, cansada de substituí-la, mandou colocá-la a quatro metros do chão.
“Agora, só jogadores da NBA conseguem ler a placa”, brincou Marky Ramone. Nem Joey, que media quase dois metros, conseguiria ler o próprio nome…

André Barcinski 

Há 20 anos, Nirvana era expulso da própria festa de lançamento do “Nevermind

Kurt Cobain, na noite de lançamento do disco que se tornaria um dos maiores álbuns do Rock.
13 de setembro de 1991: há exatos 20 anos, Kurt Cobain, Dave Grohl & Krist Novoselic estavam no Re-Bar – famosa e bizarra casa de shows de Seattle (onde a programação vai desde sarau de poesia a shows de striptease) – para a festa de lançamento de “Nevermind”, álbum que seria lançado oficialmente 11 dias depois e elevaria o Nirvana à condição de banda mais importante do mundo naquela época.

Na festa, realizada numa sexta-feira 13, tinha muita bebida e comida, tipo lanchinho. Aliás, a comemoração acabou por causa desses lanchinhos: dizem, houve uma guerra de comida de proporções caóticas e a farra terminou quando um segurança tirou o Nirvana de lá, sem saber que o Nirvana era o Nirvana hahaha.

Reza a lenda que Kurt confidenciou a um amigo próximo naquela noite que, com “Nevermind”, ele seria em breve tão famoso quanto o Axl Rose, que era o “cara” da época. Muita gente, óbvio, achou que era piada.

Por aí a fora (em homenagem ao comandante Barcellos)

                                                               Foto: Elton Tavares
Hoje (16), o ex governador do Amapá, Annibal Barcellos foi sepultado no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, em Macapá. Centenas de pessoas compareceram ao seu velório, realizado na Assembléia Legislativa do Estado (ALE/AP). Na ocasião, o governador do Amapá, Camilo Capiberibe, anunciou o que Rodovia Norte Sul, que é uma das grandes obras da gestão atual, receberá o nome do saudoso comandante. Uma justa homenagem!
O cortejo, com direito a homenagens em frente ao Palácio do Setentrião, foi acompanhado por políticos, empresários e centenas de populares.  O enterro do comandante contou com honras militares, já que Barcellos era oficial da Marinha do Brasil.
Foto: Elton Tavares
Durante os discursos das autoridades presentes no velório do falecido comandante, todos mencionaram que Barcellos construiu prédios públicos e estruturou o então Território Federal do Amapá para tornar-se Estado. Mas o ex governador fez muito mais que isso, leiam o texto do meu, tio Pedro Aurélio Penha Tavares, que hoje é auditor do Tribunal de Contas do Estado (TCE), mas foi chefe de Gabinete e secretário de Estado da Administração do velho comandante:
Por aí a fora
                                                      
Comandante Barcellos – Imagem : Google.
Além de todas as obras realizadas pelo comandante Barcellos, visando a estruturação do futuro Estado do Amapá, quando esta terra ainda era Território Federal, o então governador valorizou e capacitou jovens técnicos amapaenses.
Barcellos se preocupou em preparar homens, como constatamos hoje, para comandarem o Amapá. Ele deu condições para muitos cursarem o Nível Superior fora do Amapá, dando bolsas de estudo aos mais carentes e liberando funcionários públicos para se deslocarem a outros estados, em busca do sonhado 3º grau.
Essas pessoas foram prestigiadas quando retornaram ao Amapá, pois muitas delas foram nomeadas para ocuparem cargos na estrutura do Governo de Annibal Barcellos. Essa preocupação com a formação teve continuidade, vários destes amapaenses fizeram especializações e assumiram postos relevantes na gestão do comandante.
Dentre os jovens técnicos que tiveram oportunidade no Governo de Barcellos podemos citar: o delegado Antônio Cardoso, que foi secretário de Segurança pública; o professor Antonei Lima, que foi secretário de Educação; o engenheiro agrônomo Iraçu Colares, secretário de Agricultura; o administrador Pedro Aurélio Penha Tavares, secretário de Administração; o médico Papaléo Paes, secretário de Saúde; o economista Regildo Salomão, também secretário de Administração, entre tantos outros.
O comandante também deu oportunidade a jovens que não cursaram o nível superior, mas por demonstrarem competência, ocuparam cargos chaves e contribuíram para o desenvolvimento do Amapá. Esse fato mostrou que a preocupação do comandante Barcellos, “efetivamente”, era com o Amapá como um todo.
O visionário
Barcellos chegou a ser questionado pela Justiça, por meio de Ação Popular,  quando resolveu construir a Assembléia Legislativa do Amapá, quando não havia deputados. Outro caso similar foi quando o comandante decidiu erguer o prédio do Banco do Estado do Amapá, quando não existia banco e muito menos Estado.
Valorização do amapaense
Vale salientar que, como já foi dito, o comandante sempre deu prioridade aos jovens, entre eles, vale salientar um caso. Quando Barcellos precisou nomear os desembargadores para o Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), na cota destinada ao judiciário, o então governador procurou saber ser tinha algum amapaense juiz de Direito.
O comandante foi informado que tinha um sim, mas o juiz atuava no estado do Pará. Barcellos mandou chamá-lo e o nomeou desenbargador do Tjap, seu nome é Gilberto Pinheiro.

Trocando em miúdos, o comandante Barcellos deixou seu legado, uma história de amor pelo Amapá e pelos amapaenses.

Pedro Aurélio Penha Tavares (tio Pedro é o cara da foto à esquerda)

Exposição Arqueológica “A vida e a morte das coisas”

Texto de Mariana Cabral com adaptações de Lúcio Costa Leite.
Foto: Dayse França.
Nós vivemos circundados de coisas. Instrumentos, enfeites, vestimentas, brinquedos. Coisas para comer, para dormir, para curar. As coisas nos acompanham por toda a vida e também na morte. Elas nos diferenciam. A arqueologia estuda a forma como as pessoas lidavam com as coisas: como produziam, como usavam, como guardavam, como botavam fora. Através das coisas, a arqueologia estuda as pessoas. É uma maneira de contar histórias, de usar coisas para explicar o passado.

As pesquisas de arqueologia no Amapá mostram que as coisas foram feitas e usadas de muitas maneiras no passado. Diferentes grupos indígenas fizeram, usaram e deixaram coisas para trás. Coisas que nós encontramos de novo hoje. A exposição “A morte e Vida das coisas” mostra um pouco disso.

De cerâmica ou de pedra, domésticas ou funerárias. Coisas para usar, coisas para serem vistas, coisas que transformam coisas. Coisas inteiras, quebradas, restauradas. Coisas para a vida e coisas para a morte. Coisas que apontam para pessoas.

Esta exposição foi organizada por Daiane Pereira, João Saldanha, Lúcio Costa Leite e Mariana Cabral e está montada no hall de entrada do Núcleo de Arqueologia do IEPA, localizado a Rua Feliciano Coelho, 1509, funciona das 08:00 às 18:00 de segunda  a sexta. Vale a pena conferir!

Para informações sobre Arqueologia do Amapá é só acessar:

Há 37 anos, o jornalismo derrubou um presidente americano

                                                         Nixon deixando a Casa Branca – Imagem: Wikipédia
Em 8 de agosto de 1974, o republicano Richard Nixon renunciou à presidência dos Estados Unidos da América (EUA) . Sob ameaça de impeachment, por ter dado aval à espionagem da sede do Partido Democrata em Washington (DC), Nixon foi o primeiro dirigente norte-americano a renunciar.  
O acontecimento ficou conhecido “caso Watergate”. Um o escândalo político. Tudo por causa dos jornalistas Bob Woodward e Carl Bernstein, do jornal Washington Post. Eles noticiaram que, durante a campanha eleitoral, cinco pessoas foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do Partido Democrata. E que o presidente sabia das ações ilegais.
Meu coment: Quando a imprensa não é marrom, o quarto poder, como é chamada, funciona em sua missão de fiscalizar e informar. Assim que deveria ser, sempre. 


Fonte: Wikipédia e Google.

Sociólogo lança o livro A origem do Sistema Penitenciário do Amapá

                                                                                      Por Oscar Filho

O Amapá será o segundo Estado da região Norte a publicar a origem histórica de seu sistema penitenciário, depois do Amazonas.

Desde suas origens (década de 1940) que a identidade do Sistema Prisional local não foi revelada ou escrita. Com a publicação do livro ‘A origem do Sistema Penitenciário do Amapá: aspectos históricos e sociológicos, o sistema penitenciário do Amapá terá sua própria identidade.

O lançamento da obra ocorre dia 18 de março/11 (sexta-feira), às 19h, no Centro de Convenção João Batista de Azevedo Picanço, na avenida Fab, com noite de autógrafo, participação de autoridades convidadas do Judiciário, demais poderes e aberto ao público. A divulgação do evento de lançamento do livro conta com o apoio cultural da Eletrobras Eletronorte Amapá.

A ideia de escrever o livro é mostrar para a sociedade o que realmente é o Sistema Prisional do Estado do Amapá e como vem sendo tratado desde sua origem. O livro auxiliará os leitores e críticos a entenderem que, ao longo da história, o Sistema Penitenciário tem servido de esconderijo e depósito de pessoas presas sem, contudo, justificar sua prática pelo principio da Lei de Execução Penal de 1984.

A origem do sistema penitenciário do Amapá: aspectos históricos e sociológicos foi escrito após oito anos de pesquisas científicas sobre o Sistema Prisional local. Portanto, é um livro científico que chegará às mãos dos leitores como referência e primeira identidade sobre nosso Sistema Prisional. Será pioneiro e, brevemente, seqüencial, na área da prisão em nosso Estado e, servirá, dentre outras coisas, para tomadas de decisões, a quem interessar, sobre os rumos da prisão. Esta é a primeira obra de uma trilogia resultante da pesquisa inédita sobre o Sistema Penitenciário do Amapá.

Da autoria

O autor é Emerson Barbosa de Barbosa, amapaense, sociólogo, acadêmico de direito, professor de sociologia, especialista em segurança pública pelo Ministério da Justiça, agente penitenciário e pesquisador do sistema penal amapaense há mais de oito anos. A apresentação do livro foi escrita pelo Dr. João Guilherme Lages Mendes, Juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Macapá e Professor da UNIFAP. O Prefácio ficou a cargo do historiador Marcelus Buraslan.

Público alvo

Alunos de graduação e pós-graduação, advogado, defensor, promotor, procurador, juiz, desembargador, repórter, jornalista, policial, professor, crítico,e todos os cidadãos que demonstrem interesse pelo tema.

Contatos com o autor: 9141-6656/ 8133-7102.

Há 21 anos….

Só limpeza em 1990: Elvis Homobono (filho da dona Dora da lanchonete do Colégio Amapaense), Rômulo Juarez (Índio), Alessandro Rigamonti (Junhão), Rodrigo Juarez (Sapo), Edmar Campos (Zeca) e Venilson Nobre (Tripa). A velha galera, bons tempos da nossa adolesncência no velho C.A.