Hoje: artistas da terra formam o “Bloco dos Minhocas” para festa de Carnaval

Com uma programação extensa no período de Carnaval, o Bloco dos Minhocas é mais uma opção para ao amapaense se divertir. A concentração será hoje, 4, a partir das 16h , em frente ao Abreu, bar tradicional no centro de Macapá. O bloco é uma referência aos cantores da terra, que farão o carnaval mantendo as tradições. Os abadás estão sendo vendidos a R$ 20,00.

A festa contará com marabaixo, batuque estilizado e as músicas dos artistas regionais em ritmo de carnaval. Os “minhocas na folia” terão como atrações: Grupo Bandaia, Nivito e Banda e vários outros artistas regionais, que farão a festa de Carnaval. O local escolhido foi devido ao apoio e parceria de vários anos entre o dono do estabelecimento e os cantores.

Serviço:

Bloco: Bloco dos Minhocas
Data: 04/03 segunda-feira
Local: Bar do Abreu, Av. Fab, Centro de Macapá
Informações: 99161-2380/ 99126-6262

Fonte: Café com Notícias

Carnaval alternativo com Rock and Roll, Brega Rock e Carimbó: vem aí o Baile dos Hermanos

Para quem busca uma alternativa no carnaval 2019, a Duas Telas Produções vai produzir uma programação com muito Rock and Roll, Brega Rock, Carimbó e claro, as tradicionais marchinhas de salão. O Baile dos Hermanos é uma opção de carnaval diferenciada que tenta busca agregar apreciadores de diversas vertentes da música, assim como coloca a zona norte de Macapá no circuito de eventos com alto nível de produção. Para esta noite festiva teremos como atrações as Bandas Bloco Ventura, O Sósia e Os Pinducos, com a participação especialíssima do cantor Mauro Cotta.

O Baile dos Hermanos está marcado para hoje (4), a partir das 20 horas, no Chalé Japiím, no bairro Renascer I. Prepare sua fantasia, traga sua disposição para ser feliz e dançar em uma noite de muita energia positiva!

Serviço:

BAILE DOS HERMANOS
Atrações:
Banda Bloco Ventura
Banda O Sósia
Banda Os Pinducos
Participação Especial: Mauro Cotta
Local:Chalé Japiím, Rua Italiota 1509 – Renascer I
Hora:A partir de 20 horas
Posto de Vendas:Loja Norte Rock – Vila Nova Shopping
Ingressos Individuais: R$ 25,00 (Antecipado 1° lote)
Camarote: R$ 500,00 (8 pessoas + 01 balde com 10 de cerveja lata)
Informações: (96) 99113-9341 (whatsapp)

Assessoria de comunicação

FAB & Folia resgata carnaval de blocos em uma das avenidas mais importantes de Macapá

Muita diversão, com segurança, arrastou uma multidão para o desfile dos blocos de rua na Avenida FAB. O evento, organizado pela Liga Independente dos Blocos do Amapá (Liba), com o apoio da Prefeitura de Macapá, resgatou o tradicional desfile de blocos em uma das avenidas mais importantes da capital do estado.

O FAB & Folia – a festa do povo foi uma grande oportunidade de diversão, empreendedorismo e resgate da memória macapaense. A folia reuniu famílias inteiras, que elogiaram a programação. “Viemos prestigiar o evento e adoramos. Estamos mostrando aos nossos filhos o que vivemos no passado e está sendo muito descontraído e seguro. Com certeza, é uma programação que queremos que continue, é pura diversão para a família”, disse Alana Ferreira.

O evento iniciou às 16h, com a concentração dos blocos e do público. Passaram pela Avenida FAB sete blocos (Unidos do Pau Grande, Mancha Negra, Filhos da Mãe Luzia, Cabralzinho, Kubalança, Pica-pau, Rolará e Bafo da Onça). “Esse carnaval da FAB nunca era para ter saído daqui. É um evento gratuito que reúne ricos e dá a oportunidade aos mais pobres também se divertirem. Nosso bloco apoia o retorno e permanência dos desfiles para a Avenida FAB”, disse o folião Mauro Gemaque.

Para o engenheiro e ex-prefeito de Macapá, Murilo Pinheiro, gestor da capital entre os anos de 1980 a 1985, a festa na FAB, a ocupação da Praça da Bandeira, é um verdadeiro resgate cultural. “Construímos e inauguramos essa praça para a ocupação do público. Me traz muita alegria de ver as famílias aqui. Eu me sinto maravilhado como cidadão. O sentimento que eu tenho é de uma obra que deu certo e, com a volta do desfile, a população valorizará ainda mais esse espaço”, frisou.

A festa do povo também foi uma oportunidade de negócios para os empreendedores ordenados no entorno do espaço. A exemplo disso é o ambulante Ricardo Gomes de Azevedo, que nos anos anteriores ficou com pouca renda no carnaval. “Como está sem desfile no sambódromo, a gente ia rodando pela cidade e isso diminuiu minha renda nesse período. Passei o dia no evento e vendi bastante. Aqui é uma oportunidade para todos”.

Segundo a Guarda Civil Municipal de Macapá, o evento não registrou nenhuma ocorrência grave. Ao todo, 7 mil foliões brincaram carnaval e prestigiaram a festa linda e colorida. “É muito bonito ver famílias inteiras se divertindo aqui, brincando, cantando e pulando. É uma festa linda para o povo feita com responsabilidade, segurança e planejamento”, destacou o prefeito de Macapá, Clécio Luís.

Cássia Lima
Assessora de comunicação/Fumcult
Contatos: 98104-9355
Fotos: Gabriel Flores

Festival de Sambas Enredo inesquecíveis terá entrada livre ao público

Vem aí o evento para ficar guardado na melhor memória do carnaval amapaense. A Liga Independente das Escolas de Samba do Amapá (Liesap) realiza hoje (3), o Festival de Sambas Enredo de Carnavais Inesquecíveis. Uma proposta de valorizar e eternizar aqueles sambas que foram cantados, tocados e aplaudidos na passarela do samba.

O evento acontecerá em uma Arena Show que será montada em frente à escola Azevedo Costa, na avenida José Antônio Siqueira, entre as ruas General Rondon e Eliezer Levy, no Laguinho. O Festival começa a partir das 20h.

A diretoria de carnaval da Liesap, responsável pela execução do evento e que tem a frente o diretor Helton Jucá, decidiu, em reunião com os presidentes das escolas de samba, que a pista da Arena Show terá entrada livre ao público.

“Nosso objetivo é que todas as torcidas se façam presente, que venham vestidas com a camiseta da sua escola e cante junto o samba enredo escolhido pela agremiação”, explicou Jucá, que entende que carnaval é uma festa de família, que se une pra curtir, dançar e pular o carnaval, com segurança, e em tempos de crise, pagar ingressos as vezes inibe o público.

Dentro da Arena Show será montado uma área vip, com tendas e mesas, que serão vendidas ao preço de 50 reais.

“Nessa área vip haverá serviço exclusivo de bar, com atendimento de bebidas e tira-gostos. Haverá também banheiros para atender o público das mesas’, garantiu o diretor Helton.

Tica Lemos
Comunicação do Festival
981273883

 

É Carnaval (minha crônica sobre a maior festa cultural brasileira)

Começou mais um Carnaval, a maior festa popular do Brasil. Amo Carnaval, particularmente o de rua, sinto saudade do desfile das escolas de samba, A Banda e o bloco do Formigueiro. Carnaval é paixão, só entende quem sente. Para aqueles quem acham tudo uma grande besteira, azar o de vocês, pois não sabem curtir a maior festa cultural brasileira.

Macapá já teve bons carnavais de clube. Na época, os foliões compravam temporadas carnavalescas, bons tempos. Cresci no meio de gente alegre: meus pais, tios e os amigos deles, todos “pulavam” nos bailes carnavalescos mais disputados da cidade. Eram realizados no Trem Desportivo Clube ou no extinto Círculo Militar (esse mais elitizado). Ainda adolescente participei de muitas dessas festas memoráveis.

Pena que pelo quarto ano consecutivo (absurdo), não desfilarei pela minha amada Piratas da Batucada, como fiz desde 1992. O lance é curtir o Carnaval, a emoção e a alegria que ele proporciona. Afinal, “todo mundo bebe, nas ninguém dorme no ponto”. Mentira, muitos passam sim, mas a gente gosta assim mesmo.

Não tenho ziriguidum, não toco surdo de repique, tamborim ou bumbo, tudo pra não atravessar o samba. Também não sou pierrô e nem palhaço, mas sim Rei Momo, mas ainda dá pra andar todo o percurso de A Banda (risos). Sim, também estarei naquela multidão de máscaras coloridas e fantasias hilárias. Vamos botar pra quebrar nas ruas de Macapá. Como diz a velha marchinha do remador: “Se a canoa não virar, olê, olê, olá, eu chego lá”.

Enfim, o Carnaval é festa que contempla as tradições e a história afro-cultural brasileira e nos dá a falsa sensação de liberdade, música, suor e alegria. Como diz o samba: “É Carnaval, é a doce ilusão, é promessa de vida no meu coração”. Tenham todos um ótimo Carnaval!

Elton Tavares

SÍMBOLOS E MARCAS DAS ESCOLAS DE SAMBA – Por Fernando Canto

 

Por Fernando Canto1765_boemios10fotomarciadocarmo

Enquanto as campanhas políticas estão nas ruas as escolas de samba amapaenses iniciam nos bastidores sua competição anual em busca da vitória no carnaval. A guerra se ensaia pelos preparativos necessários à materialização dos enredos que sempre são vastos e interessantes.

Mas hoje me detenho na interpretação de seus símbolos, escolhidos para apresentar no carro abre-alas e dar de imediato ao público a expectativa das outras alegorias que acompanharão o cortejo pelo sambódromo.

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Duas dessas escolas escolheram como símbolos a águia. A Jardim Felicidade e a Império Santanense podem se dar ao luxo de terem a chamada “rainha das aves” e um dos mais importantes símbolos das mitologias de todas as civilizações como marca, a exemplo da Portela, do Rio de janeiro. Para os índios norte-americanos a águia é o poder do Grande Espírito. Representa a habilidade de se viver no reino espiritual e ao mesmo tempo permanecer em conexão e equilíbrio com o reino terrestre. Carminha Levy e Álvaro Machado informam em seu livro “A Sabedoria dos Animais”, que na América do Norte “a admiração pelo pássaro parece ter passado de nativos a colonizadores sem prejuízo, já que um grupo de maçons que idealizou as leis e símbolos dos Estados Unidos elegeu a orgulhosa águia-de-cabeça-branca (ou águia americana) como representante de seu país”. Mircea Eliade relata que a águia era a ave solar entre os antigos povos siberianos e que os gregos tomaram emprestado o simbolismo dos sírios, e ela tornou-se o animal sagrado de Zeus. Sua qualidade de animal psicopompo também era bastante ressaltada entre eles, e a imagem da águia foi gravada na tumba de Platão, para bem conduzi-lo às regiões celestiais.soli

Mas apesar de todo o imaginário dos antigos astecas e de outros índios sul-americanos (com o condor e o gavião real) é zoologicamente incorreto chamar de águia, do gênero Aquila L., os nossos falconiformes. A verdadeira águia não existe no Brasil.

A escola Solidariedade é representada por um Jacareacanga (cabeça de jacaré). Em que pese a interpretação popular que é um animal “que vai na beira e volta” (uma alusão aos constantes descimentos e subimentos da escola), o jacaré é uma divindade noturna e lunar, senhor das águas primevas. Segundo Chevalier e Gheerbrant, o Ocidente retém do jacaré (crocodilo) a sua voracidade, mas faz dele um “símbolo de duplicidade e hipocrisia”. Na mitologia chinesa ele é o inventor do tambor e do canto. Tem, então, certo papel no ritmo e na harmonia do mundo. Como intermediário entre a terra e a água é o símbolo das contradições fundamentais e de uma natureza viciosa.

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A Maracatu da Favela traz em suas insígnias a coroa do Divino Espírito Santo,a terceira pessoa da Santíssima Trindade no panteão católico. Representa luz divina espalhada sobre a humanidade. A pomba do Divino é o símbolo da paz, esperança, fidelidade conjugal e simplicidade, bem como dor resignada, de acordo com Levy e Machado. Op. Cit.).

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Os Emissários têm a cegonha em seu estandarte: uma ave migradora, portadora da lenda de que traz os bebês recém-nascidos. Os boêmios mudaram seu símbolo para ao guará, ave que se assemelha à íbis egípcia. Ela é a encarnação do deus Tot, deus da palavra criadora, patrono dos astrônomos, dos contabilistas, dos mágicos, dos curandeiros e dos feiticeiros. O guará da mitologia indígena, assim como a íbis, tem o dom da previsão e da sabedoria.

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Já os Piratas da Batucada e os Piratas Estilizados trazem um pirata, que segundo o Aurélio, é bandido que cruza os mares só com o fito de roubar; ladrão, gatuno, tratante, espertalhão, malandro, e outros epítetos inerentes a esse símbolo.

O tema é amplo e certamente voltará a ser tratado neste espaço.

* Fotos encontradas no site G1 Amapá e nos blogs da Alcinéa Cavalcante e Notícias Daqui.

FAB & Folia traz de volta desfile de blocos de rua

Com o apoio da Prefeitura de Macapá, a Liga Independente dos Blocos do Amapá (Liba) promoverá neste sábado, 2, o FAB & Folia – A festa do povo. O evento marcará o retorno dos desfiles de blocos de rua para a Avenida FAB, no Centro da capital amapaense. A programação é voltada para famílias e busca promover um carnaval organizado e seguro, além de resgatar a festa dos blocos na FAB. O evento carnavalesco contará com desfile dos blocos, concurso de musa e da música tema. Cerca de 10 mil pessoas são esperadas para prestigiar a festa, entre foliões e organização do evento.

Confira a ordem dos desfiles:

16h30 – Abertura;

16h30 – Apresentação/show;

19h35 – Bloco Unidos do Pau Grande;

20h10 – Bloco Mancha Negra;

20h45 – Bloco Mãe Luzia;

21h20 – Bloco Unidos do Cabralzinho;

21h55 – Bloco Kubalança;

22h30 – Bloco Pica-pau;

23h05 – Bloco Rolará;

23h40 – Bloco Bafo da Onça;

0h15 – Show de bandas;

2h – Encerramento.

Serviço
Data: 02/03 (sábado)
Hora: 16h30
Local: Avenida FAB, entre as ruas General Rondon e Eliezer Levy

Cássia Lima
Assessor de comunicação/Fumcult
Contatos: 98103-9355

Vem aí o “SACACA NA FOLIA”

O Museu Sacaca estará realizando nos dias 02 e 03 de março, nos horários de 09h às 17h, uma diversa programação carnavalesca voltada para o público infantil.

O evento “SACACA NA FOLIA” que ocorrerá dentro do Museu Sacaca, irá resgatar os tradicionais bailes carnavalescos infantis e contará com a presença do Rei Momo do carnaval amapaense Raimundo Tavares da Silva o “Sucuriju”, além de pinturas e maquiagens carnavalescas, oficinas de tranças, oficinas de samba e percussão com a Escola de Samba Piratas Estilizados, brincadeiras, Bloco do Abraço, exposições de fantasias carnavalescas, produção de máscaras e as visitas mediadas nas ambientações do Museu.

A coordenação do Museu Sacaca informa que a entrada é franca, mas recomenda que todas as crianças devem estar devidamente acompanhadas pelos pais ou responsáveis.

PROGRAMAÇÃO

DIAS 02 E 03 DE MARÇO – Sábado e Domingo de carnaval

VISITAS MEDIADAS NAS AMBIENTAÇÕES – 09 às 17h
PRODUÇÃO DE MÁSCARAS INFANTIS – CASA DA CRIAÇÃO – 09h às 17h
EXPOSIÇÃO DE FANTASIAS DO REI MOMO E DO CIDADÃO DO SAMBA – AUDITÓRIO E CASA DE EXPOSIÇÃO PERMANENTE – 09 às 17h
PINTURAS DE ROSTO (carnavalesco) – CASA DA CRIAÇÃO – 09h às 17h

DIA 02 DE MARÇO – SÁBADO DE CARNAVAL

OFÍCINA DE PERCUSSÃO – MALOCA MULTIUSO – 15h

DIA 03 DE MARÇO – DOMINGO DE CARNAVAL

BAILE DE CARNAVAL INFANTIL – PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO 14h às 18h
OFICINA DE TRANÇAS – CASA DA LEITURA – 13h às 17h
MAQUIAGEM DE CARNAVAL PARA CRIANÇAS – CASA DE LEITURA 14h às 17h
BRINCADEIRAS TEMÁTICAS – PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO – 14h às 17h
BLOCO DO ABRAÇO – ÁREA INTERNA DO MUSEU – 15h
PRESENÇA DO REI MOMO – PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO – 16h
OFICINA DE PASSISTAS – PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO – 15h às 17h

Cláudio Rogério
Assessoria de comunicação

Servidores do MP-AP criam bloco de rua como alternativa para os amantes do carnaval

O bloco “Algazarra na Assemp” sai no domingo de Carnaval e na terça-feira gorda, dias 3 e 5 de março, com trio elétrico e muita segurança para alegria dos amantes da folia de Momo. A iniciativa é da diretoria da Associação dos Servidores do Ministério Público do Amapá (Assemp) como uma alternativa para quem gosta de se divertir na mais popular festa cultural do país.

Serão dois dias de muita diversão. Começa no domingo de Carnaval, 3 de março, a partir das 17h, com o arrastão saindo da Praça Duque de Caxias, em frente ao 34º BIS, seguindo pela Rod. Duca Serra, até a sede social da Assemp, onde acontece o grande baile com Adail Junior e Banda. O grupo promete tocar muita marchinha dos antigos carnavais e músicas que marcaram época: do “Ó Abre Alas”, “Aurora” e “Águas vão rolar” ao “Balancê” e “Máscara Negra”, bem como outros ritmos brasileiros que fazem a alegria dos foliões.

Na terça-feira gorda, 5 de março, os integrantes do “Algazarra na Assemp”, a partir das 14h, vão se juntar aos brincantes de todos os cantos de Macapá para desfilar compondo o bloco “A Banda”, o maior e melhor cortejo de irreverência e alegria do carnaval amapaense, com trio elétrico e seguranças contratados para garantir tranquilidade para a diversão no percurso.

Para participar do bloco, basta adquirir o abadá por apenas R$ 50 e aproveitar e curtir os dois dias de folia. Vendas limitadas. Informações pelo telefone (96) 99115-0564 – ASSEMP.

Gilvana Santos
Diretora Social – Assemp

Bloco do Eu Sozinho – Crônica de carnaval de Ronaldo Rodrigues

Crônica de Ronaldo Rodrigues

Sigo eu, sozinho, seguindo a mim mesmo, neste bloco de amigos e inimigos invisíveis, alguns inexistentes, sobras de outros carnavais. Pálidas lembranças de confetes e serpentinas. Fantasmas de pierrôs e arlequins. Saudade de colombinas.

Sigo cego, a esmo, sempre o mesmo, sob a chuva. Não a chuva de papel picado. A chuva, essa que vem devagarinho e fica por muito tempo, a desmanchar a maquiagem, a se misturar às lágrimas que caem da máscara, as lágrimas formando outra chuva.

Meu samba atravessa a avenida e eu atravesso o samba. Sou desclassificado, é lógico. A corte marcial do Rei Momo é implacável. Se ano que vem ainda existir carnaval, se houver ano que vem, devo desfilar no segundo grupo. Mas, como sei que não posso deixar o samba morrer, que não posso deixar o samba acabar, o jeito é me acabar no samba.

Sigo esse bloco, sou esse bloco, despido de fantasias, em choque com a realidade, e espero me recuperar da ressaca nas cinzas de outro carnaval. Quarta-feira há de chegar, a me cobrar responsabilidades de quem sobreviveu ao folguedo, e eu estarei preparado (estarei preparado?) para ir ao seu encontro.

Baile de Máscaras: Banda Pierrô é a atração da festa que irá resgatar as temporadas de carnaval

Para abrir a temporada de carnaval com marchinhas, axé e sambas de enredo, está programado para sexta-feira, 1º de março, o “Baile de Máscaras com a Banda Pierrô”, na sede da Associação dos Servidores do Ministério Público do Amapá (Assemp). É a volta dos bailes tradicionais com repertório autêntico da época, confetes, serpentinas e iluminação especial, e a formação musical escolhida a dedo para a folia. O baile inicia às 23h, e as mesas e ingressos estão disponíveis para venda.

A Banda Pierrô é formada por músicos experientes que atenderam aos pedidos para a realização de um baile que resgatasse os carnavais de salão, que animavam a quadra carnavalesca em Macapá e Santana. Washington Caldas, Wildson Bolachinha, Álvaro Gomes, Joãozinho Batera e Piska Martins estreiam neste novo formato musical, a Banda Pierrô, com o autêntico baile carnavalesco, em que os brincantes poderão dançar e se divertir com antigos e novos sucessos, com ou sem fantasia.

“Os amapaenses respiram carnaval nesta época, e era um desejo de muitos um baile neste estilo, com decoração, serpentinas, confetes, brilho, e principalmente, com uma atração musical que transite entre as gerações e nos faça recordar os bailes de antes, e ao mesmo tempo, dançar a novas músicas. Garantimos que o repertório será de carnaval, não teremos interferência que não sejam desta época”, disse Bolachinha.

Para completar a festa, os organizadores se preocuparam com a cozinha, e o restaurante está preparando um cardápio com petiscos variados, caldos e também comidas típicas. Os brincantes terão tratamento de primeira, com recepção, serviço de garçom e bar, com bebidas quentes e geladas. “Será um baile para marcar o carnaval deste ano e a estreia da Banda Pierrô, que a partir da gora entra para a agenda de grandes bailes de carnaval no Amapá”, garante Washington Caldas.

Serviço:

Baile de Máscaras com a Banda Pierrô
Data: 1º de março
Hora: 23h
Local: sede da Assemp – Rodovia Duca Serra – ao lado da AABB
Mesa para 4 pessoas: R$ 100,00
Individual: R$ 30,00 (Sem direito à mesa)

Mariléia Maciel
Assessoria de comunicação

‘Bloco Afro Sankofa’ traz a cultura popular amapaense para o Carnaval em Macapá

O Carnaval é uma das principais festas do calendário cultural brasileiro e amplamente celebrado pela comunidade negra em todo o país. Em Macapá, o ‘Bloco Afro Sankofa” vem com a proposta de apresentar as tradições culturais locais e de raízes afro com o tema “colorir a rua resgatando a cultura popular”.

A festa será na sexta-feira de Carnaval, 1 de março, em frente ao Sankofa, na orla do Santa Inês, e trará apresentações de Marabaixo de Rua, Maracatu, Afoxé, Sambada de Coco e Ijexá, que são gêneros e subgêneros da cultura tradicional amapaense e afrobrasileira.

As vozes de Laura do Marabaixo, Neto Medeiros e Janna Santos farão coro junto a vinte e dois músicos e ritmistas, contando ainda com as participações especiais do Grupo de Marabaixo Ancestrais, Bloco Firme de Belém (PA) e a Barca do Iraguany.

SERVIÇO:

Contato: Assessoria de Imprensa (Agência Crível) Mary Silva: (96) 98109-2282.
Cíntia Souza: (96) 98112-2088 | 991723889.

Bloco Filhos da Mãe Luzia se apresenta no Fab & Folia resgatando 30 anos de história no carnaval

Para comemorar 30 anos de folia, o bloco Filhos da Mãe Luzia faz uma apresentação especial no Fab & Folia, a Festa do Povo, e leva o tema “30 anos de Histórias”, para a avenida. O desfile será dia 2 de março, no resgate dos blocos que animavam os bairros e o carnaval no centro de Macapá, organizado pela Prefeitura de Macapá (PMM) e Liga dos Blocos do Amapá (Liba). Filhos da Mãe Luzia é original da rua de mesmo nome, no bairro do Laguinho, e é pioneiro na inovação de apresentação e organização de blocos no carnaval amapaense. O Fab& Folia inicia às 16h e a Mãe Luzia entra na avenida às 20:40.

O bloco é mais uma homenagem à parteira Mãe Luzia, que aparou centenas de amapaenses desde o início de 1890, até falecer, em 1954, aos 109 anos. Matriarca de gerações que se espalham no estado, ela é ainda nome de uma avenida, no Laguinho, e da maternidade estadual, como reconhecimento à sua história. Em 1988 o bloco foi criado por moradores da avenida Mãe Luzia, entre eles, descendentes da parteira, para continuar a brincadeira iniciada em uma ala coreografada da agremiação Piratas Estilizados. Em 2001 o bloco foi oficializado e filiado à Liba.

Com a filiação à Liga, o Filhos da Mãe Luzia passou a disputar os concursos de blocos, ainda na avenida Fab, e, por sua originalidade inovação nas fantasias, foi campeão de 1994 à 1997, levando para a pista mais de 1 mil brincantes, que usaram as mais diferentes roupas, como a de índio estilizado, estilo filhos de Gandi, entre outras. Outra diferença no bloco são as letras das marchinhas, irreverentes e que fazem alusão à algum morador ou ponto histórico do Laguinho.

O bloco é o 4º a se apresentar no Fab &Folia, que uma evento para resgatar os desfiles de blocos da avenida Fab, que mudaram para o Sambódromo em 1996, com muitas marchinhas e sem competição. Há quatro anos não é realizado desfile de blocos, que fazem programações alternativas nos bairros para os brincantes. O bloco Filhos da Mãe Luzia traz de volta seus desfiles em uma alusão às três décadas, e se apresenta como o primeiro oficial, camisa com a imagem que simboliza a parteira, e bermuda jeans.

Fab & Folia inicia às 16:30, com show da Banda Placa, seguido da apresentação de oito blocos filiados à Liba. Os foliões do Filhos da Mãe Luzia se concentram às 19h, em frente á PMM, e se apresenta às 20:40. Os desfiles percorrem a avenida FAB, entre Eliezer Levy e General Rondon.Os abadas estão á venda na avenida Mãe Luzia entre General Rondon e José Serafim. Ou pelo telefone: 98126-1181/99113-9202.

Mariléia Maciel
Assessoria de Comunicação